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Patrick Muldoon, ator de ‘Tropas Estelares’, morre aos 57 anos


Ator Patrick Muldoon morre aos 57 anos
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O ator e produtor Patrick Muldoon morreu no último domingo (19), aos 57 anos, após sofrer um ataque cardíaco em sua residência em Beverly Hills.
O artista, que dividia a casa com a namorada Miriam Rothbart, chegou a fazer uma aparição pública recente durante o Saturn Awards, em março de 2026.
Natural da Califórnia, Muldoon era um rosto conhecido da televisão norte-americana desde o início da década de 1990, tendo iniciado a carreira ainda enquanto estudava na USC, onde também jogava no time de futebol americano Trojans.
Carreira
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Entre seus papéis mais emblemáticos estão Austin Reed, na novela “Days of Our Lives”, e o vilão Richard Hart, na série “Melrose Place”.
Patrick Muldoon no set de gravações
Redes sociais
No cinema, marcou uma geração como o personagem Zander Barcalow na ficção científica “Tropas Estelares” (1997), dirigida por Paul Verhoeven.
O artista também consolidou uma carreira de sucesso nos bastidores como produtor executivo em filmes como “Marlowe” e “Arkansas”.
Ele estava envolvido nas filmagens de “Kockroach”, projeto estrelado por Chris Hemsworth e Taron Egerton, e aguardava o lançamento do thriller policial “Dirty Hands”, previsto para chegar às telas ainda este ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco faz feats com Jota.Pê, Caetano Veloso, Chico Buarque, Tiago Iorc e Mart’nália no álbum dos 80 anos


João Bosco grava a partir de maio o álbum ‘Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos’
Victor Correa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ João Bosco começa a gravar em maio um álbum de duetos em que regrava as principais músicas do cancioneiro autoral em feats com Bruna Black, Caetano Veloso, Chico Buarque, Jota.Pê, Ivete Sangalo, Mart’nália, Mestrinho, Tiago Iorc e Zeca Pagodinho, entre outros nomes.
Um dos projetos idealizados para celebrar as oito décadas de vida do artista mineiro, nascido em 13 de julho de 1946, o álbum se chamara “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”, reproduzindo no título o nome da música da parceria de João Bosco com Aldir Blanc (1946 – 2020), lançada em 1974 na voz da cantora Maria Alcina. A gravação do primeiro dueto, com Zeca Pagodinho, está agendada para 19 de maio.
O cantor, compositor e violonista começará a gravar o álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos” após a turnê que fará pelos Estados Unidos de 25 de abril a 6 de maio, apresentando o show que abre as comemorações dos 80 anos do artista.
Antes desse álbum de feats, que será editado pela gravadora Som Livre, João Bosco lançará em junho “Horda”, outro disco idealizado para integrar as celebrações do 80º aniversário do cantor.
Gravado na Alemanha, o álbum “Horda” é o segundo projeto fonográfico de Bosco com NDR Bigband, orquestra de Hamburgo, conceituada no universo do jazz europeu. O primeiro, “Senhora do Amazonas”, foi lançado em 2008.
Em “Horda”, João Bosco recria músicas do próprio repertório com a moldura orquestral da NDR em arranjos do trombonista brasileiro Rafael Rocha, regente da gravação.
Paralelamente, nas brechas da agenda, o artista já vem compondo – sem pressa e sem pressão – para um futuro álbum com músicas inéditas ainda sem prazo para ganhar forma em estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Entenda motivos para divas pop controlarem discursos e evitarem imprensa – e suas consequências


Anitta aparece em meio à natureza nas imagens do vídeo-teaser em que revela os nomes das faixas do álbum ‘Equilibrium’
Reprodução / Vídeo ‘X’ Anitta
A divulgação de um álbum inclui algumas fases-chave. Entre elas, estão a audição do trabalho e a crítica por parte de profissionais especializados.
Mas, nos últimos anos, essa fórmula vem passando por transformações. Recentemente, Anitta e Luísa Sonza, duas das maiores estrelas do pop nacional, lançaram álbuns que contaram com raras entrevistas para veículos selecionados a dedo e audições voltadas para fãs.
O que esse tipo de atitude diz sobre o movimento de carreira das estrelas do pop? O g1 explica.
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Antes de tudo, vale destacar que essa decisão tem inspiração internacional. Avessas a entrevistas, artistas como Beyoncé e Taylor Swift adotaram estratégia semelhante em seus trabalhos mais recentes.
No Brasil, esse conceito mais “blindado” vem crescendo entre os principais artistas do gênero.
Falando de audições, Anitta apresentou seu novo álbum em uma sala de cinema em Salvador, na Bahia, apenas para fãs.
Já Luísa Sonza fez um evento em que, entre os convidados, estavam jornalistas, influenciadores e admiradores da cantora.
Essa dinâmica gera distorções. Isso porque:
Assim que saem das audições, os fãs soltam suas impressões que, via de regra, são positivas, com muitos elogios e adjetivos;
E, para além dos fãs, páginas vinculadas aos artistas, remuneradas ou não, reforçam os elogios.
Em contraponto, os textos dos jornalistas não necessariamente vai ser elogioso. E isso não faz dele um hater, que vai ouvir o trabalho de um artista na intenção de falar mal.
A ideia principal é que, ao ter contato com a obra, o crítico consiga entender melhor o trabalho e ter uma condição melhor de dialogar com o artista, conseguindo ser o mais honesto possível na sua análise.
Luísa Sonza na capa de ‘Brutal Paraíso’, quinto álbum de estúdio
Reprodução
A crítica como principal atingida
A divulgação do trabalho com esse controle da narrativa tem como principal resultado reduzir o trabalho crítico. Escrever sobre um projeto musical demanda tempo, inclusive, para absorver aquela obra, e entender as referências e caminhos que o artista tentou seguir.
Ao evitar o acesso à ele com antecedência sob a prática comum de embargo e oferecer esse trabalho para simpatizantes, os artistas conseguem ter um maior controle sobre o que é dito da sua própria obra.
E parte do reforço desse controle também está nas entrevistas – ou na falta delas.
Nesse contato com a imprensa, muitas vezes, o artista é questionado sobre seu trabalho criativo e tem sua obra (e, consequentemente, sua vida) destrinchada, com perguntas que podem parecer incômodas.
Anitta, por exemplo, barrou o jornal “Folha de S. Paulo” de “eventos e entrevistas coletivas” após se irritar com uma pergunta feita por um jornalista do veículo em 2024.
Ao mesmo jornal, Sonza disse: “Não falo mais com quem me critica, falo com quem me aplaude”.
E esse movimento de bolha não fica longe da visão dos fãs. Ludmilla, por exemplo, foi criticada no X (antigo Twitter) por não desenvolver melhor seu último álbum, “Fragmentos”. E ela respondeu:
“Pessoal, eu tô 100% ciente de que eu devo algumas informações pra vocês, mas muito em breve nós vamos sentar juntos pra eu atualizar vocês!”.
À época do lançamento, Ludmilla deu raríssimas entrevistas. Momento, talvez, que poderia ter explorado o que imaginava para o álbum.
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Todo artista tem o direito de falar com quem quiser, no momento que achar adequado.
Mas a consequência desse movimento de repulsa pelo trabalho da imprensa é uma visão pouco crítica do próprio trabalho. Ter uma visão múltipla da obra e análises que consigam ir além da adjetivação pode mostrar o quão complexo é um trabalho artístico.
Não cabe à crítica ofender ou xingar. Mas cabe fazer análises e perguntas que, por vezes, podem desagradar ou incomodar.
Fim do mediador
Tirar a imprensa do papel de mediador do discurso é algo que, com as redes sociais, se tornou frequente. Mostramos como isso pode ser ruim, mas existem bons exemplos.
Anitta, em “EQUILIBRIVM”, publicou um faixa a faixa, explicando a construção de cada uma das músicas. São vídeos curtos, a maioria de até 1min30seg, mas que são bem didáticos.
É um grande acerto da cantora que, mesmo sem um contraponto ali, consegue se comunicar direto com o público, seja ele fã ou não, que quer entender melhor seu trabalho.
No fim das contas, o importante é espalhar a mensagem da forma mais sincera possível.

Fonte: G1 Entretenimento

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Strokes faz protesto no Coachella contra EUA e Israel


Cena do final da apresentação do The Strokes no Coachella no sábado (18)
Reprodução
A banda The Strokes encerrou seu show no festival Coachella, no sábado (18), com mensagens de protesto contra as intervenções políticas dos Estados Unidos em países estrangeiros, com críticas a Israel e ao governo Trump.
Durante a música “Oblivius”, a última da apresentação, o telão de LED mostrou fotos e frases citando o envolvimento dos EUA e da CIA (agência de inteligência norte-americana) na política de diversos países. A letra da canção pergunta: “De que lado você está?”.
No final, as imagens mostraram dados do Ministério de Ciência e Tecnologia do Irã afirmando que mais de 30 universidades iranianas foram atingidas desde os ataques dos EUA e de Israel ao país.
As cenas foram seguidas por um clipe da Universidade de Al-Israa, a última universidade da Faixa de Gaza, destruída no conflito com Israel em 2024.
Um clipe do momento do protesto durante a música “Oblivius” já tem mais de 4,6 milhões de reproduções na rede social X.
Segundo a “NBC News”, a organização do Coachella não respondeu a pedidos de comentário sobre a apresentação dos Strokes.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Ferramentas de inteligência artificial estão ajudando a compreender a língua dos animais
Oscar Wong via Getty Images
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
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Novos sons
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons “de até 212 kHz”, afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres.
“Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento”, explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.
“Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso”, afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.
“Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar”, contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.
Processamento em tempo real
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.
“Nós executamos o áudio e dizemos: ‘Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'”, explica ele. “E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas.”
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.
“Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes”, sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.
“Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva”, explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.
“Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo”, ele conta.
Tradutor de animais
Além de tentar nos ajudar a entender e prever o comportamento dos elefantes, Jones afirma que a IA poderá ser utilizada para identificar espécies de morcegos a partir dos seus chamados.
“Você treina a máquina, a IA, a identificar a diferença”, explica ela.
“É como treinar [o software] Siri a reconhecer a sua voz. Assim treinamos esses algoritmos a reconhecer espécies de morcegos.”
A IA também está se mostrando promissora para decodificar baleias cachalotes, que se comunicam com cliques.
David Gruber é professor de Biologia da Universidade da Cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Ele também é fundador da Iniciativa de Tradução dos Cetáceos (Ceti, na sigla em inglês).
Observando os padrões e a estrutura dos cliques e empregando ferramentas de IA similares a software de tradução utilizado para linguagem humana, ele conseguiu prever, com algum sucesso, o próximo clique a ser feito pelas baleias cachalotes.
“Existem muitas novas tecnologias que estamos começando a usar”, explica ele.
“Acho que estamos em uma época realmente fascinante, aprendendo cada vez mais elementos do seu sistema de comunicação.”
Seu principal objetivo é construir um tradutor que possa decodificar qualquer sistema de comunicação.
“Haverá necessidade de novas ferramentas e novas formas de observar isso e eles poderão ser aplicados em todas as espécies e também se viermos a encontrar vida em outra galáxia”, afirma Gruber.
Aprender ‘golfinhês’
Mas a possibilidade de que essas ferramentas venham a nos ajudar a estabelecer comunicação de duas vias com os animais já é outra questão.
Quando o assunto é o projeto Ceti, Gruber afirma que o objetivo não é falar com as cachalotes, mas sim ouvi-las.
“De certa forma, já estamos falando com as baleias com os sons dos nossos barcos”, segundo ele.
“Estamos fazendo muito barulho… nosso objetivo é traduzir as vozes delas, da forma mais anônima possível.”
O pesquisador de golfinhos Vincent Janik, da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, fez parte da equipe que venceu o primeiro Desafio Coller Dolittle. Ele alerta contra a tecnologia que promete comunicação com os animais.
Ele nos desafia a pensar no que diríamos aos animais se pudéssemos realmente falar com eles.
“Você quer perguntar qual é a cor favorita deles?”, questiona ele. “Você verá que irá chegar com muita rapidez a esta questão sobre o que se passa na mente deles e como eles representam seu ambiente.”
Ele destaca que não devemos pensar em aprender “golfinhês” da mesma forma que tentamos aprender um idioma estrangeiro.
“Os animais não têm a nossa composição sensorial, não têm a nossa biologia. Por isso, qualquer tipo de comunicação que eles tiverem será diferente.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes canta músicas inéditas com Ana Castela e Simone Mendes na gravação ao vivo de álbum audiovisual


Paula Fernandes grava o álbum audiovisual ’30 & poucos anos’ em show feito na casa Vibra São Paulo na noite de quinta-feira, 16 de abril
Synca / Ian Rassari / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Paula Fernandes seguiu a cartilha dos registros audiovisuais do mercado fonográfico na gravação ao vivo do show “30 & poucos anos” na cidade de São Paulo (SP).
Na noite de quinta-feira, 16 de abril, a cantora e compositora mineira subiu ao palco da casa Vibra São Paulo para apresentar algumas músicas inéditas, rebobinar os maiores sucessos da carreira – como as canções autorais “Meu eu em você” (Paula Fernandes, 2005) e “Pássaro de fogo” (Paula Fernandes, 2009) – e fazer feats com Ana Castela, padre Fábio de Melo, Guilherme & Santiago, Sérgio Reis, Simone Mendes e Zezé Di Camargo. Tudo foi captado para gerar álbum audiovisual gravado com produção musical de Ricardo Lopes.
Paula incluiu três músicas inéditas no roteiro de Bruno Campos. Uma delas, “Circo” (Mari Pinheiro, Diego Ferrari, Alana Porto, Clênio Bruno e Murilo Santos), foi gravada pela artista com Simone Mendes. Composição da própria Paula Fernandes, “Era eu” foi apresentada somente na voz da cantora. Já “Tipo eu sem você” (Mateus Félix e Leo Souzza) foi cantada pela anfitriã em feat com Ana Castela.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como é o dia a dia na favela mais populosa do Brasil? Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade


Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Há cerca de seis anos, um jovem nascido e criado na comunidade decidiu mostrar como é, de fato, o dia a dia na maior favela do Brasil. Sem roteiro, sem produção elaborada e sem romantizar a realidade. Ele grava o que vê. E o que vive. Esse jovem é Ruan Gabriel da Silva Nascimento, mais conhecido na internet como Ruan Juliett.
O que começou como vídeos simples, feitos enquanto ajudava o pai a vender controles remotos em uma barraca na comunidade, virou um retrato cotidiano da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, — contado por quem mora ali.
“Eu vou encontrando as situações e vou gravando. Nada é planejado”, explica.
Mas o que era rotina para ele despertou curiosidade em outros. O influenciador hoje soma cerca de 744 mil seguidores no Instagram e mais de 900 mil no TikTok.
“Assunto não falta. Toda hora tem alguma história, toda hora tem alguma coisa acontecendo”, afirma Ruan.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
Uma comunidade em movimento
Nos vídeos de Ruan, a Rocinha aparece viva, cheia de histórias e personagens.
“Aqui é gente trabalhadora, gente empreendedora”, resume.
Imagens de ruas cheias, motos passando, moradores conversando na porta de casa e crianças circulando pelos becos são parte constante do conteúdo. A moto, aliás, é o principal meio de transporte — tanto para moradores quanto para turistas curiosos em conhecer a comunidade.
“É muita gente para pouca rua”, diz Ruan, explicando que existem milhares de mototaxistas circulando pelo bairro informal.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
Onde a moto não chega, entra em cena outra característica da Rocinha: os becos. Estreitos, íngremes e cheios de degraus, eles conectam casas construídas umas sobre as outras.
“Para passar duas pessoas aqui, tem que ser de lado. É uma por vez”, mostra Ruan enquanto atravessa os caminhos que fazem parte da rotina de quem mora ali.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
Vida real, sem filtro
Os vídeos também expõem as dificuldades estruturais do cotidiano. Idosos que se apoiam nas paredes por falta de corrimão, moradores carregando botijões nas costas, entregas feitas sem endereço formal e mudanças que viram verdadeiras operações de engenharia.
Em um dos conteúdos que mais chamaram atenção, Ruan mostra uma geladeira sendo levada até um apartamento pelo lado de fora da casa, suspensa por cordas, depois que a janela precisou ser retirada.
“A vida aqui é uma verdadeira adaptação. A gente aprende a se virar”, resume.
Segundo ele, tudo vira conteúdo porque tudo revela como é viver ali.
“Escada é conteúdo. Fio é conteúdo. Caixa d’água é conteúdo. Eu quero que a galera viva o que eu vivo”, afirma.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
Mudança possível
Ruan faz questão de dizer que não mostra a favela apenas por mostrar. O objetivo, segundo ele, é quebrar estigmas antigos.
“Antes, quando se falava de favela, era só tiro, porrada e bomba. Eu tento mostrar um Brasil que muita gente nunca parou pra imaginar que existe”, diz.
Mas o influenciador acredita que visibilidade precisa vir acompanhada de transformação. Entre os sonhos, estão melhorias básicas, como mais corrimões, melhor coleta de lixo, casas mais dignas e oportunidades para os jovens da comunidade.
“A vitória tem que ser coletiva”, defende.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
O sucesso que começa em casa
Apesar da projeção nacional, Ruan ainda mora com os pais, em uma casa simples de três cômodos dentro da Rocinha. Foi só entre 2023 e 2024 que ele começou, de fato, a ganhar dinheiro com a internet. O primeiro destino do rendimento foi dentro de casa: trocar eletrodomésticos antigos e ajudar a família.
“Eu sempre dormi no sofá da sala. Meu sonho, quando criança, era ter um quarto”, relembra.
Hoje, o maior objetivo é construir uma casa para os pais — obra que ele também documenta nas redes sociais, mostrando desde a diária do pedreiro até o frete humano, feito no braço, tijolo por tijolo, pelos becos da favela.
A casa ainda não está pronta, mas Ruan não tem pressa. Assim como nas redes sociais, ele segue construindo aos poucos.
“Eu nunca pensei que a minha vida fosse virar conteúdo. Mas é isso. Essa aqui é a minha casa de vidro”, resume.
Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade
Reprodução/TV Globo
Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo:
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 85 anos, Roberto Carlos merece todas as flores em vida


Roberto Carlos completa 85 anos hoje, domingo, 19 de abril, dia em que faz show em Cachoeiro de Itapemirim (ES), cidade natal do artista
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Uma das mais completas traduções do caráter conservador e contraditório do povo brasileiro, Roberto Carlos completa 85 anos neste domingo, 19. A festa será no palco. Como já fez em outros aniversários, o artista capixaba fará show em Cachoeiro de Itapemirim (ES), cidade natal onde veio ao mundo em 19 de abril de 1941, no berço de família de poucos recursos financeiros.
O cantor fará o mesmo show de sempre, da interminável turnê que passou a se chamar “Eu ofereço flores” a partir de março de 2024 para promover a homônima música inédita lançada por Roberto em novembro de 2023.
Sim, há décadas, ao fim de cada apresentação, Roberto Carlos oferece flores para os súditos do cantor entronizado na memória nacional com o epíteto de “Rei”. Mas o fato é que Roberto é que deveria receber todas as flores em vida.
Dono de cancioneiro que totaliza 733 obras, de acordo com levantamento do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Roberto Carlos é um dos maiores cantores e compositores do Brasil de todos os tempos. A música de Roberto sempre tocou o coração do povo brasileiro, mas ele nunca foi devidamente reconhecido pelos críticos de música e pela elite cultural do Brasil na dimensão do talento e da contribuição que deu para a música brasileira.
É fato que Roberto adotou uma imagem cristalizada nos últimos 40 anos. O show é sempre o mesmo. A postura do artista é extremamente conservadora na música e na vida. Contudo, nada nem ninguém apagará o brilho daquelas canções do Roberto. E, nada importa, são bonitas as canções. A maioria delas, ao menos.
A produção do compositor no período de 20 anos que vai de 1964 a 1983 é suficiente para garantir a Roberto Carlos um lugar de honra no panteão da música brasileira. E, nesse sentido, vale em 2026 o escrito em 2021 para saudar os 80 anos do artista.
A música de Roberto Carlos, sobretudo a feita a partir da década de 1970, é o retrato ainda perene de um Brasil tão moralista quanto sentimental e sensual. Um Brasil de fé professada em cultos de diversos credos, mas oficialmente católico, em que pese o crescimento contínuo dos evangélicos. Um Brasil pretensamente liberal que volta e meia se posiciona a favor de retrocessos culturais e sociais. Um Brasil contraditório, enfim.
O fato é que, mesmo conservador, Roberto Carlos soube caminhar da juventude até os 85 anos festejados hoje. Nos anos 1960, Roberto Carlos simbolizou a rebeldia juvenil propagada por rocks de motores alavancados por automóveis possantes, dirigidos na alta velocidade das paixões primaveris.
No reino do iê-iê-iê, Roberto comandou de agosto de 1965 a janeiro de 1968 a Jovem Guarda, movimento pop pretensamente contestador, mas desde o início encampado pelo sistema. O então “Rei da juventude”. ajudou a mudar o comportamento de jovens tachados de “alienados” por ouvirem rock e a música pop exportada para o Brasil pelo mundo então dominado pelos Beatles.
De todo modo, cabe ressaltar que, mesmo no reinado da rebeldia juvenil, os códigos da moralidade jamais foram aviltados por Roberto, encarnação do bom moço de olhar invariavelmente triste estampado nas capas dos LPs. Sem a fama de mau alimentada por Erasmo Carlos (1941 – 2022), parceiro na composição da maior parte da grande obra, Roberto personificou o amante apaixonado que, sensível, sofria por amor.
Finda a Jovem Guarda, Roberto orquestrou transição inteligente para o mundo adulto. A partir de 1969, o cantor flertou com o soul e o funk em momentos inspirados da discografia, mas, acima de tudo, investiu nas baladas românticas, tônica do cancioneiro do artista nos anos 1970.
Nesta década, o romantismo do repertório de Roberto Carlos ficou progressivamente mais sensual – mas sem jamais afrontar a moral e os bons costumes defendidos pelos súditos, tão conservadores quanto o “Rei” que idolatram com inabalável fervor – e passou a conviver com manifestações da fé católica, com canções em defesas do meio ambiente e com eventuais incursões pelo repertório de compositores associados a MPB, como Caetano Veloso, Djavan e Fagner.
Sem se abalar com os ataques das elites culturais representadas pelos críticos, Roberto Carlos segue em 2026 pela mesma estrada que pavimentou a partir de 1970 com extrema coerência ao tratar de temas como amor, sexo e religião. O conservadorismo tão denunciado pelos críticos talvez tenha sido o combustível que impediu o cantor de perder a direção nesse longo caminho rumo a uma imortalidade na história da música brasileira.
Mesmo tendo perdido a conexão com a juventude do Brasil do século XXI, Roberto Carlos é a voz de um país acomodado no berço das tradições. Voz excepcional, a propósito. Não fosse o grande compositor que é (ou pelo menos foi de 1964 a 1983), Roberto Carlos poderia ter se firmado somente como cantor de afinação e emissão exemplares.
Por tudo isso, ofereça as flores em vida a Roberto Carlos nos 85 anos do artista. Ele merece todas as flores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Final do ‘BBB 26’ terá show de Alok e presença de Tadeu Schmidt na casa; saiba mais


Reprodução/TV Globo
A final do “Big Brother Brasil 26” vai ao ar na terça-feira (21), na TV Globo e no Globoplay, com Tadeu Schmidt na área externa da casa, reunião dos ex-participantes no gramado e show de Alok.
A presença de Tadeu na decisão acontece poucos dias depois da morte de seu irmão, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. Na sexta-feira (17), o apresentador abriu o programa com uma homenagem emocionada a Oscar e seguiu no comando da edição.
Depois de 100 dias de confinamento, o último episódio do reality também vai exibir vídeos com alguns dos principais momentos da temporada, antes do anúncio do vencedor.
Alok será o responsável pelo show da noite. Segundo a TV Globo, o setlist inclui “Hear Me Now” e “Meu Pedaço de Pecado”, sucesso de João Gomes.
Tadeu homenageou o irmão na edição de sexta
Na abertura do programa de sexta-feira, Tadeu falou sobre a morte de Oscar Schmidt em um discurso emocionado. Com a voz embargada, disse que fez questão de estar no ar e afirmou que o irmão sempre foi sua maior referência, especialmente pela forma como encarava a profissão e o compromisso com a equipe.
“Hoje é um dia difícil. Nós demos adeus pro meu irmão Oscar, mas fiz questão de estar aqui. Meu irmão, meu maior ídolo, sempre foi minha maior referência em tudo. Principalmente ao que diz respeito ao amor à profissão”, afirmou.
Na sequência, o apresentador lembrou que Oscar nunca deixava os companheiros na mão e disse que o ex-jogador não desfalcava o time “nem com a mão quebrada”.
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O que acontece depois da final
Após o programa, o vencedor e os outros dois finalistas participam do “Bate-Papo BBB”, com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro, no gshow e no Globoplay.
No Multishow, Ana Clara e Ed Gama comandam o “Big Show – A Invasão”, com entrevistas com o campeão e os finalistas. No dia seguinte, às 22h30, os dois apresentam o “Big Show – Reencontro”, com conversa sobre os momentos mais marcantes da edição.
Na quarta-feira (22), às 17h, o gshow exibe o “Prêmio gshow BBB”, com votação do público em categorias como “Maior Rivalidade”, “Entregou Tudo” e “Meme Diversão Garantida”.
Em São Paulo, a decisão também será acompanhada no BBB Experience, no ParkShopping São Caetano, em evento para convidados. O espaço segue recebendo pré-inscrições para o “BBB 27” até 21 de abril.

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz francesa Nathalie Baye morre aos 77 anos

A atriz francesa Nathalie Baye, vencedora de vários prêmios César, morreu aos 77 anos, vítima de uma doença degenerativa, informou sua família à AFP neste sábado (18).
Baye, figura de destaque do cinema francês, atuou em quase 80 filmes e ganhou o César de melhor atriz em quatro ocasiões, incluindo três anos consecutivos entre 1981 e 1983.
Ela morreu na sexta-feira (17) à noite em sua casa em Paris. Ela sofria demência por corpos de Lewy, doença neurodegenerativa que pode perturbar o estado de ânimo, os movimentos e provocar alucinações.
O presidente da França, Emmanuel Macron, prestou homenagem no X e destacou “uma atriz com a qual amamos, sonhamos e crescemos”.
A carreira da atriz registrou um ressurgimento tardio com papéis de grande destaque internacional, como o de mãe de Leonardo DiCaprio em “Prenda-me Se For Capaz” e o de uma aristocrata francesa em “Downton Abbey 2”.
Ela recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza em 1999 por “Uma relação Pornográfica”.
Baye teve um relacionamento de cinco anos com o músico Johnny Hallyday, falecido em 2017, com quem teve uma filha, Laura Smet, que também é atriz.
Nascida em 1948 na Normandia, Baye cresceu em uma família boêmia de pintores. Com dificuldades de dislexia, deixou a escola aos 14 anos e mudou-se para Mônaco para estudar dança.
Ela ganhou prestígio na década de 1970, quando trabalhou com cineastas autorais como François Truffaut, Maurice Pialat e Claude Sautet, e posteriormente nos anos 1980 com Jean-Luc Godard.

Fonte: G1 Entretenimento