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TOCANTINS

4º Congresso Estadual da Nova Central discute Formação Sindical no Tocantins nesta sexta

Lideranças sindicais da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins (NCST-TO) participam nesta sexta-feira, 15, do 4º Congresso Estadual da Nova Central Sindical. O evento acontece a partir das 08h00 no auditório da Assembleia Legislativa e tem como objetivo a discussão da “Formação Sindical Diante do Novo Cenário Econômico e Político”.

Além de sindicalistas de todo o Estado, o 4º Congresso Estadual da Nova Central vai trazer para o Tocantins o presidente nacional da Nova Central Sindical (NCST), João Calixto Ramos. Ele participará da abertura do evento e também da eleição da nova diretoria da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins.

A eleição da nova diretoria da NCST-TO está prevista para começar a partir das 14 horas. O atual presidente, Cleiton Lima Pinheiro, que também, que também preside o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) encabeça a única chapa inscrita para o pleito.

O candidato a vice-presidente é Flávio Dias da Silva, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Bares Restaurantes e Similares do Estado do Tocantins (SINGAREHST). Jorge Antonio da Silva Couto, do SINDARE será o Secretário Geral.

O 4º Congresso Estadual da Nova Central Sindical  no Estado do Tocantins (NCST-TO) começa às 08h00 com credenciamento de delegados e demais participantes. Às 08h30 será servido um coffe break. A abertura oficial acontece às 09h00 com a formação da mesa de honra e saudação aos participantes.

As 09h30 haverá palestra sobre “A Formação Sindical Diante do Novo Cenário Político e Econômico”.  Às 14 horas tem início a eleição da nova diretoria da NCST-TO e, às 16h00 a posse dos eleitos.

 

(Assessoria de Comunicação Social – NCST-TO – Antonio da Luz)

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ENTRETERIMENTO

K.O. da Pabllo Vittar será trilha da luta de despedida de Popó em homenagem a filho gay

O boxeador Acelino Popó Freitas se prepara para subir ao ringue pela última vez no dia 21 de outubro, na cidade de Belém, no Pará. A luta de despedida, porém, marcará pela trilha escolhida para a ocasião. O hit “K.O.”, da Pabllo Vittar, como forma de homenagear o filho Ruan, de 17 anos, gay assumido.

A declaração foi feita durante a entrevista concedida por Popó e o seu filho para o programa Conexão Repórter, de Roberto Cabrini, do SBT.  “K.O.”, inclusive é um termo muito utilizado no boxe, para quando o adversário chega a nocaute, como Pabllo explicíta na música e no videoclipe que brinca com elementos do universo do esporte.

No bate-papo, os dois ainda comentaram sobre a revelação que movimentou as redes sociais feita pelo pugilista no mês passado sobre a sexualidade do jovem. “Honestamente, eu como pai tenho aquela frustração do filho que a gente criou como homem, depois vem como meio homem e meio mulher”, afirmou Popó.

Ainda na entrevista, Ruan confessou que sentiu medo do pai não aceitá-lo ao contar que era homossexual. “Achei que ele não ia ter mais contato comigo, que não ia mais deixar eu ir na casa dele, que ele ia cortar todos tipo de relação comigo. Com meus irmãos achei que fosse acontecer a mesma coisa”, declarou o jovem.

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ENTRETERIMENTO

Lady Gaga cancela vinda ao Rock in Rio, na véspera

A cantora americana Lady Gaga, que seria a principal atração na noite de abertura do Rock in Rio 2017, nesta sexta-feira, cancelou sua participação no festival. De acordo com a assessoria de imprensa do evento, Gaga não pode vir por ter sido submetida a um “tratamento por profissionais médicos especializados”. Não se sabe a razão do tratamento, mas na última terça-feira, a cantora revelou pelo Twitter ter sido diagnosticada com fibromialgia.

 

Fonte: Revista Veja

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BRASIL

Câmara adia novamente votação da PEC da Reforma Política

A votação da reforma política gerou nova polêmica na sessão dessa quarta-feira, 13, do plenário da Câmara dos Deputados. Após mais de cinco horas de debates e a tentativa de alterar o texto-base em votação, o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) suspendeu a sessão por falta de quórum e adiou novamente a apreciação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/2003, instrumento que estabelece mudanças no sistema político-eleitoral e da criação de um fundo público para financiar as campanhas. O tema da reforma política deve voltar à pauta da Câmara na semana que vem.

Mais uma vez, a proposta não obteve consenso entre os parlamentares. Os deputados tentaram ainda colocar em votação a análise fatiada dos itens, como havia sido definido na última sessão que apreciou o tema. No entanto, por falta de quórum, a sessão foi encerrada.

Regimentalmente, a PEC precisa ser analisada em dois turnos, com os votos de 3/5 dos deputados. Dessa forma, para ser aprovada, a proposta requer os votos favoráveis de 308 parlamentares. Para ter validade nas eleições de 2018, as mudanças precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado até o início de outubro deste ano, já que a Constituição exige que novas regras em processo eleitoral estejam em vigor um ano antes do pleito para serem aplicadas.

Emendas
No início da sessão, o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) apresentou uma emenda aglutinativa substitutiva global, o instrumento substituía integralmente o texto do substitutivo do deputado Vicente Candido (PT-SP). Entre os pontos da proposta de Pestana estava a aplicação do sistema eleitoral chamado de “distritão misto”, aplicado já em 2018 para eleição de deputados. Outras emendas aglutinativas foram propostas, no entanto, por falta de apoio entre os líderes partidários, foram retiradas da pauta pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (PMDB-RJ).

Na proposta apresentada por Pestana seriam eleitos os deputados mais votados, admitindo-se a votação nas legendas. As regras mais específicas de distribuição de votos, no entanto, seriam definidas em lei. O texto original estabelece ainda a adoção do sistema distrital misto para as eleições de 2022 em diante e do chamado “distritão” em 2018 e em 2020.

“Há um consenso absoluto que o nosso sistema político-partidário eleitoral se esgotou. Boa parte da crise permanente de governabilidade e a baixa qualidade tem a ver com o nosso presidencialismo de coalização e as nossas distorções. Precisamos mudar para colocar o país nos trilhos e melhorar a qualidade da nossa democracia”, disse Pestana ao defender a alteração do texto-base. “O nosso sistema chegou ao fundo do poço”.

O texto de Pestana também previa a criação do fundo público de financiamento de campanhas sem valor definido. Caberia ao Congresso, na análise da lei orçamentária, definir o montante a ser repassado ao fundo nos anos eleitorais. “Esse é o avanço possível”, defendeu o parlamentar.

Em votação anterior, os deputados haviam decidido retirar do texto o item que estabelecia um percentual que vinculava 0,5% da receita corrente líquida da União para fundo de financiamento público de campanhas eleitorais.

Críticas
Chamadas de “gambiarra”, as sucessivas tentativas de alterações do sistema político-eleitoral foram criticadas pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP). “Essa gambiarra chamada distritão é transformar isso aqui em uma Câmara dos Deputados com 513 partidos. É a negação da ideia de parte da sociedade, de coletivo, é a decisão pela celebridade, pelo já conhecido, pelo direcionamento, pela perpetuação dos mandatos e quiçá entendido lá fora como a continuação daqueles que querem impunidade. Há 150 aqui com processo no Supremo Tribunal Federal”, disse.

Após as propostas de emendas aglutinativas, o deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP) descartou a aprovação da PEC na sessão de hoje. “Estão desesperados, apoiando essas emendas aglutinativas porque não sabem mais o que fazer, porque não têm os 308 votos necessários para aprovar ‘distritão’ e distrital misto”, disse.

Fim das coligações
Outra proposta pendente de análise é a PEC 282/2016, que prevê o fim das coligações partidárias a partir do ano que vem e a adoção de uma cláusula de barreira para que os partidos tenham acesso aos recursos do fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na televisão. O texto-base dessa proposta já foi aprovado pelos deputados, mas segue pendente a apreciação dos destaques ou sugestões de mudanças.

Por meio de um acordo, os parlamentares decidiram votar os destaques feitos à PEC 282/16 somente após a votação da PEC 77/03, pela qual o país adotaria o sistema majoritário, conhecido como distritão, para as eleições de deputados e vereadores em 2018 e 2020, antes da instalação do voto distrital misto para as eleições proporcionais a partir de 2022.

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SLIDE TOCANTINS

“Esse é um dia histórico para o Tocantins e Pará”, ressalta governador em evento com Michel Temer

“A construção dessa ponte prova que vale a pena lutar pelos nossos propósitos”, destacou o governador Marcelo Miranda durante a cerimônia de assinatura da ordem de serviço da construção da ponte que ligará Xambioá a São Geraldo do Araguaia. Também participam do evento que teve início na manhã desta quinta-feira, 14, o presidente da República, Michel Temer e o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintela.

A ponte que vai ligar Xambioá a São Geraldo do Araguaia será erguida sobre o Rio Araguaia, contará com 1.721 metros de extensão e integrará a Rodovia BR-153, interligando a malha viária dos estados do Tocantins e do Pará. Os estudos ambientais e o projeto executivo já foram aprovados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

No evento, Marcelo Miranda destacou ainda os benefícios da obra: “Essa ponte vai otimizar os custos com o transporte dos veículos que seguem para o sul, sudeste, norte e nordeste do País”.

“Estamos atendendo a uma antiga demanda popular e do setor produtivo, fundamental para o progresso econômico desta fronteira agrícola do País”, disse o presidente Michel Temer sobre a ponte.

 

Fonte: T1 notícias

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Geo entra com Ação Popular contra contratação de 100 servidores para substituir grevistas

Ação Popular, impetrada nessa terça-feira, 12, tenta na Justiça a anulação do processo de admissão de funcionários públicos para exercerem cargos na Secretaria Municipal de Educação de Palmas. Segundo o vereador professor Júnior Geo (Pros), autor da ação, o pedido se deu em virtude da “contratação irregular” desses funcionários para substituir os servidores da rede municipal que estão em greve desde o dia 5.

No documento, o vereador argumenta que a contratação temporária de 100 servidores, de excepcional interesse público não foi devidamente justificada pelo Executivo. “Para haver a contratação de servidores é necessário que ocorra excepcionalidade, justificativa e apenas mediante processo seletivo. Não houve justificativa da excepcionalidade.” afirmou.

Nesta quarta-feira, 13, durante manifestação dos servidores na Câmara Municipal de Palmas, Geo destacou que “a progressão, a titularidade e a data base, somados, estão promovendo aproximadamente uma perda de mil reais no contracheque de cada servidor”. O vereador argumentou ainda que “se os demais parlamentares forem a favor dos servidores municipais, então que não votem nada de interesse do Executivo até que o problema da educação seja resolvido”.

Greve dos professores
Desde janeiro, os servidores aguardam a regularização do pagamento de seus direitos trabalhistas, entre eles as progressões, as titularidades, os retroativos e data base, conforme institui o plano de carreira. Outras reivindicações como climatização das salas de aula e eleições diretas para diretores permanecem desde a última greve em 2015 que houve acordo, mas ainda assim, o Executivo não teria cumprido.

Apesar da greve ser declarada ilegal, os professores ocuparam a Câmara Municipal de Palmas de forma pacífica desde a manhã desta quarta-feira e afirmam que não vão sair enquanto não houver uma negociação com o Executivo que atenda às necessidades estabelecidas. Os representantes da categoria também entraram com recurso contra a decisão judicial que determinou a descontinuidade do movimento.

Paço
O CT entrou em contato com a Prefeitura de Palmas, que em nota esclareceu que tem adotado “todas as providências de urgência para que as crianças e famílias não sejam prejudicadas pelo movimento grevista, especialmente a contratação de professores”. Segundo o Paço, o serviço educacional é uma atividade “essencial, continua e ininterrupta”.

Confira a íntegra da nota:

“NOTA

Data: 14/09/17
Veículo: Portal CT
Assunto: Contratação de servidores da Educação

A Prefeitura esclarece que Serviço Educacional é uma atividade essencial, continua e ininterrupta, devendo a Municipalidade adotar todas as providências de urgência para que as crianças e famílias não sejam prejudicadas pelo movimento grevista, especialmente a contratação de Professores.

Neste sentido, o Tribunal de Justiça prolatou duas decisões em menos de uma semana, reconhecendo a ilegalidade da greve e determinando a imediata suspensão do movimento paredista.”

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Joesley perde imunidade e será denunciado ao STF junto com Temer

A PGR (Procuradoria-Geral da República) decidiu revogar a imunidade penal dos delatores da JBS e denunciar o empresário Joesley Batista nesta quinta (14) junto com o presidente Michel Temer e outros membros do chamado “quadrilhão do PMDB da Câmara”, apurou a Folha.

Joesley e o executivo Ricardo Saud, também delator, estão presos temporariamente em Brasília (por cinco dias). O prazo da prisão decretada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), termina nesta sexta (15).

A prisão foi determinada depois que surgiram indícios de que os delatores omitiram informações em sua delação premiada, como a possível participação do ex-procurador Marcello Miller na elaboração do acordo apresentado à PGR. Miller foi auxiliar de Janot em Brasília até meados de 2016, quando voltou a trabalhar na Procuradoria no Rio.

Em fevereiro, o ex-procurador pediu sua exoneração e deixou o Ministério Público oficialmente em 5 de abril, mas, segundo a PGR, há indícios de que ele auxiliava a JBS enquanto ainda era funcionário público. Miller nega irregularidades.

Como a Folha noticiou nesta quarta (13), o procurador-geral, Rodrigo Janot, finalizou a denúncia contra Temer e outros membros do chamado “PMDB da Câmara”. O presidente será acusado formalmente perante o STF de tentar obstruir a Justiça e de integrar organização criminosa.

Ao menos o delator Joesley também será acusado. Isso não seria possível se a imunidade negociada em maio continuasse valendo. Pelo acordo, o Ministério Público abriria mão de denunciar os executivos da JBS à Justiça em troca das informações e provas que eles entregaram.

O acordo de delação tem uma cláusula que estipula que, se os colaboradores omitirem informações, eles perdem os benefícios. A PGR entende que é esse o caso.

Outra cláusula do acordo prevê que, mesmo que os benefícios sejam revistos, as provas entregues pelos delatores e obtidas a partir da delação continuam válidas.

PRISÃO E INDÍCIOS DE MÁ-FÉ

A possibilidade de repactuação do acordo com a PGR no tocante a tempo de prisão, por exemplo, hoje é remota, conforme apurou a reportagem. O mais provável é que haja rescisão, com a perda total de benefícios.

Não está definido se a PGR pedirá a prorrogação da prisão temporária de Joesley e Saud, sua conversão em prisão preventiva (sem tempo para acabar) ou a soltura dos dois. De qualquer modo, Joesley poderá permanecer preso, porque nesta quarta (13) a Justiça Federal em São Paulo decretou a preventiva dele e de Wesley Batista, outro sócio da JBS.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal em São Paulo investigaram se eles se beneficiaram do acordo de delação para lucrar no mercado financeiro, fazendo reservas.

A prática, no mercado, é apelidada de “insider trading”. Documentos apresentados pela JBS à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) mostram que pessoas ligadas aos irmãos Batista venderam R$ 200 milhões em ações da empresa alguns dias antes da divulgação do acordo com a PGR, em 17 de maio deste ano.

A investigação aponta que o grupo lucrou US$ 100 milhões com a alta do dólar após 17 de maio. Joesley e Wesley acertaram com a PGR o pagamento de multa de R$ 110 milhões cada um. No acordo de leniência com a Procuradoria no Distrito Federal, a multa acordada foi de R$ 10,3 bilhões.

Para a PGR, a investigação de “insider trading” traz mais indícios de que os executivos agiram de má-fé durante a negociação do acordo de delação, o que diminui a margem de manobra deles para tentar repactuar benefícios (como tempo de prisão em regime fechado) –daí a tendência pela rescisão.

Fonte: UOL

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BRASIL SLIDE

PF faz buscas na casa do ministro Blairo Maggi em Brasília

A Polícia Federal realiza na manhã desta quinta-feira (14) buscas em endereços ligados ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP).

Um mandado está sendo cumprido no apartamento dele em Brasília, na asa sul.

A operação ocorre com discrição. Um carro da PF está estacionado em frente ao edifício e dois agentes aguardam no térreo enquanto as buscas estão sendo realizadas.

O ministro foi alvo da delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), homologada em agosto. Silval sucedeu Maggi no governo de Mato Grosso.

Em sua delação premiada, ele afirmou que Maggi participou de um esquema de pagamento de mensalinho para deputados estaduais para comprar apoio ao governo.

Maggi foi governador de Mato Grosso de 2003 a 2010.

A ação faz parte da Operação Malebolge, a 12ª fase da Ararath, que tem como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal em 64 endereços em cidades de Mato Grosso, São Paulo e Brasília. Participam da ação 270 policiais federais e membros do MPF.

A Polícia Federal também cumpre mandado de busca e apreensão na Câmara, no gabinete do deputado Ezequiel Fonseca (PP-MT).

Ele foi um dos que foram filmados recebendo dinheiro das mãos de Silvio Araújo, ex-chefe de gabinete de Barbosa.

Outro alvo de buscas é o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), que também foi filmado recebendo dinheiro em espécie quando era deputado estadual.

MENSALINHO

Na delação, Barbosa relata que no governo de Maggi “começou a se operar o chamado ‘mensalinho’ no ano de 2003, quando o colaborador era da Mesa Diretora [da Assembleia Legislativa]. Esse mensalinho era uma vantagem indevida que era paga para cada deputado estadual do Estado de Mato Grosso, tendo começado no ano de 2003, em torno de R$ 30 mil reais por deputado”.

Segundo Barbosa, foi feito um acerto entre a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e Maggi para que o governo aumentasse a mesada dos deputados estaduais.

“No ano de 2003 houve um acréscimo de R$ 12 milhões a 15 milhões no orçamento da Assembleia Legislativa para que pudessem retirar desse valor as vantagens indevidas”.

A PF também está fazendo buscas em gabinetes de deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso que foram citados da delação de Barbosa.

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SLIDE TOCANTINS

Dimas considera redução de R$ 45 mi da TO-222 inconstitucional e vê “intenção eleitoreira”

O governo do Tocantins recebeu nesta quarta-feira, 13, a autorização da Assembleia Legislativa para contrair R$ 583 milhões em empréstimos junto à Caixa Econômica Federal – um de R$ 453 milhões com obras diversas pelo Estado e outro de R$ 130 milhões para a construção da Ponte de Porto Nacional. Os deputados garantiram os investimentos, mas mantiveram a alteração que retirou R$ 45 milhões dos R$ 86,5 milhões previstos para duplicação de trecho da TO-222, para a insatisfação dos araguainenses, que pressionaram nos últimos dois dias em vão pela manutenção do texto original do Executivo. O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), considerou a alteração inconstitucional.

Conforme prometido nessa terça-feira 12, o republicano permaneceu na Capital para pressionar a manutenção dos R$ 86,5 milhões, o que não gerou resultados, apesar do apertado placar de 13 a 11 que garantiu somente R$ 41 milhões para a duplicação do trecho que liga Araguaína ao distrito de Novo Horizonte. Mesmo com a derrota, Ronaldo Dimas não se mostrou de todo insatisfeito, mas reforçou que os recursos destinados à obra pela Assembleia Legislativa não serão suficientes para todos os detalhes previstos na proposta original.

“Os R$ 41 milhões não são suficientes para fazer o projeto como pensado e imaginado pelo governador e sua equipe, mas são para fazer a duplicação ligando Araguaína até o Novo Horizonte sem as marginais. Acho que vai ser possível, e já é um avanço”, disse o prefeito ao CT pouco antes do fim do segundo turno de votação dos empréstimos. Apesar do discurso de “copo meio cheio”, o republicano não se furtou de criticar duramente os deputados estaduais.

“Totalmente inconstitucional”
Dimas viu inconstitucionalidade na decisão dos deputados e sugeriu uma intenção eleitoreira na mudança promovida no texto. “Por outro lado fico impressionado com a clara manipulação que houve desses recursos, de uma forma, ao meu ver, totalmente inconstitucional, e vislumbrando única e exclusivamente o ano eleitoral com ‘emendinhas’ de R$ 100 mil, R$ 150 mil, que provavelmente jamais serão aplicadas, dada a dificuldade de aplicação de recursos de tão baixo valor”, afirmou.

O prefeito ainda reforçou a insatisfação com o posicionamento da maioria dos deputados que, segundo afirmou, não compreenderam o valor da duplicação da rodovia TO-222 para o Tocantins. “É difícil para Araguaína sentir na pele que boa parte dos deputados não vê a cidade como estratégica para o Estado. Isso dói na gente, a região mais importante economicamente. Infelizmente a gente sente que boa parte dos deputados não consegue enxergar essa grandeza”, concluiu.

Recurso
Outro que também repercutiu a retirada de R$ 45 milhões da TO-222 foi o deputado Elenil da Penha (PMDB). O peemedebista ainda acredita em uma reviravolta. “Vamos regimentalmente, de acordo com o que foi apresentado no projeto original, de acordo com normativa da Casa, com as resoluções, com a Constituição Estadual e Federal, buscar os instrumentos necessários para reaver esse recurso. Essa é uma luta que não pode parar por aqui. Araguaína carece e merece esta obra porque é uma cidade imponente”, disse o parlamentar ao CT.

Elenil da Penha explicou que a decisão da Assembleia Legislativa faz com que os valores remanejados pela Assembleia Legislativa fique na “discricionariedade”. “Significa que os deputados vão listar para onde irão esses recursos. Entretanto ressaltar que tudo isso vai passar pela análise pela Caixa Econômica Federal e pelo governo estadual”, comentou o deputado, que é representante de Araguaína no Parlamento.

Diante desta necessidade da análise, Elenil da Penha vê a possibilidade de todo o empréstimo ser efetivado. “Penso que a Assembleia, em sua grande maioria, deu um tiro no pé. Pode ser que a obra nem saia porque tiraram a cabeça, o corpo e o coração do projeto; ficou só os pés, e os pés não andam sozinhos”, comentou o deputado, que voltou a garantir que vai recorrer do resultado. “Vamos reunir todos os instrumentos necessários para garantir que esses recursos possa ser recuperado”, concluiu.

Discussão
A sessão começou quente tanto pelo clima entre deputados por causa da matéria; pelo horário – iniciou perto do meio-dia -; ou pelo fato dos ar condicionados do Plenário não estarem funcionando. A briga inicial foi para ir à Tribuna. Todos queriam defender sua posição. Em geral a discussão foi entre os que defendiam o municipalismo e distribuição dos recursos, e os que criticavam a retirada dos recursos da TO-222 e ressaltaram a importância da duplicação para a economia da região. Destoou deste debate o deputado Eli Borges (Pros), que resolveu repercutir uma polêmica exposição do banco Santander no longínquo Rio Grande do Sul.

Wanderlei Barbosa (SD) foi o primeiro deputado a ir à Tribuna da Assembleia. O deputado criticou os investimento de R$ 86,5 milhões previstos originariamente para a duplicação da TO-222 e disse que, caso o valor fosse mantido, defendeu que a obra fosse feita até Xambioá, e não somente de Araguaína ao setor Novo Horizonte. “Porque tem recursos suficientes”, garantiu. O parlamentar também repudiou o discurso de a Casa de Leis estava tirando recursos da obra. “Estão querendo criar uma situação contra nós. Nós estamos colocando R$ 41 milhões”, reforçou.

Também favorável da redução do investimento na TO-222, José Roberto adotou o discurso municipalista e exaltou a atuação do Parlamento para alterar o projeto. “Encerramos um período que vai ficar marcado na democracia deste Estado. Pela primeira vez uma ação do governo foi debatida nesta Casa. O espaço foi garantido por todos. Nos nove meses de intenso debates pudemos ouvir centenas de representantes dos 139 municípios. É um marco. Estamos tratando todos os municípios como iguais”, defendeu o petista.

“Um crime”
O primeiro deputado a defender a manutenção dos R$ 86,5 milhões na Tribuna foi Jorge Frederico (PSC). Ao lado de Elenil da Penha, o social cristão foi um dos mais ferrenhos defensores da obra. “Arrancar esses R$ 40 milhões é um crime. Falar que esta obra vai ser superfaturada. Quem tem bola de cristal aqui? Faz o seu trabalho e fiscaliza. É uma birra que estão fazendo. Podemos estar cometendo um crime não para Araguaína, mas para o Tocantins, depois de arrancar metade da obra sem nenhum estudo técnico, podemos inviabilizar o empréstimo”, comentou.

Assim como os críticos ao projeto da TO-222 condenavam o discurso de que a Assembleia Legislativa está tirando R$ 45 milhões da obra, no sentido contrário, Jorge Frederico rebateu o argumento de que Araguaína estaria tomando recursos das demais cidades. “Nós precisamos lembrar que Araguaína é a Capital econômica do Tocantins. Talvez querem pregar que vai tirar dinheiro dos 139 municípios. É mentira! Está garantido! É R$ 1,2 milhão para cada”, anotou da Tribuna do Parlamento.

“Acordo histórico”
Depois de Eli Borges subir à Tribuna para falar do Rio Grande do Sul e de “questões morais”, José Pugliesi (sem partido) parabenizou o governador Marcelo Miranda (PMDB) e o presidente da Casa de Leis, Mauro Carlesse (PHS), pelo entendimento encontrado e exaltou a mudança do texto do empréstimo realizado. “Pela primeira vez na história desse Estado, fez-se um grande acordo que beneficia o governo, todos os municípios, os 24 deputados e a população como um todo”, afirmou.

Em seguida vieram três defensores da manutenção dos R$ 86,5 milhões da TO-222. Líder do Palácio Araguaia, Valderez Castelo Branco (PP) disse que nenhuma cidade será prejudicada e garantiu que o valor está dentro da média nacional para o porte do projeto. Eduardo Siqueira Campos (DEM) argumentou que a questão do empréstimo é uma competência do governador Marcelo Miranda (PMDB) e que ao Parlamento cabe apenas autorizar ou não. “Não quero que este voto seja entendido como um voto governista. Araguaína não só merece, como precisa dessa obra”, adiantou.

Em seguida Luana Ribeiro (PDT) ressaltou a memória do pai, João Ribeiro, e garantiu ser representante não só da Capital, mas também dos araguainenses. “Precisamos da duplicação da rodovia para que ela tenha influência. Não considero o paisagismo e a iluminação de uma rodovia supérflua. Todos as cidades tem direito de uma obra de qualidade”, defendeu a pedetista, que também criticou o Executivo. “ Poderia ter estado mais presente e articulado melhor”, acrescentou.

“Colcha de retalhos”
Alan Barbiero (PSB) foi à Tribuna para se dizer que tem uma “visão extremamente crítica” do processo de empréstimo. O pessebista defendeu que os recursos fossem direcionados para obras de infraestrutura que dessem retorno para o Estado pagar a dívida contraída. “A gente vê cada um puxando para o seu lado, uma colcha de retalhos”, acrescentou. Entretanto, adiantou o voto retirando recursos da TO-222 porque o titular da vaga no Parlamento, Ricardo Ayres (PSB), participou da reunião conjunta que propôs a alteração. “ Sou favorável a obra, mas vi que existe um orçamento que é bem razoável”, acrescentou ainda.

Um dos mais combatentes na defesa da TO-222, Elenil da Penha fez discurso duro contra os contrários a destinação de R$ 86,5 milhões. “Recurso que, por maldade, estão tirando de Araguaína. Estão arrancando R$ 45 milhões e não tem outro discurso. Isso na verdade é um assassinato daquela obra”, afirmou o peemedebista, que reforçou que o município que representa disputa mercado com cidades de outros estados, como Maranhão e Pará, por isso a importância da duplicação.

Elenil da Penha ainda rebateu uma breve manifestação de Alan Barbiero que tinha chamado de “vergonha” a nota técnica da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto) defendendo a manutenção dos recursos para a duplicação. “Vergonha são os olhos daqueles que vê uma obra importante só para a Araguaína. Esta obra ela é para a rodovia. Vai garantir o desenvolvimento daquela região”, disse o deputado, que adiantou a possibilidade de recurso. “Nós temos mecanismos jurídicos, o que nós não podemos perder são os R$ 45 milhões”, comentou.

O único araguainense que chegou a defender a diminuição de recursos para a duplicação da rodovia, Olyntho Neto fez um discurso tímido, defendendo os deputados que “se posicionaram de forma firme” para não “bater o carimbo” no Projeto de Lei enviado pelo Executivo. O tucano explicou que nunca foi favorável que tirassem recurso de sua cidade, mas sim uma mudança no destino. “Defendi que os recursos não saíssem da Araguaína. O mais importante no meu entendimento sempre vai ser a saúde e é esse meu posicionamento”, discursou sem citar a TO-222 e ouvindo gritos dos conterrâneos chamando-o de “pipoqueiro”.

Ponte de Porto Nacional
Quase foi esquecido que a sessão trataria de dois empréstimos: um de R$ 453 milhões com destinação diversa, e outro de R$ 130 milhões apenas para a construção da ponte de Porto Nacional. Quem falou do segundo financiamento foi Valdemar Júnior (PMDB), já na discussão dos projetos. “Esta matéria é de fundamental importância. A nossa dependência dessa ponte é total”, comentou o peemedebista, citando a importância da obra para o escoamento da produção.

Na discussão das matérias, Wanderlei Barbosa (SD) também defendeu o projeto que beneficia os portuenses. “Parabenizo o governo do Estado por enviar um projeto desta natureza. Foi rápida a tramitação porque já estava definido”, justificou a falta de polêmica sobre o projeto. Também comentou a proposição Toinho Andrade (PSD). “Um sonho da população de Porto Nacional”, resumiu.

“Humildade”
Osires Damaso (PSC) foi um dos mais críticos à destinação de R$ 86,5 milhões para a TO-222, defendendo que recursos do empréstimo também beneficie os “menos favorecidos”. “Queria pedir humildade ao governador Marcelo Miranda e ao prefeito Ronaldo Dimas de aceitar os R$ 41 milhões. Mas querem fazer uma obra para atender um pequeno grupo de empresários. Não vemos aqui recursos para atender o bairro JK, Santa Rita, Canaã”, disparou, citando setores do município que não foram contemplados.

Sempre técnico, Paulo Mourão (PT) ressaltou a falta de saúde financeira do Estado para contrair os empréstimos, mas defendeu o investimento em infraestrutura. “Financiamento tem que ser pago, tem que ter viabilidade econômica”, justificou. José Bonifácio (PR) também foi crítico quanto a contração da dívida, mas opinou no sentido de distribuir os recursos. “Estamos cometendo um grande crime contra este Estado. Aceito que sejamos criminosos, mas vamos dividir esse crime com o governo do Estado, com todos os municípios. Vamos dividir o dolo e o bolo com cada cidadão tocantinense”, resumiu.

Ainda se manifestaram Vilmar de Oliveira (SD), favorável ao corte para a TO-222, e Amélio Cayres (SD), que votou pela manutenção dos R$ 86,5 milhões para obra. Ainda houve tempo de Eli Borges questionar o valor, alegando estar muito acima dos padrões segundo dados que encontrou no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Jorge Frederico questionou o cálculo, dizendo as marginais da rodovia não foram levadas em consideração. Assim, o social cristão usou os mesmo dados para apresentar um resultado próximo ao previsto inicialmente. A observação causou irritação do colega.

Recurso negado
Antes de apreciar as matérias, a Presidência da Assembleia Legislativa negou o pedido de Paulo Mourão para anular a sessão que aprovou a mudança no texto do projeto de R$ 453 milhões. O argumento do petista é que o artigo 70º do Regimento Interno não prevê a deliberação de matérias em reunião conjunta, apenas o estudo das proposições, indicando assim a irregularidades da sessão da madrugada do dia 7 que modificou a matéria.

O parlamentar também questionou a decisão de Olyntho Neto de não aceitar o seu pedido de vistas por ver impossibilidade de dois deputados da mesma bancada ou partido fazerem a solicitação, conforme o inciso XIII do artigo 74º do Regimento Interno. No caso, Zé Roberto (PT) já estava com a matéria. Entretanto, Mourão reforça ser de uma comissão diferente do correligionário, com competência diferentes, e por isso seria permitido. As duas argumentações não foram acolhidas.

Regimento Interno
Já a apreciação com destaque para votar em separado a emenda conjunta que retirou R$ 45 milhões dos R$ 86,5 milhões previstos para duplicação de trecho da TO-222 aconteceu, mas também com uma confusão quase sem fim. O motivo foi as diversas interpretações do Regimento Interno. Depois de bastante debate ficou definido que primeiro votaria o empréstimo em si e depois os recursos sobre a rodovia em Araguaína.

O empréstimo de R$ 130 milhões para a Ponte de Porto Nacional foi aprovado por unanimidade, enquanto o de R$ 453 milhões passou por 23 votos a 1, sendo Paulo Mourão o único contrário. Em relação ao destaque, votaram contra a retirada dos recursos da TO-222 os deputados: Amélio Cayres (SD), Paulo Mourão (PT), Valderez Castelo branco (PP), Nilton Franco (PMDB), Valdemar Júnior (PMDB), Jorge Frederico (PSC), Luana Ribeiro (PDT), Eduardo Siqueira Campos (DEM), Olyntho Neto (PSDB) e Amália Santana (PT).

Alan Barbiero (PSB), Cleiton Cardoso (PSL), Eduardo do Dertins (PPS), Eli Borges (Pros), José Augusto (sem partido), José Bonifácio (PR), Júnior Evangelista (PSC), Mauro Carlesse (PHS), Osires Damaso (PSC), Toinho Andrade (PSD), Vilmar de Oliveira (SD), Wanderlei Barbosa (SD) e Zé Roberto (PT) foram os deputados estaduais que votaram pela retirada dos R$ 45 milhões da duplicação da TO-222.

 

Fonte: Portal CT

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Trabalhadores da educação municipal votam pela continuidade da greve em assembleia

Os trabalhadores em educação da rede municipal de Palmas votaram pela continuidade da greve em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins (SINTET), na manhã desta quarta-feira (13), no auditório da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), em Palmas.

Em votação unânime, o movimento grevista votou pela continuidade da greve por tempo indeterminado. A greve da categoria teve inicio no ultimo dia 5 de setembro.

O Sintet foi notificado na tarde de ontem da decisão judicial impetrada pela prefeitura de Palmas que pedia a suspensão da greve. Na assembleia, a advogada que presta assessoria jurídica para o Sintet, Francielle Barbosa, esclareceu questões jurídicas e destacou a legitimidade da greve. “O movimento realizado pela categoria está dentro da legalidade, e o que estiver ao alcance da justiça para garantir os direitos dos trabalhadores, nós iremos fazer”, destacou Barbosa.

O presidente do Sintet Regional de Palmas, Fernando Pereira, destacou a importância da decisão da categoria. “O sentimento da categoria será respeitado, e a greve só terá fim quando os trabalhadores decidirem pelo fim do movimento”, disse Pereira.

Após a assembleia, os educadores ocuparam a Câmara de Palmas, onde deram início a um protesto ordeiro e pacífico, com a utilização de faixas, instrumentos musicais e palavras de ordem.

A categoria pretende ocupar a Câmara por tempo indeterminado, até que a gestão municipal dialogue com o Sintet para que seja feito um acordo que atenda suas reivindicações.

Fonte: Conexão Tocantins