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Mais de 500 habilitações vendidas ilegalmente no TO devem ser canceladas, diz polícia

Investigação revela servidores e médicos envolvidos em esquema de compra de CNH
A Polícia Civil do Tocantins informou que cerca de 500 Carteiras de Habilitação (CNHs) emitidas no estado são suspeitas de fraude e devem ser canceladas após a conclusão da Operação Sinal Vermelho. A investigação aponta que os documentos foram obtidos ilegalmente, sem que os candidatos cumprissem as etapas obrigatórias previstas na legislação, como aulas e exames.
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran-TO) informou que aguarda a decisão judicial que indique, de forma oficial, as CNHs obtidas de maneira irregular. A partir dessa definição, vai cancelar os documentos (veja nota abaixo).
A Operação Sinal Vermelho foi deflagrada pela Polícia Civil para desarticular um grupo suspeito de fraudar a emissão de CNHs em diversas cidades, como Guaraí, Araguatins e Araguaína. Durante a ação, foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 59 de busca e apreensão. Entre os alvos estavam seis médicos, uma psicóloga, servidores do Detran-TO e profissionais de autoescolas.
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O esquema funcionava mediante o pagamento de até R$ 4,5 mil por documento. De acordo com a polícia, os beneficiários muitas vezes sequer compareciam ao estado para realizar as etapas do processo de habilitação. A fraude envolvia a manipulação de sistemas e a inserção de dados falsos em diversas fases, desde o registro administrativo até as avaliações médicas, psicológicas e o lançamento de resultados de provas teóricas e práticas.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Márcio Lopes, o objetivo da polícia, agora, é retirar de circulação motoristas sem a devida qualificação, visando reduzir os riscos à segurança no trânsito e responsabilizar todos os envolvidos no esquema.
“O reflexo disso é ter pessoas inabilitadas no trânsito. A habilitação era ideologicamente falsa, mas o documento era verdadeiro no sistema, o que impedia a fiscalização de identificar o erro na rua”, explicou o delegado.
Como funcionava a fraude
Digitais de aluguel: Servidores das Ciretrans manipulavam o sistema usando as próprias digitais ou de terceiros para simular a presença de candidatos. Fotos enviadas por aplicativos eram inseridas como se tivessem sido tiradas presencialmente.
Aulas fictícias: Instrutores registravam presenças falsas enquanto os veículos das autoescolas permaneciam parados ou circulavam vazios.
Aprovação automática: Servidores com acesso ao sistema inseriam manualmente o resultado de “aprovado” em exames teóricos e práticos. Auditorias mostraram processos concluídos em poucos segundos.
Ajuste final: Um funcionário de uma empresa terceirizada era responsável por corrigir inconsistências nas assinaturas e fotos para que o documento pudesse ser impresso sem travas no sistema.
Além das habilitações, a investigação também descobriu irregularidades em transferências de veículos e na regularização de carros furtados ou clonados. O Detran-TO informou que havia afastado servidores e suspenso credenciados suspeitos antes mesmo da operação e que continua colaborando com as investigações para garantir a transparência do órgão.
Íntegra da nota do Detran/TO
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) informa que aguarda a decisão judicial que indique, de forma oficial, as CNHs obtidas de maneira irregular. A partir dessa definição, o Detran/TO realizará o cancelamento das habilitações identificadas, conforme previsto na legislação e nos procedimentos administrativos do órgão.
O Detran/TO reforça que não compactua com qualquer prática ilícita e permanece à disposição das autoridades para colaborar com as investigações, adotando todas as medidas necessárias para garantir a legalidade e a segurança no processo de habilitação no estado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Após contrato emergencial de R$ 196 milhões, empresa vence licitação de R$ 4 bilhões do transporte público de Palmas


Empresa que já opera transporte público de Palmas vence licitação bilionária da Prefeitura
A Prefeitura de Palmas homologou, nesta quinta-feira (12), a licitação do transporte público coletivo da capital. A vencedora foi a empresa Sancetur (Santa Cecília Turismo Ltda), que já operava o serviço por contrato direto. Com uma proposta de R$ 13 por quilômetro rodado, o contrato de R$ 4 bilhões prevê que a concessionária cuide da operação, manutenção da frota e implantação de novas tecnologias.
A empresa, que utiliza o nome fantasia, Sistema de Ônibus Urbano (SOU), já atuava na cidade desde abril de 2025, quando a prefeitura dispensou licitação para contratá-la diretamente. Na época, a Sancetur assumiu o transporte para renovar a frota com ônibus e vans novas.
Além da licitação, a gestão municipal publicou a Medida Provisória nº 3, que extingue a Agência de Transporte Coletivo de Palmas (ATCP). No lugar da autarquia, foi criada a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte Público, que assume todos os contratos vigentes. O objetivo da reforma é centralizar a gestão e agilizar a mudança para o novo modelo de concessão.
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Transporte coletivo de Palmas
Lia Mara/Secom Palmas
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Para dar segurança financeira ao negócio, a prefeitura mudou as regras do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI-Palmas). Agora, o município pode usar recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como garantia de pagamento à empresa. A medida tenta evitar calotes e garantir um dos maiores investimentos da história da cidade.
A Sancetur venceu por apresentar o menor valor por quilômetro rodado entre os concorrentes. A nova secretaria será responsável por fiscalizar o serviço e monitorar se as metas do contrato estão sendo cumpridas.
O sistema deve começar com cerca de 200 veículos. Além de operar os ônibus, a empresa deve garantir a manutenção dos veículos e instalar sistemas de acessibilidade.
A nova concessão exige tecnologias como bilhetagem eletrônica, monitoramento por GPS e informações em tempo real para os passageiros. O custo anual da operação é estimado em R$ 205 milhões.
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Fonte: G1 Tocantins

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Investigação aponta que marido matou merendeira após marcar falso encontro por aplicativo de mensagem


Vítima foi morta a facadas no feriado de ano novo
Divulgação/SSP
A Polícia Civil indiciou o vigilante Raimundo Gomes da Silva, de 59 anos, pelo feminicídio da esposa, a merendeira Rozália Gonçalves Pereira, de 36 anos. A conclusão do inquérito foi divulgada nesta sexta-feira (13) pela 2ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Araguaína. O suspeito é considerado foragido.
O corpo de Rozália foi encontrado em avançado estado de decomposição no dia 5 de janeiro, em um terreno baldio no Setor Lago Sul, em Araguaína. O local ficava no mesmo bairro onde o casal morava. Ela trabalhou como merendeira na Escola Municipal Joaquim Carlos Sabino dos Santos entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, de acordo com a Prefeitura de Araguaína.
As investigações apontam que o crime foi motivado por ciúmes. Segundo o delegado responsável pelo caso, Adriano Carvalho, o marido acreditava estar sendo traído e criou um perfil falso em um aplicativo de mensagens para atrair a esposa. No local marcado para o encontro, ele a atacou com vários golpes de faca. A polícia apurou que o casal vivia uma crise e que Raimundo não aceitava o pedido de separação de Rozália.
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O delegado confirmou que após o assassinato, o vigilante voltou para casa e fugiu para o Maranhão na madrugada do dia seguinte. “A Polícia Civil realizou uma complexa investigação que conseguiu todos os elementos que demonstram ter o companheiro da vítima sido o autor desse feminicídio brutal, que além de ter tirado a vida da vítima, ainda deixou os próprios filhos abandonados”, afirmou Adriano Carvalho.
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O suspeito é considerado foragido pela justiça
Divulgação/SSP
Relembre o caso
A vítima estava desaparecida desde o feriado de 1º de janeiro. Na época, parentes disseram à Polícia Militar que ela havia saído para se encontrar com uma pessoa que conheceu na internet. Sua filha mencionou que, embora o crime tenha ocorrido possivelmente no dia 1º, o celular da mãe continuou ativo por algum tempo, mas as chamadas feitas pela família não foram atendidas.
O corpo foi localizado por um morador após ele sentir um forte odor e notar urubus sobrevoando o terreno, localizado no cruzamento da Avenida do Comércio com a Rua Amarilis. A análise da Polícia Militar e da perícia técnica identificou perfurações na região do tórax.
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Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a morte da indígena Xerente em hospital no Tocantins


Jovem do povo Xerente morreu no último domingo (9) após quatro dias internada na capital
Reprodução/Instagram de Mídia Indígena Akwe
A Polícia Civil segue com a investigação sobre a morte da indígena Vanusa Smikadi Xerente, de 16 anos. As autoridades buscam esclarecer se a adolescente foi agredida antes de ser internada e falecer no Hospital Geral de Palmas (HGP).
Vanusa estava grávida e perdeu o bebê. A 69ª Delegacia de Polícia de Tocantínia instaurou um inquérito e aguarda a conclusão de laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML).
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Como começou a investigação?
O inquérito foi instaurado após a Polícia Civil receber informações sobre possíveis violências anteriores à internação. Vanusa deu entrada no Hospital Regional de Miracema, recebeu suporte médico e, com o agravamento do estado e a confirmação da perda gestacional no dia 4, foi transferida ao HGP, onde morreu no domingo (9).
O que diz a Secretaria da Saúde sobre o atendimento?
A Secretaria da Saúde destacou que detalhes de prontuários só podem ser repassados aos familiares, conforme sigilo e normas de proteção de dados. A pasta informou que o atendimento seguiu as diretrizes da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI).
Qual é o ponto chave da investigação?
O laudo pericial do IML de Palmas é uma das peças centrais da investigação. O corpo de Vanusa foi submetido a necropsia na segunda-feira (9). A Polícia Civil informou que novas atualizações sobre o caso só serão divulgadas após a conclusão das análises técnicas.
O exame de necropsia pode comprovar a relação causal entre eventuais agressões, a perda gestacional e o óbito.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Estou tendo que me esconder’, desabafa jovem agredida por vereador no Tocantins


Mutirão da Justiça prevê mais de 300 audiências sobre violência doméstica no TO
Após denunciar o vereador Ammon Eduardo Ribeiro Mota Souza (União) por agressão, Yorrana Dias de Sousa, de 21 anos, desabafou que se sentiu presa, enquanto o ex-namorado seguia em frente. O caso aconteceu em Maurilândia do Tocantins em janeiro deste ano.
“Eu vejo que ele está seguindo a vida dele normalmente, enquanto eu estou tendo que me esconder. Eu que estou sendo presa nesse caso. Eu espero que a Justiça seja feita, com fé em Deus, que ele pague de alguma forma”, disse.
A Prefeitura de Maurilândia do Tocantins informou que deu apoio à vítima com profissionais das áreas da saúde e assistência social. A Câmara Municipal de Maurilândia apenas disse que não vai se manifestar sobre o caso supostamente envolvendo o vereador.
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Mulher denunciou vereador por agressões em cidade do Tocantins
Arquivo Pessoal
Yorrana é técnica de enfermagem e contou que a agressão aconteceu quando ela chegou à casa do vereador, no dia do aniversário dele.
O vereador informou à TV Anhanguera que se apresentou às autoridades para prestar esclarecimentos e que não pode comentar o caso, por orientação jurídica.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a vítima solicitou medida protetiva de urgência, que foi deferida pela Justiça. O caso é investigado pela 17ª Delegacia de Polícia de Itaguatins e tramita sob sigilo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dirigentes de time do Tocantins receberam R$ 3,1 milhões das contas do clube, aponta Polícia Civil


Polícia investiga suposto desvio de dinheiro de prefeitura para time no Tocantins
O relatório da Polícia Civil sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro envolvendo o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC) aponta que o atual presidente do clube, Leandro Pereira Sousa, e o ex-gestor, Wagner Pereira Novais, receberam R$ 3.147.325,00 das contas do time, entre 2020 e 2024. O g1 e a TV Anhanguera tiveram acesso ao relatório policial da investigação.
Nesta quinta-feira (12), a PC cumpriu mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga suposto desvio de recursos públicos da Prefeitura destinados ao TEC, entre 2009 e 2021. O atual prefeito da cidade, Fabion Gomes (PL), foi alvo de buscas, assim como Leandro, Wagner e o ex-prefeito Paulo Gomes (PL).
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O prefeito Fabion Gomes (PL) informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma lei municipal.
Wagner Novais foi procurado, mas ainda não se manifestou sobre as buscas e sobre os valores recebidos.
O g1 não conseguiu contato com Leandro Pereira para comentar os valores supostamente recebidos. Na quinta-feira (12), ele informou que o clube não tem convênio e não recebe repasses da prefeitura desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025 (veja posicionamento abaixo).
O ex-prefeito Paulo Gomes afirmou que nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal e “atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado” (veja nota abaixo).
O Tocantinópolis Esporte Clube não se manifestou oficialmente sobre as investigações.
Leandro Pereira de Sousa e Wagner Pereira Novais
Arte g1
Relatório apontou movimentações suspeitas
Entre as fontes de renda do Tocantinópolis no período investigado estavam repasses de entidades do futebol, e pagamentos mensais feitos pela prefeitura da cidade. Em dezembro de 2025, uma decisão da 1ª Vara Cível da cidade suspendeu os repasses municipais e determinou o bloqueio de bens do clube, do atual prefeito e do ex-prefeito Paulo Gomes (PL).
A investigação envolvendo os repasses do município ao clube teve início após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentações suspeitas envolvendo os dirigentes do time. O relatório da Polícia Civil mostra que foram feitos saques em espécie e transferências bancárias tendo contas pessoais dos dirigentes e de pessoas físicas como destinatários.
Wagner Pereira Novais possui um bar em Tocantinópolis e ocupou cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Tocantins entre 2017 e 2019. Segundo a PC, ele mandava no clube entre 2017 e 2024.
A investigação aponta que ele movimentou em suas contas, entre recebimentos e pagamentos, o montante de R$ 16.945.424 entre janeiro de 2022 e 2024. Neste período, a polícia encontrou movimentações consideradas suspeitas.
Wagner chegou a transferir R$ 1.782.424,50 para Leandro Pereira. O ex-presidente também transferiu dinheiro para contas de pessoas físicas, sendo R$ 58 mil para uma vizinha.
O atual presidente do Tocantinópolis é Leandro, que é 2º sargento da Polícia Militar. O relatório policial aponta que ele tem rendimentos médios de R$ 7,9 mil e mesmo assim recebeu R$ 1.116.200,00 entre outubro de 2023 e outubro de 2024 do clube, antes mesmo de ser eleito presidente. Neste período, ele seria tesoureiro do clube.
A polícia também investiga saques em espécie supostamente feitos por Leandro nas contas do TEC em maio de 2025, totalizando R$ 222.552,00.
Repasses do município ao clube
A Operação 2º Tempo tem o objetivo de desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos do município de Tocantinópolis destinados a um clube. A polícia afirma que, entre 2009 e 2021, a Prefeitura repassou R$ 5,1 milhões ao clube. Os repasses seguiram até o fim de 2024, quando foram suspensos pela Justiça.
Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Após chegarem às contas do clube, os valores supostamente eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Íntegra da nota de Paulo Gomes
O TEC carrega uma história de vitórias, conquistas e grandes campanhas no futebol tocantinense. Como clube do interior, sempre representou com orgulho a nossa cidade e deu contribuição decisiva ao Campeonato Estadual. Talvez por isso tenha enfrentado tantos adversários dentro e fora de campo.
A verdade é uma so: nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal. E nós não vamos desistir do time da cidade. O TEC é orgulho do nosso povo.
Defender o esporte é defender a juventude, é afastar nossos jovens das drogas, da prostituição e de caminhos sem futuro. Atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado.
Seguiremos firmes, apoiando os campeonatos municipais e lutando até o último momento pelo TEC, pela nossa história e pelo orgulho do nosso povo.
Íntegra da nota de Leandro Pereira
Com relação a essa situação, do que que está sendo investigado, é um possível repasse que o Tocantinópolis recebia da Prefeitura de Tocantinópolis através de uma lei municipal, lei essa que vem desde a fundação do clube, em que a prefeitura municipal, autorizada pela Câmara Municipal, fazia um repasse mensal de 30 salários mínimos para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Com relação a esses repasses, em dezembro de 2024, antes de eu ser presidente, ter a eleição para presidente, tinha uma liminar que suspende esse repasse. E dali então não foi mais feito repasse.
Depois que eu assumi a presidência e o prefeito Fabion Gomes, que assumiu também em janeiro de 2025, não houve repasse da prefeitura. O Tocantinópolis Esporte Clube, nesse um ano e três meses de mandato, não teve nenhum repasse público de nada. Hoje o Tocantinópolis não tem convênio nenhum com a prefeitura municipal de Tocantinópolis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja quanto pode ter custado a fazenda adquirida por Alexandre Pires no Tocantins


Foto do Corretor de imóveis, Bruno Leonardo, com o cantor após aquisição do imóvel
Foto: Reprodução/Instagram de Bruno Leonardo
A fazenda comprada pelo cantor Alexandre Pires pode ter custado a partir de R$ 16 milhões, conforme estimativa imobiliária sobre o valor do alqueire no Tocantins. A propriedade de 2 mil hectares – equivalente 413 alqueires – fica localizada em Dianópolis, na região sudeste do estado.
Segundo Gabriel Alves de Freitas, o antigo proprietário, a fazenda fica em uma localização privilegiada, a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à propriedade.
O valor total da transação não foi informado pelo ex-proprietário, nem confirmado pela assessoria do cantor. Mas é possível fazer uma estimativa, levando em consideração variáveis como a quantidade de hectares da área e o preço do alqueire na região.
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De acordo com o engenheiro agrônomo Thadeu Teixeira Junior, um alqueire no Tocantins tem 4,84 hecatres, ou seja, 48.400 m². O alqueire na região custa a partir de R$ 40 mil e, segundo o ex-proprietário do local, pode chegar a R$ 150 mil, deependendo dos atributos da propriedade.
Ou seja, os 2 mil hectares adquiridos por Alexandre Pires não saíram por menos de R$ 16 milhões, podendo chegar à cifra de até R$ 61 milhões.
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Outros cantores, como Henrique e Juliano e Leonardo, também mantêm propriedades no estado. A escolha não é por acaso.
O Tocantins integra o Matopiba, região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é considerada a nova fronteira agrícola do país. Os artistas investem principalmente na pecuária, aproveitando a facilidade logística e a grande produção de grãos da região para alimentar o gado.
Naturais de Palmeirópolis (TO), os irmãos Henrique e Juliano são donos da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, a cerca de 60 km de Palmas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Temporal deixa ruas e avenidas de Gurupi alagadas


Temporal deixa ruas e avenidas de Gurupi alagadas
Chuvas fortes causaram transtornos para os moradores de Gurupi, no sul do estado. Conforme a Defesa Civil, o volume de chuva passou dos 120 milímetros em um intervalo de quatro horas. Bairros inteiros foram alagados.
Durante a tarde desta quinta-feira (12), pontos comerciais e moradias ficaram ilhados. O trânsito está impedido em um trecho da Avenida Pernambuco.
A prefeitura está fazendo a limpeza das áreas através da Secretaria de Infraestrutura, tentando desobstruir alguns pontos.
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Córrego transbordou e alagou ruas em Gurupi
Reprodução/TV Anhanguera
Nas avenidas, as margens do córrego Mutuca, no centro da cidade, logo nas primeiras horas da manhã, veículos e pessoas ficaram impedidos de transitar. Não passa não. Quem se arriscou teve problemas. Um motorista ficou preso com o veículo e precisou ser resgatado pelos bombeiros.
Na Vila Pedroso, a força da enxurrada derrubou esse motociclista, que por pouco não foi arrastado. A chuva provocou enchentes em três córregos de Gurupi, com impactos para as comunidades que moram nessas áreas.
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Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a venda ilegal de CNHs no Tocantins


Investigação revela servidores e médicos envolvidos em esquema de compra de CNH
A operação Sinal Vermelho, da Polícia Civil, expôs um esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins, envolvendo médicos, psicóloga, servidores do Detran-TO e instrutores de autoescola. A investigação identificou fraudes em diferentes etapas do processo de habilitação e constatou que candidatos pagavam valores altos para obter o documento sem realizar exames ou aulas obrigatórias.
Além da emissão irregular das carteiras de motorista, a polícia encontrou indícios de manipulação de dados de veículos furtados, roubados ou clonados, ampliando o alcance e a gravidade da organização criminosa. O caso segue em investigação, e novas medidas podem surgir conforme a análise das provas apreendidas.
Os nomes dos investigados não foram divulgados e o g1 não conseguiu contato com as defesas.
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O Detran informou que colaborou com as autoridades e havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial (veja íntegra abaixo).
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Entenda como funcionava o esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins
Mandados de prisão foram cumpridos pela Polícia Civil
João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins/Divulgação
O que a polícia descobriu sobre a fraude?
A Polícia Civil descobriu que os suspeitos manipulavam sistemas oficiais para registrar exames, aulas práticas e presenças fictícias. Também foram encontradas adulterações em todas as etapas da habilitação, desde o cadastro inicial até a produção do documento final.
Quanto os candidatos pagavam para conseguir a CNH falsa?
De acordo com a investigação, candidatos desembolsavam de R$ 500 até R$ 4,3 mil para obter a habilitação sem cumprir as etapas obrigatórias, como exames médicos e psicológicos, aulas teóricas ou testes práticos. O pagamento garantia a aprovação completa no sistema eletrônico do Detran.
Quem eram os envolvidos no esquema criminoso?
Os investigados incluem servidores do Detran-TO, instrutores de Centros de Formação de Condutores, seis médicos, uma psicóloga e um funcionário de uma empresa terceirizada que confeccionava as habilitações. No total, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 59 de busca e apreensão em oito cidades do Tocantins e em Imperatriz (MA).
Como funcionava a fraude dentro do Detran e nas autoescolas?
Servidores manipulavam o sistema inserindo dados falsos e marcando presenças com digitais próprias ou de terceiros.
Médicos e psicólogos validavam exames não realizados, e instrutores registravam aulas fictícias. Nos testes teóricos e práticos, resultados de aprovação eram inseridos manualmente.
A etapa final incluía a correção de inconsistências por um funcionário terceirizado, permitindo a impressão da CNH.
Esquema também envolvia veículos irregulares
A polícia identificou que a organização atuava na regularização de veículos furtados, roubados ou clonados, inserindo dados falsos no sistema e suprimindo vistorias obrigatórias. Laudos inexistentes eram usados para liberar documentos de automóveis irregulares. A fraude operava em diferentes Ciretrans do estado.
O que ainda falta esclarecer na investigação?
A Polícia Civil continua analisando as provas coletadas para identificar a extensão exata do esquema, quantos candidatos foram beneficiados e se há outros servidores, profissionais de saúde ou empresas envolvidos.
A apuração também deve esclarecer se houve facilitação financeira, enriquecimento ilícito e ramificações do esquema fora do estado. As conclusões finais dependem da perícia dos sistemas e documentos apreendidos.
Íntegra da nota do Detran
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) informa que já havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial realizada nesta quarta-feira (11).
O órgão esclarece ainda que colaborou com as autoridades responsáveis pelas investigações, tendo encaminhado informações que contribuíram para a apuração dos fatos. A iniciativa integra a política permanente de controle interno e combate a qualquer tipo de irregularidade nos serviços prestados à população.
A atual gestão reforça seu compromisso com a transparência e a legalidade, adotando medidas rigorosas para combater possíveis irregularidades e disponibiliza diversos canais para recebimento de denúncias. O Detran/TO continua à disposição das autoridades competentes pela investigação e segue empenhado em garantir a segurança e a credibilidade dos serviços prestados à população.
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Fonte: G1 Tocantins

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Música e agro: além de Alexandre Pires, veja outros famosos que investem em fazendas no TO


Além de Alexandre Pires e Leonardo outros nomes conhecidos mantêm chácaras e fazendas de alto padrão em diferentes regiões do Tocantins
Reprodução/Redes sociais
Alexandre Pires é o mais novo fazendeiro do Tocantins. O cantor, um dos nomes mais conhecidos do pagode, comprou uma fazenda de cerca de 2 mil hectares em Dianópolis, na região sudeste do estado, para investir em gado. Outros cantores, como Henrique e Juliano e Leonardo, também mantêm propriedades no estado.
A escolha não é por acaso. O Tocantins integra o Matopiba, região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é considerada a nova fronteira agrícola do país. Os artistas investem principalmente na pecuária, aproveitando a facilidade logística e a grande produção de grãos da região para alimentar o gado.
Naturais de Palmeirópolis (TO), os irmãos Henrique e Juliano também são investidores no estado. Conforme publicações nas redes sociais, eles são donos da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, a cerca de 60 km de Palmas.
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Henrique em vídeo promocional da Fazenda Terra Prometida
Reprodução/Instagram de Fazenda Terra Prometida
Segundo o perfil da fazenda, o local é referência nacional no melhoramento genético de gado da raça Nelore. A dupla investe em tecnologia de reprodução e promove leilões anuais que movimentam milhões de reais, atraindo compradores de todo o país.
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Já a Fazenda Arara Preta, adquirida recentemente por Alexandre Pires, fica na divisa entre o Tocantins e a Bahia. Segundo o corretor de imóveis rurais responsável pela venda, Bruno Leonardo, a propriedade está a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à área.
“Ele está mais voltado para o gado [investimento]. Só que, com essa expansão agrícola que está acontecendo, acredito que as atividades mais promissoras ali, por ser uma região plana, com boa disponibilidade de água, chuvas regulares e vários recursos hídricos, sejam ligadas à agricultura. Nos próximos anos, acredito que a agricultura vai ganhar cada vez mais espaço na região”, informou o corretor.
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Leonardo e Poliana durante pescaria no rio Tocantins
Reprodução/Instagram
O cantor Leonardo, que já atua no agronegócio em Goiás, também expandiu seus investimentos para o Tocantins. Ele possui uma fazenda em Peixe, no sul do estado.
O foco do cantor na propriedade é a pecuária de corte, voltada para a engorda de bois. Além dos negócios, Leonardo também utiliza a fazenda para momentos de lazer e pescarias às margens dos rios da região.
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Fonte: G1 Tocantins