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Gustavo Mioto encontra homem que inspirou a música ‘Impressionando os Anjos’ após perder a esposa no parto de gêmeos


Gustavo Mioto encontra homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’ após perder a esposa
O cantor Gustavo Mioto viveu um momento aguardado por anos ao conhecer pessoalmente o empresário Gledson Fonseca, história real por trás da música “Impressionando os Anjos”.
O encontro aconteceu no camarim de um show em Lençóis Paulista (SP), durante a Facilpa, no último sábado (2), e foi marcado por emoção, gratidão e troca de presentes.
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A canção, que se tornou o primeiro grande sucesso do sertanejo, transformou em música uma trajetória marcada por perdas profundas.
Gustavo Mioto conhece homem que inspirou seu maior sucesso após morte da esposa no parto
Raissa Toledo/TV TEM
Em 2015, a esposa de Gledson, Keila, morreu após o parto dos filhos gêmeos, Maria Luiza e Samuel, que nasceram prematuros e com paralisia cerebral.
Diante da situação, Gledson passou a se dedicar integralmente aos filhos e protagonizou uma decisão inédita da Justiça brasileira: recebeu a licença-maternidade da esposa, por quatro meses.
Além disso, Gledson teve mais dois meses concedidos pela empresa em que trabalhava, somando seis meses afastado para cuidar dos bebês. Um ano depois, Samuel não resistiu às complicações, em mais uma perda marcante na vida do empresário.
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Gladson perdeu a esposa no parto dos filhos gêmeos há 11 anos em Marília
TV TEM/ Reprodução
O g1 e a TV TEM mostraram o caso de Gladson na época, que ganhou repercussão nacional e foi tema de uma reportagem do “Fantástico”, da TV Globo, no Dia dos Pais em 2015.
A história acabou cruzando o caminho do cantor Gustavo Mioto e inspirou a música “Impressionando os Anjos”, trabalho que impulsionou a carreira do artista nacionalmente.
“Fiquei com isso na cabeça e, aí, o Theozinho, que escreveu comigo a música, falou que naquela semana ele tinha assistido a uma matéria de um cara que perdeu a esposa e ficou cuidando dos dois filhos. Falei: ‘Cara, então Deus está falando com nós, estou com isso no meu coração e tal. Acho que a gente tem que fazer a música'”, lembrou Mioto em entrevista ao Fantástico.
“‘Impressionando os Anjos’ mudou a minha vida pra sempre. Foi a primeira música que aconteceu nacionalmente e veio num momento em que eu não sabia se ia continuar ou parar”, revelou Mioto.
Gustavo Mioto lança carreira internacional
A canção narra o desabafo de um homem que perdeu a pessoa amada e tenta lidar com o luto enquanto segue a rotina, em uma espécie de conversa imaginária com ela no céu, compartilhando saudade, lembranças do dia a dia e o esforço para seguir em frente.
Na letra, Gustavo Mioto menciona os nomes “Julinha” e “Pedro”, em referência aos filhos de Gledson.
“Ah, saudade da gente
Tirando isso
Do resto, até que eu tô dando conta
A Julinha tá banguela e o Pedro só apronta
(…)
Como é que tá ai?
De você faz tempo que não ouço nada
Fala um pouco, sua voz tá tão calada
Sei que agora deve estar impressionando os anjos
Com sua risada”.
Gledson só descobriu anos depois a ligação com a canção, que acabou dando um novo significado ao seu processo de luto.
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“Eu sempre gostei muito dessa música e, de tempos em tempos, escutava. Não fazia ideia que de fato tinha sido inspirado. Fiquei bastante feliz em saber”, conta.
“Acaba sendo um conforto pra mim. Diante do que aconteceu na minha história, eu me apeguei à música e pensei: ‘poxa, teria sido assim’”, complementa.
Empresário se dedica aos cuidados da filha que tem paralisia cerebral; o irmão gêmeo morreu um ano após o parto
TV TEM/ Reprodução
Encontro no camarim
Ao descobrir a ligação com a canção, Gledson, que é de Marília (SP), pediu para conhecer o cantor e aproveitou o show em Lençóis Paulista, cidade vizinha, para tentar realizar o desejo, e acabou sendo atendido.
No camarim, ele presenteou Gustavo Mioto com uma nova edição do livro que escreveu sobre a própria trajetória. Durante a conversa, um detalhe chamou a atenção dos dois: uma coincidência envolvendo a letra da música e o livro escrito por Gledson.

“Na página 70, foi o meu último adeus pra Keila, e eu só fui me dar conta disso agora. Eu parei, ‘cara, o que eu escrevi na página 70’ na música tem um trecho que você fala da página 70… e você escreveu isso sem saber”, contou Gledson.
“Isso é loucura… Para quem não sabe, ainda não ouviu, a “Impressionando os Anjos” tem na parte da letra que é “E só na página 70 eu entendi você” e o Gledson escreveu na página 70 o último adeus, sem saber… isso já arrepia o corpo inteiro”, disse Gustavo Mioto.
Trecho da música
“Falando nisso
Terminei o livro que você pediu pra eu ler
E só na página 70 eu entendi você”.
Quase dez anos após a perda da esposa, Gledson encontrou um novo amor, a psicóloga Edilene Nassar, com quem oficializou a união em dezembro do ano passado. “Eu já não acreditava mais em viver um grande amor. Conhecer a Di foi um presente de Deus”, relata.
Homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’ vive novo amor após perdas
Raissa Toledo/TV TEM
Hoje, Gledson segue dedicado ao lado da esposa aos cuidados da filha Maria Luiza, a Malu, que tem 11 anos e vive em home care. Toda essa dedicação deixa a mãe do empresário e avó da menina, Ivanei Fonseca, muito orgulhosa.
“Eu acho ele uma pessoa forte, firme. Às vezes dá uma recaída, mas ele se mantém sempre forte, e eu procuro ser uma fortaleza para ele também”, afirma.
Gledson acompanhou o show da plateia e foi citado por Mioto antes do encerramento. A apresentação terminou justamente com “Impressionando os Anjos”, levando o público e o homenageado às lágrimas.
Gustavo Mioto emocionou o público e Gledson durante show em Lençóis Paulista
TV TEM/Reprodução
A história, que começou marcada pelo luto, ganhou novos significados ao longo dos anos, e agora também um reencontro simbólico entre inspiração e artista, fechando um ciclo iniciado ainda sem que os dois se conhecessem.
“Escrevi essa música depois de ver uma matéria sobre um homem que perdeu a esposa e cuidava dos filhos. Esse homem é o Gledson, que está aqui hoje. Obrigado pela sua história, porque ela mudou a minha vida”, sentencia o cantor.
Após anos, Gustavo Mioto conhece homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Seu Jorge lança álbum em que faz feat com Marisa Monte, canta com Beck e regrava duas músicas de Márcio Borges


Seu Jorge lança na sexta-feira, 8 de maio, o álbum ‘The other side’, gravado entre 2009 e 2018
B+ / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ao lançar o álbum “The other side” na sexta-feira, 8 de maio, Seu Jorge chega ao fim de saga iniciada há 17 anos. Foi em 2009 que o cantor carioca idealizou e começou a gravar o álbum produzido por Mario Caldato Jr com o próprio Jorge.
Com arranjos orquestrais assinados por Miguel Atwood-Ferguson, o álbum “The other side” contabiliza 11 músicas e expõe na capa uma foto do artista tirada por B+ em Los Angeles, em 2013, durante o longo processo de gravação do disco. As 11 faixas do álbum “The other side” foram gravadas entre 2009 e 2018 no estúdio de Mario Caldato, MCI, situado em Los Angeles (EUA).
Oito anos após a conclusão do processo de gravação, Seu Jorge apresenta enfim o álbum lançado pelos selos Amor in Sound (de Caldato), Black Service (de Jorge) e Phonomotor Records (de Marisa Monte) com distribuição global feita via The Orchard.
“The other side” é disco de intérprete. Seu Jorge assina somente uma das 11 músicas, “Quando chego”, composta em parceria com Arnaldo Antunes e Marisa Monte. A faixa traz feat do cantor com Marisa.
Capa do álbum ‘The other side’, de Seu Jorge
B+ / Divulgação
Outra grande cantora brasileira, Maria Rita, também participa do disco, dividindo com Seu Jorge a interpretação da canção “Vento de maio” (Telo Borges e Marcio Borges, 1979). Outro convidado de peso no álbum “The other side” é Beck. Jorge faz feat com o cantor norte-americano em “River man” (1969), música do cantor e compositor britânico Nick Drake (1948 – 1974).
Quinteto de mulheres de origem afro-belga fundado por Marie Daulne, o grupo Zap Mama reforça o time de convidados do álbum, figurando na regravação de “Far from the sea”, música de Robertinho Brant e Emerson Penha lançada por Bebel Gilberto em álbum de 2009, ano em que Jorge começou a dar forma ao álbum “The other side”.
Em repertório bilíngue com mais músicas em português do que em inglês, Seu Jorge canta duas parcerias do compositor baiano Cezar Mendes com o poeta e letrista também baiano José Carlos Capinan, “Flor de laranjeira” (2016) e a inédita “Luz na escuridão”.
Há também abordagens de “Caboclo” (Arthur Verocai e Vitor Martins, 1972) – música nunca regravada desde que foi lançada por Arthur Verocai há 54 anos em álbum do músico, arranjador maestro e compositor carioca – e “Crença” (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1967).
Da banda canadense de funk Cane and Able, Jorge dá voz a “Girl you move me” (Frenchie Thompson, 1972), música que o cantor já havia gravado em 2010 no álbum com o grupo Almaz.
As músicas “Beleza bárbara” (Leo Tomasini e Joey Altruda) e “Folia de amor” (Mariana Bergel e William Pinto Magalhães) completam o repertório do álbum “The other side”.
Seu Jorge faz parceria com Arnaldo Antunes e Marisa Monte na faixa ‘Quando chego’, única música autoral do álbum ‘The other side’
B+ / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Brinquedo, Pedrinho e Pikachu: saiba onde estão MCs mirins e o que mudou no mercado infantil do funk


Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu
Montagem/g1
MC Brinquedo, um dos grandes nomes do funk de São Paulo, anunciou sua aposentadoria do funk na última sexta-feira (1º). A decisão foi divulgada num vídeo em que Vinicius Ricardo de Santos Moura fala sobre sua história com o gênero e a conversão como evangélico.
MC Brinquedo foi uma das grandes revelações do funk em São Paulo na primeira metade dos anos 2010. Ele e nomes como MC Pikachu e MC Pedrinho mudaram a cara do funk paulistano.
Se antes o funk de São Paulo era conhecido pela ostentação, por falar de carros importados e roupas de grife, novos artistas – alguns deles crianças – trouxeram letras engraçadas e também pornográficas, que falam de sexo explícito.
Vídeos em alta no g1
Uma década depois, o gênero já não revela nomes infantis e vê suas estrelas mirins se tornarem adultos com problemas em tocar carreiras que começaram meteóricas.
Onde estão os MCs crianças?
MC Brinquedo (aposentado)
Seu primeiro sucesso, “Roça Roça”, surgiu em 2014, quando tinha entre 12 e 13 anos. Mas ele cantava desde antes. Ficou conhecido pelo cabelo dividido no meio entre as cores rosa e azul.
Durante a adolescência, tentou emplacar músicas do mesmo tipo, mas não conseguiu. Após completar 18 anos, enfrentou uma depressão e deixou as redes sociais.
Em 2020, lançou o álbum “Único”, já desenhando o estilo que marcaria sua fase final da carreira: mais sério e mostrando grande potencial nas letras.
Seu último grande hit foi a participação na segunda edição do projeto “THE BOX MEDLEY FUNK”, que chegou a figurar como a música mais ouvida do país no YouTube e no Spotify em 2024.
Em entrevista ao podcast Popdah, em 2024, Brinquedo falou sobre o cansaço em viver da música.
“O Brinquedo tem muita história, muita imagem, mas não trabalharam a musicalidade dele. O Brinquedo, quando estourou, viveu muito. Eu vivia para fazer show. Fiz 12 shows numa noite. A indústria mudou”.
A aposentadoria do funk chegou aos 24 anos.
MC Pikachu
O mais velho do trio, Matheus Sampaio Correa, o MC Pikachu, hoje tem 26 anos. Seu primeiro sucesso foi “Avistei a Novinha no Grau”, também de 2014.
O funkeiro ainda emplacou outros dois sucessos na sequência: “Novinha Profissional” e “Lá No Meu Barraco”, as duas com temática sexual.
Em 2018, ele descobriu um tumor benigno no cérebro. “Fiz uma ressonância agora e deu um tumor no cérebro. Um tumorzinho”, explicou. Ele passou por uma cirurgia delicada e bem-sucedida.
Desde então, enfrenta dificuldades para retomar a carreira regularmente e fazer shows.
Em fevereiro deste ano, ele publicou um vídeo nas redes sociais anunciando que seu novo empresário seria MC Pedrinho.
MC Pedrinho
Outro sucesso da safra de 2014, “Dom Dom Dom” foi o primeiro grande hit de Pedro Maia Tempester, nascido em maio de 2002.
“’Cê é lôco’! Nem mistura em casa tinha. Sempre tive vontade de comer as coisas e quase nunca tinha”, disse ao g1 há 12 anos, falando sobre como o sucesso mudou sua vida e da sua família.
Da sua safra, MC Pedrinho foi quem mais conseguiu se manter em alta. Depois de “Dom Dom Dom” veio “Se Prepara” e “Matemática”. Ele também conseguiu ir além do funk com letras sexuais. Entre seus sucessos estão “Nosso Amor”, “Solta o Grave”, “4M No Toque”, com MC Hariel, e “5 Mentes”, com MC Davi.
Seu último grande sucesso foi “Dançarina”, de 2022. A parceria com Pedro Sampaio viralizou no TikTok.
Atualmente, Pedrinho agencia a própria carreira – e a de outros artistas, como Pikachu e seu irmão, MC Nando – por meio da produtora criada por ele, a Só Crazy.
Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu já adultos
Montagem/g1
Por que as crianças não estão mais no funk?
O sucesso de Pedrinho, Pikachu e Brinquedo inspirou diversas crianças a tentar a ascensão social por meio da música. Mas, 10 anos depois do boom dos MCs mirins, muita coisa mudou no mundo do funk e os funkeiros menores de idade têm cada vez menos espaço.
Nomes como MC Teteu, que em 2019, aos 14 anos, fez sucesso com “Dingo Bell”, ou MC Iguinho CT, que com 13 anos estourou com “No Baile de Guarda Chuva”, são exceções.
O grande ponto de mudança nesse mercado se deu em 2015. A Justiça de São Paulo proibiu que MC Pedrinho fizesse shows.
Segundo a Justiça, os shows do MC Pedrinho “violam a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Convenção na ONU sobre os direitos da criança, notadamente pelo conteúdo das canções que interpreta, com alto teor de erotismo, pornografia, e palavras de baixo calão, incompatíveis com a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento”.
A Justiça passou a monitorar com lupa a atuação dos MCs mirins e a GR6, empresa que na época cuidava da carreira de Pedrinho, fechou um acordo com o Ministério Público de São Paulo para que o artista só produzisse e apresentasse “conteúdos artísticos próprios às faixas etárias de crianças e adolescentes” e não fizesse shows noturnos.
Tal medida fez com que o maior ativo da empresa perdesse a chance de dar o retorno com shows – maior fonte de renda da empresa naquele período. Isso assustou o mercado e fez com que as produtoras evitassem ter crianças na lista de artistas.
Outro ponto que reduziu o espaço das crianças do mercado do funk em São Paulo é uma visão mais profissional da música.
MC Brinquedo e MC Pikachu, por exemplo, eram da KL Produtora, que tinha na sua lista de artistas nomes MC Bin Laden (hoje MC Binn) e MC Kevinho.
Sediada em uma casa com três andares na Zona Sul da capital paulista, a produtora contava com diversos estúdios com um ambiente regado de drogas recreativas e bebidas. Já adultos, os MCs chegaram a desabafar do ambiente tóxico e como aquilo influenciou suas vidas.
Quando MC Brinquedo fala que “a indústria mudou”, ele se refere a uma profissionalização que impede uma criança, por exemplo, de fazer 12 shows numa noite e demanda uma qualidade e seriedade maior também.
Esse novo parâmetro foi impedindo que crianças pudessem ocupar o mesmo palco (e ambiente) dos adultos, algo que era incentivado anos atrás e hoje é impensável.

Fonte: G1 Entretenimento

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Met Gala 2026 é alvo de protestos contra Jeff Bezos e outros bilionários


Manifestantes protestam durante o Met Gala 2026
Reuters
O Met Gala foi alvo de protestos nesta segunda-feira (4). O evento de moda, realizado em Nova York (EUA), recebe grandes celebridades e tem como presidente honorário Jeff Bezos.
Em fevereiro deste ano, o bilionário e fundador da Amazon foi anunciado no cargo de presidente honorário do evento junto com sua esposa, Lauren Sánchez Bezos.
Segundo o jornal “The New York Times”, um grupo chamado “Todo Mundo Odeia o Elon”, uma referência ao dono da Tesla e do X, Elon Musk, encampa uma campanha de boicote ao evento.
Vídeos em alta no g1
Ao longo das últimas semanas, o grupo colou diversos cartazes por Nova York e colocou cerca de 300 garrafas com urina falsa dentro do Museu Metropolitano de Arte.
O protesto faz alusão a alegações de que funcionários da Amazon não conseguiriam ir ao banheiro durante o trabalho e urinam em garrafas.
Nesta segunda-feira, faixas e cartazes também pedem a taxação dos ricos e criticam a relação do presidente norte-americano Donald Trump com bilionários.
Famosos no Met Gala 2026
O Met Gala 2026, um dos maiores eventos do calendário da moda, acontece nesta segunda-feira (4), em Nova York.
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O evento atrai celebridades da música, cinema e atletas de várias partes do mundo e arrecada fundos para o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova York.
Com o tema “Costume Art” (“arte do figurine”, na tradução literal), o código de vestimenta é “Fashion is Art” (moda é arte). Trata-se de um tema amplo, mas podemos esperar roupas grandiosas que exploram as possibilidades do corpo humano e da moda.

Fonte: G1 Entretenimento

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Met Gala 2026: veja os looks dos convidados


A jornalista Anna Wintour
AFP
O Met Gala 2026, um dos maiores eventos do calendário da moda, acontece nesta segunda-feira (4), em Nova York.
O evento atrai celebridades da música, cinema e atletas de várias partes do mundo e arrecada fundos para o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova York.
Com o tema “Costume Art” (“arte do figurine”, na tradução literal), o código de vestimenta é “Fashion is Art” (moda é arte). Trata-se de um tema amplo, mas podemos esperar roupas grandiosas que exploram as possibilidades do corpo humano e da moda.
Neste ano, os copresidentes são Beyoncé, Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour. A aparição de Beyoncé está entre as mais esperadas, já que ela foi ao evento pela última vez há dez anos.
O comitê de anfitriões inclui Anthony Vaccarello, Zoë Kravitz, com membros adicionais como Sabrina Carpenter, Doja Cat, Gwendoline Christie, Alex Consani, Misty Copeland, Elizabeth Debicki, Lena Dunham, Paloma Elsesser, Lisa, Chloe Malle, Sam Smith, Teyana Taylor e mais.
Met Gala 2026: veja abaixo fotos de convidados
A apresentadora e atriz La La Anthony
AFP
A modelo Ashley Graham
Reuters
A influenciadora Emma Chamberlain
Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Blake Lively e Justin Baldoni chegam a acordo em processo sobre ‘É Assim que Acaba’, diz produtora de ator


Justin Baldoni processa Blake Lively e Ryan Reynolds
Evan Agostini/Invision/AP
A atriz Blake Lively e o ator e diretor Justin Baldoni chegaram a um acordo em um processo movido por Lively sobre as filmagens do drama romântico de 2024 “É Assim que Acaba”, informou a produtora de Baldoni nesta segunda-feira (4).
O acordo evita um julgamento civil previsto para maio, no qual ambos os atores deveriam depor sobre as acusações de má conduta sexual feitas por Lively contra Baldoni.
O acordo encerra mais de um ano de disputa judicial acirrada, que atraiu intensa atenção pública à medida que detalhes das acusações de Lively e das contra-alegações de Baldoni surgiam em documentos judiciais.
No início de abril, um juiz rejeitou 10 das 13 acusações do processo movido pela atriz. Entre elas estavam denúncias por assédio, difamação e conspiração.
As três que sobraram — quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação — seguiriam para o julgamento, que está previsto para maio.
Protagonista do filme sobre violência doméstica, Lively acusa Baldoni de assédio sexual e de fazer comentários impróprios sobre sua aparência e peso durante as gravações.
Ela também afirma que ele contratou um grupo de profissionais para manchar sua reputação e prejudicar a credibilidade de suas acusações.
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Já Baldoni — que interpretou o marido abusivo, além de dirigir e produzir o filme — diz que a atriz exagerou nas denúncias para aumentar seu poder sobre a produção.
Com o tempo, ele também moveu processos contra Lively e contra o jornal “New York Times”, que publicou uma reportagem sobre as acusações. Ambas as ações foram rejeitadas pela Justiça americana.
Apesar dos problemas nos bastidores, “É assim que acaba” foi um grande sucesso de bilheteria, com uma arrecadação de cerca de US$ 350 milhões ao redor do mundo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel embaralha ficção e realidade ao receber João Raul, cantor de ‘Coração acelerado’, no programa ‘Viver sertanejo’


Caracterizado como o fictício cantor João Raul, o ator Filipe Bragança (à esquerda) conversa e canta com Daniel no programa ‘Viver sertanejo’
Mauricio Fidalgo / Globo
♫ NOTÍCIA
♬ Na edição do programa “Viver sertanejo” exibida pela TV Globo na manhã de ontem, domingo, 3 de maio, o cantor e apresentador Daniel recebeu o ator Filipe Bragança para um papo entremeado com música sertaneja. Intérprete do cantor sertanejo João Raul da novela “Coração acelerado”, Bragança falou com Daniel sobre a composição do personagem, protagonista da trama sertaneja exibida pela TV Globo às 19h.
A novidade é que, no mesmo dia da gravação com Bragança, Daniel também recebeu no programa dominical o cantor João Raul. Em crossover de ficção e realidade, o ator Filipe Bragança também gravou o programa na pele do cantor da novela, caracterizado como João Raul.
A conversa de João Raul com Daniel será exibida nesta primeira semana de maio, em um dos próximos capítulos da novela “Coração acelerado”. Na trama, João Raul sai da fictícia cidade goiana de Bom Retorno (GO) e parte para Brotas (SP), cidade do interior de São Paulo onde Daniel tem a fazenda em que grava o programa “Viver sertanejo”.
Interpretando ele mesmo, Daniel embaralha ficção e realidade ao conversar com João Raul, astro do universo sertanejo retratado pela novela. Além de cantar com Daniel, João Raul relembra o início da carreira e fala do encontro com Agrado, a fictícia cantora sertaneja interpretada pela atriz Isadora Cruz.
A participação de João Raul (Filipe Bragança) no programa ‘Viver sertanejo’, de Daniel, vai ao ar esta semana na novela ‘Coração acelerado’
Mauricio Fidalgo / Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Filmes sobre Gonzaguinha, Tribalistas, Alaíde Costa e Arthur Maia estreiam em junho em festival de documentários


Imagem do documentário ‘Gonzaguinha – Da maior liberdade’, de Susanna Lira
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Autor do samba “O que é o que é” (1982), cantado por Shakira com Maria Bethânia e a bateria da escola de samba Unidos da Tijuca no show que embalou multidões na Praia de Copacabana na noite de sábado, 3 de maio, o compositor e cantor carioca Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945 – 1991), o Gonzaguinha, é perfilado no documentário “Gonzaguinha – Da maior liberdade”.
A partir de entrevista do artista ao jornal “O pasquim” e de vasto material de arquivo, a diretora Susanna Lira retrata o autor de músicas como o samba “Comportamento geral” (1972) e o bolero “Começaria tudo outra vez” (1976). Inédito, o filme “Gonzaguinha – Da maior liberdade” é uma das grandes atrações da programação da 18ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical.
Em cartaz de 17 a 28 de junho, em São Paulo (SP), o festival também exibirá as premières nacionais de documentários sobre a cantora Alaíde Costa (“A noite de Alaíde”, de Liliane Mutti), o baixista Arthur Maia (1962 – 2018) (“Arthur, o gigante”, de Ivan de Angelis), o grupo Mestre Ambrósio (“Quando a gente vira um – Mestre Ambrósio”, de Cláudia Dias Perez Machado e Shinji Shiozaki) e o trio Tribalistas (“O baú da hora fértil”, de Dora Jobim).
Também merecem menções honrosas as estreias no 18º In-Edit Brasil dos documentários sobre o cravista Roberto Regina ( “O cravista”, de Luiz Eduardo Ozário) e sobre Jocy de Oliveira, cantora, compositora e pianista paranaense que lançou em 1959 um álbum vanguardista, “A música século XX de Jocy”, um dos assuntos do filme “Universo circular – Jocy de Oliveira”, no qual o cineasta Dácio Pinheiro expõe a trajetória da artista, atualmente com 90 anos.
Além da exibição dos filmes, a programação do 18º In-Edit Brasil abarca debates, encontros, sessões comentadas e shows, já tendo confirmadas apresentações de Odair José (em 18 de junho) e Fernanda Abreu (em 25 de junho).
Cartaz do documentário ‘Arthur, o gigante’, sobre o baixista Arthur Maia (1962 – 2018)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears faz acordo e se declara culpada em processo por dirigir sob efeito de entorpecentes


Britney Spears chega à estreia de “Era Uma Vez em… Hollywood” em Los Angeles, em 22 de julho de 2019.
Jordan Strauss/Invision/AP, Arquivo
A estrela pop Britney Spears fez um acordo com a promotoria no julgamento por dirigir sob efeito de álcool e drogas e se declarou culpada de uma acusação menor de direção perigosa, nesta segunda-feira (4).
Os advogados de Spears apresentaram a confissão em nome da cantora durante uma audiência no Tribunal Superior do Condado de Ventura, ao norte de Los Angeles. A artista de 44 anos não precisou comparecer ao procedimento por se tratar de uma contravenção penal, e não esteve presente.
Originalmente, ela havia sido acusada de uma única contagem de direção sob influência de substâncias após ser detida por oficiais da Polícia Rodoviária da Califórnia (CHP), em março.
Na ocasião, a polícia localizou Britney e seu veículo após receberem denúncias de que um BMW preto circulava de forma errática e em alta velocidade pelo condado. Segundo a polícia rodoviária, ela foi levada sob custódia após os oficiais observarem sinais de embriaguez.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quais são os melhores solos de guitarra de todos os tempos? Revista ‘Rolling Stone’ faz novo ranking; veja vencedores

O solo de guitarra, um dos momentos mais esperados por fãs do instrumento, fazem muito sucesso. A revista Rolling Stone listou os 100 maiores solos de todos os tempos.
Quem encabeça a lista é Prince, em sua música “Purple Rain”, lançada em 1984seguido de

Fonte: G1 Entretenimento