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Pedro Scooby e Cintia Dicker confirmam fim do casamento após sete anos juntos


Pedro Scooby e Cíntia Dicker curtem o primeiro dia do festival The Town
Celso Tavares/g1
Pedro Scooby, de 38 anos, e Cintia Dicker, de 39, confirmaram o fim do casamento.
O surfista revelou que os dois estão separados há dois meses e que já não moram juntos. Apesar do término, ele afirmou que o ex-casal mantém uma relação próxima e segue convivendo em família.
“Sim, estamos separados há dois meses! Viajamos juntos em família nesse tempo e vamos seguir juntos, como bons amigos que somos e pais da Aurora”, declarou Scooby à coluna de Lucas Pasin, do Metrópoles.
Cintia também confirmou a separação à revista QUEM.
‘Não houve traição, nem desrespeito’
Agora no g1
Ao falar sobre a relação após o fim do casamento, o surfista destacou que pretende manter uma convivência saudável com a ex-mulher.
“Nunca imaginei que pudesse ter uma relação assim após o casamento, e acredito que isso seja o verdadeiro amor! Ela vai poder contar sempre comigo e eu sempre com ela”, afirmou.
Pedro Scooby & Cintia Dicker beijam muito na Marquês de Sapucaí.
Gabriel Inácio
Scooby também fez questão de negar que uma traição tenha motivado a separação.
“Antes que fiquem especulando, não houve traição, nem desrespeito! Muito pelo contrário! Espero que todos respeitem esse momento”, disse.
Casal estava junto há sete anos
Aurora, filha de Pedro Scooby e Cíntia Dicker, recebe alta de hospital duas semanas após nascimento
Reprodução/Instagram
Pedro Scooby e Cintia Dicker começaram a se relacionar no fim de 2019 e oficializaram a união no ano seguinte. Juntos, eles são pais de Aurora, de três anos.
O surfista também é pai de Dom, de 14 anos, e dos gêmeos Liz e Bem, de 10, frutos de seu relacionamento anterior com Luana Piovani.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan relança primeiro álbum, feito há 50 anos, em edição remixada que traz versões inéditas de faixas do LP de 1976


Djavan em foto da capa do álbum ‘A voz • O violão • A música de Djavan’, lançado em 1976
Francisco Pereira / Reprodução da capa do álbum ‘A voz • O violão • A música de Djavan’
♫ NOTÍCIA
♬ Lançado em 1976 pela gravadora Som Livre, o primeiro álbum de Djavan, “A voz • O violão • A música de Djavan”, ganha edição comemorativa de 50 anos em sincronia com o show da turnê com a qual o artista percorre o Brasil ao longo deste anos 2026 para celebrar cinco décadas de sucesso.
Nessa edição especial, prevista para chegar aos aplicativos na sexta-feira, 4 de setembro, o “A voz • O violão • A música de Djavan” volta com novas mixagem e masterização a cargo de Alexandre Rabaço e Max Viana.
Dois sambas do repertório autoral do álbum, “Embola a bola (Cateretê)” e “Muito obrigado”, reaparecem em registros inéditos de voz e violão, sem os toques dos músicos Altamiro Carrilho (1924 – 2012) (flauta), Hélio Delmiro (1947 – 2025) (guitarra), Luizão Maia (1949 – 2005) (baixo), Mestre Marçal (1930 – 1994) (percussão) e Paulo Braga (bateria). Já o samba “Maria das Mercedes” poderá ser ouvido em versão estendida.
Gravado no Estúdio Level, no Rio de Janeiro (RJ), com arranjos do tecladista Edson Frederico (1948 – 2011), o álbum “A voz • O violão • A música de Djavan” foi formatado com produção musical de Aloysio de Oliveira (1914 – 1995), sob direção de produção de Guto Graça Mello (1948 – 2026).
Capa do álbum ‘A voz • O violão • A música de Djavan’, de 1976
Francisco Pereira com arte de Cesar Villela

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Fergie saiu dos Black Eyed Peas e quem canta com eles hoje?


Black Eyed Peas se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio
Os Black Eyed Peas se apresentam no Rock in Rio no dia 6 de setembro, no Palco Mundo. Essa é a segunda vez do grupo no festival: eles vieram em 2019, em show com participação de Anitta.
Na época da última vinda, os Black Eyed Peas já eram um trio, sem a presença de Fergie. Mas até hoje, a cantora é lembrada por ter feito parte dos hits mais icônicos da banda. Abaixo, relembre por que Fergie saiu do grupo e quem é a atual vocalista feminina do Black Eyed Peas:
Por que Fergie saiu dos Black Eyed Peas?
Black Eyed Peas
Divulgação
Os Black Eyed Peas foram formados nos anos 90 como um trio. Fergie entrou no grupo em 2002, durante a produção do disco “Elephunk” e, a partir daí, o grupo atingiu seu auge comercial.
Com Fergie, discos como “Monkey Business”, “The E.N.D.” e “The Beginning” tiveram vários hits e colocaram o grupo no topo das paradas. Isso até 2011, quando o grupo anunciou que iria dar uma pausa por tempo indeterminado.
Os Black Eyed Peas voltaram em 2015, com singles lançados já sem a participação de Fergie. Até então, dizia-se que era só uma pausa para a vocalista focar no seu segundo álbum solo, “Double Dutchess”.
Sua saída foi oficializada só em 2017, por Will.i.Am, que reforçou que a cantora não seria substituída. Segundo os integrantes, não foi um rompimento hostil.
Anos mais tarde, Taboo disse que, naquela época, Fergie saiu porque queria se dedicar integralmente à maternidade.
Recentemente, os quatro voltaram a aparecer juntos. Em uma entrevista com o produtor brasileiro Papatinho, veiculada em janeiro deste ano, Will.I.Am revelou que “o sonho dele” era fazer um disco do Black Eyed Peas para o Carnaval do Rio.
“Imagina se o Black Eyed Peas fizer um álbum sobre o Carnaval do Rio e no Carnaval do Rio. E sou eu, Taboo, Apl e Fergie. Isso seria épico. Se a gente fosse trazer essa formação de volta, isso precisa acontecer no Brasil, no Carnaval. Esse é o palco para isso”, disse.
Em maio, o grupo foi como um quarteto para receber um prêmio nos American Music Awards. Apesar disso, não há confirmação de que ela vai voltar para o grupo.
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Como são os shows sem ela?
Will.i.Am fez o possível para cumprir sua promessa de não substituir Fergie. Hoje, os Black Eyed Peas são oficialmente um trio, mas contam com a ajuda de vocais femininos para os maiores hits. Afinal, faixas como “Meet Me Halfway” ou “Boom Boom Pow” não seriam as mesmas sem os trechos da cantora.
Atualmente, quem costuma fazer essa parte é a cantora filipina J. Rey Soul.
J. Rey Soul é a atual cantora do Black Eyed Peas
Reprodução/Facebook
Às vezes, o grupo também convida cantores de algumas parcerias, como aconteceu com Anitta no Rock in Rio de 2019. Juntos, eles lançaram a canção “Explosion”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Twenty One Pilots, eles cresceram: como dupla virou um dos maiores nomes do rock após três Lollas


Twenty-One Pilots: Como dupla virou um dos maiores nomes do rock após três Lollas
A trajetória do Twenty One Pilots no Brasil ajuda a entender não apenas a evolução técnica de Tyler Joseph e Josh Dun, mas como a próprio pop rock mudou nos últimos dez anos. A recusa de rótulos e o trânsito livre por estilos unem as maiores novidades recentes do rock.
Primeiro Lolla
Quando pisaram pela primeira vez no palco do Lollapalooza, em 2016, eles eram vistos por parte do público como uma curiosidade: uma dupla com pose de youtubers mascarados, mistura afiada de rap com indie e uma energia que compensava a escassez de instrumentos com o uso de bases pré-gravadas e acrobacias.
Twenty One Pilots se apresentam no palco Skol do Lollapalooza 2016
Flavio Moraes/G1
Naquela estreia, faixas como “Stressed Out” e “Car Radio” já mostravam o apelo direto com a fatia mais jovem da plateia. Era um som moldado por dilemas existenciais, letras com tom positivo e uma salada de influências que ia do hip hop ao poperô. Em entrevista ao g1 na época, Josh Dun justificava a formação enxuta e a mistura estilística: “A gente notou que tocava melhor assim. Mas ao mesmo tempo, nos sentimos vulneráveis com só dois no palco”. A vulnerabilidade virou combustível.
Segundo Lolla
Fãs de Twenty One Pilots pintam até cabelos de amarelo para show
Três anos depois, no Lollapalooza 2019, o cenário era outro. A dupla desembarcou no Autódromo de Interlagos carregando a era “Trench”, que pintou a plateia de preto e amarelo com fitas, lenços e cabelos tingidos. Maior, o duo foi eleito o melhor show daquela edição, entregando um caos sonoro e performático que reforçava a tese de “gênero fluido” defendida por Josh Dun antes de subir ao palco: “Não sei se o que tocamos é rock, e isso não importa”.
No Brasil, mas não no Lolla
A escalada do grupo não se restringiu às edições do festival paulistano. Em novembro de 2022, o Twenty One Pilots dividiu o protagonismo do GPWeek com o The Killers, tocando para 50 mil pessoas em São Paulo. No estádio do Palmeiras, Tyler e Josh provaram que já sabiam conduzir multidões. Ali começou a ficar evidente o amadurecimento musical, com arranjos mais dançantes (como o groove de “The Outside”) e o apoio de uma banda no fundo, sem abrir mão do habitual show de luzes de celulares e da clássica escalada nas estruturas de iluminação.
Terceiro Lolla
Twenty One Pilots se apresenta no Lollapalooza 2023
Rafael Leal/g1
A consagração em Interlagos veio em 2023, quando foram escalados de última hora para substituir o Blink-182. A dupla não estava sozinha em cena: baixista, tecladista, guitarrista e trompetista encorparam o som com R&B e disco music. O setlist ganhou até tributos brasileiros, como os versos de bossa nova e funk puxados pelos metais. Tyler manteve o ritual de escalar a estrutura de iluminação durante “Car Radio”, mas o brilho veio nos arranjos que provaram o salto de patamar.
Enfim, Rock in Rio
A caminhada iniciada lá em 2016 ganha um novo capítulo no dia 13 de setembro. Escalados para fechar o Rock in Rio, Tyler Joseph e Josh Dun chegam à Cidade do Rock não mais como uma aposta barulhenta ou uma aposta adolescente, mas como headliners consolidados. A dupla que começou se sentindo vulnerável com apenas dois integrantes no palco prova que a falta de fronteiras nos gêneros musicais foi o caminho mais direto para o topo do rock atual.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eu não faço música que dá para fazer dancinha, diz Ananda antes de estreia no Rock in Rio


Ananda se prepara para subir ao palco Supernova do Rock in Rio.
Tom Morais.
Não tinha como ser muito diferente para Ananda. Neta do percussionista Bola Morais, integrante dos Novos Baianos, e filha do percussionista e produtor Tom Morais, ela cresceu arrodeada por música.
Bem novinha, aos 12 anos, começou a se aventurar postando covers na internet, ainda na época do Musical.ly, antecessor do TikTok. Entre os primeiros vídeos, estava uma versão de “Ela Só Quer Paz”, de Projota. De lá para cá, as coisas ficaram sérias.
Seu primeiro lançamento foi “Portugal”, em parceria com Kawe, quando tinha 16 anos. A faixa ultrapassou 60 milhões de reproduções no Spotify.
Em março de 2023, Ananda lançou o EP “Todas pra você que me fez sofrer”, com quatro faixas. Em 2024, apresentou seu primeiro álbum, “Cosmos”, com 10 músicas. Seu lançamento mais recente foi “te traindo com você”, em agosto de 2026.
Já com uma carreira estabilizada na música, Ananda chega ao Rock in Rio para se apresentar no palco Supernova, em 11 de setembro, por volta das 18h, em um line-up formado exclusivamente por mulheres (Muse Maya, Isa Buzzi, NandaTsunami e ela).
“Por ser um festival com muitos artistas, o maior objetivo é fazer as pessoas pararem, me ouvirem, e lembrarem das minhas músicas. Mas independentemente do número de pessoas, eu vou fazer o meu show. Estou indo para me divertir”, comentou ao g1.
Ananda se prepara para subir ao palco Supernova do Rock in Rio.
Tom Morais
Ela diz que gosta de cantar e escrever sobre seu processo de amadurecimento frente à vida. Confessa ter uma melancolia guardada.
Seu trabalho costuma passear pelo pop e pela nova MPB e já rendeu parcerias com artistas como Supercombo, Clau, Day Limns, Mariana Aydar, Joyce Alane e Clarissa. Fã declarada de funk, ela prefere não se definir dentro de um gênero musical.
A artista paulistana de 23 anos soma cerca de 9,4 milhões de seguidores no TikTok e 7,1 milhões no Instagram. Por lá, costuma compartilhar a rotina como artista, os ensaios, os processos criativos de composição. No Spotify, acumula 1,2 milhão de ouvintes mensais, a maioria concentrada em São Paulo.
Ao g1, ela fala sobre a família de músicos, o começo na internet, a pressão para viralizar e a preparação para o show no Rock in Rio. Confira:
Agora no g1
g1 — Você começou na internet muito nova, em 2016. Como a música entrou nessa história?
Ananda — Eu sempre fiz um pouco dos dois. Comecei postando vídeos variados, porque não tinha muito objetivo de fazer alguma coisa com aquilo. Até que o vídeo que foi melhor, que realmente me fez pensar “acho que dá para fazer alguma coisa”, foi cantando, um cover, no Musical.ly. Postei esse vídeo, as pessoas reagiram bem, mostrei para o meu pai e ele falou: “Nossa, você está cantando bem, afinada”. Foi daí que partiu isso.
g1 — E como a criação de conteúdo e a carreira de cantora foram se encontrando?
Ananda — Sempre foi muito unido. Eu sempre fui conhecida como uma criadora que cantava, porque, como não tinha minha música ainda, era sempre essa questão do cover. Eu era muito nova e tinha que conciliar com a escola, então eram os dois mundos ali. Eu contava histórias, dublava, atuava, fazia covers. Sempre tinha a ver com esse lado artístico.
g1 — Quando veio a virada para a carreira de cantora?
Ananda — Foram uns três anos fazendo cover na internet até decidir fazer minha própria música. Em 2019, lancei minha primeira. Na verdade, foi um feat, “Portugal”, que até hoje é a minha maior música. Ela estourou e ficou gigantesca. Depois comecei a lançar minhas músicas sozinha. Aí veio essa virada de ser cantora, porque você precisa ter seu lançamento para virar cantora.
g1 — E quando você começou a se encontrar como compositora?
Ananda — Nas primeiras músicas, principalmente as mais antigas, elas nem têm tanto a minha cara porque eu ainda não escrevia. Eu sempre gostei de contar histórias, sempre fui muito envolvida com séries, filmes e livros. A narrativa sempre me encantou muito. Comecei a escrever mais ou menos em 2020, um ano depois de começar a lançar as músicas. No começo, precisava de ajuda para criar uma melodia ou alguma coisa assim, porque escrever um texto ou um poema é diferente de escrever uma música. Mas fui me encontrando.
g1 — Suas letras costumam falar sobre relacionamentos, vulnerabilidade e saúde mental. Por que você gosta de escrever sobre esses temas?
Ananda — Sempre gostei de escrever essa parte mais vulnerável da vida, de dissertar sobre sentimentos e falar até das coisas que as pessoas não gostam de falar. Seja no amor, seja sobre saúde mental, seja sobre se encontrar ou estar perdido. Acho que as músicas seguem o mesmo caminho que a minha vida. Tenho 23 anos, então cada ano muda muito. Acho que as músicas imprimem muito isso também. Elas foram ficando mais maduras, mas também com esse quê de autoconhecimento.
g1 — Seu pai é músico e hoje trabalha com você. Como funciona essa parceria?
Ananda — Meus pais trabalham comigo no campo geral, de publicidade e tudo mais. Eles são meio que meus assessores, pessoas de confiança em todas as áreas. Meu pai também trabalha comigo na música. Está sempre comigo, principalmente na produção das músicas. Ele assina as produções e fazemos tudo juntos no estúdio, com meu produtor. Às vezes, ele também participa das composições.
g1 — Fica estranho em algum momento compor com o pai sobre temas tão íntimos?
Ananda — Acho que a gente sai um pouco dessa nossa casca de pai e filha. Vira mais uma parceria. Eu acabo guiando porque sei a história que quero contar e tenho a idade que tenho, então sei o que quero falar para o público. Mas acho importante também ter a opinião de outras pessoas. Se eu fico muito “eu, eu, eu”, as coisas acabam seguindo um caminho parecido, porque a gente fica condicionado às nossas referências.
g1 — E ser neta de quem você é certamente te influenciou a seguir na música, né?
Ananda — Não sei se influenciou a começar a cantar na internet, porque, como falei, foi uma coisa muito do nada. Meus pais sempre foram muito “faz o que você quiser” e nunca me colocaram em um caminho exato. Acho que tem uma influência subconsciente, porque não tem como: meu avô, meu pai e, no fim, eu também. Alguma coisa aconteceu ali.
g1 — Quais artistas estão no seu fone hoje e quais são suas referências?
Ananda — Nunca fui uma pessoa muito fã de um artista específico. Sempre ouvi muita coisa, porque em casa sempre me apresentaram muita música, principalmente MPB. Meu avô era percussionista, então sempre teve muita música brasileira na minha casa. Eu gosto muito de prestar atenção na letra e na composição. No Brasil, amo Marisa Monte. Gosto do jeito que ela escreve, porque é simples, mas muito profundo. Tim Bernardes também. De fora, tenho ouvido muito Lizzy McAlpine. Acho ela incrível e bem melancólica, como eu.
g1 — Você sente que a história de uma música é mais importante do que o gênero dela?
Ananda — Total. Nas minhas músicas, a história lidera mais do que o gênero. Por isso acabo permeando muitos gêneros diferentes. É difícil para mim me colocar numa caixa, porque sinto que cada letra pede um sentimento. Eu me encontrei muito nisso.
g1 — Seu público também foi amadurecendo junto com você?
Ananda — Sinto que foi mudando. Na maioria, é muito da minha faixa etária. Eu sou, com certeza, o meu público-alvo.
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g1 — Como você faz se divide entre a face cantora e a criadora de conteúdo?
Ananda — A internet é uma ferramenta muito poderosa para divulgar as músicas. E eu sou a Ananda cantora, assim como sou a Ananda criadora de conteúdo e a Ananda aqui com você. Não sinto que tem tanta diferença, porque foi um caminho que decidi seguir. Gosto de ser verdadeira, é o jeito que consigo lidar com as coisas. Eu me encontrei muito contando histórias e gosto de fazer isso nos meus conteúdos também. Faço muitos conteúdos com textos meus, que seguem o mesmo caminho que uso para fazer as músicas. Então sinto que eles andam juntos.
g1 — E quais são hoje as maiores dificuldades dessa carreira de artista?
Ananda — Acho que é tudo. É converter essas pessoas que já me seguem para ouvirem as músicas, porque são públicos diferentes. E show é uma questão de tirar as pessoas de casa. Não é algo simples para ninguém. Então acho que também é uma questão de ir construindo. É um trabalho muito de tijolinho. Tudo na minha vida sempre senti que foi criado com uma base forte. Então acredito muito em construir uma comunidade de pessoas que gostam de mim.
g1 — Você pensa em viralizar quando compõe?
Ananda — Nunca fiz uma música pensando “essa aqui, essa parte vai ser muito viral”. Tenho uma música que tem um minuto e pouco, que é uma ligação de telefone, “Desculpa Te Ligar Assim”. Nem achei que fosse dar em nada, porque é muito curta. Era mais para completar meu EP e contar uma história. E ela virou uma das maiores músicas que tenho, uma das mais amadas no show. A galera gosta muito de cantar. Então acho que é sobre criar a sua verdade, dentro do possível, porque a gente ainda trabalha e precisa pagar as contas.
Ananda, cantora e youtuber, se apresenta no palco Supernova e em uma tenda promocional
Reprodução/Instagram da cantora
g1 — Você acha que não ter uma música pensada para dancinha dificulta chegar ao público?
Ananda — Com certeza fica mais difícil das pessoas criarem conteúdo. E acho que isso é muito importante, não só para você divulgar, mas para o público abraçar isso também. Essas coisas virais funcionam muito, mas não tem muito o que fazer. Eu não faço música que dá para fazer dancinha pelo estilo musical mesmo. Dá um medo, porque no Brasil, se você pega o Top 50, é sertanejo ou funk. Mas também acredito muito que, quando a música é para ser, ela vai.
g1 — E agora vem um momento enorme: o Rock in Rio. Como foi receber esse convite?
Ananda — Foi muito legal o convite. Não esperava. Existem muitos artistas no mundo, muitas pessoas talentosas. Então ter sido chamada e poder cantar lá já é incrível para mim.
g1 — Você vai se apresentar no dia 11, em um line-up só de mulheres. O que significa estar nesse palco?
Ananda — Acho que vai ser um ótimo dia, com um público muito legal. Mas não é um show meu, então nunca é garantido que vão ter pessoas suficientes ali cantando. Só que ter pessoas é sempre o suficiente, independentemente do número. Eu vou fazer o meu show. Meu show é às seis e acho que vai ser um bom horário.
g1 — Como está a preparação para o show?
Ananda — Já estou tendo vários ensaios. É bom que já é um setlist que montei e que conheço. Tem só duas músicas mais novas. Lancei uma recentemente e vai ter uma inédita também, porque estou vindo com um projeto. Quero aproveitar para poder cantar essa música. O restante são músicas com as quais já tenho familiaridade.
g1 — Como você pensou o repertório para um festival?
Ananda — Dei preferência às músicas que a galera gosta bastante. Por ser um festival, acho que o maior objetivo é as pessoas ouvirem, pararem, lembrarem talvez da música e gostarem do show. Mas estou indo para me divertir, principalmente. É um show com banda. Eu sempre faço com banda, mas sou só eu. Não tenho dançarina ou algo do tipo. Já fiz de vários formatos, inclusive show acústico, só eu e um violão. Mas esse tem baterista, baixista, guitarrista, tecladista. É bem completão mesmo.
g1 — Depois de tantos anos entre a internet e a música, o que você sente que está construindo?
Ananda — Acho que estou construindo a minha verdade. É um trabalho de tijolinho em tijolinho. Você está sempre lançando aquilo em que mais acredita, com toda a fé, e às vezes não vai. Então também é saber lidar com as frustrações. É um aprendizado a cada dia. Não tem receita de bolo. Mas estou fazendo e acho que está rolando.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Duane Davis, declarado culpado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur há 30 anos (e o papel de um livro na condenação)


Duane Davis foi declarado culpado pelo assassinato de Tupac Shakur, mas disse que vai recorrer da decisão
Getty Images/BBC
Duane Davis sugeriu várias vezes que poderia ter estado envolvido no assassinato do rapper Tupac Shakur, ocorrido em 7 de setembro de 1996.
Ele fez isso falando a investigadores da polícia em 2008 e 2009 e, posteriormente, quando publicou um livro sobre sua vida em 2019, intitulado Compton Street Legend.
Nele, afirmou: “Sou uma das poucas testemunhas vivas do assassinato de Tupac”.
Essas foram algumas das evidências apresentadas pelos promotores responsáveis pela acusação contra Davis, que se tornou nesta segunda-feira (31/08) a primeira pessoa condenada pelo assassinato de Tupac, 30 anos após o crime que marcou a história do hip-hop nos EUA.
Davis, que se declara inocente, está preso desde setembro de 2023.
Davis foi preso em 2023 pela polícia de Las Vegas
Getty Images/BBC
Em junho, um juiz permitiu que tanto o livro quanto uma série de depoimentos que Davis concedeu à polícia em 2008 e 2009, sob um acordo de confidencialidade, fossem usados ​​no julgamento, que começou em 17 de agosto.
A defesa de Davis tentou impedir o uso do livro como prova, argumentando que muitas partes haviam sido “ficcionalizadas” para vender exemplares e que é impossível determinar o que é real e o que não é.
Mas um juiz considerou que Davis havia assumido todas as declarações do livro como suas e afirmado em várias ocasiões no texto que estava dizendo a verdade. O magistrado, então, aceitou o livro como prova.
Davis, de 63 anos, disse ao final do julgamento que vai recorrer da decisão. O juiz explicou que isso só poderá acontecer depois de o tempo e as condições da sentença serem determinados pela Justiça, o que deverá ocorrer em 13 de outubro.
Uma das possibilidades é que ele seja condenado à prisão perpétua sem direito a liberdade condicional.
O crime
O assassinato de Tupac Shakur abalou o mundo da música na década de 1990
Getty Images/BBC
Na década de 1990, as rivalidades entre gangues permeavam o mundo do rap.
Os confrontos entre os grupos que dominavam Los Angeles na época (os Bloods, frequentemente identificados pela cor vermelha; e os Crips, identificados pelo azul) transbordaram para as ondas do rádio e se tornaram uma rivalidade nacional entre o rap da Costa Leste e o da Costa Oeste dos EUA.
As duas gravadoras que melhor representavam essa rivalidade eram a Death Row Records, de propriedade do empresário Suge Knight — cuja gravadora contava com estrelas como Tupac, Snoop Dogg e Dr. Dre —; e a Bad Boy Records, de propriedade de Sean Diddy, com estrelas como The Notorious B.I.G. e Faith Evans.
A fatídica noite começou quando Tupac e Knight assistiram a uma luta de boxe entre Mike Tyson e Bruce Seldon no MGM Grand em Las Vegas.
Depois da luta, câmeras de segurança de um hotel registraram Tupac e membros de seu grupo — que, segundo a polícia, tinham ligações com a gangue de rua Mob Piru Bloods — agredindo um homem chamado Orlando Anderson, suposto membro da gangue South Side Compton Crips.
Cerca de três horas após a agressão, Tupac estava no banco do passageiro do BMW do empresário Suge Knight em Las Vegas quando um Cadillac branco parou ao lado e abriu fogo.
Tupac foi atingido por quatro tiros e morreu seis dias depois.
As confissões de Davis
O promotor Binu Palal argumentou que Davis confessou seu envolvimento em diversas ocasiões
Getty Images/BBC
De acordo com a declaração inicial do promotor Binu Palal ao júri, Davis — que foi líder da gangue South Side Compton Crips — falou pela primeira vez sobre seu envolvimento no assassinato em 1998, em um caso não relacionado ao de Tupac.
A polícia decidiu interrogá-lo após o assassinato de Notorious B.I.G., o famoso rapper da Costa Leste que morreu de maneira semelhante à de Tupac, em 1997.
Mas Davis, por não ter informações sobre o caso de Notorious B.I.G., disse que forneceria informações sobre o caso de Tupac se não fosse incriminado.
Palal argumentou ainda que, em 2019, Davis publicou em seu livro ter ficado revoltado com a agressão que seu sobrinho, Orlando Anderson, havia sofrido décadas antes.
Ele também disse que estava em Las Vegas na noite da briga, que obteve uma arma, que estava viajando no Cadillac branco e que entregou a arma a outra pessoa.
“Um elemento constante em todas essas declarações é a raiva visceral de Duane Davis contra Tupac Shakur por agredir seu sobrinho”, disse Palal.
O promotor também leu uma citação do livro de Davis: “O ataque deles ao meu sobrinho nos deu o sinal verde final para fazê-los pagar”.
Mas a defesa argumenta que a acusação se baseia em “ficção”.
O advogado de Davis, Michael Sanft, argumentou que o livro foi “ficcionalizado” para vender exemplares e que era praticamente impossível saber quais partes Davis realmente escreveu.
Declarado culpado
A defesa de Davis argumentou que trechos do livro fazem parte de uma ‘obra de ficção’
Getty Images/BBC
No aguardado julgamento de Davis nesta segunda-feira, as etapas se desenrolaram rapidamente.
Após apenas três horas de deliberação, o júri o considerou culpado.
A expressão de Davis permaneceu inalterada ao ouvir o veredito. Depois, ele foi escoltado para fora do tribunal por policiais.
Enquanto o juiz lia os procedimentos a serem seguidos, o réu pareceu interrompê-lo, levantando a mão.
“Gostaria de ter meus pertences de volta”, disse ele, listando alguns itens pessoais, incluindo seu telefone.
Em seguida, afirmou que apelaria da decisão.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Paloma Pitaya traduz ritmos nacionais e argentinos para a linguagem do violino no álbum autoral ‘Caprichoso Brasil’


Capa do álbum ‘Caprichoso Brasil’, da violonista e compositora Paloma Pitaya
Estúdio Thiago Drummond / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A arte tropical da capa do primeiro álbum autoral da compositora e violinista Paloma Pitaya, “Caprichoso Brasil”, evoca brasilidade que aparece mixada com toque erudito no álbum agendado para 25 de setembro.
É que Pitaya – instrumentista de formação erudita e atuação na área de pesquisa das tradições musicais latino-americanas – alinha no álbum 13 temas autorais de inspiração geralmente brasileira, todos compostos para o violino.
Nada menos do que 15 músicos tocam no álbum, como convidados de Paloma Pitaya, mas o mote de “Caprichoso Brasil” é o violino e eventualmente a rabeca, instrumento também tocado por essa musicista e compositora formada na Academia de Música da Osesp, onde estudou entre 2021 e 2023.
Entre outras atividades fora do Brasil, Pitaya foi compositora residente da Fundación Antonio Gala, na Espanha, onde teve a ideia do álbum “Caprichoso Brasil”. A propósito, o álbum se origina do livro de partituras para violino solo também intitulado “Caprichoso Brasil”, concebido pela artista entre 2019 e 2020 durante a residência artística na fundação espanhola e publicado neste ano de 2026.
No álbum, Paloma Pitaya expande o universo musical do livro ao harmonizar o violino e a rabeca com percussão, violão, sanfona, baixo elétrico e quarteto de cordas com arranjos que transitam entre o rigor da música de concerto e a pulsação vivaz das tradições populares.
Cada um dos 13 temas do álbum “Caprichoso Brasil” é batizado como “Capricho” seguido do nome do gênero musical. Os ritmos, em grande maioria, são brasileiros, como sinalizam temas como “Capricho baião”, “Capricho frevo”, “Capricho maxixe”, “Capricho samba” e “Capricho xote”. Contudo, a violinista também incursiona pela chacarera – ritmo argentino de origem rural – e a milonga, gênero que transita entre Argentina, Uruguai e o estado do Rio Grande do Sul.
Ao produzir o álbum “Caprichoso Brasil”, a intenção da instrumentista foi investigar como esses gêneros musicais podem ser reinterpretados por uma compositora de formação erudita e traduzidos para a linguagem do violino.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 terá chuva? Veja a previsão para o 1º fim de semana


Projeto do Palco Mundo do Rock in Rio 2022
Divulgação
O primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026 deve ser marcado por uma mudança brusca no tempo no Rio de Janeiro. Segundo a previsão do Climatempo, a sexta-feira (4), primeiro dia do festival, será de sol e máxima de 30°C, mas a chuva deve aparecer no sábado (5) e ganhar força no domingo (6), quando a temperatura não deve passar de 19°C.
A previsão aponta 85% de chance de chuva no sábado, com acumulado estimado de 7,2 milímetros, e 84% no domingo, quando são esperados 16,8 milímetros.
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Na segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil, a temperatura continua baixa, com máxima de 19°C e possibilidade de chuva passageira durante o dia.
Os cinco melhores shows das edições dos últimos 15 anos do Rock in Rio
O cenário é especialmente importante para quem pretende passar várias horas na Cidade do Rock. O festival acontece no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, e reúne atrações em diferentes palcos ao longo de cada dia.
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Rock in Rio 2026: veja programação completa
Veja horários dos shows e opções de transporte
O Rock in Rio 2026 será realizado nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. No primeiro fim de semana, estão previstos shows de nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris e Elton John, além de dezenas de outras atrações.
A previsão do tempo, no entanto, pode sofrer alterações até os dias do festival.
Previsão Rock In Rio
Sexta-feira: sol e calor na abertura
O primeiro dia do Rock in Rio, na sexta-feira (4), deve ser o mais quente do feriadão.
A previsão indica mínima de 18°C e máxima de 30°C, sem chuva. O dia deve começar com sol e diminuição de nuvens pela manhã, seguido de uma tarde ensolarada e uma noite com poucas nuvens.
A umidade do ar deve variar entre 50% e 89%. Os ventos serão fracos, com velocidade prevista de 4 km/h e rajadas de até 28 km/h.
No Palco Mundo, o destaque da noite é o Foo Fighters, que tem show marcado para 0h05. Antes da banda americana, sobem ao palco Nova Twins, The Hives e Rise Against.
Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, no Rock in Rio 2019
Marcelo Brandt/G1
Sábado: chuva rápida durante o festival
No sábado (5), a temperatura cai bastante. A previsão aponta mínima de 20°C e máxima de 23°C, com sensação térmica entre 20°C e 21°C.
O Climatempo prevê 7,2 mm de chuva e 85% de possibilidade de precipitação. A previsão é de sol entre algumas nuvens, mas com chuva rápida durante o dia e também à noite.
A umidade deve ficar elevada, entre 79% e 93%.
É o dia de atrações como Sepultura, MGK, Bring Me The Horizon e Avenged Sevenfold no Palco Mundo. O show da banda americana Avenged Sevenfold está previsto para 0h05.
Rock in Rio tem dia mais metal com Sepultura, Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e mais
Reprodução
Domingo: dia mais frio e chuvoso
O domingo (6) deve ser o dia mais complicado do primeiro fim de semana do festival em relação ao tempo.
A previsão indica mínima de 16°C e máxima de apenas 19°C, com sensação térmica entre 16°C e 18°C.
Também é o dia com maior volume de chuva previsto: 16,8 mm e 84% de chance de precipitação. A previsão aponta tempo chuvoso durante o dia e à noite.
Os ventos também devem ficar mais fortes, com velocidade média de 9 km/h e rajadas de até 50 km/h.
No Palco Mundo, a programação tem Barão Vermelho Encontro Formação Original, Nelly, Black Eyed Peas e o DJ Calvin Harris, responsável pelo encerramento da noite, à 0h05.
Black Eyed Peas, Calvin Harris e Nelly se apresentam no Rock in Rio neste domingo (6)
Reprodução
Segunda-feira, feriado: frio e possibilidade de chuva
O feriado de 7 de setembro, último dia do primeiro bloco do Rock in Rio, também deve ter temperaturas baixas.
A previsão é de mínima de 15°C e máxima de 19°C, com sensação térmica entre 15°C e 17°C.
Há 80% de chance de chuva, mas o volume previsto é menor que o do domingo: 2,7 mm. O dia deve ter sol entre algumas nuvens e chuva passageira. À noite, a previsão é de tempo firme.
Os ventos devem soprar a 7 km/h, com rajadas de até 39 km/h.
O grande destaque da programação é o show de Elton John, marcado para 0h05 no Palco Mundo. Antes dele, se apresentam Luísa Sonza com Roberto Menescal, Jon Batiste e Gilberto Gil.
Gilberto Gil, Elton John e Laufey são algumas das atrações do dia 7 de setembro no Rock in Rio
Reprodução
Transmissão
Quem não for ao Parque Olímpico também poderá acompanhar o festival. O Rock in Rio será transmitido ao vivo pelo Multishow, pelo Canal Bis e pelo Globoplay, além de flashes e especiais na programação da TV Globo.
A transmissão pelo Multishow começa às 15h15, enquanto o Canal Bis inicia às 15h50. No sinal aberto, os cinco palcos terão transmissão alternada entre Multishow e Bis a partir das 15h30.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Quase 30 anos após o crime, júri condena homem por planejar assassinato de Tupac


Tupac e Duane “Keffe D” Davis
Reprodução e Reuters
Um júri considerou Duane “Keffe D” Davis culpado de orquestrar o assassinato do ícone do rap Tupac Shakur em 1996, marcando a primeira condenação em um caso que prendeu a atenção dos fãs de hip-hop por décadas.
Davis, de 63 anos, foi condenado nesta segunda-feira (31) por homicídio com uso de arma letal e pode ser sentenciado à prisão perpétua. O júri deliberou por três horas após um julgamento que durou semanas em Las Vegas.
O vice-procurador distrital Binu Palal disse aos jurados, em suas alegações finais, que Davis adquiriu uma arma e “saiu à caça” de Shakur e do cofundador da Death Row Records, Marion “Suge” Knight, depois que eles espancaram o sobrinho de Davis naquela noite.
Agora no g1
Palal reconheceu que os relatos de Davis sobre o assassinato evoluíram ao longo dos anos, mas argumentou que essas diferenças refletiam as motivações mutáveis ​​de Davis e seus esforços para se proteger.
Um detalhe crucial, disse ele, permaneceu consistente: Davis repetidamente se colocou dentro de um Cadillac branco de onde os tiros foram disparados.
“Os fatos essenciais permanecem. Os fatos materiais permanecem”, disse Palal.
O advogado de defesa de Davis, Michael Sanft, desafiou os jurados a identificarem provas, além das próprias declarações de Davis, que o colocassem em Las Vegas ou dentro do Cadillac na noite em que Shakur foi baleado.
Ele apontou para a ausência de imagens de câmeras de segurança, registros telefônicos e outras evidências que comprovassem a presença de Davis no local.
“Eles não têm nada neste caso que indique que esse homem estava aqui em Las Vegas em 7 de setembro de 1996”, disse Sanft, apontando para Davis.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Lionel Richie é internado na UTI após show, diz site


Lionel Richie durante apresentação no show de coroação do Rei Charles III, em Londres, em 7 de maio de 2023
Chris Jackson/Pool via Reuters
Lionel Richie foi internato na UTI após um show nos EUA, segundo o site TMZ. De acordo com o portal, o cantor está internado na cidade de St. Louis, onde realizou a apresentação.
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Segundo o TMZ, após dar entrada em um hospital local para realizar exames, os médicos investigam uma pessível desidratação.
A expetativa, segundo o site, é que Richie receba alta já nesta terça-feira (1º).
Testemunhas que estavam no show relataram ao TMZ que Lionel aparentou ter dificuldades no fim da apresentação. Durante a última música, “All Night Long”, ele pediu à equipe que levasse uma cadeira ao palco para que pudesse se sentar enquanto cantava.
Este texto está sendo atualizado.

Fonte: G1 Entretenimento