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‘Ponto sem retorno’ tem boa direção de Ridley Scott em história afogada em clichês; g1 já viu


Nascido em 1937 e com quase 90 anos de idade, o diretor Ridley Scott não demonstra sinais de cansaço nem de que vai se aposentar tão cedo. Prova disso é o lançamento de “Ponto sem retorno”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (27).
O filme ambientado em um mundo apocalíptico se beneficia do (aparente) fôlego inesgotável do cineasta de 88 anos, que além deste longa, está envolvido outras produções que estão em andamento e sem previsão de lançamento.
O trabalho de Scott é, certamente, um dos grandes méritos do filme. Além de mostrar um bom domínio de seu ofício, o cuidado com a parte técnica fica bastante visível no longa, como a fotografia e o design de produção.
Assista ao trailer do filme “Ponto sem retorno”
Só que, mesmo com todas essas qualidades, o filme peca em contar uma história nada original, que se fragiliza ainda mais com um excesso de elementos já vistos em boa parte de filmes do mesmo estilo.
A trama se passa num futuro em que a humanidade foi praticamente dizimada por um vírus e há poucos humanos sobreviventes pelo mundo. Um deles é Hig (Jacob Elordi, de “Frankenstein”), que vive numa base aérea abandonada ao lado de Bangley (Josh Brolin, de “Vingadores: Ultimato”) e seu cão Jasper (Raksha).
Além de ajudar o amigo a manter o local livre de possíveis ameaças externas, Hig usa um avião bimotor antigo para encontrar suprimentos e mantém a esperança de que existe um mundo além das fronteiras onde se encontra.
Um dia, Hig decide sair da base por causa de um evento inesperado e uma transmissão que pode indicar algo que ele busca há muito tempo. Só que um problema em seu avião o faz pousar num rancho onde vivem Cima (Margaret Qualley, de “A Substância”) e seu pai, Pops (Guy Pearce, de “Prometheus”). Ele passa a fazer parte dessa família também solitária e consegue parte da paz que procurava.
Mas seu desejo de descobrir se há algo fora de seus limites e outros imprevistos fazem com que ele tenha que enfrentar desafios que podem ser ainda mais mortíferos que a doença que devastou o planeta.
Hig (Jacob Elordi) e Bangley (Josh Brolin) buscam se defender dos perigos no filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
Déjà vu distópico
O grande problema de “Ponto sem retorno” está em seu roteiro, escrito por Mark L. Smith, de “O Regresso” (2015), e inspirado no livro de Peter Heller, “Na Companhia das Estrelas”. O roteirista não consegue criar, a partir do material fonte, situações que consigam driblar as armadilhas do subgênero de futuros distópicos e acaba caindo no trivial.
Assim, diversas situações ficam muito parecidas com as que já foram vistas em outras produções de sucesso, como “Jogos Vorazes”, “Eu sou a Lenda” e “Extermínio”. Quem já viu esses e outros filmes do mesmo estilo não vai ter dificuldade em perceber as semelhanças em diversas cenas e até mesmo no perfil psicológico dos personagens, o que deixa algumas perguntas sem respostas. Isso acaba enfraquecendo o bom trabalho de Scott na direção ou a fotografia assinada por Erik Messerschmidt, de filmes como “Mank” e “Ferrari”.
Pelo menos a direção de Scott se mostra segura para deixar o resultado final mais interessante. Embora aconteça no filme algo curioso: o cineasta britânico dividiu o longa em duas partes bem distintas.
Hig (Jacob Elordi) e seu cão, Jasper numa cena do filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
A primeira é um pouco mais lenta e contemplativa, que se concentra mais no dia a dia do protagonista na fortaleza em que vive e sua relação com o cão Jasper, o que o ajuda a lidar melhor com o clima desolador em que se encontra. Essa parte, embora bem feita, pode causar um certo desinteresse do público pela sensação de que as coisas estão se arrastando.
Depois, quando Hig decide ir para outras regiões, o diretor de “Alien”, “Blade Runner” e “Gladiador” dá um ritmo mais tenso e acelerado, deixando o drama um pouco de lado para evidenciar mais a ação, com algumas referências que lembram os filmes de faroeste. Embora bem diferentes, Scott não perde o controle das duas partes e proporciona um bom resultado, que seria melhor se fosse um pouco mais original.
Cão estrelado
Outra coisa que chama bastante atenção em “Ponto sem retorno” é o bom elenco que Scott conseguiu reunir em seu projeto, que foi realizado logo após o divisivo “Gladiador II”. Jacob Elordi, que assumiu o papel que seria de Paul Mescal, convence com o ar meio distante e atormentado de seu personagem e mostra uma boa química com os atores. Já Josh Brolin se destaca com o tipo divertidamente irônico e, ao mesmo tempo, paranoico, de Bangley e é responsável por bons momentos tanto na ação quanto no humor.
Hig (Jacob Elordi) e Cima (Margaret Qualley) formam uma aliança no filme ‘Ponto sem retorno’
Divulgação
Margaret Qualley até esboça alguma profundidade ao contar detalhes sobre sua vida antes da epidemia, mas está em cena basicamente para ser o par de Elordi. Guy Pearce também não tem muito que fazer, mas pelo menos faz rir nas cenas em que demonstra ser um pai super protetor da filha. Fora do quarteto principal, quem chama a atenção é Allison Janey (“Eu, Tonya”), que tem uma curta, porém marcante, participação que é responsável por uma das cenas mais bizarras do filme.
Porém, o grande destaque do longa é o cão Raksha, que “interpreta” Jasper. As cenas dele com Jacob Elordi são as mais poéticas da história e o animal conquista a todos com sua espontaneidade diante das câmeras. Quem gosta de cachorro (e até quem não gosta) certamente vai ficar encantado com ele.
“Ponto sem retorno” poderia ser um filme bem mais intrigante se tivesse ideias um pouco mais criativas do que as que foram apresentadas. Do jeito que ficou, dá para assistir sem maiores problemas. Mas é pouco para um cineasta como Ridley Scott, que já foi responsável por verdadeiros clássicos do cinema. Pelo menos, serve para mostrar que ele é um inimigo declarado da aposentadoria.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia grava samba de Xande de Pilares em memória de Dona Canô


Maria Bethânia planeja gravar em estúdio o samba ‘Luz e clarão’, de Xande de Pilares e Gustavo Clarão
Guilherme Nabhan / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Maria Bethânia reforça os laços musicais com Xande de Pilares, compositor carioca de quem já gravou sambas como “Cria da comunidade” (2021) e “Vera Cruz” (2026), parcerias do artista com Serginho Meriti e Paulo César Feital, respectivamente.
A cantora planeja gravar em estúdio um samba inédito que ganhou de Xande. Provisoriamente intitulado “Luz e clarão” e apresentado por Bethânia no show que estreou em Vitória da Conquista (BA), no interior da Bahia, no último sábado, 22 de agosto, o samba foi composto por Xande de Pilares em parceria com Gustavo Clarão.
“Luz e clarão” é samba feito pelos compositores em homenagem à mãe de Bethânia, Claudionor Viana Teles Veloso (1907 – 2012), a Dona Canô, falecida há 14 anos, aos 105 anos.
♪ Eis a letra do samba composto em memória de Dona Canô:
“Luz e clarão”
“Aura branca véu da claridade
O dia começa antes do sol
De quem concebeu na paz de Oxalá
É amor de mãe, o chão, o céu
O caminhar
É caminho, é passo, é cuidado
Reza descortina o arrebol
Ela me ensinou sem soltar a voz
Vai, meu filho, vai
Mas vai na fé e vai por nós
É que Santo Amaro abençoou
Recanto de Dona Canô
Encanto do Subaé
Senhora que guarda o meu coração
A sua purificação
É a luz de todo o meu axé
É que Santo Amaro abençoou
Recanto de Dona Canô
Encanto do Subaé
Senhora que guarda o meu coração
A sua purificação
É a luz de todo o meu axé”

Fonte: G1 Entretenimento

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Yayoi Kusama, artista plástica japonesa de fama mundial, morre aos 97 anos


Yayoi Kusama em foto de novembro de 2013
Andrew Toth/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo
A artista vanguardista japonesa Yayoi Kusama, que transformou alucinações em arte e ficou conhecida por suas pinturas obsessivas cobertas de bolinhas e motivos de abóboras, morreu aos 97 anos.
O comunicado publicado em seu site oficial informou que ela faleceu em 14 de agosto, mas não divulgou a causa da morte.
Frustrada com o caráter sufocante da sociedade japonesa, Kusama partiu para Nova York aos 27 anos, onde rapidamente conquistou notoriedade com suas pinturas, inspiradas em alucinações de luzes piscantes, pontos e flores que via desde a infância.
Ela também escreveu, participou de manifestações contra a guerra durante a década de 1960 e, segundo relatos, influenciou artistas como Andy Warhol.
Kusama, que falava abertamente sobre suas lutas com a saúde mental, dizia que Nova York lhe causou neuroses. Por volta de 1977, poucos anos após retornar ao Japão, ela se internou voluntariamente em um hospital psiquiátrico e viveu no local por décadas, sendo levada todas as manhãs de carro até seu ateliê nas proximidades.
“Ainda tenho alucinações até hoje”, disse Kusama em 2017.
“Bolinhas saem voando para todo lado — no meu vestido, no chão, nas coisas que estou carregando, por toda a casa, no teto. E eu as pinto.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Busy Philipps, de ‘As Branquelas’, revela duas cirurgias após descobrir tumor no cérebro: ‘Grata por estar viva’


Busy Philipps, atriz de ‘As Branquelas
Reprodução
A atriz Busy Philipps, conhecida pelo filme “As Branquelas” (2004), revelou que passou por duas cirurgias após descobrir um tumor no cérebro. A notícia foi dada em entrevista à revista “People”.
A descoberta do tumor aconteceu em fevereiro, após uma ressonância magnética de corpo inteiro. Segundo a atriz, a ideia de realizar o exame surgiu após ela ver uma postagem no Instagram.
“Sou grata por estar viva. Não sabia por que queria fazer esse exame, só fiz.”
Agora no g1
O diagnóstico do tumor de grau 2, em uma escala que vai até 4, aconteceu enquanto a atriz negociava a participação em um longa.
Em 2 de março, ela realizou a primeira operação, que durou cerca de cinco horas.
“Enquanto eu estava ao telefone com o médico, mandei uma mensagem para o meu marido: ‘Meu Deus, tenho um tumor no cérebro!'”.
Porém, em 27 de abril, ela precisou realizar uma segunda cirurgia por conta de uma infecção e para remover um pequeno pino de titânio colocado no crânio.
“Felizmente, conseguimos detectar o problema cedo, então não era uma infecção profunda”, resumiu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Autêntico, Ney Matogrosso rejeita o marketing da despedida ao anunciar a turnê ’85 anos de ousadia’ para 2027


Ney Matogrosso estreia a turnê ’85 anos de ousadia’ em 30 de janeiro no Nubank Parque, em São Paulo (RJ)
David LaChapelle / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Ainda em cena com o show “Bloco na rua”, estreado em 2019, Ney Matogrosso emenda o espetáculo atual com turnê inédita, intitulada “85 anos de ousadia” e prevista para percorrer arenas e estádios do Brasil com dez apresentações ao longo de 2027. O nome da turnê alude ao fato de o cantor ter completado 85 anos de vida em 1º de agosto, em plena atividade, lotando shows pelo Brasil e com planos de gravar álbum com o repertório da cantora Angela Ro Ro (1949 – 2025), falecida no ano passado, aos 75 anos.
Contudo, o cantor já deixa evidente que inexistem planos de encerrar com o próximo show a carreira iniciada em 1973 com vocalista do grupo Secos & Molhados. “Não estou me despedindo”, avisa Ney, autêntico como sempre, rejeitando o marketing da última grande turnê pelo Brasil, recorrente na promoção de excursões de artistas já octogenários.
O que impressiona positivamente em Ney Matogrosso é a simplicidade. Todo um aparato midiático foi criado para anunciar a turnê à imprensa no início da noite de hoje, 26 de agosto, mas o cantor permaneceu sem afetação, sem pose de popstar e sem mania de grandeza durante a entrevista coletiva. Ao contrário. Ney ficou o todo tempo na dele, sem querer impressionar, deixando que os outros falassem mais por ele, e dele, do que ele próprio.
Pelo cronograma inicial, serão dez shows da turnê “85 anos de ousadia”, mas, por ora, foram anunciadas somente cinco datas. A estreia nacional da turnê “85 anos de ousadia” está agendada para 30 de janeiro, no estádio Nubank Parque, em São Paulo. Já a derradeira apresentação do show acontece no estádio Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em 18 de dezembro.
Entre a estreia e o último show, Ney subirá ao palco da Arena da Baixada, em Curitiba (RJ) em 3 de abril; da casa Classic Hall em Olinda (PE) em 17 de abril e na Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), em 1º de maio.
Promovida com imagens inéditas do fotógrafo norte-americano David LaChapelle, feitas em ensaio no Jardim Botânico de São Paulo, a turnê “85 anos de ousadia” mostrará Ney em cena com dez figurinos inéditos – um para cada apresentação do show – e alusivos a figurinos marcantes na trajetória do cantor nos palcos. O figurino do primeiro show remeterá ao do espetáculo “Bandido” (1976), segundo show solo de Ney, estreado há 50 anos.
Ney Matogrosso em imagem do ensaio feito pelo cantor com o fotógrafo David LaChapelle para promover a turnê ’85 anos de ousadia’
David LaChapelle / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Astro de ‘Harry Potter’, Rupert Grint voltará ao papel de Ron Weasley na Broadway


Rupert Grint acena para as câmeras
Reuters
Rupert Grint, ator que interpretou o personagem Ron Weasley na franquia “Harry Potter”, viverá o mesmo papel na Broadway a partir de 2027. A informação é do jornal “The New York Times”.
Grint fará parte do elenco da peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, que está em cartaz na Broadway desde 2018.
A história se passa 19 anos após a ação principal do último livro e tem como tema central a geração de bruxos seguinte à retratada nas telonas.
Agora no g1
“Mal posso esperar para reencontrá-lo nesta fase da vida”, disse Grint em comunicado. “Há algo tão cíclico e especial em voltar a vestir a pele de Ron agora, quando ambos somos pais; de alguma forma, é algo muito familiar e totalmente novo ao mesmo tempo.”
Escrita por Jack Thorne e dirigida por John Tiffany, a peça ganhou seis prêmios Tony, incluindo o de Melhor Peça.
Segundo o jornal norte-americano, a produção já arrecadou US$ 532 milhões (R$ 2,7 bilhões, na cotação atual), mais do que qualquer outra peça não musical na história da Broadway.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ney Matogrosso anuncia nova turnê com 10 shows pelo Brasil; veja datas e locais


O cantor Ney Matogrosso
Divulgação
Ney Matogrosso anunciou nesta quarta-feira (26) uma série de dez shows pelo Brasil. A turnê recebeu o nome de “85 Anos de Ousadia”.
A primeira apresentação será no dia 30 de janeiro de 2027 no Nubank Parque, em São Paulo (SP). Na sequência, o cantor passará por: Curitiba (PR), Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As cinco datas restantes ainda serão anunciadas.
“A idade e o tempo de carreira não impactam em nada. Eu continuo na estrada, gosto de ter gente na minha frente e de dançar. Vou recriar figurinos clássicos que remetem à minha trajetória, mas todos com ares inéditos”, diz Ney, em comunicado enviado à imprensa.
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Os ingressos para a turnê começam a ser vendidos nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28), primeiro para clientes Private e Itaú Personnalité e, depois, para os demais clientes do Itaú Unibanco. A venda geral terá início na próxima segunda-feira (31).
“Ney Matogrosso – 85 Anos de Ousadia”: veja datas e locais da turnê
São Paulo – 30/01/27 – Nubank Parque
Curitiba – 03/04/27 – Arena da Baixada
Recife – 17/04/27 – Classic Hall
Belo Horizonte – 01/05/27 – Esplanada do Mineirão
Rio de Janeiro – 18/12/27 – Maracanã
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Tim Curry gravou últimas cenas de filme de terror antes de morrer; saiba detalhes


Tim Curry na 10ª edição da Costume Designers Guild Awards, na Califórnia, em 2008
REUTERS/Phil McCarten/Arquivo
Tim Curry terminou de gravar seu último filme pouco antes de morrer nesta quarta-feira (26), aos 80 anos. A causa não foi informada, mas ele sofria de problemas de saúde desde 2012, em decorrência de um AVC severo.
Em junho deste ano, foi anunciado que o ator estaria no elenco da sequência de terror “STREAM 2: Sudden Death”.
Segundo o site TMZ, o diretor do longa, Michael Leavy, confirmou que Tim terminou de gravar suas últimas cenas.
“Ele deixou uma marca extraordinária em todos nós, tanto pessoal quanto profissionalmente. É muito significativo saber que o público ainda terá a oportunidade de celebrar o trabalho de Tim nesse papel”, disse Michael ao site.
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Nascido em 1946, em Grappenhall, na Inglaterra, Curry descobriu sua paixão pela atuação desde novo, nos tempos em que participava de um coral. Sua estreia profissional aconteceu em 1968, no musical “Hair”, em Londres.
Foi nos bastidores dessa produção que Curry conheceu o compositor Richard O’Brien, parceria que mudaria sua trajetória: O’Brien escreveu o papel do ousado e sedutor Dr. Frank-N-Furter pensando especificamente nele para a peça “The Rocky Horror Show”, encenada pela primeira vez em 1973.
O sucesso nos palcos o levou ao cinema em 1975, quando reprisou o papel na adaptação cinematográfica. O longa se tornou um clássico cult, coestrelado por Susan Sarandon e Patricia Quinn.
Versátil, carismático e magnético, Curry construiu uma carreira vasta a partir daí, quase sempre associada a vilões de humor ácido, como o assustador Palhaço Pennywise na minissérie “It” (1990), o Lorde das Trevas em “Legend” (1985) e o gerente de hotel esnobe em “Esqueceram de Mim 2”. Também emprestou sua voz marcante a diversas animações e produções de audiolivros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Héloa convida à dança com Luedji Luna e o rapper angolano Liu Kid no single que anunciará em setembro o álbum ‘Árida’


Héloa (ao centro) se une a Luedji Luna (à esquerda) e a Liu Kid em ‘Dança N’kisi dança’, single programado para 9 de setembro
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Artista sergipana de origem afro-indígena, Héloa retoma a carreira fonográfica iniciada há uma década com o álbum “Eu”, editado em 2016. Quatro anos após o álbum “yIDé”, lançado em abril de 2022, a cantora e compositora se prepara para apresentar o quarto álbum de estúdio, “Árida”, neste segundo semestre de 2026.
“Árida” é álbum gravado sob direção musical da própria Héloa em parceria com Yuri Queiroga, também produtor musical. O single que anunciará a chegada do álbum “Árida” ao mundo, “Dança N’kisi dança”, tem lançamento programado para 9 de setembro.
Em “Dança N’kisi dança”, Héloa se une à cantora baiana Luedji Luna e ao rapper angolano Liu Kid em gravação com alta carga de espiritualidade. A composição é assinada por Héloa em parceria com Liu Kid.
N’kisi é a denominação das divindades cultuadas no Candomblé Angola. Já a música “Dança N’kisi dança” é convite à celebração coletiva no movimento da dança.
“Evocar o N’kisi é trazer para a música a força dessa herança angolana presente no Candomblé brasileiro e celebrar uma ancestralidade que permanece viva na relação com a natureza, na espiritualidade, na música, na dança e no corpo”, interpreta a artista.
Capa do single ‘Dança N’kisi dança’, de Héloa com Luedji Luna e Liu Kid
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sempre vou amá-la’: Miley Cyrus publica mensagem para madrinha Dolly Parton


Dolly Parton e Miley Cyrus cantam “Jolene” durante a 61ª edição do Grammy Awards, em Los Angeles, em 10 de fevereiro de 2019
Matt Sayles/Invision/AP/Arquivo
Miley Cyrus publicou nesta quarta-feira (26) uma homenagem à cantora Dolly Parton, que morreu na terça-feira (25), aos 80 anos. Madrinha de Miley, Dolly mantinha uma relação próxima com a artista que ia além das parcerias profissionais.
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Na mensagem, Miley afirmou que a sensação de perder a “tia Dolly” era difícil demais para ser compartilhada e disse que os momentos mais especiais entre as duas permaneceriam privados.
Morre aos 80 anos a cantora americana Dolly Parton, rainha da música ‘country’
A cantora também relembrou uma das últimas conversas que teve com Dolly, sobre “música e metamorfose”, e disse acreditar que a madrinha gostaria que ela transformasse o luto em uma canção e seguisse em frente.
“Tenho um anjo ao meu lado. Sempre tive”, escreveu Miley.
Ao encerrar a homenagem, Miley afirmou que sempre amará Dolly e continuará tentando deixá-la orgulhosa. Ela também lamentou a perda para familiares, amigos e fãs da cantora: “Estamos juntos nessa perda e vamos enxergá-la em todas as coisas mais bonitas”.
Leia a íntegra:
“A sensação de perder minha tia Dolly vai além do que parece certo compartilhar. Nossos momentos mais sagrados foram privados e continuarão assim — nos bastidores, por trás do glamour e guardados entre nossos corações.
O que eu SEI é que Dolly gostaria que eu sentisse tudo isso, escrevesse uma música sobre isso e depois seguisse em frente, sendo forte. Tenho um anjo ao meu lado. Sempre tive. Uma das nossas últimas conversas foi sobre música e metamorfose.
Eu sempre vou amá-la e querer deixá-la orgulhosa. Meu coração se parte pelo mundo, pela família dela e pelos amigos que sentirão profundamente a sua falta. Estamos juntos nessa perda e vamos enxergá-la em todas as coisas mais bonitas”.
Lenda da música country
Lenda da música country, a cantora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça (25), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família em um vídeo nas redes sociais.
“Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da cantora.
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Em entrevista à revista “People”, publicada no dia 21, ela disse que “não prestou atenção [aos próprios problemas]” enquanto cuidava do marido.
“Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”, acrescentou.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
Sua trajetória na música e no cinema se tornou parte do cânone da cultura americana. Ao longo de sua carreira, Dolly compôs sucessos atemporais que se tornaram clássicos, regravados por artistas do calibre de Beyoncé e Tina Turner. São dela músicas como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”.
Também foi Dolly quem escreveu e lançou a balada romântica “I Will Always Love You”, posteriormente gravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”.
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Fonte: G1 Entretenimento