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Criação da Universidade Federal do Norte do TO é aprovada na Câmara

A criação da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) foi aprovada nesta terça-feira, 27, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). De acordo com o Presidente da Sessão, deputado federal Arnaldo Faria de Sá (Progressistas/SP), a matéria foi colocada em pauta a pedido do seu colega de partido, o deputado tocantinense Lázaro Botelho (Progressistas/TO).

“Ele é do Tocantins e foi o parlamentar que pediu a inclusão desse projeto na pauta. Com certeza possui um carinho especial pela cidade de Araguaína”, disse.

O deputado tocantinense, que encabeçou a defesa do Projeto na Casa, agradeceu aos colegas parlamentares pelo apoio na aprovação do PL. “É um Projeto importante para o Tocantins e para o desenvolvimento da região norte do nosso Estado. Nós agrademos o relator, deputado Fábio Trad, e ao presidente por atender nosso pedido para dar prioridade a este Projeto”, afirmou.

O PL deve ser encaminhado ao Senado nos próximos dias.

Articulação

Desde que começou a tramitar nas Comissões, o deputado federal Lázaro Botelho do Progressistas articulou junto a colegas do seu partido o andamento do Projeto.

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Senado aprova empréstimo para obras de Palmas como asfalto do Taquari e 508 Norte

O Senado Federal aprovou no final do dia desta terça-feira, 27, autorização para que o Município de Palmas possa contratar operação de crédito externa junto à Corporação de Fomento Andina (CAF), no valor de 60 milhões de dólares para obras de infraestrutura e ações ambientais na Capital. Dentre estas obras estão a execução da drenagem e pavimentação asfáltica no Jardim Taquari, 408 Norte e 508 Norte.

“Esta é uma vitória de todos nós palmenses. No ano em que cidade completará 30 anos, vamos transformá-la num canteiro de obras, levando melhorias para muitas quadras e consolidando estruturas que necessitam de uma atualização, mas beneficiando toda a cidade” disse a prefeita mais cedo, quando a proposta foi aprovada nas comissões do Senado, antes de ir à plenário.

O recurso será aplicado na realização de obras de infraestrutura em vários setores, por meio do Programa de Requalificação Urbana – Palmas para o Futuro. Além do Taquari, das quadras Arnes 54 e 64, de remanescentes do antigo povoado Canela, estão ainda os bairros como Morada do Sol I e III. “Nesses sete meses de gestão conseguimos avançar em muitas coisas e a aprovação desse empréstimo, consolida um novo momento na história política de Palmas e do Tocantins ”, acrescentou a prefeita.

Os valores estão previstos para serem liberados no período de 2018 a 2022, de acordo com o relatório da senadora Rose de Freitas (Pode-ES). Convertidos à cotação do dólar de hoje, o empréstimo será da ordem de R$ 237 milhões de reais.

O objetivo da tomada de empréstimo é melhorar as condições de mobilidade da população e de acesso aos serviços públicos essenciais, por meio da realização de gastos nos seguintes componentes: pavimentação e sinalização de vias urbanas, drenagem urbana, iluminação, equipamentos públicos, habitação e ações socioambientais.

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Célio, Gedeon e Juvenal disputam preferência da advocacia tocantinense nesta quarta

É chegada a quarta-feira, 28, dia da eleição que irá escolher o novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-TO).Concorrem três chapas encabeçadas pelos advogados Célio Henrique Magalhães, Gedeon Pitaluga e Juvenal Klayber. A eleição ocorre das 9 às 17 horas com urnas eletrônicas cedidas e programadas pelo TRE-TO. Serão escolhidos os dirigentes da Seccional e das 14 subseções da OAB.

Ao todo, são 4.773 advogados e advogadas aptos a votar nas Eleições da OAB-TO para o mandato do Triênio 2019/2021.

Candidatos

As chapas são “Advocacia Unida e OAB Respeitada”, liderada por Juvenal Klayber Coelho, com Adriana Abi–Jaudi Brandão como candidata a vice-presidente. “OAB Proativa”, chapa liderada pelo advogado Célio Henrique Magalhães Rocha e Albery César como candidato a vice. E “OAB-TO Independente”, chapa encabeçada por Gedeon Batista Pitaluga Júnior e Janay Garcia, como candidata a vice-presidente.

O candidato a presidente Célio Henrique Magalhaes declarou ao Portal T1 Notícias que chega a reta final da campanha depois de percorrer várias cidades do interior do estado, além da capital, promovendo o debate com mulheres e a juventude da advocacia, especialmente. “Estamos muito confiantes de que temos as melhores propostas. É a eficiência da gestão atual que atuou nesse último triênio e vamos continuar com o bom trabalho na próxima gestão”, avalia.

O candidato ainda falou sobre as denúncias entre chapas nesta reta final de campanha. Para ele, isso ocorreu em função de processos de investigação dos outros adversários, o que lamenta. “Eu lamento que o debate tenha perdido o caráter propositivo, mas nós estamos confiantes de que amanhã teremos uma vitória bastante expressiva”.

O candidato Gedeon Pitaluga declarou que se orgulha da composição de chapa, a OAB Independente, e da condução dada à campanha. “Fizemos uma campanha muito bonita, alegre e divertida, nos preocupando por fazer um debate limpo, transparente e democrático. Focamos nossos esforços na apresentação de propostas para a melhoria da condição de trabalho da advocacia, ampliando a atuação da Caixa de Assistência da Advocacia e da Escola Superior da Advocacia. Apresentamos projetos inovadores para a Ordem, como o programa de Anuidade Zero, de congelamento do valor da anuidade, da atuação contundente no auxílio ao jovem advogado e na defesa dos direitos da mulher advogada. Também fizemos um debate firme sobre a defesa das prerrogativas dos advogados e trataremos esse assunto com a maior seriedade e força na próxima gestão”, afirma.

Para o candidato a campanha deixou evidente a diferença entre as chapas e fez críticas aos adversários, nesta reta final. “A candidatura de Juvenal Klayber representa a volta ao passado, com a presença na chapa dos ex-presidentes Ercílio Bezerra e Epitácio Brandão. Já a de Célio Henrique é o continuísmo da gestão atual que não deu certo. Nós representamos o oposto das duas chapas. Representamos a inovação e faremos a verdadeira transformação na OAB”.

Já o candidato Juvenal Klayber afirma ter a certeza de ter feito uma campanha limpa, propositiva e sem depreciar a advocacia. “Conseguimos reunir advogados atuantes em todas as regiões e áreas do direito em prol da reunificação da advocacia e do respeito à OAB. Não temos um projeto pessoal, mas sim, de um grupo que quer uma Ordem melhor e verdadeiramente na defesa do advogado e suas prerrogativas”, afirma.

Ele também está confiante na vitória. “Estamos tranquilos e confiantes, uma vez que dialogamos com a classe em todas as regiões, mostrando propostas factíveis para melhorar a advocacia, e esperamos uma eleição tranquila, na certeza de que os advogados saberão escolher o melhor para a nossa classe no Tocantins”.

Votação

A votação vai ocorrer na sede da Seccional em Palmas e nas 14 cidades com subseção da OAB. Além do comando da Seccional, serão escolhidas as diretorias das subseções. Das 14 cidades, 9 estão com chapa única e 5 terão duas chapas disputando – Paraíso, Porto Nacional, Gurupi, Araguaína e Colinas. Portanto, nas subseções os advogados e advogadas vão votar duas vezes – primeiro para escolher a diretoria local e depois o comando da Seccional.

De acordo com o parágrafo 1º do Artigo 63 do Estatuto da Advocacia, o voto é obrigatório para todos os inscritos na OAB. Ao todo, a OAB-TO tem 7 mil advogados e advogadas inscritos ativos, mas só estão aptos a votar aqueles com a anuidade em dia. O Artigo 134 do Regulamento Geral da OAB prevê que quem não votar, paga multa de 20% do valor da anuidade. Em caso de ausência, o advogado ou advogada poderá justificar em formulário que será disponibilizado a partir do dia 28 de novembro, em destaque na home do site da OAB (http://www.oabto.org.br). Todos os documentos relativos ao período eleitoral estão publicados no link: http://www.oabto.org.br/pagina-eleicoes-2018.

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SLIDE TOCANTINS

TJ suspende decreto de intervenção na Fomento e manda retornar gestores eleitos

A Justiça deferiu liminar para suspender o Decreto do Governo do Estado que possibilitou a intervenção na Agência de Fomento do Tocantins, destituindo o presidente eleito Maurílio Ricardo Araújo de Lima e colocando em seu lugar um interventor. A polêmica veio à tona na semana passada. A decisão é desta terça-feira, 27.

O Juiz Gilson Coelho Valadares entende que o Estado, tendo o maior capital na Agência, deveria ter proposto ao Conselho da Agência de Fomento o afastamento do atual presidente e não determiná-lo via decreto como foi feito pelo governador Mauro Carlesse.

Ao decidir pelo deferimento do mandado de segurança que foi impetrado por Maurílio Lima e o diretor jurídico da Agência, Gustavo Silva Santos, a Justiça suspendeu a eficácia do decreto de intervenção até o julgamento final do processo e determinou o cumprimento imediato da decisão, com a saída do interventor e o retorno do presidente eleito.

Para Santos “a decisão liminar proferida pelo Relator do Mandado de Segurança, Dr. Gilson Coelho Valadares, olhou com acuidade a legislação de regência, vindo a reconhecer a incompetência absoluta do Governador do Estado do Tocantins para decretar intervenção em instituição financeira controlada pelo Banco Central do Brasil, como é o caso da Agência de Fomento do Tocantins”, declara.

O T1 Notícias procurou o Governo para se manifestar sobre a decisão. Em nota, disse que “respeita a decisão, mas estuda quais providências adotar”.

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BRASIL

Com Dilma, país tem 3 dos 5 ex-presidentes réus na Lava Jato

São Paulo

A Operação Lava Jato e seus desdobramentos colocaram 3 dos 5 ex-presidentes vivos do Brasil na condição de réus perante à Justiça. Também estão denunciados um outro ex e o atual ocupante do Palácio do Planalto.

O caso mais recente envolve a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Ela se tornou ré na sexta-feira (23), ao lado do seu antecessor e padrinho político Luiz Inácio Lula da Silva, acusada de integrar organização criminosa.

Segundo denúncia apresentada em setembro de 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e acolhida na Justiça Federal do Distrito Federal na última sexta, Dilma e Lula tiveram participação em um esquema montado para coletar propinas de R$ 1,48 bi entre 2002 e 2016. As vantagens teriam sido pagas em contratos da Petrobras, do BNDES e do Ministério do Planejamento.

A acusação partiu de delações firmadas no âmbito da Lava Jato envolvendo empreiteiras e ex-diretores da Petrobras.

Lula, além de réu na ação ao lado de Dilma, está preso desde abril no caso do tríplex em Guarujá (SP), no qual é acusado de ter recebido propina da construtora OAS.

Ele também responde a outras duas ações na Justiça Federal do Paraná, ambas em estado avançado, e mais três no Distrito Federal. Na ação do sítio de Atibaia, ele é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro por meio de reformas e benfeitorias bancadas pelas empreiteiras OAS e Odebrecht na propriedade rural que ele frequentava no interior de São Paulo. Ele também é acusado de ser beneficiado pela Odebrecht mediante a compra de um terreno para o Instituto Lula, em São Paulo. O petista nega todas as acusações

Outro ex-presidente réu na Justiça é o atual senador Fernando Collor (PTC-AL), acusado na Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, relacionados à BR Distribuidora. A denúncia da PGR foi acolhida em agosto de 2017 por unanimidade pela Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal).

À época, o senador afirmou por meio de nota que o resultado do julgamento no STF foi “uma derrota” para a PGR, porque os ministros só receberam uma parte da denúncia. E que, “como já fez no passado, terá oportunidade de comprovar sua inocência” ao longo do processo.

Collor é também investigado em outros inquéritos decorrentes da Lava Jato no Supremo.

Presidente de 1985 a 1990, José Sarney (MDB) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República em 2017, ao lado de senadores do MDB, acusado de receber recursos desviados de contratos da Transpetro, subsidiária da Petrobras. O caso aguarda análise no Supremo.

O tucano Fernando Henrique Cardoso chegou a ser alvo em uma petição, encaminhada à Justiça Federal de São Paulo, derivada da delação da Odebrecht, em 2017, que tratava de um depoimento do empreiteiro Emílio Odebrecht. O empresário havia citado em depoimento o “pagamento de vantagens indevidas” para a campanha do tucano à Presidência, nos anos 1990. No entanto a Justiça arquivou a petição meses depois, considerando que eventuais irregularidades prescreveram.

O grupo dos ex-presidentes que viraram réus pode crescer em 2019. O atual presidente, Michel Temer, foi denunciado como destinatário de propinas da Odebrecht e do grupo JBS – esta última gerou duas denúncias, ambas barradas pela base aliada do emedebista na Câmara dos Deputados no ano passado.

Os dois casos –acusação de corrupção passiva na primeira e obstrução da Justiça e organização criminosa, na segunda– estão congelados e só voltam a tramitar em 2019, após o fim do mandato de Temer. Ele também é investigado em outro inquérito, que apura se ele beneficiou empresas ligadas ao porto de Santos.

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Elite econômica abriu mão de seu verniz ao eleger Bolsonaro, diz Haddad

São Paulo

Candidato a presidente derrotado nas eleições, Fernando Haddad (PT-SP) diz que há dois anos previa que a “extrema direita” teria espaço na política nacional. Afirma que errou em uma previsão: a de que João Doria (PSDB-SP) lideraria esse campo como um “PSDB bolsonarizado”.

Em sua primeira entrevista desde a eleição, Haddad afirma que não pretende dirigir o PT nem sua fundação, mas que militará pela formação de frentes em defesa dos direitos sociais e civis.

Para ele, a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) mostrou que o país vive num sistema híbrido, em que o autoritarismo cresce dentro das instituições democráticas.

O resultado das eleições deste ano já foi definido como tsunami, implosão do sistema. Qual é a sua visão, de quem foi o derrotado? [sorrindo] Antes de mim tiveram uns 12 [derrotados], né?

O senhor personificou a derrota. Há dois anos, eu te dei uma entrevista. E talvez tenha sido um dos primeiros a dizer: “É muito provável que a extrema direita tenha espaço na cena política nacional”.

Eu dizia: “Existe uma onda que tem a ver com a crise [econômica] de 2008, que é a crise do neoliberalismo, provocada pela desregulamentação financeira de um lado e pela descentralização das atividades industriais do Ocidente para o leste asiático”.

Os EUA estavam perdendo plantas industrias para a China. E a resposta foi [a eleição de Donald] Trump. Isso abriria espaço para a extrema direita no mundo. Mas a extrema direita dos EUA não tem nada a ver com a brasileira. Trump é tão regressivo quanto o Bolsonaro. Mas não é, do ponto de vista econômico, neoliberal. E o chamado Trump dos trópicos [Bolsonaro] é neoliberal.

Trump apoia Bolsonaro. Ele precisa que nós sejamos neoliberais para retomar o protagonismo no mundo, e tirar a China. Está havendo, portanto, um quiproquó: os EUA negam o neoliberalismo enquanto não nos resta outra alternativa a não ser adotá-lo.

E por quê? A crise mundial acarretou a desaceleração do crescimento latino-americano e a consequente crise fiscal. No continente todo houve a ascensão de governos de direita —no caso do Brasil, de extrema direita.

Por que o centro político não conseguiu responder a essa crise? Eu imaginava [há dois anos] que o [João] Doria, que é essencialmente o Bolsonaro, fosse ser essa figura [que se elegeria presidente]. Achava que a elite econômica não abriria mão do verniz que sempre fez parte da história do Brasil. As classes dirigentes nunca quiseram parecer ao mundo o que de fato são.

O quê? O Bolsonaro. Já o Doria seria um PSDB bolsonarizado, mas com aparência tucana. Eu apostava nele.

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Alvos da Lava Jato pressionam Câmara a votar mudanças na lei, e Moro reage

Brasília

Um grupo de parlamentares de partidos envolvidos nas investigações da Lava Jato pressiona o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a colocar em votação nas próximas semanas projeto que altera as regras de execução penal no Brasil, afrouxando a punição a diversos crimes, incluindo os de colarinho branco.

Integrantes do PP —uma das siglas mais implicadas no escândalo da Petrobras e a terceira maior bancada na Câmara—, entre outros partidos, dizem ser essa uma das condições para o apoio a Maia, que tentará a reeleição ao cargo em fevereiro.

Questionado se irá colocar o projeto na pauta de votações, o presidente da Câmara afirmou: “Estou estudando o assunto e ouvindo algumas pessoas antes de decidir”.

Investigado em inquérito decorrente de delação da Odebrecht, ele nega que haja colegas propondo o apoio em troca da votação. “As condições pra votar este e outros projetos é que possam caminhar em harmonia com os outros Poderes e o Ministério Público.”

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Bolsonaro anuncia general Santos Cruz para Secretaria de Governo 33

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou nesta segunda-feira (26) o general Carlos Alberto dos Santos Cruz para a Secretaria de Governo. Uma das atribuições da pasta é cuidar da relação do Planalto com o Congresso.

Se a Secretaria de Governo mantiver o status de ministério, Santos Cruz será o 14º ministro anunciado por Bolsonaro e o quarto militar a integrar o ministério de Bolsonaro. O presidente eleito, entretanto, tem afirmado que pretende reduzir o número de pastas na Esplanada.

Os generais da reserva Augusto Heleno e Fernando de Azevedo e Silva vão chefiar respectivamente o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e o Ministério da Defesa, e o astronauta Marcos Pontes, tenente-coronel reformado, será responsável pela pasta da Ciência e Tecnologia. Além deles, o vice-presidente, Hamilton Mourão, é general da reserva do Exército.

Santos Cruz foi secretário Nacional de Segurança Pública entre 2017 e 2018, durante o governo de Michel Temer (MDB), e comandou duas missões de paz das Nações Unidas, no Haiti (2007-2009) e na República Democrática do Congo (2013-2015). Em junho deste ano, deixou o posto para atuar como consultor da ONU.

O general declarou apoio a Bolsonaro durante a campanha eleitoral, mas não é vinculado a partidos políticos nem tem ligação com a equipe do presidente eleito. Apesar de estar na reserva, ele é considerado uma grande liderança entre militares da ativa e da reserva, segundo as fontes ouvidas pelo UOL.

Santos Cruz assumirá o posto que hoje é ocupado pelo deputado Carlos Marun (MDB-RS), da tropa de choque do presidente Michel Temer.

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Mais uma etapa na infraestrutura do Araguaína Sul será concluída nesta semana

Chegam ao final, nesta semana, as obras de pavimentação de ruas e avenidas do setor Araguaína Sul. Vias de fundamental importância para assegurar a mobilidade de quem trafega pelo setor, como as avenidas Amazonas, Paraguai, Tocantins, São Francisco, Tietê e Guaíba, foram beneficiadas, proporcionando melhor qualidade de vida a moradores e visitantes do setor.

Executados por meio de convênio entre a Prefeitura e o Estado, os trabalhos beneficiaram um total de 31 ruas e avenidas do setor. O Araguaína Sul tem mais de duas décadas de existência e, de acordo com dados do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), possui um total de 11.043 habitantes.

No total, o setor recebeu 220 mil metros quadrados, ou 31,4 metros lineares de pavimentação, 14 quilômetros de redes de drenagem pluvial e 50 mil metros quadrados de calçadas com acessibilidade.

Próximas etapas
De acordo com o engenheiro civil responsável pelas obras, André Diniz, finalizada a pavimentação, os trabalhos seguem com a execução de calçadas, drenagem superficial, com implantação de sarjetas e meio-fio, além de sinalização vertical e horizontal das vias.

Outros setores beneficiados
Vários setores araguainenses estão sendo beneficiados por meio deste convênio, com investimentos na ordem de R$ 44,5 milhões. A primeira etapa de pavimentação nos bairros foi concluída no ano passado, atendendo aos setores Itaipu e Maracanã. Nesta segunda etapa, estão os bairros São João, já concluído; parte do Araguaína Sul, em execução; e, em seguida, os setores Santa Terezinha, Patrocínio e Tereza Hilário Ribeiro. (Da Secom Araguaína)

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700 corredores de rua disputam o Desafio dos Fortes em Palmas; confira os vencedores

Setecentos corredores participaram na manhã deste domingo, 25, do 8º Desafio dos Fortes, última etapa do Circuito Virgílio Coelho de Corridas de Rua, na Praia da Graciosa, em Palmas. O tempo nublado favoreceu os atletas profissionais e amadores do esporte, que realizaram o trajeto pela Ponte da Amizade Fernando Henrique Cardoso. Dois pelotões de 400 e 300 atletas se dividiram por trajetos de 6 km e 16 km, respectivamente.

Os primeiros colocados na classificação geral na prova de 16km foram Antônio Francisco Silva Costa, o Nego Léo, com o tempo de 51m56s e Elivanir Barbosa Borges de Paula, que marcou 01h07min37s. Nego Léo parabenizou a organização da prova e se disse satisfeito com seu desempenho. “Acho que este tipo de prova incentiva muito o esporte. Para mim, especialmente, que consegui o melhor tempo da prova, serviu como uma preparação para a Meia Maratona do Tocantins e a São Silvestre que pretendo correr no mês que vem”, disse ele.

“Fui melhor do que imaginei, contava que o tempo estaria quente, mas o clima mais ameno ajudou. Participei de todas as corridas do Circuito deste ano e estou muito feliz. Correr para mim significa ter saúde, alegria, disposição e amizades por perto. Tudo isso não tem preço”, avaliou Elivanir.

A festa do esporte reuniu atletas profissionais e amadores, que aproveitam as corridas do Circuito Virgílio como estímulo à prática de atividade física ao ar livre e em prol da saúde. É o caso do gerente comercial Edilson Cirqueira, 29 anos. Ele era sedentário quando pensou em realizar o Desafio dos Fortes em 2017. “Não consegui fazer a prova, então comecei a treinar duas vezes por semana. Perdi 26 kg. Se eu soubesse que era tão bom teria começado a correr há mais tempo”, disse Cirqueira, que conquistou a primeira colocação no trajeto de 6 km em 20 minutos cravados.

A professora de biologia Lethycia Suartte, 50 anos, divide seu tempo entre o trabalho e um programa de doutorado, mas ainda assim busca conciliar seus projetos profissionais com o esporte. “Essa é a terceira corrida que participo este ano. Acredito que esporte promove saúde e não me deixa adoecer. É algo que te prepara para uma velhice mais tranquila e te dá melhor qualidade de vida, com certeza”, afirmou.

Circuito de rua

É exatamente este o entendimento do Município ao realizar, com ajuda de parceiros, o Circuito Virgílio Coelho de Corridas de Rua. “A Prefeitura de Palmas entende que apoiar a corrida de rua e práticas esportivas populares como um investimento e incentivo na saúde da população”, ponderou o presidente interino da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (Fundesportes), Giovanni Assis.

O presidente da Federação de Atletismo do Estado do Tocantins, Maurício Monteiro da Rocha, disse que não há um registro específico de praticantes da corrida de rua, mas que o crescimento do esporte é notável. “A corrida como esporte tem crescido no Tocantins de forma especial e o Circuito Virgílio Coelho tem melhorado muito isso”.

O diretor-sócio a LCM, empresaCi organizadora desta etapa do circuito, César Leão, ponderou que o 8º Desafio dos Fortes superou a expectativa da organização. “Conseguimos mobilizar muitos parceiros e pessoas que abraçaram a corrida”, celebrou.

Classificação geral – Masculino (16 km)

1. Antônio Francisco Silva – 51h56min

2. Eliésio Miranda da Silva – 52h54min

3. Leoney Oliveira Gomes – 53h28min

4. Leandro Santos Silva – 54h33min

5. Adriano Chiarani da Silva – 54h36min

Classificação geral – Feminino (16 km)

1. Elivanir Barbosa Borges – 01h07min37s

2. Leia Carneiro Matos – 01h08min15s

3. Claudia Resende Alves de Souza – 01h09min35s

4. Monalisa Reis – 01h10min45s

5. Paula Rovani – 01h13min25s