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Chitãozinho & Xororó apoiam mistura de gêneros musicais em Barretos: ‘Amplia a experiência de quem está lá’


Chitãozinho e Xororó e Zezé Di Camargo e Luciano
Reprodução
Neste sábado (9), Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Bruno & Marrone, César Menotti & Fabiano e Matogrosso & Mathias dão a largada para mais uma edição do festival Histórias.
As cinco duplas serão as atrações do primeiro show da edição 2026 do evento sertanejo, que acontece em Brasília, no sábado (9). A festa reúne artistas que ajudaram a construir e a escrever a história da música sertaneja.
“A ideia sempre foi valorizar a história do gênero, juntar artistas que construíram essa trajetória e proporcionar ao público uma experiência diferente, com vários shows na mesma noite”, afirma Xororó, ao g1, sobre a criação do evento.
A cada cidade, as atrações se alteram (veja lista mais abaixo). Mas as duplas Chitãozinho & Xororó e Zezé Di Camargo & Luciano aparecem ao longo de toda a programação. Daniel, Gian & Giovani, e Victor & Leo também entram no rodízio de atrações.
Leia também: Cantor ou apresentador? Daniel diz que 1ª opção é sua melhor versão: ‘Pra muita gente, posso não ser bom’
Em edições anteriores, o público aguardava que o “Histórias” fosse uma nova versão de “Amigos”. No celebrado evento que nasceu na década de 1990, as duplas faziam um show especial, se apresentando juntas no palco e se revezando no vocal.
Mas, desta vez, os sertanejos se apresentam como num festival tradicional: uma atração seguida da outra.
“Como o festival tem uma duração longa e envolve muitos artistas, cada um acaba cumprindo sua agenda. Nem sempre todos conseguem permanecer no evento o tempo todo. Mas é algo que pode acontecer de forma pontual, quem sabe nas próximas edições”, explica Chitãozinho.
Ele também cita como é feita a escolha das atrações de cada região.
“Envolve vários fatores, principalmente agenda e disponibilidade dos artistas. São muitos shows ao longo do ano, então conciliar tudo isso não é simples. Mas a ideia é sempre manter um elenco forte, com nomes que tenham história dentro do sertanejo e que façam sentido dentro do projeto.”
E, se não há encontro no palco, Xororó garante que isso acontece nos bastidores.
“Sempre rola, sim. É muito bom reencontrar os amigos, colocar o papo em dia, dar risada. Às vezes são encontros rápidos, mas sempre especiais.”
Estrelas de Barretos
Chitãozinho e Xororó
Brunno Rangel/Divulgação
Além de ter a agenda pelo Brasil com várias datas do “Histórias”, Chitãozinho e Xororó também já estão com a data fechada para a 71ª Festa do Peão de Boiadeiro Barretos. A dupla se apresenta no dia 28 de agosto.
Assim como em anos anteriores, houve reclamação por parte do público sobre a inserção de artistas fora do sertanejo na programação. Entre eles, Calcinha Preta, Alok, Pìxote, Turma do Pagode e Belo.
Mas para a dupla, a mescla de gêneros musicais nos palcos do evento é positiva.
“Barretos é um evento muito grande e acompanha o gosto do público. O sertanejo sempre vai ser a base, mas é natural abrir espaço para outros estilos também. Cada artista traz uma energia diferente, e isso acaba ampliando a experiência de quem está lá”, diz Xororó.
“Meninos de Roça”
Chitãozinho e Xororó com Almir Sater
Rosa Marcondes/Divulgação
Com 56 anos de carreira, a dupla não para de produzir e acaba de gravar um novo projeto, o “Meninos de Roça”, no qual reúne artistas de diferentes gerações. A filmagem aconteceu em 12 de abril, em Jaguariúna, no interior de São Paulo, e contou estrelas como Rionegro & Solimões, Matogrosso & Mathias, Almir Sater e a banda Traia Véia entre os convidados.
“A música sempre foi o que nos moveu. A gente gosta de estar atento às novidades, aos novos artistas, ao que está acontecendo. Ao mesmo tempo, é importante manter a essência, aquilo que construiu a nossa história. Esse equilíbrio é o que faz a gente continuar motivado”, diz Chitãozinho.
“São artistas que a gente admira muito. Alguns começaram praticamente junto com a gente, outros são mais novos, mas todos têm talento e uma relação verdadeira com a música. A ideia foi justamente unir essas gerações em um mesmo projeto”, completa Xororó.
Programação festival “Histórias 2026”
09/05 – Brasília /DF
Chitãozinho & Xororó
Zezé Di Camargo & Luciano
Bruno & Marrone
César Menotti & Fabiano
Matogrosso & Mathias
01/08 – Manaus/ AM
Atrações ainda não confirmadas
08/08 – Goiânia / GO
Chitãozinho & Xororó
Zezé Di Camargo & Luciano
César Menotti & Fabiano
Daniel
Matogrosso & Mathias
22/08 – São Paulo/ SP (Allianz Parque)
Chitãozinho e Xororó
Zezé di Camargo e Luciano
Daniel
César Menotti e Fabiano
Victor e Leo
Matogrosso e Matias
12/09 – Belo Horizonte / MG
Chitãozinho & Xororó
Zezé Di Camargo & Luciano
Victor & Leo
Matogrosso & Mathias
Gian & Giovani
26/09 – Cuiabá / MT
Chitãozinho & Xororó
Zezé Di Camargo & Luciano
Bruno & Marrone
Daniel
14/11 – Curitiba/ PR
Chitãozinho & Xororó
Zezé Di Camargo & Luciano
Bruno & Marrone
Daniel
Gian e Giovani
Fã há 50 anos, fotógrafa vira guardiã do maior acervo de Chitãozinho e Xororó

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mortal Kombat 2’ supera anterior com muito sangue, bom humor e ótimas lutas; g1 já viu


Uma das regras que deveriam ser obrigatórias quando se tenta adaptar games para o cinema é: trazer para a telona o mesmo fator diversão que os jogos causam nas pessoas. Felizmente, os realizadores de “Mortal Kombat 2” (entre eles James Wan, de “Invocação do Mal”, que assina a produção) entenderam isso. Tanto que conseguiram fazer uma sequência que não é só superior ao filme original em quase todos os aspectos, como também permite que o público em geral, não só os fãs da franquia, possa acompanhar e curtir bastante a nova aventura.
O novo filme, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (7) deixa de lado o tom pomposo e falsamente sério do anterior e se concentra no que os games têm de melhor: muitas lutas violentas, com direito a sangue aos montes, além dos golpes e finalizações que fazem a alegria do espectador, seja ele experiente nos jogos ou não.
O filme também se favorece da adição de um humor mais convincente, além de contar com um protagonista muito mais carismático e divertido. Um conserto mais do que necessário para um problema grave que foi visto no longa anterior.
Assista ao 1º trailer de ‘Mortal Kombat 2’
A trama do novo filme começa praticamente onde primeira parte parou e é centrada em Johnny Cage (Kark Urban, o Billy Bruto da série “The Boys”), um astro de filmes de ação em decadência, que é transportado por Lord Raiden (Tadanobu Asano) para a dimensão da Exoterra (ou Outworld, para quem está acostumado com o jogo). O objetivo é fazer parte de um time de guerreiros para combater as forças do imperador Shao Khan (Martyn Ford) no Mortal Kombat.
A princípio relutante, Cage acaba se integrando ao grupo formado por Liu Kang (Ludi Lin), Sonya Blade (Jessica McNamee), Jax (Mehcad Brooks) e Cole Young (Lewis Tan) para lutar no torneio, que não tem regras nem limites. Se a equipe perder para Shao Khan e seus asseclas, o planeta Terra corre grande perigo.
Fatality sem complicação
O que torna “Mortal Kombat 2” superior ao primeiro filme desse reboot, lançado em 2021, é o fato de que seus realizadores entenderam que não precisavam inventar demais para fazer um filme que agrada os fãs e até aqueles que nunca pegaram num joystick. Bastou apenas reunir os personagens que a franquia do jogo, iniciada em 1992, consagrou com o passar dos anos e os pôs para lutar, sem maiores complicações.
Liu Kang (Ludi Lin) enfrenta o vilão Shao Khan (Martyn Ford) em ‘Mortal Kombat 2’
Divulgação
O diretor Simon McQuoid, que tinha estreado no comando de longas justamente com o primeiro longa de cinco anos atrás, se mostra mais confiante em seu trabalho e melhora bastante na condução das cenas de luta. Assim, o cineasta se sai bem recriando alguns dos confrontos e seus golpes específicos, sem deixar as sequências truncadas e sem empolgação.
Claro, ele não é criativo como seria, por exemplo, um John Woo (de “O Alvo” e “A Outra Face”) na cadeira de diretor. Mas, pelo menos, ele entrega momentos divertidos e bem sangrentos, características que consagraram a série de jogos e que o público sempre quis ver bem feitos nos filmes.
As cenas só não são tudo o que poderiam ser por causa de uma escolha errada do roteiro e da montagem. Enquanto que na primeira adaptação de “Mortal Kombat” (sim, aquela com Chistopher Lambert, de 1996), era possível acompanhar uma luta seguida da outra sem maiores problemas, o novo filme decidiu que alguns confrontos deveriam acontecer ao mesmo tempo.
Scorpion (Hiroyuki Sanada) está de volta em ‘Mortal Kombat 2’
Divulgação
Assim, os montadores decidiram “pular” de uma disputa para outra, bem no meio das batalhas, o que tira um pouco da emoção. Mesmo assim, dá pra curtir esses momentos, especialmente as finalizações dos lutadores. Algumas bem radicais, mas é disso que o povo deste universo gosta.
Apesar dessa falha, o roteiro de Jeremy Slater até funciona bem, criando boas piadas e desenvolvendo os personagens de forma correta. Especialmente no fato de tornar Johnny Cage um protagonista bem mais interessante do que Cole Young, que estrelou o primeiro filme. O personagem, que não existia nos games e foi criado especialmente para o longa de 2021, não caiu nas graças do público e foi substituído por alguém mais conhecido e com muito mais carisma. A troca funcionou a contento e garantiu o bom resultado da sequência.
O roteirista também acertou ao criar um arco envolvendo as personagens Kitana (Adeline Rudolph), princesa de um dos reinados dominados por Shao Khan e fiha adotiva do vilão, e Jade (Tati Gabrielle), sua guardiã. Embora amigas, as duas se veem no meio de um conflito por causa de escolhas que tomam durante o torneio.
Além de interessante, a questão entre as guerreiras também ajuda a fazer a trama andar além das lutas sangrentas. Só incomoda um pouco a história manter a tradição dos jogos em ressuscitar alguns personagens que já tinham morrido anteriormente, o que dá uma certa estranheza para os não iniciados.
Ludi Lin, Karl Urban, Jessica McNamee e Mehcad Brooks numa cena de ‘Mortal Kombat 2’
Divulgação
Hora do show
Mas o que realmente garante a diversão em “Mortal Kombat 2” é mesmo a ótima adição de Karl Urban ao elenco. O ator já pode pensar em se candidatar ao prêmio de “Rei das Franquias”, já que se destacou em outras séries de filmes famosos como “O Senhor dos Anéis”, “Star Trek”, “Bourne”, entre outras. E, ao que parece, finalmente será o principal de uma franquia de renome, como pode se tornar “Mortal Kombat” no futuro.
Urban se sai bem como o astro de cinema (que teve Jean Claude Van-Damme como inspiração para os jogos) que já viveu dias melhores e que acaba se envolvendo em algo que não compreende muito bem. Mas que, pouco a pouco, o faz perceber que pode voltar a ser alguém relevante. O ator faz rir com sua arrogância e seu jeito rabugento e conquista o público rapidamente.
Outro destaque são os filmes fictícios que Johnny Cage faz, que misturam produções antigas estreladas por Schwarzenegger ou Stallone com os da franquia “Missão: Impossível”, com Tom Cruise. Não tem como não ficar com um sorriso no rosto nessas sequências bem hilariantes.
Johnny Cage (Karl Urban) é um ex-astro de cinema que vive do passado em ‘Mortal Kombat 2’
Divulgação
O resto do elenco não chega a se destacar tanto quanto Urban, mas também não atrapalha. Quem chega mais perto de chamar a atenção é Josh Lawson como Kano. O personagem, que estava também no primeiro filme, volta a fazer algumas gracinhas com suas atitudes sujas e debochadas. Ele chega até a citar uma das falas mais conhecidas de “Deadpool & Wolverine” numa das cenas que pode gerar risos no público.
Com uma ponta de Ed Boon, um dos criadores do jogo original, “Mortal Kombat 2” pode não ser a melhor adaptação de games para o cinema. Para alguns, pode até não superar a primeira versão dos anos 1990. Mas cumpre o objetivo de tirar o gosto ruim que o primeiro longa deixou em muita gente e aponta um caminho para que outras produções desse universo sejam criadas no futuro (claro, dependendo da bilheteria). Dá para se divertir bastante, sem maiores exigências. Fight!
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper FBC perfila Brasil hardcore em álbum que pulsa cheio de som e fúria entre rocks e músicas de João Bosco


O rapper mineiro FBC mistura rap e rock no sétimo álbum, ‘Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades
Artista: FBC
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Faz que sentido que o rapper mineiro FBC abra e feche o sétimo álbum, “Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades”, com músicas de João Bosco e Aldir Blanc (1946 – 2020). É que, ao longo dos anos 1970, essa fundamental dupla de compositores expôs na cadência do samba um Brasil urbano corroído pela pobreza, pela violência e pela injustiça social, lembrando que a cuíca roncava de fome.
Esse Brasil hardcore dialoga com a pátria cantada por Fabrício Soares Teixeira ao longo das 13 faixas do álbum lançado em 1º de maio com capa que expõe ilustração explosiva do artista visual Kawany Tamoyos.
Na abertura de “Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades”, FBC dá à luz “Gênesis (Parto)” (João Bosco e Aldir Blanc, 1977), fazendo a música renascer em canto falado posto sobre base percussiva que evoca um ponto de umbanda. No fecho do álbum, o rapper dispara “Tiro de misericórdia” (João Bosco e Aldir Blanc, 1977) – música-título do disco em que Bosco (mineiro como FBC) também apresentou “Gênesis (Parto)” – entre o rock hardcore e o samba seco.
Entre uma faixa e outra, o rapper faz “O ronco da cuíca” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975) ressoar na cadência hardcore do punk rock, sem abandonar o canto do rap, em faixa de batida pulsante.
Conceitual, o álbum “Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades” perfila um cidadão brasileiro do nascimento à morte em um país em que grassam a fome, a bandidagem e a roubalheira, mas também a altivez resiliente de um povo honesto que cultua a ancestralidade.
O retrato sem filtro de FBC expõe um Brasil em convulsão social com mais fuzis do que guaranás. Inexistem ufanismos tropicais na narrativa de FBC. A chapa está fervendo e, na selva das cidades em que policiais matam cotidianamente trabalhadores (geralmente negros), ninguém tem tempo e vontade de louvar cartões postais do Brasil embalado para presente de turista.
“Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades” é um álbum de hip hop, como evidencia o canto de “Homo sacer” (FBC, Baka e Djonga), rap gravado com as adesões do mineiro Djonga e do DJ Cost, mas o rap de FBC está atravessado pelo rock hardcore em faixas como “Não vote em ninguém” (FBC, Baka e Flávio Soldati).
Baka – nome artístico do produtor musical e multi-instrumentista mineiro Rafael Corrêa Braga – tem atuação relevante na construção sonora de “Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades”, tendo produzido o álbum (sob direção musical dividida com FBC) e tocado baixo e guitarra.
Daniel Souza e o supracitado DJ Cost também são nomes recorrentes nos créditos das 13 faixas deste álbum em que FBC faz feat com MC Taya em “Canudos” (FBC, Baka e MC Taya), mix de funk, rap e rock.
Projetado há cinco anos com o quarto álbum, “Baile” (2021), FBC transitou pelo universo do pop funky dos anos 1980, do soul e da dance music na jornada cósmica proposta no álbum seguinte, “O amor, o perdão e a tecnologia irão nos levar para outro planeta” (2023), e retornou para as ruas com o peso do boombap que regeu o álbum “Assaltos e batidas” (2025).
Artista que sempre vira o disco a cada álbum, FBC se volta agora para o rock que enerva “Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades”, álbum antecedido em 17 de abril pelo single “Bandido bom”.
Se o rap atualmente é a voz da rebeldia, em posto que outrora já foi do rock, FBC une os dois gêneros em álbum pujante. Mesmo sem reinventar a roda, o rapper apresenta disco cheio de som e fúria como a vida urbana.
Capa do álbum Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades’, do rapper FBC
Ilustração de Kawany Tamoyos

Fonte: G1 Entretenimento

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Tânia Maria volta a produzir tapetes em povoado no RN após sucesso em ‘O Agente Secreto’


Dona Tânia Maria produzindo tapetes no interior do RN
Reprodução
Após o sucesso como Dona Sebastiana, no premiado filme “O Agente Secreto”, a atriz potiguar Tânia Maria, de 79 anos, voltou a produzir tapetes artesanais no povoado de Santo Antônio da Cobra, no município de Parelhas (RN), onde mora. Ela mantém as atividades no audiovisual.
Tânia Maria se tornou atriz em 2019, aos 72 anos, após fazer um papel de figurante no filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, que também dirigiu “O Agente Secreto”. Antes disso, trabalhava como artesã e costureira.
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A volta às atividades de origem foi compartilhada pela própria atriz nas redes sociais. Tânia postou um vídeo costurando tapetes com a legenda “Fazendo arte para o seu lar”. Em seguida, mostrou o resultado final do produto, já embalado.
Conheça Tânia Maria, atriz potiguar que ganhou o mundo
A produção como artesã acontece após uma sequência de trabalhos de Tânia Maria como atriz.
Além da gravação e da campanha de “O Agente Secreto” pelo Oscar, ela também estrelou recentemente o longa “Yellow Cake”, que representou o Brasil no Festival de Roterdã, e tem lançamento internacional previsto para este mês de maio.
O Agente secreto
Tânia Maria recebeu grande reconhecimento pela atuação no filme O Agente Secreto, e chegou a ser lembrada por publicações especializadas, como Variety e The Hollywood Reporter, como uma candidata à indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar, mas acabou ficando de fora da lista oficial.
O filme foi indicado a quatro estatuetas.
No filme, Tânia Maria vive Sebastiana, uma proprietária de apartamentos em Recife que abriga refugiados e Marcelo, o personagem de Wagner Moura.
Tânia Maria interpreta ‘Sebastiana’ em ‘O agente secreto’
Reprodução/Fantástico
Carreira nas telas
Tânia Maria conheceu Kleber Mendonça Filho durante as gravações de Bacurau no povoado de Santo Antônio da Cobra. Ela também fez amizade com o preparador de elenco Leonardo Lacca e outros artistas. Desde então, emendou uma série de produções.
Além de o Agente Secreto e Yellow Cake, a atriz também participou do filme “Seu Cavalcanti” e rodou a série policial “Delegado”, com previsão de estreia em 2026.
Ela também tem no currículo o curta-metragem “O Dilema das Rosas”, de Miguel Victor e os longas “Almeidinha”, de Gustavo Guedes e Julio Castro, e “Adoção”, de Allan Deberton.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Disney e James Cameron são processados ​​por suposto uso indevido da imagem de atriz em ‘Avatar’


James Cameron defende a liberdade criativa da captura de performance usada em ‘Avatar’
A Disney e o diretor James Cameron foram processados na Justiça federal da Califórnia por uma atriz que alega que Cameron usou indevidamente sua imagem como base para a personagem Neytiri, da franquia de sucesso Avatar.
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Segundo a ação apresentada na terça-feira (5), a atriz Q’Orianka Kilcher afirmou que Cameron “extraiu, replicou e explorou comercialmente sua aparência facial” no design de Neytiri, acusando o diretor e a Disney de violarem seus direitos de imagem.
Representantes da Disney não responderam imediatamente a um pedido de comentário sobre o processo nesta quarta-feira.
“O que Cameron fez não foi inspiração, foi extração”, afirmou em nota Arnold Peter, advogado de Kilcher, do escritório Peter Law Group. “Ele pegou os traços biométricos únicos de uma garota indígena de 14 anos, passou isso por um processo industrial de produção e gerou bilhões de dólares em lucro sem nunca pedir sua permissão.”
Kilcher estreou como atriz aos 14 anos, interpretando Pocahontas no filme The New World, dirigido por Terrence Malick. Entre seus outros trabalhos está um papel recorrente na série Yellowstone.
Q’Orianka Kilcher em cena de ‘O Novo Mundo’ e Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
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O primeiro filme de Avatar, lançado em 2009, se tornou a maior bilheteria da história do cinema, arrecadando cerca de US$ 3 bilhões. O terceiro longa da franquia, Avatar: Fire and Ash, ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria desde sua estreia no fim do ano passado.
A série “Avatar” é centrada em um grupo de alienígenas chamados Na’vi, que, segundo o processo, foram inspirados em culturas indígenas. A protagonista Na’vi, Neytiri, é interpretada nos filmes por Zoe Saldaña.
Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Kilcher afirmou na ação que Cameron usou, sem autorização, uma fotografia sua como material de referência para os traços faciais digitalmente renderizados de Neytiri. O processo diz ainda que Cameron já teria reconhecido ter utilizado uma imagem da atriz — que é descendente de indígenas peruanos — tirada durante as filmagens de “The New World” como base para o design da personagem.
“O resultado foi uma franquia cinematográfica extremamente lucrativa que se apresentava como simpática às lutas indígenas, enquanto explorava silenciosamente uma jovem indígena real nos bastidores”, afirma o processo de Kilcher.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hábil partideiro na vida real, Mosquito tem o perfil ideal para interpretar Zeca Pagodinho em cinebiografia feita no Rio


Mosquito em cena como Zeca Pagodinho, protagonista do filme ‘Deixa a vida me levar’, dirigido por Silvio Guindane
Victor Pollak / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Partideiro de alta estirpe, tendo lançado um dos melhores álbuns de 2025, “Quinhão”, o cantor e compositor carioca Pedro Assad Medeiros Torres – conhecido como Mosquito nas rodas de samba – sempre foi considerado herdeiro legítimo do conterrâneo Zeca Pagodinho. Por isso mesmo, não chega a surpreender que Mosquito tenha sido escolhido para interpretar Zeca na cinebiografia do sambista.
Em que pese a inexperiência como ator, Mosquito é sambista afinado com o estilo do cantor e, além de tudo, tem o mesmo tipo franzino de Zeca nos anos 1980. Com o physique du rôle ideal para o personagem protagonista, Mosquito já está no set de gravação.
Sob a direção do cineasta Silvio Guindane, o filme “Deixa a vida me levar” teve as filmagens iniciadas no Rio de Janeiro (RJ) na segunda-feira, 4 de maio. As primeiras cenas do longa-metragem de Guindane foram rodadas no Helênico – clube fundado em 1976 no bairro carioca do Rio Comprido e famoso pelos bailes de samba – e na Serrinha, território de ancestralidade e resistência do jongo e do samba.
Assinado por Roberto Faustino, o roteiro do filme é baseado na discobiografia “Zeca – Deixa o samba me levar” (2014), escrita por Jane Barboza e Leonardo Bruno.
Nome indissociável da trajetória artística de Zeca Pagodinho, o cantor e compositor Arlindo Cruz (1958 – 2025) será interpretado no filme pelo filho, Arlindinho, também conhecido como Arlindo Neto. Já Beth Carvalho (1946 – 2019), cantora que revelou Zeca em álbum de 1983, será vivida na tela por Stephanie Serrat.
O filme “Deixa a vida me levar” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Agência de direitos humanos dos EUA processa ‘The New York Times’ por discriminação contra funcionário branco


Emblema da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA (EEOC).
David Zalubowski/AP
A agência federal de direitos civis dos Estados Unidos entrou com uma ação contra o “The New York Times” por suposta discriminação contra um funcionário branco que não foi promovido.
Segundo o processo, apresentado na terça-feira (6), o jornal teria deixado de promover o homem para favorecer uma mulher menos qualificada, com o objetivo de cumprir metas de diversidade.
A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC, na sigla em inglês) moveu a ação em nome de um editor do jornal. Ele afirma ter sido vítima de discriminação de gênero e raça ao não conseguir a vaga de editor-adjunto de imóveis em 2025.
A denúncia se baseia no Título VII da Civil Rights Act of 1964, que proíbe discriminação no trabalho por sexo, raça, origem nacional ou religião.
Vídeos em alta no g1
De acordo com a agência, as metas públicas do jornal para aumentar a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança influenciaram a decisão. O homem branco teria sido excluído da etapa final, enquanto três mulheres e um homem negro avançaram.
A presidente da EEOC, Andrea Lucas, afirmou que nenhuma instituição está acima da lei.
“Não existe ‘discriminação reversa’. Toda discriminação por raça ou sexo é ilegal”, disse.
Lucas é aliada das políticas do governo do presidente Donald Trump contra programas corporativos de diversidade. Ela já incentivou homens brancos a denunciarem casos de discriminação.
O “New York Times” disse que a ação é “politicamente motivada” e afirmou que vai se defender “com vigor”.
Logo do The New York Times em frente ao prédio do jornal.
Mark Lennihan/AP
A porta-voz do jornal, Danielle Rhoades Ha, declarou que a EEOC ignorou fatos para sustentar uma narrativa pré-definida.
Segundo ela, nem raça nem gênero influenciaram a escolha. “Contratamos a candidata mais qualificada, e ela é uma excelente editora”, disse.
O processo afirma que o funcionário trabalha no jornal desde 2014, principalmente na editoria internacional, e tinha experiência com cobertura imobiliária.
Já a mulher escolhida para o cargo, segundo a ação, não tinha experiência na área. A EEOC afirma que ela “se encaixava nas características de raça e gênero” que o jornal buscava ampliar na liderança.
O processo também cita políticas de diversidade do jornal, incluindo um plano lançado em 2021 que previa aumentar em 50% o número de líderes negros e latinos até 2025.
Segundo a EEOC, essa meta foi atingida já em 2022, mas a empresa manteve os programas. Em 2024, funcionários brancos representavam 68% da liderança, contra 29% de pessoas não brancas.
Críticos dizem que a ação da agência ataca iniciativas que buscam reduzir desigualdades históricas no mercado de trabalho dos EUA.
A EEOC também investiga outras empresas. Em fevereiro, abriu apuração contra a Nike por suposta discriminação racial contra funcionários brancos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Francis Hime e Simone conduzem show ‘Embarcação’ a um céu de canções amplificadas pela paixão e pelo afeto


Francis Hime e Simone estreiam em clima afetuoso, no Rio de Janeiro (RJ), o show ‘Embarcação’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Embarcação
Artistas: Francis Hime e Simone
Data e local: 5 de maio de 2026 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Quando Francis Hime e Simone se afinaram no canto de “Existe um céu”, parceria do compositor com Geraldo Carneiro lançada pela cantora há 19 anos na trilha sonora da novela “Paraíso tropical” (TV Globo, 2007), já ficou evidente para o público do Teatro Ipanema que o show “Embarcação” conduziria o ouvinte a um céu lírico e imaginário onde vagueiam palavras de amor em canções amplificadas na apresentação pela paixão pela obra de Francis.
A devoção ao cancioneiro sublime do compositor carioca – partilhada por Simone com a plateia embevecida – é o mote desse show sedutor que estreou ontem, 5 de maio, no Rio de Janeiro (RJ) e que ocupará os palcos do Teatro Ipanema durante todas as terças-feiras de maio em temporada de ingressos já esgotados.
Histórico pela própria natureza do encontro inédito entre Francis Hime e Simone, o show “Embarcação” navegou sereno pelas águas do afeto, com direção e roteiro de Olivia Hime, celebrando parceria musical iniciada há 50 anos quando Simone gravou com arranjo de Francis a música “O que será (À flor da terra)”, composta por Chico Buarque para a trilha sonora do filme “Dona flor e seus dois maridos” (1976).
De lá para cá, Simone gravou várias músicas de Francis – algumas com a proeza de ter sido a intérprete mais popular, caso do samba “Embarcação” (Chico Buarque e Francis Hime), gravado pela cantora no álbum “Corpo e alma” no mesmo ano de 1982 em que Francis registrou o samba no disco “Pau Brasil”.
Não por acaso, “Embarcação” foi a música escolhida para abrir (em número solo de Simone) e batizar esse show que eleva a outro patamar a programação do já então bem-sucedido projeto “Terças no Ipanema”, orquestrado com curadoria de Flávia Souza Lima desde janeiro de 2025.
Simone canta no show ‘Embarcação’ músicas de Francis Hime até então inéditas na voz da cantora, casos das canções ‘Minha’ e ‘Imaginada’
Rodrigo Goffredo
O show “Embarcação” chegou à cena coeso, azeitado por ensaios e embalado por afetos e admiração mútua entre cantora e compositor. Ficou nítido o prazer dos artistas por estarem fazendo um show juntos pela primeira vez, ainda que já tenham dividido o palco ocasionalmente, como na estreia do último show de Francis, “Não navego pra chegar”, no Rio de Janeiro (RJ), em maio de 2025.
Cantora nascida no berço da MPB, Simone entrou inteira no universo de Francis Hime, dando a voz grave e elegante a músicas que, em alguns casos, exaltam a mulher amada.
Foi um bálsamo ouvir a cantora interpretar sozinha uma canção do porte de “Minha” (Francis Hime e Ruy Guerra, 1966) – com o devido toque do piano do maestro – e dividir com o compositor o canto de “Imaginada” (2025), canção com alma de blues composta por Francis Hime com Ivan Lins para o álbum “Não navego pra chegar” (2025). Sem falar no canto preciso de “Sem mais adeus” (1963), já no bis, com Simone sentada próxima ao piano de Francis, sublinhando o clima de aconchego reinante no show.
Pedra fundamental e inaugural da obra maestra de Francis, composta em parceria com o poeta Vinicius de Moraes (1913 – 1980), a canção “Sem mais adeus” já mostrou de cara a maestria de Francis na criação de melodias que, não raro, beiram o sublime.
Imerso em poesia, regida pelos versos de parceiros como Chico Buarque (nome mais recorrente no roteiro), Geraldo Carneiro, Olivia Hime, Ruy Guerra e o próprio Vinicius, o cancioneiro de Francis Hime está repleto de músicas embebidas em lirismo. No show, esse lirismo foi realçado pelo toque do violoncelo de Hugo Pilger, músico que embeveceu o público no solo feito no arranjo de “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972).
Detalhe: Francis cantou “Atrás da porta” sozinho porque Simone, sábia, entendeu que nada poderia acrescentar à canção já gravada de forma definitiva por Elis Regina (1945 – 1982). Prevaleceu então o sentimento do autor em um dos pontos mais altos do show “Embarcação”.
Posicionado ao lado do violoncelista Hugo Pilger no palco do Teatro Ipanema, o tecladista Chico Lira – músico da atual banda de Simone – disse a que veio quando tirou sons percussivos das teclas no samba “Tô voltando” (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) – licença poética de roteiro que também abriu espaço para outros dois sucessos de Simone, “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) e “Mar e lua” (Chico Buarque, 1980), cantados com Francis na posição de espectador da artista – e também quando, no canto de “O que será (À flor da terra)”, Chico Lira evocou nos teclados o arranjo inebriante criado por Francis para a gravação de “O que será (À flor da pele)” feita por Milton Nascimento para o álbum “Geraes” (1976) com a participação de Chico Buarque.
Ambos, Pilger e Lira, se afinaram em ritmo mais frenético no arranjo do samba “Pivete” (Francis Hime e Chico Buarque, 1978), primeira música do bis encerrado com a já mencionada canção “Sem mais adeus”.
Simone toca tamborim em alguns sambas do roteiro do show ‘Embarcação’, atração do projeto ‘Terças no Ipanema’
Rodrigo Goffredo
Além de cantar, Simone tocou percussão ao longo do show, percutindo um tamborim em sambas como “Amor barato” (Francis Hime e Chico Buarque, 1981), “Anoiteceu” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1966) e “Samba pra Martinho” (Francis Hime, Geraldo Carneiro e Olivia Hime, 2015), o primeiro ouvido em solo vocal de Francis e os dois últimos cantados em duo pelos artistas, com direito a um improviso de Simone a capella de “Café com leite”(Martinho da Vila e Zé Katimba, 1996), samba que batizou o álbum que a cantora lançou há 30 anos com músicas de Martinho da Vila, o bamba homenageado por Francis.
Além do recorrente tamborim, Simone também tocou bongô enquanto cantava o bolero “Maravilha” (1977), pondo o devido molho cubano na música composta por Francis e Chico Buarque para exaltar Cuba.
Mesmo que o samba-enredo “Vai passar” (Chico Buarque e Francis Hime, 1984) tenha entrado na avenida em tom menos majestoso do que o habitual, no arremate do show (antes do bis), nada empanou o brilho do show “Embarcação”.
Com Simone à vontade no universo de Francis Hime, em satisfação visível tanto na interpretação sem melodrama da canção “Trocando em miúdos” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) como nos detalhes como o canto ameaçador do verso “O homem vem aí” ao fim do samba ambientalista “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975), número no qual a cantora tocou apito, a primeira das quatro apresentações do show “Embarcação” celebrou tanto o encontro dos artistas quanto a existência resiliente de uma MPB que figura entre o que de melhor se produziu na cultura do Brasil em todos os tempos.
Sim, existe um céu na música brasileira.
Francis Hime e Simone cantam, entre solos e duetos, 18 músicas no roteiro do show ‘Embarcação’
Rodrigo Goffredo
♪ Eis o roteiro seguido em 5 de maio de 2026 por Francis Hime e Simone na estreia do show “Embarcação” no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, dentro do projeto “Terças no Ipanema”:
1. “Embarcação” (Francis Hime e Chico Buarque, 1982) – Simone
2. “Existe um céu” (Francis Hime e Geraldo Carneiro, 2007) – Simone e Francis Hime
3. “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975) – Francis Hime (com intervenção de Simone ao fim)
4. “Imaginada” (Francis Hime e Ivan Lins, 2025) – Simone e Francis Hime
5. “Trocando em miúdos” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) – Simone
♬ “Café com leite” (Martinho da Vila e Zé Katimba, 1996) – Improviso a capella de Simone
6. “Samba pra Martinho” (Francis Hime, Geraldo Carneiro e Olivia Hime, 2025) – Simone e Francis Hime
7. “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) – Simone
8. “Mar e lua” (Chico Buarque, 1980) – Simone
9. “À flor da terra (O que será)” (Francis Hime e Chico Buarque, 1976) – Simone
10. “Maravilha” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) – Simone e Francis Hime
11. “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972) – Francis Hime
12. “Minha” (Francis Hime e Ruy Guerra, 1966) – Simone
13. “Anoiteceu” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1966) – Simone e Francis Hime
14. “Amor barato” (Francis Hime e Chico Buarque, 1981) – Francis Hime
15. “Tô voltando” (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) – Simone
16. “Vai passar” (Francis Hime e Chico Buarque, 1984) – Simone e Francis Hime
Bis:
17. “Pivete” (Francis Hime e Chico Buarque, 1978) – Francis Hime
18. “Sem mais adeus” (Francis Hime e Vinicius de Moraes, 1963) – Simone

Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de Beyoncé sobre estreia da neta no Met Gala: ‘Foi um déjà vu’


Beyoncé e Blue Ivy no Met Gala 2026
JAMIE MCCARTHY / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
Tina Knowles comentou sobre a emoção de ver sua neta estrear no Met Gala, na noite de segunda-feira (4). A mãe da cantora Beyoncé explicou que teve a sensação de já ter vivido aquele momento ao ver Blue Ivy Carter no evento de gala.
“Foi meio nostálgico”, explicou Tina. “Beyoncé estreou no tapete vermelho aos 15 anos, e Blue tem 14, então vê-la lá, confiante e linda, foi como um déjà vu”, disse.
“Fiquei muito emocionada, derramei algumas lágrimas”, admitiu Knowles durante uma participação no programa “3rd Hour of Today” nesta terça-feira (5).
Beyoncé foi uma das anfitriãs do Met Gala deste ano, marcando seu retorno ao evento beneficente de moda após uma década. Apesar da idade, Blue Ivy pôde comparecer ao evento, quebrando a tradicional restrição de idade de 18 anos. Ela estava acompanhada de seus pais, Jay-Z e Beyoncé.
Segundo a revista “People”, a jovem de 14 anos usava um vestido branco tomara que caia da Balenciaga e sapatos Jimmy Choo com cristais, que combinavam com o vestido da mãe.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pare de orar por ele e ore por você’: quem é a pastora que viralizou ao alertar sobre violência doméstica no meio cristão?


Pastora viraliza com discurso sobre violência doméstica
Um discurso feito durante um dos maiores congressos evangélicos do Brasil ganhou grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias ao abordar, de forma direta, temas como violência doméstica, abuso sexual e pedofilia dentro da igreja.
A fala, parte da pregação da pastora Helena Raquel, critica o silêncio institucional e a omissão sobre líderes religiosos e membros de igrejas que cometem esses crimes.
LEIA MAIS: ‘Quem agride, mata’: pastora orienta mulheres a buscar delegacia em vez de orar por agressor em maior evento evangélico do Brasil
“Pedófilo não é ungido. Pedófilo é criminoso. Não existe capacidade de se encontrar na mesma figura um pastor e um abusador. Ou é pastor, ou é abusador”, afirmou.
Um dos trechos da pregação compartilhado nas redes atingiu 11 milhões de visualizações no Instagram até terça‑feira (5). No recorte, a pastora se dirige especialmente a mulheres cristãs que sofrem violência em relacionamentos abusivos:
“Pare de orar por ele hoje e comece a orar por você. Você precisa ter coragem para sair, denunciar e buscar um lugar seguro. E não acredite em pedidos de desculpa, porque quem agride mata.”
As falas de Helena Raquel foram compartilhadas por diversas personalidades, entre elas a apresentadora Xuxa Meneghel, além de artistas e influenciadores que ressaltaram a importância do assunto.
Pastora diz para mulheres denunciarem agressores em evento evangélico em SC
Redes sociais/ Reprodução
Quem é Helena Raquel
Com 34 anos de ministério, Helena Raquel soma atualmente 1,6 milhão de seguidores no Instagram. Ela é líder da Assembleia de Deus Vida na Palavra (ADPIV) no Rio.
No sermão, ela utilizou o relato de Juízes 19, um dos textos mais violentos da Bíblia, para traçar paralelos com a realidade contemporânea e alertar sobre a responsabilidade coletiva diante do sofrimento humano.
‘Corporativismo religioso’
Ao longo da mensagem, a pastora criticou duramente o que chamou de “corporativismo religioso”, defendendo que a fé deve caminhar lado a lado com responsabilidade social e ética:
“Se alguém ainda tem dúvidas, eu não tenho — e já peço perdão, porque há alguns aqui, ou mesmo no nosso arraial, que são ímpios infiltrados, vestidos de crentes. Não podemos passar essa vergonha nacional com um corporativismo ridículo.”
Ela também mencionou crimes de pedofilia ocorridos na Igreja Católica e criticou a prática de simplesmente transferir líderes acusados para outras comunidades religiosas:
“Não troque um criminoso de paróquia. Não mande esse presente embrulhado para outra igreja. Quem agride esposa, filhos ou é pedófilo precisa responder à Justiça.”
Durante a ministração, Helena Raquel citou também explicitamente canais oficiais de denúncia, falando diretamente tanto com vítimas adultas quanto com crianças. Ela também pediu que igrejas criem redes de acolhimento, com treinamento de voluntárias e apoio psicológico — mesmo em comunidades com poucos recursos — para evitar que vítimas continuem sendo silenciadas.
A pregação ocorreu durante o 41º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, realizado em Camboriú (SC). O evento reúne milhares de cristãos presencialmente e alcança milhões por meio de transmissões on-line, sendo considerado um dos encontros missionários mais influentes do meio evangélico brasileiro.

Repercussão
No YouTube, o vídeo oficial e completo da ministração — com cerca de 1h20 de duração — soma aproximadamente 810 mil visualizações apenas dois dias após a publicação, além de mais de 5 mil comentários. Muitos deles são relatos de mulheres que afirmam ter vivido situações de violência, abuso e falta de acolhimento em ambientes religiosos.

“É assustador pensar que isso precise ser dito, mas é necessário”, escreveu uma usuária. “Ela está fazendo o que muita gente se cala por medo”, comentou outra.

Fonte: G1 Entretenimento