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Segundo lugar no ‘BBB 26’: relembre a trajetória de superação de ‘Tia Milena’


Milena revela desejo de retornar como Veterana e ser contratada pela emissora em projetos futuros durante o Big Show – A Invasão
Globo
Milena conquistou o segundo lugar do “Big Brother Brasil 26” na noite desta terça-feira (21).
Com 17,29% da média dos votos, a recreadora mineira superou Juliano Floss (6,77%) na votação popular, ficando atrás apenas da campeã Ana Paula Renault, que venceu com 75,94%.
Como vice-campeã, Milena leva para casa um apartamento e o prêmio de R$ 150 mil, além de todos os prêmios acumulados durante as dinâmicas da temporada.
Da Casa de Vidro ao pódio
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A jornada de Milena começou antes mesmo da estreia oficial.
Natural de Itambacuri, no interior de Minas Gerais, ela conquistou sua vaga no reality após ser a escolhida do público na Casa de Vidro da região Sudeste.
Milena na Casa de Vidro do ‘BBB 26’, representando a região Sudeste.
Reprodução
Dentro da casa, sua espontaneidade e o jeito comunicativo garantiram a ela o apelido carinhoso de “Tia Milena” entre os participantes e o público.
Ao longo de 100 dias, a mineira enfrentou uma trajetória de altos e baixos:
Paredões: Escapou de quatro berlindas.
Anjo: Conquistou o colar da imunidade por duas vezes.
Xepa vs. VIP: Foi “recordista” de restrição alimentar, passando 12 vezes pela Xepa e apenas 9 vezes no VIP.
Monstro: Cumpriu o castigo duas vezes, dividindo o desafio com seus parceiros de final, Juliano Floss e Ana Paula Renault.
O apelido de “tia”
O apelido “Tia Milena” nasceu da profissão que a mineira exerce aqui fora: ela é recreadora infantil.
Ana Paula Renault e Milena recebem cobras no primeiro Queridômetro do BBB 26
Globo
No dia a dia da casa, o termo acabou ganhando um tom irônico para alguns, já que, apesar do título carinhoso, Milena não fugiu de embates e protagonizou discussões acaloradas ao longo da edição.
O contraste entre a “tia” que organiza brincadeiras e a competidora que não leva desaforo para casa marcou sua trajetória no reality.
Superação familiar e o sonho do reencontro
O que moveu a torcida de Milena, no entanto, foi sua história de vida.
A recreadora revelou no programa que ela e a irmã gêmea, Mile, viveram em um abrigo até os 7 anos devido à extrema dificuldade financeira da mãe.
Milena revê a própria trajetória no BBB 26
Globo
“O BBB é uma forma de mudar a vida da família e sair desse círculo vicioso de pobreza”, desabafou em diversos momentos do jogo.
Milena, candidata ao “BBB 26”
Divulgação
Agora fora da casa, Milena planeja usar parte dos recursos para realizar seu maior desejo pessoal: viajar para os Estados Unidos para reencontrar a irmã, que não vê há três anos.
“Nós somos carne e unha. Almas gêmeas mesmo, sabe?”, declarou a vice-campeã.
Resultado final do BBB 26: Veja as porcentagens
Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena são os finalistas do BBB 26
Globo/Manoella Mello
Ana Paula Renault: 75,94%
Milena: 17,29%
Juliano Floss: 6,77%

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula se torna a participante mais velha a ganhar o BBB; veja lista


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Ana Paula Renault fez história no Big Brother Brasil ao faturar o maior prêmio já pago pelo reality show (de mais de R$ 5 milhões) e quebrar um recorde etário: aos 44 anos, tornou se a participante mais velha a vencer o programa.
O feito chama atenção para um dado curioso: afinal, qual é a idade mais comum entre os vencedores? O g1 relembra quem são os campeões mais velhos do BBB.
Ana Paula Renault está no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Antes de Ana Paula: os campeões mais velhos do BBB:
37 anos
Assim como Ana Paula, o lutador de MMA Marcelo Dourado teve uma segunda chance no jogo. Eliminado na oitava semana do BBB 4, ele voltou ao programa seis anos depois e venceu o BBB 10, superando Fernanda e Cadu na final e levando o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Marcelo Dourado vencedor do BBB 10
Globo
35 anos
A médica anestesiologista Thelma Assis venceu o BBB 20 com 44,10% dos votos, superando Rafa Kalimann e Manu Gavassi. Ela levou para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Thelma Assis venceu o BBB 20
Globo
33 anos
A idade aparece em três edições. Em 2006, a auxiliar de enfermagem Mara Viana era a então mais velha participante a ganhar uma edição do reality show. No BBB 22, o cantor Arthur Aguiar venceu como integrante do grupo Camarote. Já a professora de dança Renata Saldanha conquistou o BBB 25 pelo grupo Pipoca.
Mara Viana, Arthur Aguiar e Renata Saldanha vencedores do BBB
Globo
32 anos
Um dos primeiros a receber a alcunha de “Caubói”, o domador de cavalos Rodrigo Leonel venceu a segunda edição do programa, com o prêmio de R$ 500 mil. Já em 2023, a médica Amanda Meirelles ganhou o BBB 23 com 68,90% e levou R$ 2,88 milhões.
Rodrigo Leonel e Amanda Meirelles vencedores do BBB
Globo
31 anos
Em 2005, professor Jean Wyllys conquistou o BBB 5, primeira edição com prêmio de R$ 1 milhão. No BBB 21, maquiadora Juliette Freire venceu com 90,15% dos votos, maior percentual em finais triplas.
Jean Wyllys e Juliette Freire vencedores do BBB
Globo

arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Em 5 de março de 2016, quando foi desclassificada do Big Brother Brasil, Ana Paula Renault dificilmente imaginaria que um dia voltaria ao reality show. Dez anos depois, a mineira retornou ao programa não apenas para competir, mas para ressignificar sua trajetória. No BBB 26, sua passagem ganhou contornos de um arco narrativo clássico, que se aproxima da chamada “jornada do herói”, ou, neste caso, da heroína.
Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões
➡️ Jornada do herói é um modelo narrativo criado pelo mitólogo Joseph Campbell, que descreve o percurso de transformação de um personagem ao enfrentar desafios, conflitos e aprendizados ao longo de sua história.
Ana Paula Renault é a grande campeã do “Big Brother Brasil 26” com 75,94% da média dos votos.
Globo/Beatriz Damy
O chamado à aventura
“Grandes chances exigem grandes atitudes, grandes riscos”
O ponto de partida dessa trajetória é o chamado para uma nova aventura. Ana Paula recebeu o convite para o BBB no final do ano passado, uma oportunidade de concluir uma história que ficou em aberto na memória do público.
Houve, no entanto, uma recusa inicial. Como explicou durante o confinamento, Ana Paula chegou a hesitar em participar do programa por causa da fragilidade da saúde do pai, Gerardo Renault, de 96 anos.
Aliados no caminho
“Isso aqui é jogo de gente corajosa”
No jogo, Ana Paula construiu alianças importantes. O grupo dos “Eternos” serviu como base estratégica e emocional, com destaque para a relação com Juliano e Milena.
Em um dos momentos de maior tensão, durante uma discussão com Alberto, foram eles que a contiveram, evitando que a história de 2016 se repetisse. Sobrou apenas para o chapéu do caubói.
Ana Paula Renault no BBB
Globo
Provas e Desafios
“O que me levou a ser a jogadora desse programa? Foram os meus adversários”
Ana Paula não foi a participante que se destacou pelo desempenho nas provas, mas encontrou outras formas eficazes de enfrentar os adversários. Ao questionar incoerências, desestabilizar rivais e movimentar o jogo, ela impediu que a casa mais vigiada do Brasil se tornasse um resort. Seu comportamento, embora polarizador, reforçava um papel claro: Ana Paula não era coadjuvante.
O maior desafio, porém, foi o desgaste emocional. Rotulada de “desumana” e “cobra” pelos adversários, ela se mostrava frágil especialmente quando o pai ou assuntos externos eram trazidos para o centro do debate. Nesses momentos, o peso do jogo ficava evidente, traduzido em silêncios prolongados e crises de choro.
Ana Paula Renault no BBB
Globo
Provação máxima
“Eu caio, mas caio atirando”
Ao longo de sua participação, Ana Paula foi consolidando seu protagonismo. Ela passou a pautar conversas dentro e fora da casa, influenciar estratégias e manter presença constante nos principais momentos do programa, das discussões mais tensas às cenas mais leves.
O destaque cobrou seu preço. Ela se tornou alvo recorrente de críticas e articulações dentro do jogo, sem se colocar no papel de vítima.
Ressignificação pública
“Eu desci nessa terra para ser protagonista de tudo que me proponho a fazer”
Independentemente do resultado no BBB 26, a recompensa já se materializava na reta final do programa. A chamada redenção simbólica se construiu ao longo da temporada, à medida que a participante transformava a alcunha de “desclassificada” em “protagonista” da edição de colecionador do Big Brother Brasil. É a demonstração de que o erro não precisa ser o ponto final de uma história.
Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões
Globo/Beatriz Damy

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos canta Beto Guedes, Criolo, Paulo Diniz, Rita Lee e Sérgio Sampaio no álbum de intérprete ‘Coisas da vida’


Paulo Miklos lança em 22 de maio o primeiro álbum como intérprete, ‘Coisas da vida’
Jorge Daux / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Paulo Miklos lança em 22 de maio o primeiro álbum solo como intérprete, “Coisas da vida”, disco batizado com o nome da reflexiva balada composta por Rita Lee (1947 – 2023) e apresentada na voz da autora há 50 anos em gravação feita pelo terceiro álbum da artista com a banda Tutti Frutti, “Entradas e bandeiras” (1976).
Com produção musical de Rafael Ramos e Otávio de Moraes, que também assina os arranjos e regências, o álbum “Coisas da vida” chega ao mercado fonográfico, em edição da gravadora Deck, dez anos após Miklos ter anunciado em julho de 2016 a saída do grupo Titãs, ao qual se reintegrou em 2023 somente para fazer a turnê “Titãs encontro – Todos ao mesmo tempo agora”.
Trata-se do quinto álbum de estúdio da discografia solo do cantor, o primeiro do artista paulistano no gênero desde “Do amor não vai sobrar ninguém” (2022). O disco “Coisas da vida” foi gravado com os toques de músicos como Alberto Continentino (baixo), Conrado Goys (guitarras e violões), Rodrigo Tavares (teclados) e Thomas Harres (bateria), além de naipes de cordas e sopros.
Além da música-título “Coisas da vida”, Paulo Miklos dá voz a músicas como “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970), “Ninguém vive por mim” (Sérgio Sampaio, 1977), “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos) – faixa escolhida para anunciar o álbum em single programado para sexta-feira, 24 de abril – e “Não existe amor em SP” (Criolo, 2011).

Fonte: G1 Entretenimento

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De parada cardiorrespiratória a convulsão: flagrantes mostram atendimentos de emergência no metrô de SP; vídeo


Fantástico mostra como agem os funcionários do Metrô em casos de superlotação
Em meio à superlotação e aos reflexos de uma falha no sistema de trens, cenas de emergência chamaram a atenção dentro de estações do metrô de São Paulo. Registros mostram agentes atuando em atendimentos críticos, como uma parada cardiorrespiratória e um caso de convulsão, em um dia marcado por plataformas cheias, restrição de acesso e tensão entre passageiros.
O problema começou após uma pane elétrica em uma linha da CPTM, que afetou a circulação de trens e provocou efeito cascata em todo o sistema sobre trilhos. Com menos composições em operação, milhares de passageiros ficaram concentrados nas estações, agravando a lotação principalmente em horários de pico.
Foi nesse cenário que a urgência apareceu sem aviso.
Parada cardiorrespiratória mobiliza equipes
Na estação Anhangabaú, uma passageira desmaiou em um dos corredores de acesso. Inicialmente, a equipe de segurança suspeitou de uma queda comum, mas a situação se revelou mais grave após a checagem dos sinais vitais: tratava-se de uma parada cardiorrespiratória.
Agentes iniciaram imediatamente os procedimentos de reanimação. O uso do desfibrilador foi necessário, com orientação para que todos ao redor se afastassem durante o choque. Em revezamento, os profissionais realizaram massagens cardíacas até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que deu continuidade ao atendimento com medicação aplicada por via intraóssea.
A vítima, identificada como Antônia, não apresentou resposta imediata no local e foi encaminhada em estado grave. Dias depois, veio a confirmação: ela sobreviveu.
Técnica de enfermagem, Antônia relatou que havia saído de um plantão de 12 horas e não se lembrava dos momentos que antecederam o desmaio. Ela ficou internada, chegou a ser entubada e permaneceu em coma por oito dias.
Hoje, recuperada, atribui sua sobrevivência ao atendimento rápido dentro da estação. “Todo médico que eu vou fala que eu estou viva graças ao primeiro atendimento”, disse. Desde então, mantém contato frequente com os agentes que participaram do resgate.
Convulsão e tensão entre passageiros
Enquanto a equipe ainda lidava com a ocorrência anterior, um novo chamado surgiu: um homem caído no chão apresentava sinais de convulsão.
Durante o atendimento, foi necessário conter a aproximação de curiosos e acalmar os ânimos. Um passageiro chegou a interferir de forma agressiva, questionando a atuação dos agentes, o que aumentou a tensão no local.
Segundo os profissionais, o homem apresentava indícios de uso de drogas. Após o episódio convulsivo, ele conseguiu se levantar e deixou a estação por conta própria.
Superlotação agrava riscos
As ocorrências aconteceram em um dia já considerado atípico. Com o aumento do fluxo de passageiros, o metrô adotou medidas emergenciais, como o fechamento de catracas e restrição de embarque em algumas estações para evitar acidentes nas plataformas.
A estratégia, no entanto, gerou longas filas e irritação entre usuários. O horário de pico se estendeu por várias horas, intensificando o desgaste físico e emocional de quem dependia do transporte.
Especialistas apontam que ambientes superlotados aumentam o risco de mal-estar, desmaios e outras emergências médicas, especialmente em situações de calor, estresse e longos períodos em pé.
Rotina de quem atua na linha de frente
Para os agentes de segurança, situações como essas fazem parte da rotina. Além de agir rapidamente em casos críticos, eles também precisam lidar com a pressão do ambiente e o comportamento dos passageiros.
“Você não atende só a ocorrência médica, mas também precisa controlar o entorno para que aquilo não vire algo maior”, relatou um dos profissionais.
Apesar do cenário adverso, o desfecho positivo de Antônia é visto como um exemplo do impacto do atendimento imediato.
Flagrantes mostram atendimentos de emergências no metrô de SP
Reprodução/TV Globo
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ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Karol G anuncia show no Brasil em 2027


Em entrevista exclusiva ao Fantástico, Karol G se declara ao Brasil
A cantora colombiana Karol G anunciou sua nova turnê mundial,’Viajando por el mundo, Tropitour’. O show vai passar pelo Brasil em uma data única, previsto para ocorre na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.
‘Viajando por el mundo, Tropitour’ chega na capital paulista em 12 de fevereiro de 2027. Informações sobre venda de ingressos e datas ainda não foram divulgadas.
Nascida em Medellín, Karol lançou seu álbum de estreia, “Unstoppable”, em 2017. Dois anos depois, viralizou com o hit “Tusa”, parceria com a rapper Nicki Minaj. Mas foi no quarto trabalho de estúdio, “Mañana Será Bonito” (2023), que a cantora mudou de patamar na carreira.
A cantora colombiana Karol G se apresenta no palco do Coachella durante o Coachella Valley Music and Arts Festival de 2026
Valerie Macon / AFP
O disco foi o primeiro em espanhol, feito por uma mulher, a chegar ao topo da parada americana e, em 2024, ganhou um Grammy de música urbana, inédito na carreira da artista.
Em 2025, lançou Tropicoqueta, seu quinto álbum de estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões


Ana Paula Renault é a grande campeã do “Big Brother Brasil 26” com 74,94% da média dos votos. A participante foi a escolhida do público para levar o prêmio recorde de R$ 5,7 milhões, além de um carro 0 km.
A final foi realizada na noite desta terça-feira (21). Milena e Juliano Floss ficaram, respectivamente, com o segundo e terceiro lugares da temporada.
Além do prêmio em dinheiro, todos os finalistas desta edição já haviam garantido uma premiação especial: um apartamento para cada um.
Trajetória e perfil
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Aos 44 anos, Ana Paula Renault entrou no reality trazendo a experiência de quem já conhecia o formato, mas com a promessa de uma entrega inédita.
A mineira marcou a edição com seu temperamento forte e frases que rapidamente se tornaram memes nas redes sociais.
Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Natural de Belo Horizonte (MG), a jornalista e influenciadora nunca escondeu seu lado “sem filtros”, característica que a levou a enfrentar diversos paredões ao longo da temporada.
Antes de entrar no programa, Ana Paula já era conhecida pelo público por sua personalidade explosiva e por não fugir de confrontos.
Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena são os finalistas do BBB 26
Globo/Manoella Mello
Pai de Ana Paula faleceu há dois dias da final
O falecimento de Gerardo Renault ocorreu no último domingo (19), restando apenas 48 horas para a Grande Final do reality.
Embora a equipe da jornalista tenha comunicado inicialmente que ela não seria informada (seguindo um desejo expresso pelo pai ainda em vida), a produção do programa optou por dar a notícia à participante durante a noite de domingo.
Em um momento de forte emoção, Ana Paula compartilhou a perda com o colega de confinamento Juliano Floss e recebeu o apoio público do apresentador Tadeu Schmidt durante a edição ao vivo.
No BBB 26, ela conseguiu canalizar essa energia para estratégias de jogo que a colocaram como a grande favorita da edição, superando as expectativas e garantindo o maior prêmio já pago pela TV Globo em um reality show.
Com a vitória, Ana Paula Renault entra para o seleto grupo de campeões do programa, consagrada pelo bordão que marcou sua passagem: “Olha elaaaa!”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre aos 70 anos Moogie Canazio, conceituado engenheiro de som e produtor da indústria fonográfica


Moogie Canazio (1955 – 2026) morre em Los Angeles (EUA), aos 70 anos
Marcos Hermes / Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ Poucos profissionais da indústria fonográfica dominaram a engenharia do som como Antônio Canazio (21 de setembro de 1955 – 21 de abril de 2026), o reverenciado produtor musical conhecido na indústria fonográfica pelo nome artístico de Moogie Canazio.
Dedicado a sempre extrair o melhor áudio das gravações, Moogie andava empolgado ultimamente com as propriedades imersivas do som dolby atmos. “Atmos fun!! Woooo hooooo!!”, celebrou o engenheiro de som em 12 de janeiro no que veio a ser o último post do produtor musical.
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), Moogie Canazio morreu na madrugada desta terça-feira, 21 de abril, em Los Angeles (EUA), para onde migrou em 1979 e onde fez carreira como engenheiro de som, iniciada no Kendun Records, em Burbank, cidade da Califórnia (EUA). O produtor se sentiu mal em casa. Paramédicos foram chamados e tentaram em vão reanimar o mago do áudio.
Ocorrida à 1h desta terça-feira (5h, pelo horário de Brasília – DF), a morte de Moogie Canazio foi confirmada em rede social pela esposa do artista, Márcia Canazio, para a tristeza de todos os profissionais da indústria fonográfica brasileira e de intérpretes como Maria Bethânia, que teve vários discos produzidos pelo engenheiro de som, inclusive o álbum blockbuster “As canções que você fez pra mim” (1993).
“Moogie dedicou a vida à música. Ele construiu uma carreira extraordinária como engenheiro de gravação e mixagem, trabalhando com alguns dos maiores artistas do mundo e ganhando múltiplas honrarias no Grammy e no Grammy Latino. A música era sua paixão, seu propósito e seu legado”, sintetizou Márcia Canazio ao comunicar a morte do marido.
Não há exagero nessas palavras. Moogie Canazio conseguiu contentar até o exigente João Gilberto (1931 – 2019), com quem trabalhou na gravação do álbum “João, voz e violão” (2000). Por esse trabalho como engenheiro de som (a produção artística do disco é de Caetano Veloso), Moogie ganhou o Grammy em 2001 na categoria Álbum de world music.
Em 1993, Moogie tinha sido indicado ao Grammy pela engenharia de som de um dos álbuns mais aclamados de Sergio Mendes (1941 – 2024), “Brasileiro” (1992).
Baterista de bandas de baile na adolescência, Moogie Canazio fez nome no anonimato dos estúdios, trabalhando com leque variado de artistas, de Caetano Veloso à dupla Anavitória, passando por Guilherme Arantes, Ivan Lins, Zizi Possi e a dupla Sandy & Junior, entre outros grandes nomes.
Por tanta dedicação ao som da música, Moogie Canazio foi nomeado em 2008 para o conselho curador da Academia Latina de Gravação, instituição que produz o Grammy Latino desde 2000. Em 2011, o produtor se tornou vice-presidente do conselho, permanecendo no cargo até 2019.
Ao sair de cena, Moogie Canazio deixa legado inestimável na indústria fonográfica do Brasil. Até João Gilberto gostou do som extraído por esse engenheiro devotado à deusa música…

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta revela convite de Shakira para show em Copacabana, e colombiana elogia brasileira: ‘Rainha’


‘Copacabana promete ser o maior concerto da minha vida’, diz Shakira
A cantora Anitta revelou que foi convidada por Shakira para participar do show que a artista fará na Praia de Copacabana. Em entrevista ao podcast Charla Podcast, a brasileira contou detalhes da conversa entre as duas e aumentou a expectativa por uma possível participação especial no evento.
Segundo Anitta, o convite veio de forma direta. “Ela falou: ‘vamos cantar juntas?’”, disse a cantora, ao relembrar o contato com Shakira. A artista também contou que as duas discutiram qual música apresentariam no palco.
A escolhida foi “Choka Choka”, que segundo Anitta tem uma pegada que dialoga com o funk brasileiro — algo que, segundo ela, sempre despertou o interesse da colombiana.
Bastidores e expectativa
Anitta no Palco Rio do réveillon de Copacabana: cantora pode volta ao lado de Shakira
Rafael Catarcione/Riotur
Sem confirmar oficialmente a participação, Anitta tratou o assunto com cautela, mas deixou claro o entusiasmo com a possibilidade. A cantora destacou a relação de amizade com Shakira e classificou o convite como especial.
Já Shakira também tem feito mistério sobre o show, mas adiantou que prepara surpresas e convidados. A colombiana afirmou que a apresentação em Copacabana pode ser “o maior concerto” de sua carreira, com expectativa de público de até 2,5 milhões de pessoas.
“Não posso adiantar nenhuma surpresa, mas vocês conhecem a Anitta, né? Ela é a rainha. A amizade que eu tenho com ela é muito valiosa, é um presente, e essa oportunidade de cantar com ela, de fazer uma colaboração em uma música tão legal, ‘Choka Choka’, que é um baile funk, que eu sempre quis fazer uma coisa assim. É realmente incrível”, disse Shakira.
Relação com o Brasil
Em declarações recentes, Shakira reforçou a conexão antiga com o país. Segundo ela, o Brasil foi um dos primeiros mercados a abraçar sua música, e a influência cultural brasileira marcou sua trajetória artística — inclusive na dança e em ritmos que incorporou ao longo dos anos.
“A conexão que eu tenho com o Brasil é uma conexão é muito antiga, foi um dos primeiros países que abriu as suas portas para a minha música, que me entendeu, que me acompanhou. Eu fiz já 40 shows no Brasil. Mais de 40 shows. Eu aprendi português primeiro que o inglês. Eu sempre me senti muito atraída pela cultura brasileira, uma cultura única, Me inspirou muito na minha vida, na minha música, no jeito de dançar. A minha conexão é uma conexão real e autêntica”, disse.
A cantora também elogiou Copacabana, classificando a praia como “a mais famosa do mundo” e um lugar “mágico”. A escolha do cenário, segundo ela, torna o momento ainda mais simbólico.
“Acho que, se o planeta tivesse um altar, seria a Praia de Copacabana. É praia mais famosa do mundo, e a praia mais mágica também. Muita beleza, demais!”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Musical retrata Zezé Motta com toda a plenitude da atriz e cantora que driblou o racismo com talento e a força da arte


Larissa Noel personifica Zezé Motta de forma radiante no musical em cartaz no Teatro Raul Cortez até hoje, 21 de abril
Gatú Filmes / Reprodução Instagram ‘Prazer, Zezé – O musical’
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Prazer, Zezé!
Dramaturgia: Toni Brandão
Direção: Débora Dubois
Direção musical: Claudia Elizeu
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ O título do musical “Prazer, Zezé!” é engenhoso porque, além de aludir à música composta em 1978 por Rita Lee (1947 – 2023) e Roberto de Carvalho para o primeiro álbum solo de Zezé Motta, sinaliza a intenção de apresentar Maria José Motta de Oliveira ao público com toda a plenitude dessa artista fluminense nascida em 27 de junho de 1944, em Campos dos Goytacazes (RJ), há quase 82 anos.
É que todo mundo conhece Zezé Motta, atriz de novelas como “Corpo a corpo” (1984) e “A nobreza do amor” (atual atração da TV Globo no horário das 18h), protagonista suntuosa do filme “Xica da Silva” (1976) e cantora de sucessos como o samba “Senhora liberdade” (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979). Mas muita gente desconhece a luta vitoriosa de Zezé para se impor como artista desde que, driblando o racismo entranhado em toda a sociedade, entrou em cena na segunda metade da década de 1960.
Em cartaz até hoje, 21 de abril, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo (SP), o espetáculo idealizado e escrito pelo dramaturgo Toni Brandão dá conta da função de apresentar Zezé Motta dessa forma plena, conectando o musical com pautas identitárias como o empoderamento feminino, o combate ao etarismo e a luta permanente para aniquilar o racismo.
A dramaturgia foge da linha Wikipedia, pondo em cena a essência da história de Zezé em musical permeado pela exuberante negritude que pauta todo o caminho de Zezé nas artes. “Negritude”, aliás, foi o título do segundo álbum solo da artista, lançado em 1979 e impulsionado pelo sucesso radiofônico do supracitado samba “Senhora liberdade”, presente naturalmente no roteiro do espetáculo ao lado de composições como “Magrelinha” (Luiz Melodia, 1973) e “Soluços” (Jards Macalé, 1969), músicas das quais Zezé se apropriou ao interpretá-las com a voz grave, quente e afinada.
No palco do Teatro Raul Cortez, Zezé Motta é personificada nas diferentes fases da vida por Larissa Noel, presença radiante em cena. Sob a direção de Débora Dubois, Larissa Noel se desvia do caminho da mimetização para captar a energia de Zezé em trabalho apurado e alicerçado por elenco harmonioso.
O musical proporcionou ao público o prazer de aplaudir os talentos de Maria Antônia Ibraim (como a mãe de Zezé, Maria Elazir Motta), Hipólyto – totalmente convincente na breve aparição como Luiz Melodia (1951 – 2017) em dueto com Larissa Noel – e Luciana Carnieli, incrível na reprodução dos trejeitos e da voz da atriz Marília Pêra (1943 – 2015), grande amiga de Zezé. Sem falar em Arthur Berges, com boa chave cômica na pele do figurinista e maquiador Carlinhos Prieto (1947 – 1995).
A força do musical “Prazer, Zezé!” também reside no caráter político da cena. Ao retratar a trajetória vitoriosa de Zezé Motta, enfatizando o racismo sofrido pela artista ao longo da vida e driblado com altivez, o espetáculo afirma a potência do povo negro do Brasil. É especialmente simbólico e emocionante o momento em que Larissa Noel quebra a quarta parede e dá o microfone aos espectadores negros presentes na plateia, permitindo que eles se apresentem ao público e ao próprio elenco, dizendo nome e profissão.
O musical “Prazer, Zezé!” se engrandece ao reafirmar a potência ancestral do povo negro a partir da história de Maria José Motta de Oliveira. Pela importância da artista e pela beleza do espetáculo, seria justo que o musical “Prazer, Zezé!” seguisse em cena por outras cidades do Brasil com o fim da aclamada temporada paulistana que se encerra hoje neste feriado de 21 de abril.
Larissa Noel e Hipólyto encenam no musical o encontro de Zezé Motta e Luiz Melodia (1951 – 2017)
Gatú Filmes / Reprodução Instagram ‘Prazer, Zezé – O musical’

Fonte: G1 Entretenimento