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João Bosco revolve ‘Memória da pele’ com Vanessa Moreno no álbum dos 80 anos, ‘Amigos novos e antigos’


Vanessa Moreno integra o elenco estelar do álbum comemorativo dos 80 anos de João Bosco, ‘Amigos novos e antigos’
Reprodução / Facebook Vanessa Moreno
♫ NOTÍCIA
♬ Quando se apresentou no Rio Montreux Jazz Festival em 12 de outubro de 2023, João Bosco cantou “Memória da pele” – parceria do compositor com Waly Salomão (1943 – 2003) apresentada na voz de Maria Bethânia como música-título de álbum lançado pela cantora em 1989 – em duo com o violoncelista Jaques Morelenbaum em registro arrebatador de seis minutos.
A cantora Vanessa Moreno foi uma das convidadas daquele show – eternizado em maio do ano passado com a edição do álbum ao vivo “Corsário – Live at Rio Montreux Jazz Montreux” (2025) – mas cantou outras músicas com o anfitrião. Contudo, atento aos sinais da exuberância do canto da artista, Bosco convidou Vanessa Moreno para revolver “Memória da pele” com ele e com Jaques Morelenbaum.
A gravação do trio integra o álbum comemorativo dos 80 anos de Bosco, “Amigos novos e antigos”, previsto para ser lançado na íntegra em 25 de setembro, dois meses após o EP que antecipou seis das 17 faixas.
Além do feat de João Bosco com Vanessa Moreno, permanecem inéditos os duetos do cantor com Anitta, Bruna Black, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivete Sangalo e Jota.Pê, entre outros nomes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é MC Pipokinha, condenada após apresentação com conteúdo sexual diante de adolescentes


MC Pipokinha
Divulgação / Facebook da artista
A Justiça condenou a cantora Doroth Helena de Sousa Alves, conhecida como MC Pipokinha, e outras quatro pessoas envolvidas na realização do evento “Esquenta do Magrão”, em Corumbá (MS), ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos.
Segundo a decisão, o evento teve uma apresentação com conteúdo sexual explícito em espaço público, acompanhada por adolescentes, incluindo jovens de cerca de 14 anos. (entenda o que aconteceu)
A cantora catarinense Doroth Helena de Sousa Alves tem 28 anos. Ela cresceu em Tubarão (SC) e atualmente mora em São Paulo.
MC Pipokinha ganhou destaque pelas letras ousadas e pelo vocal agressivo sobre batidas marcantes do funk de rua, estilo conhecido como “mandelão”.
Entre as músicas que ajudaram a projetar a cantora estão “Bota na Pipokinha”, “Eu sou a MC Pipokinha” e “Tira as Crianças da Sala”.
“Não é porque eu sou melhor”, explicou a cantora que causa espanto com os movimentos sexuais agressivos de seu show de funk. “Mas porque sou inteligente”, ela completa.
A sacada, segundo a MC, é ligar as letras ao palco. “É como se a história fosse a música, e o que eu apresento no meu espetáculo fosse um teatro”, diz. “Como se fosse um musical da putaria”, ela define.
No palco, seus dançarinos pegam os fãs que se habilitam a participar, jogam para cima e para baixo, dão tapas e golpes pélvicos. Pipokinha surge de coroa e se proclama “rainha da putaria”. As cenas de surras sexuais (consentidas pelos fãs) repercutiram nas redes.
O show explosivo da Pipokinha
O mentor do ‘Bum bum, tam tam’
A cantora tem contrato com a produtora de funk paulista Novo Império. O empresário Wagner Magalhães, o Vavá, é experiente em fenômenos no funk e dirigiu a carreira do MC Fioti na época do megahit “Bum bum tam tam” – tanto que é citado na música, no verso “‘tipo como? tipo Vavazinho”.
Nas redes sociais, Pipokinha alterna fotos provocantes com histórias de superação. Recentemente, mostrou o pai dirigindo um carro que ela deu de presente. “Meu ‘veinho’ tá de carro novo, obrigada, Deus”, ela disse, chorando.
MC Pipokinha
Divulgação/Instagram da artista
MC derrubada pelo Instagram
O perfil de Pipokinha, cheio de vídeos de golpes sexuais dos dançarinos, foi derrubado Instagram. Em setembro de 2022 a empresa suspendeu a conta @pipokinhareal por violar as “diretrizes da comunidade sobre propostas de cunho sexual”.
Ela entrou na Justiça de SP para retomar a conta e ainda pediu uma multa por danos morais de R$ 90 mil ao Facebook, dono do Instagram. O pedido de Pipokinha foi negado, mas ela pode recorrer.
A MC lamentava que tinha perdido mais de 510 mil seguidores na conta banida em setembro. Mesmo sem a vitória na Justiça, ela ganhou na prática: adotou a conta @pihrainha, onde já superou a base anterior, com 621 mil seguidores – e que também está fora do ar.
Fã derrubada por dançarino
Outro golpe recente foi um chute acidental que Jonas Kaik, dançarino de Pipokinha, deu em uma fã em um show no dia 12 de janeiro, no meio da dança sensual. No Instagram, ele lamentou o acidente, disse que ela foi atendida imediatamente e estava bem.
Depois de a fã ser socorrida (e de ficar “tudo tranquilo, tudo em paz” com ela, segundo Kaik), o acidente só fez aumentar a curiosidade sobre o show de Pipokinha. Desde o dia 12 de janeiro, ela aparece frequentemente entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.
Acidente no show da MC Pipokinha
Em 2023, a cantora teve ao menos sete shows cancelados após fazer um vídeo em que debocha do salário de professores. Na época, ela perdeu apresentações no Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Distrito Federal, Espírito Santo, Rondônia, Minas Gerais e São Paulo.
MC Pipokinha debochou do trabalho e dos salários dos professores em resposta a um fã no Instagram, que tinha contado que discutiu com uma professora por causa da funkeira.
“Ser professora tem que amar muito a profissão, porque ouve desaforo dos filhos dos outros, tem nada pra fazer em casa mesmo, tem que ser professora. E ainda receber o que um professor recebe, que é quase nada. Professor é humilhado pra c… só de ser um professor”, afirmou a funkeira.
E completou: “Meu baile está R$ 70 mil: 30 minutinhos no palco, eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil sendo professora às vezes. Precisa estudar muito”.
Após a repercussão negativa da fala e de ter vários shows cancelados, a equipe jurídica da cantora se pronunciou dizendo que ela ‘se expressou de maneira dúbia’.
A equipe jurídica da cantora afirma que ela “infelizmente, vem sofrendo inúmeros ataques gratuitos na internet, em razão de ser atuante em questões de empoderamento feminino e por estar em constante crescimento na mídia, e ao ouvir palavras supostamente ditas por outra mulher, se expressou de maneira dúbia, dando assim, chance para interpretações pejorativas e que foram distorcidas de sua real intenção”.
Além dos lançamentos musicais e dos shows, Pipokinha também vende fotos e vídeos sensuais na Privacy, uma plataforma brasileira de venda de nudes, concorrente do Only Fans.
MC Pipokinha e dançarinos
Instagram da artista
VÍDEOS: mais assistidos do g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo carioca Gafieirando saúda Paulo Moura e Zé da Velha em álbum que traz a voz de Guinga no ‘Bolero de Satã’


Capa do álbum ‘Gafieirando’, do grupo carioca Gafieirando
Micael Hocherman / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Compositor imortalizado pelos grandes e amargurados sambas-canção que legou à música brasileira, o gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974) está duplamente representado no repertório do álbum de estreia do grupo carioca Gafieirando.
O samba “Se acaso você chegasse” (Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins, 1938) e o samba-canção “Nunca” (1952) integram o repertório de “Gafieirando”, álbum que tem lançamento programado para 18 de setembro com capa que expõe o grupo em foto de Micael Hocherman.
No álbum, editado pelo gravadora Kuarup, o grupo – liderado pela flautista e saxofonista Daniela Spielmann, doutora em música com pesquisa dedicada às gafieiras cariocas – tem a intenção de atiçar a memória afetiva dos bailes da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Com a voz da cantora Alana Moraes e os sopros da flauta de Alexandre Romanazzi e do trompete de Silvério Pontes, o grupo afieirando traz para o salão músicas como “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976) – ouvido nas vozes de Alana e do próprio Guinga – e “Olha eu aqui oh oh oh” (Roberto Corrêa e Jon Lemos, 1974), sucesso da cantora Evinha na década de 1970.
Completado pelos músicos Antonio Guerra (teclados e sanfona), Domingos Teixeira (violão e guitarra), Rodrigo Scofield (bateria) e Rodrigo Villa (contrabaixo), o grupo Gafieirando apresenta duas músicas inéditas no álbum – “Do balacobaco” (Sombra) e “Todo santo dia” (Chico Alves e Mauro Aguiar) – entre temas em homenagem ao trombonista Zé da Velha (1941 – 2025), celebrado em “O trombone do Zé” (Silvério Pontes e Daniela Spielmann), e ao clarinetista Paulo Moura (1932 – 2006), saudado com “Clarinete do Moura” (Silvério Pontes e Daniela Spielmann).
O repertório do álbum “Gafieirando” também inclui abordagens das músicas “Fibra” (Paulo Moura e Eloir de Moraes, 1971), “Gafieira carioca” (Zé Menezes) e “Reencontro” (Silvério Pontes).
Como o Gafieirando surgiu da expansão do Daniela Spielmann Trio, grupo formado em 2016, os músicos consideram que o álbum celebra os 10 anos de atuação do coletivo na cena carioca.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Santos canta Nelson Motta em álbum com Chico Chico, Frejat, Moska, Sandra Sá, Luiz Caldas e Leila Pinheiro


Nelson Motta (à esquerda) tem 16 músicas reunidas por Rodrigo Santos em álbum previsto para 23 de setembro
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quando Rodrigo Santos entrou em cena na primeira metade dos anos 1980, como baixista e/ou vocalista de grupos como Prisma e Front, Nelson Motta vivia fase áurea como compositor, parceiro letrista de Lulu Santos em sucessos que surfavam na onda do pop rock que se ergueu no mar da música brasileira a partir de 1982.
O tempo correu, Rodrigo Santos ganhou projeção nacional em 1992 ao ser admitido como baixista da banda Barão Vermelho – na qual permaneceu até 2017 – e, paralelamente ao trabalho com o grupo carioca, iniciou em 2007 discografia solo que, quase 20 anos depois, encontra a obra de Nelson Motta em 2026.
O cantor se prepara para lançar no fim de setembro – a data prevista é 23 de setembro – um álbum em que aborda 16 músicas com letras de Nelson Motta, com ênfase no cancioneiro pop assinado pelo compositor e jornalista entre 1977 e 1984. O álbum se chama “Rodrigo canta Nelson” e, além da edição digital, também será lançado no formato físico de LP duplo.
Com produção musical orquestrada por Rodrigo Santos com dois músicos que integravam a banda Front, Nani Dias e Ricardo Palmeira, o songbook com músicas de Nelson Motta vem recheado de convidados. O feat com Paula Toller no bolero havaiano “Como uma onda (Zen surfismo)” (Lulu Santos e Nelson Motta, 1983) já foi lançado em single disponibilizado em 12 de agosto.
Na próxima quarta-feira, 2 de setembro, será lançado o single com a gravação de “Perigosa” (Roberto de Carvalho, Nelson Motta e Rita Lee, 1977) , sucesso das Frenéticas revivido por Rodrigo com a voz de Chico Chico e a guitarra de Andy Summers.
O repertório do álbum “Rodrigo canta Nelson” abarca outro grande hit das Frenéticas, “Dancin’ days” (Ruban e Nelson Motta, 1978), regravado pelo artista com Fernanda Abreu, pioneira cantora do pop brasileiro de pista.
Da parceria de Nelson Motta com Lulu Santos, cancioneiro que influenciou o caminho pop que seria seguido por Rodrigo Santos, o cantor aborda “De repente, Califórnia” (1981), “Palestina” (1982), “Certas coisas” (1984) e “Tudo azul” (1984) em feats com Rogério Flausino, Sandra Sá, Paulinho Moska e Luiz Caldas, respectivamente.
Contudo, a seleção de Rodrigo também extrapola a fase em que Nelson Motta e Lulu Santos acumularam tesouros da juventude. A balada “Vênus e marte” (2011), música da parceria de Motta com Erasmo Carlos (1941 – 2022), reaparece em registro com a voz e a guitarra de Roberto Frejat, colega de Rodrigo no Barão Vermelho.
Outra música da parceria de Nelson com Erasmo, “Noturno carioca” (2009) – canção ambientada em clima de bossa nova – ganha a voz de Leila Pinheiro, cantora identificada com o gênero. Já “Coisas do Brasil” (Guilherme Arantes e Nelson Motta, 1986) – sucesso na voz de Leila em regravação de 1993 – é cantada por Rodrigo Santos com Fernanda Takai.
O repertório do álbum “Rodrigo canta Nelson” também inclui “Ladeira”, única parceria de Nelson Motta com a banda Jota Quest.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jota Quest se equilibra bem no balanço de Tim Maia em álbum com groove, energia boa, reverência, raridades e hits


Capa do álbum ‘Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo
Artistas Jota Quest e Tim Maia
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Nos aplicativos de áudio desde a noite de quinta-feira, 27 de agosto, o álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” é um disco em que o grupo mineiro de soul pop canta o repertório do cantor carioca com o próprio Tim Maia.
Voz fundamental na construção do universo do funk e soul brasileiros, em movimento feito entre o fim da década de 1960 e o início dos anos 1960, Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998) pavimentou caminho seguido pelo Jota Quest há 30 anos.
Sintomaticamente, o ponto de partida da trilha de sucesso da banda de Rogério Flausino (voz), Marco Túlio Lara (guitarra), Marcio Buzelin (teclados), PJ (baixo) e Paulinho Fonseca (bateria) foi o lançamento da segunda versão do álbum “J. Quest” (1996), editada em 1996 com regravação de funk de autoria de Tim e Paulo Ricardo, “Dance enquanto o tempo” (1976), lançada 20 anos antes por Tim.
Três décadas depois daquele disco de 1996, a música “Dance enquanto o tempo” reaparece no título – mas não no repertório – do álbum lançado pelo Jota Quest neste ano de 2026, lembrando o vínculo do quinteto com Tim Maia. Neste álbum de 2026, valorizado pela azeitada produção musical de PJ, baixista da banda, o Jota Quest se escora em Tim Maia.
Em maior ou menor grau, a voz do cantor é ouvida em dez das 16 músicas do álbum, o que justifica o nome de Tim Maia aparecer no título. A rigor, trata-se quase de um trabalho conjunto, que une postumamente a banda com o ator com o aval do filho de Tim, Carmelo Maia, creditado como coprodutor.
Como o primeiro single do álbum sinalizou em 4 de dezembro do ano passado, há quase nove meses, ao apresentar a gravação do funk-disco “Acenda o farol” (1978) o Jota Quest canta Tim Maia – com ou sem o cantor – com extrema reverência, várias vezes na fronteira do cover, como comprova a abordagem da balada “Você” (1969).
Ainda assim, seria injusto negar os méritos de álbum calcado na exuberância do groove dessa banda formada por grandes instrumentistas, músicos cujo virtuosismo que salta aos ouvidos com a mixagem de João Milliet e a masterização de Chris Gehringer, ambas primorosas.
Seja mergulhando com a rapper Negri Li na vibe festiva de “O descobridor dos sete mares” (Michel e Gilson Mendonça, 1983), seja caindo com o próprio Tim Maia no samba-soul “Gostava tanto de você” (Edson Trindade, 1973), o Jota Quest se equilibra bem no balanço do Síndico.
O groove aliciante da intro “Seroma” (2026) – tema inédito composto pela banda com base sobre a qual ouve-se a voz de Tim salpicar informações de caráter biográfico – dá a pista certeira do suingue do álbum.
A energia de “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” é boa. E os convidados ajudam a dar frescor a músicas mais ou menos batidas, caso de “Imunização Racional (Que beleza)” (1975), hit da controvertida fase Racional de Tim Maia, revivido pelo Jota Quest com o jovial trio Os Garotin e com Carlinhos Brown (na percussão). O molho de Thiaguinho também dá outro tempero ao samba-soul “Réu confesso” (1973), ainda que o balanço evoque o arranjo original da gravação original de Tim.
É justo reconhecer que o Jota Quest soube ir além dos greatest hits de Tim Maia na seleção do repertório, ainda que não tenha evitado sucessos óbvios como “Azul da cor do mar” (1970), “Primavera” (Cassiano e Silvio Roachel, 1970) – faixa, aliás, com jeito de cover – e “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), outro cover, mas infalível em qualquer pista (fala de Tim é ouvida na introdução da faixa, mas quem canta é somente o vocalista Rogério Flausino).
Sem falar em “Vale tudo” (1983), funk também irresistível, revisitado pelo Jota Quest em feat com Tim Maia e com atualizações na letra politicamente incorreta (“Agora vale tudo”, sublinha Flausino).
Música composta por Tim em tributo a Minas Gerais, estado natal do Jota Quest, o funk “Vou com gás”(1979) – ouvido em feat virtual de Tim com Rogério Flausino – é grata surpresa do álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo”.
Outra bem-vinda raridade é “Estrela do meu show”, versão em português – escrita pelo próprio Tim – de “You’re a the star of my show” (Allen Jones, Bertram Brown, Terry Bartlett, William Sumlin e Vince Ricari Williams), música do repertório da banda norte-americana de soul e R&B Kwick. Tim lançou “Você é a estrela do meu show” – com o você no título, pronome suprimido pelo Jota – em single obscuro de 1981. “Estrela do meu show” brilha muito no toque do Jota Quest.
Samba-soul de Tim em parceria com Hyldon, “I don’t know what to do with myself” (1971) tenta harmonizar o canto de Flausino com a voz suave de Mãeana, convidada surpreendente, enquanto a lembrança de “Sossego” (1978) traz Tony Tornado – um dos arquitetos do funk brasileiro – em gravação feita com a adesão de Lincoln Tornado, filho de Tony. “Sossego” é o maior sucesso do álbum de 1978 em que Tim Maia, atento aos sinais, inseriu o funk no universo da disco music, então dominante no universo pop.
Encerrado com o funk “Racional culture” (Beto Cajueiro, 1976), faixa na qual o Jota Quest rebobina versos falados por Tim Maia na gravação do álbum “Tim Maia Racional vol. 2” (1976), o álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo” oferece munição para detratores do quinteto em uma ou outra faixa. Contudo, o saldo é positivo porque o groove da banda anima o baile do início ao fim. A festa é boa!
A banda Jota Quest assina com Tim Maia (1942 – 1998) o álbum em que apresenta o inédito tema autoral ‘Seroma’ entre 15 músicas do repertório do cantor
Fernando Young / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Dark Horse’: o que se sabe sobre filme biográfico de Jair Bolsonaro


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
Flávio Bolsonaro (PL) concede entrevista à TV Globo nesta quinta-feira (28). Uma das perguntas feitas pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli tratou do filme “Dark Horse”.
O longa ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre o candidato do PL à Presidência e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, nas quais o filho de Jair Bolsonaro solicita recursos para financiar a produção cinematográfica.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025.
Durante a entrevista desta sexta-feira, Flávio afirmou que patrocínio se baseia numa “relação privada” e todo o dinheiro foi usado exclusivamente no filme.
Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
Veja abaixo o que se sabe sobre ‘Dark Horse’:
Quais artistas estão envolvidos?
A biografia é estrelada por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Monique Gardenberg.
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
O elenco ainda tem Esai Morales (“Missão: Impossível – O Acerto Final”), Lynn Collins (“The Walking Dead”), Camille Guaty (“Duster”) como Michelle Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise (“General Hospital”).
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Qual a trama do filme?
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
“Desde a sua concepção, quando Mario me trouxe a história de ‘Dark Horse’, foi pensado não como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou o diretor ao Deadline.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação.”
Flávio Bolsonaro cobra dinheiro de Vorcaro para filme sobre o pai, diz site
Quando estreia?
Em 7 de abril, Caviezel publicou no Instagram que o filme estreia em 11 de setembro de 2026, uma sexta-feira. No Brasil, filmes normalmente estreiam às quintas.
O site Deadline, no entanto, publicou em 21 de abril que não há data de lançamento, “ao contrário de algumas especulações online”, e que os cineastas ainda procuram vender o projeto.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução/Evaristo SA/AFP
A relação de ‘Dark Horse’ com Daniel Vorcaro
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar a cinebiografia “Dark Horse” e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
Flávio pediu dinheiro e pressionava pelos pagamentos. O banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões.
Karina Ferreira da Gama, dona da produtora GoUp, responsável pelo longa, afirmou em entrevista exclusiva à Globonews e à TV Globo que o orçamento já realizado do filme está em cerca de US$ 13 milhões (R$ 65,7 milhões).
Ainda segundo Karina, o valor corresponde a mais de 90% da verba que viabilizou o filme.
Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
As informações foram reveladas maio pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro em setembro de 2025.
Processo na Ancine
A Polícia Federal solicitou à Agência Nacional do Cinema (Ancine) informações sobre o processo administrativo aberto contra a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A agência terá 10 dias para encaminhar os documentos.
O processo foi aberto pela Ancine após uma denúncia sobre a gravação, em território brasileiro, de uma obra audiovisual estrangeira sem comunicação prévia à agência.
Pela regulamentação, produções estrangeiras filmadas no Brasil precisam informar previamente a Ancine e apresentar documentos sobre a produção.
Segundo a Ancine, a Go Up não havia apresentado a documentação exigida para as gravações. A empresa pode ser multada em R$ 2 mil a R$ 100 mil caso a irregularidade seja confirmada.
Investigação da PF sobre repasses
O pedido da PF ocorre em paralelo à investigação sobre o financiamento do filme. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, em julho, a abertura de um inquérito para apurar os repasses feitos pelo empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para a produção.
A investigação busca verificar se os recursos foram efetivamente utilizados para financiar Dark Horse.
A origem do caso está em mensagens e áudios que indicam que o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PF), teria pedido dinheiro a Vorcaro para financiar o filme.
O valor inicialmente mencionado nas negociações chegou a US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões), embora os valores efetivamente transferidos sejam objeto da investigação.
A PF também investiga se parte dos recursos destinados ao filme teria sido utilizada para custear despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, em vez de financiar a produção.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasileira é expulsa do Big Brother da Argentina, se recusa a sair e é retirada pela produção; ASSISTA


Brasileira é expulsa do Gran Hermano, na Argentina, após briga
Reprodução
Steffany Pereira, participante brasileira do reality show “Gran Hermano: Generación Dorada”, o “Big Brother” da Argentina, foi expulsa do programa após uma briga nesta quinta-feira (27). Ela se recusou a sair da casa e precisou ser retirada pela equipe da atração.
A brasileira, conhecida como “Campanita”, retirou de um dos quartos fotos do filho de outra participante após o sumiço de sua maquiagem no local.
Outros integrantes do programa classificaram a atitude de Steffany como desrespeitosa, iniciando uma confusão com troca de ofensas e empurrões.
Agora no g1
Steffany e a participante Danelik Galazán quase chegaram às vias de fato e acabaram expulsas do reality show.
No entanto, após receber o anúncio da expulsão, a brasileira afirmou que a decisão era injusta e que não sairia da casa.
A direção do programa declarou então que ela seria retirada por membros da equipe, o que acabou acontecendo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Céline Dion chega à França para retorno aos palcos após 6 anos


A cantora Céline Dion
AFP
A cantora canadense Céline Dion chegou a Paris nesta sexta-feira (28), cerca de duas semanas antes dos shows que marcam seu retorno aos palcos após um período de seis anos longe dos palcos.
A estrela se dirigiu ao Royal Monceau, um hotel de luxo próximo à Champs-Élysées, onde uma multidão a aguardava aos gritos de “Céline, nós te amamos!”.
“Sempre me senti apoiada desde o primeiro dia, e essa história continua”, disse ela à BFMTV, referindo-se ao forte vínculo que mantém com a França desde o início de sua carreira, na década de 1980.
“É verdade que esta é a minha segunda casa. Sou grata por vocês estarem aqui, muito obrigada”, afirmou, usando óculos escuros e um sobretudo.
Agora no g1
A artista, de 58 anos, anunciou em março que fará 16 shows em Paris em setembro e outubro, após mais de seis anos afastada dos holofotes devido a questões de saúde. Outras 10 datas estão agendadas para maio.
Desde 2022, ela luta contra a síndrome da pessoa rígida, uma condição neurológica incurável que causa rigidez muscular e espasmos dolorosos.
Céline estava longe dos palcos desde março de 2020. Apesar dos desafios, a cantora surpreendeu o mundo com sua apresentação na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em julho de 2024: da Torre Eiffel, ela cantou “L’Hymne à l’amour”, de Édith Piaf.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Montenegro ganha documentário dirigido pelo neto, Pedro Waddington


Fernanda Montenegro estreia documentário sobre trajetória dirigido pelo neto, Pedro Waddington.
Divulgação/Instagram/Fernanda Montenegro
A carreira da atriz Fernanda Montenegro será tema de um novo documentário dirigido por seu neto, Pedro Waddington.
Intitulado “Fernanda”, o filme fará sua première no Festival do Rio 2026, que acontece entre os dias 1º e 11 de outubro.
A produção integra a Seleção Hors Concours Première Brasil da 28ª edição do tradicional festival de cinema.
Sobre o documentário
Agora no g1
O documentário percorre diferentes momentos da vida e da carreira da atriz de 96 anos, que soma mais de oito décadas de trajetória artística.
A obra acompanha Fernanda Montenegro em trabalhos recentes no cinema e no teatro e, a partir dessas experiências, revisita o passado para mostrar como foi construída a carreira de uma das principais atrizes brasileiras.
Fernanda Montenegro estará em cartaz no Teatro Sesc Santos
Guilherme Pires/Divulgação
Pedro Waddington já dirigiu série sobre Anitta
O olhar adotado pelo filme ganha uma dimensão particular por ser conduzido por Pedro Waddington, neto da atriz, que acompanha de perto a rotina e os trabalhos da avó.
Pedro já dirigiu produções como a docussérie “Anitta: Made in Honório”, o especial de Natal “Gilda, Lúcia e o Bode” e episódios da série “Sob Pressão”.
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Produzido pela Conspiração em parceria com a NBCUniversal, o documentário também conta com Andrucha Waddington, genro de Fernanda Montenegro, na produção.
A estreia de “Fernanda” no Festival do Rio marca a primeira exibição pública do longa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maju Coutinho anuncia primeira gravidez: ‘Embarcando no show da vida particular’


Maju Coutinho comemora chegada do primeiro filho: ‘Embarcando no show da vida particular’
Reprodução/Instagram
Maju Coutinho, de 48 anos, anunciou a primeira gravidez nesta sexta-feira (28) em um post nas redes sociais. O bebê se chamará Malik e é fruto do casamento da jornalista com o artista visual Agostinho Paulo Moura.
“Mãe de primeira viagem e pai de terceira viagem embarcando no show da vida particular. Malik, filho desejado, “lhe damos as boas vindas, boas vindas, boas vindas. Venha conhecer a vida. Eu digo que ela é gostosa. Tem o sol e tem a lua. Tem o medo e tem a rosa. Eu digo que ela é gostosa. Tem a noite tem o dia. A poesia e tem a prosa. Eu digo que ela é gostosa. Tem a morte e tem o amor. E tem o mote e tem a glosa. Eu digo que ela é gostosa”, escreveu.
Ao fazer o anúncio, Maju publicou fotos abraçada ao marido e segurando uma roupinha de bebê. Na legenda, fez uma declaração ao primeiro filho e citou a canção Boas-Vindas”, de Caetano Veloso.
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Fonte: G1 Entretenimento