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Sob a lua de Copacabana, Shakira reúne sua alcateia em noite histórica


Shakira na abertura do show no Rio de Janeiro
REUTERS/Ricardo Moraes
Antes de subir ao palco da Praia de Copacabana neste sábado (2), Shakira já sabia a dimensão do que encontraria no Rio.
Depois de um show histórico no Zócalo, México, ela chegou a Copacabana para mais um capítulo marcante de sua trajetória.
O roteiro era familiar para os fãs brasileiros, mas não idêntico. Depois de trazer a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” ao país em 2025, a cantora promoveu ajustes no repertório para a escala monumental de Copacabana.
Depois de Lady Gaga e Madonna, Shakira sabia o peso simbólico dessa apresentação. Nas semanas que antecederam o show, alimentou a expectativa dos fãs nas redes sociais, definiu a noite como um sonho e escreveu um artigo para o jornal O Globo em homenagem à força das mulheres latinas.
Apesar do atraso de mais de uma hora, o público não desanimou. O maior trunfo da apresentação esteve na energia física da artista: ela conduziu a plateia com tanta intensidade que era difícil resistir ao impulso de dançar.
Shakira dança durante show em Copacabana
Edson Douglas/AgNews
A abertura com “La Fuerte” já antecipava o clima do espetáculo: uma faixa eletrônica pulsante que serviu como declaração de intenções. Na sequência, “Girl Like Me” reforçou uma das marcas da noite: a celebração das mulheres, especialmente das latinas.
O ritmo seguiu com “Las de la Intuición” e “Estoy Aquí”, embora esta última tenha aparecido em versão reduzida — breve demais para um dos hits mais queridos pelo público brasileiro.
Shakira se apresenta na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
REUTERS/Ricardo Moraes
“Eu não posso acreditar que estou com vocês. Pensar que cheguei aqui com 18 anos… e agora olha isso. A vida é mágica. Não existe coisa melhor do que uma lobinha encontrar sua alcateia brasileira”, disse Shakira, antes de engatar “Empire” e “Inevitable”, faixa em que exibiu sua potência vocal.
A emoção tomou conta quando imagens de seus filhos, Milan e Sasha, surgiram nos telões durante “Acróstico”. Escrita como uma carta de amor para os dois, a faixa transformou o espetáculo em um raro momento de intimidade.
O clima esquentou com o medley de “Copa Vacía”, “La Bicicleta” e “La Tortura”, uma síntese da latinidade que atravessa sua obra. São hits que sustentariam performances inteiras, mas um repertório tão extenso exige concessões.
O ápice da dança, como era esperado, veio com “Hips Don’t Lie”, quando seus quadris voltaram a justificar a fama construída ao longo de décadas.
Para alegria dos fãs, a colombiana inseriu “Loca” e “Can’t Remember to Forget You”, músicas que não são muito frequentes nos setlists dos shows mais recentes.
Homenagens às mães solos
“No Brasil existem mais de 20 milhões de mães solteiras, eu sou umas delas. Eu dedico esse show a todas elas”, falou na introdução de “Soltera”.
Quando chegou a vez de apresentar Anitta, Shakira a chamou de “rainha”. Essa foi a primeira vez que elas se cantaram juntas ao vivo “Choka Choka”.
Antes da loba, existiu a roqueira de cabelos pretos e, em um show desse porte, era impossível deixar os clássicos dos anos 90 de fora. Foi nesse momento que a cantora apostou na memória afetiva dos fãs, exibindo nos telões imagens do início de sua carreira.
Ela engatou “Pies Descalzos, Sueños Blancos” e “Antología”, em uma versão acústica. Ela até tentou pedir ajuda para o público cantar, mas o público demorou a responder, e o clima esfriou por alguns instantes.
Santo Amaro no palco
Ter participações especiais em megashows não é novidade. Mas a presença de Caetano Veloso e Maria Bethânia pegou o público de surpresa já nos ensaios.
‘Voz que atravessa gerações’, diz Shakira ao chamar Maria Bethânia
Ao lado de Bethânia e dos integrantes da bateria da Unidos da Tijuca, Shakira cantou “O Que É, O Que É?” (1982), um dos maiores sucessos de Gonzaguinha. Já o encontro com Caetano emocionou ao cantar “Leãozinho”, música que a colombiana entoa para o filho Milan dormir.
Repetindo o Rock in Rio de 2011, Shakira voltou a dividir o palco com Ivete Sangalo cantando “Pais Tropical”. Claro que a baiana transformou a breve participação em uma mini micareta.
Embora tenha ocupado o maior palco da história do evento, isso não significou apoio em grandes cenários. Muito pelo contrário: a grandiosidade foi sustentada por elementos simples e pela força da performance.
Depois das baladas e da carga emocional, a reta final elevou novamente a temperatura com “Whenever, Wherever” e o hino da 2010 FIFA World Cup, “Waka Waka (This Time for Africa)”, com o influenciador do Complexo da Maré Raphael Vicente.
Shakira apresenta “Waka Waka (This Time for Africa)” no palco do Rio de Janeiro
As areias de Copacabana se transformaram em uma floresta de lobas, uivando em coro enquanto os mandamentos da loba eram projetados nos telões e uma estrutura gigantesca de lobo invadia o palco. Até que a loba-mor surgiu para cantar “She Wolf” e “Bzrp Music Sessions, Vol. 53”.
Depois de mais de duas horas de show, ficou a certeza de que Shakira mantém um domínio de palco impressionante e uma voz que ainda carrega a força da jovem de 19 anos que conquistou o Brasil há quase três décadas.
Se Copacabana é, como a própria artista definiu, um altar da Terra, essa noite ela ocupou o centro dele, reverenciada por uma multidão de súditos da loba.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Vintage Culture comanda show de abertura na Praia de Copacabana; acompanhe em tempo real

Vintage Culture comanda show de abertura na Praia de Copacabana; acompanhe em tempo real Popstar se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio Expectativa é que o evento reúna mais de 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana.. Palco fica na areia da Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace, no quarteirão da Avenida Atlântica entre as ruas Rodolfo Dantas e República do Peru.. Prefeitura orienta a população a optar pelo transporte público para ir ao show.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Procurando Kalu se une a Buhr em duas faixas do álbum ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’


A banda cearense Procurando Kalu lança na próxima sexta-feira, 8 de maio, o segundo álbum de estúdio, ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’
Nayra Maria / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Segundo álbum de estúdio da banda cearense Procurando Kalu, “Dançaremos furta-cor com outros mundos” aporta nos aplicativos de áudio na próxima sexta-feira, 8 de maio, com capa assinada pelo artista visual Negro Souza. O álbum apresenta dez músicas inéditas gravadas entre janeiro e maio de 2025, no Quetzal Estúdio, em Sobral (CE), cidade natal do grupo de art rock formado em 2013.
Ambientado em atmosfera de rock experimental, o repertório autoral do álbum “Dançaremos furta-cor com outros mundos” foi formatado com produção musical orquestrada por Susannah Quetzal em parceria com a banda, formada por Zeca Kalu (voz), Briar (sintetizadores, baixo sintetizador, sample, voz e coro), Felipe Castro (voz e performance), Gegê Teófilo (guitarra, sintetizadores, beat, sample e coro), Izma Xavier ( baixo e baixo sintetizador), Rami Freitas (bateria, bateria eletrônica, congas e ganzá) e Rodrigo Brasil (guitarra, mandolin e coro).
Alguns integrantes da banda Procurando Kalu tocam com Buhr, artista presente com voz e percussão em duas músicas do álbum, “Coração diamante” e “Estilhaço”. Já o guitarrista Fernando Catatau figura na faixa “Quase vidro”.
Com músicas como “Água doce”, “Alguma coisa de noite”, “Corpoco” e “Farpa”, o álbum “Dançaremos furta-cor com outros mundos” herda samples e ruídos do primeiro álbum da banda, “Kalu parado frente ao corpo”, lançado há quatro anos.
Através do cancioneiro deste segundo álbum, o grupo Procurando Kalu dá continuidade às reflexões sobre corpo e memória, pondo no centro temático do repertório a personagem Kalu, exposta na capa do álbum na figura de Felipe Castro.
Capa do álbum ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’, da banda Procurando Kalu
Arte de Negro Souza

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura, Ralph Fiennes e Colin Farrell vão estrelar novo filme de Fernando Meirelles, diz site


Wagner Moura, Ralph Fiennes e Colin Farrell.
Divulgação
O ator brasileiro Wagner Moura se juntará aos indicados ao Oscar Ralph Fiennes e Colin Farrell no elenco de “Art”, o novo longa-metragem do diretor brasileiro Fernando Meirelles.
A informação foi divulgada neste sábado (2) pelo portal americano Deadline.
O projeto é uma adaptação para o cinema da aclamada peça teatral da dramaturga francesa Yasmina Reza.
Sinopse
Vídeos em alta no g1
A trama acompanha três amigos de longa data — Serge, Marc e Yvan — cujos laços são colocados à prova após um deles adquirir uma obra de arte inusitada: uma tela inteiramente branca.
O conflito de opiniões sobre o que constitui a “arte” gera uma tensão cômica, deixando o terceiro amigo em uma posição desconfortável de mediador.
O roteiro da adaptação é assinado por Christopher Hampton, vencedor do Oscar por “Meu Pai” (2020) e “Ligações Perigosas” (1988).
Fernando Meirelles volta a trabalhar com Ralph Fiennes 20 anos após o sucesso de “O Jardineiro Fiel” (2005) e com Colin Farrell após a recente série “Sugar”, da Apple TV+.
O cineasta Fernando Meirelles ao lado de pôster do filme ‘Cidade de Deus’ em sua produtora O2 Filmes, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Com Wagner Moura, a parceria é de longa data: Meirelles produziu diversos projetos estrelados pelo ator, como o filme “VIPs” (2010).

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons reiteram no show ‘Eu vejo luz’ a evolução exposta no segundo álbum


O grupo Gilsons mostra forte conexão com o público na estreia carioca da turnê ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Eu vejo luz
Artista: Gilsons
Data e local: 1º de maio de 2026 no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Quase no fim do primeiro show no Rio de Janeiro (RJ) da nova turnê dos Gilsons, “Eu vejo luz”, o trio celebrou no palco da casa Vivo Rio o fato de ter tocado todas as dez músicas do recém-lançado segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” (2026), disponível desde 4 de março.
Foi de fato uma proeza. Na estreia carioca da turnê mundial que chegou à cena em Salvador (BA) no sábado passado, 25 de março, Francisco Gil, João Gil e José Gil seguiram o roteiro da estreia do show na Bahia e bancaram o irretocável álbum em que o grupo carioca refina o som, transitando entre o lirismo e a leveza.
Em cena desde 2018, o trio virou o disco e foi além da bem-sucedida receita do álbum de estreia, “Pra gente acordar” (2022), trabalho que fez dos Gilsons um fenômeno de popularidade juvenil na cena musical brasileira com som contemporâneo, com os beats da geração do trio, mas essencialmente enraizado na música pop afro-baiana, na batida do tambor.
Pela recepção do público à medida em que o trio seguiu o roteiro aberto com “Zumbido” (João Gil, 2026), ficou evidente que as músicas do primeiro álbum ainda surtem maior efeito na plateia – o que somente realça a coragem dos Gilsons na valorização do repertório do disco novo – mas também ficou claro a forte conexão do trio com um público majoritariamente jovem.
Em sintonia com o título “Eu vejo luz ”, o show resultou belamente iluminado. Há um apuro visual na luz (e na exposição dos vídeos) condizente com a evolução dos Gilsons em oito anos de existência do grupo.
Se guardou para o bis o grande hit “Várias queixas” (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012), música do Olodum da qual se apropriou no single seminal de 2018, o trio logo cantou “Love Love” (João Gil, José Gil e Julia Mestre), outro hit desse primeiro single dos Gilsons. Terceira música do roteiro, “Love Love” ganhou coro espontâneo e caloroso do público que encheu a pista e os camarotes da casa Vivo Rio, exemplificando a comunhão do trio com o público.
O grupo Gilsons já caminha há anos com as próprias pernas e músicas, sem recorrer ao patriarca da família, Gilberto Gil, gigante da MPB, presente em um dos camarotes na estreia carioca da turnê. Sim, João Gil é o neto mais velho de Gilberto Gil. José Gil é o filho mais novo do patriarca. Já Fran Gil, além de neto de Gil, é filho único de Preta Gil (1974 – 2025), cantora celebrada pelo trio ao voltar para o bis.
Como visto no palco da casa Vivo Rio, os três integrantes do grupo cantam e tocam violão e/ou guitarra. Contudo, ladeando o trio em cena, havia uma big banda com músicos como os percussionistas Luizinho do Jêje e Ricardo Guerra, instrumentistas fundamentais na arquitetura do som dos Gilsons, em cena e nos estúdios, pela força dos atabaques no show “Eu vejo luz”. Uma banda com sopros, percussões, violões e guitarras.
Seja na cadência do ijexá que moveu “Eu vejo lá” (Fran Gil, João Gil e José Gil, 2022), seja no canto em falsete que adensou “Desejo” (Francisco Gil, João Gil e José Gil, 2026), o trio soube harmonizar no roteiro os repertórios de singles avulsos e dos dois álbuns de estúdio, tão afins, mas ao mesmo tempo tão diferentes.
Entre luzes e sombras, estas mais diluídas em cena pela própria natureza festiva do show, “Vento alecrim” (José Gil e Luthuly, 2019) espalhou leveza romântica em sintonia com o tom acariciante de “Bem me quer” (Narcizinho Santos e Jocimar Lopes Cunha, 2016), música do álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” que mais evoca o espírito pop do discos antecessor “Pra gente acordar”.
Obra-prima do repertório do segundo álbum de estúdio do trio, “Minha flor” (João Gil e Arnaldo Antunes, 2026) desabrochou sem todo o lirismo camerístico da gravação do disco, feita pelos Gilsons com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso. Em contrapartida, o canto de “Algum ritmo” (2021) – parceria dos Gilsons com a banda Jovem Dionísio – provocou efeito catártico na plateia.
Enfim, o repertório autoral do grupo soa como um bálsamo na era do pop tatibitate em voga no mainstream. A turnê “Eu vejo luz” corrobora o progresso dos Gilsons e aponta um caminho longo e iluminado para o trio.
João Gil (à esquerda), Fran Gil (ao centro) e José Gil harmonizam músicas dos dois álbuns de estúdio do trio no roteiro do show ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos

Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos Popstar se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Horário, transmissão, setlist… tudo o que você precisa saber sobre o show da Shakira em Copacabana


Shakira chega ao Rio
Webert Belicio / Agnews
A Praia de Copacabana se prepara para receber Shakira no sábado (2). O show faz parte da terceira edição do projeto “Todo Mundo no Rio”, que já contou com Madonna e Lady Gaga nas terras cariocas.
A estrutura montada para a colombiana promete ser a maior já vista na orla, com um palco de mais de 1.300 m² e uma passarela estendida para aproximar a artista dos fãs.
O espetáculo marca o retorno de Shakira ao Brasil com a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, adaptada para o formato de um show ao ar livre em um dos cenários mais famosos do mundo. Ela esteve pela última vez no país em fevereiro de 2025.
Shakira no Rio: veja o que está proibido no show em Copacabana
Horário do show
A apresentação da Shakira está programada para começar às 21h45. No entanto, a movimentação na areia deve começar muito antes, com programação de DJs e pré-shows que ocupam a orla desde o final da tarde.
A recomendação oficial da prefeitura é que os fãs cheguem cedo para garantir um bom lugar.
Quem vai se apresentar antes e depois?
O aquecimento para a entrada de Shakira ficará por conta de grandes nomes da cena eletrônica nacional. Os DJs Maz e Vintage Culture foram confirmados como os responsáveis pelo pré-show.
Vintage Culture é o primeiro a subir no palco e se apresenta entre 17h45 e 18h45. Em seguida, é a vez do DJ Maz (19h às 20h30).
Após o término do show da cantora, é a vez do DJ e produtor Papatinho assumir a festa, a partir das 00h15. Melody será a convidada para a apresentação.
Vai ter convidado(a) especial?
Existe uma forte expectativa sobre quem poderá dividir o palco com Shakira no Rio de Janeiro.
Recentemente, a cantora colombiana participou da “Choka Choka”, faixa que integra o álbum “EQUILIBRVM”, de Anitta. Segundo apuração da TV Globo, a “Girl From Rio” fará uma participação no show da colombiana.
Anitta posta story com Shakira no Rio
Vai ter transmissão?
Para quem não puder comparecer às areias de Copacabana, a TV Globo exibirá o show ao vivo logo.
Além da TV aberta, o Multishow fará uma transmissão dedicada com comentários e bastidores. No digital, o Globoplay disponibilizará o sinal em tempo real para usuários logados e assinantes.
Qual possível setlist?
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
A base do show deve seguir a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, intercalando músicas recentes com os clássicos de sua carreira.
Os fãs também podem esperar momentos de nostalgia com canções que marcaram época no Brasil, como “Estoy Aquí”, “Inevitable” e “Whenever, Wherever”.
La fuerte
GIRL LIKE ME
Las de la intuición / Estoy aquí
Empire / Inevitable
Te felicito
TQG
Don’t Bother
Acróstico
Mermaid
Copa vacía / La bicicleta / La tortura
Hips Don’t Lie
Chantaje
Monotonía
Soltera
Si te vas
Última
Ojos así
Pies descalzos, sueños blancos
¿Dónde estás corazón?
Antología
Día de enero
ALGO TÚ
Suerte (Whenever, Wherever)
Waka Waka (Esto es África)
Loba
Quem são os dançarinos que acompanham Shakira no Rio para show histórico em Copacabana
Reprodução redes sociais
Objetos proibidos
Garrafas de vidro (nem entrar com elas nem vender)
Objetos cortantes ou perfurantes (facas, tesouras etc.)
Fogos de artifício ou materiais inflamáveis
Drones sem autorização
Armas ou qualquer objeto que possa ser usado como arma
Coolers grandes ou caixas térmicas volumosas (podem ser barrados nos bloqueios)
Itens para comércio irregular (sem credenciamento)
Estruturas para marcar espaço (cadeiras grandes, cercadinhos, tendas improvisadas)

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, uma popstar colombiana: como cantora é influenciada por ritmos latinos?

Shakira, a discografia: g1 coloca os 10 álbuns da cantora na ordem (do pior ao melhor)
Shakira começou a carreira sendo chamada de Alanis Morissette latina. Depois, ela se tornou uma loba responsável por levar ritmos latinos dançantes ao topo das paradas. Acima de qualquer rótulo ou apelido, a cantora colombiana soube se manter relevante, sempre tendo o Brasil ao seu lado.
Assim como Madonna e Lady Gaga fizeram história no Rio, Shakira vai se apresentar na Praia de Copacabana. A popstar de 49 anos canta neste sábado (2) canções que, na essência, são pop dançantes com toques de cumbia, vallenato, merengue e (vários) outros gêneros musicais com sotaque colombiano, mexicano, mexicano e por aí vai.
Amparada pelo som do acordeom, do trompete e de tambores em geral, ela versa sobre perrengues como uma traição e um roubo de uma mala com letras que havia escrito. Temas como nostalgia, aborto, paixão e sensualidade também foram parar em seus álbuns.
Abaixo, o g1 explica as principais influências latinas no som de Shakira, distribuídas em dez discos da fase adulta e dois da fase adolescente, sem tanto alarde. Gravados aos 13 e 15 anos, preparam o terreno para a estreia oficial voltada para o pop rock.
Vallenato colombiano
​O vallenato é uma das engrenagens na sonoridade de Shakira. Ela dança e canta em versão modernizada do estilo criado com o acordeon importado da Alemanha e músicos do Caribe colombiano. Nas canções pioneiras dos anos 30 e 40, predominavam histórias de viagem, críticas sociais e certo tom debochado.
Em “La bicicleta”, sucesso de 2016, o uso da percussão e do acordeon fazem lembrar músicas como “La gota fría”. A canção de Emiliano Zuleta (1912-2005), um dos clássicos do vallenato, ganhou uma releitura mais moderna lançada por Carlos Vives em 1993. Não por coincidência, o conterrâneo de Shakira gravou com Shak esta ode cicloativista.
Merengue dominicano
​A vibração do merengue dominicano é o que sustenta a faceta mais uivante da loba. “Loca”, de 2010, adapta a cadência acelerada do estilo. O hit é gravado com o cantor dominicano El Cato, em um estúdio do país caribenho. A sonoridade remete ao merengue raiz de compositores como Luis Alberti (1906-1976). Em 1936, ele já ditava o ritmo com “Compadre Pedro Juan”.
A letra dos merengues costuma ser leve, incentivando flertes e descrevendo coreografias na pista de dança. “Tire a dama para dançar, porque o merengue vai acabar, e se você não tomar cuidado, você vai ficar igual um papagaio preso”, canta Alberti. Shakira mantém o bom humor e tom provocativo do merengue, usando expressões como “Dance ou morra” e ” gata no cio”.

A essência da cumbia colombiana se faz presente na estrutura melódica e no arranjo cheio de balanço. “Hips don’t lie”, de 2006, utiliza essa base rítmica com 100 batidas por minuto, que remete a clássicos do estilo como “Cumbia sobre el mar”, clássico de Pancho Galán (1906-1988), lançada em 1941.
As cumbias tradicionais têm essa mesma pegada relaxada, comum também na salsa, com groove de baixo e um insistente trompete. Além disso, a conga é citada na letra e na lista de instrumentos percussivos presentes na faixa.
​Mariachi mexicano
​A dramaticidade e a instrumentação da sonoridade mariachi ajudaram a definir a estética de Shakira no final dos anos 90. Embora essa fase tenha o pop rock como principal inspiração, uma união de peso e fúria que rendeu o apelido “Alanis Morissette latina”, a latinidade ainda aparece.
Em “Ciega, Sordomuda”, de 1998, os trompetes típicos do estilo mexicano e a estrutura da canção evocam nomes como o de Pepe Guizar (1912-1980), voz de canções como “Guadalajara”, de 1937. O arranjo no “Acústico MTV “(2000) pesou ainda mais nas referências à música regional mexicana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia faz Shakira cair no samba de Gonzaguinha também cantado pelo uruguaio Jorge Drexler


Maria Bethânia (à direita) ensaia com Shakira o canto do samba ‘O que é o que é’ (1982), de Gonzaguinha (1945 –1991)
Reprodução / Instagram Maria Bethânia oficial
♫ NOTÍCIA
♬ A surpreendente participação de Maria Bethânia no show de Shakira na Praia de Copacabana – na terceira edição do projeto “Todo mundo no Rio”, programada para a noite de amanhã, sábado, 2 de maio – tem uma particularidade na escolha da música que será cantada pela estrela colombiana com a intérprete baiana e a bateria da escola de samba Unidos da Tijuca.
É que a música escolhida é o samba “O que é o que é”, composto por Gonzaguinha (1945 – 1991) e lançado em disco na voz do autor, em álbum de 1982, ano em que o samba também foi cantado por Maria Bethânia no show “Nossos momentos”, eternizado em álbum ao vivo editado naquele ano de 1982 (desde então, “O que é o que é” se tornou número recorrente no bis dos shows da artista, sobretudo a partir dos anos 2000).
A particularidade reside no fato de que o samba “O que é o que é” foi gravado recentemente por outro ícone da música latina. Trata-se do cantor uruguaio Jorge Drexler, que incluiu versão em espanhol do samba de Gonzaguinha, intitulada “¿Qué será que es?”, no mais recente álbum de Drexler, “Taracá” (2026), lançado em março. Na gravação de Drexler, o samba de Gonzaguinha foi recriado com toque do candombe uruguaio.
A abordagem do samba por Shakira com Maria Bethânia no show certamente terá tom mais festivo, de celebração.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mônica Salmaso segue ‘Toada’ de Mário Sève e Guilherme Wisnik em álbum com canções dos compositores


Mônica Salmaso é a intérprete de ‘Toada’, uma das músicas de Mário Sève e Guilherme Wisnik reunidas no álbum ‘Capa rosa’
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ No mercado fonográfico a partir da próxima sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Capa rosa” é songbook com canções dos compositores Mário Sève e Guilherme Wisnik apresentadas nas vozes de um time de intérpretes que inclui a cantora Mônica Salmaso, convidada a gravar “Toada”, uma das nove músicas do disco.
O título “Capa rosa” alude à arvore mencionada pelo personagem Riobaldo no livro “Grande sertão: veredas” (1956), obra-prima do escritor mineiro Guimarães Rosa (1908 – 1967), publicada há 70 anos.
Na poética do cancioneiro composto pelo carioca Mário Sève com o paulistano Guilherme Wisnik, a árvore Capa rosa simboliza portal para o sertão, abordado com visão mais ampla e litorânea, já que, na forma (melodia, harmonia, instrumentação e interpretação), a música dos compositores transita por outras veredas ao longo do álbum “Capa rosa”, abarcando gêneros musicais como fado, morna, samba e tango.
Além de tocar os sopros, Mário Sève é o arranjador das canções e o diretor musical do álbum “Capa rosa”, cuja faixa-título é ouvida na voz de Celso Sim (Celsim), assim como “Torres de marfim”. Jussara Silveira é a intérprete das músicas “Damasco” e “Quando você me inventou”, esta cantada com o recorrente Celso Sim. Já Marina Wisnik é a convidada dos compositores na canção “No Japão”.
O álbum “Capa rosa” chegará ao mercado fonográfico em edição do selo Circus.
Capa do álbum ‘Capa rosa’, de Mário Sève e Guilherme Wisnik
Divulgação
Mário Sève (à esquerda) e Guilherme Wisnik lançam em 8 de maio o álbum ‘Capa rosa’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento