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Em carta a Ataídes, PSDB de Porto formaliza apoio a Vicentinho e avisa que membros não vão renunciar

Após toda polêmica no final de semana passado, o Diretório Municipal do PSDB de Porto Nacional encaminhou carta ao presidente regional da sigla, senador Ataídes Oliveira, manifestando, oficialmente, apoio a pré-candidatura do senador Vicentinho Alves (PR) a eleição suplementar ao governo do Estado. Além de comunicar a aliança com o republicano, o grupo avisou que não vai se desligar da sigla.

No documento, os correligionários afirmam que a pré-candidatura de Ataídes é “legítima” e “merecedora de respeito”. Entretanto, afirmam não ser possível deixar de apoiar, nesse momento, “o conterrâneo e aliado” Vicentinho, “pela sua trajetória de lutas em prol dos concidadãos”.
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O Diretório de Porto Nacional menciona que todos os seus membros mantêm uma estreita relação de “parceria” e “apoio mútuo” com o republicano, consubstanciada em alianças no decorrer de mais de duas décadas. Segundo a carta, essas alianças resultaram na formação de um grupo político “respeitado” e “uniforme” em Porto Nacional.

Segundo o grupo, o apoio “incondicional” a Vicentinho também se deve à mudança do cenário político, com a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da ex-vice-governadora Cláudia Lelis (PV).

Desligamento do partido
Além de formalizar ao senador tucano a aliança com Vicentinho, o Diretório do PSDB de Porto avisou a Ataídes que seus membros não pretendem renunciar e nem desligar do partido, “deixando à consideração ao nobre presidente, como autoridade máxima da legenda em nosso Estado a decisão sobre a posição adotada”.

Ao fim do documento o grupo reafirmou apoio à candidatura do governador tucano do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República, e pede para Ataídes não ver como “ato de rebeldia” ou “desobediência” a posição adotada.

“Trata-se de apoio a um companheiro de primeira hora e merecedor de nosso respeito e reconhecimento, razão pela qual conclamamos V. Exa,para acatar a nossa decisão, ao passo que, manifestamos nosso respeito pelo vosso projeto político e desejamos sucesso em vossa caminhada política”, finalizam.

A carta foi assinada pelo presidente do Diretório do PSDB de Porto Nacional, Rubens Flávio Macedo; a vice-presidente, Maria Deuzelice Vitorino; a 1ª secretária, Deuzelina Chagas, o 2º secretário, Hildebrando Mendonça; o tesoureiro, Sebastião Araújo; o delegado, Renato Godinho; os vereadores Joaquim Pereira Neto e Adael Guimarães, o ex-prefeito Otoniel Andrade e mais 13 membros da sigla.

Entenda
Apesar da pré-candidatura do senador Ataídes e antes mesmo da decisão do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), o diretório municipal do PSDB de Porto Nacional declarou na sexta-feira, 30, após reunião, “apoio incondicional” ao republicano Vicentinho Alves na eleição suplementar de 3 de junho.

Após a reunião, o grupo foi à residência do senador anunciar a decisão. Vicentinho se disse agradecido e sensibilizado, mas pediu para que todos aguardem a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), sobre as regras eleitorais que vai ser definida nesta terça-feira, 3. “Sendo liberada a candidatura do prefeito Ronaldo Dimas, iremos dar total apoio a ele, caso não seja liberada, iremos lançar a nossa pré-candidatura ao governo”, afirmou o parlamentar.

Ataídes não gostou nada da manifestação de apoio ao possível concorrente, mas disse não ser uma posição de todo diretório. Ao CT, o parlamentar informou que Flávio Macedo teria se comprometido com ele em renunciar ao comando da sigla caso decida mesmo apoiar Vicentinho.

O presidente do diretório municipal confirmou ter falado ao senador que não teria problema em renunciar ao cargo, mas a situação mudou com a decisão do diretório em manifestar apoio a Vicentinho em nome da sigla.

Por sua vez, o ex-prefeito de Porto Nacional Otoniel Andrade disse que já tinha avisado a Ataídes que apoiaria Vicentinho, caso tivesse que escolher. Otoniel disse que, para deixar Ataídes “à vontade”, vai se desfiliar do PSDB e voltar ao PR, do qual já fez parte.

No sábado, 31, Ataídes adiantou que se porventura os membros que apoiarem Vicentinho não renunciarem ao partido, a executiva estadual deverá tomar “as providências necessárias cabíveis”.

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Em último discurso, Amastha diz que sua gestão foi a mais “vigiada” e “criticada” da história do TO

Em seu último pronunciamento como prefeito de Palmas, na sessão especial da Câmara Municipal desta terça-feira, 3, Carlos Amastha (PSB) classificou sua gestão como a mais “vigiada, fiscalizada, investigada, criticada” e a mais “aprovada” da história do Tocantins. Na ocasião, o pessebista falou sobre a expectativa que criou na campanha, ao propor o rompimento com as práticas da “velha política” e disse que a “politicagem miúda” sugou até o último centavo dos tocantinenses.

“Fui o prefeito na era em que os órgãos de controle ganharam mais personalidade e estrutura para fiscalizar. Quando a imprensa se tornou mais crítica e independente e quando a oposição teve mais liberdade para fiscalizar e exercer o seu papel. Fui o prefeito quando as redes sociais deram voz ao cidadão”, discursou o pessebista que renuncia ao cargo para disputar a cadeira do Palácio Araguaia no mês de outubro.

Conforme Amastha, a população acompanhou “de perto” cada passo seu, “não me permitindo errar”. “A um estrangeiro não é permitido errar. Eu sabia que a cobrança seria maior. Que o perdão às falhas permitidas aos políticos tradicionais a mim não seria concedido”, revelou o político colombiano. “Eu tinha a exata noção do tamanho da expectativa que criei com minha campanha ao propor o rompimento com as práticas da velha política. Por isso, nunca estranhei a cobrança e a pressão”, completou Amastha.

O pré-candidato ao governo do Estado contou que durante seus cinco anos e três meses de gestão teve que confrontar interesses, lutar contra o poder financeiro, fechar as portas para a corrupção, brigar contra as informações distorcidas e enfrentar o maior de todos os desafios: “a pior crise pela qual atravessou o Brasil e o Tocantins, em toda a nossa história”.

“Assumi a prefeitura de palmas em meio aos protestos de 2013, que mergulharam o Brasil na maior crise ética, econômica e política que já se teve notícia. Enquanto isso, o Tocantins arrastava também a sua crise moral com cassações, troca de governadores sucessivas que só afastavam investimentos e tornavam a nossa economia cada vez mais dependente do dinheiro público que eles imaginavam que seria infinito e não era. O dinheiro acabou, mas a troca de governadores continuou. A politicagem miúda continuou até sugar o último centavo. A última gota de paciência do servidor e do povo tocantinense”, criticou, ao afirmar que apenas Palmas não teria sucumbido à crise.

Mudanças
Como “herança” positiva de sua gestão, o pessebista destacou a redução no número de mortes de acidentes de trânsito, a ampliação das redes de tratamento de esgoto e o programa de residência médica municipal. Amastha apontou ainda que apesar de atrasos no repasse dos recursos do governo do Estado, Palmas atualmente tem uma “saúde de referência”.

“Equilibramos as finanças, cortamos despesas, cargos comissionados, regalias, mudamos as práticas e buscamos a eficiência. Aumentamos a folha de pagamento, diminuindo o número de funcionários, o que significa dizer que pagamos melhor os servidores que tocam a nossa máquina, com apenas 3% de cargos comissionados, porque realizamos concursos em quase todas as áreas”, detalhou.

Com a experiência que teve à frente do Executivo, ele disse deixar a Prefeitura de Palmas mais “maduro”, mas não menos “esperançoso” quanto ao futuro da política do Estado. “Eu ainda acredito que há pessoas que queiram resgatar o orgulho de ser tocantinense”, declarou.

Amastha reafirmou também acreditar na capacidade da prefeita Cinthia Ribeiro de gerir a Capital “pelo seu preparo, sua habilidade de conciliar e sua vontade de acertar”. Por fim, agradeceu aos servidores públicos, à família e à Deus. “Tenho a minha fé em Deus renovada pelas emoções que ele me proporcionou nesses cinco anos à frente da Prefeitura de Palmas. A todos os palmenses, um beijo no coração de cada um e vamos em frente, porque uma luta ainda maior nos aguarda”, despediu o prefeito.

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TRE-TO confirma resolução “genérica”, não trata de prazos, mas diz que vale o que está na Constituição e leis

O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) definiu mesmo por uma resolução genérica para regulamentar a eleição suplementar de 3 de junho, mas balizada na Constituição Federal e nas leis complementares. O documento não trata dos dois pontos polêmicos : o prazo de desincompatibilização dos prefeitos e de filiação partidária. Contudo, o presidente do TRE-TO, desembargador Marco Villas Boas, foi direto: “Não se pode suprimir ou ampliar direitos por resolução”, afirmou.

Com isso, juristas ouvidos pelo CT interpretam que os todos os pré-candidatos poderão registrar seus nomes, mas deverá haver pedidos de impugnação, quando poderão ser impedidos de concorrer.

Assim, valendo essa tese, o ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB), o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), ambos sem prazo de seis meses de desincompatibilização; e a senadora Kátia Abreu (PDT), sem filiação partidária desde novembro, estariam fora da disputa.

No caso dos prefeitos, o tempo de desincompatibilização previsto pela Constituição Federal é de seis meses e tempo de filiação também deve ser de seis meses, conforme a Lei Eleitoral.

Quando as candidaturas forem registradas, os pedidos de impugnação serão, então, avaliados.

Essa tese já tinha sido divulgada pelo Blog CT nesta tarde. Ou seja, seria aprovada uma resolução genérica, sem enfrentar os dois temas polêmicos, e o que não está nela deve ser regulado pela Constituição e leis específicas. Com isso, ficam valendo todos os prazos previstos para uma eleição ordinária.

Convenções
As convenções partidárias deverão ocorrer entre os dias 9 e 12 de abril.

Os candidatos poderão gastar R$ 4,5 milhões no primeiro turno e, se houver, R$ 2,450 milhões no segundo turno. A eleição está confirmada para 3 de junho e a diplomação dos vitoriosos será no dia 18 de junho. O procurador-geral eleitoral Álvaro Manzano achou o prazo de 15 dias muito longo, mas o presidente do TRE-TO argumentou com as necessidades técnicas do tribunal e disse que a Corte está trabalhando no limite.

Villas Boas agradeceu a equipe técnica do TRE-TO que se debruçou sobre a resolução durante o feriado e o final de semana. “Foi um trabalho estafante, de muita tensão, mas fundamental para dar celeridade e transparência ao processo”, avaliou o desembargador.

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Congresso derruba veto do Refis das PMEs e libera parcelamento de dívida tributária do Simples; entenda

O Congresso derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao programa de refinanciamento de dívidas das micro e pequenas empresas (o refis das PMEs). Ele tinha sido aprovado em dezembro, mas barrado pelo presidente em janeiro por limitações orçamentárias.

O veto foi derrubado pela Câmara por 346 votos a 1; no Senado, o placar foi de 53 votos a zero.

O programa vai beneficiar cerca de 600 mil empresas cadastradas no Simples Nacional que devem, juntas, aproximadamente R$ 21 bilhões em impostos, segundo cálculos do Sebrae. A renúncia fiscal estimada é de R$ 7 bilhões em 15 anos.

O Simples, como o próprio nome indica, é um sistema de tributação simplificada e reduzida para pequenos negócios.

“Essas empresas foram notificadas no ano passado de que, se não quitassem os seus débitos, seriam excluídas do Simples. Mas se dentro dele elas estão com dificuldade, imagina se saíssem? É morte”, diz Guilherme Afif Domingos, presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

As PMEs que aderirem ao refis terão redução nos juros e na multa pelo não pagamento dos impostos, além de extensão do prazo para quitar a dívida. Os financiamentos serão de até 175 meses, com prestações mínimas de R$ 300.

A derrubada do veto que barrava o programa foi negociada pelo Sebrae junto ao Congresso, o Ministério da Fazenda e o Planalto e tem o apoio do próprio presidente Michel Temer, de acordo com Afif. Abaixo, entenda por que ele foi barrado e como vai funcionar.

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Manifestantes fazem atos em cidades pelo país na véspera do julgamento do habeas corpus de Lula no STF

Manifestantes realizam atos em diversas cidades do Brasil nesta terça-feira (3), véspera do julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP), Lula tenta evitar sua prisão.

O julgamento foi iniciado no STF no dia 22 de março e será retomado nesta quarta-feira (4).

Os protestos ocorrem em ao menos 15 estados e no Distrito Federal.

Há atos contra a concessão do habeas corpus em:

Aracaju
Araçatuba (SP)
Belo Horizonte
Blumenau (SC)
Brasília
Campina Grande (PB)
Campinas (SP)
Campo Grande
Criciúma (SC)
Curitiba
Florianópolis
Fortaleza
Goiânia
João Pessoa
Joinville (SC)
Londrina (PR)
Maceió
Maringá (PR)
Natal
Passo Fundo (RS)
Piracicaba (SP)
Ponta Grossa (PR)
Porto Alegre
Recife
Rio de Janeiro
Santos (SP)
São José do Rio Preto (SP)
São Luís
São Paulo
Sorocaba (SP)

Há atos a favor de Lula em:

Belo Horizonte
Salvador
São José do Rio Preto (SP)
São Paulo

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Congresso derruba vetos de Temer e permite 100% de desconto em multas sobre saldo da dívida de produtor rural

O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) os vetos do presidente Michel Temer ao projeto que prevê o parcelamento das dívidas previdenciárias de produtores rurais com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

Os principais vetos derrubados foram a trechos da proposta que previam o desconto de 100% das multas e encargos do saldo das dívidas e a redução da contribuição previdenciária dos produtores rurais que administram empresas – de 2,5% para 1,7% do faturamento.

Essas mudanças eram reivindicadas pela bancada ruralista e representaram uma derrota para o governo devido à perda de arrecadação prevista. De acordo com o blog de Valdo Cruz, a Receita Federal estima essa perda em cerca de R$ 10 bilhões em 2018.

Os vetos foram rejeitados por 360 votos a 2 na Câmara, e 50 votos a 1 no Senado. Eram necessários 257 votos na Câmara e 41 no Senado para o veto cair.

Ao todo, o presidente Michel Temer havia vetado 105 dispositivos do texto aprovado em dezembro de 2017 pelo Congresso Nacional. Temer justificou que os vetos foram recomendados por técnicos dos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

A nova lei institui o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), que compreende dívidas relativas à contribuição social dos trabalhadores rurais.

A legislação prevê a quitação dos débitos vencidos até 30 de agosto de 2017. A adesão ao programa será aceita até 28 de fevereiro de 2018.

A contribuição ao Funrural incide sobre a receita bruta da comercialização da produção e é paga pelos empregadores para ajudar a custear a aposentadoria dos trabalhadores.

O produtor rural que aderir ao programa terá de pagar 2,5% da dívida consolidada em até duas parcelas iguais, mensais e sucessivas. O restante poderá ser parcelado em até 176 prestações.

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Amigo de Temer, Coronel Lima será ouvido hoje pela PF após 9 meses de tentativas

O ex-coronel João Batista Lima, amigo do presidente Michel Temer, será ouvido nesta sexta-feira (30) pela Polícia Federal em São Paulo, após quase 9 meses de tentativas frustradas. Ele foi preso na Operação Skala na quinta-feira (29).

Cristiano Benzota, advogado de Lima, e os procuradores da República Hebert Mesquita e Luana Vargas chegaram à sede da PF nesta manhã, mas não falaram com a imprensa.

A prisão de Lima foi pedida pela pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, relator do inquérito do inquérito que investiga se Temer, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de suposto recebimento de propina. Além dele, outras nove pessoas foram presas, incluindo José Yunes, ex-assessor especial da Presidência e também amigo de Temer.

Entenda a Operação Skala, que prendeu amigos de Temer

Desde junho de 2017, o ex-coronel apresenta atestados de saúde como resposta às intimações da PF para esclarecimentos. O depoimento está marcado para as 8h30.

As primeiras tentativas de ouvi-lo foram após a delação de executivos da J&F. Na ocasião, com base nas delações, Lima foi apontado pela Procuradoria Geral da República como um dos intermediários de propina que supostamente seria paga ao presidente Temer.

Também com base nas delações, a PGR solicitou a abertura de inquérito e, em setembro do ano passado, Barroso autorizou a investigação. A partir daquele mês, o delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pela apuração da PF, enviou novas intimações para marcar o depoimento, o que não ocorreu até agora por causa dos problemas de saúde alegados por Lima.

Segundo o advogado dele, Cristiano Benzonta, o coronel, que tem 74 anos, já sofreu dois AVCs, um câncer e precisou retirar um rim em dezembro do ano passado. Além disso, Lima precisa tomar medicamentos.

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Confronto com Exército de Israel na fronteira de Gaza deixa 7 palestinos mortos e fere centenas

Sete palestinos que participavam de atos na Faixa de Gaza, perto da fronteira de Israel, foram mortos nesta sexta-feira (30) pelo Exército de Israel, segundo as autoridades de saúde locais. Outros cerca de 500 ficaram feridos, de acordo com os médicos palestinos.

O ato marca o primeiro dia de protestos da chamada “Marcha do Retorno” convocada pelo Hamas, grupo que comanda a Faixa de Gaza. Milhares de palestinos se reuniram em cinco acampamentos em diferentes locais da região próximos à fronteira com Israel.

Um palestino, identificado como agricultor da região, havia sido morto antes das manifestações.

Tendas de campanha foram montadas a uma distância de cerca de 700 mestros da fronteira, mas os manifestantes palestinos têm realizado demonstrações a cerca de 200 metros do território israelense, diz a agência Efe.

Segundo testemunhas, do lado israelense foi possível ouvir disparos e ver muita fumaça, enquanto em Gaza havia várias ambulâncias posicionadas.

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Concurso da Câmara acontece neste domingo; mais de 17 mil são esperados para prova

O concurso do Legislativo Municipal acontece neste domingo, 1º de abril. Mais de 17 mil candidatos são esperados para as provas que devem acontecer nos períodos matutino, para nível superior e fundamental, e vespertino para os cargos de nível médio. A maior concorrência é para Assistente Administrativo, com 5.749 candidatos por vaga.

As provas serão aplicadas em sete unidades educacionais de Palmas. Os portões fecham às 8h da manhã para aplicação das provas no período e às 14h30 à tarde. Ambas terão duração de quatro horas e recomenda-se que os candidatos compareçam nos locais com antecedência.

Certame

O concurso da Câmara Municipal de Palmas oferta 44 vagas para os níveis fundamental, médio e superior, com salários que vão de R$ 937 a R$ 3.129,69. A organizadora do certame é a Comissão Permanente de Seleção da Universidade Federal do Tocantins (Copese/UFT). O resultado final está previsto para sair em 5 de julho. A Câmara possui atualmente 51 servidores concursados e o último concurso foi realizado há 22 anos.

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Administrador Renato Jayme assume Secretaria de Saúde do governo Carlesse

O administrador Renato Jayme assumiu a Secretaria Estadual de Saúde do governo interino Mauro Carlesse. Ele é diretor da IB Consulting, que representa a Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Tocantins.

Renato Jaime também foi presidente do Conselho Regional de Administração (CRA).

Ao blog, Renato Jayme confirmou que sua nomeação deve ser publicada já na edição desta quinta-feira, 29, do Diário Oficial do Estado. “Não dá para fazer milagres”, afirmou ele sobre o período de cerca de 45 dias que, inicialmente, deve ficar à frente da pasta, até a eleição suplementar de 3 de junho.

No entanto, o novo secretário de Saúde disse que pretende levantar os pontos críticos e desenvolver um plano de trabalho emergencial para o período. “Os recursos são escassos, mas queremos desenvolver um trabalho que venha atender a sociedade”, afirmou.

Sobre fato de ser um administrador e não um médico, Renato Jayme lembrou que o maior problema do setor público é na área de gestão, que é sua especialidade.

O novo secretário disse que já começa a trabalhar em pleno feriado, com reunião marcada para as 9 horas desta sexta-feira, 30. “E vamos trabalhar em todo o final de semana”, avisou.