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Eleições 2026: veja como foi o dia dos candidatos ao Governo do Tocantins nesta quarta-feira (9)


Veja como foi a agenda dos candidatos ao governo do Tocantins nesta quarta-feira (9)
Confira como foi agenda de campanha dos candidatos ao Governo do Tocantins nesta quarta-feira (9). Professora Dorinha (União) não teve agenda durante o dia e faz comício no período da noite. Já o candidato Vicentinho Júnior (PSDB) teve agenda na região sul do estado.
Candidatos que registraram 15% ou mais das intenções de voto na última pesquisa Quaest terão a agenda exibida às segundas, quartas e sextas-feiras.
Professora Dorinha (UNIÃO)
A candidata não teve agenda durante o dia. À noite, ela participa de um comício na região sul de Palmas.
Vicentinho Júnior (PSDB)
O candidato cumpriu agenda em Gurupi, na região sul do estado. Ele caminhou com apoiadores pelas ruas e visitou o comércio em três pontos diferentes do município. No percurso, cumprimentou eleitores e dialogou com comerciantes.
Para o município, o candidato tem propostas de incentivo à agroindústria, com estímulo à instalação e ampliação de unidades de processamento de grãos e proteína animal. A agenda contou ainda com a inauguração de comitê eleitoral e reunião com aliados políticos.
“Uma rotina que permita que o cidadão fique mais dentro do seu CNPJ e menos fora dele, porque o Estado muito empurra para fora do seu negócio, com parâmetros necessários para que o Estado prospere. Dá um ambiente saudável para quem quer empreender, modernizar obras públicas que permitam transbordos, e isso estamos fazendo com muito zelo para o nosso plano de governo”, disse o candidato.
Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB) durante agenda
Reprodução/TV Anhanguera
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Quaest no TO: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 32%; Ronaldo Caiado, 7%; Renan Santos; 3%
Quaest no TO: Dorinha, 37%; Vicentinho Júnior, 28%; Laurez, 7%
Agenda dos candidatos
A frequência da cobertura segue o desempenho de cada candidato na pesquisa Quaest mais recente, conforme acordo firmado com representantes dos partidos e coligações.
Candidatos que registraram 15% ou mais das intenções de voto terão a agenda exibida nas segundas, quartas e sexta-feiras. Para aqueles que aparecem com 5% a 14% a cobertura será nas terças e quinta-feiras. Para quem tem menos de 5% será uma vez por semana. Candidatos que não pontuaram (menos de 1%), será uma vez a cada 15 dias.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Gustavo: veja o que pai e madrasta disseram em depoimento sobre a morte da criança


Veja detalhes dos depoimentos do pai e da madrasta de Gustavo Feitosa
A reportagem da TV Anhanguera teve acesso aos depoimentos de Igor Gustavo Veloso de Sousa e Kathellen Moreira, pai e madrasta de Gustavo Veloso, criança encontrada morta na casa do pai com sinais de violência no dia 3 de agosto. Os dois estão presos preventivamente e são investigados por homicídio duplamente qualificado e tortura. (Veja no vídeo acima).
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A mãe do menino vivia uma disputa judicial com Igor Veloso. Gustavo foi encontrado morto na casa do pai. Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”.
Segundo Igor Veloso, ele teria levado Gustavo para tomar banho de piscina e, em determinado momento, se distraiu mexendo no celular.
“Ele foi banhar com a gente. Banhou de piscina e tal. E lá em casa tem uma sala de vidro, uma área e, aí, dentro dessa área tem um banheiro. Descuidei um pouco ali, curtindo o telefone e tal. Aí, quando eu notei que eu descuidei, fui lá ver e ainda peguei ele. Mas, assim, é afogamento, na minha concepção, normal. Peguei ele aqui, já tirei ele da piscina, tirei bem. Aí banhei ele na ducha”, afirmou.
Ainda de acordo com Igor, posteriormente, ele colocou Gustavo para dormir. Em outro trecho, Igor afirmou que percebeu que o menino estava com uma temperatura diferente e tentou acordá-lo.
“Como tinha banhado, já tinha banhado bastante, ele estava frio, mas tudo normal. Aquilo ali, para mim, de frio de quem estava no ar-condicionado mesmo. E aí, quando foi dormir, normal. Aí, quando foi, de manhã, me deu um, um, um, um estalo que eu percebi que aquele negócio estava… Aí eu peguei ele, chacoalhei ele de todo jeito, assim, peguei na barriga e aí eu, naquele momento, fiquei desesperado.”
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Madrasta e pai Igor Gustavo Veloso de Souza
Reprodução/TV Anhanguera
A madrasta, Kathellen Moreira, também relatou o que aconteceu. Segundo ela, Igor a procurou pela manhã.
“Quando foi por volta de umas 6 horas da manhã, ele bateu no quarto da neném. A gente fez sexo. Ele entrou para lá, no quarto, a gente fez sexo, e ele voltou para o outro quarto. A babá que cuida da neném chegou por volta de umas 6h50. Ela me mandou mensagem, falou que já tinha chegado em casa. Ela entrou, eu peguei o lençol, dei um lençol para ela, bati no quarto do Igor, que eu estava com dor de cabeça. Falei: ‘Deixa eu pegar um remédio para mim’. Aí ele abriu, eu entrei para dentro do quarto, peguei o remédio. Inclusive, os remédios estavam em cima da mesa. Peguei o remédio e o Gustavo estava deitado”.
A defesa de Igor e Katlen, em nota, informou que o casal está contribuindo, na medida do possível e dentro dos limites legais, com as investigações e está à disposição das autoridades para que os fatos sejam devidamente esclarecidos.
Sobre a conclusão do inquérito, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as investigações ainda estão em andamento. Segundo a pasta, neste momento, não há outras informações que possam ser repassadas, para evitar comprometer o andamento das apurações. A conclusão do inquérito ocorrerá após o cumprimento das diligências necessárias.
Questionada pelo delegado Eduardo Menezes se, naquele momento, sabia que havia algo de errado com o menino, Kathellen respondeu que não.
“Não, nada. Ele até fez um gesto de mexer com o olho quando a gente acendeu a luz”.
De acordo com a madrasta, depois disso, voltou a dormir em outro quarto da casa. Por volta das 9h, ainda segundo o depoimento, Igor teria pedido que Kathellen saísse com ele. A madrasta contou aos investigadores que chegou a retornar para casa antes de deixar o local novamente.
Questionada sobre o período em que os dois ficaram fora da residência, Kathellen afirmou que eles ficaram circulando, sem destino definido, em direção a Lajeado.
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) informou que acompanha o caso e aguarda a conclusão do inquérito policial. Segundo o órgão, as investigações ainda estão em andamento e, por isso, não houve oferecimento de denúncia. (Leia nota na íntegra abaixo).
Polícia encontrou contradições
Após os depoimentos, os dois foram liberados pelo delegado e não acompanharam a polícia durante a vistoria na residência.
Durante o trabalho pericial, porém, os investigadores encontraram contradições nas versões apresentadas. Horas depois, na noite de 2 de agosto, o delegado responsável pelo caso, Eduardo Menezes, foi informado pelo Instituto Médico Legal (IML) de que a morte de Gustavo não havia sido causada por afogamento e que havia indícios de crime.
O laudo pericial, ao qual o g1 teve acesso, apontou que a morte ocorreu com ‘crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões’. A criança sofreu hemorragia interna, apresentava marcas de agressões no rosto e laceração intestinal.
Criança foi morta na casa do pai em Palmas
Reprodução/Rede social de Sabrina da Silva Feitosa
Prisão do casal
O pedido de prisão de Igor e Kathellen foi feito à Justiça 48 horas após a morte. Segundo a investigação, quando foram detidos, já haviam escondido aparelhos celulares.
Eles estão presos desde 5 de agosto. O inquérito ainda não foi concluído e o Ministério Público não ofereceu denúncia.
A Justiça já negou dois pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa de Kathellen. Apesar de ela ter uma filha bebê, o Judiciário considerou que a criança está sob os cuidados da avó e que os fatos investigados são graves. A participação da madrasta na morte de Gustavo segue em apuração.
Íntegra da nota do MPE
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) informa que acompanha o caso envolvendo a morte do menino Gustavo e que o inquérito policial permanece em andamento.
Neste momento, as investigações continuam sendo conduzidas pela autoridade policial, responsável pela realização das diligências necessárias e pela conclusão do procedimento investigativo. O MPTO acompanha o andamento do caso e, caso identifique a necessidade de alguma providência no âmbito de suas atribuições, poderá adotá-la.
Enquanto a investigação estiver transcorrendo regularmente e dentro dos prazos legais, cabe ao Ministério Público respeitar a condução das diligências pela autoridade policial, sem interferir indevidamente no trabalho investigativo.
Por essa razão, ainda não houve oferecimento de denúncia. Após a conclusão do inquérito e o encaminhamento dos autos, o promotor de Justiça responsável analisará os elementos reunidos e adotará as medidas cabíveis.
Neste momento, não é possível estabelecer prazo para eventual oferecimento de denúncia, uma vez que essa etapa depende da conclusão das investigações.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dez pontos para entender disputa envolvendo fazenda de R$ 25 milhões de Alexandre Pires no TO


Imagens mostram como é a fazenda
A compra de uma fazenda avaliada em R$ 25 milhões pelo cantor Alexandre Pires tornou-se o centro de uma intensa disputa judicial no município de Dianópolis, no Tocantins. O imóvel rural, denominado Lote 8 da Fazenda Buriti, possui 1.866 hectares e situa-se na região do Matopiba, considerada uma das fronteiras agrícolas mais promissoras do país.
A negociação acabou parando nos tribunais devido ao desentendimento entre os antigos gestores da propriedade. O empresário Renato Junio Pinto Guimarães alegar ter sido excluído da venda realizada por seus sócios de fato, Gabriel Alves de Freitas e Matheus Alves de Freitas.
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O caso ganhou desdobramentos com acusações de invasão de propriedade, retirada não autorizada de maquinários e até confrontos físicos. Diante da escalada das tensões, a Justiça do Tocantins incluiu o artista no processo e acionou o Ministério Público do Tocantins (MPTO) para apurar eventuais infrações penais.
Veja dez pontos para entender a disputa judicial pela fazenda vendida a Alexandre Pires:
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Fazenda fica na região sudeste do Tocantins
Arquivo pessoal
Qual é a fazenda comprada por Alexandre Pires e onde ela fica?
A propriedade adquirida pelo cantor Alexandre Pires por R$ 25 milhões é o Lote 8 da Fazenda Buriti, localizada em Dianópolis, no sudeste do Tocantins. O imóvel abrange 1.866 hectares, que é equivalente a cerca de 2,6 mil campos de futebol no padrão FIFA.
O local se destaca pelo terreno plano, abundância hídrica e localização estratégica na região do Matopiba, polo do agronegócio próximo à divisa com a Bahia.
Por que a venda da fazenda gerou uma disputa judicial?
O empresário Renato Junio Pinto Guimarães afirma que integrava uma sociedade rural de fato com os irmãos Gabriel Alves de Freitas e Matheus Alves de Freitas e que foi excluído da negociação.
Renato alega que administrava diretamente as terras do grupo desde 2019, enquanto os outros dois cuidavam da parte documental e administrativa. Ele sustenta que o negócio com o cantor foi feito sem seu consentimento e que não recebeu o valor referente a um terço da venda.
As defesas de Gabriel e Matheus foram procuradas pelo g1, mas não responderam.
O que o sócio pede na ação que tramita na Justiça?
Na ação movida na Vara Cível de Dianópolis (TJTO), Renato Junio pede a anulação de um terço da venda efetuada ao artista. Ele também requereu a averbação da disputa judicial nas matrículas das propriedades rurais do grupo, a catalogação dos bens e sua nomeação como administrador provisório das atividades agropecuárias do grupo.
Por que Alexandre Pires foi incluído no processo?
Em decisão proferida em 22 de junho de 2026, o juiz Rodrigo da Silva Perez Araújo determinou a inclusão de Alexandre Pires na ação. O magistrado considerou necessária a citação e participação de todos os envolvidos na negociação.
A defesa de Renato afirma que o cantor sabia que o imóvel pertencia a três parceiros e que o próprio Renato chegou a apresentar a fazenda ao artista antes do fechamento do negócio.
A defesa de Alexandre Pires foi procurada pelo g1, mas também não se manifestou.
O que a Justiça do Tocantins decidiu sobre a disputa?
A Justiça reconheceu documentos apresentados por Renato como indícios de que ele atuava em parceria comercial e na gestão das terras, e não apenas como funcionário.
O juiz indeferiu o bloqueio de contas bancárias dos réus e a gestão provisória por Renato para não paralisar a atividade agrícola. Contudo, deferiu a averbação premonitória nas matrículas e ordenou a catalogação e avaliação judicial urgente dos bens, máquinas e gado.
Por que o Ministério Público foi acionado no caso?
A Justiça acionou o Ministério Público do Tocantins (MPTO) em agosto de 2026 para apurar possíveis crimes decorrentes de episódios de violência e confronto físico entre os empresários.
O pedido ocorreu após Renato anexar ao processo boletim de ocorrência, fotos e vídeos relatando que os sócios teriam invadido uma de suas propriedades, retirado maquinários e soltado 11 cabeças de gado em direção a uma rodovia.
O que mostram as imagens e vídeos anexados ao processo?
As gravações registradas em julho de 2026 mostram uma confusão entre os sócios durante um encontro familiar. Nas imagens, uma caminhonete se aproxima e colide contra o portão de uma fazenda; em seguida, dois homens desembarcam, atravessam uma cerca e adentram o imóvel.
Fazenda Buriti, comprada pelo cantor Alexandre Pires, fica em Dianópolis (TO)
Reprodução/Google
Quais são os argumentos apresentados pelas partes?
A defesa de Renato Junio argumenta que o cliente busca assegurar seus direitos patrimoniais e alega ter sofrido ameaças, violência e intimidações para descumprir decisões judiciais.
Os réus Gabriel e Matheus sustentam na ação que os maquinários e equipamentos agrícolas foram adquiridos exclusivamente por eles, e não pela sociedade.
A audiência de conciliação entre as partes teve acordo?
Não. No dia 27 de agosto de 2026, o Poder Judiciário promoveu uma audiência de conciliação com os envolvidos na tentativa de buscar uma composição amigável. No entanto, as partes não chegaram a um acordo, mantendo o litígio ativo na Justiça.
O que significa a averbação na matrícula da fazenda?
A averbação premonitória insere uma nota oficial no registro cartorário das fazendas do grupo, informando publicamente que os imóveis são objeto de disputa judicial. A medida busca dar transparência e proteger terceiros.
Ela não impede a continuidade do trabalho nas terras nem proíbe futuras vendas, mas garante que eventuais compradores assumam conscientemente os riscos do processo judicial em andamento.
Vista da área do lote vendido ao cantor no Tocantins
Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Dupla é procurada pela polícia suspeita de enganar 22 idosos para fraudar empréstimos bancários


Dupla é suspeita de enganar idosos para fraudar empréstimo
Um homem e uma mulher estão sendo procurados pela polícia suspeitos de enganar idosos para fraudar empréstimos bancários na região do Bico do Papagaio. A investigação localizou 22 vítimas e rastreou mais de R$ 78 mil nas contas bancárias dos suspeitos.
Os suspeitos de estelionato foram identificados pela Polícia Civil como Fernando Cardoso Paysan, de 44 anos, e Jaqueline dos Santos Silva, de 27 anos. As fotos deles foram divulgadas em cartazes de procurados. O g1 não conseguiu contato com as defesas dos investigados.
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O esquema tinha como foco pessoas da terceira idade, com algum tipo de vulnerabilidade ou analfabetas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os investigados teriam utilizado técnicas de engenharia social, que envolve obter a confiança das vítimas, explorar a falta de conhecimento e manipular.
De acordo com a investigação, algumas das vítimas foram acompanhadas pelos suspeitos até instituições bancárias com a justificativa de que seriam auxiliadas no recadastramento de biometria, atualização de benefícios ou outro serviço.
No terminal, os suspeitos direcionavam a contratação de empréstimos e transferências. As vítimas, sem conhecimento da ação, eram induzidas a autorizarem com a biometria.
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Mãe se acorrenta no portão de hospital para cobrar cirurgia para o filho no TO
Faca é encontrada no local onde carro foi incendiado com corpo dentro em Palmas
Acidente entre carro e moto mata policial militar no Tocantins
Jaqueline Dos Santos Silva, de 27 anos, e Fernando Cardoso Paysan, de 44 anos
Divulgação/Polícia Civil do Tocantins
Uma das vítimas é um homem de 81 anos analfabeto, que foi induzido a contratar um empréstimo de R$ 2,8 mil e transferir para uma das contas dos suspeitos. A análise de dados obtidos mediante autorização judicial, permitiu identificar rastros do dinheiro e localizar as vítimas. Em uma conta foram rastreados cerca de R$ 44,2 mil, e em outra, R$ 34,5 mil.
Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara Criminal, de Violência Doméstica e Juizado Especial Criminal de Araguatins. O inquérito policial investiga se há mais pessoas envolvidas no esquema e apura se existem mais vítimas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe se acorrenta no portão de hospital para cobrar cirurgia para o filho no TO


Mãe se acorrenta em frente ao MP para conseguir transferir filho de hospital
no, na manhã desta quarta-feira (9), para cobrar a transferência do filho Kauan para uma unidade de saúde em São Paulo. A criança, de 5 anos, precisa passar por uma cirurgia ode Fontan, que é um tratamento para pacientes que nascem com apenas um ventrículo funcional no coração.
Laise Sousa Carvalho se acorrentou ao portão do Hospital Geral de Palmas, na manhã desta quarta-feira (9), para cobrar a transferência do filho Kauan para uma unidade de saúde em São Paulo. A criança, de 5 anos, precisa passar por uma cirurgia no coração.
Na tarde desta quarta-feira (9), Laise deixou o HGP e se acorrentou em frente ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO).
O caso se desenrola desde 2024, quando a mãe deu entrada no pedido para conseguir tratamento fora de domicílio. O menino precisa de uma cirurgia chamada de Fontan, que é um tratamento para pacientes que nascem com apenas um ventrículo funcional no coração.
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Laise Sousa se acorrentou em frente ao HGP para conseguir transferir filho para hospital de SP
Reprodução/redes sociais
A Secretaria Estadual de Saúde informou que o paciente foi acompanhado no Hospital Municipal de Araguaína e que, após as avaliações médicas, foi apontado que a cirurgia de Fontan seria contraindicada nesse caso, devido às condições da criança, que apresentava comprometimento dos acessos vasculares e fragilidade clínica. O Estado disse que está tomando as providências necessárias para fazer a transferência (veja a nota completa abaixo).
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Kauan precisa passar por cirurgia no coração
Reprodução/TV Anhanguera
Kauan está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do HGP. A criança nasceu com malformação congênita no coração e passou por duas cirurgias, mas precisa de uma terceira, que é considerada de grande porte. O menino recebe alimentação por meio de sonda, não fala, não anda e possui dificuldade para respirar.
O Tribunal de Justiça havia determinado a transferência do paciente para São Paulo em julho de 2025. Segundo a decisão, a criança tem direito a um acompanhante e auxílio com o custo da estada e alimentação pelo tempo que durar o tratamento.
Um ano depois, sem que o procedimento fosse realizado, o juiz Edimar de Paula, da Vara da Família de Paraíso do Tocantins, decidiu pelo bloqueio do valor necessário para a realização do procedimento, com tratamento fora de domicílio no Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, com transferência por meio de UTI aérea.
Laise Sousa se acorrentou em frente ao Ministério Público para conseguir transferir filho para hospital de SP
Reprodução/TV Anhanguera
Íntegra da nota da SES
A Secretaria de Estado da Saúde informa que a decisão judicial inicial foi cumprida, com o paciente sendo acompanhado no Hospital Municipal de Araguaína, unidade de alta complexidade habilitada para o atendimento do caso.
Após avaliação criteriosa das equipes de Cirurgia Cardiovascular e Cardiologia Pediátrica, o procedimento de Fontan foi contraindicado neste momento devido à condição clínica do paciente, que apresenta comprometimento dos principais acessos vasculares, fragilidade clínica e neurológica, além da necessidade de cuidados pós-operatórios especializados, fatores que elevam significativamente os riscos de uma nova intervenção cirúrgica.
Posteriormente, diante de nova decisão judicial determinando a transferência do paciente para tratamento fora do Estado, a Secretaria de Estado da Saúde informa que a cotação para a realização do procedimento já havia sido realizada previamente e que as providências necessárias estão sendo adotadas para a continuidade do tratamento.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ministério Público pede demolição de imóveis construídos no meio de rua há mais de 25 anos em Araguaína


Vista da cidade de Araguaína
Divulgação/Prefeitura de Araguaína
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) recomendou que a Prefeitura de Araguaína notifique moradores e comerciantes para desocuparem trechos da Rua Vitória da Conquista e promova a demolição de construções erguidas irregularmente sobre a via pública. A ocupação da área é alvo de questionamentos judiciais desde 1999 e é investigada pelo órgão desde 2016.
O documento, publicado no dia 4 de setembro, estabelece prazo de 15 dias para que o município informe as providências adotadas. A recomendação foi expedida pela 6ª Promotoria de Justiça de Araguaína dentro de um inquérito civil que apura a ocupação de área pública na região da Avenida Santos Dumont.
O g1 questionou a Prefeitura de Araguaína a respeito da recomendação, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Segundo o MPTO, laudos técnicos produzidos pelo próprio município concluíram que particulares invadiram o leito da Rua Vitória da Conquista, construíram imóveis e bloquearam o traçado original da via até as margens do Córrego Santo Antônio. O estudo apontou existência de edificações em Área de Preservação Permanente (APP).
Conforme a recomendação, a manutenção de imóveis residenciais e comerciais sobre o leito da rua configura ocupação irregular de patrimônio público e compromete o ordenamento urbanístico da região.
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Obras da ponte de Palmas chegam a 87,49% de execução
Agora no g1
O que pede o MPTO
Entre as medidas cobradas da prefeitura estão a notificação dos ocupantes para saída voluntária, a abertura de procedimentos administrativos para demolir as construções irregulares, a elaboração de um cronograma para liberar totalmente a via e a recuperação ambiental da área próxima ao córrego.
O Ministério Público também recomendou que a Secretaria Municipal de Assistência Social realize um levantamento socioeconômico dos moradores para identificar famílias em situação de vulnerabilidade e viabilizar alternativas habitacionais antes da desocupação.
Na recomendação, o órgão afirma que poderá ingressar com uma ação civil pública caso o município não cumpra as medidas propostas, apresente resposta parcial ou deixe de se manifestar dentro do prazo estabelecido. A promotoria também cita a possibilidade de pedir aplicação de multa diária ao gestor.
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Fonte: G1 Tocantins

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Obras da ponte de Palmas chegam a 87,49% de execução


Nova etapa da requalificação entra em fase de licitação
Adilvan Nogueira/GovTO
As obras de requalificação da Ponte Governador José Wilson Siqueira Campos, que liga Palmas a Luzimangues, distrito de Porto Nacional, chegaram a 87,49% de execução. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (9). Os serviços começaram em 2025 com um orçamento de R$ 110,7 milhões.
Segundo a 15ª medição do contrato, a ciclopassarela está com 97,25% dos serviços concluídos e a recuperação do pavimento chegou a 98,71%. O governo não deu uma data de quando a obra será finalizada.
Uma das próximas etapas será a implantação de um sistema de iluminação alimentado por energia solar, que será licitado em outubro. A proposta prevê a instalação de placas fotovoltaicas nos postes e baterias integradas à própria estrutura, sem necessidade de fiação elétrica ao longo da ponte.
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Segundo o governo, a tecnologia também deve reduzir a vulnerabilidade a furtos de cabos e atos de vandalismo, além de aumentar a segurança de quem utiliza a travessia.
Como está a obra
A concretagem da ciclopassarela foi concluída. Atualmente, as equipes trabalham na montagem da estrutura e na instalação dos guarda-corpos.
A sinalização da ponte está 95,10% concluída. Nos trechos de aterro e nas pontes das vazantes 1 e 2, os serviços foram finalizados.
Ao longo da travessia, também começam a ganhar forma os espaços destinados aos sete decks de contemplação previstos no projeto.
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Investimento
O contrato original da obra foi firmado em 2025 e prevê a duplicação, o alargamento e a modernização da estrutura, além da readequação das faixas de rodagem, acostamentos, implantação de ciclovia, nova sinalização e construção da ciclopassarela metálica.
Em julho deste ano, um termo aditivo acrescentou R$ 12,9 milhões ao contrato. Segundo a Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), o aditivo incluiu melhorias como piso em laje steel deck, decks de contemplação, academias ao ar livre, guarda-corpos adicionais, pintura de proteção da estrutura metálica e recuperação de taludes.
Com o acréscimo, o valor total do contrato passou de R$ 97,8 milhões para R$ 110,7 milhões. A Ageto informou que as alterações foram definidas com base em estudos técnicos e não decorreram de falhas no projeto original.
O g1 Tocantins solicitou à Ageto uma previsão atualizada para a conclusão e entrega da obra mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. A matéria será atualizada caso o órgão envie as informações.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre a Rede Anhanguera e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patricio Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins teve 34 tremores de terras nos últimos 30 anos; veja cidades com mais registros


Tremores registrados no Brasil
Reprodução/Centro de Sismologia da USP
Tocantins registrou 34 tremores de terra entre 1988 e 2026, segundo os dados do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). As cidades com mais ocorrências foram Natividade e Paranã, que ficam na região sul do estado.
O último abalo aconteceu no dia 4 de setembro de 2026, em Sandolândia, com magnitude de 3,7. Conforme os dados, esse foi o maior tremor dos últimos 10 anos e o terceiro maior nos últimos 30 anos.
Porto Nacional – magnitude 3.9 – 11/01/1998
Natividade – magnitude 3.8 – 07/01/1989
Sandolândia – magnitude 3.7 – 04/09/2026
Agora no g1
Apesar da intensidade, tremores com essas magnitudes podem passar despercebidos, segundo o sismólogo José Alexandre Nogueira.
“Depende muito do local em que ele acontece. Tem uma plataforma em que você pode relatar caso sinta algum tremor. Então está sendo muito comum as pessoas registrarem esse tipo de coisa nas redes sociais. Algumas pessoas sentiram esse tremor [de Sandolândia], por exemplo. Mas depende de onde ele ocorre, se ele for muito longe da civilização ou se ele tiver magnitude muito baixinha, geralmente esses terremotos passam despercebidos”, explicou.
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A maioria dos abalos aconteceu entre as regiões central e sul do Tocantins. Nos últimos 30 anos, os menores tremores tiveram magnitudes de 2.8 e ocorreram nas cidades de Santa Rosa do Tocantins, Paranã e Cariri do Tocantins.
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Fonte: G1 Tocantins

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Indígenas denunciam contaminação na água que abastece aldeia no TO


Indígenas sofrem com contaminação da água na comunidade
Indígenas da etnia Karajá Xambioá, da aldeia Kurehê, em Santa Fé do Araguaia, no norte do Tocantins, denunciam problemas na qualidade da água que abastece a comunidade. Uma análise solicitada pela Vigilância Sanitária do município apontou a presença de coliformes e da bactéria Escherichia coli, além da ausência de cloro na amostra coletada em uma torneira da escola da aldeia.
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Segundo o cacique Teovaldo Moreira Karajá, cerca de 50 pessoas vivem na comunidade. Ele afirma que o problema é antigo e cobra uma solução para garantir água potável, principalmente para crianças e idosos.
“Foi um poço feito há muitos anos e ele nunca mais foi cuidado, foi até desativado dos programas. E aí, nunca foi feito aqui o poço realmente que nós merecemos, que é o poço artesiano”, afirmou em entrevista à TV Anhanguera.
O cacique também afirmou que os estudantes deixaram de frequentar as aulas até que uma solução seja apresentada.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que acompanha a situação e orienta que, enquanto novas análises não confirmarem a qualidade da água, seja disponibilizada uma fonte segura para consumo e preparo de alimentos. A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que iniciou a implantação de um poço artesiano para atender a escola.
O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Tocantins afirmou que o abastecimento da aldeia é feito por meio de um poço artesiano e que distribui solução de hipoclorito de sódio a 2,5% e filtros de barro aos moradores. Segundo o órgão, até o momento não foram identificados registros de agravos à saúde associados à qualidade da água.
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Água imprópria para consumo
De acordo com a análise apresentada pela Vigilância Sanitária, a presença de coliformes e Escherichia coli, junto à ausência de cloro, torna a água imprópria para o consumo humano.
Em um ofício, a Vigilância Sanitária de Santa Fé do Araguaia orientou a escola a implantar um sistema de tratamento de água, limpar e higienizar o reservatório e isolar o sistema de captação do poço. A recomendação também estabelece que o poço deve ficar a pelo menos 15 metros de fossas, sumidouros e outras possíveis fontes de contaminação.
A prefeita de Santa Fé do Araguaia, Vicença Lino (União), disse em entrevista à TV Anhanguera que o município tem cinco comunidades indígenas e afirmou que a prefeitura precisa de apoio de outros órgãos para atender às demandas das aldeias.
Laudo aponta contaminação em água da aldeia
Reprodução/TV Anhanguera
Íntegra da nota da Secretaria de Estado da Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) esclarece que as coletas são realizadas em pontos definidos de acordo com o sistema de abastecimento e os locais de consumo, buscando obter amostras representativas da água disponibilizada à comunidade. Quando há sistema de cloração, também é realizada a verificação do cloro residual livre no momento da coleta.
Enquanto os resultados das novas análises não confirmarem que a água atende aos padrões de potabilidade, a orientação sanitária é que seja disponibilizada uma fonte segura de água para consumo e preparo de alimentos.
Conforme informado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), os estudantes receberão água mineral durante a implantação do novo sistema de abastecimento, garantindo uma alternativa segura para o consumo da comunidade escolar.
A SES-TO segue acompanhando a situação e prestando as orientações sanitárias necessárias, com foco na segurança da água disponibilizada à população.
Íntegra da nota do DSEI Tocantins
Na aldeia Kurehê, o abastecimento de água potável é garantido por meio de um poço artesiano. Como medidas de segurança adicionais, o DSEI Tocantins distribui solução de hipoclorito de sódio a 2,5% e também filtros de barro para os domicílios. Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN) orientam continuamente os moradores sobre os cuidados necessários.
Até o momento, não foram identificados registros de agravos à saúde associados à qualidade da água.
Secretaria de Estado da Educação
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que tomou conhecimento do resultado da análise da água utilizada na Escola Estadual Indígena Waxiho Bedu, localizada na Aldeia Kurehê, em Santa Fé do Araguaia, e já adotou as providências necessárias para solucionar a questão do abastecimento da unidade.
A Seduc já providenciou a implantação de um poço artesiano para atender a escola. O serviço está em andamento e passou por adequações técnicas necessárias para a continuidade da execução.
Enquanto a implantação do poço não for concluída, a Secretaria irá fornecer água mineral para o consumo dos estudantes e da comunidade escolar, como medida para garantir o acesso à água adequada para consumo durante o período de execução do serviço.
A Seduc permanece acompanhando a execução da intervenção até a conclusão do poço e a regularização do abastecimento da unidade escolar.
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Fonte: G1 Tocantins

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Faca é encontrada no local onde carro foi incendiado com corpo dentro em Palmas


Corpo carbonizado é encontrado em Palmas
Uma faca foi encontrada no local em que um carro foi incendiado e um corpo carbonizado foi localizado em Palmas. O objeto foi registrado por uma equipe da TV Anhanguera, que esteve na área horas após o veículo ser recolhido.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não informou se o objeto está relacionado à ocorrência. O g1 e a TV Anhanguera questionaram por que o objeto não foi recolhido, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
O carro foi localizado ainda em chamas nesta terça-feira (8), a cerca de 800 metros de um posto de combustíveis, próximo à entrada de uma propriedade particular às margens da TO-010 na saída para Lajeado. A vítima foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) e ainda não foi identificada.
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Faca estava próxima ao local onde corpo carbonizado foi encontrado
Reprodução/TV Anhanguera
O Corpo de Bombeiros informou que encontrou o veículo totalmente em chamas e iniciou o combate ao incêndio. Após a redução da fumaça, foi localizado um corpo carbonizado no banco do motorista.
A Polícia Militar disse que a área foi isolada e preservada para a realização dos trabalhos da Perícia Técnica e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O Instituto Médico Legal (IML) realizou a remoção do corpo.
A 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga o caso para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e verificar se há indícios de crime.
Corpo é encontrado carbonizado dentro de carro em Palmas
Reprodução/redes sociais
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Fonte: G1 Tocantins