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Anaïs Sylla canta com Jota.Pê e verte João Donato e Gilberto Gil para o francês na rota intercontinental do álbum ‘Exil’


Anaïs Sylla canta com Anelis Assumpção, Jota.Pê e Tiganá Santana no primeiro álbum, ‘Exil’
Renato Nascimento / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora e compositora francesa de ascendência senegalesa que se radicou no Brasil, país onde veio para fazer mestrado em História, Anaïs Sylla cruza línguas e territórios na rota intercontinental delineada ao longo das nove músicas do primeiro álbum da artista, “Exil”, no mundo desde ontem, 21 de agosto.
Entre músicas cantadas em francês e em português, Sylla dimensiona o exílio em país inicialmente estranho como um território poético em que é possível amalgamar diversas tradições e referências musicais.
No álbum “Exil”, a artista faz feat com Anelis Assumpção em “Minha irmã” (Anaïs Sylla), se conecta com Jota.Pê – parceiro e convidado de Anaïs Sylla na música “Rêver” (Anaïs Sylla, Caê Rolfsen & Jotapê), lançada como single em 23 de julho – e faz dueto com Tiganá Santana em “Je chanterai pour toi” ( Boubacar Traoré).
Com Tó Brandileone, a cantora rebobina música autoral, “De bouche a bouche” (Anaïs Sylla), apresentada em 2018, há oito anos, no primeiro EP de Anaïs Sylla, gravado com produção musical de Tó.
Outro destaque do repertório do álbum “Exil” é a versão em francês de “Lugar comum” (1974), parceria de João Donato (1934 – 2023) com Gilberto Gil. “Endroit commun” é o título da versão escrita em francês por Sylla com Caê Rolfsen, também parceiro da artista em “La mer” (2021), música lançada há cinco anos pela artista em single avulso.
Anaïs Sylla abre parceria com Jota.Pê em ‘Rêver’, música cantada pelos artistas no álbum ‘Exil’
Renato Nascimento / Divulgação
Capa de ‘Exil’, primeiro álbum de Anaïs Sylla, cantora e compositora francesa radicada no Brasil
Renato Nascimento / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Meghan Markle enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado


A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em evento na Abadia de Westminster, no Reino Unido, em novembro de 2019
Matt Dunham/AP/Arquivo
Com o anúncio da volta do príncipe Harry ao Reino Unido, Meghan Markle, sua mulher, deve esperar um difícil retorno ao país, onde a duquesa de Sussex foi submetida a um intenso escrutínio da imprensa e nunca chegou a se sentir integrada à família real.
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Em entrevistas reveladoras e documentários, a ex-atriz americana de 45 anos nunca escondeu as dificuldades que enfrentou para se adaptar ao novo status após seu casamento de conto de fadas com o príncipe Harry, em 2018.
“Acho que há mais dúvidas sobre como ela vai se readaptar à vida no Reino Unido do que sobre Harry”, resume Ed Owens, especialista em realeza.
Muito ligado às suas organizações beneficentes e desejoso de aproximar os filhos de sua família paterna, Harry enfrenta um desafio menor ao retornar ao seu país, enquanto para Meghan a equação é mais complexa.
Príncipe ‘furioso’ e residência privada: o que se sabe sobre a volta de Harry e Meghan
Segundo informações da imprensa britânica, Meghan negocia para atuar em “Magnatas do Crime”, uma série da Netflix criada por Guy Ritchie e gravada no Reino Unido.
A série, cuja segunda temporada estreia no início de setembro, conta a história de um duque que se torna um barão da droga.
Por outro lado, especialistas consideram que Meghan deve se dedicar principalmente à família — e especialmente aos filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, que estudarão no Reino Unido — e apoiar Harry em seu trabalho como patrono de organizações beneficentes.
Impopular no Reino Unido
Nos Estados Unidos, suas perspectivas pareciam ter se esgotado após o fim de seu contrato com a Netflix para o programa “With Love, Meghan”, embora no fim de 2025 ela tenha feito uma breve aparição em um filme que ainda não estreou.
No Reino Unido, ela continua muito impopular. Segundo o último levantamento da YouGov, instituto britânico de pesquisas de opinião, publicado em julho, 61% dos britânicos não gostam dela.
E os tabloides, contra os quais o casal apresentou vários processos, podem não facilitar seu retorno.
Após a rumorosa mudança para os Estados Unidos em 2020, Harry e Meghan denunciaram os métodos dessa poderosa imprensa, que examina cada gesto da família real e persegue seus integrantes e pessoas próximas.
“Não importava o quanto eu tentasse. Se eu me comportasse bem, fizesse o que fizesse, eles sempre encontravam uma maneira de me destruir”, contou Meghan em 2022, em seu documentário para a Netflix.
Meghan Markle e o príncipe Harry
Dylan Martinez/Reuters
A imprensa, no entanto, havia inicialmente recebido bem sua entrada na família real, considerando-a uma lufada de ar fresco em uma instituição com tradições centenárias.
Mas ela rapidamente despertou a hostilidade dos tabloides, que a acusaram de ser caprichosa e de rejeitar as obrigações associadas aos privilégios de sua nova posição.
Desde sua saída, Meghan se distanciou do Reino Unido e só retornou em poucas ocasiões, como em junho de 2022, para o Jubileu da rainha Elizabeth II, e posteriormente para seu funeral, em setembro daquele mesmo ano.
Visita ao rei Charles
Em julho deste ano, Meghan e o príncipe Harry, acompanhados dos dois filhos, visitaram na Inglaterra o rei Charles III e sua esposa, Camilla, em um gesto interpretado como sinal de uma tentativa de reconciliação.
Mas seu retorno pode trazer novamente ao primeiro plano “os conflitos e questões que originalmente provocaram sua saída”, como as acusações de racismo ou as preocupações relacionadas à sua segurança, afirmou Nathalie Weidhase, professora da Universidade de Surrey especializada em cultura das celebridades e monarquia britânica.
A isso se somam as tensões familiares agravadas pela publicação, em 2023, da autobiografia de Harry, “O Que Sobra”.
Nela, Harry acusou, entre outras coisas, William e sua esposa, Kate, de terem preconceitos contra Meghan, o que dificultou sua integração à família real.
A entrevista concedida à apresentadora americana Oprah Winfrey em 2021 também causou comoção no Reino Unido. Nela, Meghan acusou um integrante da família real de racismo.
O especialista Ed Owens, no entanto, não espera uma nova guerra aberta.
Harry e Meghan buscam “estabilidade para sua família” e “não estão voltando para criar problemas para a realeza”, considera.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guitarristas Nelson Faria e Sandro Haick tocam Dominguinhos, João Bosco e Tom Jobim no álbum ‘Talking standards’


Nelson Faria (à esquerda) e Sandro Haick tocam 14 temas nos dois volumes do álbum ‘Talking standards’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O mineiro Nelson Faria e o paulistano Sandro Haick unem forças e guitarras no álbum duplo “Talking standards”, gravado em três dias em estúdio na Itália – com a liberdade permitida pelo jazz, fio condutor das 14 faixas – e disponível nos aplicativos de áudio a partir de hoje, sábado, 22 de agosto.
Com edições nos formatos físicos de LP e CD previstas para setembro, o álbum “Talking standards” é dividido em dois volumes, cada um com sete músicas, totalizando 14 composições selecionadas pelos artistas de um total de 40 títulos.
A admiração entre os guitarristas é recíproca, mas “Talking standards” é o primeiro álbum que Faria e Haick gravam e assinam juntos. A aproximação aconteceu em 2025 quando Nelson Faria fez show em evento comercial com banda que incluía Nelson Haick, multi-instrumentista, no baixo.
Estreitados os laços musicais, veio a ideia do álbum conjunto, bancado pelo selo italiano Bobo Records. Se o primeiro volume do álbum “Talking standards” é dedicado aos temas internacionais, como “Round midnight” (Thelonious Monk, 1943) e “Stella by starlight” (Victor Young e Ned Washington, 1944), o volume dois traz somente músicas brasileiras em seleção que prioriza temas dos compositores Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Dominguinhos (1941 – 2013) e João Bosco.
Faria e Haick tocam “Desafinado” (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959), “Insensatez” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961), “Tarde” (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1969), “Incompatibilidade de gênios” (Joõa Bosco e Aldir Blanc, 1976), “Papel machê” (João Bosco e José Carlos Capinan, 1984), “De volta pro aconchego” (Dominguinhos e Nando Cordel, 1985) e “Princesinha no choro” (Dominguinhos, 1995).

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pantera vai além do hardcore thrash no álbum ‘Continental’ sem diluir a fúria, o peso e o ativismo da banda


A banda Black Pantera lança o quinto álbum de estúdio, ‘Continental’, gravado com produção musical de Rafael Ramos
Hugo Brito / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Continental
Artista: Black Pantera
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Agora Black Pantera é uma estrela. Quinto álbum da banda mineira de thrash metal e hardcore punk, “Continental” chega ao mundo nesta sexta-feira, 21 de agosto, com a missão de equilibrar a necessidade de acenar para o mercado – flerte perceptível na adesão aos feats, até então bissextos na discografia do trio – com o peso e o ativismo de um trio (re)conhecido pela militância na luta contra o racismo e a injustiça social.
A grande notícia é que Chaene da Gama (baixo e voz), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão) escapam ilesos dessa equação.
Com calibrada produção musical de Rafael Ramos, o álbum “Continental” soa como o sucessor natural do antecessor “Perpétuo” (2024), disco de sonoridade mais melódica que já soara como sequência esperada do álbum anterior “Ascensão” (2022), que, fazendo jus ao título, elevou o status e a popularidade do Black Pantera na cena do rock pesado, fazendo inclusive o grupo intensificar a agenda internacional iniciada em 2016.
Para quem quer o peso do metal hardcore, ele está todo lá, na veloz faixa “Yasuke”, na música-título “Continental” – faixa que abre o disco com fala em que o geógrafo Milton Santos (1926 – 2001) situa a América Latina com um território de resistência à opressão dos colonizadores europeus – e em “Obsoleto”, música de furiosos um minuto e 42 segundos gravada com a adesão do cantor Derrick Green. Derrick é o vocalista gutural da banda mineira Sepultura, referência inevitável para o trio formado em 2014 em Uberaba (MG), como evidencia a gravação de “Negusa nagast”, faixa de sólida base percussiva e guitarra incandescente.
A banda Black Pantera aborda temas como racismo e ancestralidade nas letras das músicas autorais do álbum ‘Continental’
Hugo Brito / Divulgação
Do naipe de feats, a presença de Chico César – artista também (re)conhecido pela militância – se afina com o balanço afro-caribenho de “Banzo”, música que exemplifica a habilidade do Black Pantera para ir além do universo do hardcore metaleiro sem se afastar do universo temático da banda. “Eles não entendem a nossa raiva, eles não conhecem a nossa dor”, bradam Chico e Chaene da Gama na faixa mais surpreendente do álbum “Continental”.
Da mesma forma, a voz de Sandra Sá se harmoniza com a louvação da ancestralidade do povo preto em “Quando canto”. Já a breve intervenção falada de Duquesa em “Serotonina” soa quase decorativa nesta faixa de peso e discurso direto.
Assunto recorrente no discurso ativista do Black Pantera, o racismo cotidiano sofrido pelo povo negro é abordado nos versos de “Hórus” – faixa apresentada em 31 de julho como segunda amostra do álbum “Continental”, sucedendo o single inicial “Start the game”, lançado em 13 de julho. Já “W.P.P.” – sigla para white people problem – escancara e denuncia os privilégios brancos na sociedade racista.
Contudo, “Continental” é álbum sem lamentos em que a banda Black Pantera expõe dores e injustiças de cabeça erguida, pronta para o combate, com a notória altivez. “Punhos cerrados”, aliás, é sintomaticamente o nome da faixa thrash metal que encerra o álbum “Continental” com som, fúria e refrão matador, mostrando que o trio Black Pantera continua atento e forte neste momento de auge.
Seja no dominante peso thrash de músicas como em “Sic mundus”, seja evocando a atmosfera do punk dos anos 1980 em “Velho jeans rasgado”, Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo Pancho não fogem à luta.
Capa do álbum ‘Continental’, da banda Black Pantera
Arte de Ramon Álvaro (Beeboy)

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza revela que está noiva de Luis Ribeirinho: ‘Sim, para sempre’


Luísa Sonza é pedida em casamento por Luis Ribeirinho
Reprodução/Instagram
Luísa Sonza publicou, nesta sexta (21), que está noiva do português Luís Ribeirinho. “Sempre foi você. Sim, pra sempre!”, escreveu a cantora.
“Noiva”, comentou Luís. Além dele, amigos da cantora como Virginia Fonseca, Pedro Sampaio e até Demi Lovato parabenizaram o casal.
Luis Ribeirinho comenta em post de Luísa Sonza
Reprodução/Instagram
Luísa, de 28 anos, está com Luís, de 30 anos, desde o fim de 2023. A cantora assumiu o namoro nas redes sociais no início de 2024 e eles vivem um relacionamento discreto desde então.
Natural do Porto, em Portugal, Luís é médico e já teve experiência como modelo. Segundo o perfil de Ribeirinho, ele está no sexto e último ano de residência de cirurgia plástica.
Luísa Sonza e Luis Ribeirinho publicam foto de anel
Reprodução/Instagram/luisasonza
Luis Ribeirinho pde Luísa Sonza em noivado
Reprodução/Instagram/luisasonza
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja as imagens de Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’


Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Divulgação/Prime Video
Foram divulgadas as primeiras imagens do ator Ícaro Silva como Robinho para a segunda temporada da série “Tremembé”. O ex-jogador condenado por estupro coletivo cumpriu mais de um ano de sua pena na P2 de Tremembé (SP), conhecida como o “presídio dos famosos”.
➡️ O judiciário italiano sentenciou o Robinho a nove anos de prisão, em regime inicialmente fechado. O ex-jogador cumpre a pena no Brasil após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir que ele deveria cumprir no país a sentença a qual foi condenado em 2022.
Robinho deixa ‘Presídio dos Famosos’ em Tremembé
As fotos mostram o personagem em uma partida de futebol no presídio. A segunda temporada dará continuidade à trajetória de detentas como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, acompanhando os desdobramentos de suas vidas nos regimes fechado e semiaberto após os acontecimentos retratados na primeira temporada.
Giovanna Antonelli e João Vicente de Castro também entram para o elenco da série. Eles vão interpretar Dominique Scharf e Thiago Brennand, respectivamente.
Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Prime Video/Kelly Fuzaro/Divulgação
Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Prime Video/Kelly Fuzaro/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Klara Castanho mostra transformação para viver Maiara em filme sobre Marília Mendonça; veja fotos


Klara Castanho
Reprodução/ RBS TV
Klara Castanho deu um gostinho do visual que terá em “Marília”, cinebiografia de Marília Mendonça com previsão de lançamento para 2027.
Nas redes sociais, a atriz de 25 anos publicou imagens em que aparece caracterizada como Maiara, da dupla Maiara & Maraisa, uma das artistas que fizeram parte da história da cantora (veja imagens ao fim da matéria).
O longa pretende apresentar diferentes momentos da vida de Marília, que morreu aos 26 anos, em 2021, após um acidente aéreo.
A narrativa deverá passar pela adolescência da artista, período em que ela cantava na igreja e começava a se destacar como compositora, até a consolidação de sua carreira e o enorme sucesso alcançado na música sertaneja.
Isis Valverde e João Guilherme estarão no elenco
Agora no g1
Além da personagem interpretada por Klara, o filme terá outros personagens baseados em pessoas que estiveram próximas de Marília ao longo de sua trajetória profissional e pessoal.
Entre os nomes anunciados para o elenco estão Sophia Valverde, João Guilherme e Marcelo Serrado.
Ao compartilhar os registros da caracterização, Klara celebrou o andamento do projeto e revelou a expectativa para que o público conheça o resultado do trabalho.
Veja fotos da caracterização
A transformação de Klara Castanho em Maiara para “Marília”.
Reprodução/Instagram/Klara Castanho.
Klara Castanho compartilha bastidores da caracterização como Maiara.
Reprodução/Instagram/Klara Castanho.
Klara Castanho surge caracterizada como Maiara para filme sobre Marília Mendonça.
Divulgação/Instagram/Klara Castanho.
Klara Castanho revela visual como Maiara para longa sobre Marília Mendonça.
Divulgação/Instagram/Klara Castanho.

Fonte: G1 Entretenimento

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The Town confirma datas da edição de 2027


Katy Perry no 5º dia de The Town
Fabio Tito/g1
O The Town confirmou a próxima edição para os dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027. As datas foram anunciadas nesta sexta (21), em uma reunião entre a Rock World e a prefeitura de São Paulo.
Criado em 2023 como um equivalente paulista do Rock in Rio, o The Town já recebeu artistas como Bruno Mars, Katy Perry e Foo Fighters.
Segundo a organização, as duas edições do festival reuniram 925 mil pessoas e geraram um impacto superior a R$ 4,1 bilhões na economia paulista.
RELEMBRE: G1 elege os melhores e os piores shows do The Town 2025
G1 elege os melhores e os piores shows do The Town 2025 #g1nothetown

Fonte: G1 Entretenimento

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Meghan Markle deve voltar a atuar após quase uma década, diz revista


A duquesa de Sussex, Meghan Markle, e príncipe Harry do Reino Unido em foto de 25 de outubro de 2019
Reuters/Arquivo
Meghan Markle deve voltar a atuar após quase dez anos de sua saída de “Suits”, segundo informações da revista People. A duquesa de Sussex deixou a série em 2017 após anunciar seu noivado com o Príncipe Harry.
A notícia sobre um novo e importante projeto de atuação de Meghan Markle surge logo após a informação de que ela e o Príncipe Harry voltarão a viver no Reino Unido, seis anos após a saída ter provocado uma profunda ruptura com a família real britânica.
Os dois “planejam deixar os Estados Unidos até o fim do mês para se estabelecer em uma residência privada, sem vínculo com a realeza, que estaria localizada nos arredores de Londres”, informou o jornal The Daily Telegraph na noite de quarta-feira (19).
De acordo com a People, representantes de Markle se recusaram a comentar sobre a possibilidade do projeto, mas não negaram a informação. Ainda não há informações sobre o que seria o trabalho.
Uma correspondente da área da realeza do news.com.au informou ao programa “Today”, da BBC Radio 4, que o projeto “é algo significativo, e ela está muito empolgada com isso”.
Em “Suits”, Meghan Markle interpretava Rachel Zane no drama de advocacia, no qual ascendeu do posto de assistente à advogada. A personagem era noiva de Mike Ross, vivido por Patrick J. Adams.
A atriz, que integrava a série desde 2011, finalizou suas filmagens na sétima temporada, que foi ao ar em 2018.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Filme chinês de baixo orçamento viraliza e arrecada R$ 15 milhões em bilheteria


Uma criança observa um cartaz promocional do filme de animação chinês “Niu Lai”, exposto junto com outros cartazes de filmes em um cinema em Pequim.
AP Photo/Andy Wong
Com pouco dinheiro e nenhuma experiência prévia em animação, mãe e filho transformaram “Niu Lai” em um fenômeno de bilheteria na China. A animação chinesa de baixo orçamento sobre uma vaca arrecadou 20 milhões de yuans (o equivalente a R$ 15 milhões) nas bilheterias, depois de viralizar na internet, segundo o “The New York Times”.
Desde o início, “Niu Lai” foi uma produção discreta, que quase não recebeu publicidade antes de seu lançamento no início deste mês. Com a popularidade do filme, os cinemas adicionaram sessões extras em resposta à crescente demanda.
O filme é uma fábula sobre um pequeno bezerro chamado Niu Lai aprendendo a andar. Nos dez primeiros dias, o filme vendeu apenas 300 ingressos, mas a história mudou quando ele se tornou assunto nas redes sociais após os espectadores publicarem imagens da animação.
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Mãe e filho por trás do fenômeno
Criado pelo diretor Xin Yumeng e por sua mãe, Sun Lifang, o filme foi feito por uma dupla sem qualquer experiência anterior em animação. Yumeng trabalhava como designer de interiores, enquanto Sun aprendeu a escrever roteiros para ajudar o filho a tirar o projeto do papel.
De acordo com o “The New York Times”, Xin não respondeu aos pedidos de entrevista e não fez declarações públicas desde que seu filme se transformou em sucesso viral. Em entrevista a um podcast concedida antes da estreia, ele disse ter se inspirado nos desenhos animados que assistia quando criança e em filmes de animação.
Filme ‘Niu Lai’ arrecada R$ 15 milhões nas bilheterias
Reprodução
Segundo o diretor, ele não utilizou ferramentas de inteligência artificial porque elas ainda não estavam disponíveis quando iniciou o projeto, em 2021. Xin contou ainda ter comprado equipamentos de segunda mão, discutido o roteiro com a mãe, que também compôs a trilha sonora do filme, e passado inúmeras noites trabalhando na produção.
Questionado sobre a ausência de divulgação, respondeu: “Sinceramente, para um filme como o meu, não faz sentido fazer nada disso. Devemos simplesmente lançá-lo. Quanto a saber se o público e o mercado vão aceitá-lo, só o tempo dirá.”

Fonte: G1 Entretenimento