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Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis ganham as vozes do coletivo Lado Alado no álbum ‘Pelo tempo que durar’


Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis são retratados em arte de Manu Santos na capa do álbum ‘Pelo tempo que durar’, do coletivo Lado Alado
Arte de Manu Santos
♫ NOTÍCIA
♬ Parceria de Adriana Calcanhotto com Marisa Monte apresentada por Marisa no álbum “Infinito particular” (2006), a canção “Pelo tempo que durar” ganha bonito registro de Manu Santos – com contracanto de Fabiano Bianco – 20 anos após a gravação original de Marisa Monte. “Pelo tempo que durar” é a música que dá nome ao sexto álbum do coletivo Lado Alado.
Sob direção musical de Luiz Lopez (guitarra e violão) e os toques dos músicos de Pedro Herzog (baixo), Rafael Martins (teclados e piano) e Rike Frainer (bateria e percussão), os cinco cantores do coletivo – Cecília Einsfeld, Fabiano Bianco, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho – dão vozes a dez canções compostas por Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis.
Além da música-título “Pelo tempo que durar”, o coletivo traz à tona outra parceria de Adriana com Marisa, “Devo lhe dizer” (2010), apresentada em álbum de Dadi Carvalho – também autor da canção, em gravação feita por Dadi com a participação da própria Adriana Calcanhotto – e revivida pelo Lado Alado com as quatro cantoras do coletivo (Cecília Einsfeld, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho).
Com lançamento agendado para este mês de agosto de 2026, com capa que expõe os cinco compositores em arte criada por Manu Santos, o álbum “Pelo tempo que durar” tem repertório selecionado com criatividade e conhecimento das obras dos compositores, longe dos sucessos já comumente abordados.
No álbum, o coletivo Lado Alado ilumina “O sol” (Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra, 1008) no canto de Cecília Einsfeld e Fabiano Bianco (líder do coletivo) e rememora “Fim do dia” (Arnaldo Antunes e Paulo Miklos, 1998) nas vozes de Fabiano Bianco e Vall Coutinho. Quase nunca lembradas, essas duas músicas foram lançadas por Arnaldo no quarto álbum solo do artista, “Um som” (1998).
Da lavra de Nando Reis, o Lado Alado regrava “A Urca” (1995) e “O seu lado de cá” (1995), ambas músicas do primeiro álbum solo do cantor, “12 de janeiro” (1995), lançado quando Nando ainda integrava o grupo Titãs. Já Carlinhos Brown está representado no repertório por “Argila” (1996) e “Covered saints” (1996), músicas do primeiro álbum solo de Brown, “Alfagamabetizado” (1996), lançado há 30 anos.
Na gravação de “Abololô” (Marisa Monte e Lucas Santtana, 2000), o coletivo embute citação de “Asas” (Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero, 1998). A propósito, além da inusitada seleção de repertório, o álbum “Pelo tempo que durar” é valorizado pela boa ideia de juntar obras de cinco compositores da mesma geração que dialogam umas com as outras.
Capa do álbum ‘Pelo tempo que durar’, do coletivo Lado Alado
Arte de Manu Santos

Fonte: G1 Entretenimento

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Alaíde Costa batiza álbum de músicas inéditas com o nome de parceria de Guilherme Arantes com Nando Reis


Alaíde Costa lança o álbum ‘Meu vício na dor de amar demais’ em novembro, perto de completar 91 anos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Meu vício na dor de amar demais” é o título do álbum que Alaíde Costa gravou ao longo deste ano de 2026. Dramático, como tantas músicas do repertório da cantora de 90 anos, o título “Meu vício na dor de amar demais” reproduz o nome da composição feita por Guilherme Arantes em parceria com Nando Reis para o álbum que tem lançamento previsto para novembro e que fecha a trilogia idealizada para Alaíde por Marcus Preto e Emicida.
“Meu vício na dor de amar demais” sucede os álbuns “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “E o tempo agora quer voar” (2024) na trilogia.
Além da música-título “Meu vício na dor de amar demais”, Alaíde Costa gravou composições inéditas como “Suave embarcação” – parceria de artista com Nando Reis – e samba-canção de Adriana Calcanhotto, “A falta que não me faz”, para o álbum viabilizado com recursos financeiros do edital da Natura Musical.
Feitas no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP), as gravações do álbum “Meu vício na dor de amar demais” reúnem músicos como Fábio Sá (baixo), Leo Mendes (violão) e Pupillo (bateria). Já os arranjos de cordas e metais foram orquestrados pelo trombonista Antonio Neves.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Nossas referências estão indo embora’, diz Lilia Cabral sobre morte de Glória Menezes e Laura Cardoso no mesmo dia


Lilia Cabral fala sobre Glória Menezes
Reprodução
Lilia Cabral falou à GloboNews sobre a morte de Glória Menezes e Laura Cardoso nesta terça-feira (18): “Perder a Laura e a Glória praticamente no mesmo momento é para a gente parar e pensar que as nossas referências estão indo embora. E é muito necessário que se tenha referência, e se dê valor a esse trabalho que o artista faz com tanto esmero e orgulho. E eu acredito que essas atrizes viveram para o público”.
“Por mais que a gente saiba que todas elas viveram uma vida linda e representaram tão bem a nossa profissão e nosso país, fechar um ciclo é muito difícil”, disse Lilia, emocionada.
“A Glória me deu a mão quando eu entrei na televisão. Era muito carinhosa comigo, com um respeito e um carinho. Eu tinha sempre muito medo, era muito jovem. Como a gente enfrenta uma televisão que era já a Rede Globo, conhecida no mundo inteiro? Essa atitude da Glória era com todos. Tudo o que ela tinha de generosidade ela tinha de talento. Nunca deixou de inovar, testar, criar”, disse a colega.
Este texto está sendo atualizado.
Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Glória Menezes em ‘Torre de Babel’
Globo/Jorge Baumann
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira (morto de Covid em 2021), com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
“Existe um respeito mútuo no trabalho de cada um e uma colaboração amiga, porque não existe amigo maior do que o Tarcísio – e eu me considero a melhor amiga dele também. Trocamos críticas construtivas, para que estejamos sempre melhorando”, disse Glória em entrevista ao Memória Globo.
Ao lado de Tarcísio, Glória protagonizou outras produções marcantes e também estrelou o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988.
MAIS SOBRE GLÓRIA MENEZES:
Mais de 40 novelas e filme premiado em Cannes; relembre
Par romântico com Tarcísio e outras novelas; FOTOS da carreira
Memória Globo: veja entrevista com a atriz
Tributo: Glória Menezes, 9 de maio
Carreira na televisão
Glória Menezes atravessou diferentes fases da teledramaturgia brasileira e esteve em novelas de grande repercussão.
Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão. Em 2026, ela voltou a ser homenageada pela Globo na Calçada da Fama da emissora.
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Parceria com Tarcísio Meira
A trajetória de Glória Menezes ficou profundamente ligada à de Tarcísio Meira. Os dois formaram um dos casais mais populares da televisão brasileira e trabalharam juntos em diversas produções.
Tarcísio morreu em agosto de 2021, aos 85 anos, vítima de complicações da Covid-19. Na época, Glória também havia sido internada com a doença. Anos depois, o filho do casal, Tarcísio Filho, contou como foi difícil comunicar à mãe a morte do marido.
Glória também tinha outros dois filhos, de seu primeiro casamento.
Glória Menezes em cena de ‘A Favorita’ (2008)
TV Globo / Frederico Rozario
Mais de 40 novelas na Globo
Segundo o Memória Globo, Glória Menezes atuou em mais de 40 telenovelas da emissora.
Além de “Sangue e Areia”, sua estreia na Globo, a lista inclui “Passo dos Ventos”, “Rosa Rebelde”, “O Grito”, “Espelho Mágico”, “Jogo da Vida”, “Corpo a Corpo”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida”, “Joia Rara” e “Totalmente Demais”.
No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.
Ao longo da carreira, Glória Menezes se consolidou como uma das principais atrizes de sua geração e como uma das protagonistas da história da televisão brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes morre aos 91 anos: Famosos lamentam; veja repercussão


Glória Menezes em ‘Totalmente Demais’ (2015)
Globo/Paulo Belote
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Amigos, colegas e outros famosos lamentaram a perda.
Tributo: Glória Menezes, 9 de maio
Veja abaixo as homenagens prestadas à atriz:
Ana Maria Braga, apresentadora
“Hoje damos adeus também a Glória Menezes, grande atriz, dona de personagens marcantes que fizeram parte da nossa história. Um dos maiores nomes da televisão brasileira. Entre mocinhas e vilãs, Glória deixou também o seu carisma e uma presença que jamais serão esquecidos.”
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Suzana Vieira, atriz
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Pedro Neschling, ator
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Felipe Neto, influenciador
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Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes e Tarcísio Meira foram internados juntos com Covid em 2021; filho revelou como atriz soube da morte do marido


Tarcísio Filho relembra como foi contar para Glória Menezes sobre a morte de Tarcísio Meira
Reprodução/TV Brasil/Celso Tavares/g1
Em agosto de 2021, Glória Menezes e o marido, Tarcísio Meira, foram internados ao mesmo tempo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após serem diagnosticados com Covid-19.
A atriz morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Na época, Tarcísio, então com 85 anos, apresentou um quadro mais grave da doença, foi intubado na UTI e submetido a hemodiálise contínua. O ator morreu no dia 12 de agosto, vítima de complicações da doença.
Glória, que tinha 86 anos, permaneceu internada e apresentou melhora no quadro de saúde. O filho do casal, o ator Tarcísio Filho, contou em entrevista à TV Brasil como deu à mãe a notícia da morte do pai. Por causa dos protocolos de isolamento contra a Covid-19, ele só pôde encontrá-la usando equipamentos de proteção.
Veja fotos da carreira da atriz
Tarcísio Meira e Glória Menezes se conheceram no teatro e foram casados por 59 anos
Glória Menezes fez mais de 40 novelas e brilhou com filme premiado em Cannes; relembre
“A mãe ainda estava doente, ela teve Covid e estava hospitalizada. Ela estava no hospital, os dois pegaram ao mesmo tempo. Assim que eles entraram no hospital, foi aquela coisa…”, contou. “Então, ela recebeu a notícia de mim, mas de um cara vestido de astronauta. Com máscara, um baita de um capacete de vidro, todo enrolado… era o procedimento da época”.
“Mas como é que você dá uma notícia dessa? Você simplesmente dá. Não tem como modular uma coisa dessas. Foi muito difícil, mas a gente tem que lidar com isso. A gente não tem como negar isso. Faz parte da vida”.
Tarcísio Meira e Glória Menezes foram casados por 59 anos, até a morte dele. Eles formaram um dos casamentos mais duradouros da televisão brasileira.
Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Tarcísio Meira e Glória Menezes se conheceram no teatro e foram casados por 59 anos

A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), aos 91 anos. Glória foi casada comTarcísio Meira por 59 anos e se conheceram no teatro.
*Esta matéria está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes fez mais de 40 novelas e brilhou com filme premiado em Cannes; relembre


Glória Menezes em ‘Totalmente Demais’ (2015)
Globo/Paulo Belote
A grande atriz brasileira Glória Menezes morreu nesta terça (18), aos 91 anos, no Rio de Janeiro.
Glória nasceu em 19 de outubro de 1934, em Pelotas (RS), e se mudou para São Paulo com a família aos seis anos de idade. O nome de batismo, Nilcedes Soares de Magalhães, juntava as letras de Nilo e Mercedes, seus pais.
Foi com o nome artístico Glória Menezes que ela fez mais de 40 novelas, além de filmes e peças em que se tornou uma das atrizes mais importantes do Brasil. O começo da carreira já foi arrebatador e, depois disso, ela manteve o sucesso por mais de seis décadas.
Após terminar os estudos em SP, entrou na Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo. Ela formou com os colegas um grupo de teatro amador chamado Jovens Independentes.
Já no seu primeiro espetáculo, em 1959, ganhou o prêmio de atriz revelação em um festival de teatro amador promovido pelo diretor Antunes Filho. Fez sua primeira novela também em 1959, “Um lugar ao Sol”.
Em seguida, foi convidada por Antunes Filho para fazer a peça “Feiticeiras de Salém”, e nos bastidores deste espetáculo, conheceu seu futuro marido, Tarcísio Meira.
Leonardo Villar e Glória Menezes no filme ‘O pagador de promessas’
Divulgação
Em 1960, atuou em “O pagador de promessas”, de Anselmo Duarte, que estreou dois anos depois e ganhou a Palma de Ouro em Cannes.
Em 1963, estrelou com Tarcísio a primeira novela diária da TV no Brasil, “25499 Ocupado”, que era transmitida ao vivo pela TV Excelsior. Foi durante esse trabalho que eles começaram a namorar e, depois, se casaram.
Glória e Tarcísio fizeram juntos em seguida as novelas “A Deusa Vencida” (1965) e “Almas de Pedra” (1966). No ano seguinte, fizeram a primeira novela deles na TV Globo, “Sangue e Areia”, de Janete Clair.
Em 1968, eles estrelaram novelas diferentes (Glória, “Passos do vento” e Tarcísio, “A gata de vison”). O público da época estranhou tanto o casal interpretando romances com outras pessoas que eles tiveram que voltar a fazer uma novela juntos, “Rosa Rebelde”, no ano seguinte.
Em 1970 veio um dos trabalhos mais marcantes de Glória, “Irmãos Coragem”, de Janete Clair, em que ela interpreta uma mulher com três personalidades: a recatada Lara, a extravagante Diana e a equilibrada Márcia.
Em 1972, ela estrelou o primeiro programa integralmente exibido em cores na TV do Brasil, “Meu primeiro baile”, episódio do programa “Caso especial”.
Tarcísio Meira e Glória Menezes na novela ‘Espelho Mágico’ (1977)
Acervo Grupo Globo
Nos anos 70, também fez novelas como “O grito” (1975), em que encarnou o drama da mãe de uma criança com problemas mentais, “Espelho mágico”, em que ela interpretava com Tarcísio um casal de atores que estava gravando uma outra novela, e “Pai herói” (1979), como a marcante personagem Ana Preta.
No teatro, Glória fez “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, que ficou em cartaz por cinco anos, de 1976 e 1981. Outras peças importantes foram “Navalha na Carne” (1981), de Plínio Marcos, e “Um Dia Muito Especial” (1988), de Ettore Scola.
Em 1983, no sucesso televisivo “Guerra dos Sexos”, ela contracenava com Tarcísio Meira, mas viveu um final ousado, em que terminava com o personagem interpretado por Mário Gomes.
Em 1988, os dois estrelaram e coproduziram o seriado “Tarcísio & Glória”, em que ela interpretava a extraterrestre Ava Becker, enquanto Tarcísio vivia o empresário corrupto Bruno Lazzarini.
Entre as várias personagens de novelas marcantes a partir dos anos 80 estão a vingativa Tereza de “Corpo a corpo” (1984), a socialite falida Laurinha Figueroa de “Rainha da Sucata” (1990), a dona de casa desesperada Marta Toledo em “Torre de Babel” (1998), a feiticeira divertida Zoroastra em “O Beijo do Vampiro” (2002) e a Baronesa de Bonsucesso, que sofria do Mal de Alzheimer, em “Senhora do destino” (2004).
Luis Gustavo e Glória Menezes em cena de ‘O Beijo do Vampiro’ (2002)
Divulgação/Globo
Em 2000, no teatro, ela atuou em “Jornada de um Poema”, na qual interpretou uma paciente terminal de câncer.
Na TV, voltou a contracenar com o marido em “Páginas da Vida” (2006), de Manoel Carlos, e “A Favorita” (2008), de João Emanuel Carneiro. Em 2013, ela fez uma participação especial em “Joia Rara” e, em 2015, atuou em “Totalmente Demais”. Em 2018, participou do humorístico “Tá no Ar”.
Em 2020, ela participou da série “Os casais que amamos”, do canal Viva, sobre as histórias dos casais mais marcantes da teledramaturgia brasileira. “Eu não sei nem traduzir o que é o nosso amor. É uma coisa tão diferente. Eu tenho uma necessidade de estar perto dele. Eu preciso dele, e ele precisa de mim. ‘Amor meu’, eu tenho o meu jeito de chamar”, ela disse, ao lado de Tarcísio.
Tarcísio Meira e Glória Menezes foram casados por 59 anos, até a morte dele em 2021. Eles formaram um dos casamentos mais duradouros da televisão brasileira e são pais do também ator Tarcísio Filho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes morre aos 91 anos; veja fotos da carreira da atriz


Glória Menezes em ‘Rosa Rebelde’ (1969)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Irmãos Coragem’ (1970)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Cavalo de aço’ (1973)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Pai herói’ (1979)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Guerra dos sexos’ (1983)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Corpo a corpo’ (1984)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Brega & chique’ (1987)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Tarcísio & Glória’ (1988)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Rainha da sucata’ (1990)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Deus nos acuda’ (1992)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘A próxima vítima’ (1995)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Vira-lata’ (1996)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Torre de Babel’ (1998)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Porto dos milagres’ (2001)
TV Globo
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Glória Menezes em ‘Senhora do destino’ (2004)
João Miguel Júnior/TV Globo
Glória Menezes em ‘Páginas da vida’ (2006)
TV Globo
Glória Menezes em ‘A favorita’ (2008)
Frederico Rozario/TV Globo
Glória Menezes em ‘Louco por elas’ (2012)
Renato Rocha Miranda/TV Globo
Glória Menezes em ‘Totalmente demais’ (2015)
Paulo Belote/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes, uma das maiores atrizes do país, morre no Rio aos 91 anos


Glória Menezes em ‘Torre de Babel’
Globo/Jorge Baumann
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira, com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
Ao lado de Tarcísio, Glória protagonizou outras produções marcantes e também estrelou o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988.
Tributo: Glória Menezes, 9 de maio
Carreira na televisão
Glória Menezes atravessou diferentes fases da teledramaturgia brasileira e esteve em novelas de grande repercussão. Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão. Em 2026, ela voltou a ser homenageada pela Globo na Calçada da Fama da emissora.
Parceria com Tarcísio Meira
A trajetória de Glória Menezes ficou profundamente ligada à de Tarcísio Meira. Os dois formaram um dos casais mais populares da televisão brasileira e trabalharam juntos em diversas produções.
Tarcísio morreu em agosto de 2021, aos 85 anos, vítima de complicações da Covid-19. Na época, Glória também havia sido internada com a doença. Anos depois, Tarcísio Filho contou como foi difícil comunicar à mãe a morte do marido.
Glória e Tarcísio tiveram um filho, o ator Tarcísio Filho. Ela também tinha outros dois filhos, de seu primeiro casamento.
Glória Menezes em cena de ‘A Favorita’ (2008)
TV Globo / Frederico Rozario
Mais de 40 novelas na Globo
Segundo o Memória Globo, Glória Menezes atuou em mais de 40 telenovelas da emissora. Além de “Sangue e Areia”, sua estreia na Globo, a lista inclui “Passo dos Ventos”, “Rosa Rebelde”, “O Grito”, “Espelho Mágico”, “Jogo da Vida”, “Corpo a Corpo”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida”, “Joia Rara” e “Totalmente Demais”.
No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.
Ao longo da carreira, Glória Menezes se consolidou como uma das principais atrizes de sua geração e como uma das protagonistas da história da televisão brasileira.

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Quem são os Pablos? Além de Carlos Cesare, 4 atores fizeram o papel no ‘Qual é a Música’; conheça


Quem são os Pablos? Além de Carlos Cesare, 4 atores fizeram o papel no ‘Qual é a Música’; conheça
Reprodução
Ao longo das décadas, o programa ‘Qual é a Música’, do SBT, contou com cinco intérpretes do dublador Pablo. Um deles foi o ator e palhaço Carlos Cesare, que morreu aos 60 anos no último fim de semana.
Cesare vivia em São José dos Campos, cidade do interior de São Paulo, e deu vida ao personagem que revelava as músicas do programa entre 1986 e 1990.
LEIA TAMBÉM: Carlos Cesare, que foi Pablo de ‘Qual é a Música?’, morre aos 60 anos, em São José dos Campos
Cesare começou no teatro em 1986, atuando como Palhaço Cotonete. No mesmo ano, começou a trabalhar como o dublador de ‘Pablo’ no programa “Qual é a Música?”, onde ficou até 1990.
Depois de abandonar a TV, Cesare continuou a desenvolver outros trabalhos artísticos. Criou o show “Armazém do Eugênio” em 2003, tendo retomado as atividades da peça em 2023, com Gustavo Delfino, em São José dos Campos. No ano seguinte, foi convidado para uma data do Clubinho de Leitura do Parque Vicentina Aranha, também em São José.
Conheça os outros ‘Pablos’:
Augusto ‘Pablo’ Carrascal.
Reprodução/TV Globo
Augusto Carrascal
O primeiro de todos, Carrascal é um espanhol que vivia no Brasil na época em que foi convidado para trabalhar com Silvio Santos. “A pessoa que me empurrou, que me ajudou e que praticamente devo tudo, o senhor Abravanel”, disse em uma entrevista para Sandra Annenberg, em um episódio do Globo Repórter de 2024, logo após a morte do criador do SBT.
Na conversa com a apresentadora, Carrascal comentou que a ideia de pintar o rosto veio do próprio Silvio Santos, que sugeriu uma pintura inspirada na banda de heavy metal Kiss.
“E eu falei assim: ‘Ah, mas todo de preto, eu pensei para mim: vai ser um pouco demasiado gótico”, lembrou. “Pensei em purpurinas porque Silvio Santos ama um paetê e uma lantejoula”, completou, o que acabou virando uma marca do personagem.
Atualmente, Carrascal mora na Europa.
‘Qual é música, Pablo?’: sucesso nos anos 1980 relembra reencontro com Silvio Santos
Aníbal Beltran
Aníbal Beltran, quando interpretava Pablo.
Reprodução/SBT
Depois da saída de Cesare, o ator foi substituído por Aníbal Beltran, que deu vida e cores ao personagem no período anterior ao encerramento do programa, entre 1990 e 1991.
Beltran trabalhava em um banco antes de se tornar bailarino, por acaso, no SBT. Ele havia sido convidado por uma bailarina para assistir a um ensaio. Como o balé estava desfalcado, ele acabou substituindo o faltoso naquele dia e assumiu o lugar.
Dois anos mais tarde, ele foi convidado para fazer um teste para substituir Cesare, que havia deixado a atração para se dedicar a outros trabalhos. Em uma entrevista ao UOL, em 2017, ele falou que acharam o teste dele tão bom que usaram as imagens em três programas.
Agora no g1
Beltran ficou no dominical até o encerramento do programa, em 1991. Na mesma entrevista, ele disse que soube da suspensão quando chegou na emissora para trabalhar e foi avisado que o “Qual é a Música” tinha sido encerrado.
Ele ainda trabalhou como dançarino no SBT por dois anos, mas viu algumas atrações da emissora serem encerradas. “O trabalho ficou escasso, tive que fazer algo para o meu futuro. Não vi muita perspectiva dentro da televisão”, comentou ao UOL. Depois disso, se afastou do mundo artístico e prefere o anonimato.
Felipeh Campos
Felipeh Campos é jornalista e apresentador.
Reprodução
Felipeh Campos é o único Pablo que mantém algum destaque na indústria da mídia, mas como jornalista e apresentador.
Campos foi o primeiro Pablo de um novo formato do programa, que estreou em 1999. Ele entrou para o elenco do “Qual é a Música” depois de participar e vencer um concurso que escolheria o substituto do personagem entre mais de 700 concorrentes.
Além de ter ficado quatro anos na emissora dando vida e “voz” ao personagem de pintura no rosto, Campos diz ter aproveitado para custear os estudos de jornalismo.
Alberto Goya
Alberto Goya também fez carreira como Pablo.
Reprodução/SBT/Instagram
O último dos Pablos também se afastou dos holofotes, apesar de ter continuado a trabalhar com arte. Goya é bailarino e ator de musicais, além de já ter trabalhado dançando em cruzeiros. Ele compartilha imagens de suas viagens e alguns espetáculos em suas redes sociais.
Depois de trabalhar como Pablo entre 2007 e 2008, ele fez participações em musicais tanto no Brasil quanto fora do país. Atualmente, tem preferido viver mais anonimamente.

Fonte: G1 Entretenimento