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Xand Avião grava álbum audiovisual em show em Fortaleza para circuito junino


Xand Avião grava o álbum ao vivo ‘Meu São João’ em show apresentado em Fortaleza (CE) na noite de ontem, 28 de abril
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ De olho no rentável circuito nordestino das festas juninas, o cantor Xand Avião gravou o álbum audiovisual “Meu São João” em show realizado em Fortaleza (CE) – uma das praças mais voltadas para o mercado da música rotulada como forró – na noite de ontem, terça-feira, 28 de abril.
Na gravação ao vivo do álbum “Meu São João”, o artista seguiu o roteiro padrão dos registros audiovisuais de shows, harmonizando sucessos amealhados ao longo da carreira – como “Galera da rodinha”, “Maluco que sou” e “Meu carro virou hotel” – com músicas novas (caso da recente “Dom dom dom”) e feats com os cantores Nattan e Talita Mel.
Com a gravação do álbum “Meu São João”, Xand Avião interrompe a turnê “O forró é pop” para investir nesse novo show direcionado ao circuito junino.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Choka Choka’: Anitta vai cantar com Shakira no Rio e posta vídeo de ‘ensaio’ no Copacabana Palace


Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
A cantora Anitta vai ser uma das atrações do show de Shakira em Copacabana. A participação foi confirmada pelo RJ2.
Nesta quarta-feira (29), Anitta foi ao Copacabana Palace, onde Shakira está hospedada, e postou um vídeo de uma espécia de “ensaio”. As juntas dançando a música “Choka Choka”, parceria das duas lançada recentemente.
Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
Shakira e Anitta ensaiam antes de show em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
A participação já era esperada. Anitta revelou que foi convidada por Shakira em entrevista ao podcast Charla Podcast. A brasileira contou detalhes da conversa entre as duas e aumentou a expectativa por uma possível participação especial no evento.
Segundo Anitta, o convite veio de forma direta.
‘Copacabana promete ser o maior concerto da minha vida’, diz Shakira
“Ela falou: ‘vamos cantar juntas?’”, disse a cantora, ao relembrar o contato com Shakira.
A artista também já tinha contado que as duas discutiram qual música apresentariam no palco.
A escolhida foi “Choka Choka”, que segundo Anitta tem uma pegada que dialoga com o funk brasileiro — algo que, segundo ela, sempre despertou o interesse da colombiana.
“A amizade que eu tenho com ela é muito valiosa, é um presente, e essa oportunidade de cantar com ela, de fazer uma colaboração em uma música tão legal, ‘Choka Choka’, que é um baile funk, que eu sempre quis fazer uma coisa assim. É realmente incrível”, disse Shakira.
Bastidores e expectativa
Shakira e Anitta trocaram elogios e aumentaram a expectativa por parceria em show em Copacabana
Charles Sykes/Invision/AP; Laécio Lacerda/Divulgação
Anitta tratou o assunto com cautela, mas deixou claro o entusiasmo com a possibilidade. A cantora destacou a relação de amizade com Shakira e classificou o convite como especial.
Já Shakira também tem feito mistério sobre o show, mas adiantou que prepara surpresas e convidados. A colombiana afirmou que a apresentação em Copacabana pode ser “o maior concerto” de sua carreira, com expectativa de público de até 2,5 milhões de pessoas.
“Não posso adiantar nenhuma surpresa, mas vocês conhecem a Anitta, né? Ela é a rainha. A amizade que eu tenho com ela é muito valiosa, é um presente, e essa oportunidade de cantar com ela, de fazer uma colaboração em uma música tão legal, ‘Choka Choka’, que é um baile funk, que eu sempre quis fazer uma coisa assim. É realmente incrível”, disse Shakira.
Relação com o Brasil
Em declarações recentes, Shakira reforçou a conexão antiga com o país. Segundo ela, o Brasil foi um dos primeiros mercados a abraçar sua música, e a influência cultural brasileira marcou sua trajetória artística — inclusive na dança e em ritmos que incorporou ao longo dos anos.
“A conexão que eu tenho com o Brasil é uma conexão é muito antiga, foi um dos primeiros países que abriu as suas portas para a minha música, que me entendeu, que me acompanhou. Eu fiz já 40 shows no Brasil. Mais de 40 shows. Eu aprendi português primeiro que o inglês. Eu sempre me senti muito atraída pela cultura brasileira, uma cultura única, Me inspirou muito na minha vida, na minha música, no jeito de dançar. A minha conexão é uma conexão real e autêntica”, disse.
A cantora também elogiou Copacabana, classificando a praia como “a mais famosa do mundo” e um lugar “mágico”. A escolha do cenário, segundo ela, torna o momento ainda mais simbólico.
“Acho que, se o planeta tivesse um altar, seria a Praia de Copacabana. É praia mais famosa do mundo, e a praia mais mágica também. Muita beleza, demais! Copacabana promete ser o maior concerto da minha vida. A expectativa é de 2,5 milhões de pessoas, meu deus, uma loucura! Só de pensar nisso, é surreal.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ítallo França divide ‘Última roupa’ com Zé Ibarra no quarto álbum, ‘Catatau’


Ítallo França lança o álbum ‘Catatau’ em 12 de maio com 13 faixas e feats com Zé Ibarra, Tori e Marina Nemésio
Elisa Maciel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Programado para 12 de maio, o quarto álbum de Ítallo França se chama “Catatau”. Com 13 faixas, o álbum traz um feat do artista alagoano com o cantor carioca Zé Ibarra na música “Última roupa”. Zé Ibarra – cabe lembrar – regravou apaixonada canção de Ítallo, “Retrato de Maria Lúcia” (2023), no segundo álbum solo, “Afim” (2025).
Nascido em Arapiraca (AL), Ítallo França é cantor, compositor e baixista que está em cena desde 2014, tendo lançado há dez anos o primeiro álbum, “Casa” (2016), ao qual se seguiram os álbuns “O time da Mooca” (2020) e “Tarde no Walkíria” (2023).
Antecedido em 7 de abril pela edição do single duplo que apresentou as músicas “Janeiro” (gravada com a cantora sergipana Tori) e “Dezembro”, o álbum “Catatau” sai pelos selos Esfera e Loco Records com repertório autoral que inclui as composições “Da barriga”, “Nina do Avon”, “Dorinana”, “Alô alõ, Lolô”, “Tire uma hora para lembrar de mim”, “Pelé dotô”, “Na semana do jogo”, “Tema da canção ou temogamia” e “Drive my car (Pra Marina)”, faixa que traz feat de Ítallo França com a cantora alagoana Marina Nemésio.
O álbum “Catatau” foi gravado com os toques de músicos como o violonista Paulo Novaes, o tecladista Tiago Luz e o baterista e percussionista Domenico Lancellotti.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira assista show no Rio ao vivo

Shakira assista show no Rio ao vivo

Fonte: G1 Entretenimento

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GloboPop ganha festa de lançamento com creators e celebridades em SP


Os ex-BBBs Jordana, Maxiane, Cowboy Marciele e Gabi durante lançamento do GloboPop, em São Paulo
Globo/ Bob Paulino
O GloboPop, app de curadoria de conteúdo da Globo, ganhou uma festa de lançamento em São Paulo nesta terça-feira (28) em São Paulo.
O evento, realizado na casa Formosa Hi Fi, contou com a presença de creators e celebridades como Bia e Branca Feres, Giovanna Pitel, Mari Krüger, Alberto Cowboy e Milena Moreira.
“Estou muito feliz de fazer parte desse momento. O GloboPop chega com uma energia muito boa, com muitas novidades na navegação e com essa possibilidade de aproximar tanta gente em um só lugar! Então, como nosso lema é ‘cola no GloboPop’, nada melhor do que uma festa de lançamento para a gente comemorar esse app que chegou chegando”, disse a apresentadora Tati Machado.
Sofia Santino, Tet Trem e Tati Machado durante lançamento do GloboPop, em São Paulo
Globo/ Bob Paulino
“O GloboPop foi pensado para acompanhar o público em diferentes momentos da sua jornada, como uma experiência móvel, simples e complementar à tela grande. Reunimos conteúdos em uma curadoria que ajuda as pessoas a encontrar rapidamente o que querem assistir, respeitando o tempo disponível e o contexto de cada momento”, explicou Patrícia Fontes, Head de Produtos Digitais de Entretenimento.
A festa contou com flash tattos inspiradas no app, cabine de fotos 3D e um flash mob entre os presentes.
O GloboPop já está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos para Android e iOS. Para acessar, basta fazer login com uma conta Globo.
Como funciona
Globo lança aplicativo de vídeos verticais
Reprodução/GloboPop
O aplicativo reúne desde bastidores de programas até coberturas jornalísticas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.
No GloboPop, o usuário pode assistir a vídeos curtos em formato vertical com navegação por rolagem contínua, pensada para o consumo rápido no celular.
A experiência é guiada por um feed com recomendações personalizadas de acordo com os interesses do usuário e pelos “palcos”, espaços temáticos que organizam os conteúdos por assuntos, jornalistas, talentos ou temas. Neles, é possível acompanhar tópicos específicos, descobrir novos vídeos e ficar por dentro do que está em alta no universo Globo.
Também é possível interagir com os vídeos de forma simples, com curtidas, comentários e compartilhamentos para outras plataformas.
O aplicativo reúne conteúdos produzidos pela Globo e por criadores de conteúdo parceiros.
g1 no GloboPop
O g1 marca presença na plataforma com diferentes palcos, levando sua cobertura jornalística para o formato vertical. O conteúdo inclui vídeos com notícias do dia, bastidores da apuração, explicações rápidas sobre temas relevantes e participações de jornalistas do portal.
Além do espaço principal dedicado ao g1, os usuários ainda encontram palcos das editorias, como g1 Política, g1 Pop & Arte e g1 Saúde, além de projetos como o Fato ou Fake.
O público também pode acompanhar conteúdos apresentados por jornalistas da casa, como Luiza Tenente, Paula Paiva, Suelen Bastos e Túlio Mello, entre outros nomes do time do g1.
Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Vintage Culture, DJ sul-mato-grossense que se apresenta antes de Shakira, no Rio?


O DJ e produtor brasileiro Vintage Culture
Pedro Dimitrow/Divulgação
Vintage Culture vai ser o responsável por abrir a festa de 2026 do projeto “Todo Mundo no Rio”. O DJ sul-mato-grossense abre o palco às 17h45 e se apresenta ao longo de uma hora. Em seguida, ele dá lugar ao DJ Maz. Shakira sobe ao palco às 21h45.
Leia também: Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?
Quem é Vintage Culture?
Conhecido como Vintage Culture, Lukas Rafael Hespanhol Ruiz tem 32 anos e nasceu em Mundo Novo, no interior de Mato Grosso do Sul.
Na terra de Almir Sater, Luan Santana, Munhoz & Mariano e João Bosco e Vinícius, Lukas foi na contramão do que se espera de um músico da região sul-mato-grossense e investiu no estilo eletrônico.
No início da carreira, suas referências musicais até vieram do sertanejo. Mas alguns anos depois, os beats e graves do techno acabaram chamando mais atenção do artista.
O gosto pelo gênero musical veio na adolescência, ouvindo bandas dos anos 1980. A influência oitentista, inclusive, foi responsável pela criação do projeto Vintage Culture, em 2003. O artista é conhecido pelo Deep House, um subestilo da House Music.
Vintage Culture se apresentará em Sorocaba (SP)
Júlio Cesar Costa/g1
Suas primeiras músicas foram lançadas em plataformas específicas para divulgação de áudio. A estreia foi em 2012 com o remix de “Blue Monday”, da banda New Order. Na época, ele assinava apenas como Lukas Ruiz.
Em 2015, o Vintage Culture despontou para o mundo e chamou a atenção de grandes festivais internacionais, como Lollapalooza, Tomorrowland e Rock in Rio, além de fazer turnês pelo Canadá, Sri Lanka, Rússia, Egito, Inglaterra, França, África do Sul, Turquia e Austrália.
Em 2023, o artista subiu ao palco do Coachella. Atualmente, ele é o número 11 na lista de TOP DJs da revista britânica DJ Magazine.
Com mais de 7,2 milhões de ouvintes mensais no Spotify, o artista também é fundador e dono da gravadora Só Track Boa.
Entre seus sucessos estão “You Give me a Feeling”, “I will find”, “Weak”, além de remixes como de “Bete Balanço”, de Cazuza, e “Another Brick in the Wall”, do Pink Floyd.
Lukas Rafael Hespanhol Ruiz, mais conhecido como Vintage Culture, é um DJ, empresário e produtor brasileiro de música eletrônica do gênero house music.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?


Quem é Maz, DJ que se apresenta antes de Shakira, neste sábado, na Praia de Copacabana?
Reprodução/Instagram
Antes de Shakira subir ao palco para seu show histórico na Praia de Copacabana, neste sábado (2), os DJs brasileiros Vintage Culture e Maz fazem um “esquenta” com o público do projeto “Todo Mundo no Rio”.
Maz é a segunda atração e se apresenta entre 19h e 20h30, minutos antes de Shakira, que sobe ao palco às 21h45.
Quem é DJ Maz?
Maz é Thomaz Prado, um DJ carioca de 33 anos, que começou a estudar produção em 2014 e, ingressou na música eletrônica em 2015. Seu primeiro single foi “Pleasure”, lançado em 2016.
De início, ele investiu no tech house, gênero que reúne o groove, a percussão e vocais do house. Depois, caminhou para o afro-house, unindo os batuques do afro e do organic house. Assim, conquistou uma legião de fãs no Brasil e no mundo.
Seu maior destaque é o remix de “Banho de Folhas”, de Luedji Luna. A faixa se tornou o lançamento de música eletrônica brasileira mais vendido nos anos de 2022 e 2023 no site Beatport, especializado na venda online de música eletrônica. E também foi a responsável por deixar o preconceito que Maz tinha com a junção do vocal em português e a música eletrônica.
Outros de seus hits são “Jolie Fille”, “Nothing on me”, “Amana”, além de um remix de “Todo Homem”, de Zeca Veloso. O lançamento mais recente do artista é “Kura”, que chegou ao mercado em abril de 2026. A faixa é uma parceria com Bakka e Berimbouse e, segundo Maz, foi feita há dois anos.
DJ Maz
Fabrizio Pepe
Maz já se apresentou em grandes festivais como Coachella, Tomorrowland Bélgica, Lollapalooza, Hi Ïbiza, Green Valley e Warung Beach Club. Em 2024, subiu ao palco do Rock in Rio para a noite “Pra sempre Eletrônica”.
O DJ é um dos convidados de Alok no álbum “Gil by Alok and Friends”, que traz versões eletrônicas de hits de Gilberto Gil. Maz integra a faixa “maracatu Atômico” com Alok e Mozambo.
Em janeiro deste ano, se apresentou em um dos camarotes do circuito Barra-Ondina, no carnaval de Salvador.
Em 2020, o artista fundou sua própria gravadora, a Dawn Patrol. Mais tarde, recebeu o DJ Bruno Antdot como sócio. Atualmente, Maz soma mais de 2.4 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 480 mil seguidores no Instagram.
DJ Maz
Reprodução/Dawn Patrol Records

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Leone se prova cantor sagaz, sem jogo de cena, ao estrear show situado na ‘sala escura do sentimento’


Gabriel Leone estreia o show ‘Minhas lágrimas’ no Manouche, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 28 de abril
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Minhas lágrimas
Artista: Gabriel Leone
Data e local: 28 de abril de 2026 no Manouche (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Os olhos de Gabriel Leone ficaram marejados quando o artista começou a cantar “Vento no litoral” (Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo, 1991) no palco do clube carioca Manouche. Não foi jogo de cena. O intérprete estava visivelmente com emoção interiorizada ao dar voz a essa canção reflexiva e melancólica do repertório da banda Legião Urbana.
“Vento no litoral” foi um dos muitos pontos altos da estreia do primeiro show solo deste grande ator carioca que se assumiu cantor com o lançamento em março do álbum de estreia de Leone, “Minhas lágrimas” (2026).
Na estreia na noite de ontem, 28 de abril, o show “Minhas lágrimas” roçou a perfeição do disco produzido por Marcus Preto e Tó Brandileone, com repercussão positiva nas redes sociais que deve gerar expectativa no público paulistano para a estreia do show em São Paulo (SP), programada para a próxima terça-feira, 5 de maio, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis.
Diante de plateia interessada em música, sem hype e sem convidados vips disputando atenção com o artista, Gabriel Leone se confirmou cantor sagaz, com entendimento pleno do sentido das músicas que escolheu para o álbum e para o show.
É um repertório situado na “sala escura do sentimento”, como diz verso de “Segredo” (1986), a sinuosa balada bluesy de Djavan que Leone cantou no fim do show, antes do bis, caindo bem no suingue funky orquestrado pela power banda formada pelo tecladista Agenor de Lorenzi, o guitarrista Conrado Goys, o baixista Fábio Sá (também no posto de diretor musical) e o baterista Vitor Cabral.
Gabriel Leone se acompanha ao violão em set solo do show ‘Minhas lágrimas’
Rodrigo Goffredo
O roteiro do show extrapolou o repertório do disco em números como “Me faça um favor” (Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, 1972) – tema do repertório do trio de rock rural Sá, Rodrix & Guarabyra – e “Vida cigana” (Geraldo Espíndola, 1980), canção propagada na voz de Tetê Espíndola.
Essas duas canções de atmosfera rural foram revividas por Leone em set solo em que o cantor se acompanhou ao violão arranhado com a sensibilidade musical que rege a alma do artista. Ainda dentro do universo interiorano, mas já com a banda de volta ao palco, o cantor terçou vozes com os graves da convidada Lucina em “Êta nóis” (Luhli e Lucina, 1984), perseguindo o tom caipira do tema lançado por Ney Matogrosso (convidado de Leone na gravação do álbum).
Em sintonia com o conceito do álbum “Minhas lágrimas”, Gabriel Leone não fez cover no show. O intérprete sempre procurou um caminho particular para abordar cada música. No show, isso ficou evidenciado no bis, quando Leone reinventou “Um pro outro” (1986), quebrando a moldura pop da canção lançada por Lulu Santos há 40 anos, o que impediu o público de cantar junto com Leone no arremate do show, sem surtir o efeito desejado pelo artista.
Se o show resultou musicalmente irretocável, o roteiro precisa de sutis ajustes. “Mil e uma noites de amor” (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Fausto Nilo, 1985) – outra novidade do show, assim como a já mencionada “Um pro outro” – é pop expansivo com final feliz que soou meio deslocado no meio do show, povoado por canções que flagram o intérprete imerso no “pântano de solidão” mencionado em verso do “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976), número que Leone fez com intensidade contrastante com a delicadeza aliciante do canto de “Nós dois” (Celso Adofo, 1983).
Lucina participa da estreia do show ‘Minhas lágrimas’, de Gabriel Leone, cantando “Êta nóis” com o artista
Rodrigo Goffredo
Afinal, o repertório do disco e show “Minha lágrimas” se nutre de amores contidos, saudades doídas, ausências sentidas, angústias existenciais – mote da balada “Antes da chuva chegar” (Guilherme Arantes, 1976), sedutora na abertura do roteiro – e desalentos entranhados em músicas como “Choro das águas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) e “As portas do meu sorriso” (Fagner e Paulinho Tapajós, 1979).
A solidão está sempre batendo à porta do cancioneiro escolhido pelo artista com coerência e personalidade que engrandeceram o álbum e, consequentemente, o show pela força de repertório surpreendente, selecionado sem obviedades e eventualmente turbinado com a batida do rock, como o reconstruído samba “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974).
“ […} Correra mundo / Procurando o tempo todo tão só / Na multidão / Até encontrar / Alguém / Que bastasse para me povoar / A solidão / Logo esfrego os olhos / Tudo é ilusão”, resignou-se o intérprete ao dar voz e alma aos versos do blues “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão, 1991).
No todo, a estreia do show “Minhas lágrimas” mostrou Gabriel Leone em comunhão com a deusa música, inteiro no palco, sem jogo de cena, sem jogar para a galera. O cantor se garantiu no show sem se escorar no prestígio do ator.
Gabriel Leone inclui músicas de Legião Urbana, Lulu Santos, Pepeu Gomes e Sá & Guarabyra no roteiro do show ‘Minhas lágrimas’
Rodrigo Goffredo
♪ Eis as 15 músicas do roteiro seguido em 28 de abril de 2026 por Gabriel Leone na estreia do show “Minhas lágrimas”, no Manouche, no Rio de Janeiro (RJ):
1. “Antes da chuva chegar” (Guilherme Arantes, 1976)
2. “Choro das águas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977)
3. “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974)
4. “Vento no litoral” (Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo, 1991)
5. “As portas do meu sorriso” (Fagner e Paulinho Tapajós, 1979)
6. “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão, 1991)
7. “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976)
8. “Nós dois” (Celso Adofo, 1983)
9. “Mil e uma noites de amor” (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Fausto Nilo, 1985)
10. “Me faça um favor” (Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, 1972)
11. “Vida cigana” (Geraldo Espíndola, 1980)
12. Êta nóis” (Luhli e Lucina, 1984) – com Lucina
13. “Segredo” (Djavan, 1986)
Bis:
14. “Minhas lágrimas” (Caetano Veloso, 2006)
15. “Um pro outro” (Lulu Santos, 1986)

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Princesa de Astúrias premia a ‘madrinha do punk’ Patti Smith


Patti Smith e sua banda se apresentam no Popload Festival 2019
Fábio Tito/G1
A cantora americana Patti Smith, conhecida como a “madrinha do punk” por levar densidade intelectual a esse gênero visceral, foi premiada nesta quarta-feira (29), na Espanha, com o Prêmio Princesa de Astúrias das Artes 2026.
A artista, que também é poeta e tem 79 anos, “expressou a rebeldia do indivíduo na sociedade em canções pulsantes, algumas das quais já se tornaram ícones da música popular de nosso tempo”, afirmou o júri do prêmio, concedido pela Fundação Princesa de Astúrias.
Nascida em Chicago no fim de 1946, Patricia Lee Smith tem uma “criatividade impetuosa, que conecta o rock, a poesia simbolista e o espírito da contracultura com grande força expressiva”, acrescentou a decisão, lida pela coreógrafa espanhola de flamenco María Pagés Madrigal, vencedora do Princesa de Astúrias em 2022 e presidente do júri neste ano.
Criados em 1981 e considerados os mais prestigiosos do mundo ibero-americano, os prêmios são dotados de 50.000 euros e de uma escultura do artista catalão Joan Miró.
“Comunicadora multidisciplinar e iconoclasta”
Em uma foto em preto e branco na capa, com o queixo erguido e olhar desafiador, essa militante dos direitos civis irrompeu no mundo do rock com o álbum Horses, em 1975, que rapidamente a transformou em uma das artistas mais influentes da cena.
Quando se tornou conhecida como cantora, ela já havia publicado vários livros de poesia, produção que manteve até recentemente. Também se destacam seus livros de memórias, muito elogiados pela crítica.
Sua trajetória ultrapassou “os limites do estritamente musical para se transformar em uma comunicadora multidisciplinar e iconoclasta por meio de diferentes manifestações artísticas, como a poesia, a fotografia, a performance e a videoinstalação”, afirmou a Fundação Princesa de Astúrias.
Sempre combativa, Smith participou das manifestações pelo fim da guerra do Iraque e pela saída do presidente George W. Bush, em 2003, defendeu integrantes do grupo punk feminista russo Pussy Riot após sua prisão em 2012 e assinou, em 2018, um artigo de opinião contra o aquecimento global.
Vencedora de vários prêmios, foi incluída em 2007 no Rock and Roll Hall of Fame.
Começa o ciclo de premiações
O prêmio das Artes foi o primeiro dos oito desta edição, concedidos anualmente pela Fundação Princesa de Astúrias, em ritmo de um por semana.
No ano passado, nessa categoria, o reconhecimento foi para a fotógrafa mexicana Graciela Iturbide, cujas imagens poderosas convidam “a olhar para além do visível”, segundo definiu o júri.
Em outras edições, foram premiados músicos como Joan Manuel Serrat e Bob Dylan, nomes do cinema como Meryl Streep, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Pedro Almodóvar, além de arquitetos como Frank O. Gehry, Norman Foster e Santiago Calatrava.
Os prêmios, que levam o nome do título da herdeira ao trono espanhol, a princesa Leonor, são entregues por ela e pelos reis Felipe VI e Letizia, em outubro, em uma cerimônia em Oviedo, capital de Astúrias.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Jurassic Park’, Sam Neill anunciou estar curado de câncer após cinco anos de tratamento


Sam Neill em Los Angeles, em 2024. O ator anunciou que está livre do câncer após se submeter à terapia com células CAR-T, um tratamento que buscou depois que a quimioterapia deixou de funcionar
Richard Shotwell/Invision/AP
O ator Sam Neill, conhecido por seu papel em “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros”, afirmou que superou um câncer após cinco anos de tratamento. Segundo ele, a remissão foi possível graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.
O neozelandês, de 78 anos, revelou em suas memórias, lançadas em 2023, que estava “possivelmente morrendo” após ser diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três.
Em entrevista exibida no fim de semana pelo Canal 7 da Austrália, o ator contou que conviveu com a doença por cinco anos e que o tratamento com quimioterapia deixou de fazer efeito. “Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal”, afirmou.
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Neill passou então por uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o câncer. “Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário”, disse.
O ator também pediu que governos federais e estaduais da Austrália ampliem o financiamento desse tipo de tratamento para pacientes com a doença no país.
Com carreira iniciada nos anos 1970, Sam Neill acumula dezenas de trabalhos no cinema e na TV, incluindo a série Peaky Blinders e o filme O Piano.
Sam Neill
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Fonte: G1 Entretenimento