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SLIDE TOCANTINS

Extinção da Redesat é aprovada em dois turnos na Assembleia Legislativa

Acaba de ser aprovado em primeiro e segundo turno o Projeto de Lei do Executivo que extingue a Redesat e transfere sua estrutura para a Unitins. Dos 18 parlamentares presentes no plenário da Assembleia Legislativa, apenas Valdemar Junior (MDB), que já presidiu a emissora, se posicionou contra a sua extinção. Também em dois turnos foram aprovadas as medidas provisórias 01 e 03, também do Governo, que tratam da Reforma Administrativa e dos Contratos Temporários, respectivamente.

Na última terça-feira,26, foi aprovada na Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle a relatoria dos projetos, 150/18 (LOA)- Lei Orçamentária Anual do Governo do Tocantins e o 149/19 (PPA/2019) – Plano Plurianual do Estado de 2019 ficaram sob sua relatoria do deputado Nilton Franco (MDB), presidente da Comissão. Seguindo os trâmites e normas regimentais, o projeto do Orçamento terá um prazo de 8 dias corridos para que emendas sejam apresentadas e mais 15 dias para parecer e posterior votação.

A MP/01 dispõe sobre a organização da Administração Direta e Indireta do Executivo, o que inclui as competências de órgãos e entidades e seus correspondentes cargos em comissão e funções comissionadas. Já a MP/03 dispõe sobre a contratação de pessoal por tempo indeterminado para atender necessidades temporárias de excepcional interesse público. Ambas foram publicadas no Diário Oficial do Estado do dia primeiro deste mês.

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SLIDE TOCANTINS

Bloco Zorra: irreverência se torna tradição e Dianópolis comemora os 10 anos da folia

Em um cantinho do Tocantins, na região Sudeste, no coração do Brasil, há 10 anos, uma “tribo” se encontra aqui. São 10 anos de folia, de alegria, de irreverência, de tradição, de muita música, gente bonita, animação, no melhor bloco de carnaval de rua do estado caçula da federação.

Com toda Alegria da Capital do Mundo, há 10 anos o Bloco Zorra é quem comanda a festa em Dianópolis, a “Terra das Dianas”. Uma brincadeira que nasceu entre amigos e tomou proporções que hoje alcança milhares de foliões espalhados pelo Brasil.

Nesta época do ano, Dianópolis recebe turistas vindo de todos os lados do Brasil. Uma mistura de cultura, de sotaques e beleza, marcam o encontro todos os anos no melhor Carnaval do Tocantins, no DianoFolia, com a alegria do Bloco Zorra, que em 2019, comemora 10 anos de carnaval, trazendo o melhor para o folião, que é o verdadeiro protagonista do sucesso do bloco.

Localizada nas Serras Gerais, que é a maior cadeia de serras do país, Dianópolis atraí milhares de turistas ao longo do ano, que buscam a região para conhecer além da história da cidade, explorar o turismo, que conta com rios, cânions, cachoeiras, lagoas, cavernas e uma variedade de grutas, além de ser local ideal para pratica de esportes radicais, como traking, rapel, boiacross, cicloturismo, MTB, Rally e outros.

Além disso, a Terra das Dianas é conhecida por ter um dos melhores carnavais do interior do Brasil, o que atraiu o olhar do empresário, Weberly Marques (Manin do Zorra), presidente do Bloco Zorra. “Assim que cheguei em Dianópolis, percebi que além do potencial histórico, a cidade é um berço turístico e cultural. E percebi que poderíamos unir essa força, com um atrativo a mais. Foi então que em 2009, decidimos criar um bloco de carnaval com a cara do folião dianopolino. Um bloco alegre, popular, que trouxesse essa proposta de potencializar o nome da cidade, por meio do Carnaval, oferecendo atrações nacionais na folia local”, disse.

O nome irreverente, que trouxe a proposta de uma folia alegre, pra cima, foi desenvolvido com ajuda de amigos. “O Bloco começou comigo e meu amigo Rennan Cerqueira, hoje prefeito de Porto Alegre do Tocantins, que teve que deixar a parceria, para assumir outros compromissos. O nome veio por meio de um amigo designer, John Cavalari, filho de Dianópolis. A marca pegou e se transformou no sucesso que é hoje”, lembrou Manin.

O Bloco Zorra logo caiu no gosto do folião, e em seu primeiro ano, realizado na área onde hoje é construído o restaurante Cantão, no centro da cidade, foi expandindo, ganhando a confiança do folião, que todo ano deixa cidades como, Brasília (DF), Goiânia (GO), Anápolis (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA), interior de Minas Gerais, Palmas, Gurupi para festejar a alegria da festa de momo em Dianópolis.

Com as características de um bloco irreverente, o Zorra sempre valorizou o folião, exemplo disso são as atrações nacionais, que já passaram pelo trio e pelo palco do bloco nestes 10 anos de folia. Nomes como, Gasparzinho, Thaeme e Thiago, o saudoso Cristiano Araújo, a voz marcante de Marília Mendonça, Gabriel Gava, Jefferson Morais, Felipe Araújo, além do pagodão baiano, nas vozes de Igor Kannário e Saiddy Bamba, ajudaram construir os 10 anos de história do Bloco Zorra na Capital do Mundo.

Uma estrutura de arrepiar para os 10 anos do Zorra, com tudo aquilo que o folião merece. São 10 anos no maior carnaval de rua do Tocantins e para comemorar a história, a alegria, o Bloco Zorra traz cinco dias de festa para folião com as atrações: Vinny Nogueira, Sala de Luxo, Projeto 1+1, Alex Maxx, Krys França, Papazoni, Djs Thiago Martins, Beet, Azac, Velho Jhoe e Lauana Prado, com o sucesso “cobaia”, com a volta do trio elétrico puxando o folião na avenida e um túnel gigante na arena do Zorra, com estrutura nunca vista em Dianópolis, montada na sede da antiga rodoviária da cidade, com banheiros químicos, segurança especializada, no maior open bar de Carnaval do Tocantins, 24 horas com cerveja, água, vodka, suco e refrigerante.

A tradição do Zorra com tudo aquilo que o folião merece para comemorar 10 anos de folia no melhor bloco, na Capital do Mundo. “Primeiramente agradeço a Deus e também a cada dianopolino por ajudar construir essa história. Dianópolis espera por você mais uma vez folião, turista. Só tenho que agradecer a vocês, que em cada edição acredita na alegria deste bloco. Agradecer também todos os parceiros, que ao longo destes 10 anos, ajudaram fazer do Zorra o sucesso que é hoje. As palavras faltam, coração é só gratidão e emoção. E que possamos seguir juntos por mais 10, 20, 30… 100 anos de história de um bloco que é a cara de Dianópolis”, agradeceu o presidente do bloco.

Programação Zorra 2019

Sexta-feira 01/03

Sala de Luxo e Top Dj Beet (sede do bloco)

Sábado 02/03

Alex Maxx e Dj Beet, Dj Thiago Martins (sede do bloco)

Domingo 03/03

Lava Zorra no Trio com Papazoni

Lauana Prado (sede do bloco)

Dj Velho Jhoe

Segunda-feira 04/03

Krys França e Vinny Nogueira (sede do bloco)

Dj Marcelo Azac

Terça-feira 05/03

Projeto 1+1 e Sala de Luxo (sede do bloco)

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SLIDE TOCANTINS

Fragmentos de uma história de lutas e Siqueira nela: uma bela homenagem, em vida

A perspectiva histórica da vida e dos fatos é uma coisa curiosa. Enquanto os dias passam e vamos registrando os acontecimentos – especialmente, nós, jornalistas – não temos a gravidade do tempo. Nem a noção de que estamos de certa forma, registrando a história.

A grande verdade é que não existe a história sem as pessoas como protagonistas dela. E particularmente sobre o Tocantins e a nossa história aqui nos últimos 30 anos, o fato é que não dá para contar a história do Estado sem falar dele: José Wilson Siqueira Campos.

É desta história que boa parte da juventude tocantinense desconhece, que José Wagner Praxedes falava ontem aos editores dos principais veículos de comunicação do Estado, num encontro durante a tarde no “Por que Café?”, um espaço charmoso, da também jornalista Valéria Kurowski.

Ao lado do arquiteto José Eduardo Rodrigues curador da exposição que pretende resgatar a linha do tempo da história do Estado desde os idos de 1700, época da colonização, Praxedes, que é velho amigo de Siqueira contou dos desafios de montar uma exposição.

Em suas andanças pelo mundo, visitou nos Estados Unidos uma exposição sobre Abraham Linconl, baseada no pensamento de Linconl.

No caso de Siqueira, a exposição trará o título “Siqueira Campos – Um Estadista do Setentrião Goiano ao Tocantins”.

A história começa lá atrás e fala da Theotônio Segurado e Lysias Rodrigues. Conta do anseio pela libertação do Norte, chegando à década de 1970. É uma exposição fotográfica que contará também com a exibição de dois materiais em áudio visual.

Um deles, o documentário dos 10 anos do Tocantins, produzido pela TV3 e dirigido pelo publicitário Marcelo Silva.

Outro, uma entrevista de Siqueira Campos para a Assembléia Legislativa de Goiás, sobre o movimento separatista, e a criação do Estado.

Não se trata de uma incursão na política do Estado, mas uma mostra para as novas gerações e também para os que não vivenciaram os principais capítulos desta história, de como foi todo este sonho.

Catalizador dos ideais de um povo nortista, Siqueira se fez tocantinense. Encampou a luta e deu voz punjante a ela. Nem seus históricos adversários podem contestar que Siqueira nasceu para fazer acontecer boa parte desta história.

É inegável também que viveu e tenha vivido ainda hoje movido por um grande sonho e pelo ideal do que é e do que ainda poderá ser o Tocantins.

A exposição, que só acontece pela disposição e insistência do grupo de amigos que José Wagner (como lhe chama o amigo) conseguiu reunir, começa dia 14 de março, com lançamento às 19h 30, no Memorial Coluna Prestes.

Ela seguirá itinerante por escolas, visitará as principais cidades do Estado para ao final, ser recolhida, possivelmente no Palacinho.

Para receber a exposição, o Memorial precisou de reparos. Praxedes foi ao governador Mauro Carlesse pedir que o governo fizesse esta parte, no que foi prontamente atendido.

Ao Tocantins tem faltado preservar sua história, que já é imensa, mesmo num espaço de tempo tão curto.

Sai ontem do “Por que Café?”, caminhando pelas vias sombreadas da antiga Arse 21, cheia de memórias e com a alma inundada por um saudosismo dos tempos que vivi aqui desde minha chegada ao Estado, que em abril completa 28 anos. Vinha pensando no quanto temos ainda a resgatar da história do Estado, escrita e vivida por pessoas que também muito contribuíram para que chegássemos onde estamos. Não só a história como espaços, a exemplo do Palacinho e da antiga sede da Assembléia Legislativa, tão carentes de cuidado e revitalização.

No caso de Siqueira, é uma alegria que seu nome e sua história sejam colocados no devido lugar.

Reconhecer em vida sua estatura e seu valor é a melhor das homenagens.

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ENTRETERIMENTO TOCANTINS

Deputados tendo que explicar liderança que MDB deu a Eduardo: bloco garantiu espaço

O MDB saiu-se fortalecido da disputa interna por espaço e poder nas comissões de Finanças e CCJ na Assembléia Legislativa. A primeira coube ao deputado Nilton Franco, numa disputa de gladiador com o deputado Olyntho Neto(PSDB). A segunda, teve vitória na vice-presidência da CCJ, dodeputado recém eleito, Jair Farias, na CCJ, a mais importante comissão da Casa.

Ainda assim, nessa última semana de fevereiro, o que se escuta por aí ainda são críticas ácidas de alguns à composição feita pelo MDB na Assembléia Legislativa que levou à liderança o deputado Eduardo Siqueira Campos.

Insistir nesse argumento só revela o desconhecimento de muitos sobre o modus operandi dos deputados para garantirem espaço nas comissões.

Comissão é poder. Presidi-las, ou fazer parte como membro das mais importantes, chega por vezes a ser muito mais significativo por exemplo, do que o rateio de cargos e indicações que ocorre com os membros que integram a Mesa Diretora.

A discussão que vinha “pelas beiradas” ganhou corpo semana passada e ocupou boa parte da reunião do diretório estadual do partido. Em tom ameno quem provocou a explicação dos deputados foi o ex-deputado federal e também ex-parlamentar estadual, Freire Jr.

Freire, como outros externou a incompreensão pelo fato de que o partido desse a liderança ao deputado Eduardo Siqueira Campos, tradicional opositor das hostes emedebistas. Da explicação dada por Jair Farias, e outros parlamentares, Freire saiu convencido. E não haveria motivos para ser diferente, afinal é só fazer as contas do resultado prático que o MDB conseguiu, no final do jogo de poder que deixou de fora muita gente e provou que mais que bater na mesa, vale o diálogo. E os votos, que se consegue naquela Casa.

Da cassação, à sobrevivência, as lições que o MDB aprendeu

Depois que o MDB perdeu o governo, em março/abril do ano passado o partido corria um sério risco de ser triturado pela nova estrutura de poder que se formou no Estado.

“A gente precisava se blindar”, avaliou um dos deputados na reunião. A primeira providência foi construir uma coligação proporcional que mantivesse as vagas na Assembléia e elegesse dosi federais. No âmbito estadual, objetivo conquistado com sucesso. De quatro, o partido ampliou para cinco seu número de vagas.

Na esfera federal, a ex-deputada Josi Nunes perdeu o mandato, mas a ex-primeira dama, Dulce Miranda, garantiu sua reeleição.

Com a vitória de Mauro Carlesse na suplementar e sua confirmação como governador nas urnas de Outubro, cabia ao MDB procurar caminho de manter-se bem acomodado na Assembléia.

A escolha de se aliar a Eduardo Siqueira Campos foi estratégica. Primeiro, por que o deputado do Democratas já vinha construindo uma boa relação com os pares. Segundo por que com a habilidade dele e a de deputados já experientes de segundo mandato, foi possível garantir ao partido presença em comissões importantes.

Nilton Franco, que queria ser presidente, reclamou na reunião do que considerou falta de apoio dos colegas parlamentares à sua candidatura. Mas cravou a segunda vice-presidência no acordo construído em torno de Toinho Andrade.

“A posição que temos hoje é extremamente favorável e foi construída. Na Assembléia tem que saber conversar, articular”, me disse no Palácio Araguaia, há alguns dias o deputado Elenil da Penha. Valdemar Jr concorda com ele, e emenda: tem que ter voto. Muitos sonharam muita coisa na Mesa Diretora, e nas comissões, mas na hora H, faltou voto.

Resistências à Eduardo Gomes: ou o MDB, sendo MDB

O último capítulo da reunião, tratou da entrada do senador Eduardo Gomes no partido. Gomes, como se sabe, entrou por cima, ou seja: pelas mãos da cúpula da legenda que construía a candidatura de Renan Calheiros. Não deu certo, mas o senador tocantinense terminou secretário na Mesa Diretora, comprovando mais uma vez poder de articulação.

O que incomoda a alguns da antiga, me contou um emedebista de carteirinha, é que Gomes não tenha vindo antes “pedir a bênção” dos auto intitulados “autênticos”.

O mais resistente é justamente Freire Jr. que falando das eventuais divergências de interesse do grupo que Gomes já carrega e os emedebistas que já estavam ancorados no partido, citou o caso de Araguaína.

Lá, Gomes está bem ligado ao grupo de Ronaldo Dimas, por quem foi apoiado incondicionalmente. “E na hora da eleição, como será com vocês?”questinou Freire Jr a Elenil e Jorge Frederico, os dois deputados “modebas” de Araguaína. “Não se preocupe, deputado, nós saberemos resolver nossa situação”, ouviu de Elenil.

Na outra ponta, Valdemar Jr, que falou ao portal semana passada sobre a sucessão no partido, é bem mais conciliador. “A chegada do Eduardo Gomes é tranquila. Veio por cima por que sua entrada era um interesse nacional do partido, mas é um conciliador. O temor de muitos é o efeito Kátia Abreu”, me disse Valdemar lembrando a disputa de comissões entre Kátia e o grupo Miranda lá atrás.

Qualquer divergência interna e localizada, defendem deputados ouvidos pelo portal, será resolvida gradativamente, a medida que as eleições forem acontecendo e os grupos se juntando.

O que fica, nesse processo todo, é que o partido saiu-se bem depois de duas eleições: a de Outubro e a da Mesa Diretora.

“Liderança? Liderança não é mandato. Por hora Eduardo tem desempenhado muito bem seu papel de líder. Caso isso mude, liderança se muda a qualquer hora. Não há impedimento nenhum em mudar”, ouvi de outro parlamentar.

O que pouca gente não entendeu é que Siqueirismo e Mirandismo são águas passadas no Tocantins. Por hora, cada um carrega seu sobrenome e sua história. Mas os tempos… os tempos já são outros.

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ENTRETERIMENTO

Ex-presidiário é morto a tiros enquanto andava de bicicleta em Palmas

O jovem Luismar Afonso Alves da Silva, 26 anos, foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (25) em Palmas. Conforme a Polícia Militar, o crime aconteceu ao lado da feira coberta do Jardim Aureny III, na região sul da cidade. A vítima foi atingida por vários disparos e morreu no local.

Testemunhas contaram à polícia que o jovem estava de bicicleta e saiu de casa para buscar a sobrinha em uma creche. Silva é ex-presidiário e tinha saído da prisão há cerca de dois meses.

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DESTAQUES

Pastor morre durante culto no interior do Tocantins

O pastor José Teles Carneiro Filho, de 50 anos, morreu durante um culto no município de Rio Sono, na noite deste domingo (24). A suspeita é que ele teve um ataque cardíaco fulminante. Médicos que acompanhavam o evento fizeram os primeiros socorros e o levaram para o hospital da cidade. A suspeita é que ele tenha chegado morto na unidade.

José Teles era o presidente da Assembleia de Deus Ciadseta Palmas-Sul desde o ano de 2010. Ele estava no interior do Tocantins para participar da posse do novo pastor que assumiu a igreja em Rio Sono.

A vítima morreu na mesma igreja onde foi pastor por 14 anos. A maioria dos fiéis que acompanhava o culto o conhecia.

Segundo testemunhas, o culto já havia começado, quando o pastor se sentiu mal, por volta das 20h20. Ele estava sentado no púlpito, ao lado de outros obreiros, quando deu um suspiro, escorregou na cadeira e caiu desacordado.

Membros da igreja confirmaram que o pastor estava tratando de problemas cardíacos e tinha pressão alta.

O corpo do líder religioso está sendo velado na igreja Assembleia de Deus Ciadseta localizada na avenida Tocantins, em Taquaralto, região sul de Palmas. A previsão é que o corpo seja levado no início da tarde para Aparecida do Rio Negro, onde será enterrado.

José Teles deixa esposa, três filhos e cinco netos.

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SLIDE

Ex-policial civil morto na porta de casa tinha perdido cargo após prisão por tráfico de drogas

Foi enterrado neste domingo (24), em Palmas, o ex-policial civil Amílca Bezerra Leite. Ele foi morto na porta da casa dele na noite de sábado (23). A vítima já foi alvo de duas investigações por envolvimento com tráfico de drogas e perdeu o cargo após ser condenado pela justiça. A motivação do crime ainda está sendo esclarecida pela Delegacia de Homicídios de Palmas.

O ex-policial foi morto no momento em que abria o portão de casa, após ser chamado por uma pessoa não identificada. Segundo testemunhas, o suspeito fugiu em um carro de passeio após disparar vários tiros.

Francisco Amílca Bezerra Leite foi investigado pela Polícia Federal em 2008 por tráfico de drogas internacional durante a operação Face Oculta. O grupo que ele integrava teria movimentado mais de uma tonelada de cocaína da Bolívia para o Brasil.

Na época ele ainda era policial e foi condenado pela Justiça Federal. Ele seria o responsável por dar suporte para a organização criminosa, alertando sobre possíveis operações policiais. Ele chegou a cumprir parte da pena no Paraná, mas conseguiu transferência para o Tocantins até ganhar liberdade.

Em 2013, o ex-policial foi alvo de uma operação da Delegacia de Investigações Criminais da própria Policia Civil. Ele foi preso com um grupo acusado de assalto a bancos e explosões de caixas eletrônicos.

Testemunhas contaram a polícia que durante dois dias antes do crime homens passaram pela casa do ex-policial e bateram no portão procurando pela vítima.

Entenda

O ex-policial civil morreu após ser baleado na porta de casa, na região sul de Palmas. O crime aconteceu por volta das 18h30 deste sábado (23) na quadra 1.006 Sul.

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TOCANTINS

Alunos de várias turmas assistem aula em quadra de esportes após escola ter salas interditadas

Os estudantes do Colégio Nossa Senhora da Providência, em Miranorte, estão tendo aulas na quadra de esportes. Os quadros foram encostados no alambrado e os professores afirmam que é difícil prender a atenção dos alunos. O problema acontece porque a escola apresenta diversos problemas na estrutura das salas de aula. Segundo a comunidade escolar, o prédio corre risco de desmoronar.

Um protesto foi organizado nesta segunda-feira (25) para cobrar melhores condições aos alunos e professores. “Estamos trazendo nossos alunos correndo risco de vida porque aqui tem fios expostos, teto querendo cair. Tudo aqui tá precisando de uma reforma, tem que ser geral. Não é só uma reforma paliativa”, afirmou Fabiana Noleto, que é mãe de um aluno.

O prédio da escola parece que está abandonado. Salas estão interditadas, a fiação exposta e o forro danificado devido à umidade. Além da quadra de esportes, outras turmas foram colocadas pátio do colégio e no auditório.
Escola em Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera Escola em Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera

Escola em Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera

“Toda acabada. Corre risco de cair em cima da gente. Caiu uma lâmpada em cima da minha colega”, disse a estudante Maria Helena Soares. “Tá caindo aos pedaços. Como é que a gente vai estudar nessa escola”, reclamou a aluna Maria Paula.

Na quadra esportiva, onde quatro turmas foram colocadas, os estudantes estão expostos às condições climáticas e quando o sol aparece fica difícil estudar. “A gente não aprende desse jeito porque tem que ficar se deslocando de um lugar para o outro toda hora”, afirmou Camile Victória Costa.

Segundo os professores não tem como os alunos se concentrarem na aula. “Se hoje em dia a gente já faz de tudo para chamar atenção do aluno dentro da sala de aula, você imagina em um espaço aberto com quatro salas, onde tudo pode chamar a atenção de um aluno”, explicou a professora Sueli Modesto.

“Eles prestam muito mais atenção na sala vizinha do que na aula aqui. Não tem divisória nenhuma, não tem nada que prende eles aqui”, comentou o professor Antônio Francisco.
Escola de Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera Escola de Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera

Escola de Miranorte — Foto: Divulgação/TV Anhanguera

A coordenadora afirma que a comunidade está sendo desrespeitada. “Nós sempre estamos reivindicando os direitos porque nos preocupamos com a educação. Os professores são rechaçados na comunidade porque os pais, até por falta de informação, acham que não estamos lutando por um direito que é deles. O aluno precisa de uma educação de qualidade. Isso é obrigação do estado”, afirmou Selma Maria.

O colégio Nossa Senhora da Providência tem mais de cinquenta anos. São mais de 600 alunos do sexto ao oitavo ano. A falta de estrutura foi parar na Justiça e no último dia 16 uma decisão deu 10 dias para que a unidade seja desocupada e os alunos enviados para outro local.

O prazo vence na próxima quarta-feira (27) e se a decisão não for cumprida a Secretaria Estadual de Educação deverá pagar uma multa de R$ 5 mil dia. Enquanto os alunos enfrentam essa situação, uma unidade que começou a ser construída em 2009 nunca foi concluída.

Outro lado

A Secretaria Estadual de Educação informou que os alunos serão transferidos para outra escola. Essa medida tem caráter provisório e o governo vai concentrar esforços para retomar e concluir as obras da Escola Padrão, que começaram em 2010.

Polêmica

Em janeiro, uma medida da Secretaria de Educação causou polêmica ao anunciar que 21 escolas seriam fechadas em todo o estado. Entre os motivos apontados pelo governo está a queda no número de matrículas.

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Mulher é eleita provisoriamente presidente do parlamento do Curdistão iraquiano

Erbil, Iraque, 18 Fev 2019 (AFP) – O parlamento do Curdistão elegeu, nesta segunda-feira, uma mulher para sua presidência, uma decisão provisória ditada por divisões políticas persistentes nesta região autônoma do norte do Iraque, mais de quatro meses após as eleições legislativas.

Vala Farid, membro do Partido Democrático do Curdistão (PDK) do ex-presidente curdo Massud Barzani, foi eleita presidente na primeira sessão parlamentar desde as eleições de setembro, quando seu partido obteve 45 dos 111 assentos.

O líder do bloco PDK no parlamento, Hemin Hawrami, disse que Farid foi nomeada “temporariamente”, à espera de um acordo com a União Patriótica do Curdistão (PUK), rival do PDK que tradicionalmente ocupa o cargo de presidente da assembleia.

Os deputados do UPK, o partido do ex-presidente iraquiano Jalal Talabani, boicotaram a sessão parlamentar de segunda-feira.

Eles pediram mais tempo para resolver questões com o PDK, incluindo a gestão da disputada província de Kirkuk, rica em petróleo.

O Curdistão iraquiano tem experimentado instabilidade política desde setembro de 2017 e o fiasco do referendo de independência, denunciado por Bagdá e pela comunidade internacional.

Depois de terem votado maciçamente pela secessão, as forças iraquianas tomaram o controle das áreas petrolíferas disputadas, causando um sério revés às autoridades na região autônoma. str-ac/dco/del/cgo/iw/mr
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MUNDO

Mais de 30 migrantes são interceptados no Canal da Mancha

Lille, França, 18 Fev 2019 (AFP) – Mais de 30 migrantes que tentavam chegar à Grã-Bretanha a bordo de uma embarcação a motor foram interceptados o Canal da Mancha pelas autoridades britânica, informaram fontes da prefeitura marítima francesa.

Enquanto preparava um possível resgate do lado francês, o barco passou para águas britânicas, onde foi resgatado.

O ministério do Interior britânico limitou-se a mencionar um “incidente em andamento com um pequeno barco” na costa de Kent.