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Quem é Tini Stoessel, cantora argentina que rompeu parceria profissional com o pai


Tini Stoessel
Reprodução/Instagram
Martina “Tini” Stoessel, que encerrou sua relação profissional com seu pai após 15 anos, é uma cantora e atriz argentina de sucesso na América Latina.
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Ela começou a carreira com 14 anos como protagonista da série “Violetta”, do canal Disney Channel. O sucesso infanto-juvenil resultou em shows espalhados pela Améica Latina, inclusive no Brasil.
Em 2016, já no processo de deixar a personagem para trás, ela protagonizou o filme “Tini: Depois de Violetta”, também produção da Disney.
‘Lei Larissa Manoela’ pode limitar acesso dos pais a dinheiro dos filhos
Um ano após o fim do programa, ela deu início à carreira musical e hoje acumula cinco álbuns lançados. Em 2022, Tini, Anitta e Becky G lançaram “La Loto”. Ela também tem parcerias com Christina Aguilera e Flo Rida.
A cantora tem mais de 22 milhões de seguidores nas redes sociais.
No âmbito pessoal, Tini é noiva do jogador Rodrigo de Paul, também argentino, que atua no Inter Miami.
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
Rompimento com o pai
Após a decisão de cortar laços com o pai, a artista pediu para que fosse realizada uma revisão nos contratos, contas e empresas ligadas a seu nome.
De acordo com a publicação do La Nación, a auditoria teria revelado que o pai de Stoessel era o único beneficiário de seus ganhos, com uma soma que chega a US$ 70 milhões (cerca de R$ 361 milhões).
O jornal entrou em contato com Alejandro Stoessel, mas o produtor não respondeu às mensagens.
Nem a cantora nem a mãe, Mariana Muzlera, se pronunciaram publicamente sobre a separação empresarial.
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito.
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
Por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito. “Em alguns casos, e a pedido das próprias empresas contratantes, ela afirmou que aceitava o envolvimento dessas empresas. Mas ela nunca cedeu seus direitos a elas, nem seus direitos de imagem, nem seus direitos comerciais.
Ela assinou esses documentos sem conhecer o seu alcance total, confiando em quem os apresentou a ela. As empresas controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pelo trabalho da jovem, e ela não consta como autorizada a fazer transações bancárias em nenhuma dessas empresas”, afirmou ele. A artista só teve acesso à sua própria conta em junho de 2026, após a intervenção de advogados.
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
“La Nacion” explicou ainda que, por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vicentina pede desculpas’ é o ‘Aquarius’ do diretor de ‘Marte Um’? Gabriel Martins explica semelhanças


Rejane Faria em cena de ‘Vicentina pede desculpas’
Denize dos Santos/Netflix
Demorou quatro anos, mas finalmente o celebrado diretor de “Marte Um” (2022), Gabriel Martins, vai lançar seu próximo filme. “Vicentina pede desculpas”, segundo projeto solo do cineasta mineiro de 38 anos, vai estrear nos cinemas brasileiros em 5 de novembro.
A obra, uma das 15 pré-selecionadas pela Academia Brasileira de Cinema para talvez representar o país no Oscar 2027, antes disso ainda participa de competições em festivais como o de San Sebastián e o de Toronto, em setembro.
Em “Vicentina pede desculpas”, Martins se reencontra com parceiros de “Marte Um”, como Rejane Faria e Renato Novaes para contar a história de uma mãe que precisa lidar com luto da morte do filho — ao mesmo tempo em que parte em uma jornada para pedir desculpas às famílias dos passageiros do ônibus que ele dirigia.
“É um filme sobre entender assim o luto, a morte dentro de uma estrutura contemporânea de cidade urbana. Nesse caso, Belo Horizonte. E falar também sobre essa coletividade”, afirma o diretor ao g1.
Quais as chances de o Brasil concorrer ao Oscar 2027?
“A gente quer falar dessas conexões humanas. É o desejo desse filme. Para além disso, falar sobre masculinidade, a partir do filho, a partir de encontros que ela tem. E falar sobre maternidade, também, de uma maneira não superficial.”
Depois de um período nos cinemas brasileiros, o filme vai ser lançado simultaneamente em mais de 190 países na plataforma de streaming Netflix, em 20 de novembro.
Na entrevista, o cineasta falou sobre os paralelos inesperados com o começo da carreira de outro nome importante do cinema nacional contemporâneo, Kleber Mendonça Filho, as semelhanças de “Vicentina pede desculpas” com “Aquarius” (2016), a expansão do público de obras brasileiras e, claro, o papel do Oscar em tudo isso.
Leia a conversa completa abaixo, editada para clareza:
g1 – Você fez uma sessão de “Marte Um” com mediação do Kleber Mendonça Filho. Pode ser só uma loucura minha, mas eu comecei a ver um certo paralelo entre o seu filme e “O som ao redor”, que foi o primeiro dele. Tem uma coisa muito realista, um naturalismo cinematográfico brasileiro nos dois. Ambos foram suas estreias na direção solo, e ambos foram escolhidos para representar o Brasil no Oscar. Dá para falar então que o “Vicentina pede desculpas”, sem saber muito sobre o filme, é o seu “Aquarius”?
Gabriel Martins – Nossa, essa pergunta aí foi interessante (risos). Cara, eu não tinha pensado muito sobre essa analogia, né? Embora eu ache que eu me comunico, sim, com o cinema do Kleber de várias formas. Acho que tem uma relação muito forte do cinema do Kleber entre personagem, espaço e a maneira de dialogar cinematograficamente com essas duas coisas, né? Que eu acho muito legal.
Talvez, a coisa que que mais se comunica é o fato de de vir de dois filmes — no caso, “Marte Um” e “O som ao redor” — que são filmes de conjunto, né? De um grupo de personagens. E, dos filmes que eu dirigi, esse é o primeiro filme muito focado em uma personagem. E talvez no caso do “Aquarius” também seja a mesma coisa.
Isso foi uma coisa muito interessante assim para mim. Eu queria mostrar um pouco essa jornada de uma mulher. Focar não só na história dela, mas também visualmente. Para mim era uma coisa muito legal assim pensar que todo dia eu estava acordando e indo para o set para filmar o rosto da Rejane. Mais do que o rosto da Rejane, o rosto dessa personagem. Da Vicentina, né?
Então, acho que com certeza esses filmes se comunicam por um desejo de investigação parecido. E, para mim, esse lugar dessa personagem centralizada.
Fazer um estudo de personagem era uma coisa que eu queria fazer há um tempo. E antes mesmo do “Marte Um”, quando eu fiz o “No coração do mundo” (2019), também era um grande conjunto, um filme muito sobre um espaço, sobre uma região que não tem ali uma protagonista ou um protagonista tão bem definido.
Agora não. É uma pessoa mesmo. É a gente passar um tempo com essa pessoa. Enfim, achei sua analogia muito bem-vinda. Eu acho que faz faz sentido, sim.
Primeiro pôster de ‘Vicentina pede desculpas’
Divulgação
g1 – Numa entrevista que eu li, que foi publicada em julho ou junho, se eu não me engano, você ainda fala assim: “Ah, não posso falar muita coisa sobre o filme”. A gente já sabe que tem seus parceiros habituais, tem a Rejane, o Renato, a Grace (Passô). É um projeto de mais de 10 anos e eu já vi também você falar que filmou em 2024. O que mais que você pode falar sobre o “Vicentina”?
Gabriel Martins – Acho que é um filme sobre uma personagem, né? Essa personagem Vicentina, que leva o nome da minha avó. E é um filme sobre entender o luto, a morte dentro de uma estrutura contemporânea de cidade urbana. Nesse caso, Belo Horizonte. E falar também sobre essa coletividade. A coletividade como uma uma solução para momentos difíceis como esse.
Acho que isso, principalmente entendendo o nosso mundo. Não vou falar nem só de Brasil ou BH ou grandes cidades, mas o nosso mundo como um mundo que cada dia me parece mais individualizado. As pessoas mais separadas, assim.
Essa jornada individual da Vicentina — ela vai falar também disso. De conexões. O próprio título do filme já traz o gesto do filme, que é uma personagem pedindo desculpa para as pessoas a partir desse acidente. E se entende que o filho dela provocou o acidente como um suicídio.
A gente quer falar dessas conexões humanas. É o desejo desse filme. Para além disso, falar sobre masculinidade, a partir do filho, a partir de encontros que ela tem. E falar sobre maternidade, também, de uma maneira não superficial.
Acho que é um filme que tem o que eu sempre tive o desejo de trazer: a dor mesmo desses encontros.
Se o “Marte Um” era um filme muito, talvez, sobre essa comunicação entre essa família — ou da falha de comunicação —, acho que o Vicentina é de alguma forma também sobre essa possibilidade de escuta, essa possibilidade de perdão em um mundo no qual, na verdade, todo mundo parece estar mais interessado em se atacar, em culpabilizar os outros.
É engraçado, porque é um filme que eu fiquei o tempo todo com medo dele envelhecer. É um projeto tão antigo que para mim eu ficava o tempo todo assim: “Nossa, eu estou tentando fazer esse filme. Estou tentando fazer esse filme. Será que, quando ele existir, ainda vai ser relevante, essas temáticas, esse desejo?”
E acho que me parece que sim. Me parece que talvez não só se manteve relevante como agora, mais que nunca, é um momento muito importante dessa história nascer da maneira que ela é, pelas coisas que ela fala.
g1 – Por que que levou tanto tempo para para para sair?
Gabriel Martins – Eu acho que é um processo natural dentro de uma ideia de cinema independente brasileiro. Que os financiamentos e as oportunidades não são tão óbvias o tempo todo, né? Essa é uma questão.
E eu acho que também esse projeto que ficou escrito, mas dentro de uma produtora como a minha, que tem ali três diretores, vários projetos. Então, eu escrevi esse projeto e nesse meio tempo o “Marte Um” se mostrou como uma possibilidade mais concreta de ser executado primeiro.
Acho que os filmes têm um pouco uma vida própria, um tempo. E acabou fazendo sentido também que eu estivesse um pouco mais maduro para fazer esse projeto no momento que fiz. Com essa parceria com a Netflix que acho que propiciou um volume de produção mais robusto, que deu conta dessa história, que é difícil.
Era um roteiro grande, né? Era um roteiro bem desafiador, muitas locações. Foi um pouco uma mistura de tudo assim: uma mistura desse desafio da gente, principalmente aqui em Minas, não ter tantos editais para longa-metragem sempre. Para projetos robustos como esse, então, nem se fala, né?
Mas eu acho que, no fim das contas, eu também eu respeito muito — e a gente, a produtora, respeita muito — o tempo assim dos processos.
A gente fala assim: “Nossa, demorou muito tempo para fazer”, e parece que é sempre num tom de reclamação. Em parte é, né, porque a gente quer que o cinema brasileiro nos dê mais oportunidades.
Mas, ao mesmo tempo, eu acho que também o filme nasce quando ele tem que nascer, da forma como ele tem que nascer. E eu acho que o “Vicentina”, é, me parece mais um um exemplo desse, né?
Camilla Damião, Rejane Faria, Cícero Lucas e Carlos Francisco em cena de ‘Marte Um’
Divulgação
g1 – No site da Ancine, diz que “Marte Um” teve um público um pouco menor de 100 mil pessoas.
Gabriel Martins – Foi mais, foi mais de 100 mil pessoas, na verdade.
(“A distribuidora me passou o numero de 104.417”, afirmou Martins, depois da entrevista. “Tem borderôs que a Ancine não registrou, pois tem salas não cadastradas.”)
g1 – Ah, que bom. Porque me parece pouco mesmo. É um dos melhores filmes dos dos dos últimos anos, tranquilamente.
Gabriel Martins – Obrigado.
g1 – Como melhorar esse alcance? O filme foi sucesso com a crítica, escolhido para tentar ser o representante do Brasil no Oscar e ainda teve um um público tanto um tanto quanto limitado.
Gabriel Martins – Tentando dar uma resposta complexa um pouco mais compacta aqui (risos), eu acho que a coisa que eu colocaria como simples é o investimento público. Transformar o cinema como parte real e vital da cultura brasileira. Não só o cinema, mas todas as artes.
Entender que o cinema, com essa cadeia produtiva muito ampla e muito cara — a gente não pode deixar que, no fim das contas, fique parecendo que é a culpa do filme ou da distribuidora que não conseguiu fazer o marketing do jeito certo.
Na verdade, é um problema que começa ali nas escolas, né? De criar um interesse e uma cultura. Criar salas de cinema públicas, de repente, que sejam mais acessíveis do que as salas que nós já temos.
Acho que transformar isso de certa forma no patrimônio cultural para que quando, por exemplo, uma Cinemateca Brasileira pegue fogo, isso seja uma questão muito grave, e não seja só mais uma questão que as pessoas nem sabem o que é.
Então, eu acho que existe uma cadeia que precisa agir de várias formas. Existe a disposição disso no mercado brasileiro cinematográfico — pessoas que trabalham com cineclubes, professores, pesquisadores —, e eu acho que existe cada vez mais o interesse das pessoas também em resgatar o cinema brasileiro e assistir o que é feito aqui.
Só que acho que sem investimento — investimento para se poder ter mais salas de cinema, para de fato proteger as salas de cinema e o espaço de cotas para a produção brasileira —, a gente não vai conseguir mudar esse cenário. Então não existe muito uma outra solução, a meu ver, a não ser um investimento muito forte em todas essas cadeias para construir atenção e valorização para o cinema brasileiro.
Rejane Farias e Renato Novaes em cena de ‘Vicentina pede desculpas’
Denize dos Santos/Netflix
g1 – Essa semana saíram lá os os 15 filmes que podem chegar a representar o Brasil no Oscar. “Vicentina” está entre eles. É, aliás, um grande momento do do cinema mineiro. O “Nosso Segredo”, do qual você é um dos montadores, também está lá.
Gabriel Martins – Sim.
g1 – Eu já vi você falando que “toda essa questão de Oscar é legal, mas também não pode ser apenas isso que exista”. Mas eu eu sinto também que ela ajuda a trazer a atenção de volta. O público no geral tem essa questão, de olhar o mundo reconhecendo, e aí começa a reconhecer também. O quanto isso pode ajudar também a fomentar esse interesse e a formar o público pelo pelo cinema nacional?
Gabriel Martins – Existe uma visibilidade que é inevitável, né? E jornalisticamente falando, em termos de opinião pública, acho que isso lembra as pessoas que: “Olha, gente, tem o cinema brasileiro forte”. Inclusive em outras regiões do país. No Recife, a gente viu aí com “O Agente Secreto”. “Marte Um” aconteceu isso, né? De repente começou a se falar mais ainda de cinema mineiro.
Então eu acho que qualquer tipo de destaque, até pensando nos festivais internacionais. O “Nosso Segredo” estava em Berlim, a gente está aí em Toronto, San Sebastián. Eu acho que aos poucos passos a gente vai trazendo atenção, mas a única coisa que eu sinto é que não pode ser só isso.
Porque, se for só isso, vai continuar sendo exceção e êxitos individuais dos filmes e de produções que têm modelos muito específicos. Eu acho que o que a gente tem que tentar, nesse volume de atenção que o Brasil tem tido em premiações nos últimos dois anos, realmente fomentar tudo isso que eu já falei na resposta anterior, né? De algo que de fato sedimente espaço até para novos talentos.
Novas produtoras que estão surgindo por aí, tanta gente legal que não necessariamente vai nesse momento já da sua carreira chegar lá no Oscar com o primeiro filme, mas eu acho que merece também ter seu espaço, merece também ter um público maior do que o do “Marte Um”.
Eu acho que a gente precisa realmente construir esse caminho simplesmente porque eu acho que a gente merece, assim. A cultura brasileira e o cinema brasileiro merecem por tudo que vêm fazendo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beth Gibbons, do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027


Beth Gibbons, do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027.
Divulgação/Kimberley Ross
Beth Gibbons, vocalista do Portishead, é a primeira atração confirmada do C6 Fest 2027.
A cantora e compositora britânica se apresenta no último dia do festival, que chega à quinta edição entre 20 e 23 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
O show marcará o retorno de Beth Gibbons ao Brasil após 24 anos. A última passagem da artista pelo país aconteceu em 2003, no Rio de Janeiro, quando se apresentou ao lado de Rustin Man, projeto do músico Paul Webb.
Carreira além do Portishead
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Em 2014, Beth Gibbons lançou “Out of Season”, álbum feito em parceria com Rustin Man. No mesmo ano, participou de uma interpretação da Sinfonia nº 3 de Henryk Górecki, conhecida como “Symphony of Sorrowful Songs”.
A apresentação foi realizada ao lado da Polish National Radio Symphony Orchestra, sob regência de Krzysztof Penderecki.
Nos últimos anos, Gibbons também ampliou suas colaborações. A cantora emprestou sua voz à faixa “Mother I Sober”, de Kendrick Lamar, presente no álbum Mr. Morale & the Big Steppers.
Ela também participou da coletânea beneficente HELP 2, organizada pela War Child, com uma versão de “Sunday Morning”, do The Velvet Underground.
C6 Fest 2027
Nas edições anteriores, passaram pelos palcos do festival nomes como Kraftwerk, Robert Plant, Pretenders, Raye, Samara Joy, The xx, Wilco e Pavement, entre outros. O festival estreou em 2023.
A quinta edição do C6 Fest será realizada de 20 a 23 de maio de 2027, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Os demais nomes da programação e o início da venda de ingressos serão anunciados ainda este ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tini Stoessel rompe relação profissional com o pai e auditoria expõe problemas financeiros


Tini Stoessel
Reprodução/Instagram
Martina “Tini” Stoessel encerrou sua relação profissional com seu pai, Alejandro Stoessel, há três meses, segundo informações do jornal “La Nacion”. O produtor representou a filha por 15 anos, desde o início de sua carreira na série Violetta, quando ela tinha 14 anos. Após essa decisão, a artista pediu para que fosse realizada uma revisão nos contratos, contas e empresas ligadas a seu nome.
De acordo com a publicação, a auditoria teria revelado que o pai de Stoessel era o único beneficiário de seus ganhos, com uma soma que chega a US$ 70 milhões. O jornal entrou em contato com Alejandro Stoessel, mas o produtor não respondeu às mensagens. Nem a cantora nem a mãe, Mariana Muzlera, se pronunciaram publicamente sobre a separação empresarial.
‘Lei Larissa Manoela’ pode limitar acesso dos pais a dinheiro dos filhos
O jornalista Damián Rojo explicou que a cantora assinou documentos confiando em quem os apresentava, sem conhecer o teor do que estava escrito. “Em alguns casos, e a pedido das próprias empresas contratantes, ela afirmou que aceitava o envolvimento dessas empresas. Mas ela nunca cedeu seus direitos a elas, nem seus direitos de imagem, nem seus direitos comerciais. Ela assinou esses documentos sem conhecer o seu alcance total, confiando em quem os apresentou a ela. As empresas controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pelo trabalho da jovem, e ela não consta como autorizada a fazer transações bancárias em nenhuma dessas empresas”, afirmou ele. A artista só teve acesso à sua própria conta em junho de 2026, após a intervenção de advogados.
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
A cantora teria um limite de gastos mensais de US$ 5.000 em seu cartão de crédito pessoal. De acordo com fontes do jornal, um argumento para concentrar o dinheiro nas mãos do pai residia na proteção da jovem contra possíveis reivindicações legais externas.
A investigação interna teria começado a pedido do jogador argentino Rodrigo de Paul, noivo de Tini. Segundo o programa “Secretos Verdaderos”, o atleta sugeriu a revisão dos detalhes financeiros depois que seu sogro solicitou um acordo pré-nupcial. Diante disso, a cantora percebeu sua falta de controle financeiro.
“La Nacion” explicou ainda que, por enquanto, não há nenhuma queixa formal por fraude ou administração fraudulenta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Junior faz feats com Luccas Carlos e com Melly no percurso do EP ‘Labirinto’


Encerrado o ciclo do álbum ‘Solo’, Junior começa a mostrar as cinco músicas que compõem o repertório autoral do EP ‘Labirinto’
Kelly Schnaidman / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Encerrado o ciclo do álbum “Solo” (2023 / 2024), projeto desdobrado em álbum ao vivo lançado em janeiro, Junior Lima parte para o segundo trabalho da carreira solo. Nesta quinta-feira, 27 de agosto, o cantor, compositor e instrumentista paulista começa a apresentar as cinco músicas que compõem o EP “Labirinto”, produzido pelo próprio Junior em parceria com Lucas Romero.
O primeiro single revela a música-título “Labirinto”, composta por Junior com Bia Marques e André Martins Pappalardo. Ao longo das quatro quintas-feiras do mês de setembro, o cantor lançará as outras quatro músicas do EP “Labirinto”.
Em 3 de setembro, Junior apresentará “Rua 39”, música de pegada urbana gravada com Luccas Carlos. Em 10 de setembro, o cantor lançará “Só você que não”. Na sequência, em 17 de setembro, é a vez do single “Dominou”. Por fim, em 24 de setembro, Junior apresenta “Na mão do acaso”, canção de acento R&B gravado por Junior com Melly.
Em tese, as cinco músicas do EP parecem tentar ajustar o som de Junior às tendências do mercado de música pop para que o cantor se encontre em “Labirinto”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Peter Cullen, voz do Optimus Prime em ‘Transformers’, morre aos 85 anos


Peter Cullen ficou mundialmente conhecido por dar voz a Optimus Prime, líder dos Autobots na franquia “Transformers”.
Reprodução/Instagram/Peter Cullen
Peter Cullen, dublador conhecido mundialmente por interpretar a voz de Optimus Prime na franquia “Transformers”, morreu aos 85 anos.
O ator faleceu na última quarta-feira (26), em sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo site TMZ. A causa da morte não foi revelada.
Em comunicado ao portal americano, a família afirmou que Cullen “morreu em paz, cercado por seus familiares”.
Os familiares também pediram que o legado do dublador seja lembrado por meio de atitudes de compaixão, integridade e lealdade, destacando uma frase que marcou sua mensagem: “sejam fortes o suficiente para serem gentis”.
Voz do Optimus Prime
Agora no g1
Peter Cullen deu voz a Optimus Prime, líder dos Autobots, na série animada original de “Transformers”, lançada na década de 1980. O personagem se tornou um dos maiores símbolos da cultura pop.
No primeiro longa-metragem da franquia, lançado em 2007, Cullen aparece novamente como a voz de Optimus Prime e participa do discurso marcante do personagem na sequência final.
Optimus Prime (voz de Peter Cullen) numa cena de ‘Transformers: O despertar das feras’
Divulgação
Dublador também deu voz ao Predador e Mario
Um de seus trabalhos mais curiosos foi como a voz do Predador, no filme “Predador”, de 1987. O longa, estrelado por Arnold Schwarzenegger, se tornou um clássico do cinema de ação e ficção científica.
Cullen também ficou conhecido por interpretar personagens de universos completamente diferentes. Entre eles está Bisonho, personagem de “Ursinho Pooh”, além de Monterey Jack, de Tico e Teco: Os Defensores da Lei.
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Outro trabalho de destaque foi KARR, inteligência artificial e antagonista da série Knight Rider. O personagem se tornou uma das participações memoráveis da produção televisiva.
Durante os anos 1980, o artista chegou a ser responsável pela voz de Mario na série animada original de Donkey Kong.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruno Gouveia, do Biquini, é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (31)


Bruno Gouveia, do Biquini, é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (31) Cantor é a convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 80 anos, João Bosco ganha a Medalha UBC e compartilha a honraria com o imortal parceiro Aldir Blanc


João Bosco é o homenageado da quarta edição da Medalha UBC, honraria da União Brasileira de Compositores
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Na próxima quarta-feira, 2 de setembro, Aldir Blanc (1946 – 2020) faria 80 anos. Na véspera, 1º de setembro, João Bosco – com quem Aldir construiu obra fundamental em parceria que atingiu o auge na década de 1970 – será laureado com a Medalha UBC, conferida ao compositor, cantor e violonista mineiro pela União Brasileira de Compositores.
É sintomático que João Bosco, também ele já um octogenário desde 13 de julho, receba a honraria tão perto do aniversário de Aldir Blanc. É que a dupla Bosco & Aldir se manteve inseparável e imortalizada no panteão da música brasileira, por mais que Bosco tenha mantido a relevância da obra autoral após a dissolução gradual da parceria – apresentada em 1972 e diluída na primeira metade dos anos 1980 – através da feitura de músicas com poetas como Antonio Cicero (1945 – 2024), Francisco Bosco, José Carlos Capinan e Waly Salomão (1943 – 2003). Sem falar nas várias composições que fez e assinou sozinho, caso de “Jade” (1989).
É difícil falar de Aldir Blanc sem mencionar João Bosco. E vice-versa. Eleger João Bosco como o homenageado da quarta edição da Medalha UBC – em cerimônia que terá um pocket show para convidados que reunirá nomes como Badi Assad, Joyce Alane, Juliana Linhares, Laura de Castro e Pedro Luís no palco da Casa UBC, no Rio de Janeiro (RJ), sob direção musical de Julinho Teixeira – é também celebrar Aldir Blanc na semana dos 80 anos do bardo carioca.
O próprio João Bosco estende a homenagem ao parceiro falecido há seis anos, vítima de covid-19. “Toda homenagem ao compositor é, antes de tudo, uma homenagem à própria canção. É dela que nasce o encontro entre quem escreve, quem interpreta e quem escuta. Recebo a Medalha UBC com alegria e gratidão, olhando para essa longa caminhada, de mais de trezentas composições, como quem continua aprendendo com a música todos os dias. Divido essa distinção com meus estimados parceiros, principalmente com aquele que já não está aqui, mas que de certa forma esteve sempre ao meu lado, Aldir Blanc, e também com os intérpretes que deram vida às minhas, às nossas canções, e com o público, que é quem completa o sentido de cada uma delas. Seguimos. Ser compositor é um ofício do qual me orgulho”, celebra João Bosco, que estreia oficialmente o show comemorativo dos 80 anos em 2 de outubro, na casa Qualistage, no Rio de Janeiro (RJ).
Diretor executivo da UBC, Marcelo Castello Branco também menciona Aldir Blanc ao justificar a escolha de Bosco para receber a medalha já entregue a Fausto Nilo, Luiz Caldas e Guilherme Arantes. “João Bosco é um patrimônio da música brasileira, como testemunha musical de nossas perplexidades, desventuras e amores. A parceria de João com Aldir Blanc produziu canções eternas que descreveram com sensibilidade o nosso tempo social, político e afetivo, com nossas contradições, pequenezas e altruísmos. A dupla foi fundamental na construção das infinitas possibilidades da música brasileira. Como instrumentista, João é um virtuoso, um artesão de um som particular, que alia simplicidade e complexidade com genialidade despretensiosa”, resume Marcelo Castello Branco.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: ‘Acorda Pedrinho’ nasceu em zoeira de boteco e conquistou famosos no TikTok


Como um cochilo em um boteco de Curitiba inspirou ‘Acorda, Pedrinho’
Em 2022, a música “Acorda, Pedrinho” tomou conta do TikTok e do Instagram, transformando-se em uma das maiores tendências do ano.
O refrão chiclete inspirou dancinhas de anônimos e de diversas personalidades, como Anitta, Jade Picon, Gkay, Fiuk e Fátima Bernardes. O fenômeno projetou nacionalmente a banda de pop alternativo Jovem Dionísio, vinda de Curitiba.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Formada por cinco integrantes, a banda não planejava produzir conteúdos voltados para o consumo rápido de plataformas digitais.
A composição nasceu de bobeira, inspirada na rotina do Bar do Dionísio, comércio da capital paranaense que também deu nome ao grupo.
Banda Jovem Dionísio, de Curitiba (PR)
Reprodução/Redes Sociais
O Pedrinho mencionado na canção era um cliente assíduo do local, conhecido por jogar sinuca e por tirar uma soneca entre os jogos. A piada interna já circulava desde 2013, quando uma foto de “atleta” dormindo em uma comemoração de aniversário foi publicada na internet.
A faixa “Acorda, Pedrinho” virou o principal single do álbum de estreia da banda, batizado com o mesmo nome.
Em seguida, o grupo lançou o projeto “Ontem Eu Tinha Certeza, Hoje Eu Tenho Mais”, emplacando outro trecho de sucesso nas redes com a música “Tô Bem”.
Emplacar dois sucessos virais em sequência não foi planejado pelo grupo. Inclusive, o quinteto vem tentando se afastar da imagem de “banda do TikTok”.
Em 2026, a Jovem Dionísio lançou o álbum “Migalhas”, que apresenta uma sonoridade mais sóbria.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio deve atrair R$ 3,3 bi para economia carioca e 100 mil pessoas por dia de evento


O Rock in Rio, que começa na sexta-feira da semana que vem (4), tem a expectativa de movimentar R$ 3,3 bilhões na economia carioca e atrair mais de 100 mil pessoas por dia à Cidade do Rock, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Para atender à demanda, a Prefeitura do Rio montou uma operação especial que inclui bloqueios de trânsito no entorno do Parque Olímpico a partir das 14h em todos os dias do festival. O esquema foi detalhado nesta quinta-feira (27).
De acordo com a FGV, o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indiretos. A estimativa é de que o faturamento cresça 14% em relação à edição de 2024.
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Como o clipe de ‘Virtual Insanity’, do Jamiroquai, foi criado?
Turismo
O festival receberá cerca de 100 mil pessoas por dia na Cidade do Rock, instalada no Parque Olímpico. Segundo a organização, 49% do público é de fora do Estado do Rio de Janeiro, enquanto 66% dos participantes vêm de outros municípios.
As cidades do país que contam com maior presença na compra de ingressos são:
Rio de Janeiro;
São Paulo;
Niterói;
Belo Horizonte;
Brasília.
Trânsito
Bloqueios de trânsito para o Rock in Rio
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A Prefeitura do Rio repetirá o esquema especial de trânsito adotado em edições anteriores. As vias do entorno do Parque Olímpico permanecerão abertas entre 5h e 14h. A partir desse horário, quando as catracas são liberadas para a entrada do público, os acessos serão bloqueados até as 3h, horário previsto para o encerramento das atividades diárias do festival.
A operação contará com 210 operadores de trânsito e dez pontos de bloqueio equipados com tecnologia OCR, que permite a identificação automática de moradores da região e veículos credenciados. Os veículos autorizados terão acesso liberado, enquanto os demais serão direcionados para rotas alternativas.
Entre as operações de rotina, as faixas reversíveis e as áreas de lazer funcionarão normalmente. Os fechamentos para manutenção de túneis e elevados na região do Parque Olímpico serão suspensos durante o evento.
A Área de Proteção ao Ciclista de Competição do Porto (APCC Porto) ficará suspensa nos dias do festival.
Transporte
A recomendação da Prefeitura é que o público utilize transporte público para chegar ao evento. A principal opção é o BRT Expresso Rock in Rio, que funcionará nos sete dias do festival com tarifa de R$ 29 para ida e volta. A venda será feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé.
Os bilhetes poderão ser pagos com saldo da Conta Transporte, Pix ou cartão de crédito. Cada conta poderá comprar passagens para até dez pessoas por dia de evento.
Visitantes estrangeiros também poderão se cadastrar no aplicativo utilizando e-mail ou número de telefone e efetuar o pagamento por Pix ou cartão de crédito.
As gratuidades do sistema Jaé não serão válidas para o serviço especial do festival. Também não será permitido utilizar saldo de vale-transporte na compra dos bilhetes.
Três linhas especiais farão a ligação entre terminais do BRT e a Cidade do Rock. Os serviços funcionarão das 11h às 4h do dia seguinte:
SE08 – Terminal Jardim Oceânico x Terminal Centro Olímpico (direto)
Tempo de viagem: 30 minutos.
SE09 – Terminal Alvorada x Morro do Outeiro (direto)
Tempo de viagem: 18 minutos.
SE10 – Terminal Paulo da Portela x Morro do Outeiro (semidireto)
Paradas nas estações Praça Seca, Tanque e Taquara.
Tempo de viagem: 40 minutos.
Para embarcar, o passageiro deverá apresentar no aplicativo Jaé o QR Code correspondente ao serviço contratado.
Após o desembarque, será necessário validar o código para retirar a pulseira de retorno em tendas próximas à entrada da Cidade do Rock.
O QR Code ficará disponível a partir do dia 28 para quem adquirir o serviço e será válido apenas para a data selecionada. Quem utilizar apenas a viagem de volta também precisará comprar o bilhete do BRT Expresso Rock in Rio, no valor de R$ 29.
Metrô
A estação Jardim Oceânico funcionará com embarque 24 horas durante o festival. Na madrugada, as demais estações permanecerão abertas apenas para desembarque.
A operação especial ocorrerá das 5h de sexta-feira (4) até 23h59 de terça-feira (8), e das 5h de sexta-feira (11) até 23h59 de segunda-feira (14).
A tarifa seguirá em R$ 7,90 por viagem. O valor do metrô não está incluído no bilhete do BRT Expresso Rock in Rio e deverá ser pago separadamente.
A recomendação é que os passageiros recarreguem o Jaé com antecedência ou utilizem pagamento por aproximação para evitar filas.
VLT
A Linha 1 do VLT, que liga o Terminal Gentileza ao Aeroporto Santos Dumont, funcionará 24 horas durante o evento. As demais linhas operarão normalmente, das 5h às 23h.
O embarque e desembarque do serviço especial poderão ser feitos nas estações:
Terminal Gentileza;
Rodoviária do Rio;
Cordeiro da Graça;
Carioca;
Cinelândia;
Aeroporto Santos Dumont
A partir das 5h, todas as linhas voltam à operação regular, com atendimento em todas as paradas do trajeto.
A tarifa do VLT é de R$ 5 e pode ser paga com os cartões físico e virtual do Jaé ou por Pix diretamente nos validadores. Nesse caso, o passageiro deve manter o comprovante da transação para eventual apresentação aos fiscais.
Ordem urbana
A Secretaria Municipal de Ordem Pública atuará com 478 agentes por dia. As equipes estarão concentradas na fiscalização do sistema BRT, combate ao comércio irregular, repressão ao estacionamento em locais proibidos e fiscalização do transporte clandestino.
A Guarda Municipal terá efetivo distribuído no entorno da Cidade do Rock e em pontos estratégicos da cidade, como a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza, os aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, o Píer Mauá e áreas turísticas. Ao longo de toda a operação, serão empregados mais de 4,7 mil agentes.
O monitoramento contará com apoio de drones.
A Arena Carioca 1 reunirá uma central integrada de órgãos públicos, com representantes do Tribunal de Justiça de Grandes Eventos, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil e do Centro de Operações Rio (COR).
Saúde
O festival terá seis postos médicos e 16 ambulâncias à disposição do público. O Hospital Municipal Lourenço Jorge e o CER Barra terão reforço nas equipes de plantão durante os dias do evento.
A Secretaria Municipal de Saúde também realizará ações de vacinação em locais de grande circulação, como aeroportos e terminais rodoviários.
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Fonte: G1 Entretenimento