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Casamento com um assassino? A história de amor que revelou um crime


Caroline Muirhead e Alexander ‘Sandy’ McKellar viveram um romance intenso
Netflix
O que você faria se a pessoa que você ama dissesse que matou um homem?
É fácil imaginar que você agiria de forma racional, moral e sem hesitação. Mas Casar com um Assassino?, série documental com três capítulos de true crime (ou crimes reais) da Netflix que estreou nesta quarta-feira (29/04), sugere que o amor complica tudo na vida real.
Em 2017, Alexander McKellar, conhecido como Sandy, dirigia embriagado e atropelou e matou o ciclista Tony Parsons em Argyll and Bute, na Escócia. McKellar e seu irmão gêmeo, Robert, enterraram o corpo de Parsons.
O corpo permaneceu no local, sem ser descoberto, por três anos, até que uma nova namorada de McKellar, Caroline Muirhead, descobriu a verdade e levou a polícia até a cova rasa.
Quando o diretor da série, Josh Allott, ouviu a história pela primeira vez, disse que “não conseguia acreditar que fosse real”.
“Pensei que fosse o enredo de uma série dramática e que algo assim não pudesse acontecer na vida real.”
Clare Beavis, produtora da série que acompanhou o caso à medida que se desenrolava porque ele teve “grande impacto na Escócia”, afirma que a “parte que faltava na cobertura da história foi o depoimento de Muirhead e a sua versão dos acontecimentos”.
A série, em três episódios, é contada a partir da perspectiva de Muirhead
Netflix
A série começa com Muirhead ainda abalada após um término difícil, antes de conhecer McKellar no aplicativo de relacionamentos Tinder, no outono de 2020. O encontro dá início a um romance intenso que, em poucas semanas, levou a um noivado.
Pouco depois de ficarem noivos, ela perguntou se havia algo no passado dele que pudesse afetar o futuro dos dois.
Ele contou a ela que, alguns anos antes, havia atropelado um ciclista ao voltar de carro de um hotel com o irmão, mas não procurou atendimento médico para a vítima.
Mais tarde, veio à tona que os ferimentos de Parsons eram tão graves que ele teria sobrevivido apenas por 20 ou 30 minutos sem atendimento, mas é improvável que tenha morrido na hora do atropelamento.
Os irmãos deixaram o local e voltaram depois em outro carro. Em seguida, levaram o corpo de Parsons até uma propriedade próxima de Auch Estate, onde os irmãos enterraram a vítima.
A revelação colocou Muirhead em um dilema, dividida entre a lealdade ao parceiro e fazer o que considerava certo.
Após um breve período de namoro, Alexander ‘Sandy’ McKellar confessou a Muirhead que havia matado o ciclista Tony Parsons
Netflix
Para Allott, diretor do documentário, foi essa tensão emocional e moral que tornou a história impossível de ser ignorada.
“É um dilema impossível de não imaginar na sua própria relação. Faz você pensar no que faria no lugar dela, porque é um caso assustador, de pesadelo”.
Muirhead denunciou o crime à polícia, mas o que fez em seguida é o que torna a história tão extraordinária e, em parte, explica por que a série existe. Em vez de se afastar do parceiro, ela manteve o relacionamento com ele, enquanto, em segredo, procurava a polícia e colaborava com a investigação, sem que McKellar soubesse que havia sido ela a pessoa que denunciou o crime.
Passaram-se quase três anos entre a confissão de McKellar a Muirhead e a condenação dele à prisão.
Nesse período, Muirhead gravou confissões em segredo no celular e voltou à propriedade de Auch Estate com McKellar, onde deixou discretamente uma lata de Red Bull como marcação do local. Depois, avisou a polícia sobre onde procurar o corpo na área isolada.
Embora alguns possam questionar as decisões que ela tomou, Allott diz que Muirhead fez o certo ao denunciar o crime.
Os irmãos McKellar foram presos em dezembro de 2020 e liberados sob fiança em seguida. A acusação formal só veio em dezembro de 2021.
“Ela esperava que os irmãos fossem mantidos em prisão preventiva, fossem julgados e ficassem presos para sempre, e que saíssem de sua vida, mas eles voltaram a fazer parte dela”, disse Allott.
Segundo Allott, Muirhead teve que passar por esse momento de incerteza sozinha, pois ficou “exposta a eles por quase um ano e é nesse contexto que as decisões precisam ser entendidas”.
Allott e Beavis dizem que Muirhead tomou a decisão ‘corajosa’ de voltar à propriedade e deixar, em segredo, uma lata de Red Bull onde Tony estava enterrado
Netflix
É justamente a complexidade da personalidade de Muirhead que a torna uma figura tão interessante. Segundo Allott, ela “era articulada e inteligente, uma jovem patologista promissora, com oito anos de formação médica”.
“Ela tinha a vida encaminhada e, depois de conhecer Sandy [McKellar] e descobrir o que ele fez, tudo desmorona.”
Na série, Muirhead fala abertamente sobre como recorreu ao álcool e às drogas para lidar com a situação em que se viu.
Allott e Beavis dizem que a intenção é apresentar um relato equilibrado dos acontecimentos, mas também destacar “o impacto que estar à margem de um crime, sem envolvimento direto, pode ter na vida de alguém”.
Tony Parsons foi visto pela última vez em Glencoe Village, na noite de 29/9/2017, antes de seguir para o Bridge of Orchy Hotel, em Argyll
Netflix
Há também um foco da série documental em como a polícia conduziu suas relações com Muirhead depois que ela denunciou o caso.
Allott argumenta que a polícia “não sabia como lidar com Caroline [Muirhead]”, e, sem revelar muito, afirma que se ela tivesse recebido “consideração e cuidado da polícia, ela não teria tomado algumas das decisões que tomou”.
Beavis, produtora da série, concorda e acrescenta que a experiência de Muirhead “ecoa muitas experiências de pessoas com o sistema de justiça criminal”.
“Nós queremos mostrar como as engrenagens da justiça rodam devagar, e como isso afeta as vidas das pessoas.”
A polícia escocesa e o órgão de apoio a vítimas da Escócia não quiseram participar da série documental.
Muirhead fez reclamações formais contra a polícia escocesa.
Após cinco anos de investigação, a maioria das reclamações foi arquivada. A polícia escocesa reafirma ter oferecido o apoio adequado a Muirhead.
‘À própria sorte’
Em nota sobre a série, Muirhead disse que ela “confiava que o sistema ficaria ao seu lado e que a manteria segura quando ela estivesse em seu momento mais vulnerável, mas não foi isso que aconteceu”.
Muirhead acrescentou: “Eu espero que, ao falar publicamente sobre isso e compartilhar o que aconteceu comigo, nós possamos iniciar um diálogo honesto sobre mais proteção para vítimas e testemunhas, além da necessidade desesperadora de um entendimento muito mais profundo sobre saúde mental dentro da polícia e do sistema judicial.”
“O impacto de traumas e abusos é frequentemente subestimado ou descartado completamente, e isso significa que pessoas como eu são deixadas à própria sorte para lidar sozinhas com as consequências”, concluiu Muirhead.
Em julho de 2023, pouco antes de o início do julgamento dos irmãos McKellar ter início no Tribunal Superior em Glasgow, Alexander “Sandy” McKellar admitiu a acusação de homicídio doloso, com uma pena reduzida.
O irmão dele, Robert, teve aceito seu pleito de inocência em relação ao crime de homicídio culposo, mas os dois irmãos admitiram o crime de obstrução de justiça ao tentarem acobertar o crime.
Alexander “Sandy” McKellar acabou condenado a 12 anos de prisão, e seu irmão, Robert, a cinco anos e três meses.
O caso também foi tema de uma série de documentários da BBC chamada Murder Case: The Vanishing Cyclist (Caso de Homicídio: O Ciclista Desaparecido, em tradução livre)
A minissérie Casar com um Assassino? já está disponível na Netflix.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Zélia Duncan alinha parcerias com Ná Ozzetti, Alberto Continentino, Lenine e Pedro Luís no álbum ‘Agudo grave’


Zélia Duincan lança na quinta-feira, 30 de abril, o single ‘Agudo grave’, amostra inicial do primeiro álbum da artista em cinco anos
Mauro Restiffe / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Zélia Duncan lança o álbum “Agudo grave” em 14 de maio, com repertório essencialmente inédito e autoral. Programado para amanhã, 30 de abril, o primeiro single do álbum apresenta a música-título “Agudo grave”, composta por Zélia com Lucina, parceira recorrente da artista fluminense desde a década de 1990.
“Sinto agudo e canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”, reflete a cantora em versos da música-título.
Gravado entre setembro de 2025 e janeiro de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), com produção musical de Maria Beraldo, o álbum “Agudo grave” chega ao mercado fonográfico cinco anos após o último disco da cantora e compositora, “Pelespírito”, lançado em maio de 2021 e calcado inteiramente na parceria de Zélia com Juliano Holanda.
Em “Agudo grave”, Zélia Duncan volta a abrir o leque de parceiros. Com Alberto Continentino, a artista assina três das onze músicas do repertório, “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no ar”. Ná Ozzetti é a parceira de Zélia em “Meu plano”. Com Lenine, parceiro da música-título do álbum “Pré-pós-tudo-bossa-band” (2007), lançado pela cantora há quase 20 anos, Zélia assina “Maravilha disforme”.
Ao longo do álbum “Agudo grave”, Zélia Duncan também apresenta músicas feitas com a produtora Maria Beraldo (“Voz”), Pedro Luís (“Olhos de cimento”) e Zeca Baleiro (“Calmo”), além do supracitado Juliano Holanda (coautor de “Resolvidinho”).
Editado pelo selo Duncan Discos, com distribuição feita via The Orchard, o álbum “Agudo grave” celebra os 45 anos de carreira de Zélia Duncan, em cena desde 1981.
Arrematado com regravação de “Que tal o impossível?” (2010), música de disco póstumo Itamar Assumpção (1949 – 2003), compositor recorrente na discografia de Zélia Duncan, o álbum “Agudo grave” foi formatado com engenharia de som de Tó Brandileone, mixagem de Ricardo Mosca e masterização feita por Carlos Freitas no estúdio Classic Master (EUA).

Fonte: G1 Entretenimento

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Batalha de rapper L7nnon e Yoko Ono por nome artístico durou 5 anos e teve até debate sobre idade de fãs; entenda


O rapper L7NNON, John Lennon e Yoko Ono
Divulgação/TV Globo e Reprodução/Wikicommons
Na última semana, a Justiça brasileira decidiu que o rapper L7NNON poderia continuar usando seu nome artístico, mesmo após os questionamentos feitos por herdeiros de John Lennon e uma proibição inicial do uso do nome pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A conquista do rapper acontece cinco anos após o artista entrar com um pedido de registro da marca L7NNON e é celebrada por sua defesa como “um caso inovador e sem precedentes quando se trata de Direito Marcário”, setor que cuida da proteção legal de marcas registradas.
Mas como se deu toda essa trajetória? Quais foram as alegações de do INPI? E as de Yoko Ono, viúva de John Lennon? Como L7NNON conseguiu reverter?
Entenda o caso a seguir:
A linha do tempo em busca da liberação
L7nnon interpreta Ryan, rapper que busca segunda chance na vida
Manoella Mello / Divulgação Globo
O escritório de advocacia Belinger, responsável por L7NNON entrou com um processo para registro da marca no INPI em abril de 2021. O pedido foi recusado pelo instituto sob alegação de que o registro era muito parecido com a marca “Lennon”, registrada anteriormente por Yoko Ono Lennon.
Em agosto de 2022, a Belinger entrou com recurso contra a decisão do INPI, alegando “a possibilidade de coexistência entre as marcas, a diferença de público-alvo e o lapso temporal entre os artistas.”
Três anos depois, em março de 2025, mesmo após o recurso de L7NNON, o INPI manteve sua negativa. Foi então que o escritório que defende o rapper entrou com processo para anular a decisão do instituto.
Em agosto de 2025, a Justiça acatou o pedido de L7NNON. Mas em outubro do mesmo ano, Yoko Lennon apresentou recurso contra a decisão.
Novamente, a Belinger refutou os argumentos de Yoko, mas a Justiça determinou a manutenção do indeferimento do INPI em outubro de 2025.
Apesar desta decisão, o caso foi para julgamento no início de abril de 2026. E o tribunal finalmente decidiu, após inúmeras idas e vindas, que o rapper L7NNON pode continuar usando seu nome artístico.
As alegações de L7NNON e Lennon
Yoko Ono concede entrevista em frente a retrato de John Lennon, em Tóquio, em outubro de 2005
Toru Hanai/Reuters
Ao longo do processo, o escritório do rapper brasileiro alegou que “não havia risco real de confusão ou associação indevida entre os sinais ‘L7NNON’ e ‘LENNON’, já que se tratam de marcas visual, fonética e conceitualmente distintas, com identidades próprias e reconhecidas pelo público”.
“Argumentamos que L7NNON já era artista amplamente consolidado no cenário nacional e internacional, com trajetória independente e notoriedade própria, especialmente nos gêneros rap, trap, funk e pop, sem qualquer vinculação mercadológica ao legado de John Lennon”, explicou ao g1 a advogada Ana Paula Belinger.
“Também ressaltamos que o nome artístico deriva diretamente do prenome civil do autor [Lennon Dos Santos Barbosa Frassetti], integrando sua personalidade, imagem pública e atividade econômica, o que reforça a legitimidade do uso marcário”, diz a advogada.
Ana ainda ressaltou que, no processo, a defesa apontou que a negativa “gerava grave insegurança jurídica, comprometendo contratos, patrocínios, licenciamentos e a exploração regular da carreira artística, preenchendo os requisitos da tutela de urgência diante da probabilidade do direito e do perigo de dano.”
Outra citação da defesa do cantor se fere a idade dos consumidores de suas obras: são consumidores de idades e gerações díspares, o que impossibilita qualquer tipo de confusão.
“O músico John Lennon tem como público-alvo majoritário fãs da geração Baby Boomers (nascidos entre, aproximadamente, 1945 e 1964), que vivenciaram a sua juventude nos anos 1960 e 1970, enquanto o rapper L7nnon tem como público-alvo jovens da geração Z (nascidos entre, aproximadamente, 1995 e 2009) e Alfa (nascidos a partir de 2010), que vivem atualmente a faixa dos vinte/trinta anos e adolescência, respectivamente”, defende o escritório do cantor brasileiro.
Já a defesa da viúva do líder do Beatles afirmou que “ainda que a Oposta afirme que está apenas registrando seu nome civil, ele foi claramente inspirado no nome de JOHN LENNON, uma vez que este nome ou sobrenome não é comum no Brasil, ou mesmo sequer internacionalmente. E mesmo que a Oposta afirme estar protegendo seu nome artístico, reforçamos que ele não se apresenta como “ÉLE-SETE-NON”, e sim como LENNON.”
Ela ainda alegou que “mesmo que ele ‘escreva’ seu nome como L7NNON, seu público, que ouve suas músicas e entrevistas, ouvirá ele ser apresentado como LENNON. Portanto, não há como se discutir tamanha fama do nome JOHN LENNON, demonstrando-se, assim, ser inaceitável o registro de um nome que claramente busca associação indevida para qualquer produto e/ou serviço, tendo em vista que levaria o consumidor a associar ao artista.”
Os motivos para o resultado a favor de L7NNON
L7nnon vence Yoko Ono na ação movida pela viúva de John Lennon (1940 – 1980)
Reprodução / Facebook L7nnon
Segundo Ana Paula Belinger, alguns pontos foram cruciais para o entendimento da decisão da justiça a favor de L7NNON. Entre elas:
Convivência sem confusão: As duas marcas podem existir ao mesmo tempo no mercado. O público não vai confundir o rapper brasileiro com o ex-Beatle, pois são universos diferentes.
Identidade Visual Própria: O nome “L7NNON” usa o número “7” no lugar da letra “e”, o que cria uma marca visualmente diferente. Além disso, o estilo musical (rap e trap) e o público jovem e urbano são muito distintos do público de rock associado a John Lennon.
Proteção ao Trabalho do Artista: Impedir o uso do nome agora causaria um prejuízo financeiro e profissional enorme e imediato ao cantor.
Boa-fé e Honestidade: O tribunal não viu intenção do artista de “pegar carona” ou se aproveitar da fama de John Lennon.
A advogada ainda aponta a Justiça tem o poder de rever as decisões do INPI para proteger direitos fundamentais, como a liberdade de exercer a profissão.
Após a vitória, Ana também destaca a importância de um especialista em propriedade industrial, afirmando que o sistema marcário envolve técnica jurídica e estratégia específica.
“Um erro simples no depósito pode gerar indeferimento, oposição de terceiros ou proteção fraca. O especialista antecipa riscos, estrutura a melhor estratégia de proteção e evita que a marca fique vulnerável.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta na abertura, setlist e tudo o que você precisa saber sobre o show do The Weeknd em São Paulo


The Weeknd durante show no Super Bowl, em Tampa, na Flórida
Getty Images via AFP
The Weeknd fará uma sequência de dois shows no estádio Morumbis, em São Paulo, nesta quinta-feira (30) e sexta-feira (1º).
O artista chega ao Brasil com a turnê “After Hours ‘Til Dawn” e chega à capital paulista após se apresentar no Rio de Janeiro, com direito a participação da cantora Anitta.
Ele volta ao Brasil após realizar uma apresentação única em setembro de 2024, no mesmo estádio em São Paulo.
Confira todas as informações que você precisa saber sobre o show de The Weeknd em São Paulo:
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De volta ao Brasil
O cantor chega ao Brasil após ter lançado, no início de 2025, o álbum “Hurry Up Tomorrow”, fechando a trilogia “Dawn FM” (2022) e “After Hours”.
A crítica elogiou o trabalho. Publicações internacionais como “Pitchfork” e “Billboard” fizeram reviews enaltecendo o álbum.
Em números, o disco também teve um bom resultado. Ele foi um dos álbuns com melhor lançamento no Spotify e, atualmente, o single “Timeless”, em parceria com Playboi Carti, acumula 1,5 bilhão de reproduções na plataforma.
Já no “Billboard 200”, lista de álbuns mais ouvidos nos EUA, “Hurry Up Tomorrow” chegou a ocupar a primeira posição no ranking.
Anitta de abertura
O músico The Weeknd e a cantora Anitta em show em São Paulo, em 2024
Reprodução
Quem for ao Morumbis terá um show de abertura que, definitivamente, valerá chegar mais cedo ao estádio: simplesmente Anitta.
No Rio de Janeiro, a cantora apresentou músicas do seu mais recente álbum, “Equilibrvm”, além de sucessos mais antigos. Vale lembrar que shows da diva no Brasil são raríssimos.
Anitta e The Weeknd também aproveitaram o momento para apresentar ao público a canção “Rio”. Vale lembrar que os dois já têm uma parceria presente no último álbum do cantor, “São Paulo”.
The Weeknd: veja possível setlist do show em SP
Baptized in Fear
Open Hearts
Wake Me Up
After Hours
Starboy
Heartless
Faith
Cry for Me
I Can’t Fucking Sing
São Paulo
Until We’re Skin & Bones
Take My Breath
Sacrifice
How Do I Make You Love Me?
Can’t Feel My Face
Lost in the Fire
Timeless
Often
Given Up on Me
I Was Never There
The Hills
Creepin’
Niagara Falls
One of the Girls
Stargirl Interlude
Out of Time
I Feel It Coming
Die for You
Is There Someone Else?
Wicked Games
Call Out My Name
The Abyss
Professional
Save Your Tears
Less Than Zero
Blinding Lights
Without a Warning
House of Balloons
Moth to a Flame

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira


Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira
As coreografias icônicas sempre fizeram parte da trajetória de Shakira, quase como uma extensão natural de suas músicas. A combinação de técnica, carisma e controle corporal transforma cada performance em um momento marcante. Mais do que acompanhar os hits, os movimentos da colombiana se tornam parte deles: fáceis de reconhecer e eternizados na memória dos fãs.
Para entrar no clima do “De todo mundo no Rio”, o g1 relembra algumas das coreografias mais inesquecíveis da artista ao longo da carreira:
“Ojos Así” (1998)
Shakira já dava indícios de que a dança seria uma marca muito importante em sua carreira. A artista usa movimentos clássicos da dança do ventre, com controle do quadril e braços bem fluidos.
Shakira em Ojos Así (1998)
Reprodução
“Whenever, Wherever” (2001)
Apesar de um pouco mais polido, em “Whenever, Wherever” a cantora volta a trazer movimentos da dança do ventre, transformando-os em sua marca registrada.
Shakira no clipe Whenever, Wherever (2001)
Reprodução
“Hips Don’t Lie” (2006)
Se estamos falando de controle corporal, “Hips Don’t Lie” é um dos grandes hits da colombiana. Ela mostra todo o seu rebolado, em que cada batida da música vira um movimento do quadril, como se o corpo dela estivesse “tocando” a música.
Shakira no clipe Hips Don’t Lie
Reprodução
“Waka Waka” (This Time for Africa) (2010)
Sabe aquela coreografia para dançar junto com a galera? “Waka Waka” cumpre muito bem esse propósito. Feita para a Copa do Mundo de 2010, pode até ser considerada uma das mais fáceis: basta juntar as mãos à frente do corpo (como se fosse rezar) e mexer os quadris no ritmo da música. Foi um belíssimo gol de Shakira.
Shakira dançando a música “Waka Waka”
Reprodução
“Girl Like Me” (2020)
Com uma vibe anos 80 e cenário bem simples, a coreografia é o destaque. Shakira consegue deixá-la um pouco mais acessível para as pessoas que não têm tanto controle corporal quanto ela. Apesar de incluir o moonwalk, a colombiana está mais contida em seu rebolado, apostando em gestos mais simples para que todo mundo, pelo menos, tente reproduzir a dança.
Shakira dançando a música “Girl Like Me”
reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Roger Sweet, criador do personagem ‘He-Man’, morre aos 91 anos


Roger Sweet, criador do personagem ‘He-Man’
Reprodução/Instagram
Roger Sweet, criador do personagem He-Man, morreu aos 91 anos nesta terça-feira (28). Ele enfrentava um diagnóstico de demência.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quarteto Enredado entrelaça Ivan Lins, Heitor Villa-Lobos e Tonico & Tinoco no repertório do álbum ‘Fantasia sertaneja’


Quarteto Enredado lança o álbum ‘Fantasia sertaneja’ em 8 de maio
Paco Sabino / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Folia de reis composta por Ivan Lins com Vitor Martins e apresentada por Ivan no álbum “Nos dias de hoje” (1978), “Bandeira do Divino” é hasteada pelo Quarteto Enredado em gravação feita com a voz do cantor Ayrton Montarroyos para o terceiro disco do grupo paulista, “Fantasia sertaneja”.
No mercado fonográfico a partir de 8 de maio, o álbum “Fantasia sertaneja” marca a incursão pelo universo caipira do quarteto formado em 2018, em Franca (SP), por Claryssa Pádua (violão), Daniel Palermo (guitarra) e Gabriel Terra (baixo acústico) e Ronaldo Sabino (viola caipira).
Sucessor do álbum “Alma brasileira” (2022) e do EP “Réquiem” na discografia do Quarteto Enredado, o álbum “Fantasia sertaneja” tem o toque da viola caipira como fio condutor dos arranjos criados pelo baixista Gabriel Terra para repertório que abarca gêneros como arrasta-pé, cateretê, guarânia, pagode de viola e polca.
Entre a “Suíte caipira” de Gabriel Terra e os dois temas autorais do violeiro Ronaldo Sabino, “Porca mineira” e “Viola em festa”, o quarteto enreda no repertório músicas como “Lampião de gás” (Zica Bergami, 1958, sucesso na voz da cantora Inezita Barroso), “Luar do sertão” (João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense, 1910) – standard seminal do universo caipira, ouvido no álbum em gravação feita com as vozes de Ayrton Montarroyos e Bia Góes, cantores recorrentes no disco – e “Moreninha linda” (Tonico, Maninho e Priminho, 1060), sucesso da dupla Tonico & Tinoco.
Gravado em março deste ano de 2026, com produção musical de Camilo Carrara, o álbum “Fantasia sertaneja” foi batizado com o nome da suíte em que o arranjador Gabriel Terra encadeia “O trenzinho do caipira” (Heitor Villa-Lobos, 1930, com letra de Ferreira Gullar, 1978), “Cuitelinho” (tema tradicional em adaptação de Paulo Vanzolini, 1974) e “Ponteios para piano” (Camargo Guarnieri, 1931 / 1959), friccionando os limites das músicas clássica e popular.
A arte e a identidade visual do álbum “Fantasia sertaneja” são assinadas por Michelle Campos.
Capa do álbum ‘Fantasia sertaneja’, do Quarteto Enredado
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Péricles aposta no mix de pagode com sertanejo em feat com Ana Castela no inédito single ‘Simplesmente acontece’


Péricles se une a Ana Castela no single ‘Simplesmente acontece’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Péricles já gravou com grandes nomes da música brasileira. Mas nunca tinha feito um feat com Ana Castela, estrela do universo sertanejo nos correntes anos 2020. Até hoje.
Pagode com toque de sertanejo, o single “Simplesmente acontece” junta o cantor com a boiadeira pop na gravação de música inédita de autoria de Guga Capanema, Rayan Felipe e Guilherme Grins.
Nos aplicativos de áudio a partir das 21h de hoje, 28 de abril, o single “Simplesmente acontece” gera clipe que entra em rotação às 12h de amanhã, quarta-feira, 29 de abril, dia em que a música começará a tocar nas rádios.
O convite para o feat partiu de Péricles e foi feito pelo cantor via WhatsApp.
Capa do single ‘Simplesmente acontece’, de Péricles com Ana Castela
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran anuncia show em São Paulo


Ed Sheeran anuncia show em São Paulo
Reprodução
Ed Sheeran anunciou nesta terça-feira (28) a passagem pelo Brasil da turnê mundial “Loop Tour”. A apresentação está marcada para o dia 5 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo.
O show será o retorno de Sheeran ao país após sua participação no Rock in Rio de 2024. A “Loop Tour” promove o álbum “Play”, lançado em 2025, e dá continuidade à “Mathematics Tour”, que passou por diversos países até 2024.
A apresentação em São Paulo terá participação de Finneas no show de abertura.
Os preços variam entre R$ R$220,00 (Cadeira Superior, meia-entrada) e R$ R$880,00 (Pista Premium, inteira). A pré-venda começa no dia 4 de maio e a venda geral, no dia 6, pela Evetim.
Ed Sheeran canta ‘Shape of You’ no Rock in Rio
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quatro críticos musicais são perfilados em livro sobre a arte de escrever sobre cantores e discos em campo minado


Ezequiel Neves (no alto, à esquerda), Júlio Medaglia (no alto, à direita), Sérgio Cabral (de camisa verde) e Zuza Homem de Mello são enfocados no livro ‘Meu odiado crítico’
Divulgação e reprodução / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Meu odiado crítico
Autores: Textos de Ezequiel Neves, Júlio Medaglia, Sérgio Cabral e Zuza Homem de Mello com organização e perfis de Miguel de Almeida
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ O título do livro “Meu odiado crítico” soa provocativo como os títulos das mais ferinas críticas musicais publicadas na imprensa ao longo dos últimos 70 anos, período que abarca o nascimento e desenvolvimento do jornalismo cultural.
Afinal, os quatro críticos musicais enfocados pelo jornalista Miguel de Almeida – organizador do livro publicado pelas Edições Sesc com seleção de textos destes críticos e perfis inéditos de cada um, escritos por Almeida – sempre foram alvos de mais amores do que ódios no exercício de uma profissão que exige equilíbrio delicado na sustentação de opiniões que, por qualquer razão, justa ou injusta, pode afrontar egos de cantores, compositores e produtores musicais.
Três dos quatro críticos perfilados no livro – Ezequiel Neves (29 de novembro de 1935 – 7 de julho de 2010), Sérgio Cabral (17 de maio de 1937 – 14 de julho de 2024) e Zuza Homem de Mello (20 de setembro de 1933 – 4 de outubro de 2020) – já saíram de cena, o que permite análises completas, e em perspectiva, do legado de cada um.
Apenas o maestro e compositor Júlio Medaglia, de 88 anos completados em 16 de abril, permanece em atividade, eventualmente polemizando, como ao sentenciar, em dezembro de 2024, que “qualquer idiota pode fazer funk, rap e pop”.
No texto que escreveu para a introdução do livro, “O artista da crítica”, o autor Miguel de Almeida tenta evidenciar o quanto de arte existe no ofício de escrever sobre música com raciocínio crítico, argumentando que, ao discorrer sobre álbuns e artistas, esses quatro críticos documentaram as transformações contínuas da música e da sociedade brasileira ao longo dos últimos 70 anos.
Almeida salienta, no entanto, o caráter de urgência da maioria dos textos. “Embora apoiados em padrões estéticos, não se pode negar que, pela urgência da produção dos textos, as análises se pautam pelas emoções trazidas com as audições. Observar os sentimentos – de entusiasmo ou rejeição – provocados pelas canções é também revelador; traz pistas das identidades do período”, observa o organizador do livro, sem deixar de assinalar do que chama de “arrefecimento” da crítica com o surgimento da internet e a demolição dos padrões tradicionais do mercado fonográfico.
A recente controvérsia deflagrada por críticas negativas do mais recente álbum de Marina Lima, “Ópera Grunkie” (2026), exemplifica como o tribunal das redes sociais, calcado na bajulação fake, pode jogar aos leões críticos que ousam desafinar o coro dos falsos contentes.
Os perfis dos quatro críticos valorizam o livro e ajudam o leitor a entender a natureza dos textos reproduzidos em “Meu odiado crítico”.
No perfil “Mil rosas roubadas”, Miguel de Almeida repõe em pauta os exageros de Ezequiel Neves, crítico que se tornou personagem folclórico do universo pop roqueiro e que, no exercício do jornalismo musical, muitas vezes usou o deboche como arma corrosiva das críticas passionais que publicava em veículos mais abertos aos delírios de Zeca Jagger (pseudônimo de Neves), capaz de resenhar um livro inexistente (inventado por ele com toda riqueza sórdida de detalhes) e sempre pronto a apontar o dedo para um figurão intocável da MPB, como Caetano Veloso.
No texto “De goleiro a maestro”, o organizador do livro perfila Júlio Medaglia, outro profissional movido a paixões. Músico de formação erudita, Medaglia também transitou pelo universo da música popular (sobre a qual sempre discorreu com rigor extremado) e escreveu mais ensaios – como o antológico “Balanço da bossa”, publicado em dezembro de 1966 e reproduzido no livro – do que críticas escritas no calor do momento de lançamento de um disco ou show.
No perfil “Entidade carioca”, o foco de Miguel de Almeida recai sobre Sérgio Cabral, jornalista que se tornou compositor, parceiro de Rildo Hora em sambas como “Visgo de jaca” (1974) e “Os meninos da Mangueira” (1976). Crítico nacionalista, ferrenho defensor das tradições do samba, Cabral teve o mérito – enfatiza o perfil – de jogar luz na imprensa cultural sobre as obras dos pioneiros bambas do samba do Rio de Janeiro (RJ), alguns vindos do morro, território marginalizado pelas elites cariocas donatárias dos espaços nos suplementos culturais.
Entre os textos de Cabral reproduzidos no livro, há perfis biográficos de João da Baiana (1887 – 1974) e de Paulo Benjamim de Oliveira (1901 – 1949), o Paulo da Portela, pioneiro sambista da escola nascida de bloco do qual Paulo foi um dos fundadores em 1923 – ambos publicados em 1964 – que ajudam a montar um painel social da história do samba.
Por fim, o livro “Meu odiado crítico” traz o perfil de Zuza Homem de Mello, crítico e pesquisador que se tornou referência no jornalismo musical do Brasil. O título do perfil de Zuza, “Amoroso”, traduz o caráter com que o crítico abordou o jazz e a música instrumental, focos primordiais dos textos do biógrafo de João Gilberto (1931 – 2019), de quem Zuza foi amigo.
No universo da música popular, Zuza evidenciou a importância do cantor Orlando Silva (1915 – 1978) na formação musical de João Gilberto e enfatizou a alta qualidade das melodias dos sambas-canção do compositor Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974), geralmente mais exaltados pelas letras repletas de amarguras.
No todo, o livro “Meu odiado crítico” direciona olhar amoroso para profissão exercida em campo minado – qualquer desatenção no texto de uma crítica, faça não! Pode ser a gota d’água que provocará a erupção do represado ódio do artista em relação ao crítico – e, ainda assim, importante para a documentação de uma história musical e social que se faz no dia-a-dia, a cada lançamento de álbum, a cada estreia de show.
O livro chega em momento oportuno em que a crítica musical respira por aparelhos em mundo digital em que apontar falhas no disco de um artista pode fazer do crítico o alvo preferencial do hate dos seguidores desse artista. Por isso mesmo, amado ou odiado, um crítico de música é espécie quase em extinção…
Capa do livro ‘Meu odiado crítico’, organizado por Miguel de Almeida
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento