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Cantor D4vd é acusado de assassinato por morte de garota de 14 anos nos EUA

O cantor D4vd foi acusado de assassinato pela morte de uma menina de 14 anos cujo corpo desmembrado e em decomposição foi encontrado em setembro dentro de seu Tesla aparentemente abandonado, informaram promotores na sexta-feira.
O escritório do promotor do condado de Los Angeles afirmou que D4vd, de 21 anos, cujo nome legal é David Burke, foi acusado de homicídio em primeiro grau pela morte de Celeste Rivas Hernandez, que havia sido dada como desaparecida por sua família em 2024, quando tinha 13 anos. As autoridades dizem que ela tinha 14 quando morreu.
Advogados do cantor de alt-pop, nascido em Houston, disseram em nota divulgada após sua prisão por detetives de homicídios na quinta-feira (16), em uma casa em Hollywood, que ele é inocente.
“As provas reais neste caso mostrarão que David Burke não matou Celeste Rivas Hernandez e não foi o responsável por sua morte”, disseram os advogados.
O corpo de Rivas Hernandez, já em avançado estado de decomposição, foi encontrado dentro de um Tesla que havia sido rebocado de Hollywood Hills em 8 de setembro, um dia após ela completar 15 anos. A família havia comunicado seu desaparecimento em sua cidade natal, Lake Elsinore, a cerca de 112 quilômetros a sudeste de Los Angeles.
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Este texto está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rebel Wilson enfrenta processo de difamação na Austrália por publicações em redes sociais


Rebel Wilson anuncia nascimento da filha
Reprodução/Instagram
Estrela de três filmes como “A Escolha Perfeita” e “Missão Madrinha de Casamento”, a atriz australiana Rebel Wilson compareceu a um tribunal de Sydney, nesta segunda-feira (20), marcando o início de um processo por difamação movido por Charlotte MacInnes.
Protagonista de “The Deb”, MacInnes alega que Wilson sugeriu falsamente, em publicações no Instagram, que ela havia lhe confidenciado em particular ter sido assediada sexualmente por um dos produtores do filme. “The Deb” é o filme de estreia de Wilson na direção.
Os processos judiciais alegam que Wilson não buscou a verificação de MacInnes e fez as alegações nas redes, apesar de saber que nenhuma reclamação havia sido feita.
Segundo a ação, as publicações na conta de Wilson no Instagram insinuavam que MacInnes havia mentido quando negou ter discutido assédio ou comportamento inadequado por parte dos produtores em “The Deb”.
Embora Wilson tenha negado as alegações no tribunal, sua defesa legal não foi divulgada.
MacInnes, que também estava no tribunal para a audiência, está buscando indenização agravada e uma ordem judicial que impeça Wilson de repetir as alegações online ou em qualquer outro lugar.
Wilson também alegou nas publicações de julho de 2024 que o produtor executivo Vince Holden, juntamente com os produtores Amanda Ghost e Gregor Cameron, tentaram bloquear a estreia do filme em retaliação por ela ter levantado preocupações sobre a suposta má conduta, de acordo com relatos da mídia australiana.
Uma ação judicial separada foi movida contra Wilson pelos produtores de “The Deb” em um tribunal dos EUA e em um tribunal no Estado australiano de New South Wales, segundo as reportagens locais.
“The Deb”, que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto em setembro de 2024, sofreu atrasos em seu lançamento nos cinemas australianos no início deste mês devido a questões legais.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Luis Brandoni, ator argentino que estrelava série da Disney, morre aos 86 anos


Luis Brandoni com Robert de Niro na série “O faz nada”
Divulgação
O ator Luis Brandoni morreu nesta segunda-feira (20). Segundo o jornal Clarín, o argentino estava internado desde o dia 11 de abril por causa de um hematoma cerebral causado por uma queda em sua residência.
Apesar de uma melhora inicial, o estado de saúde do ator se agravou ao longo dos dias. O ator fez aniversário no sábado (18).
Luis Brandoni tinha mais de 60 anos de carreira entre trabalhos no cinema, teatro, TV e streaming. Esperando o Rabecão (1985), Mi cuñado (1993) e A Grande Dama do Cinema (2019) estão entre suas obras.
Atualmente, ele protagonizava a série “¿Quién es quién?” e se preparava para a segunda temporada de “O faz nada”, série da Disney em que ele interpretava o crítico gastronômico Manuel.

Fonte: G1 Entretenimento

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Zélia Duncan e Fitti buscam a ‘virtude do exagero’ em show sobre as paixões de Angela Maria e Cauby Peixoto


Zélia Duncan (à esquerda) e Fitti mergulham no universo de Angela Maria (1929 – 2018) e Cauby Peixoto (1931 – 2016) em show no Teatro Iguatemi, em São Paulo (SP)
Ricardo Reis / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby
Artistas: Zélia Duncan e Fitti
Data e local: 15 de abril de 2026 no Teatro Iguatemi (São Paulo, SP)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Símbolos de um Brasil sentimental erguido em um passado já remoto, em que o melodrama escorria por cancioneiro de tintas folhetinescas, as vozes de Angela Maria (13 de maio de 1929 – 29 de setembro de 2018) e Cauby Peixoto (10 de fevereiro de 1931 – 15 de maio de 2016) atravessam o tempo, ecoando como exemplos de época em que mais era mais.
Cantores fluminenses da era do rádio, tempo em que a fartura vocal e emocional era requisito básico para qualquer intérprete assumir o microfone no Brasil pré-Bossa Nova, Angela & Cauby personificaram – separados e sobretudo juntos em discos e shows memoráveis – a “virtude do exagero” mencionada no roteiro elaborado pelo DJ Zé Pedro para o show em que Zélia Duncan e Fitti adentraram o universo passional de Angela Maria e Cauby Peixoto.
Atração do Teatro Iguatemi na quarta e na quinta-feira passadas, 15 e 16 de abril, o show “Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby” chegou à cena na cidade de São Paulo (SP) com muito mais méritos do que entraves.
Sob a direção elegante de José Maurício Machline e Giovanna Machline, calcada na alternância de tons (inclusive dos figurinos elaborados em preto e branco) e de timbres de duas vozes que friccionam os limites de gênero, Zélia Duncan e Fitti tiveram como obstáculo o excesso de falas e informações do roteiro intrusivo. Foi nas brechas desse roteiro por vezes excessivamente didático que os intérpretes perseguiram a “virtude do exagero” e estabeleceram alguma conexão emocional com a plateia.
Com graves profundos capazes de evocar um registro vocal masculino, Zélia Duncan se movimentou bem em cena desde que surgiu no corredor da plateia cantando “Amendoim torradinho” (Henrique Beltrão, 1955), tema sensual do repertório de Angela que Ney Matogrosso soube reviver com precisão. O número de abertura, com Fitti aparecendo do lado oposto da plateia, já exemplificou o requinte da direção, reiterado ao longo da apresentação.
A gravidade da voz de Zélia Duncan lapidou “A pérola e o rubi” (Jay Livingston e Ray Evans em versão em português de Haroldo Barbosa, 1955), acendeu “Fósforo queimado” (Paulo Menezes, Milton Legey e Roberto Lamego, 1953) sem se inflamar e traduziu bem o pântano de solidão em que está imerso o eu-lírico do “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976), um dos grandes momentos do show. Em contrapartida, faltou melodrama no canto do samba-canção “Matriz ou filial” (Lúcio Cardim, 1965).
Fitti de início pareceu ofuscado pela presença de Zélia, sem exibir a teatralidade e a força vocal evidenciadas no impecável show em que interpreta o repertório de Ney Matogrosso, mas o cantor foi crescendo em cena até a apoteose com o mambo “Babalu” (Margarita Lecuona, 1939), emblema do repertório de Angela Maria.
Com a voz de timbre elástico que alcança áreas femininas, Fitti encarou “Que será?” (Marino Pinto e Mário Rossi, 1950) – sucesso de Dalva de Oliveira (1917 – 1972) regravado por Angela no álbum “Apenas mulher” (1980) e no tributo fonográfico dedicado em 2017 à colega da era do rádio – e, com vivacidade rítmica, fez valer o sangue pernambucano no suingue nordestino que diluiu a sofrência da guarânia “Cabecinha no ombro” (Paulo Borges, 1957). Esse standard sertanejo é dissociado das vozes de Angela e Cauby, embora tenha sido gravado ao vivo pela cantora em álbum de 1979 assinado com Agnaldo Timóteo (1936 – 2021), cantor que transitou pelo mesmo universo folhetinesco de Angela e Cauby.
Entre solos, entre diálogos travados pelos intérpretes com informalidade fora de sintonia com o repertório e entre oportunas récitas de letras de músicas como os sambas-canção “Nunca” (Lupicínio Rodrigues, 1952), “Quando tu passas por mim” (Antonio Maria e Vinicius de Moraes, 1953) e “Castigo” (Dolores Duran, 1958), o roteiro abriu espaço para os duetos como “Miss Suéter” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) e “Tango pra Tereza” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1975), dois pontos altos do show pelo entrosamento entre os intérpretes.
Alternando o branco e o preto dos figurinos do estilista Rober Dognani, Fitti e Zélia Duncan se afinaram ao longo do show, entre solos e duetos feitos sob direção musical de Webster Santos, reavivando músicas como “Brigas” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1966) e “Somos iguais” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1964) até chegarem ao ápice com “Bastidores” (Chico Buarque, 1980).
Nem Zélia Duncan nem Fitti são cantores vocacionados para o melodrama, para o exagero virtuoso que pautou as trajetórias afins de Angela Maria e Cauby Peixoto na música popular do Brasil. Contudo, é desse contraste que se alimenta “Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby”, show que, se eliminadas as gorduras do roteiro, tem cacife para voltar à cena e seduzir outros públicos pela elegância da direção e pela força de repertório de um tempo ido que desafia o hype e as modas, permanecendo firme e forte na memória afetiva do Brasil.
♪ O colunista e crítico musical do g1 viajou a São Paulo (SP) a convite do Teatro Iguatemi e do diretor do show, José Maurício Machline.
Zélia Duncan (de pé) e Fitti ocupam bem o palco do Teatro Iguatemi sob direção de José Maurício Machline e Giovanna Machline
Ricardo Reis / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Pai de Amy Winehouse perde ação contra amigas da filha que leiloaram objetos da artista


Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2008
Ben Stansall/AFP/Arquivo
O pai de Amy Winehouse, que havia processado duas amigas de sua filha por leiloarem indevidamente objetos da cantora, perdeu o litígio. O anúncio foi feito pelo Tribunal Superior de Londres nesta segunda-feira (20).
Duas amigas da cantora britânica haviam vendido itens da artista, arrecadando US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 6,95 milhões), dos quais 30% foram destinados à fundação da cantora.
Mitch Winehouse, pai da artista falecida em 23 de julho de 2011, sustentava que a quantia arrecadada lhe pertencia e argumentou que elas não tinham direito de vender os objetos.
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A ex-estilista da cantora, Naomi Parry, e sua amiga Catriona Gourlay venderam centenas de itens entre novembro de 2021 e maio de 2023. Entre esses objetos havia uma bolsa preta da Armani e vestidos que Winehouse usou em sua última turnê, em junho de 2011, pouco antes de sua morte aos 27 anos.
O advogado de Catriona Gourlay, Ted Loveday, alegou que a maior parte havia sido dada às duas mulheres pela própria cantora.
A juíza auxiliar do Tribunal Superior de Londres, Sarah Clarke, observou que Amy costumava presentear amigos com roupas porque não queria se apresentar com a mesma peça mais de uma vez e tinha “mais objetos do que poderia usar ou guardar”.
Amy Winehouse, conhecida por sua voz marcante, seu estilo pin-up com tatuagens e seus excessos, morreu de intoxicação alcoólica, após uma carreira meteórica.
Cinebiografias de Amy Winehouse e Bob Marley são criticadas antes do lançamento

Fonte: G1 Entretenimento

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Músicas geradas por inteligência artificial representam 44% das faixas enviadas para o Deezer


Músicas geradas por inteligência artificial representam 44% das faixas enviadas para o Deezer
Divulgação
Cerca de 44% das novas músicas enviadas por dia para a plataforma de músicas Deezer são geradas por inteligência artificial, segundo um relatório publicado pela empresa nesta segunda-feira (9). São quase 75 mil faixas geradas por IA subidas diariamente — mais de 2 milhões por mês.
O número é um salto considerável em relação ao mesmo período de 2025. Na época, a plataforma relatou 20 mil canções criadas de forma artificial enviadas diariamente, uma fatia de 18% do total.
A plataforma afirma que marca as músicas identificadas, as remove das recomendações para os usuários e da monetização. Ela diz que o consumo desse tipo de conteúdo pelos usuários fica entre 1% a 3% das reproduções.
Em novembro de 2025, a empresa publicou um estudo internacional que indicava que 97% das pessoas não conseguem diferenciar uma canção feita por IA de uma feita por humanos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Patrick Muldoon, ator de ‘Tropas Estelares’, morre aos 57 anos


Ator Patrick Muldoon morre aos 57 anos
Redes sociais
O ator e produtor Patrick Muldoon morreu no último domingo (19), aos 57 anos, após sofrer um ataque cardíaco em sua residência em Beverly Hills.
O artista, que dividia a casa com a namorada Miriam Rothbart, chegou a fazer uma aparição pública recente durante o Saturn Awards, em março de 2026.
Natural da Califórnia, Muldoon era um rosto conhecido da televisão norte-americana desde o início da década de 1990, tendo iniciado a carreira ainda enquanto estudava na USC, onde também jogava no time de futebol americano Trojans.
Carreira
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Entre seus papéis mais emblemáticos estão Austin Reed, na novela “Days of Our Lives”, e o vilão Richard Hart, na série “Melrose Place”.
Patrick Muldoon no set de gravações
Redes sociais
No cinema, marcou uma geração como o personagem Zander Barcalow na ficção científica “Tropas Estelares” (1997), dirigida por Paul Verhoeven.
O artista também consolidou uma carreira de sucesso nos bastidores como produtor executivo em filmes como “Marlowe” e “Arkansas”.
Ele estava envolvido nas filmagens de “Kockroach”, projeto estrelado por Chris Hemsworth e Taron Egerton, e aguardava o lançamento do thriller policial “Dirty Hands”, previsto para chegar às telas ainda este ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco faz feats com Jota.Pê, Caetano Veloso, Chico Buarque, Tiago Iorc e Mart’nália no álbum dos 80 anos


João Bosco grava a partir de maio o álbum ‘Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos’
Victor Correa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ João Bosco começa a gravar em maio um álbum de duetos em que regrava as principais músicas do cancioneiro autoral em feats com Bruna Black, Caetano Veloso, Chico Buarque, Jota.Pê, Ivete Sangalo, Mart’nália, Mestrinho, Tiago Iorc e Zeca Pagodinho, entre outros nomes.
Um dos projetos idealizados para celebrar as oito décadas de vida do artista mineiro, nascido em 13 de julho de 1946, o álbum se chamara “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”, reproduzindo no título o nome da música da parceria de João Bosco com Aldir Blanc (1946 – 2020), lançada em 1974 na voz da cantora Maria Alcina. A gravação do primeiro dueto, com Zeca Pagodinho, está agendada para 19 de maio.
O cantor, compositor e violonista começará a gravar o álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos” após a turnê que fará pelos Estados Unidos de 25 de abril a 6 de maio, apresentando o show que abre as comemorações dos 80 anos do artista.
Antes desse álbum de feats, que será editado pela gravadora Som Livre, João Bosco lançará em junho “Horda”, outro disco idealizado para integrar as celebrações do 80º aniversário do cantor.
Gravado na Alemanha, o álbum “Horda” é o segundo projeto fonográfico de Bosco com NDR Bigband, orquestra de Hamburgo, conceituada no universo do jazz europeu. O primeiro, “Senhora do Amazonas”, foi lançado em 2008.
Em “Horda”, João Bosco recria músicas do próprio repertório com a moldura orquestral da NDR em arranjos do trombonista brasileiro Rafael Rocha, regente da gravação.
Paralelamente, nas brechas da agenda, o artista já vem compondo – sem pressa e sem pressão – para um futuro álbum com músicas inéditas ainda sem prazo para ganhar forma em estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Entenda motivos para divas pop controlarem discursos e evitarem imprensa – e suas consequências


Anitta aparece em meio à natureza nas imagens do vídeo-teaser em que revela os nomes das faixas do álbum ‘Equilibrium’
Reprodução / Vídeo ‘X’ Anitta
A divulgação de um álbum inclui algumas fases-chave. Entre elas, estão a audição do trabalho e a crítica por parte de profissionais especializados.
Mas, nos últimos anos, essa fórmula vem passando por transformações. Recentemente, Anitta e Luísa Sonza, duas das maiores estrelas do pop nacional, lançaram álbuns que contaram com raras entrevistas para veículos selecionados a dedo e audições voltadas para fãs.
O que esse tipo de atitude diz sobre o movimento de carreira das estrelas do pop? O g1 explica.
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Antes de tudo, vale destacar que essa decisão tem inspiração internacional. Avessas a entrevistas, artistas como Beyoncé e Taylor Swift adotaram estratégia semelhante em seus trabalhos mais recentes.
No Brasil, esse conceito mais “blindado” vem crescendo entre os principais artistas do gênero.
Falando de audições, Anitta apresentou seu novo álbum em uma sala de cinema em Salvador, na Bahia, apenas para fãs.
Já Luísa Sonza fez um evento em que, entre os convidados, estavam jornalistas, influenciadores e admiradores da cantora.
Essa dinâmica gera distorções. Isso porque:
Assim que saem das audições, os fãs soltam suas impressões que, via de regra, são positivas, com muitos elogios e adjetivos;
E, para além dos fãs, páginas vinculadas aos artistas, remuneradas ou não, reforçam os elogios.
Em contraponto, os textos dos jornalistas não necessariamente vai ser elogioso. E isso não faz dele um hater, que vai ouvir o trabalho de um artista na intenção de falar mal.
A ideia principal é que, ao ter contato com a obra, o crítico consiga entender melhor o trabalho e ter uma condição melhor de dialogar com o artista, conseguindo ser o mais honesto possível na sua análise.
Luísa Sonza na capa de ‘Brutal Paraíso’, quinto álbum de estúdio
Reprodução
A crítica como principal atingida
A divulgação do trabalho com esse controle da narrativa tem como principal resultado reduzir o trabalho crítico. Escrever sobre um projeto musical demanda tempo, inclusive, para absorver aquela obra, e entender as referências e caminhos que o artista tentou seguir.
Ao evitar o acesso à ele com antecedência sob a prática comum de embargo e oferecer esse trabalho para simpatizantes, os artistas conseguem ter um maior controle sobre o que é dito da sua própria obra.
E parte do reforço desse controle também está nas entrevistas – ou na falta delas.
Nesse contato com a imprensa, muitas vezes, o artista é questionado sobre seu trabalho criativo e tem sua obra (e, consequentemente, sua vida) destrinchada, com perguntas que podem parecer incômodas.
Anitta, por exemplo, barrou o jornal “Folha de S. Paulo” de “eventos e entrevistas coletivas” após se irritar com uma pergunta feita por um jornalista do veículo em 2024.
Ao mesmo jornal, Sonza disse: “Não falo mais com quem me critica, falo com quem me aplaude”.
E esse movimento de bolha não fica longe da visão dos fãs. Ludmilla, por exemplo, foi criticada no X (antigo Twitter) por não desenvolver melhor seu último álbum, “Fragmentos”. E ela respondeu:
“Pessoal, eu tô 100% ciente de que eu devo algumas informações pra vocês, mas muito em breve nós vamos sentar juntos pra eu atualizar vocês!”.
À época do lançamento, Ludmilla deu raríssimas entrevistas. Momento, talvez, que poderia ter explorado o que imaginava para o álbum.
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Todo artista tem o direito de falar com quem quiser, no momento que achar adequado.
Mas a consequência desse movimento de repulsa pelo trabalho da imprensa é uma visão pouco crítica do próprio trabalho. Ter uma visão múltipla da obra e análises que consigam ir além da adjetivação pode mostrar o quão complexo é um trabalho artístico.
Não cabe à crítica ofender ou xingar. Mas cabe fazer análises e perguntas que, por vezes, podem desagradar ou incomodar.
Fim do mediador
Tirar a imprensa do papel de mediador do discurso é algo que, com as redes sociais, se tornou frequente. Mostramos como isso pode ser ruim, mas existem bons exemplos.
Anitta, em “EQUILIBRIVM”, publicou um faixa a faixa, explicando a construção de cada uma das músicas. São vídeos curtos, a maioria de até 1min30seg, mas que são bem didáticos.
É um grande acerto da cantora que, mesmo sem um contraponto ali, consegue se comunicar direto com o público, seja ele fã ou não, que quer entender melhor seu trabalho.
No fim das contas, o importante é espalhar a mensagem da forma mais sincera possível.

Fonte: G1 Entretenimento

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Strokes faz protesto no Coachella contra EUA e Israel


Cena do final da apresentação do The Strokes no Coachella no sábado (18)
Reprodução
A banda The Strokes encerrou seu show no festival Coachella, no sábado (18), com mensagens de protesto contra as intervenções políticas dos Estados Unidos em países estrangeiros, com críticas a Israel e ao governo Trump.
Durante a música “Oblivius”, a última da apresentação, o telão de LED mostrou fotos e frases citando o envolvimento dos EUA e da CIA (agência de inteligência norte-americana) na política de diversos países. A letra da canção pergunta: “De que lado você está?”.
No final, as imagens mostraram dados do Ministério de Ciência e Tecnologia do Irã afirmando que mais de 30 universidades iranianas foram atingidas desde os ataques dos EUA e de Israel ao país.
As cenas foram seguidas por um clipe da Universidade de Al-Israa, a última universidade da Faixa de Gaza, destruída no conflito com Israel em 2024.
Um clipe do momento do protesto durante a música “Oblivius” já tem mais de 4,6 milhões de reproduções na rede social X.
Segundo a “NBC News”, a organização do Coachella não respondeu a pedidos de comentário sobre a apresentação dos Strokes.
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Fonte: G1 Entretenimento