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Shakira no Rio: programação com ‘after’ é estratégia para evitar ‘perrengue’ na volta para casa


Show sem perrengue? Especialistas revelam estratégias que podem melhorar megaeventos
Para além de um espetáculo com mega hits, o retorno de Shakira ao Rio de Janeiro neste sábado (2) também será um teste de logística para a cidade.
A organização aposta em uma estratégia comum em festivais, mas nem sempre aplicada em megashows: esticar a programação com atrações após o show principal.
O objetivo é em vez de centenas de milhares de pessoas correrem para o metrô ao mesmo tempo, uma parte considerável do público permanecer no local, permitindo uma dispersão gradual.
A apresentação da cantora colombiana está prevista para terminar à meia-noite. Para conseguir “achatar a curva” da saída, a organização aposta em um “after”, a partir de 0h15, com Papatinho e e Melody.
Confira os horários dos shows:
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
17h45 às 18h45: Vintage Culture
19h00 às 20h30: Maz
21h45 às 00h00: Shakira
A partir de 00h15: Papatinho convida MC Melody
Relembre como foi em Lady Gaga
O show de Lady Gaga, no Todo Mundo no Rio, em 3 de maio de 2025, reuniu mais de 2 milhões de pessoas na praia de Copacabana, segundo a Riotur. Foi cheio, bonito, e bem-sucedido em muito sentidos.
Mas para uma fração das pessoas que compareceu ao evento, a dificuldade para ir embora e pegar o transporte público foi um problemão… que quase estragou a experiência.
Tinha como um evento desse tamanho não ser caótico? Depende. Por um lado, até festivais como o Lollapalooza e o Rock in Rio, com lotação bem menor e ambientes mais controlados, enfrentam esse tipo de desafio. Mas por outro, sempre dá pra minimizar o problema.
“Um bom planejamento é aquele que as pessoas realmente não percebem. Você não quer que o transporte ou a segurança sejam a manchete”, conta Kaitlin Coari, especialista em coordenar cidades para sediar grandes eventos.
O g1 ouviu profissionais internacionais que trabalham com megaeventos, como Olimpíadas e grandes shows, e eles explicaram como fazem para minimizar os perrengues do público. Entenda os pontos principais:
Planejamento integrado
Mapeamento de diferentes cenários
Entradas e saídas
Transporte, segurança e sinalização
Infográfico mostra como facilitar o fluxo de pessoas em grandes eventos
Editoria de arte/g1
O g1 queria conversar sobre multidões com três das maiores produtoras brasileiras, mas elas não quiseram dar entrevistas. A Live Nation declarou que a área de movimento de pessoas faz parte do setor de segurança e é um assunto “levado a sério”. A Rock World disse que essa é uma preocupação de seus eventos (Rock in Rio, The Town e Lolla). A 30e não quis falar.
Planejamento integrado
Um evento – de qualquer tamanho – deve ser pensado como uma jornada completa, do trajeto de uma pessoa ao sair de casa, até o local do evento, e depois o caminho de volta. Esse planejamento inclui acesso ao local, entrada, uso do espaço interno e saída.
“Precisa haver um planejamento realmente proativo e um verdadeiro programa de prontidão em torno de diferentes cenários”, explica Kaitlin.
Isso deve começar o quanto antes, o que pode ser de anos a meses dependendo do evento. Lady Gaga já fechou o show em Copacabana? Agora, é preciso reunir as principais entidades responsáveis pela organização. Isso inclui não só a produção do evento, como instituições de segurança, transporte, e até o comércio local. A partir disso, eles levam em consideração as variáveis envolvidas.
Telões do show da Lady Gaga na Praia de Copacabana
Bruna Prado/AP
A especialista aponta que as edições anteriores do evento (ou similares) sempre são levados em conta –mas é preciso trabalhar com tudo que pode mudar em termos de público e comportamento.
“Cada evento é único em muitos aspectos. Seja o local em si ou o tipo de público que comparece, os artistas, os fãs ou de quem quer que seja que os receba. Então, todos esses perfis diferentes precisam ser levados em consideração.”
Com relação ao show de Madonna em Copacabana, por exemplo, os fãs de Gaga tendiam a ser mais jovens; além disso, o público poderiam se sentir mais seguros para comparecer em 2025 dado o sucesso de 2024. Tudo isso influencia.
Diferentes cenários
Como estimar a quantidade de pessoas em um evento gratuito? Os profissionais ouvidos pelo g1 apontam que só há uma solução: prever diferentes cenários. O inglês Brett Little — que trabalha com “movimentação de pessoas”, ou seja, a coordenação do fluxo do público dentro desses eventos — citou o exemplo de corridas olímpicas.
Sem venda de ingressos, a lotação de eventos desse tipo depende até do clima. “Você simplesmente não sabe o que vai acontecer.” Então, é preciso imaginar os cenários e seus respectivos planos.
Multidão em show de Madonna no Rio em 2024; público estimado foi de 1,6 milhão de pessoas
Fernando Maia/Riotur
“Ao atingirmos certos números, sabíamos quais estações de transporte ficariam sobrecarregadas. Havia diferentes planos de transporte em vigor, dependendo de quantas pessoas compareciam. Se ultrapassasse um determinado número, outras medidas seriam acionadas”.
O importante é que nenhum dos envolvidos seja pego desprevenido.
Já em um festival ou megashow que tem venda de ingressos, é mais fácil prever a lotação do evento. Mas é preciso calcular o fluxo de pessoas ao longo do dia e garantir que, caso lote antes do esperado, o evento consiga atender o público.
Entradas e saídas
Se tem muita gente no evento, é claro que vai ter fila. O jeito, então, é garantir que as pessoas fiquem o menos estressadas possível e que a movimentação seja organizada.
Brett conta que há soluções pensadas para cada tipo de aglomeração — você pode, por exemplo, informar o tempo de espera na fila, o que já acontece em parques temáticos. Isso ajuda o público a se organizar e reduz a frustração.
Além disso, ele relata que filas mais longas (tipo zigue-zague) podem ser eficazes. Parece contraditório, mas a maior parte das pessoas prefere andar devagar ao longo de um grande caminho do que ficar paradas em uma pequena fila. “Movimento dá a sensação de progresso”, diz Brett.
Outra solução pode ser alocar outras atrações e “distrações” após o artista principal, como um DJ ou ativação de marca. No caso de eventos como o Lollapalooza, o fato do último show ser do headliner complica a saída dos fãs.
Apresentações como a de Billie Eilish, em 2023, ou de Olivia Rodrigo, em 2025, reuniram cerca de 100 mil pessoas, muitas delas indo embora simultaneamente após a apresentação.
Público durante show no Lollapalooza 2023 em São Paulo
Fábio Tito/g1
“Muitas pessoas só querem sair, muitas pessoas querem ir para casa, e tudo bem. Mas se você tem algumas ativações, você meio que captura as pessoas dessa forma. E também você meio que espalha a saída, espalhando a fila potencialmente”, explica Kaitlin.
O público também pode ser encaminhado para saídas mais longas ou alternativas para reduzir a pressão nos acessos principais. “Então eles têm que andar para chegar lá porque, novamente, isso só desacelera a multidão, desacelera tudo, controla tudo.”
“O que você não quer é que todos que estão dentro do show de repente fiquem do lado de fora da estação e fiquem ali esperando porque ninguém está feliz”.
Transporte, segurança e sinalização
Os profissionais afirmam que informar é essencial: antes (nas redes sociais e em pontos de informação) e durante o evento (com sinalização clara). É preciso também levar em conta o perfil do público e a forma que ele se comunica: em eventos com muitos gringos, como Copa do Mundo, placas com sinais visuais podem ser mais eficazes do que escrever os comandos em inglês.
Kaitlin aponta que é “crítico” ter uma equipe informada e de prontidão em campo, o que inclui ajuda voluntária, funcionários ou seguranças.
Também é papel do organizador apontar a melhor forma de ir embora, e garantir que isso seja bem comunicado. No “Gagacabana”, a Prefeitura sugeriu a estação Siqueira Campos. Não deu muito certo.
Fãs se reúnem antes do show aberto de Lady Gaga na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Daniel RAMALHO / AFP
Para Brett, só faz sentido direcionar o público para uma estação específica caso ela seja de grande porte. “É necessário calcular quanto do público cada estação pode abarcar. Se uma estação só comporta 20% do público, é necessário direcionar os outros 80% para outras opções. Às vezes é mais lógico enviá-las um pouco mais longe”.
Kaitlin reforça que é possível lidar com apenas uma estação, mas isso também requer organização. “Há maneiras de alongar a fila de tal forma que talvez seja um pouco irritante no momento para o cliente. Mas na verdade isso ajuda no estado mental deles, no fluxo e na segurança deles no trem ou ônibus ou qualquer outra coisa, contanto que você mantenha a fila andando”.
“Então, você nunca quer que essas filas parem, porque é aí que as pessoas ficam meio inquietas e começam a ficar um pouco preocupadas com a segurança, meio que empurrando e aglomerando”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Papatinho detalha relação com Shakira e promete remix inédito para apresentação em Copacabana


Papatinho procura conectar com o funk carioca com o pop global nas cinco faixas do EP ‘Baile do Papato vol 2’
Divulgação
O produtor e DJ Papatinho terá a missão de se apresentar logo após o show de Shakira na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste sábado (2).
E essa não será a primeira vez que o brasileiro fará uma “parceria” com a estrela colombiana. Autor do remix oficial de “Estoy Aqui”, ele conquistou a atenção de Shakira com os elementos brasileiros.
A relação entre os dois tem um padrinho inusitado: Luciano Huck.
“Quem me conectou com a Shakira foi, na verdade, o Luciano Huck. Ele me ligou querendo fazer alguma coisa com ela para levar ao programa dele e surgiu a possibilidade de eu fazer um remix. Eu fiz, ela amou, mandou várias anotações… era para ser algo menor, mas ela quis lançar e regravou a voz. É um remix ‘oficialzão’.”
Saiba tudo sobre o show de Shakira em Copacabana
O remix, com a voz “atualizada” de Shakira, foi lançado em fevereiro de 2025, com direito a videoclipe gravado no Rio de Janeiro.
Papatinho também tem outro trabalho feito em parceria com Shakira. Desta vez, em um feat com sua parceira de longa data, a brasileira Anitta.
A faixa “Choka Choka”, que integra o álbum mais recente da cantora brasileira, “Equilibrivm”, lançado em abril deste ano, é produzida pelo brasileiro.
Papatinho é um dos principais produtores de rap e funk do país. Ficou conhecido nacionalmente por integrar o coletivo Cone Crew Diretoria nos anos 2010 e, depois, fez trabalhos com os principais nomes do gênero pelo país.
Dialogando com o pop, tem trabalhos com Anitta, Ludmilla e Luísa Sonza.
Show de Shakira deve atrair 2 milhões de fãs em Copacabana
Nos últimos anos, Papatinho vem se dividindo entre a vida no Brasil e em Los Angeles. Com produtores norte-americanos interessados nas produções de funk e outros ritmos periféricos nascidos no país, o brasileiro é amigo de nomes como will.i.am e Timbaland.
“Nos EUA, eu uso um patinete e vou pros estúdios levando minha MPC [bateria eletrônica] na mochila. Eles ficam loucos. O will.i.am pesquisa muito nossa música. Eles até tentam produzir funk lá fora, mas usam “loops” e não sabem manusear muito bem.
O que esperar de Papatinho logo após Shakira
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
O DJ fará o “after” de Shakira em parceria com Melody, sua convidada especial para apresentação.
A cantora vive um dos seus melhores momentos da carreira. Seu hit “JETSKI”, com Meno K e Pedro Sampaio, foi uma das músicas do Carnaval.
Mesmo o convite não sendo feito propriamente por Papatinho, ele explica o por que o nome Melody faz total sentido para a apresentação de sábado.
“Eles [produção do show] sugeriram alguns nomes e optamos por alguém que conversasse com a cultura pop, que é o ponto forte do público da Shakira. A Melody é fenômeno da nova geração brasileira. Eu nunca trabalhei com ela, achei maneiro a oportunidade de conhecê-la. Ela tem hits que vão somar muito na multidão em Copacabana.”
Para sua apresentação, o DJ e produtor promete mesclar seus principais sucessos com trabalhos inéditos.
“Eu tenho músicas variadas, de vários gêneros. Mas acho que o grande diferencial vão ser os remixes. Fiz três opções para ‘Estoy Aquí’, tenho remixes de ‘Loba’ e ‘Hips Don’t Lie’ que mandei para a empresária dela recentemente. Vou trazer uma roupagem brasileira para essas músicas que o público da Shakira adora.”
Papatinho se apresenta no Festival da Juventude em Volta Redonda
Foto: Secom/PMVR

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Anitta e sucessos de rádio, The Weeknd transforma Morumbis em karaokê; veja como foi o show


The Weeknd durante show em SP
Guilherme Lucio da Rocha/g1
The Weeknd abriu sua sequência de shows no Morumbis nesta quinta-feia (30). E quem veio ao estádio assistiu a uma ótima apresentação de um dos melhores cantores da atualidade.
Durante cerca de 2h30, ele conduziu o público para um tour pelos seus 15 anos de carreira, apresentando músicas do seu álbum mais recente, “Hurry Up Tomorrow”, seus hits mais populares e algumas canções não tão populares, mas divertidas. O setlist contou com quase 40 faixas.
Com uma apresentação extremamente visual e com cara de filme de suspense e terror, The Weeknd conseguiu fazer geral cantar seu R&B de rádio como um karaokê.
Abel (nome de batismo do artista) subiu ao palco precisamente às 21h20 e iniciou o show com uma trinca do seu último trabalho. “Baptized in Fear”, “Open Hearts” e “Wake Me Up” foram um aquecimento para o primeiro grande hit da noite: “Starboy”.
Vídeos em alta no g1
The Weeknd é um dos artistas de maior sucesso nas plataformas de streaming. Como citado anteriormente, seus singles mais ouvidos estão na casa dos bilhões no Spotify. No Brasil, ele está presente além do online. Quem escuta rádio FM já ouviu uma ou outra canção dele.
E a apresentação no Morumbis variou muito entre as canções com as quais que nem todo mundo empolgava (caso de “Lost in Fire”) e hits absolutos (como “Save Your Tears”).
Presença de Anitta e ‘amigo Fim de Semana’
Responsável pelo pré, a cantora brasileira fez uma pá participação express durante a apresentação de The Weeknd. Ela cantou a sua parte no single da dupla, “São Paulo”.
Eles também apresentaram uma música inédita, “Rio”, que diferente de “São Paulo” não apresenta tantos elementos brasileiros. Seu início até soa um pouco como o brazilian phonk que virou alvo de virais no TikTok e Instagram.
A presença de Anitta no palco fez o público cantar “fim de semana! fim de semana”, em referência ao nome artístico da estrela da noite. Em tradução do inglês, “weekend” significa “fim de semana”.
Além beijinhos e corações para galera, ele também um modelo de óculos a Juliet, da Oakley, que ficou famoso em terras brasileiras graças aos funkeiros paulistanos.
Durante as versões encurtadas de “Out of Time” e “I Feel It Coming”, Abel foi para galera. Literalmente. Cantou uma parte da primeira canção com uma mulher da primeira fileira, saiu correndo e cumprimentando os fãs que se estapeavam na grade e agradeceu o carinho do público.
“Eu sinto que estou em casa quando estou em São Paulo”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dá um CPF para ela: as vindas de Shakira ao Brasil


Dá um CPF para ela: as vindas de Shakira ao Brasil
Se a gente pudesse escolher um artista internacional para dar um CPF, Shakira entraria nessa briga. Há cerca de 30 anos, a colombiana é presença constante no país, tanto com turnês quanto apresentações emblemáticas, como a final da Copa do Mundo em 2014.
Antes de sua apresentação na Praia de Copacabana para “Todo Mundo no Rio”, o g1 vai relembrar algumas vindas da cantora ao país.
Em 1996, a cantora fez sua estreia no país com a turnê “Pies Descalzos”. Foram cerca de 40 shows, incluindo cidades fora do eixo Rio-São Paulo. O que chamou a atenção foi um show em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com ingressos vendidos a R$ 5, durante uma exposição agropecuária.
Card que divulgava o show da cantora na época em Uberlândia
Divulgação
Ela voltou em 2011 com a “Sale El Sol Tour”, com shows em Porto Alegre, São Paulo e Brasília. Mas o destaque ficou mesmo com sua estreia no Rock in Rio no Brasil, com participação especial de Ivete Sangalo cantando “País Tropical”.
A colombiana não conseguiu ficar muito tempo longe do Brasil e retornou em 2014. Dessa vez não foi com nenhuma turnê, mas para o encerramento da Copa do Mundo. Ela dividiu o palco com Ivete Sangalo e Carlinhos Brown, cantando a música “La La La”, tema oficial do evento esportivo. Na época, ela ainda fez uma passagem pelo Fantástico.
Carlinhos Brown e Shakira cantam na festa de encerramento da Copa do Mundo
David Gray/Reuters
Shakira não deixou o Brasil de fora na turnê “El Dorado”, a sexta de sua carreira. Em 2018, ela se apresentou em São Paulo e em Porto Alegre.
Já em 2025, a colombiana voltou com “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”, com shows no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, e no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
No dia 2 de maio, Shakira promete fazer uma das maiores apresentações de sua carreira, com megashow gratuito na Praia de Copacabana. Histórico para isso, aliás, não falta.
Shakira abre turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” no Rio de Janeiro
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Zeca Pagodinho se confirma querido em todos os segmentos musicais ao fazer feats com Bruno & Marrone e Ivan Lins


Zeca Pagodinho (ao centro) faz feat com a dupla sertaneja Bruno & Marrone no single ‘De tanto eu amar você’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Se existe um artista querido em todos os segmentos da música brasileira, esse artista é Zeca Pagodinho. Bamba do samba do Rio de Janeiro, o cantor e compositor carioca se confirma uma unanimidade nesta quinta-feira, 30 de abril, com os lançamentos coincidentes de dois singles em que Zeca é o artista convidado de dois expoentes de diferentes universos musicais.
Um dos singles, “De tanto eu amar você”, junta o cantor com a dupla sertaneja Bruno & Marrone na gravação de música inédita. O outro single, “Diplomação”, reúne Zeca com Ivan Lins, um dos maiores compositores da MPB.
“Diplomação” é a segunda amostra do ainda inédito álbum “Sambadouro”, no qual Ivan revisita sambas do cancioneiro autoral com a intenção de aproximá-los do universo dos pagodes das rodas e quintais do subúrbio carioca – território no qual Zeca Pagodinho é rei.
“Diplomação” é samba composto por Ivan Lins em parceria com Celso Viáfora, tendo sido lançado por Viáfora há 25 anos no álbum “Basta um tambor bater” (2001) em gravação feita com as participações do grupo MPB4 e do próprio Ivan.
Embora lançado em 2001, o samba “Diplomação” teve a primeira parte da melodia composta por Ivan em 1975, mas o registro dessa melodia inicial ficou escondido por décadas em fita cassete até o samba ser descoberto e finalizado por Ivan Lins com Celso Viáfora.
Ivan Lins (à esquerda) regrava o samba ‘Diplomação’ (2001) com Zeca Pagodinho para o ainda inédito álbum ‘Sambadouro’
Monica Ramalho / Divulgação Selo Sesc

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas


Britney Spears é detida por dirigir embriagada, diz site
Britney Spears foi denunciada na quinta-feira (30) na Califórnia por dirigir sob efeito de álcool e drogas, segundo autoridades. A artista, de 44 anos, responde a uma única acusação de contravenção por conduzir veículo sob influência combinada de álcool e ao menos uma droga, segundo o gabinete do promotor do condado de Ventura.
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Um e-mail enviado a um representante da cantora em busca de posicionamento não teve resposta imediata.
Spears — que desde então iniciou tratamento contra abuso de substâncias — foi presa em 4 de março após ser abordada por dirigir seu BMW preto em alta velocidade na rodovia U.S. 101, perto de sua casa, segundo a polícia rodoviária da Califórnia. Ela apresentava sinais de alteração, fez testes de sobriedade no local e acabou detida sob suspeita de dirigir sob efeito de álcool e drogas. Em seguida, foi levada a uma cadeia do condado de Ventura.
Ela pagou fiança e foi liberada no dia seguinte. A investigação foi concluída pela polícia e encaminhada aos promotores em 23 de março.
Britney Spears chega à estreia de “Era Uma Vez em… Hollywood” em Los Angeles, em 22 de julho de 2019.
Jordan Strauss/Invision/AP, Arquivo
Na ocasião, um representante classificou a conduta da cantora como “completamente inaceitável” e disse esperar que o episódio fosse “o primeiro passo para uma mudança há muito necessária” na vida da artista.
Cerca de um mês após a prisão, Spears se internou voluntariamente em uma clínica de reabilitação, segundo sua equipe.
Ex-fenômeno pop adolescente e revelada no programa “The Mickey Mouse Club”, a cantora se consolidou como uma das maiores estrelas dos anos 1990 e 2000, com sucessos como “Toxic”, “Gimme More” e “I’m a Slave 4 U”. A maior parte de seus álbuns recebeu certificação de platina, incluindo dois diamante: “…Baby One More Time” (1999) e “Oops!… I Did It Again” (2000).
Nos anos 2000, Spears passou a ser alvo frequente da imprensa sensacionalista e de intensa exposição pública, enquanto enfrentava problemas de saúde mental.
Em 2008, foi submetida a uma tutela judicial que deu ao pai e a advogados controle sobre suas decisões pessoais e financeiras por mais de uma década. A medida foi encerrada em 2021.
Desde então, a cantora se casou e se divorciou, além de lançar a autobiografia de sucesso “The Woman in Me”. Nos últimos anos, ela praticamente se afastou da música, lançando apenas algumas parcerias desde seu último álbum completo, em 2016.

Fonte: G1 Entretenimento

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Supla veste camisa da Seleção e entra em campo com ‘Champs!’, rock para a Copa com bossa na batida hardcore


De olho no lance da Copa de 2026, Supla lança amanhã, 1º de maio, o single ‘Champs!’
Mariana Valverde / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Champs!
Artista: Supla e os Punks de Boutique
Cotação: ★ ★ ★
♬ Desde maio de 2025 sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira de futebol masculino conta com o apoio musical de Supla para reverter o pessimismo da torcida quanto ao desempenho dos craques nacionais nos gramados dos Estados Unidos, Canadá e México.
De olho no lance da Copa do Mundo de 2026, programada para ser disputada de 11 a 19 de julho, Supla entra em campo com o single “Champs!”, gravado pelo cantor e compositor paulistano com o grupo Punks de Boutique.
No mercado fonográfico digital a partir de amanhã, 1º de maio, em edição da Farol Music, o single “Champs!” chega sem cacife para embalar a torcida brasileira, mais apta a ser animada com sambas, funks e forrós. “Champs!” – campeões, em bom português – é rock gravado com a asséptica batida hardcore do Punks de Boutique, mas tem certa bossa.
Em que pese o título em inglês do single “Champs!”, Supla canta em português versos motivacionais que mencionam a vitória da inicialmente desacreditada seleção do Brasil na copa de 1970 – “Nós somos cinco vezes campeão / Cês têm que respeitar o Penta, meu irmão / Nós já ganhamos sem ser favorito / Mesmo tendo Rivelino, Pelé e Brito / Vamos torcer pelo Hexa / Com muito orgulho jogar à beça” – em single que inclui falas em inglês de Bernard Rhodes, antigo empresário do grupo punk The Clash.
O detalhe é que, ao cantar o verso em inglês “We got a good song to sing so we better bloody win” (algo na linha “Temos uma boa música para cantar, então é melhor a gente vencer, porra!”), Supla evoca a batida da bossa nova, quebrando momentaneamente a pegada hardcore do rock “Champs”.
Enfim, a trilha sonora do Brasil na Copa de 2026 certamente será outra, até porque o rock já não está próximo do povo brasileiro como nos anos 1980, mas vale a boa intenção de Supla…
Capa do single ‘Champs’, de Supla
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres


Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
Banksy confirmou na quinta-feira (30) que está por trás de uma grande estátua representando um homem carregando uma bandeira que foi esvoaçada em seu rosto, instalada em um pedestal perto do Mall, no coração cerimonial de Londres.
A escultura, que ostenta a assinatura de Banksy no pedestal, foi colocada no local por um caminhão plataforma durante a noite, de acordo com um vídeo publicado no Instagram do artista de rua.
A figura de terno, cuja visão está obscurecida pela bandeira, tem um pé suspenso na borda do pedestal, indicando que está prestes a descer.
A obra foi instalada em uma área da capital britânica que abriga palácios reais e clubes de cavalheiros, e espelha o estilo de estátuas próximas, incluindo as do rei Edward 7º a cavalo, da enfermeira Florence Nightingale e do estadista Sidney Herbert.
Comentários no Instagram de Banksy especularam que a obra seria sobre “patriotismo cego” e questionaram como ele conseguiu realizar tal façanha no epicentro do establishment britânico.
Banksy, que mantém sua identidade em segredo absoluto, usa o Instagram para confirmar que murais e esculturas são de sua autoria.
Leia também: Agência de notícias diz ter descoberto a identidade de Banksy; representantes do artista não comentam
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico César procura adensar canções feitas na juventude em ‘Fofo’, álbum de voz, violão e algum experimentalismo


Chico César lança amanhã, 1º de maio, o álbum ‘Fofo’ com 16 canções autorais
Sil Ribas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Fofo
Artista: Chico César
Cotação: ★ ★ ★
♬ Primeiro álbum solo de Chico César desde “Vestido de amor” (2024), disco pautado pela leveza, “Fofo” traz à tona canções compostas pelo artista paraibano entre 17 e 20 anos, período em que o Chico residiu em João Pessoa (PB) antes de migrar para São Paulo (SP) aos 21 anos.
Até então inéditas em disco, essas canções de juventude compõem a maior parte das 16 músicas do álbum “Fofo”, gravado pelo cantor no formato de voz e violão, tal como o disco de estreia de Chico, “Aos vivos” (1995), pedra fundamental de obra autoral que se difundiu na música brasileira ao longo dos últimos 30 anos na voz do autor e nas vozes de cantoras como Daniela Mercury, Elba Ramalho e Maria Bethânia.
Há também canções mais recentes, compostas após a pandemia, caso de “Ligue o foda-se” (2023), mas a tônica do repertório reside no passado.
Chico César regrava clipe de ‘Mama África’ em Catolé do Rocha (PB)
Talvez por estar ciente de que a matéria-prima é no todo de qualidade inferior à do repertório de outros álbuns, fato natural já que a arte do compositor ainda não entrara em fase de maturação na época da feitura dessas músicas, Chico procurou adensar as canções de juventude com o canto e o toque do violão, como exemplifica a gravação de “Errerré”.
Há certa dose de experimentalismo em “Fofo”, sobretudo nas duas músicas compostas por Chico César com Pedro Osmar (“9 linhas 22 toques corpo à escolha do diagramador”) e Paulo Ró (“A verdadeira história do Cavaleiro da fome contra o Dragão hipnótico”), membros fundadores do grupo paraibano Jaguaribe Carne, integrado por Chico em João Pessoa (PB) antes da travessia para o Sudeste do Brasil em busca de melhores oportunidades profissionais.
Capa do álbum ‘Fofo’, de Chico César
Sil Ribas
De certa forma, mesmo embrionário, o cancioneiro juvenil reunido pelo artista no álbum “Fofo” já apontava as fontes da música de Chico. Se “Saudade senhora dona” puxa o fio da memória dos cantadores nordestinos de aboios e galopes, entre outros gêneros áridos como o sertão, “Lençóis maranhenses” se dobra em formato mais próximo da canção de amor, se espraiando “na movediça areia do amor nonsense”, como diz verso da letra.
Já “Esclaridão” se revela tema mais ambicioso, de ares eruditos, perceptíveis tanto no classicismo do toque do violão (que parece reverberar o lirismo da obra maestra de Heitor Villa-Lobos) quanto na forma propriamente dita da canção, subintitulada “Suíte libertária em três movimentos”. Com quase sete minutos, a faixa menciona na letra danças e ritmos nordestinos recorrentes em Catolé do Rocha (PB), cidade natal de Chico César.
Aberto com a faixa-vinheta “Hino da coroação” (cuja letra evoca haicai concretista por conter apenas os versos “Rei bobo / Bobo rei / Rei”), o álbum “Fofo” segue com a canção “Com a licença da palavra” e, duas faixas depois, expõe certo ardor no toque do violão em sintonia com o espírito apaixonado de “Snif snif”, canção pueril sobre morrer de tristeza.
“Eu mais ela” é a música apresentada (com mais graça e mais suingue) por Maria Bethânia, em setembro de 2025, no show dos 60 anos de carreira da intérprete (a música saiu do roteiro no meio da curta turnê do show, não chegando a ser gravada pela cantora).
E por falar em Bethânia, a canção “Quedar-me” ecoa algo de Caetano Veloso, a quem Chico curiosamente foi comparado (sem muito nexo…) quando ganhou projeção nacional com o supracitado álbum “Aos vivos”.
Canção de safra recente do artista, a música-título “Fofo” inclui a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie na coautoria da composição porque Chico César cita na letra uma frase – “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida” – do quarto livro da escritora, “Americanah” (2003).
Há nos versos de “Profano” – canção menos sedutora sob prisma melódico – uma inquietude que parece atravessar não somente o álbum como a alma do artista, um dos mais politizados e ativistas do Brasil nos últimos anos.
Canção de safra recente, “De ukelele para lua” cai em suingue febril ao flagrar o eu-lírico (provavelmente o próprio Chico) em atmosfera zen diluida por (recusado) pedido de selfie de fã intrusivo. O causo contado na música “De ukelele para lua” se afina com a curta narrativa cinematográfica de “Pobre Vila Rica”, faixa que encerra “Fofo”, jorro autoral disparado por Chico César entre flashes do presente e do passado que se harmonizam na voz e no violão do artista.
Chico César registra no álbum ‘Fofo’ parcerias antigas com Pedro Osmar e Paulo Ró, integrantes do grupo Jaguaribe Carne
Sil Ribas / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira pode trazer estrelas internacionais para o show de Copacabana? Se depender da agenda deles, sim!


Shakira canta com o Pão de Açúcar ao fundo: ‘Essa loba tá animada!’
Reprodução redes sociais
A expectativa em torno do show de Shakira em Copacabana vai além do repertório solo. Dona de colaborações marcantes do pop latino e global, a colombiana deve convocar estrelas nacionais ao palco. Ela já até pediu ajuda ao público para sugestões. Mas e por que não surpreender ainda mais o público e chamar artistas internacionais, heim, Loba?
O g1 cruzou datas de shows e compromissos recentes, e listou alguns nomes que poderiam ser convocados para o megashow – e que público adoraria ver.
Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Cantora pede sugestões e g1 lista as possíveis participações no show do Rio
Beéle
Beéle e Shakira
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O mais recente clipe de Shakira é em parceria com o colombiano Beéle e foi lançado no início deste mês. A dupla apresentou “Algo Tú”, faixa de ritmo latino e clima caribenho, durante o show gratuito no Zócalo, na Cidade do México, que reuniu cerca de 400 mil pessoas. Sem compromissos agendados para o dia 2 de maio, o cantor poderia repetir a apresentação ao lado da colombiana no palco de Copacabana.
Karol G
Shakira e Karol G
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“TQG”, colaboração de Shakira com Karol G, apareceu em diferentes momentos da turnê Las Mujeres Ya No Lloran, incluindo nas apresentações que a colombiana fez no Brasil em 2025. Com a turnê Viajando Por El Mundo Tropitour prevista para começar apenas em julho, nos Estados Unidos, Karol G não tem compromissos públicos na data do show em Copacabana.
Carlos Vives
Shakira e Carlos Vives
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Parceria com Carlos Vives, “La Bicicleta”integra de um dos medleys que a cantora apresenta durante sua turnê. Lançada em 2016, a música rendeu à dupla dois prêmios no 17º Grammy Latino, nas categorias de Canção do Ano e Gravação do Ano. Apesar da parceria de sucesso, a chance de ver Carlos Vives “andando” de bicicleta por Copacabana é pequena: o cantor tem um show marcado no Texas, nos Estados Unidos, na mesma data.
Bizarrap
Bizarrap e Shakira
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Considerada uma indireta a Piqué, ex-marido da colombiana, “BZRP Music Sessions #53” é uma colaboração de Shakira com o DJ argentino Bizarrap. A faixa é quase uma certeza dentro do setlist dos shows, apesar do sucesso, a dupla só se apresentou juntas no programa “The Tonight Show com Jimmy Fallon”. Bem que ele poderia dar uma passadinha no Rio já que não tem nenhum show programado, né?
Alejandro Sanz
Shakira e Alejandro Sanz
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Um dos artistas latinos mais bem-sucedidos da música pop, Alejandro Sanz tem um longo histórico de colaborações com Shakira, em faixas como “Te Lo Agradezco, Pero No” e “Bésame”. Analisando apenas a última turnê, o espanhol poderia fazer uma participação especial quando ela performasse “La Tortura”, um dos grandes clássicos da parceria. Desta vez, porém, a agenda joga contra: Sanz tem um show marcado justamente no dia do evento “Todo Mundo no Rio”.
Shakira canta com o Pão de Açúcar ao fundo: ‘Essa loba tá animada!’

Fonte: G1 Entretenimento