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Alex Ligertwood, ex-vocalista da banda de Santana, morre aos 79 anos


Alex Ligertwood durante apresentação.
Reprodução/YouTube
O músico e cantor escocês Alex Ligertwood, conhecido sobretudo por ser o vocalista da banda de rock Santana, morreu aos 79 anos, informou sua esposa nesta segunda-feira (4).
“É com grande tristeza que anuncio o falecimento do meu querido Alex Ligertwood, meu marido durante 25 anos”, escreveu Shawn Brogan nas redes sociais.
O cantor morreu enquanto dormia, duas semanas depois de fazer seu último show, acrescentou.
“Ele emocionou tantas pessoas com sua voz extraordinária. Ele era puro coração e alma”, completou.
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Nascido em Glasgow, Ligertwood teve uma carreira de mais de seis décadas.
Ele foi o vocalista principal de Santana, banda fundada pelo guitarrista Carlos Santana em 1966, de forma intermitente entre 1979 e 1994.
Trabalhou com a banda em álbuns como “Marathon”, de 1979, “Zebop!”, de 1981, e “Sacred Fire: Live In South America”, lançado em 1993.
Desde então, se apresentou com a banda tributo alemã The Magic Of Santana, assim como com Senate, Jeff Beck Group e Average White Band.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guitarrista anuncia nascimento de terceiro filho com Cameron Diaz


Benji Madden e Cameron Diaz
Reprodução/Instagram
Benji Madden anunciou nesta segunda-feira (4) o nascimento de seu terceiro filho com Cameron Diaz. O guitarrista compartilhou a notícia em seu perfil no Instagram e revelou o nome do menino: Nautas Madden.
“Cameron e eu estamos felizes, animados e nos sentindo muito abençoados em anunciar o nascimento do nosso terceiro filho, Nautas Madden. Bem-vindo ao mundo, filho!”, escreveu o vocalista do Good Charlotte na legenda das fotos.
“Adoramos a vida com a nossa família. Os nossos filhos são saudáveis e felizes, e estamos gratos. Estamos aproveitando muito. Enviando os nossos melhores votos. Família Madden”, completou.
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Benji também publicou um desenho de um navio com a explicação sobre o nome escolhido. “Marinheiro, navegador, viajante. Aquele que embarca em uma jornada e não teme o desconhecido.”
Cameron e Benji também são pais de Raddix Wildflower Madden, de 6 anos, e de Cardinal Madden, de 2 anos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Met Gala 2026: qual é o tema, dress code e celebridades confirmadas nesta edição


Beyoncé e Nicole Kidman estão entre copresidentes do Met Gala 2026
Reprodução
Um dos maiores eventos da moda mundial, o Met Gala 2026 acontece nesta segunda (4). O evento atrai celebridades da música, cinema e atletas de várias partes do mundo e arrecada fundos para o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova York.
O evento será transmitido no YouTube da Vogue americana a partir das 19h (horário de Brasília). Veja tudo que você precisa saber sobre o tema e o dress code do Met Gala 2026:
Tema da exposição
O tema do Met Gala é ligado à exposição do Costume Institute que, neste ano, é chamada “Costume Art” (arte do figurino). Vale lembrar que o tema não é igual ao código de vestimenta, mas os dois geralmente estão relacionados.
Segundo o curador da exposição, Andrew Bolton, Met, a mostra confronta pinturas e esculturas históricas com peças de vestuário contemporâneas, organizadas em torno de arquétipos como o corpo clássico, a gravidez e o envelhecimento.
“O corpo vestido está em primeiro plano em todas as galerias que você visita. Mesmo o nu nunca está completamente despido. Está sempre carregado de valores e ideias culturais”, afirmou o curador da exposição, Andrew Bolton.
O que os convidados vão usar?
A partir do tema da exposição, o código de vestimenta é “Fashion is Art” (moda é arte). Trata-se de um tema amplo, mas podemos esperar roupas grandiosas que exploram as possibilidades do corpo humano e da moda.
Quem vai no Met Gala?
Já dá para saber algumas das celebridades confirmadas: basta ver quem são os nomes anunciados para “presidir” o evento.
Neste ano, os copresidentes são Beyoncé, Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour. A aparição de Beyoncé está entre as mais esperadas, já que ela foi ao evento pela última vez há dez anos.
O comitê de anfitriões inclui Anthony Vaccarello, Zoë Kravitz, com membros adicionais como Sabrina Carpenter, Doja Cat, Gwendoline Christie, Alex Consani, Misty Copeland, Elizabeth Debicki, Lena Dunham, Paloma Elsesser, Lisa, Chloe Malle, Sam Smith, Teyana Taylor e mais.
Confira os melhores looks do Met Gala 2025

Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça o ‘trapseiro’: nova cena mira Peso Pluma e adota ‘postura de rapper’ para renovar o forró


‘Trapseiro’ quer renovar o forró, mas com ‘postura de rapper’
“Forró é baile de trabalhador nordestino”, defendia o Rei do Baião, Luiz Gonzaga. O que ele diria, então, de uma vertente do gênero que se funde aos graves do hip hop?
Nascido ali por volta de 2020 como uma experimentação, o trapseiro (também grafado como “trapiseiro” ou “trapzeiro”) firmou-se como uma cena sólida, com artistas que vão do som comercial ao alternativo.
Atualmente, nomes como Felipe Amorim, Henry Freitas e Kadu Martins personificam uma face mais pop do movimento, levando essa nova sonoridade para as paradas e paredões.
Na outra ponta, uma ala encabeçada por Dupê e Mago de Tarso aposta em uma identidade visual “mais suja” — termo usado pelos próprios artistas — para reinterpretar ritmos tradicionais.
O fenômeno atraiu até as crias do piseiro raiz, como João Gomes. Em março, o pernambucano lançou o projeto “Trapzeiro (Meu Piseiro Brasileiro)”, convidando nomes como L7NNON, MC Cabelinho e BK para rimar sobre o tilintar de um triângulo.
O g1 ouviu os principais nomes dessa cena e conversou com pesquisadores para entender como essa mistura está renovando um dos gêneros mais tradicionais do Nordeste. Confira entrevistas abaixo.
Jovem e masculina: um panorama da cena
Com o passar dos anos, o trapseiro consolidou-se, também, como uma estética. Fluida e capaz de costurar dois universos aparentemente distintos: a ostentação urbana do hip hop e o imaginário rural que o restante do país construiu sobre o Nordeste.
Nesse “bolo”, cabe quase tudo: autotune e sintetizadores dividem espaço com pífanos, rabecas e zabumbas.
E foi justamente nessa intersecção que Igor de Lima Portela Leão assumiu a persona de Dupê. O objetivo? Realizar o que chama de “modernização do passado”, conceito que toma emprestado de Chico Science.
Forjado nas batalhas de rima nos ônibus de Salvador, o artista de 29 anos define-se como um expoente do trapseiro, mas prefere evitar rótulos. “O que eu quero mesmo é cantar forró, só que numa roupagem de rapper, tá ligado?”, explica.
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Em clipes e apresentações de Dupê, balaclavas e correntes de prata cravejadas dividem espaço com o chapéu de couro meia-lua. E não é por acaso.
“Quero quebrar esse estereótipo de um Nordeste seco e pobre. O Nordeste também pode ser inovador, tecnológico e ostentação”, afirma.
Para ele, o objetivo é elevar o status do gênero: “Quero que enxerguem o forró como enxergam o funk ou o trap na gringa. O que faltava era uma renovação estética”.
Cantor baiano Dupê se considera parte da cena do trapseiro: ‘Forró com postura de rapper’
Divulgação
O nome artístico do cantor, que já soma nove anos de estrada, é uma homenagem direta a Pedro Bala, o carismático líder dos Capitães da Areia.
Fã confesso de Jorge Amado, Dupê buscou na literatura a inspiração para narrar uma Salvador visceral e poética em seus trabalhos.
“Tento trazer essa estética das vivências de rua para as minhas músicas. Se os ‘capitães da areia’ vivessem hoje, com certeza eles fariam rap”, defende.
Essa proposta ganhou corpo no projeto audiovisual “Cangaço Session”, lançado em junho de 2025.
No registro, Dupê aparece com o rosto coberto por um lenço, enquanto sua banda ostenta correntes grossas e óculos “juliet” em contraste com os tradicionais chapéus de palha.
O repertório mescla autorais do trap com releituras de clássicos do forró, xote e baião, como “Seu Olhar Não Mente”, de Flávio José, e “Tareco e Mariola”, de Petrúcio Amorim.
Cangaço Digital
Nas redes sociais, Dupê constrói uma identidade pautada no que ele chama de “Cybercangaço”, que mistura forró, rock e cultura geek. Para ele, a estética é tão importante quanto a sonoridade:
“Mais do que música, as pessoas consomem o conceito”, afirma.
Artista baiano Dupê, um dos expoentes da nova cena do ‘trapseiro’
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Sob essa premissa, o artista defende a tese de que o rap, em sua essência, nasceu no Nordeste brasileiro.
“O repente já era rap. A escrita do cordel, a velocidade da rima contra o sistema… tudo isso já estava aqui muito antes de o gênero se consolidar nos Estados Unidos”, argumenta.
Dupê ao lado de Pabllo Vittar no clipe da música ‘A Ceia’.
Divulgação
Ao lado de Mago de Tarso, ele posiciona-se em uma vertente mais “suja” e underground do trapseiro, focada em construir uma identidade visual “forte e disruptiva” para o gênero.
Com planos de fundar um selo dedicado ao gênero na sua gravadora, a Bagua Records, Dupê aposta no fortalecimento do coletivo para alcançar sua meta máxima: emplacar um trapseiro autoral no topo das paradas.
“Uma cena não se constrói sozinho. Estamos abrindo novos caminhos”, conclui.
O caranguejo do trap
Parceiro de selo de Dupê na Bagua Records, Ian Siqueira, o Mago de Tarso, é outra peça-chave dessa engrenagem. Aos 27 anos, o artista vive uma nova fase: trocou Recife pelo Rio de Janeiro após entender que ‘havia batido no teto’ em sua terra natal.
Pernambucano Mago de Tarso, o “caranguejo” do trap.
Divulgação
No Sudeste, ele diz que se apresenta como a “novidade”: um trapper que se recusa a neutralizar o sotaque e que substitui os temas importados da realidade do rap estadunidense por crônicas sobre o Nordeste.
Em seu álbum de estreia, “O Som do Litoral” (2024), o artista apresentou faixas como “Sururu Com Cachaça”, “Terra do Frevo” e “Gildo Lances”.
“Eu sei que o trap é o som do momento, mas o que me mantém conectado com a música é a minha raiz nordestina”, explica.
Um dos marcos dessa fusão é a faixa “Carolina”, em que Mago de Tarso utiliza o sample do clássico “O Cheiro da Carolina” (1956), de Luiz Gonzaga, para introduzir rimas sobre a realidade atual das ruas:
“Vim de Cajueiro Seco, cresci nesses beco que parece o Carandiru.
Eu fiz paulista e carioca rimar no forró, tu acha que eu ligo pra tu?”
Com a participação do rapper Major RD, a canção ultrapassa as 6 milhões de reproduções no Spotify.
Outro pilar da sua discografia é “Caranguejo do Trap” (2024). A faixa, que acabou batizando a forma como o artista se define para o mercado, beira as 4 milhões de visualizações no YouTube.
Assim como Bad Bunny e Peso Pluma
Inspirado pelo fenômeno global de artistas como Bad Bunny e Peso Pluma, Dupê e Mago de Tarso defendem que a força de um artista está, sobretudo, em sua capacidade de ser “profundamente regional”.
Para os cantores, o sucesso dos Corridos Tumbados (gênero que fundiu os tradicionais corridos mexicanos com o trap) é o equivalente ao que eles fazem hoje no Brasil com o forró.
“Foram os artistas do forró que me receberam e legitimaram o meu som. Quem é do ‘trap raiz’ não considera o que eu faço como trap”, explica Mago.
Essa “benção” foi selada em novembro de 2024, quando o pernambucano gravou com Xand Avião a faixa “Feito pra Voar”.
O músico prefere letras que carregam símbolos locais marcantes, como o caranguejo e as referências ao ecossistema do Mangue, em vez de fórmulas prontas do pop atual.
“Regionalizar cada vez mais é o caminho. Esse é um movimento mundial para criar mais identificação com o público. Bad Bunny fez isso e hoje o mundo olha para ele com outros olhos”, afirma.
O lado comercial e o ‘popseiro’
Embora nomes como Mago de Tarso e Dupê atuem em uma vertente mais experimental do trapseiro, Felipe Amorim defende que o pioneirismo da mistura é dele e de seu trio de produtores, a 3 por 1 (formada por ele, Caio DJ e Kaleb Capitão).
Para o artista cearense, o movimento começou há seis anos com o lançamento do “Medley Trap”.
O projeto adaptou sucessos do rap para o ritmo do piseiro, incluindo faixas como “Jetski” (Samp MC), “Marília Mendonça” (Bin e Mãolee) e “Mitsubishi” (Orochi e Kizzy).
“Fomos os primeiros a fazer isso. Nosso foco era música de dancinha, algo animado. Não sabíamos se o público ia entender essa mistura”, revela Amorim.
Atualmente, o artista se identifica mais com o termo “popseiro”. Para ele, o “trapseiro” é apenas uma das muitas facetas de um movimento que é mais abrangente.
“O som que fazemos hoje vai do trap ao funk. Tem uma roupagem eletrônica, mais ‘gringa’. É a evolução natural. Tudo o que evolui muito acaba convergindo para o pop”, analisa.
Estética, público jovem e palco
Para Amorim, o ponto de convergência entre sua música e o trap está no formato das apresentações ao vivo.
“Nosso projeto não tem banda, é tudo eletrônico. Os cenários do palco são muito parecidos com os que a galera do trap faz”, explica o cantor.
Felipe Amorim no São João 2025 de Campina Grande
Jucelio/Divulgação
Essa proximidade também se reflete em um perfil de público parecido nos shows: “Uma galera mais jovem, ligada na internet”, afirma.
Resistência em festas tradicionais de forró
Apesar do sucesso comercial, a entrada do “trapseiro” em eventos tradicionais de forró ainda enfrenta resistência de fatias mais conservadoras do público.
Felipe Amorim no palco do Limeira Rodeo Music 2024
Leandro Ferreira/g1
Anunciado na programação do São João de Caruaru, Felipe Amorim reconhece o desafio de apresentar faixas com estética mais “trap” no Pátio do Forró, mas afirma que manterá o repertório no palco.
“Tem que ter peito e personalidade. O São João passa, mas a gente tem que continuar tocando o que é”, pontua.
João Gomes, ‘trapstar desde o início da carreira’
Embora parte do público ainda resista a misturas explícitas no forró e no piseiro, a pesquisadora Moema França, mestra pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), observa que o “trapseiro” muitas vezes é consumido sem que o ouvinte perceba.
Segundo ela, um dos marcos dessa consolidação silenciosa foi o lançamento de “Mete um Block Nele” (2021), de João Gomes.
Apesar de a faixa soar como um piseiro raiz, a estudiosa chama a atenção para a “arquitetura” da canção: ela é composta por Luiz Lins e West Reis, dois nomes vindos do rap.
“Comecei a prestar mais atenção em João Gomes e percebi uma velocidade na maneira de cantar que lembra o aboio e o repente. O flow do rap também vem desse lugar de rima rápida”, compara.
A conexão não é coincidência. Em entrevista à “Revista Trip”, o cantor pernambucano revelou que o rap foi sua principal escola.
Capa do EP ‘Trapzeiro’, de João Gomes
Divulgação
João Gomes, que frequentemente incorpora a métrica do trap em suas interpretações, cita o rapper cearense Don L como uma de suas grandes referências.
“O rap é uma escola porque tem muita poesia, muita referência boa que faz a gente querer estudar. O álbum ‘Roteiro Pra Aïnouz’, de Don L, foi a minha maior escola”, afirmou o artista, mencionando o trabalho que narra o deslocamento de um artista nordestino rumo ao Sudeste.
O bonéu como reinvenção
Além de elementos como balaclavas e chapéus de palha, um outro símbolo central utilizado por artistas do trapseiro, e que equilibra herança e modernidade, é o bonéu.
A peça funde o design do boné de aba curva com o couro e o formato do chapéu de vaqueiro.
João Gomes usando o “bonéu”, mistura de boné com chapéu de couro.
Redes sociais
‘Bonel’: criador do chapéu de João Gomes fala sobre sucesso do acessório
Reprodução/TV Globo
O cantor faz questão de encomendar o acessório a artesãos tradicionais, como Mestre Irineu, de Salgueiro (PE), em um gesto que a pesquisadora Moema França lê como uma reinvenção da indumentária icônica de Luiz Gonzaga.
Essa estética de João Gomes operaria, então, naquela mesma máxima de “modernização do passado” — conceito seguido por Dupê e Mago de Tarso, como mostrado na reportagem.
Mas diferente do que o senso comum sugere, a estudiosa defende que o movimento de fusão não partiu do trap estrangeiro ou “sudestino” em direção ao piseiro para se apropriar de seus elementos.
Foi a nova geração do forró que tomou a iniciativa de “hackear” as batidas para mostrar que existem, sim, outros imaginários possíveis sobre o que pode ser visto como “música do Nordeste”.
“Não foi o trap que descobriu o piseiro. Foi o piseiro que olhou para o trap e disse: ‘E aí?'”, conclui França.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Sater canta sucesso caipira de 1931, em feat com Jackson Antunes, no álbum autoral ’25 anos de música’


Além do feat com Jackson Antunes no cateretê ‘De papo pro ar’, Gabriel Sater canta com Ivan Lins no álbum ’25 anos de música’
Pedro Pinheiro / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 1931, os compositores Joubert de Carvalho (1900 – 1977) e Olegário Mariano (1889 – 1958) fizeram vitoriosa incursão pelo universo da canção ruralista com a criação do cateretê “De papo pro ar”, apresentado em disco na voz do cantor Gastão Formenti (1894 – 1974).
A música virou um standard da música caipira e, 95 anos após o registro fonográfico original de Formenti, ganha as vozes do cantores Gabriel Sater e Jackson Antunes. O feat foi gravado para o sétimo álbum de Sater, “25 anos de música”, programado para ser lançado no próximo domingo, 10 de maio, com repertório majoritariamente autoral que inclui a canção “Nas montanhas de Minas” (Gabriel Sater), faixa gravada com ecos da influência do Clube da Esquina no som do artista.
Das 10 faixas do álbum “25 anos de música”, “De papo pro ar” é uma das duas músicas do repertório sem a assinatura de Gabriel Sater, cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e ator de origem paulistana.
A outra música fora do trilho autoral é o tango “La cumparsita” (Gerardo Matos Rodríguez), composto em 1916 – há 110 anos – e regravado por Gabriel Sater em versão instrumental feita com a adesão de Negão dos Santos, violonista do grupo paulista Paranga.
No álbum “25 anos de música“, Gabriel Sater também conta com as participações de Ivan Lins – presente na gravação da canção “Me ajuda”, composta por Sater com João Gaspar e Luiz Carlos Sá – e Eric Silver, músico que toca dobro, violino e teclados em “Brisa de outono”, mix de folk e rock rural também assinado por Gabriel Sater com João Gaspar e Luiz Carlos Sá.
Irmão de Gabriel e filho de Almir Sater, o guitarrista Ian Sater toca na regravação de “Meu lugar” (Gabriel Sater, Leandro Aguiar e Cesar Granja Leite, 2014).
Entre a lembrança do tema instrumental “Marruá” (Gabriel Sater, 2023) – apresentado por Sater na novela “Pantanal” (TV Globo, 2022) – e a música inédita “Pedra esmeralda” (Gabriel Sater, Luiz Carlos Sá e Zé Edu Camargo), o artista apresenta versão ao vivo de “Além das fronteiras”, parceria de Sater com o poeta pantaneiro Daniel Rondon.
Produzido pelo próprio Gabriel Sater com João Gaspar, o álbum “25 anos de música” chega ao mercado fonográfico vinte anos após a edição do primeiro álbum do artista, “Instrumental”, lançado em 2006.
Capa do álbum ’25 anos de música’, de Gabriel Sater
Pedro Pinheiro / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Marcelo Cabral revive os tempos de guitarra e skate no álbum solo ‘Ramal’


Marcelo Cabral alinha parcerias com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Romulo Fróes e Sophia Chablau no álbum ‘Ramal’
Mauro Restiffe / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Produtor musical, arranjador, baixista, guitarrista e compositor paulistano, Marcelo Cabral é nome recorrente nas discografias de artistas da cena indie de São Paulo, como o rapper Criolo e como o cantor e compositor Romulo Fróes.
Integrante do Passo Torto, grupo que formou com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e o mencionado Romulo Fróes, Cabral nasceu em julho de 1974 e foi criado no bairro paulistano de Perdizes, onde começou a andar de skate aos seis anos. Aos 12 anos, virou skatista profissional em adolescência que teve como trilha sonora o punk rock da cena paulistana dos anos 1980 e 1990.
É essa memória que o músico atiça no álbum solo “Ramal”, cuja capa expõe arte de Ana Prata. Disponível desde 16 de abril, em edição da gravadora YB Music, o álbum “Ramal” mostra Cabral no toque da guitarra, primeiro instrumento do músico.
Gravado no Estúdio Cosmo com captação de Biel Basile, que toca baterista e percussão no álbum, “Ramal” também traz a guitarra de Fernando Catatau na música “Tarde azul”, parceria de Cabral com Catatau.
Já a voz de Sophia Chablau é ouvida nas faixas “Companheira estelar” (Marcelo Cabral e Rodrigo Campos), “O herói vai cair” (Marcelo Cabral e Eduardo Climachauska), “Quem vai me acudir” (Marcelo Cabral e Negro Leo) e “Sex símbolo” (Marcelo Cabral e Sophia Chablau).
Inteiramente autoral, o repertório do álbum “Ramal” inclui parcerias de Marcelo Cabral com Kiko Dinucci (“Ar”), Romulo Fróes (“Grito”), Alice Coutinho (“Hora errada”) e Douglas Germano (a música-título “Ramal”).
Mais um bem-vindo passo torto na discografia do artista, o álbum “Ramal” foi produzido pelo próprio Marcelo Cabral, mixado por Guilherme Jesus e masterizado por Felipe Tichauer.
Capa do álbum ‘Ramal’, de Marcelo Cabral
Arte de Ana Prata

Fonte: G1 Entretenimento

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Os Garotin apresenta o segundo álbum com 13 faixas e cinco feats antes de partir em setembro para turnê na Europa


Os Garotin fazem feat com Marina Sena no segundo álbum
Reprodução / Vídeo
♫ NOTÍCIA
♬ Finalizado em abril, o segundo álbum do trio fluminense Os Garotin será apresentado neste mês de maio, dois anos após o álbum de estreia “Os Garotin de São Gonçalo”, lançado em 8 de maio de 2024. Uma audição para convidados está programada para terça-feira, 5 de maio, no Circo Voador, espaço de shows da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Com cinco feats em 13 faixas que totalizam 41 minutos, o segundo álbum vem sendo anunciado nas redes sociais do grupo com a hashtag #fdj, mas sem informações mais concretas.
Por ora, Anchietx, Cupertino e Leo Guima revelaram somente que Marina Sena é uma das convidadas dos Garotin no álbum, participando de música turbinada com rap de BK. Há também feats com artistas de São Paulo, Minas Gerais e dos Estados Unidos.
O fato é que, após o lançamento do álbum, Os Garotin partem em setembro para turnê na Europa, a primeira do grupo naquele continente. Entre 13 e 29 de setembro, o trio se apresentará em 11 cidades europeias.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Copacabana coroou Shakira como a rainha do pop latino’: o que a imprensa internacional disse sobre show no RJ


O megashow da cantora colombiana Shakira na praia de Copacabana ganhou destaque na imprensa internacional.
No Reino Unido, a BBC disse que a artista cantou “seus maiores hits para uma multidão enorme”.
O texto destaca que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), calculou que o evento teve a presença de 2 milhões de pessoas.
“No entanto, uma análise do BBC Verify [o serviço de checagem de fatos da BBC] do show da Lady Gaga em Copacabana em 2025 concluiu que esses números estão provavelmente inflados.”
A BBC ainda lembrou que o show foi financiado pela prefeitura, “num esforço para revitalizar a economia local, com a expectativa de que o evento gere R$ 800 milhões para o Brasil”.
A agência Associated Press (AP) destacou que Shakira “encantou a multidão”.
Vários veículos destacaram a relação antiga da cantora colombiana com o Brasil
Getty Images/BBC
A reportagem da AP informou que a cantora subiu aos palcos às 11h da noite, uma hora depois do previsto, enquanto os fãs “gritavam e aplaudiam em grande excitação e drones voavam acima das cabeças deles para formar a frase ‘Eu amo você, Brasil’, em português”.
A AP também noticiou que a artista falou com carinho da primeira vez que esteve no Brasil, três décadas atrás.
“Eu cheguei aqui quando tinha 18 anos, sonhando em cantar para vocês. Olhe agora para isso. A vida é mágica”, disse Shakira.
A alemã Deutsche Welle (DW) lembrou que “muitos dos presentes no show viajaram por horas, em alguns casos atravessaram fronteiras internacionais, para ver a Shakira no palco em frente ao icônico [hotel] Copacabana Palace”.
“Alguns fãs até dormiram na praia no dia anterior, para garantir um lugar próximo ao palco”, escreveu a DW.
O veículo alemão ainda destacou que, no sábado de manhã, horas antes do show, “a praia estava cheia de pessoas e vendedores ambulantes, que ofereciam milho verde, petiscos, água engarrafada e até o mais tradicional coquetel brasileiro, a caipirinha”.
O jornal britânico The Independent destacou em sua manchete que “Shakira transformou a praia numa pista de dança”.
“A performance monumental ecoa espetáculos gratuitos semelhantes realizados por Madonna no início de 2024 e por Lady Gaga no ano passado, que também atraíram multidões imensas para a extensa faixa de areia”, diz a reportagem.
No The Independent, o etnomusicólogo Felipe Maia, que cursa doutorado em música popular e tecnologias digitais na Universidade Paris Nanterre, na França, destacou que, “quando Shakira se apresentou pela primeira vez no Brasil, na década de 1990, ela estabeleceu uma conexão incrível com o público brasileiro”.
Segundo o especialista, o show em Copacabana “coroa o relacionamento que Shakira tem com o Brasil há muito tempo”.
Já a Radio France Internationale (RFI) afirmou que a praia de Copacabana “coroou Shakira como a rainha do pop latino”.
Para a imprensa internacional, show corrou Shakira como ‘rainha do pop latino’
Getty Images/BBC
Repercussão na terra natal de Shakira e em toda a América Latina
Os veículos colombianos também dedicaram manchetes e reportagens ao show da cantora no Rio de Janeiro.
O El Tiempo disse que “a noite de sábado, 2 de maio, marcou um dos momentos mais esperados do ano para a música latina”.
Ainda segundo o jornal, o espetáculo “combinou música, convidados locais e momentos íntimos de empoderamento feminino”.
O site Infobae destacou que o show gratuito “não apenas marcou um momento histórico na carreira da artista natural de Barranquilla, como também a consolidou como a primeira artista latina a ser a atração principal de um espetáculo desta magnitude num local icônico, superando os números recentes de artistas internacionais como Madonna e aproximando-se do recorde de Lady Gaga”.
O El País escreveu que o “o Rio de Janeiro se rendeu à cantora colombiana, que convidou Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo para subir ao palco”.
“Falando constantemente com a plateia num português impecável, Shakira exalava carisma e dedicou o show às mulheres latinas, em especial às 20 milhões de mães solteiras no Brasil que lutam para sustentar suas famílias”, destacou o El País.
A reportagem ainda lembrou que, “enquanto Bad Bunny ainda estava engatinhando, Shakira já estava em turnê pelo interior do Brasil para promover seu álbum Pies Descalzos [em 1995]”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta se declara após dueto com Shakira no Rio: “Guardarei para sempre na memória”


Anitta e Shakira apresentam “Choka Choka” nas areias de Copacabana
Na noite de sábado, 2 de maio, a Praia de Copacabana foi palco de um encontro histórico entre duas das maiores estrelas da música latina: Anitta e Shakira apresentaram, pela primeira vez juntas ao vivo, a canção “Choka Choka”, uma parceria que faz parte do novo álbum da brasileira, intitulado “EQUILIBRIVM”.
O dueto foi um dos pontos altos do projeto Todo Mundo no Rio, que atraiu uma multidão estimada em 2 milhões de pessoas, tornando-se o maior show da carreira da estrela colombiana.
Shakira e Anitta no Todo Mundo no Rio
TV Globo
Veja FOTOS do megashow
Leia como foi o show
Nos bastidores, Anitta revelou que a colaboração nasceu da amizade entre as duas, que são vizinhas em Miami, nos Estados Unidos. Segundo a brasileira, Shakira escolheu pessoalmente a faixa após ouvir os projetos de seu novo álbum.
Após a apresentação, Anitta não poupou elogios à cantora colombiana, definindo-a como uma “artista única e generosa” e afirmando que guardará o momento para sempre na memória. Em entrevista ao gshow, a cantora declarou:
“Shakira é uma artista única e generosa. Viver esse momento na minha cidade, ao lado de uma amiga tão querida, foi algo tão especial que guardarei pra sempre na memória. A energia do povo brasileiro prestigiando a nossa loba marcou a história do Todo Mundo no Rio, né?”, disse a cantora, que é parceira de Beats.
Em suas redes sociais, a brasileira compartilhou registros do show com declarações de afeto, chamando Shakira de “perfeita”. As artistas chegaram a ensaiar a coreografia dias antes no hotel Copacabana Palace.
Esta foi a segunda participação de Anitta no projeto Todo Mundo no Rio. Em 2024, a cantora já havia subido ao palco de Copacabana como convidada especial de Madonna, durante a performance de “Vogue”.
Além de Anitta, o megashow de Shakira contou com outras participações de peso, como Ivete Sangalo e os ícones da MPB Caetano Veloso e Maria Bethânia.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira faz megashow em Copacabana

Shakira faz megashow em Copacabana Estrela pop se apresentou na 3ª edição do ‘Todo Mundo no Rio’, na noite deste sábado (2). Show reuniu 2 milhões, segundo a Prefeitura do Rio. Show fez parte da turnê “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”.. Apresentação contou com participações de Anitta, Ivete Sangalo, Caetano Veloso, Maria Bethânia e a bateria da Escola de Samba Unidos da Tijuca.

Fonte: G1 Entretenimento