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Mônica Salmaso segue ‘Toada’ de Mário Sève e Guilherme Wisnik em álbum com canções dos compositores


Mônica Salmaso é a intérprete de ‘Toada’, uma das músicas de Mário Sève e Guilherme Wisnik reunidas no álbum ‘Capa rosa’
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ No mercado fonográfico a partir da próxima sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Capa rosa” é songbook com canções dos compositores Mário Sève e Guilherme Wisnik apresentadas nas vozes de um time de intérpretes que inclui a cantora Mônica Salmaso, convidada a gravar “Toada”, uma das nove músicas do disco.
O título “Capa rosa” alude à arvore mencionada pelo personagem Riobaldo no livro “Grande sertão: veredas” (1956), obra-prima do escritor mineiro Guimarães Rosa (1908 – 1967), publicada há 70 anos.
Na poética do cancioneiro composto pelo carioca Mário Sève com o paulistano Guilherme Wisnik, a árvore Capa rosa simboliza portal para o sertão, abordado com visão mais ampla e litorânea, já que, na forma (melodia, harmonia, instrumentação e interpretação), a música dos compositores transita por outras veredas ao longo do álbum “Capa rosa”, abarcando gêneros musicais como fado, morna, samba e tango.
Além de tocar os sopros, Mário Sève é o arranjador das canções e o diretor musical do álbum “Capa rosa”, cuja faixa-título é ouvida na voz de Celso Sim (Celsim), assim como “Torres de marfim”. Jussara Silveira é a intérprete das músicas “Damasco” e “Quando você me inventou”, esta cantada com o recorrente Celso Sim. Já Marina Wisnik é a convidada dos compositores na canção “No Japão”.
O álbum “Capa rosa” chegará ao mercado fonográfico em edição do selo Circus.
Capa do álbum ‘Capa rosa’, de Mário Sève e Guilherme Wisnik
Divulgação
Mário Sève (à esquerda) e Guilherme Wisnik lançam em 8 de maio o álbum ‘Capa rosa’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Zayn Malik cancela datas da turnê nos EUA após internação


Zayn Malik sugere racismo vivido no One Direction em nova música
Reprodução/TV Globo
Zayn Malik cancelou algumas datas de sua turnê Konnakol. O anúncio foi feita pelo cantor nesta sexta-feira (1), dias após ele ser internado, sem revelar seu estado de saúde.
Malik cancelou as apresentações que faria nos Estados Unidos, além dos shows em Dublin e Birmingham, no Reino Unido. O ex-One Direction tem show programado no Brasil em 10 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo.
“Aos meus fãs. Muito obrigado por todo o apoio e amor que vocês me mostraram no lançamento do álbum e, mais importante, pelo seu amor, orações e desejos de melhoras para minha saúde. Eu senti isso, e isso significa tudo para mim”, escreveu Zayn, de 33 anos.
“Estive em casa me recuperando e estou indo bem, e ficarei melhor e mais forte do que nunca. Precisei dar mais uma olhada nos meus compromissos nos próximos meses e tenho que reduzir o número de shows da turnê Konnakol. Quero ter certeza de que ainda verei o máximo de vocês que puder. Estou ansioso para fazer esse show para você, e espero ver o resto de você ao redor do mundo muito em breve.”
Zayn Malik lançou o álbum que dá nome à turnê em 17 de abril. No mesmo dia, ele compartilhou em suas redes sociais uma foto em que aparece em uma cama de hospital, e que estaria se curando de uma doença misteriosa. O artista segue sem informar o diagnóstico e o motivo da hospitalização.
Leia também: Zayn Malik sugere que foi alvo de racismo no One Direction em nova música; leia versos
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar muda regras para filmes internacionais, que agora podem concorrer após prêmio em festivais


Walter Salles após levar o Oscar de melhor filme internacional, em 2025
REUTERS/Daniel Cole
A organização do Oscar anunciou uma série de mudanças em suas regras de elegibilidade nesta sexta-feira (1º). Entre as principais delas, estão novas possibilidades de indicações à categoria de melhor filme internacional e uma linguagem mais clara para barrar performances geradas por inteligência artificial.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estatueta do Oscar perdida por companhia aérea reaparece em Frankfurt após confusão nos EUA


Pavel Talankin com a estatueta do Oscar após a 98ª edição do evento
Reuters/Danny Moloshok/Arquivo
A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou nesta sexta-feira (1º) que localizou uma estatueta do Oscar pertencente ao diretor russo Pavel Talankine, perdida durante um voo entre Nova York e Frankfurt. Talankine, que conquistou o prêmio em março por seu documentário “Mr. Nobody Against Putin” (2025, “Um Zé Ninguém Contra Putin”, na versão brasileira), foi obrigado a despachar seu prêmio no porão da aeronave no aeroporto JFK, na quarta-feira (29).
Talankine foi impedido pelos serviços de segurança dos Estados Unidos a embarcar com a estatueta na cabine em um voo que partiu do aeroporto JFK na quarta-feira, segundo informou o site especializado em cinema Deadline.
As autoridades da Agência de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (TSA) consideraram que a estatueta poderia ser usada como arma, e Talankine foi obrigado a despachá-la no porão da aeronave, dentro de uma caixa de papelão. No entanto, ao chegar à Alemanha, a estatueta dourada havia desaparecido. 
“Podemos confirmar que a estatueta do Oscar está agora em nosso poder em Frankfurt”, afirmou a Lufthansa em comunicado, acrescentando que já está “em contato” com Pavel Talankine para lhe devolver o prêmio “pessoalmente, o mais rápido possível”.
Pavel Talankine, de 35 anos, videomaker em uma pequena escola russa do interior, ganhou destaque internacional ao vencer, em março, o Oscar de melhor documentário de longa-metragem ao lado do diretor americano David Borenstein.
Vídeos em alta no g1
Composto por imagens que Talankine conseguiu retirar clandestinamente da Rússia, “Mr. Nobody Against Putin” retrata a introdução, nas escolas russas, de aulas patrióticas pró-guerra durante a presidência de Vladimir Putin, no contexto da invasão russa da Ucrânia.
Talankine declarou ao Deadline que já havia viajado de avião pelo menos uma dúzia de vezes com a estatueta, sem nenhum problema. “É totalmente incompreensível que considerem um Oscar como uma arma”, disse ele ao chegar a Frankfurt na manhã de quinta-feira, acrescentando que, em voos anteriores, “eu a levava na cabine e nunca houve qualquer problema”.
Segundo o Deadline, um funcionário da Lufthansa chegou a se oferecer para acompanhar Talankine até o portão de embarque e guardar a estatueta durante o voo, mas a proposta foi rejeitada por um responsável da TSA.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Brinquedo, Jottapê, Tati Zaqui… relembre artistas que deixaram o funk após conversão ao gospel


Na imagem os ex-funkeiros MC Brinquedo, Jottapê e Tati Zaqui
Redes sociais
O cenário do funk tem registrado um movimento crescente de artistas que decidem interromper carreiras consolidadas após a conversão ao evangelho.
O caso mais recente é o de MC Brinquedo, que anunciou o afastamento dos palcos na última quinta-feira (30).
O cantor, que enfrentou episódios de depressão e crises de imagem nos últimos anos, afirmou ter encontrado na fé um caminho de superação. Mas ele não é o único.
Abaixo, o g1 relembra outros nomes que deixaram o funk para seguir trajetória cristã, seja migrando para o mercado musical gospel ou não.
5) MC Brinquedo
Vídeos em alta no g1
Vinicius Ricardo de Santos Moura revelou ter se convertido ao evangelho e compartilhou uma carta aberta em vídeo para detalhar a decisão.
MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk
Redes sociais
Como parte do anúncio feito na última quinta-feira (30), o cantor realizou uma “limpa” em seu perfil oficial nas redes sociais: apagou todas as publicações anteriores, removeu a foto de perfil e deixou apenas o vídeo com o depoimento religioso.
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Após depressão, MC Brinquedo quer músicas good vibes: ‘Já falei muita m…, quero coisas boas’
4. Jottapê
Jottapê foi um dos principais rostos da produtora KondZilla. Ele começou a carreira artística ainda criança como ator, mas explodiu na música por volta de 2017, ao unir o funk paulista a elementos do pop e do trap.
Funkeiro Jottapê e a esposa Estefany Boro levaram a filha de 5 meses para a Farofa da Gkay.
Instagram/ Reprodução
Entre seus maiores hits estão “Sentou e Gostou” (versão de “Old Town Road”), “Eterna Sacanagem” (com MC Kekel e Kevinho) e “Bate Palma” (com Lexa), que somam centenas de milhões de visualizações e audições nas plataformas de streaming.
Em fevereiro de 2025 o artista anunciou o fim de sua carreira no funk. Desde então, ele se dedica à criação de conteúdos na internet com temáticas relacionadas à família e religião.
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3. Tati Zaqui
Tati Zaqui surgiu como um dos principais nomes do funk paulista em 2014, ganhando projeção nacional ao apostar na estética visual de cabelos azuis e em letras que exploravam a sensualidade.
A artista estourou com o hit “Parará Tibum”, que se tornou um fenômeno viral baseado no clássico de Branca de Neve.
Tati Zaqui e Don Juan são parceiros em ‘Pique de Novela’
Reprodução/Instagram
Outros sucessos de sua carreira incluem “Surtada” (em parceria com Dada Boladão e Ogi) e “Mandou Muito”.
Após se dedicar a criação de conteúdo em plataformas adultas, a cantora anunciou sua conversão em 2023.
Hoje, ela frequenta cultos regularmente e afirma que sua vida ganhou um novo propósito fora do funk.
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2. MC Brunninha
Ex-integrante da produtora Furacão 2000, Brunninha foi uma das principais vozes do funk carioca na época em que o gênero ganhava as massas através das coletâneas de DVD.
A artista ficou conhecida no subgênero funk melody e por protagonizar uma das “rivalidades” mais comentadas do setor com Anitta.
MC Brunninha começou a cantar aos 12 anos. As letras são todas compostas por sua mãe
Divulgação
Brunninha ganhou projeção com as faixas “Bailão” e “Don’t Stop”. Outro marco de sua carreira foi a canção “Tá Surda?”, antes da sua participação no reality “A Fazenda”.
Ela converteu-se em 2019 e passou a integrar o ministério de louvor da Igreja Batista da Lagoinha.
Além da mudança musical, a artista passou a atuar na esfera política ao lado de lideranças conservadoras, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
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1. Perlla
Natural do Rio de Janeiro, Perlla surgiu como o rosto feminino do “funk melody” na metade dos anos 2000.
Com batidas mais suaves e letras românticas, o gênero permitiu que ela gravasse trilhas sonoras de novelas e participasse de programas infantis, alcançando todas as faixas etárias.
Perlla ao lado do seu namorado, Patrick Abrahão.
Reprodução/Redes sociais
A cantora dominou as paradas brasileiras com as faixas “Tremendo Vacilão” e “Totalmente Demais” (tema da novela homônima da TV Globo). Outros hits de peso incluem “Eu Vou” e “Depois do Amor” (em parceria com Belo).
Perlla migrou para o mercado gospel em 2013 com o álbum “A Minha Vida Mudou”. Após o sucesso nacional, a cantora chegou a retornar para o pop, mas segue novamente no segmento cristão.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Alice Caymmi acerta ao propor um outro olhar sobre a obra de Dorival Caymmi em álbum imerso nas águas da latinidade


Alice Caymmi lança o álbum ‘Caymmi’ com releituras de 12 músicas do compositor Dorival Caymmi
Reprodução / Vídeo
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Caymmi
Artista: Alice Caymmi
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Com a voz grave, tão doce e profunda quanto o mar que ele decantou em canções praieiras, Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008) gravou o próprio cancioneiro de forma tão lapidar e definitiva que a única saída para quem quiser abordar a obra do compositor baiano é procurar outra forma.
Filha de Dorival, a cantora Nana Caymmi (1941 – 2025) encontrou o caminho dela com a voz que parecia abarcar todos os sentimentos do mundo e se tornou, ela própria, uma referência no canto desse repertório composto por sambas, boleros e canções praieiras. Neta de Dorival, Alice Caymmi também segue trilho individual em “Caymmi”, álbum que lançou ontem, 30 de abril, dia do 112º aniversário de nascimento do avô da artista.
Com produção musical de Iuri Rio Branco (baixo, bateria, guitarra, percussão e programação), o álbum “Caymmi” está imerso nas águas da latinidade. O som é contemporâneo, mas não focado na produção vigente no mercado latino da atualidade, focado no reggaeton. Alice Caymmi se joga no mar da latinidade vintage, como exemplificam o molho de salsa que tempera “Canção da partida” (1957) e o calypso que desloca a batida do samba “Maracangalha” (1956) para outra latitude.
O álbum “Caymmi” também mergulha em águas jamaicanas. O reggae que banha “Modinha para Gabriela” (1975) – em gravação introduzida na cadência do alujá, ritmo do Candomblé – também rega o samba “O que é que a baiana tem?” (1939), fazendo Alice transitar na ponte Bahia-Jamaica, erguida desde os anos 1980. Sedimentada pela ancestralidade enraizada tanto em Kingston quanto em Salvador (BA), cidade natal de Dorival, essa sólida ponte também ancora o álbum, repleto de sambas como “Dois de fevereiro” (1957), recriado com breve toque de ijexá.
Se “Canto de Obá” (Dorival Caymmi e Jorge Amado, 1972) faz a cantora puxar a rede genealógica da família Caymmi, em tema em que roga a Xangô proteção para o clã, “Acalanto” (1957) perde o sentido primordial de ninar na ambiência mais quente do álbum “Caymmi”. É a única música que parece nada ter ganhado de bom.
Acima de qualquer rótulo ou gênero, “Dora” (1945) reitera a fartura vocal de Alice Caymmi, cantora que descende da linhagem nobre da tia Nana, intérprete que soube dar a devida dramaticidade ao samba-canção “Adeus” (1948), ambientado por Alice em atmosfera de trip-hop. Os agudos da cantora na abordagem abolerada da canção praieira “O bem do mar” (1954) também lembram que trata-se do disco de uma grande cantora.
Com os toques dos músicos Doug Bone (trombone e trompete), Theo Silva (guitarra), além dos beats e efeitos do produtor Iuri Rio Branco, perceptíveis em “Morena do mar” (1967). samba com toque cubano, o álbum “Caymmi” escapou do risco de soar modernoso.
O cancioneiro de Dorival Caymmi é reprocessado com frescor e novas harmonias, mas com total respeito às letras e melodias. O samba “Eu não tenho onde morar” (1960), por exemplo, é revitalizado na cadência de um reggae praieiro com toque de dub, em final sintonia com os versos “Eu não tenho onde morar / É por isso que eu moro na areia”.
Enfim, Alice Caymmi honra a dinastia sem ranços tradicionalistas, acertando ao propor um outro olhar sobre a obra maestra do avô, Dorival, em “Caymmi”, álbum que, por estar ancorado em porto inseguro, cumpre a função de revitalizar o cancioneiro do compositor para novas gerações.
Capa do álbum ‘Caymmi’, de Alice Caymmi
Luqdias / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Estatueta do Oscar desaparecida por ‘Mr. Nobody Against Putin’ é encontrada


Encontrada estatueta do Oscar do diretor de ‘Mr. Nobody Against Putin’
Uma estatueta do Oscar pertencente ao diretor russo que ganhou o prêmio de melhor documentário este ano por “Mr. Nobody Against Putin” foi encontrada após ter desaparecido em um voo de Nova York para a Alemanha, informou a companhia aérea alemã Lufthansa nesta sexta-feira, 30.
Pavel Talankin, o diretor, foi obrigado a despachar o prêmio na bagagem antes de embarcar em um voo do Aeroporto Internacional John F. Kennedy para Frankfurt, de acordo com uma publicação de seu codiretor, David Borenstein, no Instagram.
O cineasta russo Pavel Talankin levanta a estatueta do Oscar ao vencer a premiação na categoria Melhor Documentário com seu filme “Mr. Nobody Against Putin”, em 15 de março de 2026.
John Locher/ AP
Agentes da Administração de Segurança de Transporte (TSA) disseram a Talankin que a estatueta de 3,8 kg representava uma potencial ameaça à segurança, disse Borenstein, acrescentando que o prêmio então desapareceu.
“Podemos confirmar que a estatueta do Oscar foi localizada e está sob nossos cuidados em Frankfurt. Estamos em contato direto com o proprietário para providenciar sua devolução o mais rápido possível”, disse um porta-voz da companhia aérea alemã Lufthansa.
“Lamentamos sinceramente o inconveniente causado e pedimos desculpas ao proprietário. O manuseio cuidadoso e seguro dos pertences de nossos hóspedes é de extrema importância para nós. Uma investigação interna sobre as circunstâncias está em andamento.”
A TSA não respondeu imediatamente a um pedido de comentário enviado por e-mail.
O documentário de Talankin e Borenstein utilizou dois anos de filmagens que Talankin havia gravado em uma escola onde trabalhava na região de Chelyabinsk, na Rússia, para mostrar como os alunos foram expostos a mensagens pró-guerra.
Talankin, de 35 anos, que fugiu da Rússia em 2024, defendeu o filme como um registro para a posteridade, mostrando como “toda uma geração se tornou raivosa e agressiva”
Pavel Talankin venceu o Oscar de melhor documentário com ‘Mr Nobody Against Putin’
Patrick T. Fallon/ AFP/Getty Images

Fonte: G1 Entretenimento

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Autoridades de Londres não vão remover estátua de Banksy instalada perto do The Mall


Autoridades de Londres não vão remover estátua de Banks
As autoridades londrinas disseram na sexta-feira que acolheram bem uma estátua instalada pelo artista de rua Banksy, que retrata um homem cego por uma bandeira que voou em seu rosto, e que não têm planos de removê-la.
A escultura, que ostenta a assinatura de Banksy, foi colocada perto de The Mall, no coração cerimonial de Londres, a partir de um caminhão plataforma, de acordo com um vídeo publicado na quinta-feira na conta do Instagram do artista de rua, conhecido por sua discrição.
A figura de terno, cujo rosto está coberto pela bandeira esvoaçante, tem um pé no ar, sobre a borda do pedestal, sugerindo que está prestes a cair.
A estátua foi vista pela primeira vez na quarta-feira em uma área da capital britânica que abriga palácios reais e clubes de cavalheiros. Ela espelha o estilo de estátuas próximas, incluindo as do Rei Eduardo VII a cavalo, da enfermeira Florence Nightingale e do estadista Sidney Herbert.
Comentaristas no Instagram de Banksy especularam que a obra era sobre “patriotismo cego” e questionaram como ele conseguiu realizar tal façanha no centro do establishment britânico.
CONSELHO TOMA MEDIDAS PARA PROTEGER A ESTÁTUA
O Conselho da Cidade de Westminster afirmou na sexta-feira que não removerá a grande obra, que parece ser feita de resina ou fibra de vidro.
“Acolhemos com satisfação a mais recente escultura de Banksy em Westminster, que representa uma adição marcante à vibrante cena de arte pública da cidade”, disse um porta-voz do conselho em comunicado.
“Embora tenhamos tomado medidas iniciais para proteger a estátua, neste momento ela permanecerá acessível ao público para ser vista e apreciada.”
Uma reportagem da Reuters em março revelou detalhes sobre o modus operandi de Banksy e a verdadeira identidade do artista, que manteve seu nome em segredo absoluto.
Seu advogado, Mark Stephens, pediu à Reuters que não publicasse a reportagem, alegando que identificá-lo interferiria em sua arte e o colocaria em perigo. O artista, cujo nome de batismo é Robin Gunningham, começou a fazer arte de rua em Bristol, no oeste da Inglaterra, na década de 1990 e foi inicialmente tratado como vândalo pelas autoridades.
Agora, ele é considerado um tesouro nacional, com suas obras gerando milhões de dólares em vendas ao longo dos anos.
Os governos locais estão agora muito mais dispostos a proteger sua arte para tentar mantê-la como uma atração, depois que algumas de suas obras foram alvo de vandalismo.
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk: ‘Entrego minha vida a Jesus Cristo’


MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk
Redes sociais
O funkeiro MC Brinquedo anunciou, na última quinta-feira (30), o encerramento de sua carreira no funk.
Vinicius Ricardo de Santos Moura revelou ter se convertido ao evangelho e compartilhou uma carta aberta em vídeo para detalhar a decisão.
Como parte do anúncio, o cantor realizou uma “limpa” em seu perfil oficial nas redes sociais: apagou todas as publicações anteriores, removeu a foto de perfil e deixou apenas o vídeo com o depoimento religioso.
‘Vazio da fama’
No vídeo, Vinicius relembrou o início precoce na música e o impacto da exposição pública em sua vida pessoal. Ele destacou que, apesar do sucesso e do reconhecimento, enfrentou dificuldades nos bastidores desconhecidos pelo público.
“Comecei a cantar ainda criança, com o coração cheio de vontade de viver tudo o que o mundo pudesse me oferecer. E ele me ofereceu muito, me deu nome, me deu fama, me deu multidão e também me deu os tropeços”, desabafou o artista.
O agora ex-funkeiro enfatizou que a vida de celebridade mascarava sentimentos de insatisfação.
“Os erros que ninguém vê na foto, as noites que ninguém posta e o vazio que nenhum hit consegue preencher. Por isso hoje, com a maior paz que eu já senti em toda a minha vida, eu venho comunicar publicamente que estou encerrando a minha carreira no funk”.
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Após depressão, MC Brinquedo quer músicas good vibes: ‘Já falei muita m…, quero coisas boas’
Carreira
MC Brinquedo tornou-se um fenômeno do funk paulista ainda na infância, ganhando projeção nacional por volta de 2014.
Conhecido pelo visual de cabelos coloridos, o artista acumulou centenas de milhões de visualizações e tornou-se um dos pilares da GR6 Explode, uma das principais produtoras do gênero no país.
Nos últimos anos, ele vinha focando em letras mais conscientes e colaborações com grandes nomes do trap e do funk.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estudante de biologia e vascaína, Shakira carioca verá a xará famosa na Praia de Copacabana


Estudante de biologia e vascaína, Shakira carioca verá a xará famosa em Copacabana
No próximo sábado (2), a estudante de biologia Shakira Fontes terá a oportunidade de ver de perto a cantora que inspirou seu nome. Ao longo de seus 21 anos, ela já viveu momentos em que não gostou de se chamar Shakira — nome escolhido graças à admiração do pai pela estrela colombiana, atração do projeto “Todo Mundo no Rio”. Hoje, no entanto, ela considera incrível carregar o nome da artista.
A jovem conta que a escolha partiu do pai, Elifas, grande fã da cantora no início da carreira.
“Meu pai escolheu o nome porque era muito fã da Shakira na época em que ela estava começando. Ele a achava muito bonita e gostava das músicas”, contou Shakira Fontes ao g1.
Shakira Fontes vai ver a xará célebre pela primeira vez na Praia de Copacabana no próximo sábado (2)
Arquivo pessoal/ Shakira Fontes e Webert Belicio / AgNews
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A decisão foi discutida com a mãe, que acabou concordando. Além da admiração pela cantora, Shakira e o pai também compartilham a paixão pelo Vasco da Gama.
Nem sempre, porém, a relação com o próprio nome foi tranquila. Na infância, Shakira chegou a sofrer bullying por ter um nome diferente do das outras crianças.
“Quando pequena, eu não gostava muito por causa do bullying. Mais tarde, as pessoas pediam para eu cantar. Essas situações eu relevava, porque entendia e até gostava”, destacou a Shakira vascaína e carioca.
Shakira Fontes e o pai, Elifas, compartilham a paixão pelo Vasco da Gama
Shakira Fontes/ Arquivo pessoal
Com o tempo, o nome acabou se tornando um charme a mais.
“Foi algo com que demorei a me acostumar, mas hoje considero uma honra”, afirmou.
Entre as músicas favoritas, Shakira Fontes destaca a parceria da cantora com o grupo Black Eyed Peas em “Girl Like Me”, que rendeu o trecho viral em que a artista canta sobre mulheres latino-americanas, citando suas nacionalidades no refrão “La la latinas”.
Graças ao nome, Shakira estará com o pai próxima ao palco em uma área especial, por meio de uma ação do banco Santander chamada “Todas as Sharás no Rio”.
Shakiras do Brasil
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
De acordo com dados do Censo 2022, o Brasil tem 393 pessoas com o nome Shakira escrito exatamente como o da cantora. O estado com o maior número de mulheres chamadas Shakira é São Paulo, com 52 registros.
No estado do Rio de Janeiro, além de Shakira Fontes, outras 26 mulheres têm o mesmo nome da artista colombiana.
Apesar de não ser considerado um nome numeroso pelo IBGE, Shakira ganhou impulso a partir da década de 1990, quando a cantora começou a fazer sucesso no Brasil, e atingiu seu auge nos anos 2000.
“Antes da década de 1990, o nome era muito pouco comum — praticamente irrisório. Nos anos 1990, foram registradas 112 pessoas com esse nome. Já entre 2000 e 2009, o número sobe para 191”, explicou Rodrigo Faria de Almeida Rego, responsável pela pesquisa Nomes do Brasil, do IBGE.
Segundo ele, fatores externos, como a arte e o esporte, influenciam diretamente a escolha dos nomes.
“A cultura pop provavelmente tem um grande impacto na forma como as pessoas nomeiam seus filhos. Isso também acontece com o futebol. Por exemplo, 60% das pessoas chamadas Neymar nasceram na década de 2010. Já no caso de Romário, 64% das pessoas com esse nome no Brasil nasceram entre 1990 e 1999”, completou Rodrigo.
Por que os quadris não mentem: relembre coreografias inesquecíveis de Shakira

Fonte: G1 Entretenimento