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BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele


Adele vence três prêmios principais no Brit Awards 2022
Tolga Akmen / AFP
A BRIT School, em Londres, parece ter a receita de sucesso para formar futuros artistas famosos. As cantoras Amy Winehouse, Adele e Raye, assim como o ator Tom Holland, conhecido por seu papel como “Homem-Aranha”, são ex-alunos desta instituição pública, que se orgulha por ser gratuita.
O ano de 2026 começou especialmente bem para esta escola de artes cênicas e criativas, localizada em um bairro popular de Londres, com a consagração de Olivia Dean e Lola Young no Grammy Awards, em Los Angeles.
A primeira venceu o prêmio de Artista Revelação do Ano e a segunda faturou o Grammy de Melhor Performance Pop Solo pelo sucesso “Messy”. As duas ex-alunas também triunfaram no Brit Awards, o prêmio britânico da música.
“É extremamente emocionante”, diz um ex-professor de ambas, Chris McInnes, diretor-adjunto de música na BRIT School. “Nunca nos atribuiremos o mérito de seu sucesso. O que fazemos é criar o melhor ambiente possível para que os alunos desenvolvam suas capacidades”, acrescenta.
Olivia Dean vence o Grammy de Melhor Artista Revelação
REUTERS/Daniel Cole
Cerca de 1.500 jovens, entre 14 e 19 anos, estudam na escola, onde frequentam o equivalente ao ensino médio.
Nos corredores desta instituição, conhecida por sua diversidade cultural, alguns alunos cantam com um talento evidente. Outros trabalham em silêncio em um estúdio de gravação.
Em uma das salas de aula, um grupo ensaia o musical “Six”. Luke Crown, no teclado, e Naomi Simon, de microfone na mão, preparam-se para um espetáculo em maio.
“Escolhi a BRIT School porque não há nenhum outro lugar onde se possa estudar música com tal intensidade, a esse nível, e fazendo dela o centro dos estudos”, diz Luke, de 18 anos.
“Oportunidade”
Naomi, de 19 anos, já teve uma “oportunidade excepcional” graças à escola, pois participou no coro do novo álbum da cantora Raye.
Mas nada disso teria sido possível se a escola fosse paga. “Minha família não tem muito dinheiro, por isso, para mim, estar em um lugar onde o preço não é um problema é incrível”, afirmou.
A escola, inaugurada no início da década de 1990 no bairro de Croydon, no sul de Londres, é financiada em 80% pelo Estado. O restante do orçamento vem de patrocinadores, especialmente empresas, explica o diretor, Stuart Worden.
“Por que só quem tem recursos para comprar uma câmera deveria fazer cinema? Por que só quem pode pagar sapatilhas de dança deveria dançar? Todos deveriam poder se expressar através da arte”, diz Worden, que trabalha na escola há 32 anos.
Na recepção da BRIT School, uma parede está coberta de fotos de ex-alunos com trajetórias muito diversas. A seção mostra que um deles se tornou coordenador de especialistas em cenas de ação no cinema, outro, técnico de iluminação no Eurovision, festival europeu de canções.
Raye se apresenta no Grammy 2025
Chris Pizzello/Invision/AP
Chris McInnes organizou recentemente um encontro com ex-alunos que terminaram os estudos há dez anos. “Todos trabalham” com música, diz ele.
Nesta reunião, muitos alunos que estudaram na instituição “falaram sobre como (a escola) os ajudou. É um grande orgulho para mim”, acrescenta.
Adele, Raye e Olivia Dean também nunca perdem a oportunidade de contar a importância da BRIT School em suas vidas.
Durante a pandemia de covid-19 em 2020, Tom Holland deu “aulas de teatro on-line a partir do seu quarto, porque queria retribuir o que havia recebido”, conta o diretor.
Um conselho que Chris McInnes dá aos seus alunos é: “sejam gentis com os outros. Há muita gente talentosa. Portanto, se você não for confiável nem empático, ninguém vai querer trabalhar com você”.
Os professores ainda lembram de Adele, com 16 ou 17 anos, no palco durante o espetáculo de fim de ano.
“Todos saíram dizendo que o que tinham acabado de ver tinha sido realmente algo especial”, conta McInnes.
Tom Holland
Reuters/Mario Anzuoni

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles e Zoë Kravitz estão noivos, diz revista


Harry Styles e Zoe Kravitz estão noivos, diz revista
Reprodução
Harry Styles e Zoë Kravitz estão noivos, afirma a revista “People”. O cantor e a atriz, filha de Lenny Kravitz, foram vistos juntos pela primeira vez em agosto de 2025.
Desde então, os dois já foram fotografados juntos em várias ocasiões, em Londres, Nova York e Roma. Segundo a revista, ela deve acompanhar o cantor em uma parte da turnê “Together Together”, que passará pelo Brasil em julho.
Harry Styles no Brasil
Harry Styles fará uma série de shows em São Paulo neste ano. Ele se apresenta nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho no Estádio Morumbis, com participação especial da banda Fcukers.
Os preços variam entre R$ 265 (arquibancada, meia-entrada) e R$ 1.410 (pit, inteira). A pré-venda começa no dia 26 e a venda geral, no dia 28, pela Ticketmaster.
Os shows fazem parte da turnê “Together, Together” para promover o disco “Kiss All The Time. Disco, Ocasionally”.
Harry Styles mostra lado mais ‘experimental’ e dançante em disco novo

Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift registra marcas para sua voz e imagem em meio a preocupações com IA


Taylor Swift canta para fãs cariocas no Engenhão
Stephanie Rodrigues/g1
Taylor Swift registrou sua própria voz e imagem para proteger sua identidade diante dos avanços da inteligência artificial, segundo a Variety.
Nesta sexta (24), a empresa da cantora registrou três marcas no escritório de patentes dos EUA. Duas seriam focadas na proteção sonora de sua voz (especificamente as saudações “Hey, it’s Taylor Swift” e “Hey, it’s Taylor”).
Já a terceira marca registrada diz respeito a “uma fotografia de Taylor Swift segurando uma guitarra rosa com uma alça preta e vestindo um body iridescente multicolorido com botas prateadas. Ela está em um palco rosa em frente a um microfone multicolorido com luzes roxas ao fundo.”
Ao registrar elementos tão específicos, a equipe de Swift busca barrar a criação de conteúdos que possam enganar o público ou lucrar indevidamente com a imagem dela.
Sina de Ofélia: como uma música de IA vem sendo copiada por humanos
Estratégia foi usada por ator nos EUA
A estratégia de Swift segue uma tendência iniciada pelo ator Matthew McConaughey. Em 2025, o órgão de patentes americano aprovou oito registros distintos para o ator, consolidando uma nova forma de proteção para figuras públicas.
Entre os itens garantidos por McConaughey, estão o registro sonoro de seu famoso bordão “Alright, alright, alright!”, originado no filme “Jovens, Loucos e Rebeldes” (1993) e direitos específicos sobre outros fragmentos de áudio e vídeo.
Vale dizer que o sistema de marcas registradas não foi originalmente criado para proteger a personalidade de um indivíduo, mas a tese jurídica aplicada neste caso busca ampliar as ferramentas de defesa com o avanço da IA.
A ideia é que essas proteções ofereçam recursos legais adicionais e mais eficazes para combater a apropriação digital, permitindo que artistas mantenham o controle sobre sua própria identidade.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Fabulosa Máquina do Tempo’, de Eliza Capai, vence prêmio no Festival de Guadalajara no México


‘A Fabulosa Máquina do Tempo’, de Eliza Capai, vence prêmio no Festival de Guadalajara no México
Divulgação/Carol Quintanilha
“A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai, levou o prêmio de Melhor Feito Técnico-artístico da competição Ibero-americana de Documentários, no Festival de Internacional de Cinema de Guadalajara (FICG), no México. A cerimônia de premiação aconteceu neste sábado (24).
Produzido pela Amana Cine e com coprodução Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, o filme foi rodado no Piauí e acompanha de perto um grupo de meninas, que, através de conversas e brincadeiras, revelam um universo lúdico que dialoga diretamente com temas que vão desde a complexidade do casamento e das diferenças de gênero até as alegrias da infância.
“É uma grande honra receber este prêmio por ‘A Fabulosa Máquina do Tempo’, um filme que acompanha garotas de 7 a 12 anos no interior do Brasil, na cidade de Guaribas. Através do olhar delas, entendemos como essas meninas, que emergiram recentemente da pobreza, questionam o machismo estrutural e acessam muito mais oportunidades de sonhar do que as gerações anteriores”, afirmou Eliza após a conquista.
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A diretora ainda dedicou o prêmio “às meninas de Guaribas, a todas as crianças do mundo e a todos nós que mantemos nossas crianças aqui e seguimos sonhando”.
Segundo o júri do evento, a honraria se deve ao êxito do filme em “usar uma abordagem lúdica para retratar a vida de garotas adoráveis com muita alegria, dentro de uma realidade complexa. Destacando elementos como fotografia, som, edição e direção, ele alcança congruência com a visão da diretora. Uma equipe completa, cúmplice na construção de um mundo, mistura sonhos, desejos e realidade.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Madonna anuncia single com Sabrina Carpenter


Madonna anuncia single com Sabrina Carpenter
Reprodução/Instagram
Madonna anunciou, nesta segunda-feira (27), uma parceria com a cantora Sabrina Carpenter. “Bring Your Love” será lançada nesta quinta-feira (30).
A música foi apresentada previamente pelas duas artistas durante a aparição de Madonna ao lado de Sabrina Carpenter no festival Coachella deste ano.
A faixa deve integrar o novo álbum de Madonna, “Confessions on a Dance Floor II”, previsto para sair no dia 3 de julho.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Hayley Williams, vocalista do Paramore, anuncia o primeiro show solo em São Paulo


Hayley Williams no show do Paramore, no Rio, em 2023
Divulgação
Hayley Williams anunciou, nesta segunda-feira (27), seu primeiro show solo na América do Sul. A vocalista do Paramore se apresenta no dia 12 de novembro no Espaço Unimed, em São Paulo, com a turnê “The Hayley Williams Show”.
A pré-venda começa no dia 4 de maio para fãs cadastrados pelo HW HQ. A venda geral abre no dia 6 de maio, às 10h pelo site da Eventim e às 11h na bilheteria oficial do Espaço Unimed. A partir do dia 7 de maio, as vendas presenciais seguem no Allianz Parque.
Vídeos em alta no g1
Setores e preços:
Pista: R$ 282,50 (meia) | R$ 565,00 (inteira)
Pista Premium: R$ 412,50 (meia) | R$ 825,00 (inteira)
Mezanino: R$ 472,50 (meia) | R$ 945,00 (inteira)
Camarote A: R$ 497,50 (meia) | R$ 995,00 (inteira)
Camarote B: R$ 497,50 (meia) | R$ 995,00 (inteira)
Hayley Williams, vocalista do Paramore, anuncia primeiro show solo em São Paulo
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Lienne emerge na travessia marítima do álbum ‘Guanabara São Francisco’


Lienne lança o segundo álbum, ‘Guanabara São Francisco’, na quinta-feira, 30 de abril, com dez músicas autorais
Júlia Aldenucci / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Carioca de ascendência nordestina, criada entre famílias oriundas do Ceará e de Pernambuco, Lienne Aragão harmoniza a vivência musical na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) com a herança do clã na travessia marítima do segundo álbum da cantora e compositora, “Guanabara São Francisco”.
No mercado fonográfico digital a partir de quinta-feira, 30 de abril, em edição do selo Peneira Brasil, o álbum já propõe no título a convergência das águas fluminenses da Baía de Guanabara com a correnteza do Rio São Francisco que irriga o Nordeste do Brasil como fonte de riquezas culturais.
Nessa imaginária ponte marítima, Lienne – como a artista assina, sem o sobrenome – emerge com dez músicas autorais, a maioria feita com parceiros que também compõem sob a inspiração das brasilidades que movem a cantora e compositora no mundo da música. Thiago Amud assina com Lienne a canção-título “Guanabara São Francisco”.
Entre sambas, maracatus e cocos, Lienne singra com afinação e leveza na correnteza de “Mar e maré” (parceria com Bruno Barreto), evoca a aridez do sertão nordestino na introdução de “Ser de amor” (parceria com Vidal Assis) e se junta à conterrânea carioca Katarina Assef – parceira da artista em “Bruxa menina” – para celebrar as belezas do Brasil em música de natureza feminina que evoca a poética de canções de Joyce Moreno e Ana Terra.
Sucessor do álbum de estreia de Lienne, “Porta-chuva” (2018), disco lançado há oito anos, “Guanabara São Francisco” navega com forte base percussiva que sustenta músicas que geralmente versam sobre o mar, casos de “Barco de fita” (Lienne e Rodolpho Dutra) e “Canto de sereia” (Lienne e Ledjane Motta), faixas gravadas com as participações de Elisa Fernandes e Ledjane Motta, respectivamente.
“Ventania na mata” (Lienne / Gabriel Deodato) desloca o álbum dos universo dos mares para o mundo verde das folhas com poder curativo. Única música assinada somente por Lienne, “Canto de saudade” prepara o clima para o fim do álbum, encerrado com a correnteza de “Anjo agreste”, música composta e cantada por Lienne com o parceiro Pedro Iaco.
Produzido de forma independente, o álbum “Guanabara São Franscisco” mostra Lienne nadando contra a corrente do mercado da música, sem a diluição pop das brasilidades tragadas pelo mainstream.
Capa do álbum ‘Guanabara São Francisco’, de Lienne
Júlia Aldenucci / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Diablo 4: Lord of Hatred’ simplifica o básico e amplia opções em final incrível de história; g1 jogou


É possível avaliar “Lord of Hatred” como uma excelente segunda expansão de “Diablo 4”.
Por um lado, simplifica o básico do RPG de ação de 2023 e funciona como um ótimo ponto de partida para novos jogadores. Por outro, amplia opções para veteranos que querem ainda maior controle sobre certos detalhes do sistema.
Mas o grande trunfo do DLC lançado às 20h (horário de Brasília) desta segunda-feira (27) é mesmo a satisfação gerada pela conclusão grandiosa da história, que amarra todas as pontas soltas, o jogo base e suas duas atualizações – como se fosse uma só aventura épica.
No caso, uma só aventura épica com preço de três games – cerca de R$ 750 – para aqueles que compraram cada “capítulo” de forma separada.
“Lord of Hatred” até pode ser adquirido em conjunto com o antecessor, “Vessel of Hatred”, por R$ 300 – um negócio interessante para os novatos, mas que deve deixar gosto amargo na boca de quem foi atrás da primeira expansão em 2024.
Com duas novas classes, uma região inédita, a reinvenção da árvore de habilidades e a introdução de um sistema de missões com progressão e recompensas próprio, a expansão se torna a versão definitiva do game – em contraste gritante com a antecessora, um DLC bacana, mas que se contentava em ser um mero complemento, ao invés do prato principal.
Assista ao trailer de ‘Diablo 4: Lord of Hatred’
O fim de Mefisto…
Com o confronto final – ou pelo menos tão final quanto confrontos podem ser na franquia “Diablo” – contra Mefisto, um dos três grandes vilões da série, “Lord of Hatred” mostra um planejamento a longo prazo dos desenvolvedores.
A campanha principal amarra a trama iniciada no jogo base com despedidas emocionantes a personagens centrais, o retorno de outros e a conclusão equilibrada para a batalha entre o Senhor do Ódio e sua filha, Lilith.
O maior defeito é mesmo sua concentração na nova região de Skovos, um arquipélago inspirado pela Grécia. Nada contra a área, que traz um clima ensolarado incomum para o jogo, mas seria legal retornar e ver o envolvimento de cidades que foram fundamentais para a aventura em seu início.
Dito isso, o enredo é mais do que o suficiente para quem joga apenas o modo história, sem grande interesse pelo fim de jogo, ou “endgame” – as atividades que acontecem depois dos créditos.
‘Diablo 4: Lord of Hatred’
Divulgação
…e o fim de jogo
Para a maioria dos jogadores, é aí que “Diablo 4” começa de verdade. E “Lord of Hatred” entrega conteúdo para agradar dos casuais aos mais viciados.
Os planos de guerra são uma adição simples, mas bem bolada. Ao organizar as diferentes atividades – masmorras de pesadelo, hordas e marés infernais e até a árvore dos sussurros – em um sistema com progressão clara e recompensas, a novidade oferece doses de dopamina mais satisfatórias e com maior regularidade.
Já o Cubo Horádrico, uma ferramenta clássica apresentada em “Diablo 2”, até pode empolgar os amantes da série, mas carece de refinamento. Com um nível elevado de aleatoriedade para a melhoria de itens, ele exige muita dedicação e paciência e nunca se torna essencial.
Nova árvore de habilidade de ‘Diablo 4: Lord of Hatred’
Divulgação
O lado bom e o ruim da nova árvore
Ao reinventar a árvore de habilidades, “Lord of Hatred” mostra seu lado mais gentil para os novatos – ou para aqueles que não têm tanta destreza para testar o entrosamento dentro de diferentes “builds” (os conjuntos de poderes que funcionam em melhor sintonia).
Para isso, elimina completamente as habilidades passivas. Ou seja, a partir de agora toda escolha passa a ser diretamente ligada a um golpe específico, o que facilita muito a visualização dos mais casuais.
Ainda há pequenas conexões entre pontos em extremos opostos, mas elas incentivam o uso de variações dentro da mesma progressão.
Infelizmente, o sistema emprega limitações por níveis que produzem gargalos desnecessários e frustrantes. É possível transformar um poder de sombras em um golpe de fogo, mas apenas depois que o personagem atinge o nível 40 de experiência.
Isso até incentiva diferentes composições e combinações, e significa que uma boa simbiose em um momento pode ser facilmente superada por uma muito melhor alguns níveis acima.
Mas também gera a situação absurda de ser obrigado a investir mais de 10 pontos em uma habilidade básica simplesmente porque não há outra opção disponível para um personagem recém-criado.
Paladino e Bruxo são as novas classes de ‘Diablo 4: Lord of Hatred’
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Do Céu ao Inferno
As novidades mais chamativas do DLC, é claro, são as novas classes. Paladino e bruxo se encaixam como uma luva no tema do sagrado contra o profano de toda a franquia e devem se tornar favoritos da comunidade.
O primeiro, aliás, já virou. Lançado em dezembro de 2025 e disponível desde então para quem adquiriu a expansão na época, o guerreiro usa de poderes divinos para enfrentar os inimigos – com uma agilidade invejável para alguém com uma armadura tão pesada.
Já o bruxo, inédito em toda a série até 2026, força criaturas infernais a lutarem ao seu lado. O que poderia ser uma mistura meia boca de necromante com feiticeiro rapidamente mostra habilidades bem próprias. Há um prazer um tanto fascinante em colocar demônios para enfrentar os exércitos do inferno.
No fim, talvez o maior defeito de “Lord of Hatred” seja exatamente a sensação de encerramento, de uma expansão tão bem pensada que deixa pouco espaço para novas atualizações.
Claro, melhorias sempre são possíveis e os desenvolvedores não anunciaram planos de deixar de lado o sistema (quase) perpétuo de temporadas, mas essa aventura claramente escreveu seu ponto final.
Não é fácil dizer adeus. Mas, depois de uma breve melancolia que sempre segue a euforia, há espaço para sonhar com os futuros da franquia – seja dentro do próprio “Diablo 4” ou, quem sabe, em um quinto capítulo.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Michael’: veja quais são os principais trechos musicais da cinebiografia do Rei do Pop


Momentos do Rei do Pop no filme ‘Michael’
Divulgação
‘Michael’, a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson, vem recebendo críticas extremamente negativas pelo mundo, ao mesmo tempo que vem sendo aclamado pelos fãs.
No entanto, a obra tem um ponto de convergência entre críticos e admiradores do artista: os momentos de música no longa.
Ao longo das pouco mais de 2h, o filme se aproveita da trajetória musical de Michael Jackson (interpretado pelo seu sobrinho, Jaafar Jackson) para prender a atenção do público.
‘Michael’, cinebiografia do rei do pop, emociona com música, mas não explora o personagem
Contando sua história desde o nascimento do quinteto Jackson 5, formado por Michael e seus irmãos, até o início da turnê “Bad”, no final dos anos 1980, a obra dirigida por Antoine Fuqua deixa de lado momentos importantes da vida do Rei do Pop fora dos palcos para reproduzir momentos musicais icônicos.
O g1 separou os principais momentos musicais do filme ‘Michael’. Confira:
Gravação de “I Want You Back”
Mesmo passando de forma muito acelerada, a infância de Michael Jackson e sua presença no Jackson 5 têm um grande valor. Para além dos momentos na TV, cantando os clássicos “ABC” e “I’ll Be There”, o grande momento fica por parte da gravação de “I Want You Back”.
Na cena, Michael (que na infância é interpretado por Juliano Valdi) está nos estúdios da Motown sob os olhares do produtor Berry Gordy (Larenz Tate). Mesmo se mexendo sem parar, o astro deixa todos incrédulos com sua capacidade vocal.
A criação de ‘Off The Wall’
Já adulto, ele se prepara para lançar seu quinto álbum solo e o primeiro em parceria com o produtor Quincy Jones.
Michael entra no estúdio e pede para Quincy abaixar um pouco as luzes. Nesse momento, ele fecha os olhos, se concentra e fala frases positivas antes de iniciar a gravação de “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”, faixa que abre o álbum e impulsiona a carreira do astro para um outro patamar.
Enquanto a música segue de fundo, imagens da sequência de prêmios e da gravação do videoclipe do single seguem. Aliás, para quem assistiu oa programa “Video Show”, que utilizava a canção como trilha, é difícil não arrepiar.
‘Beat It’ com gangues de rua
Michael Jackson talvez seja o maior performer que o planeta Terra já tenha visto. Dançava e se entregava como poucos. E numa das suas músicas mais icônicas, ele contou com uma ajuda “diferente”.
O filme retrata que, após ver uma reportagem sobre a série de crimes violentos em Los Angeles causados pela rivalidade entre as gangues Bloods e Cribs, o Rei do Pop decide reunir criminosos dos dois lados para ajudá-lo na coreografia.
A reunião aconteceu, mas a maneira como a união entre gangsters é tratada do filme fica boba. Porém, ter uma ideia (mesmo que fictícia) de como aquela dança se construiu emociona.
Gravação de ‘Thriller’
Ao criar o que se tornaria o disco mais vendido da história da música, Michael Jackson tinha uma ideia clara: faria “mini-filmes” das canções do álbum “Thriller”, com destaque para faixa-título.
O videoclipe (ou o curta de terror) virou um ícone audiovisual que vai muito além da música. O diretor Antoine Fuqua teve uma ótima sacada de mostrar como Michael era detalhista, interferindo nas tomadas e outros detalhes da gravação.
Esse, talvez, seja o momento onde a semelhança entre o Jaafar Jackson e seu tio mais impressiona o espectador.
O nascimento do moonwalK
O filme não mostra, mas Michael Jackson (e seus irmãos) deixaram a gravadora Motown em 1976 de forma pouco amigável após conflitos sobre a direção que queriam tomar para carreira.
Em 1983, com os ânimos mais calmos, Michael topou fazer uma apresentação com o Jackson 5 e mostrar um dos sucessos no momento: Billie Jean.
A apresentação que marcava os 25 anos da Motown se tornou um dos grandes momentos da história da música, com o clássico moonwalk “nascendo” para o mundo.
Show final da ‘Victory Tour’
Próximo do final, o filme apresenta a “Victory Tour”, turnê caça-níquel do Jackson 5 imposta pelo pai e antigo empresário de Michael, Joseph Jackson.
Com “Wanna Be Startin’ Somethin'” bombando nas caixas, Michael dá tudo de si na despedida e, no palco, anuncia que não cantará mais com os irmãos – quebrando a expectativa de Joseph em rodar o mundo com a turnê.
No filme, esse é o momento derradeiro onde Michael Jackson corta de vez a relação com seu pai.

Fonte: G1 Entretenimento

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Moacyr Luz e Gabriel Moura se juntam na cadência da brasilidade que rege o álbum colaborativo ‘Moa + Moura’


Moacyr Luz (à esquerda) e Gabriel Moura abordam oito músicas no álbum ‘Moa + Moura’ no formato vozes e violões
Rafael Wainberg / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O samba volta e meia atravessa os corações de Moacyr Luz e Gabriel Moura na cadência da imaginação. Esse é o mote da letra de “Atravessado”, samba de Moacyr Luz, Fred Camacho e Pretinho da Serrinha que abre “Moa + Moura”, álbum que junta os dois bambas em oito músicas gravadas ao vivo no Estúdio Central, no Rio de Janeiro (RJ), com as vozes e os violões dos artistas, além da percussão criada por Rodrigo Pirituba a partir de toca-fitas e ouvida justamente no samba “Atravessado”.
Produzido por Gabriel Moura e Moacyr Luz com Rico Manzano, o álbum “Moa + Moura” foi lançado na quinta-feira, 23 de abril, dia de São Jorge e aniversário de nascimento de Pixinguinha (1897 – 1973).
Entre composições inéditas e regravações das obras dos artistas, o repertório segue no balanço da brasilidade, alinhando músicas como o samba “Brasis” (Moacyr Luz, Gabriel Moura e Jovi Joviniano), o xote “Chamego” (Gabriel Moura e Gabriel Rossi), “Chora Brasil” (Moacyr Luz, Gabriel Moura e Pierre Aderne), “Fala Brasil” (Gabriel Moura e Tata Spalla), “Luaê” (Gabriel Moura), “Mariazinha” (Moacyr Luz e Sereno) e “Banzo” (Gabriel Moura).
Capa do álbum ‘Moa + Moura’, de Moacyr Luz e Gabriel Moura
Rafael Weiberg / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento