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‘Dark Horse’: entenda significado da expressão usada no título do filme sobre Jair Bolsonaro


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
Com diretor e protagonista americanos, a cinebiografia de Jair Bolsonaro, “Dark Horse”, ainda não tem título em português, mas o nome original usa uma expressão em inglês que pode ser traduzida como “azarão”.
O filme ganhou mais relevância desde esta quarta-feira (13), quando foi revelado que o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pressionava o banqueiro Daniel Vorcaro para ajudar a financiar o financiar o filme.
Dono do Banco Master, Vorcaro está preso em São Paulo, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
A ideia de “azarão”, um competidor que tem poucas chances de vitória e que por isso pode surpreender, do título combina com a sinopse do filme, divulga pelo site Deadline:
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação.”
O diretor da obra, Cyrus Nowrasteh, também falou sobre o conceito.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação”, afirmou ele ao Deadline.
Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
O que se sabe sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro e ‘Dark Horse’
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar um filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
As informações foram reveladas pelo Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio ao banqueiro em setembro de 2025.
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
O senador foi questionado na tarde desta quarta por repórteres sobre o tema ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), mas apenas deixou a entrevista dizendo se tratar de “dinheiro privado”.
Mais tarde, o político divulgou um vídeo confirmando o pedido de dinheiro a Vorcaro, mas negando irregularidades. Ele afirmou ainda não ter “relações espúrias” com o banqueiro e defendeu a realização de uma CPI do Master.
Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Adriano Machado/Reuters e Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha de Michael Jackson vence processo na Justiça para recuperar R$ 3 milhões


Paris Jackson no Baile da amfAR 2021
AP Photo/Chris Pizzello
A modelo Paris Jackson venceu uma ação que movia contra os responsáveis pela gestão do patrimônio do pai. A filha de Michael Jackson conseguiu reaver mais de US$ 625 mil (cerca de R$ 3 milhões) que haviam sido pagos como bônus a escritórios de advocacia, após considerar que os pagamentos não tiveram aprovação adequada.
“A objeção da Sra. Jackson aos pagamentos de bônus no valor de US$ 625 mil realizados no segundo semestre de 2018, é acatada. Os pagamentos de bônus não são aprovados; são indeferidos. Os valores deverão ser devolvidos ao espólio”, diz o documento obtido pela revista “People”. Os bônus foram pagos aos empresários John Branca e John McClain, responsáveis pela gestão do patrimônio do astro.
De acordo com a decisão, Paris tem direito ao reembolso dos honorários advocatícios e das custas processuais. Em um comunicado, os advogados do espólio do cantor afirmaram que, embora “discordem da decisão, a respeitam totalmente e planejam seguir em frente de acordo com ela”.
Vídeos em alta no g1
Para revista “People”, o porta-voz de Paris disse que ela “sempre esteve focada no que é melhor para sua família e que essa decisão é uma enorme vitória para eles.”
“Depois de anos de atraso, a família Jackson finalmente terá as medidas de transparência e responsabilidade financeira pelas quais Paris tem lutado”, continuou o comunicado. “O patrimônio dos Jackson deveria ser uma entidade prudente e fiscalmente responsável que apoia a família Jackson, não um fundo para ajudar John Branca a viver suas fantasias de magnata de Hollywood. Após meses adotando táticas sexistas e agressivas contra uma beneficiária, é hora de John Branca reconhecer seus muitos erros e agir no melhor interesse da família que ele tem o dever fiduciário de proteger.”
Além de Paris, seus irmãos Prince, 29, e Bigi, 24, também são beneficiários do espólio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Produtora de filme ‘Dark Horse’ nega ter recebido dinheiro de Vorcaro: ‘Não consta um único centavo’


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
A GOUP Entertainment, produtora de “Dark Horse”, cinebiografia de Bolsonaro, negou que tenha recebido dinheiro de Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.
O comunicado foi enviado ao g1 e divulgado após o portal Intercept Brasil informar que o banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar a cinebiografia “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos. (Leia comunicado na íntegra mais abaixo.)
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em São Paulo, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
“A GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.”
A produtora também afirmou que “repudia tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual.”
A informação da produtora vai contra à informação divulgada por Flávio Bolsonaro, nesta quarta-feira (13). Nas redes, ele informou que havia um contrato entre eles.
Flávio confirma pedido para Vorcaro financiar filme, mas nega irregularidades
“Com o passar do tempo, ele simplesmente parou de horar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato. Que ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, sequer ser concluído. Em função disso, procuramos outros investidores para concluir esse filme.”
Flávio ainda informou que “o filme ficou pronto, está muito emocionante. Vai estar em todos os cinemas do Brasil ainda este ano”. Inicialmente, o filme estava programado para ser lançado em 11 de setembro.
Produtor executivo do longa, Mário Frias também declarou que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em ‘Dark Horse'”.
“E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco”, declarou Mário Frias.
Ele ainda afirmou que “o senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio”. (Veja comunicado na íntegra mais abaixo).
Quais artistas estão envolvidos no filme?
O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme ‘Dark Horse’ (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro.
Reprodução/Redes Sociais
A biografia é estrelada por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Monique Gardenberg.
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
O elenco ainda tem Esai Morales (“Missão: Impossível – O Acerto Final”), Lynn Collins (“The Walking Dead”), Camille Guaty (“Duster”) como Michelle Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise (“General Hospital”).
Qual a trama do filme?
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
“Desde a sua concepção, quando Mario me trouxe a história de ‘Dark Horse’, foi pensado não como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou o diretor ao Deadline.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação.”
Comunicado GOUP Entertainment:
A GOUP Entertainment esclarece, preliminarmente, que a legislação norte-americana aplicável a operações privadas de captação no setor audiovisual veda a divulgação da identidade de investidores cujos aportes encontrem-se resguardados por acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements). Trata-se de prerrogativa contratual e regulatória legítima, assegurada aos financiadores de projetos estruturados sob o regime de investimento privado, e que esta produtora é obrigada a observar.
Sem prejuízo das restrições acima e com o propósito de afastar especulações infundadas, a GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.
A produtora reafirma que o projeto cinematográfico Dark Horse foi estruturado dentro de modelo privado de desenvolvimento audiovisual, por meio de articulações, parcerias e mecanismos legítimos do mercado de entretenimento nacional e internacional, sem utilização de recursos públicos.
Cumpre destacar, ademais, que conversas, apresentações de projeto ou tratativas eventualmente mantidas com potenciais apoiadores e empresários não configuram, por si só, efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos — sendo improcedente qualquer ilação em sentido contrário.
A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual.
A produtora permanece à disposição das autoridades competentes e da imprensa para os esclarecimentos cabíveis, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a integridade de suas operações.
GOUP Entertainment
Comunicado Mário Frias:
Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
4. ⁠Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.
Deputado Federal Mário Frias
Produtor Executivo

Fonte: G1 Entretenimento

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Badi Assad revisa ’35 anos musicais’ em álbum em que aborda Caymmi, Chico Buarque, Gonzaguinha e Tom Jobim


A cantora, compositora e violonista paulista Badi Assad lança o álbum ’35 anos musicais’ em 2 de junho
Gal Oppido / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Artista que completa 60 anos em 2026, precisamente em 23 de dezembro, a violonista, cantora e compositora paulista Badi Assad lança em 2 de junho o álbum “35 anos musicais”, caracterizado como autobiografia sensorial que foge da retrospectiva linear.
De fato, a conta do título “35 anos musicais” não fecha quando se sabe que o primeiro álbum de Badi, “Dança dos tons”, foi lançado em 1989, há 37 anos portanto. O que parece contar, no caso, é a vivência da artista.
“Entre palcos e estradas, aeroportos e silêncios, fui atravessando geografias visíveis e invisíveis. De cidade em cidade, de país em país, mas, sobretudo, de dentro pra dentro”, escreve Badi no poema-manifesto que acompanha “35 anos musicais”, álbum lançado que será lançado apenas sete meses após o disco anterior da artista, “Parte de tudo isso” (2025), editado em 6 de novembro do ano passado.
Artista que construiu obra calcada em sonoridade singular, resultado do mix entre canto, violão, percussão corporal e vocalizações, Badi Assad costura no álbum 12 faixas gravadas em diferentes momentos e estúdios, em sessões presenciais e também com colaborações feitas à distância.
“35 anos musicais” é um álbum de intérprete em que Badi Assad aborda repertório composto somente por músicas brasileiras. A única música que se desvia da linha standard é “Básica” (Tatiana Cobbett, 2002), composição mais recente do repertório. As demais músicas são temas enraizados na memória popular nacional.
Badi vai da centenária toada caipira “Tristezas do Jeca” (Angelino de Oliveira, 1926) até o clássico contemporâneo “Desde que o samba é samba” (Caetano Veloso, 1993). No caminho, a artista reaviva valsa da era do rádio “Boa noite, amor” (José Maria de Abreu e Francisco Matoso, 1936), entra no mar de Dorival Caymmi (1914 – 2008) com “Canção da partida (Suíte do pescador)” (1957), percorre a iluminada canção “Estrada do sol” (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958) e cai no samba “A banca do distinto” (Billy Blanco, 1959).
O repertório do álbum “35 anos musicais” também inclui sucessos de ícones da MPB dos anos 1970, casos de “Comportamento geral” (Gonzaguinha, 1972), “Joana Francesa” (Chico Buarque, 1973), “Ponta de areia” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974) e “Linha de passe” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1979).
Medley com dois temas de domínio público, “Se essa rua fosse minha” e “Fui no tororó”, completa o repertório do álbum “35 anos musicais”.
Capa do álbum ’35 anos musicais’, de Badi Assad
Gal Oppido com arte de Felippe Junior

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Bolsonaro, ‘A Colisão dos Destinos’ estreia hoje em 17 estados; Flávio Bolsonaro está entre entrevistados


Pôster oficial do filme ‘A colisão dos destinos’.
Divulgação
O documentário “A Colisão dos Destinos”, que narra a trajetória de Jair Messias Bolsonaro desde a infância até a Presidência da República, estreia nesta quinta-feira (14) em salas de cinema de 17 cidades brasileiras.
Produzido pela Dori Filmes, o longa de 70 minutos é dirigido por Doriel Francisco e mergulha na vida privada do ex-presidente através de perspectivas íntimas de familiares, amigos e aliados políticos.
O roteiro, assinado por Doriel Francisco e William Alves, conta com o argumento de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o ex-secretário de Cultura Mario Frias, que também aparecem como entrevistados.
O lançamento ocorre em meio à repercussão das mensagens publicadas pelo site The Intercept Brasil, que expuseram diálogos entre o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Sinopse do documentário
O longa-metragem é estruturado a partir de uma série de depoimentos familiares.
Entre os principais nomes estão os filhos Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro, além dos irmãos do ex-mandatário: Denise, Renato, Vânia e Solange Bolsonaro.
Vídeos em alta no g1
O trailer oficial, divulgado no YouTube, antecipa registros que vão desde o período em que Bolsonaro serviu ao Exército e seus primeiros mandatos como deputado federal até o episódio da facada em Juiz de Fora, em 2018.
“O documentário mergulha nas camadas profundas da vida privada de Bolsonaro ao invés de focar apenas nas manchetes e superficialidades”, afirma a descrição oficial do projeto.
Aliados políticos da nova geração, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), também integram o elenco de depoentes.
‘Até o que fazia para dar errado, dava certo’: diz Flávio sobre o pai
Flávio Bolsonaro no documentário ‘A Colisão dos destinos’, sobre trajetória de Jair Bolsonaro, que estreia nesta quinta-feira (14).
Divulgação
Em trecho do trailer, Flávio Bolsonaro aparece falando sobre o pai:
“Ele é um escolhido de Deus. Não tem outra explicação. Deus quis e acabou. As coisas que aconteciam com ele… Ele fazia tudo para dar errado, bicho, daqui a pouco o negócio dava certo. Inexplicável.”
De acordo com o site oficial da produção, o lançamento abrange o Distrito Federal e estados de todas as regiões do país, incluindo potências eleitorais como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de estados do Nordeste como Bahia, Pernambuco e Ceará.

Fonte: G1 Entretenimento

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Camila Coelho anuncia fim do casamento após 21 anos de relacionamento


A influenciadora Camila Coelho anunciou o fim do casamento com o empresário Ícaro Brenner.
Reprodução/Instagram
A influenciadora Camila Coelho anunciou o fim do casamento com o empresário Ícaro Brenner. O término foi confirmado nesta quarta-feira (13), em uma publicação no Instagram. Os dois são pais de Kai, 3 anos, e estavam juntos desde a adolescência.
Camila explicou que eles levaram um tempo para tomar a decisão. “Sempre acreditamos no amor e que ficaríamos juntos para sempre. Muitos de vocês sabem que começamos a namorar ainda adolescentes. Compartilhamos 21 anos lado a lado, construindo uma vida, memórias e uma família que sempre será a coisa mais importante para nós dois”, escreveu.
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A influenciadora disse ainda que o “relacionamento mudou” e, por isso, decidiram “seguir caminhos separados”. Camila pediu “respeito, compreensão e privacidade”.
O casamento da influenciadora com o empresário aconteceu em 2010, após cinco anos de namoro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Tatit e Ná Ozzetti espelham rumos convergentes no afinado show ‘De lua’


Luiz Tatit e Ná Ozzetti apresentam o show ‘De lua’ no teatro do Arte Sesc, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), na noite de 13 de maio
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: De lua
Artistas: Luiz Tatit e Ná Ozzetti
Data e local: 13 de maio de 2026 em Arte Sesc (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Presença raríssima em palcos cariocas, até por ser dono de obra com D.N.A. inteiramente calcado na vivência em São Paulo (SP), o cantor, compositor e músico paulistano Luiz Tatit veio à cidade do Rio de Janeiro (RJ) nesta semana para apresentar com Ná Ozzetti – cantora e compositora também paulistana, de presença também incomum na cidade (mas não tão rara como a de Tatit) – o show “De lua”, estreado em 2024 com base no álbum homônimo lançado pelos artistas naquele ano.
O público antenado que foi na noite de ontem, 13 de maio, ao teatro do Arte Sesc – espaço do Sesc Rio de Janeiro que precisa ser mais conhecido e mais ocupado por atrações musicais relevantes – teve o privilégio de ver um show coeso, sucinto, com as músicas despidas de ornamentos.
O álbum “De lua”, alinha dez parcerias de Luiz Tatit e Ná Ozzetti em que Tatit fez as letras a partir de melodias de Ná. Se no álbum as dez músicas foram embaladas com os toques dos músicos Danilo Penteado (baixo, guitarra e sanfona), Mário Manga (violoncelo e guitarra) e Sérgio Reze (bateria), além do próprio Tatit ao violão, no show apresentado pelos artistas neste mês de maio de 2026 no circuito Sesc fluminense, dentro do projeto Sesc Pulsar, são somente Tatit (no violão e no canto opaco, mas em sintonia com o tom das músicas) e Ná, dona de voz que se conserva límpida, afinada, sagaz.
Nesse formato de vozes e violão, as músicas se revelaram na essência, com as letras – tão espirituosas quanto as falas de Tatit – evidenciadas pela sintonia com as melodias de Ná.
Tatit e Ná se mostraram em natural harmonia na apresentação de parcerias como “Boa ideia” ( 2024), “De lua” (2024), “Dengo” ( 2019) e “Se você aparecer” (2022), canção romântica em que o objeto do amor é o próprio amor, como ressaltou Tatit em cena.
Falante, Tatit contextualizou quase todas as 17 músicas do show, cujo roteiro incluiu bloco dedicado ao cancioneiro do Rumo, grupo que revelou Luiz Tatit e Ná Ozzetti no movimento da Vanguarda Paulista que chacoalhou a música brasileira na primeira metade dos anos 1980 com melodias por vezes dissonantes, letras que faziam perspicazes crônicas de costumes da época, arranjos astutos e prosódia singular com estrutura rítmica calcada na linguagem da fala.
Do Rumo, Tatit e Ná reavivaram o hit alternativo “Ladeira da memória” (Zécarlos Ribeiro, 1983), “Toque o tambor” (Luiz Tatit, 2019) – a música mais inspirada da boa safra colhida pelo grupo para o álbum de inéditas “Universo” (2019) – e “Delírio, meu!” (Luiz Tatit, 1985). O canto ágil de Tatit e Ná nessa música lançada pelo grupo Rumo há 41 anos no álbum “Caprichoso” (1985) exemplificou a total sintonia dos artistas em cena.
Mesmo quanto houve fugaz desencontro e/ou desatenção em um ou outro número, os cantores logo se afinaram. E, verdade seja dita, quando os cantos de Tatit e Ná foram ouvidos em uníssono, como na canção “De favor” (Luiz Tatit e Ná Ozzetti, 2010), ficou nítida a harmoniosa combinação de timbres.
Não houve números individuais no show, fato que jamais impediu que a voz de Ná Ozzetti sobressaísse no canto de músicas como “Equilíbrio” (Luiz Tatit e Ná Ozzetti, 2011) e, claro, “Capitu” (Luiz Tatit, ´1999), música que Ná lançou no álbum “Estopim” (1999) – cuja composição-título, parceria de Tatit com Dante Ozzetti, também foi revivida o roteiro – e que Zélia Duncan regravou muito bem no álbum “Eu me transformo em outras” (2004).
Assim como “Capitu” na discografia de Ná, a música “Rodopio” (Luiz Tatit, 1992) atravessou o tempo como um hit alternativo do grupo Rumo e, por isso, foi guardada para o bis desse show em que Luiz Tatti e Ná Ozzetti espelharam em cena, lado a lado, os respectivos rumos seguidos pelos artistas em carreiras que, mesmo quando se tornaram individuais, foram sempre afins e convergentes.
Luiz Tatit e Ná Ozzetti cantam músicas do grupo Rumo no roteiro do show ‘De lua’, baseado no álbum homônimo de 2024
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Saiba quem é a atriz que teria motivado tapa da primeira-dama francesa em Macron


A atriz Golshifteh Farahani em novembro de 2025
Patrick Baz/Qatar Creates/Factstory via AFP
No começo de 2025, viralizou uma cena em que a primeira-dama da França, Brigitte Macron, dá um tapa no rosto do presidente Emmanuel Macron antes do desembarque do avião no Vietnã.
Segundo o jornalista Florian Tardif, da revista “Paris Match”, o incidente teria sido motivado pela suposta relação “platônica” que o político mantinha com a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani.
“Durante vários meses, Macron manteve uma relação platônica, com mensagens que iam muito além do que se pensava, segundo fontes próximas a mim”, disse Florian Tardif.
“Isso causou tensão no casal, que culminou nessa cena privada que se tornou pública”, afirmou o repórter em entrevista à rádio RTL.
Após ‘tapa’, esposa de Macron nega dar o braço para o marido
Quem é Golshifteh Farahani
Nascida em Teerã, Golshifteh Farahani iniciou a carreira no teatro aos seis anos. Seu primeiro filme foi “The Pear Tree” (1998), aos 14 anos, pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema Fajr, tornando-se imediatamente uma das estrelas do cinema iraniano.
Entre suas participações em produções aclamadas estão “Rede de Mentiras” (2008), ao lado de Leonardo DiCaprio, e a série “Invasão” (2021).
Em 2012, a atriz foi banida do Irã após posar nua para a publicação francesa “Le Figaro Madame”, como forma de protesto contra as restrições impostas às mulheres em seu país natal.
Um ano antes, a atriz havia deixado o Irã e se mudado para Paris em protesto contra os códigos islâmicos restritivos aos quais a indústria de cinema do país estava sujeita.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mariana Rios lança curso de prosperidade por R$ 297 para quem quer ‘vibrar diferente’; projeto é criticado nas redes


Mariana Rios lança curso de prosperidade para ‘pessoas que querem vibrar diferente’
Divulgação
A atriz e apresentadora Mariana Rios anunciou nas redes sociais o lançamento do seu novo curso, “Basta Sentir – O Treinamento”, voltado para prosperidade e desenvolvimento pessoal.
Com investimento de R$ 297, o curso promete ensinar técnicas de lei da atração em videoaulas para quem busca “mudar a frequência vibracional” e conquistar objetivos que vão desde a casa dos sonhos e um casamento repleto de amor até a fluidez financeira.
O lançamento ganhou repercussão nas redes sociais após internautas associarem a temática de enriquecimento ao fato de a artista ser casada com o economista Juca Diniz, neto do empresário bilionário Abilio Diniz.
Como é o curso
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O método é dividido em dez módulos, abrangendo tópicos como “gratidão”, “eliminação de bloqueios” e “desenvolvimento pessoal”.
Através de aulas em vídeo, exercícios práticos e áudios guiados, Mariana afirma entregar o “passo a passo de como ativar o poder vibracional do sentir”.
“Vou te revelar o verdadeiro motivo pelo qual as suas manifestações não chegaram. As oportunidades que mudaram a minha vida eu atraí. Não foi sorte, não foi talento; era um padrão que eu comecei a estudar”, afirma a atriz no vídeo promocional.
Print do site oficial do curso “Basta Sentir – O Treinamento”.
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No site oficial, o programa indica que os resultados podem ir desde a conquista da “casa dos sonhos” e um “casamento leve” até o fluxo constante de dinheiro.
Segundo a descrição do projeto, o treinamento atua em três camadas simultâneas: pensamento, emoção e energia.
A proposta é que, ao alinhar esses pilares, o aluno deixe de “lutar contra a realidade” e passe a cocriar o próprio destino.
Print do site oficial do curso “Basta Sentir – O Treinamento”.
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O curso é direcionado especificamente a quem sente que perdeu a motivação ou a confiança, prometendo uma mudança imediata na forma como o indivíduo “vibra” diante das oportunidades da vida.
Mariana, que se descreve como uma “sonhadora que cocriou o próprio destino”, afirma que o método já foi aplicado por 23 mil pessoas.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: a história de ‘Razões e Emoções’, hino emo que ‘furou a bolha’ em 2007


No final dos anos 2000, ser emo era algo perigoso. Era preciso ter coragem para colocar uma munhequeira na mão e uma franja na cabeça. Diminutivo para hardcore e emotivo, “emo” era uma modinha forte. Mas ainda era meio nichado.
Até que veio uma música sobre um cara que sentia demais: “Razões e Emoções”, do NX Zero. Nela, Di Ferrero cantava assim no refrão:
“Entre razões e emoções, a saída
É fazer valer a pena
Se não agora, depois, não importa
Por você posso esperar”
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
NX Zero
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“Razões e Emoções” foi a faixa que colocou o rock pela última vez no Top 10 das mais ouvidas do ano. Nunca mais o pop rock furou a bolha e bombou tanto.
A letra bem que poderia ser a de um hit sertanejo cheio de sofrência, mas é de um pop rock emotivo.
E a história dela é a seguinte:
Di Ferrero tinha uma namoradinha aos 19 anos. Mas eles deram um tempo e, aí, ela engravidou. Quando ele canta o trecho que diz “estou cantando agora pra você ouvir com outra pessoa”, o cantor está falando da moça ouvindo com o pai do filho dela.
Entre idas e vindas do NX Zero, o baterista Daniel Weksler fez parte da banda da Pitty, com quem ele teve uma filha. E o guitarrista Gee Rocha virou um produtor super requisitado do rap.
Depois que o NX Zero acabou em 2019. O vocalista Di Ferrero botou na cabeça que queria ser o Justin Timberlake brasileiro ou Lulu Santos da nova geração. Ele ainda não conseguiu, mas segue tentando.
E a gente fica na torcida para que ele faça outra “Razões e Emoções”, que é uma música colante, simples e sem medo de ser pop.
O grupo NXZero levou o prêmio de melhor música na votação popular
Ide Gomes/G1

Fonte: G1 Entretenimento