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Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano chegou a ter conta classificada como ‘VIP’ em 2023; caso segue na Justiça


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
O motorista Antônio Pereira do Nascimento, que recebeu R$ 131.870.227 por engano em sua conta em junho de 2023 e permaneceu com o valor por cerca de 7 horas, chegou a ter a conta classificada como “VIP” após o episódio, devido ao alto valor depositado. Isso fez com que a tarifa de R$ 36 que ele pagava pela conta aumentasse para R$ 70, sem aviso prévio.
Ao devolver o dinheiro, a conta do motorista voltou ao normal, na época, com os R$ 227 que ele tinha antes de toda a situação. Apesar de o problema ter sido resolvido para o banco, ele alega ter sofrido pressão psicológica por parte do gerente e assédio da imprensa. O processo aguarda julgamento desde julho de 2024.
Antônio Pereira ficou milionário por poucas horas
Reprodução/TV Anhanguera
O Bradesco foi questionado sobre o processo e sobre como ocorreu a transferência por engano, mas informou que não comenta casos em andamento na Justiça.
No ano seguinte, ele entrou com ação judicial pedindo R$ 13.187.022,00 pelo direito de recompensa e mais R$ 150 mil de indenização por danos morais.
O motorista segue aguardando julgamento do processo desde 2024. Após a Justiça dispensar as testemunhas no processo, os advogados do motorista entraram com embargos de declaração contra a decisão.
🔎 Os embargos são um instrumento processual utilizado para pedir esclarecimento ou a correção de omissão, contradição ou obscuridade de uma decisão judicial, nos casos previstos em lei. O pedido ainda está em análise e dentro do prazo legal (leia nota na íntegra abaixo).
Homem recebeu quase R$ 132 milhões por engano
Reprodução/TV Anhanguera
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Na decisão em que dispensou as testemunhas, o juiz explicou que ouvi-las é desnecessário e que o caso poderia ser julgado de forma antecipada, “sendo cabível o julgamento antecipado da lide”. Com isso, a próxima etapa do processo deverá ser a sentença.
Íntegra da nota do Tribunal de Justiça
O Tribunal de Justiça do Tocantins informa que conforme o andamento processual, em março deste ano, o juiz informou nos autos que o processo estava pronto para julgamento, sem necessidade de novas provas. No entanto, o autor da ação apresentou embargos de declaração também no mês de março. O recurso está em análise e dentro do prazo, com previsão de apreciação na próxima semana. A sentença será proferida após o esgotamento dos recursos.
Embargos de declaração – Os embargos de declaração são um instrumento processual utilizado pela parte para pedir esclarecimento, correção ou complementação de uma decisão judicial, nos casos previstos em lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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VIDEOS: JA 1ª Edição – TO deste sábado, 13 de junho de 2026


Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da região.

Fonte: G1 Tocantins

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Entenda caso em que desembargador apontou uso de IA após advogado apresentar ‘jurisprudência inexistente


Desembargador apontou uso de IA em recurso apresentado por advogado
O desembargador Adolfo Amaro Mendes, do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) apontou possível uso de inteligência artificial (IA) após um advogado apresentar, em recurso, uma súmula inexistente. O magistrado considerou que houve falha na verificação do conteúdo jurídico e pediu a apuração da conduta profissional à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-TO).
O caso aconteceu durante um processo sobre empréstimo bancário e alegação de superendividamento. Durante o julgamento, o relator destacou que a citação jurídica apresentada no recurso não corresponde a um entendimento real do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O advogado Leonardo Menezes Maciel, que atuou no caso, nega o uso de IA e afirma “não houve o uso de IA, mas sim um erro material na petição, em que, em vez de usarmos o termo ‘Tema 185/STJ’, utilizamos o termo ‘Súmula 1085/STJ’, que se aplicava a outro caso”.
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A OAB-TO informou que solicitou cópia da decisão para análise e destacou ações de capacitação sobre o uso responsável de novas tecnologias na advocacia. O g1 questionou o TJ-TO sobre o caso, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
O que aconteceu no caso analisado pelo TJ-TO?
O caso foi julgado pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Tocantins em junho de 2026. Trata-se de um processo envolvendo um contrato de empréstimo bancário, no qual o cliente alegava superendividamento e pedia a limitação dos descontos em salário.
Após a negativa de liminar em primeira instância, o advogado apresentou recurso ao TJ-TO. No documento, foi citada uma suposta súmula do STJ que, segundo o relator, não existe. Essa informação motivou questionamentos sobre a origem do conteúdo e levou à decisão de encaminhar o caso para investigação da OAB.
Qual foi o erro apontado pelo desembargador?
O desembargador Adolfo Amaro Mendes afirmou que o recurso apresentou uma súmula inexistente, identificada como “Súmula 1085/STJ”, com conteúdo que contraria o entendimento real do STJ.
Segundo o magistrado, o texto atribuído à súmula indicava limite de 35% nos descontos salariais, o que não corresponde ao tema original do STJ. O entendimento verdadeiro permite descontos autorizados pelo cliente, sem essa limitação específica.
Para o relator, houve alteração indevida de um precedente vinculante, o que pode induzir o Judiciário ao erro.
Advogado durante julgamento no Tribunal de Justiça do Tocantins
Reprodução/TJ-TO
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Por que o magistrado suspeitou do uso de inteligência artificial?
No voto, o desembargador afirmou que o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa, sem a devida revisão, pode resultar em conteúdo incorreto ou inexistente.
Ele destacou que a apresentação de jurisprudência não verificável é um indício desse tipo de problema, embora não tenha afirmado de forma categórica que houve uso de IA. Segundo o magistrado, o ponto central é a falta de conferência do material apresentado.
O desembargador ressaltou ainda que, independentemente da origem do erro, a responsabilidade técnica pela peça é do advogado que a assina.
O que disse o advogado envolvido?
O advogado Leonardo Menezes Maciel negou ter utilizado inteligência artificial na elaboração da petição. Ele afirmou que o problema se trata de um erro material.
Segundo a defesa, houve confusão entre referências jurídicas: foi utilizado o termo “Súmula 1085/STJ”, quando o correto seria “Tema 185/STJ”. O advogado também informou que pretende recorrer da decisão.
Além disso, declarou que pretende apresentar representação contra o desembargador na Corregedoria.
Qual foi a decisão do desembargador sobre a conduta profissional?
O desembargador determinou o envio do caso à Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins (OAB-TO) para apuração da conduta profissional.
No voto, ele afirmou que a prática pode comprometer o funcionamento da Justiça, ao induzir o juízo ao erro e gerar retrabalho no sistema judiciário. Também ressaltou a responsabilidade do advogado em garantir a veracidade das informações apresentadas.
A investigação deverá avaliar se houve infração ética ou disciplinar.
Qual foi a posição da OAB-TO?
A OAB-TO informou que solicitou cópia da decisão judicial ao TJ-TO para realizar análise jurídica do caso. A entidade não antecipou conclusões sobre eventual irregularidade.
Também destacou que tem investido na capacitação da advocacia, incluindo um plano de inclusão digital voltado ao uso adequado de novas tecnologias, como a inteligência artificial.
A iniciativa busca evitar erros e orientar profissionais sobre boas práticas no uso de ferramentas tecnológicas no exercício da profissão.
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Fonte: G1 Tocantins

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IBGE abre inscrições para seleção com vagas no Tocantins com salários de até R$ 4 mil


Edital de concursos – saiba como ler
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu, nesta sexta-feira (12), as inscrições para um processo seletivo de contratação temporária destinado à realização do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. As oportunidades estão distribuídas em 19 municípios do Tocantins e somam 156 vagas. A taxa de inscrição é de R$ 53. Os salários variam entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além de benefícios.
As inscrições seguem até as 23h do dia 1º de julho. A prova está prevista para o dia 27 de setembro. Os interessados devem se inscrever pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), banca organizadora da seleção.
O resultado final do processo seletivo deve ser divulgado em 18 de dezembro, conforme o cronograma do edital.
>Veja edital – aqui.
As oportunidades estão distribuídas em 19 municípios e somam 156 vagas.
Reprodução
A maior parte das vagas é para o cargo de Agente Censitário Supervisor, com 4.143 oportunidades. Também há 1.110 vagas para Agente Censitário Administrativo, 1.089 para Agente Censitário de Informática, 948 para Agente Operacional Regional e outras 948 para Agente Censitário Regional.
Todos os cargos exigem ensino médio completo. Para as funções de Agente Operacional Regional, Agente Censitário Regional e Agente Censitário Supervisor também é necessário possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B válida.
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Veja a seguir vagas por municípios
1. Araguaína (10 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 6
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
2. Araguatins (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
3. Arraias (7 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 3
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
4. Colinas do Tocantins (9 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 5
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
5. Colméia (7 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 3
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
6. Dianópolis (6 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 2
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
7. Dois Irmãos do Tocantins (6 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 2
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
8. Formoso do Araguaia (10 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 6
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
9. Goiatins (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
10. Gurupi (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
11. Lagoa da Confusão (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
12. Natividade (6 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 2
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
13. Palmas (16 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 6
Agente Censitário Administrativo (ACA): 5
Agente Censitário de Informática (ACI): 3
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
14. Paraíso do Tocantins (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
15. Pedro Afonso (6 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 2
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
16. Peixe (7 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 3
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
17. Porto Nacional (12 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 8
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
18. São Félix do Tocantins (6 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 2
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1
19. Tocantinópolis (8 vagas)
Agente Censitário Supervisor (ACS): 4
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1
Agente Censitário de Informática (ACI): 1
Agente Operacional Regional (AOR): 1
Agente Censitário Regional (ACR): 1

Fonte: G1 Tocantins

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Da terceirização às prisões: veja a cronologia da investigação envolvendo as UPAs de Palmas


Secretária de Saúde é presa durante investigação sobre a terceirização das UPAs de Palmas
Um acordo firmado pela Prefeitura de Palmas levou à terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em março de 2026. Três meses depois, em junho, a secretária de Saúde, Dhieine Caminski, e o superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, foram presos suspeitos de fraude no contrato, que tem o valor de R$ 139 milhões.
A entidade filantrópica Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Itatiba foi contratada para assumir os serviços, incluindo contratação de profissionais para o atendimento à população. No dia 22 de abril, o Tribunal de Justiça suspendeu a terceirização, que acabou sendo liberada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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A defesa da secretária Dhieine Caminski informou que ainda não teve acesso a todo o material e não tem condições de se manifestar sobre o mérito neste momento. O advogado de Andreis Vicente afirmou que solicitou acesso aos autos do inquérito e vai se posicionar ao longo do dia.
O advogado da empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, que considerada foragida, afirmou que “ela só irá se apresentar após ter acesso ao processo e saber por que está sendo presa”.
A Santa Casa de Misericórdia de Itatiba informou que não está sendo investigada nesta operação e negou que Cláudia Fernanda seja representante da instituição.
A Prefeitura de Palmas, por meio da Procuradoria-Geral do Município, informou que acompanha o caso e aguarda o acesso aos autos para se manifestar (veja nota completa abaixo).
Confira a cronologia desde a contratação até às prisões.
Contratação
A Prefeitura de Palmas anunciou no dia 24 de março, por meio de publicação no Diário Oficial do Município, que havia repassado a administração das UPAs para a entidade filantrópica Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Itatiba.
A instituição foi contratada sem licitação pelo valor de R$ 139 milhões e tem duração de 12 meses.
Segundo o município, com a parceria, a prefeitura iria gerir um único contrato, facilitando a fiscalização dos serviços. A decisão também prometia o ampliação da oferta de atendimentos em pediatria e ortopedia, no âmbito da urgência e emergência.
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Servidores fizeram manifestação
Manifestantes realizaram “velório simulado” das UPAs Norte e Sul em protesto contra gestão privada
Rerodução/Sisemp
No dia 10 de abril, insatisfeitos com a decisão que terceirizava serviços e contratações, servidores públicos da saúde de Palmas levaram dois caixões com os nomes das unidades Sul e Norte para a frente da sede da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), simbolizando o que chamaram de “morte da saúde pública”.
Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palmas (Sisemp), Heguel Albuquerque, os caixões simbolizaram o “velório” das UPAs. Ele afirmou que a medida foi tomada sem o devido diálogo com os trabalhadores, as entidades representativas e o Conselho Municipal de Saúde.
Realocação dos servidores concursados
Com a definição do contrato, a prefeitura publicou um edital de redistribuição com 474 vagas em todos os serviços da rede de saúde. Os servidores que atuavam nas UPAs foram realocados para unidades de saúde, possibilitando a ampliação do horário de atendimento em parte dos postos.
Grande parte desses servidores não compareceu às UPAs no dia da manifestação. Segundo um levantamento da Semus, 80% dos profissionais não cumpriram o horário na UPA Norte e 65% na UPA Sul. O Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) chegou a recomendar a suspensão do contrato, por suspeita de irregularidades.
Justiça nega suspensão
Cláudia Fernanda Cândido da Silva é considerada foragida
Divulgação/PCTO
A 2ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas negou o pedido de suspensão da terceirização das UPAs no dia 13 de abril. A ação civil pública foi proposta, na época, pelo vereador Marcus Vinicius Camargo (Republicanos).
Na decisão, o juiz Valdemir Braga de Aquino Mendonça afirma que o pedido foi negado por “ausência da probabilidade do direito e em face do manifesto perigo de dano reverso”, pois a interrupção abrupta da gestão poderia levar a um colapso do sistema de saúde.
A ação também apontou supostos vícios na dispensa de chamamento público e ausência de convocação de aprovados em concurso público. O juiz afirmou que a legislação permite a dispensa de chamamento para serviços de saúde executados por organizações da sociedade civil credenciadas.
MPETO entra na ação
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) entrou com recurso no Tribunal de Justiça (TJTO), no dia 15 de abril, em busca da suspensão do contrato. O órgão alegou, na época, que o contrato feria normas legais e a continuidade dos pagamentos implicaria risco de danos aos cofres públicos.
Segundo o MPTO, o termo de cooperação foi assinado em 5 de março, mas a publicidade dos respectivos atos no Portal da Transparência só aconteceu 20 dias depois, em 25 de março. Além disso, o município havia assinado no dia 9 de março um termo de liquidação para o primeiro pagamento à prestadora de serviço, no valor de R$ 11,5 milhões.
Prefeitura tem 15 dias para assumir o serviço
Djavan Barbosa
Tribunal de Justiça suspende contrato
No dia 22 de abril, a terceirização das UPAs foi suspensa pela Justiça do Tocantins. Com a decisão, a prefeitura deveria retomar a gestão direta em até 15 dias, com multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento.
A Justiça classificou a situação como “emergência fabricada”. A decisão também ordenava que a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba devolvesse os repasses recebidos no prazo de cinco dias.
O documento apontou diversas irregularidades na contratação. O principal problema identificado foi o aumento de custos. O Tribunal de Justiça verificou que o gasto anual passaria de R$ 16,8 milhões para R$ 139,1 milhões. Esse aumento, de cerca de 800%, ocorreria sem melhora na estrutura que justificasse o valor.
STJ derruba suspensão
A Prefeitura de Palmas recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que suspendeu a decisão que obrigava o município a reassumir a gestão das UPAs. A gestão alegou risco de prejuízo ao atendimento de saúde caso fosse obrigado a assumir novamente as unidades de forma imediata.
A decisão foi publicada no dia 7 de junho, mantendo a terceirização. O STJ ressaltou que não analisou se a parceria seria regular ou não. O ministro Herman Benjamin considerou que a execução imediata dessa ordem poderia comprometer o funcionamento das unidades de saúde.
Com isso, o contrato continua vigente até que o caso seja julgado de forma mais aprofundada pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO). Se a suspensão do contrato for mantida pelo TJ-TO, o município deverá ter pelo menos 45 dias para cumprir a medida, contados a partir do novo julgamento.
Investigação da Polícia Civil
Durante a disputa judicial, o caso também começou a ser investigado pela Polícia Civil. A investigação envolve indícios de direcionamento da contratação, produção de documentos com datas suspeitas e possível falsidade ideológica dentro do processo administrativo.
No dia 21 de junho, servidores públicos do município foram alvo de buscas durante a Operação Falsa Emergência. Policiais também cumpriram mandados no endereço da secretária de Saúde Dhieine Caminski e servidores que teriam participado do processo.
Secretária Dhieine Caminski; e o superintendente Andreis Vicente da Costa
Reprodução/Prefeitura de Palmas
Prisão da Secretária de Saúde
A secretária de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e o superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, foram presos na manhã de quarta-feira, 10 de junho, durante uma operação da Polícia Civil. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, que teria atuado como lobista no contrato de terceirização, é procurada pela Polícia Civil.
A secretária de Saúde teve a prisão decretada para conveniência da instrução criminal. Segundo a decisão, mensagens eletrônicas revelaram que, após o início das investigações, ela teria utilizado sua posição hierárquica para realizar contatos diretos com subordinados, sugerindo tentativa de monitorar e direcionar as declarações que seriam prestadas à polícia.
A prisão de Andreis Vicente da Costa foi fundamentada na garantia da ordem pública. O inquérito aponta que ele teria redigido minutas de pareceres, entregando-os prontos para assinatura de outros servidores, sem que houvesse debate prévio na comissão responsável.
Pesou contra ele, ainda, o fato de usufruir de um veículo de luxo (BMW/X1) locado por Cláudia Fernanda, que seria representante da entidade beneficiada pelo contrato.
Apontada como representante da organização social beneficiada, sua prisão também foi fundamentada na garantia da ordem pública. A Justiça considerou o risco de reiteração delitiva, uma vez que ela responde a uma ação de improbidade administrativa e a outro inquérito policial por supostas fraudes na compra de testes de COVID-19 em Palmas.
Íntegra da nota da Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Palmas, por meio da Procuradoria-Geral do Município, informa que acompanha o caso e aguarda o acesso às informações oficiais dos autos para se manifestar.
A secretária de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e o superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, foram autorizados pela Justiça para serem conduzidos para o Batalhão do Comando Geral da Polícia Militar até audiência de custódia.
As ações da Secretaria de Saúde seguem normalmente, sem prejuízos à população, inclusive no atendimento das Unidades de Pronto Atendimento Sul e Norte.
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Fonte: G1 Tocantins

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Lucy Alves, Companhia do Calypso e Moleca 100 Vergonha estão entre as atrações do 34º Arraiá da Capital


Shows de Lucy Alves e Cia. do Calypso animam o 34º Arraiá da Capital; confira
A 34ª edição do Arraiá da Capital terá shows nacionais e regionais, além do tradicional concurso de grupos juninos. Entre as principais atrações estão a cantora Lucy Alves, a banda Companhia do Calypso e o grupo Moleca 100 Vergonha. A programação foi anunciada pelo prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos) durante entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (12).
A estrutura do evento contará com espaços como a Arena das Quadrilhas, a Vila Gastronômica, com food trucks, e a novidade das bebidas artesanais, além da Sala de Reboco, voltada para o forró pé de serra.
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Lucy Alves grava o primeiro álbum audiovisual solo em show em praia de João Pessoa (PB) com convidados como Elba Ramalho e Dorgival Dantas
Felipe Braga / Divulgação
Confira a programação completa de shows
25 de junho (quinta-feira)
Palco Principal: Paulinho Braga, Lucy Alves e Trio Bacana;
Sala de Reboco: VL do Acordeon;
Entrada: Cardozinho do Acordeon.
26 de junho (sexta-feira)
Palco Principal: Ariely, Moleca 100 Vergonha e Liberou Geral;
Sala de Reboco: Marcilon do Acordeon e Nova Geração (Sanfoneiro Juarez);
Entrada: Paraíba dos 8 Baixos.
27 de junho (sábado)
Palco Principal: Melissa e Companhia do Calypso;
Sala de Reboco: Manoel Braga;
Entrada: Félix do Acordeon.
28 de junho (domingo)
Palco Principal: Banda Veja / Karolina do Cerrado, Forró do Moído e Theo Santana;
Sala de Reboco: Chapéu de Couro;
Entrada: Bacabal do Acordeon.
Evento será realizado de 25 a 28 de junho com shows nacionais, regionais e concurso de quadrilhas
Divulgação/Prefeitura de Palmas
Juninas
A Fundação Cultural de Palmas (FCP) já definiu a ordem de apresentação das quadrilhas e das candidatas ao Concurso de Rainhas. O sorteio foi realizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho para garantir a transparência do processo.
No dia 25 de junho, na abertura do evento, será realizado o Concurso de Rainhas, com 12 candidatas representando grupos como São João das Palmas, Matutos da Noite e Cafundó do Brejo.
As apresentações das quadrilhas do Grupo de Acesso ocorrerão no dia 26. Já as equipes do Grupo Especial se apresentarão nos dias 27 e 28 de junho.
Além das competições, o evento contará com parque de diversões, barraquinhas de brincadeiras típicas e uma ampla praça de alimentação.
Nesta edição, o concurso distribuirá prêmios em dinheiro para as quadrilhas e os destaques que conquistarem as melhores colocações. No Grupo Especial, a campeã receberá R$ 40 mil. Confira os valores por categoria:
Grupo Especial
1º lugar: R$ 40 mil;
2º lugar: R$ 20 mil;
3º lugar: R$ 10 mil;
4º lugar: R$ 5 mil;
5º lugar: R$ 3.500.
Grupo de Acesso
1º lugar: R$ 15 mil;
2º lugar: R$ 10 mil;
3º lugar: R$ 5 mil.
Grupo Comunidade
1º lugar: R$ 10 mil;
2º lugar: R$ 5 mil.
Destaques Individuais
Rainha do Arraiá: R$ 10 mil;
Melhor Animador/marcador: R$ 10 mil;
Melhor Casal de Noivos: R$ 7.500 para cada integrante;
Melhor Casal de Reis: R$ 7.500 para cada integrante.
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Fonte: G1 Tocantins

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Empresas são condenadas a pagar R$ 5 milhões por pirâmide financeira no Tocantins


Justiça determinou bloqueio de bens, devolução de valores e fim das atividades no estado
Divulgação/TJTO
A Justiça condenou cinco sócios e as empresas Alpha Administradora de Consórcios Ltda., Cred Mais Investimentos e Consórcio Ltda., e Libercred Soluções Ltda. ao pagamento de R$ 5 milhões por danos morais coletivos. O grupo foi acusado de operar um esquema de pirâmide financeira disfarçado de consórcio, conhecido como “compra premiada”. A decisão ainda cabe recurso.
A sentença, proferida em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO), determina o encerramento definitivo das atividades das empresas no estado e a devolução integral dos valores pagos pelas vítimas, acrescidos de juros e correção monetária. O juiz Lauro Augusto Moreira Maia, da 5ª Vara Cível de Palmas, foi o responsável pela decisão.
O g1 entrou em contato com as defesas das empresas citadas, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.
Segundo a decisão, apesar da existência de diferentes CNPJs e sócios, as empresas atuavam com os “mesmos atores”, preservando o mesmo corpo jurídico, endereços e o mesmo modus operandi, apenas alterando seus “rótulos empresariais” para escapar da fiscalização.
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Segundo a investigação da 15ª Promotoria de Justiça da Capital, os consumidores eram atraídos por publicidade enganosa que prometia a rápida contemplação de bens, como veículos e imóveis.
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O promotor Paulo Alexandre de Siqueira explicou que os vendedores informavam aos clientes que, após receberem o bem, eles ficariam desobrigados de pagar as parcelas restantes. “As reclamações no Procon revelaram um padrão de abordagem baseado em promessas incompatíveis com as regras do sistema regular de consórcios”, afirmou.
Segundo o Ministério Público, a maioria das vítimas era composta por pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, atraídas pela promessa de crédito rápido e facilidade na contemplação.
A decisão garante que os consumidores prejudicados poderão buscar individualmente a execução da sentença para receber a restituição integral dos valores pagos, sem descontos referentes a taxas de administração, fundos de reserva ou outras cobranças.
Além da condenação por danos morais coletivos, fixada em R$ 5 milhões e destinada ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID), a Justiça estabeleceu multa de R$ 100 mil para cada novo contrato firmado em desacordo com a decisão judicial. O bloqueio de bens dos réus também foi mantido para assegurar o ressarcimento dos consumidores.
A sentença determinou ainda a desconsideração da personalidade jurídica das empresas, permitindo que o patrimônio pessoal dos sócios seja utilizado para garantir o pagamento das indenizações e demais obrigações impostas no processo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Botos são filmados em ‘cena de namoro’ em águas cristalinas no Tocantins; VÍDEO


Botos são avistados em ritual de acasalamento no TO
Quatro botos cinzas foram avistados nadando nas águas cristalinas da Praia Remanso dos Botos, em Itaguatins, região norte do estado. No vídeo, é possível ver os animais interagindo entre si em um processo de cortejo para o acasalamento, que inclui “dança amorosa” e mordidas.
O fotógrafo que flagrou a cena disse ser raro encontrar os animais em uma área rasa como a registrada.
“Aqui todo registro é emocionante, e gravar eles foi maravilhoso, encantador. Estava com um colega e ele ‘tá bom de gravar, vai encher a memória do drone’ e eu ‘não menino, isso aqui é raro’ e continuei gravando”, diz Fabiano Vieira.
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Fabiano tem 36 anos e é natural de Itaguatins. Ele diz que perdeu a conta de quantas vezes se deparou com botos no Rio Tocantins, na região do Bico do Papagaio. Este último encontro foi registrado com um drone, no dia 3 de junho, perto de uma formação de rochas na beira d’água no final da tarde, próximo ao pôr do sol.
“Sempre estiveram presentes. Aquele lugar é deles. A gravação ficou nítida porque eles estavam perto e saíam da água brincando entre si. Foi muito legal. Eles estavam perto da margem. É raro ficarem lá”, afirma.
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Botos são avistados perto da margem de praia em Itaguatins no TO
Divulgação/Fabiano Vieira Fotografia
Corte para acasalamento
A bióloga e presidente do Instituto Araguaia, Silvana Campello, explica que o comportamento é típico de “corte para acasalamento” para atrair a fêmea. O ritual pode incluir danças, vocalizações, exibição de cores vibrantes, construção de ninhos e oferta de alimentos.
Os machos podem aplicar mordidas suaves ou imobilizações segurando a fêmea pelo pescoço ou nadadeiras – como no vídeo – para estimular ou apaziguar a resistência.
“Nesse vídeo tem um boto que usa o bico se arremetendo sobre um outro, pode ser um gesto de acasalamento. Outros botos costumam ficar perto do casal na hora do acasalamento; isso é normal”, diz.
A bióloga Beatriz Vasconcelos relata que os botos podem estar acostumados com a presença e movimentação de pessoas, e por isso, talvez tenham permanecido em uma área rasa perto da margem da praia.
“São animais muito simpáticos e curiosos, então não representam medo e se adaptam bem aos humanos, especialmente acompanhando barcos de pesca”, afirma.
O ambientalista da Associação de Preservação Botos da Amazônia, Rosaldo Santos, complementa dizendo ser comum, nesta época do ano, a migração dos animais para a reprodução.
“Temos alguns machos cortejando uma fêmea aí. O boto da bacia Araguaia Tocantins costuma viver em grupos, e nesta época do ano os machos fazem a migração para a reprodução, evitando o cruzamento familiar. Uma cena de namoro”, explica.
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Fonte: G1 Tocantins

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Brasil Terrenos lança novo loteamento no Cidade Buriti em Palmas


A Brasil Terrenos, referência nacional em planejamento urbano, anuncia o lançamento de mais uma etapa do Cidade Buriti em Palmas (TO) no dia 18 de junho. O empreendimento, localizado em Palmas, conta com 11 milhões de m², capacidade para implantação de mais de 15 mil terrenos e potencial para abrigar até 72 mil habitantes, consolidando-se como um verdadeiro complexo de bairros planejados inteligentes na região.
ARSO 191 – Cidade Buriti
Perspectiva
O Cidade Buriti foi idealizado pelos renomados arquitetos Luiz Fernando Teixeira, coautor do projeto urbanístico de Palmas, e Sérgio Mathia, além de Yara Tanimitsu Hasegawa, responsável pelo projeto paisagístico. Esse projeto tem por objetivo levar qualidade de vida, facilitar a rotina e a mobilidade dos moradores. Trata-se de um bairro planejado para oferecer transporte público eficiente, além de favorecer a acessibilidade para os pedestres e pessoas com restrições de mobilidade e contar com ciclovias por todo o complexo.
Bairro independente e sustentável
O ARSO 191 possui um sistema viário que interliga o complexo ao centro de Palmas, fazendo a efetiva integração entre o comércio e as residências, tornando-o um bairro independente. Esta é a 5ª etapa do projeto que conta com 158 terrenos comerciais a partir de 380 m² e 615 residenciais a partir de 250 m². O bairro possui infraestrutura completa: pavimentação com meio-fio, paisagismo nos canteiros centrais, redes de água, energia, iluminação pública em LED. Além disso, conta com monitoramento de câmeras para garantir maior segurança aos moradores.
Para preservar as áreas verdes locais, parques lineares foram projetados no eixo central de todo o complexo, onde foram implantados equipamentos comunitários de lazer em meio a uma vegetação exuberante. O bairro “inteligente” apresenta uma proposta de desenvolvimento urbano sustentável e faz parte de um projeto com o conceito “cidade 15 minutos”, que prioriza a proximidade e o fácil acesso a todos os serviços essenciais do cotidiano, como moradia, trabalho, lazer, educação e saúde, tudo a uma distância de 15 minutos a pé.
Bairro Inteligente – Cidade Buriti
Perspectiva
Brasil Terrenos
As condições de pagamento são especiais, com 30% de desconto na entrada durante o mês de junho, parcelamento próprio e sem burocracia. Os interessados em adquirir um terreno devem levar os documentos pessoais e comprovante de endereço ao Stand de Vendas que fica no local. Mais informações poderão ser solicitadas via WhatsApp (63) 9 9209-2716.
A Brasil Terrenos é referência nacional em planejamento e desenvolvimento urbano. Com 22 anos de atuação no mercado, administra e coordena mais de 120 empreendimentos, entre loteamentos e condomínios fechados. Presente em 17 estados e 87 cidades, já lançou mais de 197 mil imóveis e realizou milhares de sonhos. Nos próximos anos, mais de 150 mil terrenos serão lançados.

Fonte: G1 Tocantins

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Motociclista de 21 anos morre após acidente em avenida do sul de Palmas; vídeo mostra batida


Jovem morre após sofrer acidente em avenida de Palmas
O jovem Jeremias de Jesus Cardoso Farias, de 21 anos, morreu após sofrer um acidente de trânsito em uma avenida do Jardim Taquari, bairro na região sul de Palmas. Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel (Samu) e levado para o Hospital Geral de Palmas (HGP), mas não resistiu.
O acidente aconteceu por volta das 21h na Avenida TLO 5. A Polícia Militar informou que não atendeu o caso. Um vídeo registrado por câmeras de segurança mostra o momento da batida.
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Nas imagens é possível ver um carro virando à esquerda para fazer o retorno na via. Nesse momento, a moto bate na lateral e desliza por vários metros atingindo outros veículos estacionados. O motociclista foi arremessado e ficou caído no meio da avenida.
Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), a equipe do Samu encontrou a vítima com traumatismo cranioencefálico grave (TCE), múltiplos ferimentos e fraturas pelo corpo (politrauma).
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Jovem morreu em acidente na região sul de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
Durante o resgate, o paciente teve uma parada cardiorrespiratória, sendo imediatamente iniciadas as manobras de reanimação cardiopulmonar e os procedimentos de suporte avançado de vida. Depois de estabilizado, o jovem foi levado para o HGP em estado grave.
A SSP informou que Jeremias de Jesus morreu e o corpo foi recolhido nas dependências do hospital por equipe do Instituto de Medicina Legal de Palmas. Até a última atualização desta reportagem o corpo seguia no Instituto, para a realização dos exames necroscópicos antes de ser liberado aos familiares.
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Fonte: G1 Tocantins