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Caso D4vd: autópsia aponta causa da morte de garota de 14 anos; cantor é acusado de assassinato


Foto do cantor D4vd exibida durante coletiva de imprensa em Los Angeles, nesta segunda-feira (20)
Frederic J. Brown/AFP
Celeste Rivas Hernandez , a jovem de 14 anos que o cantor D4vd é acusado de matar, morreu devido a ferimentos penetrantes na parte superior do corpo, de acordo com um relatório de autópsia divulgado nesta quarta-feira (22).
Sua morte foi considerada como homicídio no relatório do Gabinete do Médico Legista do Condado de Los Angeles, que teve sua divulgação bloqueada por meses.
A autópsia foi limitada por “extensas alterações post-mortem” no corpo, que estava desmembrado e em decomposição quando foi encontrado em duas sacolas no porta-malas de um Tesla estacionado em Hollywood Hills, em setembro de 2025.
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O exame revelou “duas feridas penetrantes no tronco com bordas lisas que podem representar ferimentos por objeto cortante”. Uma ferida na parte superior do abdômen perfurou o fígado. Outra, no lado esquerdo do tórax, danificou suas costelas. A blusa tomara que caia que ela usava parecia estar cortada em três lugares.
Um juiz havia ordenado que o relatório fosse mantido em sigilo no final do ano passado, a pedido das autoridades policiais, mas os promotores concordaram esta semana em permitir sua divulgação.
Relembre o caso
O cantor D4vd, de 21 anos , cujo nome verdadeiro é David Burke, foi acusado do assassinato na segunda-feira (20). Ele se declarou inocente das acusações de homicídio em primeiro grau, atos libidinosos com pessoa menor de 14 anos e mutilação de cadáver.
Os advogados de Burke afirmaram que ele não causou a morte de Rivas Hernandez e que defenderão vigorosamente sua inocência.
Os pais da jovem fizeram falaram sobre o caso noite de terça-feira (21), agradecendo aos investigadores pelo trabalho e aos moradores de sua cidade natal, Lake Elsinore, na Califórnia, pelo apoio.
Celeste Rivas Hernandez, a jovem que o cantor D4vd é acusado de matar
AP
“Celeste era uma menina linda e forte que adorava cantar e dançar. Toda sexta-feira à noite era noite de cinema e passávamos momentos maravilhosos juntos”, disseram Jesus Rivas e Mercedes Martinez. “Nós a amávamos muito e ela sempre nos dizia que nos amava. Sentimos muita falta dela. Tudo o que queremos é justiça para Celeste.”
Os promotores alegam que Burke matou Rivas Hernandez porque ela ameaçou denunciar o relacionamento sexual que tiveram quando ela tinha 13 anos, e ele temia que isso arruinasse sua carreira promissora.
Uma denúncia criminal alega que ele a matou com um objeto cortante e esquartejou o corpo cerca de duas semanas depois.

Fonte: G1 Entretenimento

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Naldo Benny recebe Netinho de Paula em casa para feats em dois sucessos do grupo de pagode Negritude Junior


Netinho de Paula (à esquerda) regrava as músicas ‘Cohab City’ e ‘Parece criança’ com Naldo Benny na gravação do álbum ao vivo do artista carioca
Vinicius Coelho / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Naldo Benny recebeu Netinho de Paula na noite de ontem, 21 de abril, para a gravação da segunda edição do álbum audiovisual “Casa do Naldo”, realizada um ano após a primeira edição, de 2025.
Na gravação feita literalmente na casa do cantor carioca em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro (RJ), Naldo se juntou a Netinho para feats em duas músicas do repertório do Negritude Junior, grupo de pagode que ganhou projeção nos anos 1990 com Netinho como vocalista.
Os duetos entre os cantores aconteceram nas músicas “Cohab City” (Netinho de Paula, 1995) e “Parece criança” (Délcio Luiz e Adalto Magalha, 1995), ambas apresentadas pelo Negritude Junior no quarto álbum de estúdio do grupo, “Gente da gente” (1995).
Além de Netinho de Paula, Naldo fez duetos na gravação ao vivo com as cantoras Gica e Wic Tavares e com os cantores Vitinho e Thiago Soares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Darrell Sheets, do reality ‘Quem Dá Mais?’, morre aos 67 anos


Darrell Sheets morre aos 67 anos
Reprodução/Instagram
O colecionador e personalidade de TV Darrell Sheets, conhecido por sua participação no reality show “Quem Dá Mais?”, morreu aos 67 anos. A informação foi divulgada pela imprensa norte-americana.
Sheets participou de 163 episódios da atração exibida pelo canal A&E, que acompanha compradores de depósitos abandonados nos Estados Unidos.
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Segundo a polícia, ele morreu na quarta-feira (22), em Lake Havasu City, após um aparente disparo de arma de fogo autoinfligido na cabeça.
Em comunicado, o Departamento de Polícia local informou que agentes foram acionados durante a madrugada para atender a uma ocorrência em uma residência. No local, encontraram um homem já sem vida com sinais compatíveis com ferimento causado por arma de fogo.
Darrell Sheets morre aos 67 anos
Reprodução/Instagram
“Em 22 de abril de 2026, por volta das 2h, policiais foram acionados para uma residência após a notificação de uma pessoa morta. Ao chegarem ao local, encontraram um homem com o que parecia ser um ferimento causado por disparo de arma de fogo autoinfligido na cabeça”, diz trecho da nota.
A corporação informou ainda que a unidade de investigações criminais assumiu o caso.
Após deixar o programa, Sheets se aposentou no estado do Arizona, onde administrava uma loja de antiguidades chamada Show Me Your Junk.Em 2029, ele sofreu um ataque cardíaco.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliana Linhares ecoa o ‘canto torto’ de Belchior no segundo álbum solo – veja a capa do disco ‘Até cansar o cansaço’


Capa do álbum ‘Até cansar o cansaço’, de Juliana Linhares
Elisa Mendes com design de Vitor Bezerra
♫ NOTÍCIA
♬ Com capa que expõe Juliana Linhares em foto de Elisa Mendes, enquadrada no design de Vitor Bezerra, o segundo álbum da cantora, compositora e atriz potiguar Juliana Linhares, “Até cansar o cansaço”, chega ao mercado fonográfico digital em 8 de maio com onze faixas.
Além de inéditas músicas autorais como “Depois do breu”, parceria da artista com o irmão Rafael Barbosa, o álbum “Até cansar o cansaço” reaviva no repertório uma das composições mais emblemáticas do cancioneiro angustiado do cearense Belchior (1946 – 2017).
No encerramento do álbum, Juliana Linhares ecoa o canto torto de Belchior com a regravação de “A palo seco”, música composta pelo artista com inspiração no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999) – publicado pelo poeta pernambucano em 1959 – e apresentada na voz do cantor em single editado em 1973.
Juliana alocou “A palo seco” no fecho do álbum “Até cansar o cansaço” para reafirmar a urgência da palavra e da voz “crua e direta” como instrumentos de transformação.
Com direção artística de Marcus Preto e arranjos e produção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, o álbum “Até cansar o cansaço” sucede o aclamado “Nordeste ficção” na discografia solo de Juliana Linhares, artista revelada nos anos 2010 como vocalista da banda carioca Pietá.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliano Cazarré lança curso para ‘homens enfraquecidos’ e atrizes questionam: ‘Discurso que mata mulheres’


Do lado esquerdo, Juliano Cazarré em vídeo de divulgalçao de novo projeto, entitulado “O Farol e a Forja”. Do lado direito, print dos comentários.
Redes sociais
“Ele sabia que ia apanhar. E criou o evento mesmo assim”. Foi desta forma que o ator Juliano Cazarré anunciou o lançamento de seu novo projeto: o curso presencial “O Farol e a Forja”.
Descrito como o “maior encontro de homens do Brasil”, e com o lema “o mundo precisa de homens que assumam seu papel”, o evento propõe uma imersão em temas como liderança, paternidade e espiritualidade cristã.
A iniciativa marcada para os dias 24, 25 e 26 de julho, em São Paulo, no entanto, gerou reações de colegas de profissão nas redes sociais.
Atrizes como Marjorie Estiano, Claudia Abreu e Elisa Lucinda questionaram o teor do discurso do projeto, apontando que a narrativa de “enfraquecimento masculino” ignora a realidade da violência contra a mulher e reforça estruturas machistas.
Paternidade e ‘batalha espiritual’
O cronograma do curso é dividido em três pilares: o primeiro dia foca na vida profissional e legado. O segundo aborda a vida pessoal, incluindo saúde masculina e dieta.
O encerramento é dedicado à “vida interior”, com foco em masculinidade e cristianismo, vida de oração e a celebração da Santa Missa.
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Segundo a divulgação do projeto, o curso pretende ajudar o homem a entender “o que está acontecendo consigo e com os homens ao seu redor”, em uma crítica direta ao que o ator classifica como uma sociedade que desampara a figura masculina.
Reação das colegas: ‘Um discurso que mata mulheres’
Uma das reações foi a de Marjorie Estiano. Em uma postagem direta ao ator, a atriz escreveu:
“Juliano… você não criou… você só está reproduzindo um discurso que já é ampla e profundamente difundido, enraizado e que mata mulheres todos os dias”, comentou a atriz, pedindo que ele reavaliasse a iniciativa.
Print do comentário de Marjorie Estiano na postagem.
Redes sociais
Claudia Abreu também comentou na publicação, reforçando o contexto da violência de gênero no país: “Num país com recorde de feminicídios…”, escreveu.
Print do comentário da atriz Claudia Abreu na postagem.
Redes sociais
Embates ideológicos e religiosos
O tom das críticas também envolveu interpretações religiosas.
Print do comentário da atriz Elisa Lucinda na postagem.
Redes sociais
Guta Stresser endossou as palavras de Elisa Lucinda, pedindo que o nome de Cristo não fosse utilizado para justificar o que chamou de “ruindade”.
Julia Lemmertz e Betty Gofman também manifestaram incompreensão e preocupação com o impacto do curso.
Prints de comentários de atrizes como Betty Gofman e Guta Stresser na postagem.
Redes sociais
Até o momento, o ator não rebateu individualmente os comentários das atrizes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Geraldo Azevedo se desvia dos hits no álbum ao vivo em que perpetua recorte do corrente show da turnê ‘Oitentação’


Geraldo Azevedo lança o álbum ao vivo ‘Oitentação’ na sexta-feira, 24 de abril
Thiago Lemos / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Oitentação”, álbum ao vivo que Geraldo Azevedo lançará na sexta-feira, 24 de abril, poderia ser mais um greatest hits do cancioneiro do artista pernambucano como foram outros recentes registros de shows do cantor, casos dos discos “Solo contigo” (2019) e “Violivoz” (2023), este feito com Chico César.
SQN. Ao longo das dez faixas de “Oitentação”, álbum que perpetua um recorte do ainda corrente show da turnê em que Geraldo celebrou os 80 anos completados em janeiro de 2015, há somente um grande sucesso do cantor, “Bicho de sete cabeças” (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha, 1979).
Há também um sucesso de Beto Guedes, “O sal da terra” (1981), canção humanista composta por Beto com letra de Ronaldo Bastos e curiosamente também abordada por Paulo Miklos no ainda inédito primeiro disco de intérprete do ex-Titã, “Coisas da vida”, previsto para 22 de maio.
No mais, entre o inédito xote autoral “Arthur e Alice” e música inédita na voz do autor (“Eu vou te amar”, parceria com Pippo Spera lançada por Elba Ramalho em 1992 no álbum “Encanto”), o cantor rebobina músicas menos conhecidas do próprio repertório, casos de “Caravelas” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1981), “Talvez seja real” (Geraldo Azevedo e Fausto Nilo, 1985), “Lusitana do Norte” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1986), “Só porque” (Geraldo Azevedo e Pippo Spera, 1989) e “Estou em paz” (Geraldo Azevedo e Sérgio Peres, 2024), além de “Mona ami” (Tonito e Liceu Dias Vieira, 1985), música de lavra alheia que o artista incorporou à discografia em álbum ao vivo de 1985.
Detalhe: a pegada de alguns arranjos do disco torna menos evidente a doçura que caracteriza o canto resistente de Geraldo Azevedo, que inicia nova leva de apresentações da turnê “Oitentação” na sequência imediata do lançamento do álbum homônimo em que registra parcialmente o show.
Capa do álbum ‘Oitentação’, de Geraldo Azevedo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Obras de arte, joias e carros de luxo: o que dá para comprar com os R$ 5,7 milhões do BBB 26


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
A edição do Big Brother Brasil 2026 terminou com o maior prêmio da história do reality. A vencedora, Ana Paula Renault, levou R$ 5,7 milhões após conquistar 75,94% dos votos do público na final, exibida na noite desta terça-feira (21). Além do valor em dinheiro, ela também ganhou um carro zero quilômetro e um apartamento.
Com uma quantia desse tamanho, as possibilidades de investimento ou de consumo são diversas.
Para quem sonha em entrar no BBB 27 e ainda não faz ideia do que faria com o prêmio, o g1 reuniu exemplos do que é possível comprar com R$ 5,7 milhões. Veja a seguir:
Obras de arte
A obra O Mágico (2001), de Beatriz Milhazes, foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em leilão
Divulgação
Do luxo a mudanças no estilo de vida, há uma lista extensa do que dá para fazer com R$ 5,7 milhões. Para quem gosta de arte, por exemplo, o valor permitiria investir em obras como a pintura original de Beatriz Milhazes, com preços que variam entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões.
O prêmio do BBB permitiria comprar cerca de 1 a 11 obras dentro desse intervalo de valor. Uma de suas telas mais conhecidas, O Mágico (2001), foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em um leilão da Sotheby’s, em Nova York — ou seja, quase todo o prêmio seria necessário para adquirir uma peça desse nível.
Já gravuras, serigrafias e trabalhos menores da artista, com preços entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, permitiriam a compra de 11 a 114 peças.
Obras de Vik Muniz ou da dupla Os Gêmeos também aparecem na faixa de centenas de milhares de reais.
Trabalhos de Muniz, por exemplo, podem ser encontrados a partir de cerca de R$ 100 mil — o que permitiria adquirir aproximadamente 57 obras com o valor total do prêmio.
Joias e peças de grife
O anel “Panthère de Cartier”, de aproximadamente R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 peças
Divulgação/Cartier
No segmento de joias, peças de grifes tradicionais também entram na conta. Um anel com diamantes da Cartier pode ultrapassar R$ 100 mil — o que permitira a compra de mais de 50 unidades com o valor do prêmio.
Avaliada em cerca de R$ 236 mil, a pulseira “LOVE”, com pavé de diamantes, poderia ser comprada aproximadamente 24 vezes. Já o anel “Panthère de Cartier”, que custa em torno de R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 unidades.
No universo da moda, o prêmio poderia comprar diferentes marcas de luxo. Com o total, seria possível adquirir de 11 a 57 bolsas Birkin, da Hermès — que custam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, ou montar cerca de 11 guarda-roupas repletos de roupas da Chanel e da Louis Vuitton, considerando um custo médio de R$ 500 mil cada.
Carros
BMW X6
Divulgação
Entre os bens de luxo duráveis, o prêmio também permitiria a compra de diferentes carros premium.
O BMW X6, na faixa de R$ 700 mil, poderia ser comprado cerca de oito vezes com o prêmio de R$ 5,7 milhões. Já o Range Rover Vogue, com valor acima de R$ 1 milhão, permitiria a compra de aproximadamente cinco unidades.
Viagens e experiências
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, custa cerca de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil) a diária.
Divulgação/The Ritz Paris
No campo das experiências, o valor seria suficiente para bancar uma volta ao mundo em alto padrão, passando por destinos como Maldivas, Paris, Dubai e Nova York.
Hospedagens em hotéis icônicos, como o Burj Al Arab ou o The Ritz Paris, elevam o custo de uma viagem de luxo para algo entre R$ 200 mil e R$ 500 mil — o que permitiria realizar cerca de 11 a 28 viagens nesse padrão.
Na suíte Mansart, do The Ritz Paris, por exemplo, é possível desfrutar de um espaço de 85 m², com terraço privativo, vista para a Torre Eiffel e para a Place Vendôme, além de sala de estar separada, closet e dois banheiros.
Com diárias a partir de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil), o prêmio de R$ 5,7 milhões permitiria custear cerca de 60 noites na suíte — o equivalente a aproximadamente dois meses em um dos hotéis mais exclusivos do mundo.
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, na França.
Divulgação/The Ritz Paris
Imóveis de alto padrão
Roda-gigante e vista para Praia Central de Balneário Camboriú
PMBC/Divulgação
Já no mercado imobiliário, o valor permitiria adquirir um imóvel de alto padrão em Balneário Camboriú, cidade que tem um dos metros quadrados mais caros do país e é conhecida pelos arranha-céus de luxo.
Com cerca de R$ 5 milhões, é possível comprar um apartamento de aproximadamente 204 m², com quatro suítes, duas a três vagas de garagem, próximo à praia e em um condomínio com piscina, academia, cinema, spa e tecnologias de automação residencial.
Ana Paula Renault está no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello

Fonte: G1 Entretenimento

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Jack Quaid, filho de Meg Ryan e Dennis Quaid, se casa com Claudia Doumit


Jack Quaid, filho de Meg Ryan e Dennis Quaid, se casa com Claudia Doumit
reprodução/instagram
O ator Jack Quaid se casou com a atriz Claudia Doumit em uma cerimônia discreta em Braidwood, na Austrália, no sábado (18), segundo informações do jornal “The Daily Telegraph”. Além de Meg Ryan e Dennis Quaid, pais do ator, Alec Baldwin e Tom Hanks também estiveram entre os convidados.
O casal está junto desde junho de 2022. Eles se conheceram no set da série “The Boys”, em que Jack interpreta Hughie Campbell, enquanto a atriz vive a política e supervilã secreta Victoria Neuman.
Ainda segundo o jornal, Jack e Doumit foram vistos em fotos postadas por convidados no Instagram curtindo a primeira dança na recepção do casamento. As imagens, no entanto, foram removidas posteriormente.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Por que o bilionário magnata do K-pop por trás do BTS pode ser preso?


Bang Si-hyuk (ao centro) criou o grupo de K-pop BTS, formado por sete integrantes
Bang Si-hyuk’s Instagram
Bang Si-hyuk, magnata do K-pop e criador do supergrupo BTS, pode ser preso sob acusação de cometer fraude antes de sua empresa, avaliada em US$ 7,3 bilhões (cerca de R$ 36,5 bilhões), abrir o capital na Bolsa de Valores coreana anos atrás.
A polícia sul-coreana pediu ao Ministério Público que solicite ao tribunal um mandado judicial para prender Bang. A acusação é de que ele teria induzido investidores ao erro em 2019, ao afirmar que a abertura de capital de seu conglomerado, a Hybe, não era provável, enquanto preparava secretamente a operação.
A Hybe estreou na bolsa sul-coreana Kospi em outubro de 2020, e a polícia afirma que Bang teria lucrado cerca de 200 bilhões de won (aproximadamente R$ 680 milhões) com a operação. Ele nega as acusações.
O caso de Bang se arrasta há anos e já incluiu buscas na sede da Hybe, congelamento de parte de seus bens e pressões para que deixe o cargo de presidente do conselho da empresa.
Aos 53 anos, Bang afirmou que agiu dentro da lei. Em agosto, ele foi proibido de viajar ao exterior enquanto a investigação estiver aberta.
O pedido de mandado de prisão ocorre poucas semanas depois de o BTS, principal ativo da Hybe e responsável por seu grande sucesso, iniciar uma turnê mundial de retorno, após um hiato de quase quatro anos.
Analistas do setor estimam que a Hybe pode arrecadar mais de US$ 1 bilhão (em torno de R$ 5 bilhões) com a turnê, cujos ingressos estão esgotados e que levará o grupo a 34 cidades ao redor do mundo.
As ações da Hybe atingiram o maior nível em quatro anos quando o BTS anunciou a turnê mundial em janeiro, acrescentando mais de 1 trilhão de won (cerca de R$ 3,6 bilhões) ao valor de mercado da companhia.
Bang, que teve papel central na projeção global do grupo, disse em entrevista recente à revista americana especializada em música Billboard que o BTS se tornou uma “atração turística… amplamente reconhecida e acolhida pelo público global”.
Pela legislação sul-coreana, quem for condenado por obter 5 bilhões de won ou mais em receitas ilícitas pode enfrentar pena de cinco anos de prisão até prisão perpétua.
Quem é Bang Si-hyuk?
A paixão de Bang pela música começou cedo. Na escola, ele integrou uma banda que se apresentava com músicas de sua autoria. A carreira como compositor começou a se desenvolver durante a universidade.
Em 1997, Bang cofundou a empresa JYP Entertainment ao lado do cantor e compositor Park Jin-young. Assim como a Hybe, a JYP é hoje uma das “quatro grandes” do K-pop.
Um dos primeiros sucessos de Bang e Park foi o grupo g.o.d, da primeira geração do gênero, que lhes rendeu a reputação de compositores de hits e deu a Bang o apelido de “Hitman Bang”.
Em 2005, Bang deixou a JYP para fundar sua própria empresa, a Big Hit Entertainment, conhecida hoje como Hybe. Em 2010, começou a formar um grupo masculino de sete integrantes, mas o BTS, como é conhecido hoje, levou alguns anos para se consolidar.
O grupo foi inicialmente concebido como uma formação de hip-hop, mas Bang decidiu adotar o “modelo de ídolo do K-pop” após considerar “o contexto de negócios”, disse em entrevista à revista americana Time em 2019.
Desde o lançamento, o BTS se tornou um dos grupos pop mais bem-sucedidos da história, sendo o primeiro sucesso sul-coreano a liderar a parada Hot 100 da Billboard e o primeiro grupo asiático a ultrapassar 5 bilhões de reproduções no serviço de transmissão de músicas Spotify.
As ações da Big Hit Entertainment estrearam em outubro de 2020 a US$ 235 (cerca de R$ 1.175) cada, mais do que o dobro do preço inicial da oferta pública, de US$ 110 (cerca de R$ 550).
Em 2019, a agência de notícias Bloomberg estimou a fortuna de Bang em cerca de US$ 770 milhões (aproximadamente R$ 3,8 bilhões). Desde então, esse valor superou US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões).
Até o mês passado, ele detinha mais de 13 milhões de ações da Hybe, avaliadas em quase 5 trilhões de won (em torno de R$ 18 bilhões), segundo o Korea CXO Research Institute, empresa de análise corporativa com sede em Seul, capital da Coreia do Sul.
A empresa de Bang, a Hybe, também está por trás de outros grandes nomes do K-pop, incluindo Seventeen, Le Sserafim e Katseye
Getty Images
Acusações de negociação ilegal
Em dezembro de 2024, o regulador financeiro da Coreia do Sul abriu uma investigação sobre suspeitas de que Bang teria firmado acordos de divisão de lucros com fundos de private equity (modalidade de investimento que compra participações em empresas privadas que não estão em bolsas de valores) antes da estreia da Hybe no mercado de ações, sem a devida divulgação pública.
A polícia afirma que Bang teria enganado investidores e empresas de capital de risco a acreditar que não havia planos para a abertura de capital da empresa, levando-os a vender suas ações da Hybe para um fundo de private equity com o qual ele supostamente mantinha vínculos.
Segundo as autoridades, Bang teria então recebido uma participação de 30% nos lucros obtidos de forma supostamente ilícita, no valor de cerca de 200 bilhões de won (cerca de R$ 680 milhões), quando o fundo de private equity vendeu sua participação após a abertura de capital da empresa.
A Hybe nega irregularidades e sustenta que forneceu uma cópia do acordo em questão aos responsáveis pela oferta pública inicial, que teriam orientado que a divulgação não era necessária.
Bang também nega qualquer irregularidade ao longo das investigações.
Na terça-feira (21/4), os advogados de Bang disseram “lamentar” o pedido de prisão feito pela polícia. “Continuaremos a cooperar com todos os procedimentos legais e faremos todos os esforços para esclarecer nossa posição”, afirmaram em comunicado.
As ações da Hybe caíram 2,3% no fechamento de terça-feira, enquanto o índice Kospi, referência da bolsa sul-coreana, subiu 2,7%. As ações dos outros três grandes conglomerados do k-pop também caíram.
Repressão da Coreia do Sul à manipulação de ações
O problema de manipulação do mercado de ações é recorrente na Coreia do Sul, onde as autoridades têm prometido combater a prática com mais rigor.
Até recentemente, envolvidos em práticas ilegais de negociação estavam sujeitos a punições relativamente brandas, como advertências e multas administrativas. O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, no entanto, defendeu a adoção de sanções mais severas.
Em agosto, uma nova força-tarefa foi criada com representantes dos órgãos reguladores do mercado financeiro e da Bolsa de Valores sul-coreana para investigar negociações ilegais.
A equipe adota uma política de “tolerância zero”, pela qual contas usadas em atividades ilícitas são imediatamente suspensas. Os infratores podem ser multados em até o dobro dos ganhos obtidos de forma ilegal.
Outras figuras de destaque que já foram indiciadas em casos distintos de manipulação de ações incluem o presidente da empresa Samsung, Lee Jae-yong, o fundador da Kakao, Kim Beom-su, e a ex-primeira-dama Kim Keon-hee. Todos foram absolvidos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Percussionista Airto Moreira volta ao estúdio e lança álbum em parceria com o pianista Ricardo Bacelar, ‘Maracanós’


O percussionista Airto Moreira (à direita) posa com o pianista Ricardo Bacelar no estúdio em que os músicos gravaram o álbum ‘Maracanós’
Maria Bacelar / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A caminho dos 85 anos, a serem festejados em 5 de agosto deste ano de 2026, o percussionista e baterista Airto Moreira gravou dois álbuns entre 2024 e 2025 com o pianista cearense Ricardo Bacelar, ambos formatados em duas temporadas do artista catarinense no estúdio de Bacelar, em Fortaleza (CE).
O primeiro disco ainda permanece inédito e é um trabalho de intérprete que junta Airto com a mulher, a cantora Flora Purim, na abordagem de músicas como “Esquinas” (Djavan, 1984). Já o segundo, “Maracanós”, é autoral e tem lançamento programado para sexta-feira, 24 de abril, pelo selo Jasmin Music, com capa que expõe pintura do artista plástico acreano Fernando França e com direito à edição física em CD, além de distribuição nos mercados fonográficos dos Estados Unidos, Europa (precisamente em Portugal, França e Alemanha), China e Japão.
Com oito composições criadas por Airto Moreira em parceria com Ricardo Bacelar, o álbum “Maracanós” chega ao mundo cinco anos após Airto lançar o álbum “Eu canto assim” (2021), disco diferenciado no qual o percussionista exerceu a função de crooner, atiçando memórias afetivas do tempo em que também foi cantor nas boates das cidades paranaenses de Ponta Grossa (PR) e Curitiba (PR) em meados da década de 1950.
Naquela época, ninguém poderia prever que o caminho trilhado por Airto Moreira iria lhe garantir visibilidade mundial como instrumentista a partir dos anos 1970, década em que, já residente nos Estados Unidos, o músico caiu no suingue do jazz latino, abrindo as portas do mercado norte-americano para músicos do Brasil com o toque da percussão ouvida em discos próprios e em álbuns de nomes como Miles Davis (1926 – 1991), trompetista norte-americano de jazz que requisitou Airto para a gravação, em 1969, do álbum “Bitches brew” (1970), revolucionário disco com que Miles estabeleceu os cânones da vertente fusion do jazz.
Desde então, Airton Moreira tem sido reverenciado no universo norte-americano do jazz, tendo acumulado prêmios e discos nos EUA. Foi esse músico consagrado que aportou no estúdio de Bacelar em novembro de 2024 para gravar o álbum “Maracanós”, tocando percussões em temas como “Pé no chão”, “Bumbo meu boi”, “Submersivos”, “Pau rolou”, “3 minutos de paz” e “Mestre novo da Guiné ”, todos compostos por Airto em parceria com o pianista.
Mulher de Airto Moreira, a cantora Flora Purim pôs voz em “Voo da tarde”, faixa encorpada com as cordas do Kalimera String Quartet e finalizada em 2025 no estúdio Visom, no Rio de Janeiro (RJ).
Capa do álbum ‘Maracanós’, de Airto Moreira e Ricardo Bacelar
Pintura de Fernando França com design de MZK

Fonte: G1 Entretenimento