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MC Paiva e Malévola: entenda briga envolvendo cabelo de R$ 6 mil, pancadaria em cinema e transfobia


MC Paiva e Malévola: briga por cabelo de R$ 6 mil termina em pancadaria em cinema e acusações de transfobia
Redes sociais
Uma briga por um procedimento capilar de R$ 6 mil escalou para uma confusão generalizada com agressões físicas e acusações de transfobia.
No centro da polêmica estão a influenciadora Malévola Alves e o cantor MC Paiva.
O caso, que teve início em um salão de luxo em Alphaville, na Grande São Paulo, terminou em pancadaria dentro de um shopping na noite desta quarta-feira (29). Entenda o caso.
O início: conta de R$ 6 mil
A confusão começou após Malévola fazer um procedimento de luzes com o cabeleireiro Robson Souza.
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Ao ser cobrada pelo valor de R$ 6 mil, a influenciadora alegou que não havia sido informada sobre o preço antes do serviço.
“Sou rica, mas não sou trouxa. Que país esse povo acha que a gente vive? Só porque é um salão de famosas?”, questionou em suas redes sociais.
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Malévola chegou a ir com amigos para à porta do estabelecimento realizar um protesto para exigir o dinheiro de volta.
Influenciadora Malévola Alves ao lado de amigos protestando em frente ao salão.
Redes Sociais
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Em pronunciamento, Robson afirmou que não devolveria o dinheiro. O profissional relatou que a situação foi entregue ao seu jurídico:
“Meu advogado me aconselhou a não devolver o dinheiro”, declarou, pedindo que seus seguidores não dessem “palco” à cliente.
Famosas saem em defesa
A posição do cabeleireiro gerou uma rede de defesa formada por clientes famosas. Camila Loures e Mari Menezes comentaram publicamente em apoio ao trabalho de Robson.
A influenciadora teen Sophia Florence, conhecida como Soso Careca, também criticou a postura de Malévola:
“Não se pode atribuir preço ao trabalho alheio. Se o preço não te agradou, você não frequenta”.
Transfobia e pancadaria no cinema
O embate ganhou novas proporções com a entrada de Jojo Todynho na discussão. Após elogiar o cabeleireiro, a cantora foi chamada de “arrogante e insuportável” por Malévola.
Jojo rebateu nos stories com frases que foram lidas por internautas como transfóbicas: “Oh mulher que gesta… quer dizer, mulher que não gesta. Quem gesta sou eu”.
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MC Paiva, namorado de Soso Careca, também enviou mensagens rebatendo Malévola. A influenciadora publicou prints das conversas e acusou o funkeiro de transfobia.
O desfecho mais grave ocorreu em um cinema em São Paulo, onde os grupos de Malévola, MC Paiva e Soso Careca se encontraram.
Vídeos que viralizaram mostram uma briga generalizada com troca de agressões físicas, que precisou de intervenção dos seguranças do shopping.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Leone é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (4)


Gabriel Leone é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (4) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil


Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
O documentário “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, produção do Globoplay que retrata a expansão de facções criminosas no Brasil, estreia nesta quinta-feira (30). A série é o 100º documentário do serviço de streaming.
A série documental de seis episódios produzida pelo jornalismo da Globo analisa como as organizações passaram a influenciar e impactar a vida social, econômica e política do país através de diferentes modos de operação, do tráfico de drogas ao garimpo ilegal.
“As facções vivem um novo momento no Brasil. A droga não é mais a única fonte de renda delas. É o controle de territórios que tem garantido a esses grupos um poder sem precedentes, a ponto de representar uma ameaça real à soberania do próprio Estado”, diz Marcio Sternick, produtor executivo da série.
O objetivo é entender o que levou ao extenso domínio e impunidade dessas organizações, e como as diferentes frentes de combate, dos policiais das operações aos políticos, tentam contornar esse avanço.
Para isso, o projeto, que envolveu mais de 29 jornalistas e viagens dentro e fora do Brasil, ouve especialistas em segurança pública, agentes do Estado, jornalistas, vítimas das ações das facções e membros das organizações.
Além disso, um dos traficantes mais conhecidos do Brasil e ligado ao Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar, dá uma entrevista exclusiva em que aborda o esquema sob a ótica de quem o liderou por dentro.
Megaoperação no Rio de Janeiro
Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
Em 28 de outubro de 2025, duas comunidades do Rio de Janeiro foram palco da ação policial mais letal registrada no país. Foram 121 mortos: 117 suspeitos de integrar o Comando Vermelho e 4 policiais.
No episódio de abertura, o documentário traz uma visão inédita do dia, com imagens exclusivas e acesso às câmeras corporais dos agentes envolvidos na ação.
“Eu nunca tinha passado por isso. Olha como ficou a minha casa”, relata uma moradora. “Quem está por fora não sabe nem metade do que a gente passa”.
Outros episódios
Territórios – Sob o Domínio do Crime: 100º documentário do Globoplay mostra avanço das facções criminosas no Brasil
Reprodução
Além da megaoperação, a série aborda o armamento das organizações, destacando o papel dos fuzis na consolidação territorial das facções e no agravamento da violência urbana.
Em seguida, o foco recai sobre o sistema prisional, apresentado como base de sustentação de organizações como CV e PCC.
A investigação mostra ainda como o crime expandiu fronteiras, infiltrando-se em terras indígenas e na economia formal, ampliando sua influência. Na mesma linha, evidencia-se o surgimento das milícias e a transformação do controle territorial em negócio lucrativo, revelando a lógica empresarial por trás da violência.
O último episódio expõe a relação direta entre crime e política, com a corrupção consolidada como arma estratégica das facções.
“O resultado desse grande investimento, ao ouvir tantas vozes de especialistas, autoridades e personagens, é um retrato completo de um mapa invisível do crime no Brasil, que explica como as facções redefinem fronteiras e impõem sua lógica de dominação desde a década de 70”, destaca Fátima Baptista, produtora executiva da série e gerente de Inovação e Projetos Especiais da Globo.
Todos os seis episódios já estão disponíveis na íntegra no Globoplay.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor D4vd esquartejou adolescente com uma serra, diz promotoria de Los Angeles


Foto do cantor D4vd exibida durante coletiva de imprensa em Los Angeles, nesta segunda-feira (20)
Frederic J. Brown/AFP
A Promotoria de Los Angeles afirmou, em documento divulgado nesta quarta-feira (29), que o cantor d4vd teria esfaqueado uma adolescente de 14 anos e, em seguida, esquartejado o corpo com uma serra. O objetivo, segundo os promotores, seria silenciar a vítima.
O artista, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, de 21 anos, é acusado de matar Celeste Rivas Hernández para esconder um relacionamento considerado inadequado, que poderia prejudicar sua carreira.
De acordo com a investigação, os restos da adolescente foram encontrados em estado de decomposição no porta-malas de um Tesla, em setembro de 2025, em um estacionamento em Hollywood.
Celeste Rivas Hernandez, a jovem que o cantor D4vd é acusado de matar
AP
As autoridades apontam que o crime teria ocorrido em 23 de abril de 2025, dois dias antes do lançamento do primeiro álbum de estúdio do cantor.
“Sabendo que precisava silenciar a vítima antes que ela arruinasse sua carreira musical, conforme havia ameaçado, assim que ela chegou à casa dele, o réu a esfaqueou várias vezes de forma letal e permaneceu ali enquanto ela sangrava até a morte”, diz trecho do documento da promotoria.
O cantor se declarou inocente das acusações, e a defesa sustenta que ele não foi responsável pela morte da adolescente.
Preso sem direito a fiança, d4vd pode ser condenado à pena de morte caso seja considerado culpado. O artista, conhecido pela música Romantic Homicide, deve voltar ao tribunal em maio.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira antes de Copacabana: estrela já fez show a R$ 5 em Uberlândia e foi jurada da Banheira do Gugu


Shakira em performance no Grammy, a premiação mais importante da música, em Los Angeles, em 2025
Kevin Winter/Getty Images for The Recording Academy
Embora seu próximo show no Brasil, no próximo sábado (02/04), seja gratuito, Shakira hoje cobra até mil reais por um ingresso para suas apresentações tradicionais, reservadas às grandes arenas e estádios do país. Foi assim em sua última passagem pelo país, por Rio de Janeiro e São Paulo, em novembro passado.
Esse valor pode chocar alguns fãs de longa data da artista, que assistiram às suas primeiras apresentações no Brasil, em 1997, quando ela se lançou ao mercado nacional. Na época, a colombiana chegou a fazer um show com ingressos a R$ 5 (o equivalente a R$ 43 em valores atuais).
Um anúncio dessa apresentação, que aconteceu em Uberlândia (MG), tem viralizado nas redes sociais desde quando ela foi anunciada como a próxima atração do projeto Todo Mundo no Rio, que promove, desde 2024, um megashow anual gratuito de uma estrela internacional nas areias da praia de Copacabana.
Anúncio de show de Shakira em Uberlândia por R$ 5 em 1997
Redes sociais/Reprodução
O show em Minas Gerais em 1997 fez parte da Exposição Agropecuária do Camaru. Naquele ano, porém, a colombiana fez dezenas de apresentações parecidas pelo Brasil afora.
Ela cantou no Olympia, uma extinta casa de shows na capital paulista, no bairro da Lapa, com entradas a partir de R$ 30, mesmo valor cobrado para se apresentar no Moinho Santo Antônio, outro antigo espaço de eventos da cidade, na Mooca.
O preço dos ingressos desses eventos podem ser vistos no acervo da Folha de São Paulo, disponível no site do jornal, que à época publicou reportagens sobre as apresentações.
Se corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), os R$ 5 e os R$ 30 que os fãs precisaram desembolsar para assistir à colombiana hoje seriam equivalentes a cerca de R$ 43 e R$ 257, respectivamente.
Os valores, na época, representavam 4,17% e 25% do salário mínimo vigente, de R$ 120. A comparação hoje seria muito diferente: o ingresso para a turnê Las Mujeres Ya No Lloran, no ano passado, equivalia a 66% da renda mínima — o que virou praxe para apresentações de estrelas globais no país.
Esses shows faziam parte de uma estratégia para impulsionar Shakira no Brasil. Em 1996, ela já fazia muito sucesso na Colômbia, mas era pouco conhecida fora de lá.
Montagem do palco de Shakira na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro
Antonio Lacerda/EPA/Shutterstock
Receita do sucesso
Antes de comandar aquela que ficou conhecida como a maior pista de dança do mundo, em Copacabana, Shakira teve que rebolar. Literalmente.
Em um périplo pelo Brasil, com shows em dezenas de cidades e entrevistas em programas de rádio e televisão a perder de vista, não houve o que a artista não fizesse para conquistar os brasileiros.
Imagens do arquivo do SBT cedidas à BBC News Brasil mostram uma dessas entrevistas. Na Páscoa de 1997, a cantora participava do Domingo Legal, sob o comando de Gugu Liberato.
O apresentador, conhecido nos bastidores por seu anseio por audiência, pediu à colombiana para sambar, fazer a dança do ventre — que mais tarde se tornaria um elemento central em coreografias de hits como Hips Don’t Lie — e aprender “a dança da bundinha”, inspirada em A Dança do Bumbum, do grupo É o Tchan.
Isso tudo fazia parte da estratégia que a Sony Music havia criado. Além do carisma da artista, que também aprendeu a falar português, a gravadora contou com um investimento de US$ 2,8 milhões.
Foi o suficiente para levá-la ao estrelato, com mais de um milhão de discos vendidos em um mercado especialmente difícil para estrangeiros, devido à sua competitividade.
O Brasil, afinal, é o país que mais escuta a própria música, com 75% do consumo no streaming voltado à produção nacional, segundo a Luminate, empresa especializada em dados da indústria do entretenimento nos quais as paradas da revista Billboard se baseiam.
Calejado por décadas nos corredores de gravadoras brasileiras, Luiz Calainho, que era diretor de marketing da Sony Music, e depois viria a se tornar vice-presidente do selo, sabia de todas essas dificuldades.
Além de levá-la aos canais de TV e emissoras de rádio, Calainho convidou repórteres de jornais e revistas para irem até a Colômbia entrevistá-la e a levou para encontros com executivos e vendedores de lojas como a Americanas, uma das vitrines que mais comercializavam CDs no país.
Um pouco mais tarde, quando já era conhecida, a cantora enfim fez sua peregrinação pelas cinco regiões do Brasil, levando shows não só a capitais ou regiões metropolitanas, mas também aos rincões do país.
Só no interior paulista, por exemplo, Shakira se apresentou em Barretos, conhecida como a meca do sertanejo, por sua Festa do Peão, e Ribeirão Preto.
Parceira com a Jovem Pan
Houve ainda outro fator essencial para o sucesso de Shakira no Brasil: uma parceria com a rádio Jovem Pan, que era a estação mais ouvida pelos jovens no país.
Calainho conta que ofereceu ao dono da emissora, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, US$ 1 para cada disco que a artista vendesse no Brasil.
“Se não me engano, cada música dela tocava de três a quatro vezes por dia, fora todo o envolvimento editorial. A Jovem Pan virou sócia do produto”, ele conta. “Shakira vendeu, se não me engano, 1 milhão e 60 mil cópias de discos. Só nesta operação a emissora ganhou US$ 1 milhão.”
O executivo explica as cifras: na época, um real equivalia quase diretamente a um dólar, e cada disco custava em torno de R$ 15. Foram, então, US$ 15 milhões de lucro bruto, valor atualmente inalcançável para a maior parte dos artistas.
Hoje, ele compara, um investimento desse faria pouco sentido, porque o alcance da mídia tradicional não é mais o mesmo. No fim dos anos 1990, a Jovem Pan atingia 15 milhões de pessoas por dia, segundo reportagens da época. Hoje, alcança metade desse público no rádio — mas ao longo de um mês inteiro, não de um dia.
Luiz Calainho, que era diretor de marketing da Sony Music Brasil, ao lado de Shakira, em 1997
Arquivo pessoal
O rendimento dos CDs também minguou, afirma Calainho, que se ampara em relatórios como os do Instituto Pró-Música, representante da Federação Internacional da Indústria Fonográfica no Brasil.
Embora o mercado de discos tenha voltado a crescer — com uma alta de 31,5% em 2024 —, ele se tornou ínfimo perante o streaming e representa só 0,6% dos R$ 3 bilhões movimentados pela indústria fonográfica brasileira, ante 88% do streaming.
“Vivíamos em outro planeta. Havia essa capacidade milionária de investimento porque, na outra ponta, a rentabilidade do CD era estratosférica. A prensagem custava US$ 0,89, mais US$ 4 de direitos autorais. A gente vendia por R$ 15. Até um determinado momento, você pagava o investimento, mas, depois, era dinheiro na veia e na alma da gravadora”, diz Calainho.
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
Carisma e disposição
O que também parece não existir mais, afirma o executivo, é a disponibilidade dos artistas. A própria Shakira era outra na época — seu visual, aliás, era marcado por cabelos pretos que em nada lembram o loiro pelo qual ela é conhecida hoje.
Tamanha era sua disposição que, no Domingo Legal, a cantora foi até jurada do quadro A Banheira do Gugu, no qual homens de sunga agarravam e tentavam impedir que mulheres de biquíni retirassem sabonetes de uma banheira.
Ela já havia se acostumado à TV brasileira. Em uma de suas primeiras entrevistas no Brasil, no Programa Livre, de Serginho Groisman no SBT, a plateia, formada em sua maioria por jovens, não poupou a artista de pedidos como “podemos ver seus ‘pies descalzos’?”, em referência à música Pies Descalzos, Sueños Blancos.
A resposta? “Sim. Só espero que eles não estejam tão sujos.”
“Há 30 anos, o artista sabia que tinha que ir para a rua, ir à loja, ao programa de TV. A disposição dos mega-artistas agora é outra, e a dinâmica é diferente”, afirma Calainho, à frente da L21 Corp, agência que comanda uma série de empresas do ramo do entretenimento, de gravadoras a casas de shows.
“Também havia coisas que hoje em dia não são nem mais possíveis, né? A Banheira do Gugu seria completamente inviável”, ele acrescenta. “Mas Shakira era uma artista que estava realmente a fim de virar a carreira no Brasil.”
Texto originalmente publicado em 12/02/2026 e atualizado em 30/04/2026, antes do show em Copacabana.
Tudo o que você precisa saber para ir ao show da Shakira em Copacabana

Fonte: G1 Entretenimento

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David Allan Coe, que escreveu ‘Take This Job and Shove It’ e outros sucessos da música country, morre aos 86 anos


Foto de arquivo: David Allan Coe, usando tranças ao estilo de Willie Nelson, se apresenta no Willie Nelson July 4th Picnic, em 4 de julho de 1983, no Atlanta International Raceway em Hampton, Geórgia.
AP Photo/Rudolph Faircloth, Arquivo
David Allan Coe, cantor e compositor country que escreveu o hino da classe trabalhadora “Take This Job and Shove It” e teve sucessos como “You Never Even Called Me By My Name” e “The Ride”, morreu aos 86 anos.
Sua esposa, Kimberly Hastings Coe, confirmou a morte à “Rolling Stone” nesta quarta-feira (29), descrevendo-o como “um dos melhores cantores e compositores de nosso tempo”.
Um representante informou à “People” que ele faleceu por volta das 17h de quarta-feira, sem divulgação da causa da morte.
Considerado um “fora da lei” ou “underground”, Coe sempre foi um outsider na cena de Nashville, mesmo com seu sucesso como compositor e cantor requisitado. Ele construiu uma base fiel de fãs com letras cruas e polêmicas, além de um passado marcado por prisões e histórias controversas.
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Entre seus feitos, escreveu músicas que se tornaram clássicos gravados por outros artistas, como “Would You Lay With Me (in a Field of Stone)” (Tanya Tucker, 1974) e foi o primeiro cantor country a gravar “Tennessee Whiskey”, que mais tarde se tornaria um padrão do gênero.
Sua carreira também incluiu turnês com Willie Nelson, Kid Rock e Neil Young, além de participações em filmes e documentários sobre o movimento country fora da lei.
Apesar de polêmicas envolvendo álbuns de conteúdo explícito e problemas legais com o fisco, Coe deixou uma marca duradoura na música country, sendo lembrado tanto por sua rebeldia quanto por sua contribuição artística.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio


Shakira pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio
Instagram/Reprodução/ Divulgação/Live Nation
Faltando pouco para o megashow gratuito em Copacabana, Shakira aumentou a expectativa dos fãs ao abrir uma caixinha de perguntas nas redes sociais e pedir sugestões de artistas brasileiros para dividir o palco no Rio. Com isso, os fãs passaram a especular, e o g1 lista os possíveis convidados com base no histórico de parcerias da colombiana – tudo sem informação privilegiada e apenas com base no histórico de parcerias da colombiana.
Anitta
No começo do mês, Anitta anunciou uma colaboração com Shakira na faixa “Choka Choka”, do disco “Equilibrivm”. A cantora fez uma performance da música no tradicional programa americano “Saturday Night Live” (SNL), mas o “Todo mundo no Rio” pode ser a oportunidade de ver as duas cantando e rebolando juntas.
Será que esse boné da Shakira é uma dica?
Shakira publica vídeo fazendo as malas para viagem ao Rio
Reprodução
Ivete Sangalo
Em 2011, quando Shakira se apresentou no Rock in Rio do Brasil, ela recebeu Ivete Sangalo no palco para cantar “País Tropical” como uma das suas surpresas do show. As cantoras chegaram a gravar um feat juntas, a música “Dançando”.
“O tempo foi passando, a gente se encontrou. Nós somos de gravadoras diferentes, então tem aqueles trâmites. A gente gravou, e depois fez aquela pressão. Era um segredinho para ter assunto. No final das contas, ficou lindo”, disse Ivete na época que lançou o álbum “Real fantasia”.
Será que podemos manter a esperança de um reencontro no palco? Na sexta-feira (1º), Veveta estará no Rio de Janeiro para um show da turnê Ivete Clareou.
Shakira e Ivete Sangalo
Flavio Moraes/G1
Carlinhos Brown
Depois do sucesso da música “Waka Waka” para a Copa de 2010, a cantora colombiana fez uma versão de “Dare (La La La)” em parceria com Carlinhos Brown para a Copa do Mundo de 2014. E a diva colombiana ainda participou da cerimônia de encerramento do mundial no Maracanã. Será que vamos ter uma repetição na Praia de Copacabana?
Vale lembrar que Carlinhos é queridinho de artistas internacionais e, no ano passado, foi convidado especial do show de Dua Lipa.
Carlinhos Brown e Shakira cantam na festa de encerramento da Copa do Mundo
David Gray/Reuters
Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)


Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Em mais de 35 anos de carreira, Shakira lançou 10 álbuns oficiais de estúdio e vendeu mais de 80 milhões de discos em todo o mundo. Assim como Madonna e Lady Gaga, Shakira vai se apresentar na Praia de Copacabana.
O show neste sábado (2) é o pretexto para analisar a discografia e botar os álbuns na ordem do pior para o melhor. Antes da fase adulta, Shakira gravou dois discos, aos 13 e 15 anos, lançados na Colômbia, mas eles não entram na lista abaixo.
10º – Shakira (2014)
Capa do álbum ‘Shakira’ (2014)
Reprodução
O grande momento é o feat com Rihanna, em “Can’t Remember to Forget You”, que já não é grande coisa. O resto é pop eletrônico sem tanto carisma. Tem até reggae fuleiro com a banda Magic e uma fracassada tentativa de “Waka Waka 2”.
9º – Laundry Service (2001)
Laundry Service (2001)
Reprodução
Finalmente popstar global, Shakira vai da chacoalhante “Whenever, Wherever” à bela balada “Underneath Your Clothes”. Mas falta personalidade em um disco tímido. É que os arranjos são sem molho: feitos pra agradar todo mundo.
8º – She Wolf (2009)
She Wolf (2009)
Reprodução
Não é um bom sinal quando várias músicas de um mesmo álbum se parecem com Black Eyed Peas. Pouco inspirado, entrou para a história como o disco que emplacou de vez o apelido Loba. Ah, e tem “Gypsy”, que é bem bonita.
7º – Sale el Sol (2010)
Sale el Sol (2010)
Reprodução
O que une a balada título, o hit com toques de merengue “Loca”, o reggaeton “Rabiosa” e o hino copeiro “Waka Waka” é o vocal inconfundível de Shakira. Ela canta demais nesse álbum.
6º – Oral Fixation, Vol. 2 (2005)
Oral Fixation, Vol. 2 (2005)
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Começa com canto gregoriano e termina com uma letra sobre democracia, fake news e a independência do Timor Leste. Os singles, claro, são bem menos ousados, como a imbatível “Hips don’t lie” e o pop rock genérico “Don’t Bother”, que poderia ser da Pink ou da Kelly Clarkson.
5º – Las Mujeres Ya No Lloran (2024)
Las Mujeres Ya No Lloran (2024)
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O disco com mais feats é também o primeiro pós-divórcio. Na essência, o som é reggaeton, com Karol G, Cardi B e ídolos mexicanos e porto-riquenhos em uma divertida festa latina empoderada e com geleia de morango liberada.
4º – Pies descalzos (1996)
Pies descalzos (1996)
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Antes de ser loira, loba e popstar, Shakira Isabel foi uma divinha colombiana de 19 anos com caneta afiada. O estilo de cantar foi apresentado ao mundo com os hits pop rock “Estoy Aquí” e “¿Dónde Estás Corazón?”. Era o terceiro disco da carreira, mas o primeiro oficial.
3º – El Dorado (2017)
El Dorado (2017)
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Entre o reggaeton e o pop eletrônico chiclete, Shakira canta sua paixão pelo então marido Piqué, em músicas ensolaradas como “Me enamoré” e “Amarillo”. O disco é uma delicinha pop, versando sobre bicicleta, chantagem e amor com igual leveza.
2º – Dónde están los ladrones? (1998)
Dónde están los ladrones? (1998)
Reprodução
Shakira perdeu as letras que ela tinha escrito ao ser roubada no aeroporto. Depois, reescreveu tudo. Perrengue virou conceito: onde estão os ladrões que roubam malas? Mas também roubam nossa energia, nosso tempo, nossos direitos? Na parte musical, ela foi vendida como uma Alanis Morissette latina.
1º – Fijación Oral, Vol. 1 (2005)
Fijación Oral, Vol. 1 (2005)
Reprodução
Consolidada como diva internacional, Shakira se viu livre e sem ter que diluir o som para agradar um público maior. Deu certo. “ Tortura”, “No”e “Día de Enero” dão o tom de um disco orgânico. Ela fica entre o rock do começo e o reggaeton misturado a outros ritmos latinos, fusão que marcaria o resto da carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Diabo Veste Prada 2’ não tem o corte perfeito do primeiro, mas ainda veste bem; g1 já viu


‘O Diabo Veste Prada 2’ prova que uma boa comédia não sai de moda
No fim de “O Diabo Veste Prada” (2006), Emily (Emily Blunt) se dirige à substituta de Andy (Anne Hathaway) e diz: “Você tem grandes sapatos para preencher. Espero que você saiba disso”.
A mensagem valia também para os criadores de “O Diabo Veste Prada 2”, que estreia nesta quinta (30) no Brasil. Ao se propor a fazer uma sequência da comédia icônica dos anos 2000, eles tinham uma missão bem complicada.
Tudo bem que já era meio caminho andado ao trazer de volta Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci. Até as roteiristas e o diretor voltaram — bom sinal.
Mas Hollywood está aí para provar que ainda dá pra errar, mesmo elencando todo mundo direitinho. Porque a nostalgia até leva muita gente ao cinema, mas não sustenta um filme do início ao fim.
“O Diabo Veste Prada 2” não deixa de ser nostálgico: do suéter cerúleo ao retorno de “Vogue”, da Madonna, a sequência não fica sem easter eggs para os fãs. Mas felizmente, quem tinha medo de se decepcionar com o segundo filme pode ficar tranquilo.
O segundo “Diabo Veste Prada” pode não chegar ao status de “clássico” do original (só o tempo dirá), mas diverte, deve agradar fãs, e se desprende o suficiente do primeiro filme para criar uma nova história.
‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril
Divulgação
O diabo agora é outro
Um bom blockbuster é feito para ser “levinho”, alto-astral, mas ainda conversa com sua época. É o que os dois “Diabo Veste Prada” fazem bem: enquanto o primeiro satirizava a mentalidade opressora da moda nos anos 2000, este aborda uma crise no jornalismo atual que não poupa ninguém — nem os intocáveis chefões de outrora.
De certa forma, na verdade, este filme é bem atualizado e pode tocar mais gente que o anterior. Afinal, há demissões em massa, trabalhos reféns do algoritmo, choques geracionais… e um personagem perigoso da atualidade: o bilionário com poder para comprar, vender e desmantelar empresas centenárias.
Neste filme, os personagens evoluíram. Vemos Andy Sachs (Anne Hathaway), agora uma jornalista confiante que, apesar de sua competência, logo fica desempregada. Ela é chamada para ajudar sua ex-chefe Miranda Priestly (Meryl Streep) a gerenciar uma crise, enquanto a revista “Runway” e o jornalismo atravessam um período desafiador.
Emily Blunt volta como Emily Charlton em ‘O Diabo Veste Prada 2’
Divulgação
A “eterna assistente” Emily também deixou a revista. Agora, ela já tem um caminho construído na moda, chefia uma grife e já não leva desaforo para casa.
A mudança mais notória aqui é que Miranda se torna, oficialmente, alguém por quem a gente acaba torcendo. Afinal, até ela está à mercê dos caprichos de ricaços que assumem a gestão da empresa.
Qualquer semelhança é mera coincidência: em 2025, houve forte especulação de que Jeff Bezos, dono da Amazon, queria comprar a empresa responsável pela Vogue como “presente” à sua esposa.
Se antes Miranda era “o diabo” que dá nome ao filme, não é que ela tenha virado exatamente um anjo. Mas desta vez, é mais uma antiheroína que a “vilã” da trama.
(Agora faz sentido por que Anna Wintour não se importou em participar da divulgação deste filme, mesmo sendo a inspiração para a personagem “má” de Meryl.)
Por um lado, suavizar a personagem tira um pouco da nuance do filme — podemos, sim, torcer pela revista e ainda detestar Miranda, por que não? Mas por outro, como espectadores, não dá para reclamar.
Meryl Streep volta como Miranda Priestly em ‘O Diabo Veste Prada 2’
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Porque com uma Miranda mais humana, Meryl Streep tem espaço para fazer o que faz de melhor. A atuação dela é quase uma carta de amor à personagem, que se tornou um dos papéis mais marcantes de sua robusta carreira.
Aliás, todo o elenco principal está em ótima forma: a essa altura, são todos atores de renome em Hollywood, que não precisam provar nada para ninguém. Mas se dedicam a essa “comedinha” com notável carinho e não parecem estar nessa pela grana.
Destaque especial para Stanley Tucci, eterno Nigel, que entrega os momentos mais sensíveis do filme, com uma ternura que lhe é característica.
Divertido e honesto: isso é tudo
“O Diabo Veste Prada 2” tem um ritmo um pouco acelerado e tramas que não funcionam tão bem, como o relacionamento de Andy, que entra como um mero acessório (talvez seja um mea culpa das autoras já que, no primeiro, as mulheres ambiciosas acabaram solteiras).
Em muitos momentos, segue a estrutura do anterior: o manuscrito de “Harry Potter” agora é uma entrevistada que não fala com a imprensa, a viagem a Paris agora é Milão, e por aí vai.
Considerando a premissa que ainda não tem solução na vida real, no filme, a resolução é um pouco superficial. Mas tudo bem, ninguém esperava profundidade de “O Diabo Veste Prada 2”.
‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril
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O que a gente espera, na verdade, está aqui: um filme que não é uma cópia barata, mas uma extensão legal do primeiro. E que é simplesmente gostoso de assistir.
Com humor menos afiado (mas ainda divertido) e com bons looks, “O Diabo Veste Prada 2” é uma sequência mais honesta que boa parte das franquias recentes. A prova de que uma boa comédia dramática, com grande elenco, nunca sai de moda.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Xand Avião grava álbum audiovisual em show em Fortaleza para circuito junino


Xand Avião grava o álbum ao vivo ‘Meu São João’ em show apresentado em Fortaleza (CE) na noite de ontem, 28 de abril
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ De olho no rentável circuito nordestino das festas juninas, o cantor Xand Avião gravou o álbum audiovisual “Meu São João” em show realizado em Fortaleza (CE) – uma das praças mais voltadas para o mercado da música rotulada como forró – na noite de ontem, terça-feira, 28 de abril.
Na gravação ao vivo do álbum “Meu São João”, o artista seguiu o roteiro padrão dos registros audiovisuais de shows, harmonizando sucessos amealhados ao longo da carreira – como “Galera da rodinha”, “Maluco que sou” e “Meu carro virou hotel” – com músicas novas (caso da recente “Dom dom dom”) e feats com os cantores Nattan e Talita Mel.
Com a gravação do álbum “Meu São João”, Xand Avião interrompe a turnê “O forró é pop” para investir nesse novo show direcionado ao circuito junino.

Fonte: G1 Entretenimento