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O terceiro julgamento por estupro de Harvey Weinstein em Nova York termina em anulação


Harvey Weinstein na corte de Manhattan, em Nova York, nesta sexta-feira (15)
Timothy A. Clary/Pool via REUTERS
O terceiro julgamento de Harvey Weinstein em Nova York sobre acusações de que ele usou sua influência em Hollywood para se aproveitar e abusar sexualmente de mulheres terminou em anulação nesta sexta-feira (15), após o júri não conseguir chegar a um veredicto unânime sobre a acusação de que ele estuprou a aspirante a atriz Jessica Mann.
Weinstein, de 74 anos, foi um dos principais produtores de cinema até que acusações de má conduta sexual provocaram sua queda e impulsionaram o Me Too, movimento social mais amplo que encorajou mulheres a denunciarem abusos sexuais cometidos por homens poderosos.
O caso, apresentado pelo gabinete do promotor distrital de Manhattan, se concentrou nas alegações de que Weinstein estuprou Mann em um quarto de hotel em Manhattan, em 2013, enquanto ela resistia e repetia várias vezes “não”.
Weinstein havia se declarado inocente da acusação de estupro em terceiro grau e negou ter agredido alguém ou mantido relações sexuais sem consentimento. Seus advogados argumentaram que Mann inventou a acusação de estupro após se arrepender de que seu relacionamento consensual com Weinstein não ajudou a impulsionar sua carreira no cinema.
Em seu primeiro julgamento em Nova York, em 2020, Weinstein foi condenado por estuprar Mann e agredir a então assistente de produção Miriam Haley em 2006. Mas a mais alta corte do estado anulou a condenação e a sentença de 23 anos de prisão de Weinstein ao concluir que ele não teve um julgamento justo.
Um júri de Manhattan então condenou Weinstein por abuso sexual contra Haley em um julgamento em junho de 2025, mas o considerou inocente da acusação de agressão contra a ex-modelo Kaja Sokola.
O júri ficou dividido sobre a acusação de estupro em terceiro grau que acusa Weinstein de atacar Mann, levando o juiz Curtis Farber a declarar anulação do julgamento nesse ponto. O novo julgamento começou em abril.
Weinstein também foi condenado por estupro na Califórnia em 2022 e cumpre uma pena de 16 anos de prisão. Ele recorre dessa condenação e da sentença.
O cofundador do estúdio Miramax poderá enfrentar até 25 anos de prisão quando for sentenciado pelo abuso contra Haley.

Fonte: G1 Entretenimento

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Drake lança três álbuns de surpresa no mesmo dia


Drake em ‘Hotline Bling’.
Reprodução/YouTube
Drake havia anunciado que lançaria o álbum “Iceman”, mas surpreendeu os fãs ao chegar com mais dois álbuns surpresas nesta sexta-feira (15).
Além do prometido disco, o rapper lançou os álbuns “Habibti” e “Maid of Honour” No total, são 43 músicas. O prometido “Iceman” é o maior deles, com 18 faixas. Os outros dois, contam com 14 músicas cada. Central Cee, 21 Savage e PARTYNEXTDOOR estão entre as colaborações.
Os álbuns trazem diferentes gêneros musicais. “Iceman” é mais focado no rap e hip-hop. Já “Habibti” tem uma levada mais de R&B. E “Maid of Honour” tem referências da dance-music.
Os discos são os primeiros desde a treta com Kendrick Lamar, em 2024. E, algumas letras, o artista parece alfinetar seu rival. Em uma das faixas, por exemplo, ele acusa Kendrick de usar sua cidade natal, Compton, como pano de fundo para atos de caridade, enquanto escapa para uma vida de celebridade em outro lugar.
Em 2024, os rappers Drake e Kendrick Lamar fizeram algumas música para lavar roupa suja. Com letras ácidas, os artistas transformaram o ódio que sentem um pelo outro numa treta que se tornou uma das brigas mais famosas da história do rap.
Antiga, a rixa se intensificou no fim de março daquele ano. Desde então, escalona cada vez mais, com faixas sendo produzidas (e lançadas) em poucas horas. Como numa troca de socos, um bate e o outro revida.
Nos versos, estão acusações de violência contra mulher, pedofilia e abandono paterno, além de deboches de identidade racial e estética musical. Tudo embrulhado por piadas sarcásticas, em que os compositores assumem simultaneamente os papéis de vítima, herói e vilão.
Nos novos trabalhos, Drake também parece criticar artistas que ficaram do lado de Lamar durante a treta.
Relembre o início da treta entre Drake e Kendrick Lamar
(Da esq. p/ dir.): Os rappers Drake e Kendrick Lamar
Richard Shotwell/John Salangsang /Invision/AP
Anos atrás, a relação entre Drake e Kendrick era completamente diferente da atual. Os dois até cantavam juntos. Dividiam o microfone em “Buried Alive Interlude” (2011), “Poetic Justice” (2012) e “F**kin’ Problems” (2013).
O conflito começou tímido, com uma disputa de território. Quem é o melhor rapper da atualidade? Basicamente, foi com essa pergunta que a natural competitividade dos músicos engatinhou e, aos poucos, se tornou mais pessoal do que profissional.
Em 2013, o rapper Big Sean lançou “Control”, em parceria com Kendrick. Na faixa, o americano caçoa de Drake e outros rappers, citando seus nomes e dizendo: “Eu tenho amor por todos vocês, mas estou tentando matá-los, ‘niggas’”.
A música é uma diss track. Ou seja, uma canção cujo propósito é insultar uma ou mais pessoas — de forma desbocada e quase sempre explícita. Presente em vários gêneros musicais, a prática ganhou destaque nos anos de 1990, sobretudo no rap.
É bem comum que uma diss track surja a partir de outra, com músicos revidando na mesma moeda as críticas que recebem. Justamente por isso, alguns dos rappers citados em “Control” lançaram canções atacando Kendrick.
Drake, porém, fez diferente. Quando questionado na época sobre o assunto pela revista “Billboard”, o canadense se limitou a definir “Control” como ambiciosa e a sugerir que o nível de sucesso dele jamais seria ultrapassado pelo do Kendrick.
Ainda em 2013, Drake lançou “The Language”. Para alguns ouvintes, a letra seria uma indireta ao rapper, mas a teoria foi negada pelo produtor Birdman. Seus versos dizem: “Eu sou o único com quem você deve se preocupar/ eu não sei ao que você está se referindo/ quem é esse cara que você ouviu falar?”.
“The Language” é uma faixa do disco “Nothing Was the Same”, termo que Kendrick usou meses depois durante o BET Hip-Hop Awards. “Nada tem sido o mesmo [‘nothing was the same’ em inglês] desde que eles abandonaram ‘Control’ e puseram um rapper sensível de volta em suas roupas de pijama”, cantou o músico.
De lá para cá, tanto Drake quanto Kendrick se enfiaram em rixas maiores envolvendo outros músicos, o que aquietou a intriga dos dois. Até que, em 26 de março deste ano, o americano voltou a provocar o canadense, em “Like That”.
‘Like That’
A música foi uma resposta a “First Person Shooter”, parceria entre Drake e J. Cole lançada em outubro de 2023.
Em “First Person Shooter”, J. Cole afirma que ele, Drake e Kendrick são “o grande trio” do rap.
“Filho da puta, os três grandes são somente eu”, cantou Kendrick em “Like That”, irritado.
O rapper Kendrick Lamar em show no Allianz Parque, em São Paulo
Reprodução/Instagram
‘7 Minute Drill’
J. Cole não gostou do que ouviu e, em 5 abril, lançou “7 Minute Drill”.
“Ele tem uma média de um verso difícil a cada trinta meses ou algo assim/ Se ele não estivesse zombando, então não estaríamos discutindo sobre eles/ senhor, não me faça fumar esse ‘nigga’ porque eu fodo com ele”, diz a letra.
O sucesso da faixa veio rápido. Mas Cole não quis permanecer na briga. Dois dias depois do lançamento, o artista anunciou que retiraria a música das plataformas de streaming, porque “não combinava com seu espírito”.
A promessa foi cumprida, mas a confusão já estava feita.
‘Push Ups’
Até então, Drake estava poupando palavras. Mas, em 13 de abril, lançou “Push Ups”, debochando do flerte musical de Kendrick com o pop.
“Você não está em nenhum ‘trio grande’/ SZA te enxugou, Travis te enxugou, Savage te enxugou”, diz a letra. “Você vai sentir as consequências do que escrevo / Estou no topo da montanha, então você está apertado agora.”
“O Maroon 5 precisa de um verso/ é melhor você torná-lo espirituoso / precisamos de um verso para os swifties.”
‘Taylor Made Freestyle’
Seis dias após “Push Ups”, Drake lançou outro ataque a Kendrick, “Taylor Made Freestyle”.
O cantor sugeriu que o americano não havia respondido à sua diss anterior porque estaria aguardando o lançamento do álbum “The Tortured Poets Department”, de Taylor Swift.
Drake no Lollapalooza Argentina
Reprodução/Instagram
‘Euphoria’
Em 30 de abril, Kendrick lançou “Euphoria”, despejando ali em seis minutos todo o ódio que vinha alimentando contra o canadense.
Nos versos, o americano chama Drake de “mestre manipulador” e “mentiroso habitual”. Também sugere que ele é um péssimo pai e finge ser negro.
O ápice da briga
Já intensa, a treta piorou de vez entre os dias 3 e 4 de maio, quando os artistas trocaram ataques com músicas lançadas com apenas horas de diferença.
Em “6:16 in LA”, “Family Matters”, “Meet the Grahams”‘ e “The Heart Part 6”, os dois se dedicam a tecer longas e duras acusações de um contra o outro. As denúncias são relacionadas a pedofilia, violência contra a mulher e abandono paterno.
Em resumo, Drake acusa Kendrick de bater na esposa, Whitney Alford, enquanto Kendrick acusa Drake de ter uma filha secreta e de transar com garotas menores de idade.
Os dois negam as acusações das quais são alvo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Bolsonaro estreia com sessões vazias, exalta ex-presidente, ignora Michelle e omite derrota e tentativa de golpe


Pôster oficial do filme ‘A colisão dos destinos’.
Divulgação
O documentário “A Colisão dos Destinos”, sobre a vida e trajetória de Jair Bolsonaro, estreou nesta quinta (14). O longa de 70 minutos é o primeiro dirigido por Doriel Francisco, da produtora Dori Filmes, e conta com produção do ex-secretário de Cultura Mario Frias.
O roteiro é assinado por Doriel Francisco e William Alves. Nos créditos, consta que o argumento é de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e de Frias.
O lançamento ocorre em meio à repercussão das mensagens publicadas pelo site The Intercept Brasil, que expuseram diálogos entre o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o banqueiro Daniel Vorcaro. O filme mencionado nos áudios de Flávio é “Dark Horse”, obra de ficção estrelando o ator Jim Caviezel, e não teria relação com “A Colisão dos Destinos”.
O g1 entrou em contato com a Dori Filmes e com o diretor para obter detalhes sobre o financiamento e a distribuição da obra, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja, abaixo, como foi a estreia do documentário e como é o filme:
Sessões vazias
De acordo com o site oficial da produção, “A Colisão dos Destinos” foi lançado no Distrito Federal e em estados de todas as regiões do país, incluindo potências eleitorais como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de estados do Nordeste como Bahia, Pernambuco e Ceará.
O filme teve pré-estreia para convidados em Brasília, São Paulo, Recife, Curitiba e Fortaleza.
Vídeos em alta no g1
O g1 foi à sessão de estreia em Embu das Artes (SP), a mais próxima da capital de São Paulo, que contava com sete pessoas. Uma hora antes das sessões, outras salas no interior de SP tinham, em média, 5 a 6 ingressos vendidos, segundo o site do Grupo Cine.
Duas horas antes, sessão de ‘A Colisão dos Destinos’ em Embu das Artes (SP) tinha quatro ingressos vendidos
Reprodução
Como é o filme
Nas peças de divulgação, a obra promete mostrar uma “versão humanizada” e a “história não contada” de Jair Bolsonaro, com depoimentos do próprio ex-presidente, bem como irmãos, filhos, assessores e parlamentares próximos (Mario Frias, Nikolas Ferreira, Hélio Lopes e Gil Diniz).
A esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, não aparece entre os entrevistados.
Na prática, o filme reconta a história de Bolsonaro, da infância e adolescência à presidência, passando pela carreira militar. Não há citações do noticiário ou dados sobre os principais eventos durante a administração Bolsonaro.
Ao falar sobre o período em que Jair Bolsonaro foi presidente, o documentário foca em depoimentos de parlamentares aliados, como os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Hélio Lopes (PL-RJ). Lopes afirma que o ex-presidente “não errou uma” durante a pandemia.
Depois disso, o filme “volta no tempo” e retrata a facada que Bolsonaro sofreu em 2018, durante um comício em Juiz de Fora (MG). A família conta como foi a hospitalização e recuperação do ex-presidente, afirmando que o ocorrido o deixou mais forte.
“Falo com tranquilidade: ele é um escolhido de Deus”, afirma Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro no documentário ‘A Colisão dos destinos’, sobre trajetória de Jair Bolsonaro, que estreia nesta quinta-feira (14).
Divulgação
O filme encerra com depoimentos dos irmãos e filhos de Jair Bolsonaro, declarando que o ex-presidente exerce uma missão divina.
A última cena, antes dos créditos, é uma montagem do ex-presidente sendo ovacionado por seus eleitores, falando em palanques e celebrando vitórias.
Em agosto de 2025, Doriel disse em post no Instagram que o filme estava finalizado, mas seria adiado devido aos “últimos acontecimentos”. Na época, Bolsonaro estava sendo julgado por tentativa de golpe.
Apesar disso, o filme omite a derrota nas urnas em 2022 e a condenação de Bolsonaro em 2025.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme sobre Lula custou R$ 12 milhões e foi feito ‘todo com dinheiro de empresas’, diz produtora


Financiamento de ‘Lula, o Filho do Brasil’ volta a ser alvo de debate após caso Flávio Bolsonaro.
Divulgação
O vazamento de mensagens entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro sobre o financiamento do longa “Dark Horse” provocou um debate sobre os modelos de captação de recursos em cinebiografias políticas.
Entre os principais alvos de questionamentos está “Lula, o Filho do Brasil” (2010), longa-metragem de ficção que narra a trajetória de Lula até a chegada à Presidência da República.
Procurada pelo g1, a produtora da obra, Paula Barreto, detalhou como a estrutura financeira foi montada à época:
O orçamento de R$ 12 milhões foi viabilizado por meio de aportes de 18 empresas. A lista de investidores inclui gigantes de diversos setores, como Odebrecht (atualmente Novonor), Camargo Corrêa, OAS, JBS e EBX, além de montadoras como Volkswagen e Hyundai.
Parte deste grupo de investidores esteve, anos mais tarde, no centro de investigações sobre esquemas de corrupção envolvendo governos do PT.
Empresas como a Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa firmaram acordos de leniência e tiveram executivos condenados em desdobramentos de operações que apuraram desvios em estatais.
Vídeos em alta no g1
De acordo com a produção, o filme registrou uma bilheteria de 848 mil espectadores.
Dirigido por Fábio Barreto e Marcelo Santiago, o longa tem roteiro assinado por Fernando Bonassi, Denise Paraná e Daniel Tendler.
O elenco principal contou com Rui Ricardo Diaz, no papel de Lula, Glória Pires, como Dona Lindu, e Juliana Baroni, interpretando a ex-primeira-dama Marisa Letícia.
A produção leva a assinatura de Luiz Carlos Barreto e Paula Barreto.
Leia também: Documentário sobre Bolsonaro, ‘A Colisão dos Destinos’ estreia em 17 estados; Flávio Bolsonaro está entre entrevistados
Investigação sobre ‘Dark Horse’
O debate sobre o financiamento privado no cinema foi reacendido por revelações do site The Intercept Brasil sobre o filme “Dark Horse”.
Segundo as investigações, o banqueiro Daniel Vorcaro teria destinado R$ 61 milhões ao projeto por meio de um fundo americano, valor consideravelmente superior a outras produções nacionais recentes, como “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho.
O senador Flávio Bolsonaro admitiu ter recebido recursos para o longa, sem especificar valores, enquanto o deputado federal Mário Frias (PL) negou, inicialmente, o financiamento.
A Polícia Federal investiga, agora, se parte da verba teria sido desviada para custear despesas de Eduardo Bolsonaro, que reside no Texas, nos Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Zélia Duncan dá passo à frente com a fricção de ‘Agudo grave’, álbum autoral que evolui como ‘sólido que escorre’


Zélia Duncan lança o 15º álbum de estúdio em 45 anos de carreira, ‘Agudo grave’, com dez músicas autorais e a regravação de tema de Itamar Assumpção (1949 – 2003)
Mauro Restiffe / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Agudo grave
Artista: Zélia Duncan
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Na letra de “Maravilha disforme”, uma das dez músicas inéditas do 15º álbum de estúdio de Zélia Duncan em 45 anos de carreira, “Agudo grave”, a artista relaciona paradoxos e contradições em versos como “O belo que apavora” e “O afago que só corta”.
Integrante da letra escrita para melodia típica de Lenine, parceiro de Zélia na composição e convidado da faixa pontuada pelos sopros do clarinete e do clarone de Maria Beraldo, o verso “O sólido que escorre” se impõe com perfeita tradução do álbum gravado entre setembro de 2025 e janeiro deste ano de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), com produção musical e arranjos de Maria Beraldo.
Ao longo de 11 faixas, o álbum “Agudo grave” soa como sólido que escorre por conta da salutar conexão de Zélia com Beraldo. Artista que habita o universo da invenção, Maria Beraldo (des)estrutura o cancioneiro de Zélia Duncan, não a ponto de torná-lo irreconhecível para ouvintes de álbuns como “Pré-pós-tudo-bossa-band” (2005), “Pelo sabor do gesto” (2009) e “Tudo é um” (2019), mas o suficiente para fazer com que a cantora, compositora e instrumentista fluminense dê passo à frente na discografia iniciada em 1990.
Em suma, como produtora musical e arranjadora do álbum, orquestrado sob direção artística de Zélia Duncan e lançado em 14 de maio, Maria Beraldo joga outra luz sobre a obra dessa cantora de tons escuros, compositora (geralmente letrista) de obra ancorada no universo do folk, ecoando assumidas influências como a cantora e compositora canadense Joni Mitchell.
Com apurada engenharia de som capitaneada por Tó Brandileone, “Agudo grave” é álbum mais de fricção do que de ruptura, como sinalizam os violões (tocados por Beraldo e Brandileone) ouvidos na introdução da primeira faixa do álbum, a música-título “Agudo grave”, inspirada música de Zélia com Lucina, parceira desde a decisiva década de 1990. “Sinto agudo / E canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”, questiona Zélia em versos da canção-título.
No mosaico de parceiros do álbum “Agudo grave”, Zélia Duncan amplia esse mundo através da conexão com o baixista e compositor Alberto Continentino, parceiro de três das 10 músicas autorais alinhadas em disco que será editado nos formatos físicos de LP e CD.
Na primeira delas, “Pontes no ar”, cantada por Zélia com Continentino, o arranjo de Maria Beraldo ergue a impressão de que a bateria de Sérgio Machado e o baixo do próprio Alberto Continentino sustentam no ar as pontes do título da música. Na segunda parceria dos artistas, “E aí, IA?”, canção de título tão engenhoso quanto conciso, paira uma sensação de dissonância sobre o toque jazzy de um piano tocado por Maria Beraldo e/ou por Tó Brandileone.
A terceira parceria de Zélia com Continentino, “Importante”, ganha a forma de samba encabulado em que as janelas são abertas para entrar a brisa do amor, com o violão de João Camarero e o cavaquinho de Rodrigo Campos ecoando algum lugar do passado da música brasileira em harmonioso atrito com a contemporaneidade do arranjo.
A propósito, “Agudo grave” é álbum em que os arranjos sobressaem ao longo das 11 faixas – até porque as melodias dos oito parceiros nem sempre estão à altura das letras e da inquietude de Zélia Duncan, e são esses eventuais desequilíbrios entre música e letra que tiram pontos e impedem o álbum “Agudo grave” de se impor como a obra-prima que ele bem poderia ser.
Parceria da artista com Ná Ozzetti, “Meu plano” nivela bem melodia, letra e o arranjo em que Maria Beraldo evoca o paraíso onírico e solar vislumbrado por Zélia nos versos. Esse paraíso parece ambientar o amor Caymmi descrito nos versos “Calmo”, parceria da artista com Zeca Baleiro que justifica o título ao evoluir com a serenidade da “Conversa na varanda” mencionada em um dos versos.
Outro exemplo de equilíbrio entre música, letra, arranjo e execução é “Voz”, parceria de Zélia com Maria Beraldo, cantada pelas duas artistas sobre a cama armada pelo violão de João Camarero, coautor do arranjo. “Meu corpo é a estrada toda”, sinalizam as artistas na faixa, um dos pontos mais altos do álbum.
Parceria de Zélia com Pedro Luís, “Olhos de cimento” pesa o clima na polaroide urbana de relacionamento em que “sobra vazio e o sol virou sombra” no poço da solidão. O timbre rascante da guitarra de Filipe Coimbra sublinha o tom seco da faixa.
Contudo, na sequência do álbum, “Resolvidinho” – música de Zélia com Juliano Holanda, único parceiro do álbum anterior da artista, “Pelespírito” (2021) – amansa novamente o álbum e o devolve ao reino dos afetos, com a proposta onírica de dormir e sonhar dentro do outro.
No fim, Zélia arremata “Agudo grave” com a única regravação do repertório, “Que tal o impossível?” (1988), música de Itamar Assumpção (1949 – 2003), compositor recorrente na discografia da cantora há 30 anos. E aí o que parece óbvio soa extremamente pertinente porque, em “Agudo grave”, Zélia Duncan canta Itamar Assumpção com a transgressão impressa na obra vanguardista do compositor com arranjo polifônico em que sobressai o piano inusual de Vitor Araújo.
Afinal, a posição dianteira ontem ocupada pelo Nego Dito no desvario musical da Pauliceia hoje é de artistas inventivos como Maria Beraldo, a quem Zélia Duncan se conecta neste álbum que se alimenta da contradição entre a obra da artista e a produção musical e os arranjos de Beraldo, fazendo com que “Agudo grave” irradie outra luz ou, para voltar ao verso de “Maravilha disforme” citado no início, evolua como um sólido que escorre.
Capa do álbum ‘Agudo grave’, de Zélia Duncan
Mauro Restiffe / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula do BBB é convidada para participar de ‘Quem Ama Cuida’, nova novela das 9


Ana Paula Renault e Amora Mautner em evento de lançamento da novela ‘Quem Ama Cuida’.
Divulgação
A diretora artística Amora Mautner convidou a vencedora do BBB26, Ana Paula Renault, para uma participação em ‘Quem Ama Cuida’, nova novela das nove da TV Globo.
O convite foi oficializado e reforçado para capítulos mais adiantados da trama durante o evento de lançamento da própria produção, realizado no Jockey Club, em São Paulo, na noite de quinta-feira (14).
Ana Paula deve integrar um núcleo de concurso de dança ao lado da atriz Flávia Alessandra e, embora tenha brincado que não sabe “nem andar em linha reta”, teve a presença defendida pela diretora com base em seu apelo popular.
“O fato de que ela ganhou o BBB mostra que o Brasil quer originalidade, autenticidade. Mais do que qualquer falsidade, ‘ai sou fofinha, ai sou legal’. O Brasil quer ver pessoas de verdade”, afirmou Amora sobre a escolha.
Esta não será a primeira experiência de Ana Paula em novelas da Globo. Em 2016, ela atuou em ‘Haja Coração’, produção das sete, onde contracenou com a atriz Ellen Rocche.
Sinopse da novela
Escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, a novela estreia nesta segunda-feira (18) focada na trajetória de superação de Adriana, personagem interpretada por Letícia Colin.
Vídeos em alta no g1
Após perder a casa e o marido, Adriana cruza o caminho do advogado Pedro (Chay Suede) e de Arthur (Antonio Fagundes), em um enredo que mistura o melodrama clássico a temas contemporâneos de justiça e vingança.
O elenco conta ainda com nomes como Tony Ramos, Isabel Teixeira e Mariana Ximenes.
Do lado esquerdo, Amora Mautner, diretora de ‘Quem Ama Cuida’. Do direito, Ana Paula Renault, ganhadora do BBB 26.
Globo/Bob Paulino

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre o relacionamento entre Virginia Fonseca e Vini Jr


Virginia Fonseca em show em Goiânia e com o namorado, Vini Jr.
Reprodução/Redes sociais Virginia e Vini Jr.
A influenciadora Virginia Fonseca anunciou, nesta sexta-feira (15), o fim de seu relacionamento com o jogador Vinicius Jr. Oficialmente, o namoro começou no dia 28 de outubro de 2025, mas já havia boatos de que os dois estavam juntos há algum tempo.
Marcado por declarações públicas, polêmicas e namoro à distância, o relacionamento entre o jogador e a influenciadora ganhou grande repercussão nas redes sociais.
Os rumores de um envolvimento começaram após frequentes viagens de Virgínia à Espanha, onde Vini Jr. atua pelo Real Madrid desde 2018.
Em setembro de 2025, a influenciadora viajou com os criadores de conteúdo Lucas Guedez, Rafa Uccman e Duda Freire, além do assessor Hebert e do maquiador Nikolas Miguel. O grupo se hospedou em uma mansão com vista para o Mar Mediterrâneo.
Os indícios de proximidade com o jogador ficaram mais evidentes na segunda viagem. As suspeitas aumentaram quando Virgínia publicou um vídeo dentro do closet de Vini Jr. Na gravação, ela afirmou que havia acabado de acordar e sairia à noite. No vídeo, aparece parte de um tapete com a inscrição “Off-White”, semelhante ao mostrado em uma foto publicada pelo jogador em setembro de 2024.
Em um intervalo de um mês e meio, Virgínia voltou a Madri no dia 1º de outubro, reacendendo os rumores. Poucos dias depois, o jogador publicou um vídeo dançando ao lado da influenciadora, aumentando as expectativas dos fãs sobre a oficialização do romance.
Primeiro término
A modelo brasileira Day Magalhães divulgou supostas conversas com o jogador, o que teria motivado o fim do envolvimento com Virgínia.
Em seu perfil no Instagram, Day afirmou que se relacionava com Vini Jr. ao mesmo tempo em que ele se envolvia com a influenciadora. Ela também destacou que não foi bloqueada pelo atleta nas redes sociais após a repercussão.
Depois, Vini Jr. usou seu perfil no Instagram para pedir desculpas a Virgínia Fonseca.
“Não tenho vergonha de assumir que me descuidei, não correspondi da melhor forma e a decepcionei. Por isso, quero pedir desculpas publicamente, com o coração aberto, porque entendi que relação de verdade só existe quando há respeito, confiança e transparência”, escreveu.
Chance ao amor
No dia 28 de outubro, Virgínia deu uma segunda chance ao jogador e voltou a aparecer ao lado dele. Nesse momento, começou o namoro oficial.
Entre postagens e declarações, o casal seguiu repercutindo nas redes sociais. Em sua estreia como rainha de bateria da Grande Rio, a influenciadora mostrou presentes enviados pelo namorado, como pétalas de rosas, um café da manhã especial e um tênis personalizado.
A bandeja veio acompanhada de uma carta do jogador: “Pra você me sentir mais perto e conectado com você nesse dia tão importante”.
Após o carnaval, eles passaram um período juntos em Madri, onde o jogador mora.
“Sim! Nosso relacionamento é à distância, mas, sempre que as agendas permitirem, vou para lá. Isso já faz parte da rotina”, disse Virgínia.
Nova crise e término
A tranquilidade foi abalada quando a mãe de Virgínia, Margareth Serrão, curtiu — segundo ela, sem querer — uma publicação sobre uma suposta traição de Vini Jr.
Ela se pronunciou nas redes sociais: “Novamente, foi uma curtida sem intenção. Foi no passar o dedo. No meu entendimento, isso é fake news e eu não curtiria esse tipo de conteúdo”.
No começo deste mês, fãs passaram a especular uma crise no relacionamento após o jogador apagar uma postagem com a influenciadora. Dias depois, Virgínia confirmou o término.

Fonte: G1 Entretenimento

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Virginia Fonseca anuncia fim de relacionamento com Vini Jr: ‘Me dediquei muito’


Virginia Fonseca em show em Goiânia e com o namorado, Vini Jr.
Reprodução/Redes sociais Virginia e Vini Jr.
A influenciadora Virginia Fonseca anunciou, nesta sexta-feira (15), o fim de seu relacionamento com o jogador Vinicius Jr.
Em comunicado divulgado em seus perfis oficiais, Virginia afirmou que a decisão foi tomada de forma respeitosa e que pretende continuar se “permitindo viver” novas experiências.
Matéria em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novelinha, turnê e ex-casal reunido: como ‘Três Graças’ cruzou fronteira da TV


Novelinha, turnê e ex-casal reunido: como ‘Três Graças’ acertou ao cruzar fronteira da TV
A novela “Três Graças”, de Aguinaldo Silva, chega ao fim nesta sexta-feira (15). Ao longo dos meses em que foi exibida, entrou para o hall das novelas recentes mais queridas da TV Globo… e graças ao carisma dos personagens e ao talento dos intérpretes, a história foi muito além da televisão.
Com direito a novelinha vertical, turnê e até o retorno de Belo e Viviane (só que na ficção), “Três Graças” deu pano pra manga. Entenda como a novela consolidou o sucesso ao cruzar a fronteira da TV:
Da vida real para a ficção
Consuelo (Viviane Araújo) e Misael (Belo) em cena de ‘Três Graças’
Reprodução/TV Globo
O reencontro de Viviane Araújo e Belo, quase 20 anos após a separação, foi um dos pontos fortes de “Três Graças”. Realmente, é coisa de novela: um ex-casal da vida real que topou “ficar junto” de novo em nome da dramaturgia.
Eles interpretaram Consuelo e Misael, também ex-namorados. E ainda reviveram algumas histórias, já que os personagens “lavaram a roupa suja”, se visitaram na prisão (deu um déjà vu aí?) e tiveram um beijão ao som de “Reinventar”, de Belo.
Saiba a origem do hit que embalou beijo de Belo e Viviane Araújo na novela
Com isso, “Três Graças” mostrou potencial ao brincar com o limite entre a vida real e a ficção. Fosse pela fofoca, fosse pela história… ficou difícil não assistir.
Da TV para o celular
O casal “Loquinha” (Lorena e Juquinha, interpretadas por Alanis Guillen e Gabi Medvedovsky, respectivamente) foi hit mesmo antes do primeiro beijo. Eram duas mulheres se relacionando em horário nobre, reunindo uma multidão de fãs no Brasil e até lá fora.
‘Loquinha’: casal de mulheres de ‘Três Graças’ virou novelinha
Divulgação
O sucesso todo rendeu até spin-off: “Loquinha”, a novelinha vertical, estreou nas redes sociais da Globo paralelamente, enquanto a novela seguia passando na TV.
Foram 25 capítulos curtos de cerca de 3 minutos cada. E com isso, a produção contou uma história distinta das duas, voltada para entreter os fãs do casal… com direito a legendas em outros idiomas para o público internacional.
Do set para os palcos
Belo, Xamã e mais nomes do elenco de ‘Três Graças’ entram em mini turnê
Beatriz Damy/Globo
Com Xamã e Belo no elenco, nada mais natural que tudo acabar em show. Na reta final, “Três Graças” acaba atravessando mais uma “fronteira”, indo das telas para os palcos: a novela engatou em uma miniturnê, com shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os shows contam com participação de outros nomes do elenco (Sophie Charlotte, Gabi Medvedovsky, Alana Cabral, entre outros) e até de Negra Li, que canta a abertura “Clareou”.
Com essa última “quebra” da televisão para a vida real, a novela se concretiza aqui fora, com um público de verdade lotando os espaços e interagindo com o elenco ao vivo.
O evento em São Paulo terá direito à exibição do último capítulo nesta sexta (15), como se fosse final da Copa do Mundo. Para quem quer ver o desfecho da vida de Gerluce Maria das Graças, serão fortes emoções.
Estratégia abraça vários públicos
Esse não é um tipo de estratégia nova na Globo: durante o remake de “Vale Tudo” (que antecedeu “Três Graças” no horário das 21h), por exemplo, rolou até um perfil real para Maria de Fátima, personagem fictícia, no Instagram.
Mas “Três Graças” acertou porque fez bem esse caminho por vários lados e com originalidade, atraindo e cultivando diferentes públicos.
Estão aí os fãs de Belo e Viviane Araújo, que consumem as músicas do cantor e curtiam o casal nos anos 2000; os fãs de Loquinha, em sua maioria o público LGBTQ+ e, muitas vezes, mais jovem; e, claro, o público noveleiro de modo geral que, com os shows, pode aproveitar a novela de uma outra forma.
Ao todo, fosse por curiosidade por um ex-casal, a alegria de se ver representado nas telas… ou simplesmente a vontade de ver seu elenco preferido de pertinho, “Três Graças” teve um pouco para todo mundo.
E é um exemplo bem-sucedido de como a novela brasileira pode virar parte da nossa vida, muito além dos capítulos diários na televisão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos revive ‘Cachorro babucho’ e ‘Mestre Jonas’, além de hit do axé, no álbum de intérprete ‘Coisas da vida’


Paulo Miklos canta sucessos do trio Sá, Rodrix & Guarabyra e do efêmero grupo de axé As Meninas no álbum ‘Coisas da vida’
Jorge Daux / Divulgação / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Standard do cancioneiro do gênero rotulado como rock rural, tendo sido apresentado pelo trio Sá, Rodrix & Guarabyra no álbum “Terra” (1973), “Mestre Jonas” (Guttemberg Guarabyra, Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix) ganha a voz de Paulo Miklos. A música abre o álbum “Coisas da vida”, primeiro disco do cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano como intérprete.
Programado para ser lançado em 22 de maio, em edição da gravadora Deck, o álbum “Coisas da vida” alinha onze músicas no repertório.
Além de “Mestre Jonas”, outras músicas do álbum até então não reveladas são “Cachorro babucho” – música da era vanguardista do compositor Walter Franco (1945 – 2019), lançada pelo autor no álbum “Revolver” (1975) – e “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988), uma das composições mais contundentes da obra de Cazuza (1958 – 1990).
Contudo, a maior surpresa na seleção do álbum “Coisas da vida” – por fugir inteiramente do universo pop habitado por Miklos, ex-integrante do grupo de rock Titãs – é “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel, 1999), sucesso do efêmero grupo de axé music As Meninas.
O clássico sertanejo “Evidências” (João Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989) também integra o repertório do álbum “Coisas da vida”.
Paulo Miklos inclui música de Arnaldo Brandão e Cazuza (1958 – 1990) no repertório do álbum ‘Coisas da vida’
Jorge Daux / Divulgação
♪ Eis, na disposição das faixas do álbum “Coisas da vida”, as onze músicas gravadas por Paulo Miklos no disco produzido por Rafael Ramos e Otávio de Moraes, com arranjos de Moraes:
1. “Mestre Jonas” (Guttemberg Guarabyra, Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, 1973)
2. “Coisas da vida” (Rita Lee, 1976)
3. “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1981)
4. “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970)
5. “Evidências” (João Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989)
6. “Cachorro babucho” (Walter Franco, 1975)
7. “Não existe amor em SP” (Criolo, 2011)
8. “Saudosa maloca” (Adoniran Barbosa, 1955)
9. “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel, 1999)
10. “Ninguém vive por mim” (Sérgio Sampaio, 1977)
11. “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988)

Fonte: G1 Entretenimento