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‘Meu irmão era um ídolo’: Tadeu Schmidt se inspirou em Oscar, mas enveredou para o jornalismo para evitar comparações


EUA, Georgia, Atlanta, 26/07/1996. O jogador da Seleção Brasileira, Oscar Schmidt, cansado durante partida contra a seleção da Iugoslávia disputada no estádio Giorgia Dome, na Olimpíada de Atlanta. A Seleção Brasileira perdeu esta partida e não trouxe medalha para o país.
Acervo Estadão Conteúdo
Atual apresentador do “BBB”, Tadeu Schmidt se inspirou no irmão Oscar Schmidt, mas seguiu a carreira jornalística para evitar comparações com o irmão. Astro brasileiro do basquete, Oscar morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.
“Nunca sonhei em ser jornalista. Nunca sonhei em ser médico, dentista. Nunca sonhei exercer uma profissão tradicional. E sempre quis ser atleta. E como meu irmão era um ídolo, sempre achei que seria um ídolo do esporte também”, contou Tadeu em participação no programa “Altas Horas”.
“Fui cortado da seleção brasileira infanto-juvenil [de vôlei]. Aí Oscar falou: ‘não desista, eu também fui cortado da minha primeira seleção’. Só que o Oscar tinha 15 anos e foi cortado da seleção adulta. Foi uma grande decepção e eu achei que eu não ia conseguir ser grande no vôlei como eu gostara de ser. Aí desisti.”
“Continuei jogando por brincadeira, passei anos da minha vida me arrependendo, porque um garoto de 17 anos não tem que parar de fazer nada, tem que começar a fazer as coisas. Felizmente eu consegui me realizar na profissão como jornalista. E hoje sei que sou muito mais feliz fazendo o que faço”, afirmou Tadeu durante conversa com o apresentador Serginho Groisman.
Tadeu também falou sobre o tema em participação no Flow Podcast. Ele revelou que, antes das quadras de vôlei, tentou as de basquete.
“Joguei basquete algum tempo, mas muito pouco quando eu era pequeninho, mas a coisa do Oscar era tão forte, que me afastou do baquete, porque era sempre comparação, e eu não queria aquilo. Então eu eliminei o basquete da minha vida por isso.”
Oscar e Tadeu Schmidt com a mãe deles, Dona Janira, em participação no programa “Estrelas”
Globo/Deborah Montenegro
“Eu ia ser sempre o irmão do Oscar. Aí eu fui jogar vôlei, e: ‘Ah, aquele é o irmão do Oscar’. E normal que é uma forma de identificar a pessoa. O chato é quando parece que você não faz nada. Você só tem qualquer coisa porque é irmão do Oscar.”
Anos depois, em uma postagem nas redes sociais na qual relembrava sua trajetória, Tadeu ainda descreveu: “Antes mesmo de a minha carreira começar, eu sabia que precisava ser quem eu sou. Imagina! Sendo irmão de um herói nacional, eu precisava muito ser eu mesmo. Levei isso como lição para minha vida.”
Em 2019, Tadeu revelou que, enquanto trabalhava como repórter esportivo, nunca quis entrevistar ou falar sobre o irmão. Segundo o apresentador, Oscar era muito briguento e ele não queria criticar a postura do irmão em quadra.”
Tadeu Schmidt explica Sincerão desta segunda-feira (23)
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Everaldo Marques vai ser o narrador dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026


Everaldo Marques vai narrar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026
João Cotta/Globo
Everaldo Marques vai ser o narrador dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, na TV Globo. Ele assume a missão de substituir Luis Roberto, que se afastou da cobertura para tratar uma neoplasia na região cervical.
A equipe das partidas da Seleção vão contar ainda com os comentaristas Ana Thaís Matos, Cristiane Rozeira, Denilson e Junior.
Evê, como o narrador também é conhecido, já assume a cobertura da convocação feita pelo técnico Carlo Ancelotti, que acontece em 18 de maio.
“Narrar os jogos da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo é o sonho de criança, quando eu brincava de narrar partidas de futebol de botão. Então, esse é o topo da montanha e que vou poder realizar agora. Uma oportunidade que chega em circunstâncias que mexem muito comigo”, afirma Marques.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“O Luis Roberto é alguém que eu tenho a felicidade de chamar de amigo há mais de 20 anos. Uma pessoa sempre muito gentil, que me acolheu de uma maneira incrível quando eu cheguei na Globo. Nós conversamos praticamente todos os dias. Enquanto o Luis cuida da saúde eu vou abraçar essa missão e me preparar da melhor maneira possível para estar à altura dessa oportunidade que eu estou recebendo.”
A Seleção entra em campo pela primeira vez na Copa no dia 13 de junho, em partida contra o Marrocos, às 19h (horário de Brasília).
Já o jogo de abertura da Copa do Mundo, que tem início no dia 11 de junho, vai ser narrado por Gustavo Villani na TV Globo. A partida entre México e África do Sul acontece na Cidade do México.

Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Equilibrivm’, Anitta mostra sua melhor versão, mas ainda se atrapalha quando mira no exterior


‘Equilibrivm’: Anitta mostra boa fase, mas perde força em faixas para o exterior
Título: “Equilibrivm”
Artista: Anitta
Nota: 7,5/10
Para além do gospel, fé e música costumam dar liga. Tim Maia teve sua fase “Racional”, Madonna levou a Cabala ao “Ray of Light”… e agora, Anitta trouxe sua espiritualidade para “Equilibrivm”, álbum lançado nesta quinta (16).
Ecoando as crenças da brasileira, o disco tem uma dose de sincretismo: tem um pouco de mantra, referências a crenças indígenas e, principalmente, à religião dela, o Candomblé.
Se hoje ela canta sobre orixás, não é tanto por pioneirismo, mas por continuação de uma história. As rítmicas, cantos e temas da umbanda e do Candomblé são o alicerce do samba, do maracatu, do Carnaval, nos álbuns de Clara Nunes, Os Tincoãs… e mais recentemente, MC Tha, Majur, e por aí vai.
Essa história é longa e não caberia aqui. Mas não dá pra falar de “Equilibrivm” como se ele existisse em um vácuo.
Anitta em imagens de ‘Equilibrivm’, disco lançado nesta quinta (16)
Divulgação
Claro, isso não torna o trabalho de Anitta menos corajoso, em uma época de crescente intolerância religiosa no Brasil. Inclusive porque ela tem proporção e plataforma para fazer até gringo pesquisar o que é terreiro.
O Candomblé inspira boa parte das letras e aparece entre atabaques e detalhes em muitas músicas. Mas não vai soar estrangeiro para quem não é da religião: “Equilibrivm” é, essencialmente, um disco que costura samba, funk e até reggae com uma roupagem pop.
Aqui, a cantora repete uma estratégia que aprendeu com o projeto “Ensaios da Anitta”, ao convidar “faróis” da nova música brasileira, de Melly a Ebony, e mergulhar no estilo de cada um.
A lógica também se aplicou aos bastidores: estão aí produtores habilidosos e em alta, como Janluska e Gabriel Duarte (produtores de Marina Sena e Anavitória), Iuri Rio Branco (Luedji Luna, Liniker, entre outros) e o produtor e DJ Carlos do Complexo.
Com time de peso, Anitta constrói um ótimo início de álbum, um MPB gostosinho e suingado. O grande destaque é “Mandinga”, parceria com Marina Sena. A faixa brinca com “Canto de Ossanha”, do emblemático disco “Os Afro-Sambas”.
O clássico de Baden Powell & Vinicius de Moraes aparece várias vezes em forma de sample e interpolação e, ainda assim, a parceria de Anitta e Marina constrói um caminho próprio e charmoso.
Anitta em imagens de ‘Equilibrivm’, disco lançado nesta quinta (16)
Divulgação
Mas ao chegar na metade do álbum, Anitta “se lembra” do público internacional e o negócio começa a destoar. É o caso de “Varias Quejas”, versão em espanhol da música do Olodum – apesar dessa versão estar mais para a do Gilsons.
O arranjo não reaproveita os traços mais fortes da original, o que é uma pena. A percussão do Olodum era justamente o que criava um clima de gira, que teria tudo a ver aqui.
“So Much Love” não acrescenta e “Pinterest”, sambinha água com açúcar, menos ainda. No meio de um disco sobre o sagrado, uma música com nome de rede social soa como uma “publi” abrupta. Também não ajuda ter a letra em espanhol.
Esse pedaço do disco é aquém do resto e mostra um sintoma da carreira da Anitta. Desde que ela começou a mirar na exportação, vieram muitos projetos irregulares, de quem tinha como prioridade agradar um mercado.
Mas não precisa abrir mão da identidade dela pra isso. Basta ver “Choka Choka”, com ninguém menos que Shakira. É um baita funk, em que as duas brincam de intercâmbio: enquanto a brasileira canta em espanhol, a colombiana arrisca um português.
Anitta em imagens de ‘Equilibrivm’, disco lançado nesta quinta (16)
Divulgação
Aliás, é na mistura de funk com os elementos de pontos – o tal do macumbeats – que “Equilibrivm” fica mais potente. A música “Meia Noite” é excelente nisso: a versão de estúdio deixa o batuque e o coro crescerem e o resultado é hipnótico.
Se o conjunto inteiro ousasse assim, seguindo um pouco menos as fórmulas do pop radiofônico, seria um grande disco. Ao todo, o álbum está longe de soar mal, mas é muito menos arriscado no som do que na proposta.
Mesmo com momentos que destoam, “Equilibrivm” ainda é o álbum mais interessante da carreira de Anitta. Assim como no ótimo “Funk Generation”, Anitta mostra que sua melhor versão é a que olha para as próprias raízes. Porque quando um artista tem fé e paixão pelo que faz, a gente sente do outro lado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Natalie Portman anuncia que está grávida pela terceira vez


A atriz Natalie Portman posa para fotógrafos no lançamento do filme ‘Vox Lux’, na 75ª edição do Festival de Veneza, em Veneza, na Itália
Kirsty Wigglesworth/AP
Natalie Portman está grávida do terceiro filho. A atriz, de 44 anos, fez o anúncio, nesta sexta-feira (17), em entrevista à revista “Harper’s Bazaar”. Ela é casada com o produtor musical francês Tanguy Destable.
“Tanguy e eu estamos muito animados. Estou muito grata. Sei que é um privilégio e um milagre”, afirmou a atriz à publicação.
Portman é filha de um médico especialista em fertilidade. “Cresci ouvindo sobre como é difícil engravidar”, observou. “Tenho tantas pessoas que amo que passaram por muita dificuldade com isso que também quero ser respeitosa em relação a esse tema. É algo tão bonito e alegre, e ao mesmo tempo não é algo fácil.”
A atriz tem dois filhos de seu casamento anterior com o coreógrafo Benjamin Millepied: o filho Aleph, de 14 anos, e a filha Amalia, de 9.
Na entrevista, Portman disse que está se sentindo ótima. “Tenho mais energia do que imaginava”, afirma, observando que esta gravidez é semelhante às anteriores. Ela conta que está nadando e fazendo gyrotonic para “se manter forte” e passando muito tempo com os filhos, “o que é sempre o melhor”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Single triplo ao vivo captura Gal Costa em anos de discos menores em que a ‘voz tamanha’ nunca se apequenou


Gal Costa (1945 – 2022) em momento de sintonia com o violonista Luiz Meira
Acervo pessoal Luiz Meira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Eu vim da Bahia / Azul / Força estranha
Artista: Gal Costa (feat. Luiz Meira)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Os anos 2000 foram desafiadores para Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022). A década foi atravessada pela cantora com álbuns de menor ambição artística – editados por gravadoras nacionais de pequeno porte como a MZA Music, a Indie Records e a Trama – e com shows de menor repercussão.
Gal somente recuperaria a plena forma artística a partir de 2011 com o álbum “Recanto”, idealizado por Caetano Veloso justamente para repor a artista no devido lugar de uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos.
Nem por isso o cristal de Gal deixou de brilhar fora do holofotes e do hype. Shows de voz e violão, feitos pela cantora com o violonista Luiz Meira, mostravam que ela, a voz, ainda estava lá, luminosa, sagaz, singular.
Álbum póstumo previsto para ser lançado no fim de maio, em edição viabilizada através de parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music, “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” flagra a cantora nesse período que gerou discos e shows de menor importância na música brasileira e na história da própria Gal Costa.
O álbum registra show apresentado por Gal com Luiz Meira em 22 de maio de 2003, no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), cidade natal da artista, dentro de projeto intitulado “Vozes do Brasil”.
O roteiro harmonizou sucessos de Gal com músicas do então último álbum da cantora, “Gal bossa tropical” (2002), disco irregular feito pela artista na gravadora MZA Music, criada e dirigida por Marco Mazzola, produtor musical do álbum de 2002 e do álbum póstumo de 2026.
De “Gal bossa tropical”, a cantora incluiu no show canções como “Onde Deus possa me ouvir” (2002) e “Quando eu fecho os olhos” (2002), músicas então inéditas dadas a Gal pelos compositores Vander Lee (1966 – 2016) e Chico César, respectivamente, além de “Socorro” (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994), música lançada na voz de Cássia Eller (1962 – 2001), mas popularizada a gravação de Gal, um dos poucos acertos do álbum “Gal bossa tropical”.
Aperitivo do álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”, o single triplo “Eu vim da Bahia” / “Azul” / “Força estranha” reitera que Gal nunca dependeu do hype dos críticos para brilhar em qualquer tempo ou lugar.
Samba de Gilberto Gil gravado por Gal no primeiro single da cantora, em 1965, “Eu vim da Bahia” é o destaque do single pela divisão manemolente do canto de Gal, infinitamente mais extrovertido do que a voz da cantora ainda tímida de 1965. Gal surfa no ritmo do samba.
Se em 1965 Gal ainda pareceu no casulo, em 2003 ela voava livremente –em fina sintonia com o violão de Luiz Meira – pelos tons sinuosos de “Azul” (1982), canção de Djavan que apresentara ao Brasil no álbum “Minha voz” (1982).
Disponível a partir de hoje, 17 de abril, esse single mostra que, os álbuns e shows podem até terem sido eventualmente menores naqueles anos 2000, mas a voz tamanha ouvida e citada em “Força estranha” nunca se apequenou…
Capa do single ‘Eu vim da Bahia / Azul / Força estranha’, de Gal Costa feat. Luiz Meira
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #332 – Marina Lima e sua trajetória fullgás entre muita música, letra e dança


Marina Lima esteve no g1 Ouviu em 17 de abril e falou sobre seu novo álbum, o “Ópera Grunkie”, que tem em seu primeiro ato, uma homenagem ao irmão, o poeta Antônio Cícero, morto em 2024.
“Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, afirmou.
A cantora também comentou sobre a crítica feita pelo jornal “Folha de São Paulo”, que definiu o disco como o pior de sua carreira. Segundo a cantora, esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem.
“O que me chocou foi compararem meu trabalho atual com músicas feitas há 40 anos. O mundo mudou. Eu não fiquei parada no tempo”.
Marina Lima sobre críticas a novo álbum: ‘Me chocou’
Durante o bate-papo, a cantora também refletiu sobre o repertório de outros nomes populares do gênero. “Não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou.
“Não fico buscando gente mais nova para me associar. Eu busco ouvir gente mais nova para eu achar que ainda tenho alguma liga com coisas mais novas. Alguns assuntos são eternos”, concluiu.
Ao falar sobre outras artistas, ela ainda exaltou o impacto cultural de Anitta e a liberdade estética trazida pela artista. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou.
Marina Lima sobre ser ‘o homem’ de ‘Mesmo Que Seja Eu’: ‘Me interessa subverter a ordem’
Na conversa, Marina ainda falou sobre a amizade de mais de 40 anos com Fernanda Montenegro e a importância da atriz em sua vida.
“Eu não quero minha velhice seja idiota. Isso foi dito para mim pela Fernanda Montenegro, a mulher que mais me ensinou coisas. Ela me dá dicas para superar coisas que não estou entendendo”.
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Marina Lima no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1
Marina Lima no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1
A cantora e compositora Marina Lima em entrevista ao podcast g1 Ouviu no dia 16 de abril de 2026
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #331 – Tiago Iorc troca likes, memórias e experiências, e se prepara para turnê comemorativa


Tiago Iorc esteve no g1 Ouviu em 14 de abril e falou sobre o álbum comemorativo “Troco Likes – 10 anos”. Nele, o cantor regravou as faixas lançadas no disco de de 2015 com participações especiais como Iza, Lauana Prado, Ney Matogrosso, Menos é Mais, entre outras.
“Foi um álbum que abriu muitas portas para mim, que possibilitou muitos encontros”, afirmou o cantor.
Sobre críticas que ele estaria se ancorando na nostalgia, ele disse que “todo mundo vai ter uma opinião sempre”, mas não vê dessa forma.
“Eu me via negando meu passado, negando a minha história, porque eu achava que tinha que estar sempre me reinventando. E eu acho, na verdade, muito bonito e inventivo celebrar os artistas que tão chegando. Acho isso uma evolução pessoal minha”, disse.
Tiago Iorc analisa ‘régua’ para performance de artistas homens e artistas mulheres
Durante o bate-papo, o cantor também relembrou sua trajetória e o momento em que recebeu o convite para gravar sua primeira música, depois de um compartilhamento informal entre amigos.
“Fiquei apavorado. Não tinha muita clareza de que queria ser compositor, mas a música era boa”, falou ele, citando a faixa “Nothing But A Song”, que foi trilha da novela “Malhação”.
“No ‘Troco Likes’, eu fiquei mais seguro em fazer um álbum todo em português. Depois, disso, começou um mergulho na minha brasilidade. Hoje, eu penso muito mais em português do que em inglês para compor. Eu adoro me descobrir cada vez mais brasileiro”, falou.
O músico disse que sentia que tinha potencial, mas tinha uma síndrome do impostor.
“Ainda assim, sempre senti que havia alguma coisa me ajudando. Gosto de confiar nas minhas escolhas, mas sei que existem mais coisas do que é compreensível. Sinto que é uma grande bênção, que vem do propósito. Há uma função em tudo isso, que é ajudar as pessoas a sentirem, a se conectarem com seus sentimentos”, disse.
Tiago Iorc fala sobre críticas a regravação do álbum “Troco Likes”
Na conversa, ele também relembrou o momento em que decidiu fazer uma pausa na carreira. “Eu subia no palco sem tesão, eu não conseguia dormir… falei: ‘Acho que quero fazer outra coisa da minha vida’. Eu saí do Brasil, porque estava muito em voga aqui no Brasil. Eu fugi, queria uma desimportância. Fiquei seis meses tentando resgatar o fio da meada”.
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Tiago Iorc é convidado do g1 Ouviu desta terça (14)
Kaique Mattos/g1
Tiago Iorc no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tentamos ser os melhores pais’: Victoria Beckham dá primeira declaração sobre briga com o filho Brooklyn


Da esquerda para a direita: Cruz, Harper, David, Victoria, Romeo, Brooklyn e Nicola Peltz Beckham, em 2022
Getty Images
A estilista e ex integrante da banda Spice Girls Victoria Beckham afirmou que ela e o seu marido, o ex-jogador David Beckham, “sempre tentaram ser os melhores pais possíveis”, em sua primeira resposta pública após o filho mais velho do casal, Brooklyn Peltz Beckham, expor publicamente um desentendimento dentro da família.
Brooklyn publicou, em janeiro (19/1), um longo comunicado no Instagram, no qual acusou os pais de tentarem “arruinar” seu relacionamento com a esposa, Nicola Peltz, e de basearem o amor familiar na promoção pública da “marca Beckham”.
Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, Victoria disse: “Acho que sempre — nós amamos muito nossos filhos… Nós sempre tentamos ser os melhores pais possíveis. E, sabe, estamos sob os holofotes há mais de 30 anos, e tudo o que sempre tentamos fazer foi proteger nossos filhos e amá-los.”
Victoria desejou feliz aniversário a Brooklyn nas redes sociais no mês passado (4/3), mas a entrevista marca seu primeiro comentário direto sobre o desentendimento familiar.
Em um comunicado de seis páginas publicado no Instagram em janeiro (19/1), Brooklyn deixou claro que a relação com os pais havia se deteriorado, afirmando que se sentiu obrigado a responder depois que eles “continuaram a recorrer à imprensa”.
Segundo Brooklyn, sua mãe “desistiu de fazer o vestido [de casamento] de Nicola de última hora” e “dançou de forma muito inapropriada comigo diante de todos” durante a cerimônia.
Ele também afirmou que a sua família valoriza “a promoção pública e os contratos de publicidade acima de tudo”, acrescentando que “o ‘amor’ familiar é medido por quanto se publica nas redes sociais ou pela rapidez com que se abandona tudo para aparecer e posar em uma foto de família”.
O relato de Brooklyn sobre o seu casamento foi contestado publicamente por alguns dos presentes na cerimônia. O DJ Fat Tony apoiou a versão de Brooklyn sobre a “dança constrangedora” com a mãe, mas o cantor Marc Anthony disse que a forma como os fatos foram apresentados “está longe da verdade”.
David Beckham não comentou diretamente o caso, mas, ao falar de forma geral sobre redes sociais em um painel no Fórum Econômico Mundial, em Davos, pouco depois da declaração de Brooklyn, afirmou que crianças “podem cometer erros”.
As acusações de Brooklyn sobre os pais
Uma das acusações mais explosivas de Brooklyn é que sua mãe, Victoria, teria “sequestrado” a primeira dança do seu casamento com Nicola Peltz. Segundo ele, a dança teria sido planejada “semanas antes” e incluía uma canção de amor romântica.
“Em frente aos 500 convidados do nosso casamento, Marc Anthony me chamou ao palco, onde, segundo a programação, ocorreria minha dança romântica com minha esposa”, relata ele. “Mas, no lugar dela, estava minha mãe, esperando para dançar comigo.”
“Ela dançou ‘sobre’ mim na frente de todos, o que foi muito inadequado. Nunca me senti mais desconfortável ou humilhado em toda a minha vida.”
O que se sabe é que Brooklyn afirma que o incidente foi tão traumático que o casal sentiu que precisava começar de novo.
“Queríamos renovar nossos votos, para poder criar novas recordações do dia do nosso casamento, que trouxessem alegria e felicidade, não ansiedade e constrangimento.”
Ele afirma que sua mãe, que é estilista, havia “cancelado a produção do vestido de Nicola na última hora, sem considerar como ela estava animada para vestir seu modelo, o que a forçou a procurar com urgência um novo vestido”.
As reportagens da época indicam que Nicola, agora com 31 anos, havia se recusado a vestir um dos modelos de Victoria Beckham.
Mas Nicola contou posteriormente ao jornal The Times que, após trocas de mensagens de texto sobre o vestido, sua então futura sogra percebeu que seu ateliê não conseguiria terminar a tempo. Na época, Nicola também negou categoricamente as especulações de que haveria uma rixa.
Por fim, Nicola usou no casamento uma criação de Valentino.
Brooklyn também afirmou que seus pais “pressionaram repetidamente e tentaram me subornar para assinar a cessão dos direitos ao meu nome”, semanas antes da cerimônia.
Não se sabe ao certo a que direitos ele se refere.
Brooklyn afirma que se recusou a concordar com a cessão, o que “afetou a receita e eles nunca mais me trataram da mesma forma desde então”.
Em sua postagem, ele também abordou outro incidente que havia alimentado as especulações sobre a rixa: a ausência dele e da esposa na festa de 50 anos de David Beckham, no último mês de maio, em Londres.
Brooklyn contou que o casal viajou para o Reino Unido, para o aniversário, mas eles foram “rejeitados por uma semana, enquanto esperávamos no nosso quarto de hotel, tentando planejar um tempo de qualidade com ele [David]”.
“Ele [David] rechaçou todas as nossas tentativas, a menos que fosse na sua grande festa de aniversário, com 100 convidados e câmeras por todos os cantos”, segundo Brooklyn.
Ele conta que seu pai “finalmente concordou” em se encontrar com ele, desde que Nicola não estivesse presente.
Brooklyn chamou esta condição de “tapa na cara”, destacando que sua família se recusou a vê-lo em uma viagem seguinte a Los Angeles, nos Estados Unidos.
Uma das acusações mais graves do filho mais velho de David Beckham é que, por trás da imagem minuciosamente cuidada dos Beckham, estão relacionamentos que não são autênticos.
Ele afirma que sua família valoriza “a promoção e a aprovação pública acima de tudo”.
“A marca Beckham vem em primeiro lugar”, escreveu ele, destacando que o “‘amor’ familiar é decidido pela sua quantidade de postagens nas redes sociais”.
“Meus pais me controlaram na maior parte da minha vida”, prossegue Brooklyn. “Cresci com uma ansiedade esmagadora.”
“Pela primeira vez na vida, desde que me afastei da minha família, essa ansiedade desapareceu.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio unem vozes, parcerias, bagagens e vivências cariocas no álbum ‘Nós por nós’


Leandro Fregonesi (à esquerda) e Raul DiCaprio lançam em 15 de maio o álbum ‘Nós por nós’ com 11 parcerias dos cantores e compositores
Flavinho May / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “A vida é nós por nós / É nós por nós / Quando o teu clamor ecoa / No cantar da minha voz / É nós por nós / É nós por nós / Quando o meu clamor ecoa / No cantar da tua voz”, reforçam Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio no canto em uníssono do belo samba “Nós por nós”, alternando os pronomes dos versos para reforçar o traço de união que sustenta o álbum também intitulado “Nós por nós”.
Gravado no Rio de Janeiro (RJ), no primeiro trimestre deste ano de 2026, com produção orquestrada pelos dois artistas, o álbum “Nós por nós” chega ao mercado fonográfico digital em 15 de maio como manifesto de resistência, amizade e admiração mútua desses dois cantores e compositores enraizados no samba do Rio de Janeiro.
No álbum, Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio apresentam onze parcerias (até então nunca gravadas), harmonizadas em “Nós por nós” pelos violões de seis e sete cordas tocados por Vinícius Magalhães. Também autor dos arranjos, Vinicius é creditado e visto na capa do disco na foto de Liz Mara.
Raul DiCaprio (à esquerda) e Leandro Fregonesi (à esquerda) aparecem com o violonista Vinícius Magalhães na foto da capa do álbum ‘Nós por nós’
Liz Mara / Divulgação
Nascido em São Paulo (SP), em março de 1980, o paulista Leandro Fregonesi de Oliveira circulou por Brasília (DF) até se encontrar nas rodas de samba do Rio de Janeiro, habitat natural do carioca Raul de Souza Vidigal, nascido em fevereiro de 1981, cria de Olaria, bairro vizinho de Ramos, onde o partideiro debutante logo começou a frequentar a já mítica roda do Cacique de Ramos.
As vivências dos sambistas pelas rodas cariocas estão impregnadas em músicas como “Arrebol carmim”, “Candeia de mãe”, “Dendê é Mariô”, “Nenhum cofre” e “Tira o samba da gaveta”, cujos versos “Traduz na canção a verdade da vida / A dor, o amor, a ilusão, a ferida / E fala de tudo que o mundo não fala / Porque samba bom é o que o tempo não cala” estão afinados com a ideologia de “Samba do povo”.
Nove dos onze sambas do álbum “Nós por nós” foram compostos somente por Fregonesi e DiCaprio. “Balé de orixá” tem a adesão de Diogo Nogueira na coautoria. Já “Palácio de ralé” – cuja letra inclui os versos “É o morro onde um pedreiro compõe na viola as mais bonitas canções da escola” – também traz as assinaturas de Rafael dos Anjos e Fernando Procópio.
O álbum “Nós por nós” foi gravado, mixado e masterizado pelo engenheiro de áudio Cesar Fadel.
Capa do álbum ‘Nós por nós’, de Raul DiCaprio e Leandro Fregonesi com o violonista Vinícius Magalhães
Liz Mara / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Reinventar’ foi feita para quem? A origem do hit que embalou beijo de Belo e Viviane Araújo na novela


Consuelo (Viviane Araújo) e Misael (Belo) em cena de ‘Três Graças’
Reprodução/TV Globo
Na quarta-feira (15), foi ao ar na novela “Três Graças” um beijo de Misael, interpretado por Belo, e Consuelo, personagem de Viviane Araújo. A canção que embalava o momento era “Reinventar”, um dos maiores sucessos do cantor.
A cena rapidamente viralizou nas redes sociais e no X (antigo Twitter) usuários relembraram uma das maiores fanfics do pagode: a de que o grande sucesso de Belo foi feito para sua ex-esposa, Gracyanne Barbosa.
Porém, a história não é verdadeira.
Belo é o intérprete da canção que tem como compositores três parceiros de longa data do cantor: Wilson Prateado, Jefferson Junior e Umberto Tavares.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O g1 conversou com os três autores e descobriu que a música tem, sim, uma “musa inspiradora”. Mas não é Gracyanne Barbosa, nem Viviane Araújo. É a esposa de Jefferson.
Durante uma briga de casal, Tayana Juliana questionou se o relacionamento iria evoluir de um rolo qualquer para um namoro ou se terminariam naquela hora.
A confusão virou inspiração. A canção, lançada no álbum “Primavera”, de 2009, começa com:
“Diz que já é tarde, que não tem mais jeito / Mas eu não aceito a decisão, do teu coração em partir”
Os compositores Jefferson Junior, Wilson Prateado e Umberto Tavares
Reprodução/Instagram
‘Homenagem’ a Gilberto Gil
Com o início adiantado, Jefferson e Umberto rascunharam mais algumas coisas e decidiram compartilhar o esboço com Prateado.
Umberto e Prateado eram da banda de Belo — o primeiro integrava o time de backing vocals e o segundo era o baixista. No estúdio, Prateado ouviu o que os outros dois amigos tinham escrito e teve uma ideia.
Ele decidiu fazer uma espécie de homenagem a um dos seus ídolos, Gilberto Gil. O baixista e arranjador diz ter feito o refrão inspirado na trilogia “Re”, de Gil, utilizando as palavras recomeçar, reinventar e resplandecer.
A trilogia que Prateado fala é a sequência dos álbuns “Refazenda”, “Refavela” e “Realce”, lançados em 1975, 1977 e 1979, respectivamente. O trecho ficou assim:
Recomeçar sem me esconder, atrás de um ditador existe um grande amor /Eu sempre fui apaixonado por você / Reinventar, resplandecer o que não apagou /Em mim, nada mudou, eu sei que o sonho ainda pode acontecer.
Hino do pagode
“Reinventar” é um divisor de águas na carreira de Belo. Após três anos preso, entre 2004 e 2007, o cantor saiu, inicialmente em liberdade condicional, buscando um grande hit.
E o primeiro veio numa gravação ao vivo, lançada ainda em 2008. “Perfume”, outro grande sucesso do pagodeiro, foi gravado só depois que Prateado convenceu o cantor de que a música poderia ser um sucesso.
O produtor contou que a gravação, inclusive, foi feita só ao final do show. Belo saiu do palco e foi convencido a voltar apenas para cantar “Perfume”. Na gravação, é possível ver o cantor com cara de poucos amigos.
Mas ainda faltava um álbum que mostrasse como ele poderia entrar em estúdio e criar um trabalho com novidades. E “Primavera” mostrou que o cantor das multidões poderia ser (ainda mais) romântico.
Além de “Perfume”, “Tudo Mudou”, “Ainda Estou Apaixonado” e a regravação de “Onde Está”, sucesso na voz de Reinaldo nos anos 1990, se tornaram a marca de um novo Belo.
Como foi o relacionamento de Belo e Viviane Araújo?
O relacionamento de Belo e Viviane Araújo durou quase uma década e foi amplamente acompanhado pela mídia. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor se interessou pela atriz após vê-la em uma revista. Seis meses depois, passaram a morar juntos.
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
Belo e Viviane no ‘Planeta Xuxa’, em 2000
Globoplay
A partir de 2002, o relacionamento passou por um período de instabilidade, agravado pela prisão de Belo sob acusação de ass ociação ao tráfico. Mesmo com o cantor detido, Viviane permaneceu ao lado dele: fazia visitas frequentes ao presídio e manifestava apoio publicamente.
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.

Fonte: G1 Entretenimento