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Gabriela é eliminada do ‘BBB 26’ com 64,12% da média dos votos


Quem saiu do BBB 26? Gabriela é a décima quinta eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
Gabriela foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão desta terça-feira (14). A sister deixou a casa após receber 64,12% da média dos votos.
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Ela disputava a preferência do público com Juliano Floss e Ana Paula Renault, que ficaram com 29,24% e 6,64% da média, respectivamente.
Gabriela é uma das últimas participantes resistentes do Quarto Branco. Aos 21 anos, a paulista se divide entre os estudos de Psicologia e o trabalho como vendedora ambulante. Desde os 15 anos, quando começou em um buffet infantil, ela nunca deixou de correr atrás de oportunidades. Comunicativa e determinada, Gabriela sonha em transformar a vida da família após o BBB 26.
Confira os percentuais da votação:
Gabriela
Média: 64,12%
Voto Único: 63,00%
Voto Torcida: 66,74%
Juliano Floss
Média: 29,24%
Voto Único: 30,61%
Voto Torcida: 26,03%
Ana Paula Renault
Média: 6,64%
Voto Único: 6,39%
Voto Torcida: 7,23%

Fonte: G1 Entretenimento

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Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta incluem Edu Lobo e Tom Jobim no trilho do álbum ‘Trem de Três’


Jaques Morelenbaum (à esquerda), Marcelo Costa (ao centro) e Carlos Malta formam o trio de música instrumental Trem de Três
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O violoncelista Jaques Morelenbaum, o ritmista Marcelo Costa e o ás dos sopros Carlos Malta – hábil no toque de flauta, saxofone, clarinete e clarone – são três grandes músicos que figuram no time dos instrumentistas mais requisitados para dividir palcos e estúdios com os maiores cantores do Brasil.
No ano passado, esses músicos formaram um trio, Trem de Três, que entrou em cena em 30 de maio de 2025 com show na casa Blue Note Rio.
Decorrido quase um ano da estreia do trio, Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta se preparam para gravar projeto audiovisual multimidia em show que será feito em 30 de abril para pequena plateia de convidados no estúdio Mega, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do três artistas cariocas.
Projeto da Indie Records, a gravação audiovisual do show do Trem de Três irá gerar documentário – filmado com imagens captadas sob direção de Nando Chagas e previsto para ser exibido em canal fechado de televisão – e álbum ao vivo.
Ao montar o repertório desse primeiro registro fonográfico, o Trem de Três seguirá basicamente o roteiro já apresentado em show. Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta põem no trilho audiovisual do Trem de Três músicas de compositores do porte de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Baden Powell, Caetano Veloso, Edu Lobo, Egberto Gismonti, Gilberto Gil e Hermeto Pascoal (1936 – 2025).
Edu Lobo, por exemplo, é compositor recorrente no repertório do Trem de Três com músicas como “Ponteio” (1967, parceria com José Carlos Capinan), “Zanzibar” (1970), “Vento bravo” (1973, parceria com Paulo César Pinheiro) e “Repente” (1976, parceria com José Carlos Capinan).
Já Tom Jobim estará representado no roteiro por “O morro não tem vez” (1963, parceria com Vinicius de Moraes), “Surfboard” (1967) e “Retrato em branco e preto” (1967), parceria com Chico Buarque que será ouvida na gravação do álbum em solo instrumental de Jaques Morelenbaum.
Também estão previstas músicas como “Aquele abraço” (Gilberto Gil, 1969), “Canto de Xangô” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966), “Igrejinha” (Hermeto Pascoal, 1971) e “Trilhos urbanos” (Caetano Veloso, 1979).

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Lima é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (16)


Marina Lima é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (16) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Fênix fricciona os timbres da voz andrógina em álbum gravado ao vivo em show com o violonista Jaime Alem


João Fênix lança o álbum ‘Mapa de tempo ao vivo’ na sexta-feira, 17 de abril, com oito músicas gravadas ao vivo em show na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ)
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mapa de tempo ao vivo
Artista: João Fênix e Jaime Alem
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ É significativo que a canção “Todo homem” (2027), de Zeca Veloso, seja uma das oito músicas selecionadas por João Fênix para o álbum que lançará na sexta-feira, 17 de abril, com recorte de show feito pelo cantor na companhia do violonista Jaime Alem e gravado na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ).
Afinal, com a voz de contratenor que o faz transitar com naturalidade entre registros graves e adultos, o artista pernambucano antecipou em décadas a tendência de cantores surgidos nos anos 2010 que lançam mão de falsetes, como Tim Bernardes, Zé Ibarra e o próprio Zeca Veloso. Curiosamente, Fênix aciona os graves ao dar voz à canção de Zeca.
A voz andrógina de Fênix o conecta a uma linhagem que inclui o desbravador Ney Matogrosso e o sucessor Edson Cordeiro, revelação dos anos 1990. Não por acaso, Ney participa do álbum “Mapa de tempo ao vivo”, rebobinando em cena o dueto trivial em “Nada mais (Lately)” (Stevie Wonder, 1980, em versão em português de Ronaldo Bastos, 1984) que gravara em estúdio para um dos singles posteriormente agrupados por Fênix no álbum “Pequeno mapa do tempo” (2024).
Coletânea de duetos irregulares, “Pequeno mapa do tempo” gerou o show captado no Manouche para dar origem ao álbum ao vivo editado via Mills Records. Contudo, com exceção da música cantada com Ney Matogrosso, o repertório é outro, a começar por “Pai Grande” (Milton Nascimento, 1969), música que ecoa na abertura do álbum uma espiritualidade cada vez mais presente nas escolhas do artista.
Ancorado no porto seguro do violão de Jaime Além, com quem o cantor trabalha há muitos anos, Fênix fricciona os timbres da voz múltipla, nem sempre com resultado satisfatório.
Há certa estridência no canto de “Jeito de mato” (Paula Fernandes e Maurício Santini, 2009) que dilui a serenidade desse tema ambientado em universo interiorano no qual Jaime Alem, hábil violeiro, fica à vontade. Esse timbre agudo faz o registro de “Canta coração” (Geraldo Azevedo, 1979) remeter em algumas passagens à gravação original da música, apresentada na voz rascante de Elba Ramalho no álbum “Ave de prata” (1979).
Fênix se eleva mais na lembrança de “Ando de bando” (Ivor Lancellotti e Álvaro Lancellotti, 2018), número em que o violão de Alem evoca um universo cigano, entre outras referências citadas na letra desta grande música.
“Ando de bando” apareceu na voz do próprio João Fênix no melhor álbum do cantor, “Minha boca não tem nome” (2018), disco de afirmação e resistência de cujo repertório o intérprete também revive “Meu elemento (É de balé)” (Moreno Veloso e Igor de Carvalho, 2018), ijexá que expõe a forte conexão ancestral entre a Bahia e a África. Ao fim do número, em sintonia com essa ancestralidade, Fênix saúda orixá enquanto Jaime Alem extrai sons percussivos da madeira do violão.
A seleção de repertório do álbum “Mapa de tempo ao vivo” é completada por “Al final de este viaje en la vida”, canção de Silvio Rodríguez que deu título ao álbum de estúdio lançado em 1978 pelo cantor e compositor cubano. Fênix interpreta em espanhol essa canção em que o politizado Rodríguez versa sobre a transcendência e resistência do Homem, em plena luz em meio à morte.
Com mais acertos do que erros, o álbum “Mapa de tempo ao vivo” expõe a resistência da voz andrógina de João Fênix.
Capa do álbum ‘Mapa de tempo ao vivo’, de João Fênix
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS


Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deu prazo de 15 dias para que a Ticketmaster esclareça como calcula a taxa de serviço cobrada na venda de ingressos para os shows do grupo sul-coreano BTS na capital paulista.
A decisão foi tomada após representação do deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL), que questiona a cobrança de uma taxa de 20% sobre o valor total das compras feitas, principalmente pela internet.
No despacho, assinado no dia 9 de abril, a Promotoria de Justiça do Consumidor afirma que a cobrança da chamada “taxa de conveniência” não é ilegal por si só, mas precisa obedecer critérios como transparência e proporcionalidade.
Segundo o promotor Donisete Tavares Moraes Oliveira, há indícios de que o modelo adotado pode gerar cobrança desproporcional. Isso porque o percentual incide sobre ingressos de valores diferentes — que variam de cerca de R$ 340 a mais de R$ 4 mil — mesmo quando o serviço prestado é o mesmo.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
Para o promotor, quem adquire um ingresso mais caro, na prática, exige um serviço equivalente ao de quem compra um ingresso mais barato.
Entre os pontos que a Ticketmaster terá que esclarecer estão:
quais são os custos operacionais da venda online de ingressos;
por que a taxa é fixada em 20% para todos os tipos de ingresso;
quantos ingressos foram vendidos pela internet e quantos em bilheteria;
o total de entradas disponibilizadas para cada dia de show.
A Promotoria também quer entender por que a empresa adota cobrança percentual — e não um valor fixo por transação — já que isso pode elevar significativamente o preço final pago pelo consumidor.
Questionamentos
Na representação, o deputado argumenta que a taxa pode configurar vantagem excessiva, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, especialmente por falta de clareza sobre sua composição e critérios.
O documento também aponta que a cobrança proporcional tende a aumentar o valor final inclusive em casos de meia-entrada, o que, na prática, pode reduzir o benefício garantido por lei.
Além disso, a venda concentrada no ambiente digital pode limitar alternativas para o consumidor, ampliando o impacto da taxa sobre o preço dos ingressos.
A turnê do BTS em São Paulo está marcada para os dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026. Os ingressos estão esgotados.
O g1 procurou a Ticketmaster, mas a empresa não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.
Fãs protestam
Fãs do grupo sul-coreano BTS protestaram no Shopping Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, contra a pré-reserva online obrigatória criada pela Ticketmaster Brasil para a compra presencial de ingressos da “BTS World Tour”.
A empresa passou a exigir, no sábado (4), que fãs façam uma pré-reserva online um dia antes, válida apenas para quem pretende comprar ingressos presencialmente na bilheteria (leia mais abaixo).
O grupo se reuniu em frente à loja de venda de ingressos com cartazes pedindo o fim da exigência e acusando a empresa de dificultar a compra na bilheteria.
A manifestação foi organizada após consumidores enviarem ao Procon-SP uma reclamação contra o modelo de venda. No documento, os fãs afirmam que a pré-reserva — usada como requisito para ser atendido presencialmente — configura uma “restrição indevida” e pode caracterizar prática abusiva.
Fãs do grupo sul-coreano BTS protestaram neste domingo (5) no Shopping Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, contra a pré-reserva online obrigatória criada pela Ticketmaster Brasil para a compra presencial de ingressos da “BTS World Tour”.
Arquivo pessoal
Uma fã, que chegou a acampar na bilheteria, disse ao g1 que a expectativa era que o órgão avalie a legalidade do procedimento e garanta o acesso à bilheteria “sem imposição de etapas digitais obrigatórias”.
“Eles não levaram nossas reclamações a sério e nem mesmo para os superiores, agora já está acontecendo a pré-reserva dos primeiros dias de show para quem tem membership. Para variar está sendo caótico, muita gente sem conseguir reservar. É um absurdo o que fizeram”, afirmou.
Em nota, o Procon-SP afirmou que a pré-reserva não configura, por si só, prática abusiva. Para o órgão, a medida pode ser considerada válida do ponto de vista da segurança do consumidor (leia mais abaixo).
Os shows do BTS em São Paulo estão marcados para os dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026, no Estádio do Morumbi. A venda de ingressos, feita pela Ticketmaster, ocorre em duas etapas.
A pré-venda exclusiva para membros do ARMY (o fã-clube oficial) para os shows de 28 e 30 de outubro começou nesta segunda-feira (6), às 10h. Já a pré-venda do show de 31 de outubro será realizada na terça-feira (8), no mesmo horário. A venda geral para todas as datas está prevista para quinta-feira (10).
Já a pré-reserva funciona como uma etapa obrigatória criada pela Ticketmaster para organizar o atendimento na bilheteria física. Um dia antes da abertura das vendas presenciais, sempre às 16h, a plataforma libera uma página de cadastro.
O grupo se reuniu no piso térreo do centro comercial com cartazes pedindo o fim da exigência e acusando a empresa de dificultar a compra na bilheteria.
Arquivo pessoal
Pré-reserva
De acordo com a Ticketmaster, a pré-reserva é uma etapa obrigatória criada para organizar o atendimento presencial e coibir o cambismo. O processo ocorre sempre um dia antes da abertura da venda física, às 16h. O fã precisa acessar uma página de cadastro, entrar em uma fila virtual usando uma conta ativa da plataforma e selecionar o tipo e a quantidade de ingressos desejados.
Ao final, recebe um QR Code dinâmico, pessoal e intransferível, que deve ser apresentado na bilheteria no dia seguinte. O cronograma é dividido por datas de show e etapas de venda.
Nesta segunda (6), a pré-reserva libera o atendimento presencial de terça (7) para a pré-venda ARMY dos shows de 28 e 30 de outubro. Na terça (7), abre a pré-reserva que dá acesso à venda física de quarta (8), destinada à pré-venda do show de 31 de outubro. Já na quinta (9), ocorre a pré-reserva que habilita a compra presencial da sexta (10), destinada ao público geral para todas as datas.
Procurada pelo g1, a Ticketmaster não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Como funciona a pré-reserva:
um dia antes da abertura da venda presencial, é disponibilizada uma página para pré-reserva;
o fã precisa ter conta ativa na plataforma e entrar na fila virtual;
é necessário selecionar tipo e quantidade de ingressos;
após concluir o processo, o usuário recebe um QR Code pessoal e intransferível, que deve ser apresentado na bilheteria;
somente quem tiver esse QR Code será atendido;
o pagamento é feito exclusivamente na bilheteria, sem taxa de serviço;
cada CPF pode reservar até quatro ingressos, sendo no máximo dois de meia-entrada.
Segundo o Procon, o agendamento prévio pode reduzir riscos de aglomeração e filas excessivas, além de garantir um ambiente seguro.
“O Procon-SP, no estrito cumprimento de sua missão de equilibrar as relações entre consumidores e fornecedores, compreende que a implementação de pré-reserva on-line gratuita para o atendimento em bilheterias físicas não configura, por si só, prática abusiva.
Sob o prisma da proteção à saúde e segurança (artigo 6º, Inciso I do Código de Defesa do Consumidor), o agendamento prévio visa mitigar os riscos inerentes a aglomerações e filas prolongadas em logradouros públicos.
Ao organizar o fluxo de consumidores, o fornecedor cumpre seu dever de garantir um ambiente de consumo seguro, prevenindo incidentes e preservando a dignidade e a integridade física dos cidadãos
Por fim, o Procon-SP reforça que o dever de informação (artigo 6º, inciso III do Código) deve ser observado com rigor.”
Fim do acampamento
Em janeiro, as fãs que acampavam em frente a uma bilheteria foram orientadas a não dormir mais no local após funcionários alegarem riscos à segurança, reclamações de moradores e comerciantes e a possibilidade de acionamento da polícia. Na época ainda não havia data para o início das vendas nem confirmação do local do evento.
Segundo o g1 apurou, não há mais filas no local nesta segunda-feira (6). Mas que agora, com a pré-reserva, alguns fãs devem voltar com o “acampamento” nos próximos dias.
Em nota, a Ticketmaster disse que a equipe de bilheteria do shopping não chegou a nenhum acordo nem emitiu instruções sobre o acampamento. Contudo, afirmou que “a orientação compartilhada foi uma recomendação geral para que os fãs evitem acampar, pois atualmente não há informações confirmadas sobre eventos disponíveis”.
“Não temos conhecimento de nenhuma orientação que possa ter sido fornecida separadamente por segurança local ou pessoal terceirizado, pois essas interações não envolveriam nossa equipe de bilheteria”, ressaltou a empresa.
O grupo de k-pop BTS anunciou em 13 de janeiro que fará três shows em São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A turnê marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar.
E mesmo sem a data oficial de início das vendas nem a definição do local da apresentação, fãs montaram acampamento na frente do shopping em 4 de janeiro à espera de informações sobre a comercialização das entradas.
No momento em que o g1 visitou o acampamento, em 13 de janeiro, só havia mulheres na fila e eram 25 barracas.
“Sou fã desde 2016, mas é a primeira vez que estou acampando. A gente já sabia que ia ser uma loucura e, por isso, viemos para cá hoje. Temos um processo de revezamento para não cansar ninguém e todo mundo poder ir para casa, trabalho, estudar”, afirmou Júlia Siqueira Alves, de 20 anos.
Aline Alcântara Carvalho afirmou que acampava pela segunda vez. “Em 2019 foi um momento incrível, valeu a pena, e agora estou novamente. Ser fã é muito difícil quando nossos artistas estão tão longes. A gente quer comprar álbum, ver shows. Vale muito a pena e estamos juntos. Vivemos momentos de alegria. Vale a pena esperar para comprar o ingresso.”
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
“O site é muito concorrido, então decidimos vir aqui. A gente larga esposo, vai dando um jeitinho para ficar aqui e conseguir o tão sonhado ingresso”, complementou Jéssica dos Santos, de 34 anos.
Amanda Quirino, de 36 anos, e a filha, Sophia, de 18, estavam entre as fãs que decidiram se instalar em frente ao shopping para tentar garantir os ingressos do show.
No local, elas explicaram que as barracas funcionavam como pontos de organização: cada uma reúne cerca de 30 pessoas, que se revezam ao longo do dia para manter a fila ativa até a abertura oficial das vendas.
“A gente sabia que ia ter a turnê, mas ainda não era certeza. Quando teve o anúncio, já pensamos: temos que ir para lá agora. Vou ficar aqui até sair com meu ingresso. Por mais que tenha o perrengue, mas estar aqui te passa a segurança que você sabe que vai conseguir seu ingresso”, acredita Sophia.
Que emendou: “Online não é certeza, pode acontecer de derrubar o site ou não conseguir finalizar a compra, como ocorreu comigo em 2019. Então, desta vez eu decidi vir aqui. Para a gente, vale muito a pena e não tem nada mais gratificante que pegar o ingresso”, afirmou Sophia.
A mãe concorda. “Temos aqui filas de barraca. Toda barraca tem uma administradora e aí a gente se organiza. Tem participante que fica de manhã, outra de tarde, à noite. Tem participante que é do Rio de Janeiro, que ajuda financeiramente, e assim vamos até anunciarem a data da venda do ingresso. Estou aqui para apoiar minha filha e que ela garanta.”
A professora Cecília Stephanie ressaltou que decidiu acampar para garantir a realização do sonho de ir ao show do BTS. “Quero garantir meu ingresso mais do que ninguém. Eles ficaram muitos anos sem vir para cá. Quero realizar esse sonho agora e tudo que eu puder eu vou fazer.”
Vanessa Aparecida Reys Marchetti, de 50 anos, é enfermeira e também estava no acampamento. “Sou fã desde 2020 e é uma expectativa muito grande conseguir o ingresso.”
“Quero muito e vamos conseguir. Estou muito confiante”, ressaltou Rozineide de Souza Chimicoviati, de 58 anos, que também é fã de BTS desde 2020.
Shows no Brasil
RM, Suga, VO, Jimin e Jungkook foram liberados do serviço obrigatório das Forças Armadas sul-coreanas, em junho de 2025.
“Para todos os fãs que nos esperaram, quero dizer que sou muito, muito grato. Por favor, esperem só mais um pouco e nós voltaremos com uma apresentação muito legal”, disse V diante dos fãs e da mídia, na época.
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Dois outros companheiros de banda, Jin e J-Hope, foram dispensados do serviço militar anteriormente e têm se apresentado em shows solo e em programas de variedades.
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
O BTS, ícone do K-pop reconhecido mundialmente, não lança um projeto em grupo desde 2022. Seus integrantes já conversavam sobre a reunião.
“Depois de buscar nossos próprios negócios, agora estamos voltando a nos reunir, e eu adoro isso para nós”, disse J-Hope em 2024.
Além da turnê, o grupo também já havia anunciado a chegada de um novo álbum. O lançamento será o primeiro desde “Proof”, álbum de 2022, mas ainda não se sabe muito sobre o novo disco.
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Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Após cancelamento na Inglaterra, governo francês quer proibir show de Kanye West


Kanye West comparece ao julgamento de Diddy
AP Photo/Michael R. Sisak
A França busca proibir um show do rapper americano Kanye West previsto para junho em Marselha, devido às suas declarações antissemitas, indicou, nesta terça-feira (14), o círculo próximo do ministro do Interior francês, Laurent Nuñez.
Kanye West, também conhecido como Ye, está proibido de entrar no Reino Unido para seus shows de julho, enquanto a Holanda indicou que não prevê impor qualquer proibição para os que estão marcados para o início de junho.
Nuñez está “muito decidido” e estuda “todas as possibilidades” para proibir o único show do rapper na França, em 11 de junho no estádio Vélodrome de Marselha, indicou seu círculo próximo à AFP, confirmando uma reportagem do jornal Libération.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No início de março, o prefeito da segunda maior cidade da França, Benoît Payan, expressou sua oposição ao show do rapper, pois não quer que Marselha “seja uma vitrine para aqueles que promovem o ódio e um nazismo sem inibições”.
O rapper americano, de 48 anos, perdeu, nos últimos anos, inúmeros seguidores e contratos comerciais após ter feito comentários antissemitas e racistas.
O músico afirmou, em 2023, que “adorava os nazistas”, colocou à venda em seu site uma camiseta com uma suástica e lançou, em maio de 2025, uma música intitulada “Heil Hitler”, proibida pelas principais plataformas de streaming.
A França é o país com a comunidade judaica mais numerosa da Europa. Desde o ataque do movimento islamista Hamas em outubro de 2023 e o início da ofensiva israelense em Gaza, as autoridades francesas registraram um aumento dos ataques antissemitas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Médica conhecida como ‘A Rainha dos Cravos’ revela ter sofrido AVC durante gravações de programa de TV


Médica conhecida como ‘A Rainha dos Cravos’ revela ter sofrido AVC durante gravações de programa de TV
Divulgação
Sandra Lee, conhecida como “A Rainha dos Cravos”, revelou à revista People que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) durante as filmagens de um programa de TV.
“Tudo aconteceu enquanto eu estava gravando. Achei que estava tendo um calorão. Fiquei muito suada e não me sentia eu mesma”, explicou a médica. Em seguida, ela foi para a casa dos pais, onde os sintomas pioraram. “Eu me sentia muito inquieta. Em uma das pernas, sentia dores muito fortes”, disse.
Lee contou ainda que percebeu dificuldades para andar. No dia seguinte, os sintomas se intensificaram. “Eu estendia a mão e ela simplesmente ia murchando aos poucos. Notei que estava com dificuldade para me expressar e articular as palavras. Pensei: ‘Será que estou tendo um AVC?’”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ela relatou que procurou um hospital, onde uma ressonância magnética confirmou que havia sofrido um AVC isquêmico. “Foi um choque. Como médica, eu não podia negar que estava com a fala arrastada e fraqueza em um lado do corpo, mas pensei: ‘Isso é um sonho, certo?’. O que essencialmente aconteceu foi que uma parte do meu cérebro morreu”, afirmou.
As gravações do programa foram interrompidas por dois meses, período em que Lee fez fisioterapia e terapia ocupacional para recuperar o controle das mãos. A médica admitiu que retornar ao trabalho foi “muito assustador” e que não tinha certeza se conseguiria realizar os procedimentos da mesma forma.
“Tenho muito estresse pós-traumático porque isso aconteceu enquanto eu filmava a série”, concluiu.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Atitude’ de Tiê une a artista e Adriana Calcanhotto em álbum autoral que tem faixa inspirada em livro de Carl Segan


Tiê (à esquerda) faz feat com Adriana Calcanhotto em álbum previsto para a segunda quinzena de maio
Facebook Tiê / Facebook Adriana Calcanhotto / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Tiê faz feat com Adriana Calcanhotto no quinto álbum solo autoral gravado em estúdio pela artista paulistana. O encontro acontece na música inédita “Atitude”. Com produção musical assinada por André Whoong, Marcus Preto e Tó Brandileone, o álbum tem lançamento previsto para a segunda quinzena de maio.
Além da participação de Calcanhotto na faixa “Atitude”, o álbum traz parceria de Tiê com Liz Lira, filha da artista, “Contato”, música composta com inspiração no livro homônimo de Carl Segan (1934 – 1996), astrônomo e cientista falecido há 30 anos.
Outra faixa do álbum é “Ainda”, composição de Adriano Cintra e Bárbara Ohana gravada por Tiê ao vivo no estúdio com o piano de Marcos Romera.
E por falar em piano, a gravação da canção “Contato” – programada para ser lançada na quinta-feira, 16 de abril, como segundo single do álbum – foi feita com o toque do piano de Antonio Adolfo.
O último álbum solo autoral feito por Tiê em estúdio, “Gaya” (2017), foi lançado há nove anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rifa na França oferece obra de Picasso de US$ 1 milhão por 100 euros para financiar pesquisa sobre Alzheimer


Peri Cochin, cofundadora da iniciativa “1 Picasso por 100 euros”, posa ao lado da obra “Head of a Woman”, de Pablo Picasso, pintada em 1941.
Michel Euler/AP
Uma rifa realizada na França oferece a chance de ganhar uma pintura de Pablo Picasso avaliada em US$ 1 milhão por um bilhete de 100 euros (cerca de R$ 600). O objetivo é arrecadar recursos para pesquisas sobre Alzheimer.
O sorteio acontece nesta terça-feira (14) na casa de leilões Christie’s, em Paris.
Esta é a terceira edição da loteria chamada “1 Picasso por 100 euros”. Desta vez, o prêmio é a obra “Head of a Woman” (“Cabeça de uma Mulher”), pintada em 1941 com guache sobre papel.
A primeira edição, em 2013, teve como vencedor um homem da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que trabalhava com sistemas de sprinklers. Ele levou a obra “Man in the Opera Hat”, pintada por Picasso em 1914, durante seu período cubista.
Já em 2020, a obra sorteada foi a pintura a óleo “Still Life” (“Natureza-morta”). A vencedora foi Claudia Borgogno, contadora na Itália, que ganhou o bilhete de presente do filho no Natal.
Cabeça de Mulher: pintura de Picasso será prêmio de rifa beneficente.
Reprodução/1picasso100euros.com
A pintura, feita em 1921, havia sido comprada para a rifa do bilionário colecionador de arte David Nahmad, que afirmou, em entrevista à Associated Press, que Picasso provavelmente aprovaria a ideia de sortear suas obras. O artista morreu em 1973.
A Fundação para Pesquisa do Alzheimer, responsável pela rifa, funciona dentro de um dos principais hospitais públicos de Paris. Segundo a instituição, ela se tornou o maior financiador privado de pesquisas sobre a doença na França desde sua criação, em 2004.
De acordo com a plataforma de vendas online, o número de bilhetes para o sorteio foi limitado a 120 mil. Se todos forem vendidos, a arrecadação pode chegar a 12 milhões de euros (cerca de US$ 14 milhões).
Desse total, 1 milhão de euros será destinado à Opera Gallery, galeria internacional que é a atual proprietária da obra.
Os organizadores informaram que as duas edições anteriores da rifa arrecadaram mais de 10 milhões de euros, usados em projetos culturais no Líbano e em programas de água e saneamento na África.

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber: como apresentação inusitada gerou debate sobre shows pop e privilégio masculino


Justin Bieber durante show no Coachella 2026
Reprodução/Canal do festival
O show de Justin Bieber no festival Coachella neste sábado (11), nos EUA, virou tema de uma ampla discussão em vários países. Tudo porque, mais para o final do show, o cantor teve uma atitude inusitada: pegou um notebook e começou a “brincar de karaokê”.
Com a tela do computador projetada no telão, Justin passeou pelo YouTube, abriu vídeos e clipes dele mesmo e cantou por cima. A “sessão nostalgia” teve direito a hits antigos, como “Baby” e “Beauty and the Beat”, que o músico cantou trechos e depois seguiu para outro vídeo.
Ele também brincou com um vídeo meio “trapalhadas” de quando ele era mais novo e, no fim, até abriu alguns virais que não tinham nada a ver com ele.
Esse momento “diferentão” foi bastante controverso. Por um lado, a brincadeira fez fãs se sentirem mais próximos dele, relembrando momentos que ídolo e público viveram “juntos”. Já outros acharam que o momento pareceu despreparo ou descaso com o posto dele no festival.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Entenda como o show de Justin dividiu opiniões e as principais discussões em torno do assunto:
Ideia teve seus prós…
Justin começou a carreira fazendo covers no YouTube e, graças a isso, conseguiu a carreira que tem hoje: ele foi o principal fenômeno global da plataforma. Então, naquele momento, ele revisitou sua própria origem e trajetória, usando o mesmo ambiente digital que o consolidou.
A “sessão nostalgia” rendeu momentos emocionantes dele cantando junto consigo mesmo;
O momento tem a ver com a estética “crua” do disco mais recente dele, que é intimista e pessoal.
Além disso, ele levou uma linguagem de “live” e “react” para a vida real, interagindo com o chat da transmissão, fazendo piadas e mais.
Mas também teve contras:
O momento “improvisado” passou uma sensação de desleixo para uma parte do público, com momentos em que ele mesmo interrompia a música ou reclamava do wifi.
Se em alguns momentos ele parou para cantar, em outros, “gastou tempo” de show vendo virais que não têm nada a ver com ele;
Para uma apresentação de um headliner, esperava-se um show mais redondinho e ambicioso, enquanto esse momento pode ter soado como descaso com o posto que ele ocupa.
A indústria musical costuma ser mais permissiva com homens que não capricham tanto em suas apresentações — enquanto isso, é raro ver artistas femininas fazendo um show despreparado.
Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Divulgação
Show precisa ser um megaespetáculo?
Um dos principais pontos de discussão foi que o show pareceu “simples”, “preguiçoso”, enquanto outros defendem que não precisa ser um megaespetáculo — o que importa é a música.
Os dois argumentos têm seu fundamento. Um show (mesmo sendo de um artista pop) não precisa ser megalomaníaco e repleto de pirotecnias para ser bom.
E ao contrário do que muita gente acredita, o público não está sempre esperando fogos de artifício. De Adele a Billie Eilish, muitos artistas pop reúnem uma multidão de fãs mesmo sem apostar naqueles shows com muita troca de roupa e jeitão Broadway.
Grandes cenários e estruturas não são obrigatórios, nem garantem automaticamente a qualidade de um show. Até porque a pirotecnia (ou falta dela) tem que condizer com a proposta do artista e do repertório.
Justin Bieber canta ‘Yukon’ no Grammy 2026
REUTERS/Daniel Cole
A essa altura, nenhum fã de Justin Bieber espera grandes coreografias ou estruturas, naquele molde de popstar (meio jovenzinho à la Michael Jackson) que ele já foi um dia. “Swag”, disco atual de Bieber, é um álbum minimalista que aposta no lo-fi, estética “imperfeita” que soa propositalmente artesanal.
A própria apresentação dele no Grammy reproduziu isso: de samba-canção e meias, o cantor cantou “Yukon” como se estivesse na sala de casa.
Por outro lado, não é à toa que shows de headliners, hoje, costumam ser repletos de “enfeites”. Porque ocupar o maior posto de um festival é como virar CEO: você vai ganhar muito bem, mas espera-se que você honre o papel.
É claro que Justin Bieber, com uma carreira de mais de uma década e alcance mundial, seria um dos principais nomes do line-up. Mas isso não significa que ele não tenha uma “responsa” a mais justamente por ser headliner.
Principalmente porque, segundo a “Rolling Stone” americana, Bieber teria recebido o cachê mais caro da história do festival (cerca de US$ 10 milhões pelos dois shows, já que a programação do festival se repete no próximo fim de semana).
Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Redes sociais
Vale dizer que os trechos em que Justin brincou no YouTube foram uma fração menor da apresentação. Em outros momentos, ele passeou pelo palco grandioso e bem iluminado, levou convidados e por aí vai. Inclusive, dá pra ver que Justin andou vendo vídeos de shows antigos do Kanye West.
Ou seja, investimento teve: basta ver o belo palco por onde ele se movimentava. Mas na maior parte do tempo, ele cantou sozinho, sem banda, sem tocar instrumentos… e ainda teve o momento YouTube mais para o final.
Então, será que foi o suficiente para um headliner? Para muitos, não — mexer no computador, ver memes e engatar um “karaokê” teria mostrado uma falta de esforço por parte de Bieber.
Privilégio masculino?
A outra discussão passa por uma questão de gênero. No próprio Coachella, Justin foi o único headliner masculino (Karol G e Sabrina Carpenter foram as outras atrações) e, notoriamente, o único cujo show pareceu “preguiçoso”.
Por um lado, as propostas dessas artistas são bem diferentes… mas por outro, novamente, Bieber teria feito a apresentação mais cara do evento. O show refletiu o investimento?
Essa disparidade não é nova para quem acompanha a indústria musical. Artistas masculinos heterossexuais têm um histórico de se dedicar muito menos do que as mulheres, porque o público e a mídia não cobram tanto deles quanto delas. Os shows de artistas femininas raramente são desleixados: como é comum entre grupos menos privilegiados, mulheres tendem a fazer de tudo para provar que merecem estar onde estão — mesmo já sendo consolidadas.
Beyoncé no festival Coachella, em icônico show apelidado ‘Beychella’, em 2018
Divulgação / Site oficial da cantora
Artistas de diversos estilos fazem coro a esse sentimento: na internet, muitos lembraram de uma fala de Anitta nos bastidores de um show. “Se eu fosse homem, poderia entrar com uma calça jeans, uma cara de c*, blusa branca, e ninguém ia falar nada. Agora, [sendo] mulher, a gente tem que entregar tudo e mais um pouco, e ainda reclamam”.
Ao g1, a rapper Ebony já criticou a falta de investimento visual e performático dos artistas masculinos em shows. “O problema é que rappers homens não fazem espetáculos. Vou sair de casa pra ver um cara com um microfone e um sonho apenas?”, disse.
Será que uma mulher seria criticada se fizesse algo parecido com Justin Bieber… ou se apostasse em, assim como ele, fazer um show de moletom e bermuda, sem pirotecnias, muitos instrumentos ou momentos coreografados? Não dá para dizer ao certo.
Mas o fato é que, mesmo ganhando menos que Bieber, nenhuma delas neste festival o fez.

Fonte: G1 Entretenimento