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Técnico do sub-20 do Águia de Marabá morre uma semana após acidente com ônibus que voltava da Copinha

Veja situação de veículos após acidente entre ônibus de time e caminhão
O técnico do time sub-20 do Águia de Marabá, Ronantyezer Rodrigues, morreu uma semana após o acidente envolvendo o ônibus da equipe que retornava da Copinha. A morte foi confirmada na tarde desta quinta-feira (22). Ele estava internado no Hospital Regional de Gurupi (HRG).
O acidente aconteceu no dia 15 de janeiro de 2026, na BR-153, em trecho próximo ao município de Santa Rita do Tocantins. O ônibus com os integrantes da equipe saiu de Guaratinguetá (SP), e retornava a Marabá quando bateu em um caminhão que estava parado na pista. O preparador físico Hecton Alves, de 33 anos, morreu no local do acidente.
Nota de pesar do clube
O Águia de Marabá está de luto. Com muito pesar informamos que, após serem realizados pela equipe médica todos os exames previstos no protocolo, foi constatada na tarde de hoje a morte encefálica de Ronantyezer Rodrigues, o nosso Tyezer, sendo a causa da morte o trauma crânio encefálico.
Lamentamos profundamente esta perda, e prestamos toda solidariedade aos amigos, familiares e colegas, tendo sempre na memória a lembrança de um profissional dedicado e extremamente querido por todos que com ele conviveram.
Neste momento pedimos muito respeito, carinho e cuidado com a família. Mais informações sobre a despedida serão divulgadas em breve.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Tocantins

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OAB-TO protocola ação na Justiça Federal para conter o ‘golpe do falso advogado’


Criminosos aplicam o golpe do falso advogado em vítimas
O ‘golpe do falso advogado’ tem feito vítimas em todo o Brasil, inclusive no Tocantins. Criminosos se passam por integrantes de escritórios ativos para aplicar crimes de estelionato em clientes, afirmando serem advogados. Para evitar que mais vítimas tenham prejuízos com o esquema, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins (OAB-TO) ajuizou uma Ação Civil Pública na Justiça Federal para buscar mais segurança aos usuários.
O executivo comercial Wallisson Ferreira tem uma ação na Justiça do Tocantins em que era representado por um escritório de advocacia. Após receber mensagem por aplicativo de mensagem de uma pessoa se passando pela advogada que atua no seu caso, sofreu um golpe em que os criminosos ‘limparam’ sua conta bancária.
“Essa conta ficou hackeada, no mesmo dia registrei o BO [boletim de ocorrência] na Polícia Civil. Eles continuam mandando mensagem, se passando por essa advogada informando que esse valor já saiu e que querem fazer uma reunião por vídeochamada com o STJ”, contou a vítima.
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De acordo com a OAB Tocantins, os criminosos acessam informações públicas de processos judiciais, conseguem o contato da vítima e mandam mensagem geralmente por aplicativo de mensagem e se passam por advogados ou escritórios reais. Eles avisam que para que valores esperados pelas partes sejam liberados, é preciso que a vítima faça pagamentos por meio de transferências bancárias.
Quando o cliente faz a transferência, o dinheiro é enviado para diversas contas e transações. A intenção dos golpistas é dificultar o rastreamento e a recuperação do valor. Um escritório de Palmas informou que pelo menos 30 clientes caíram no golpe do falso advogado.
De acordo com o advogado Leandro Freire de Souza informou em entrevista à TV Anhanguera que o prejuízo aos clientes pode passar de R$ 300 mil e espera que o poder público avance para que os criminosos sejam identificados e punidos.
“Com certeza a gente espera que tenham novas operações e esteja em curso um processo de investigação para deflagrar essa organização criminosa que vem praticando crimes não só no Tocantins, mas em todo o Brasil”, destacou o advogado.
Conforme a OAB Tocantins, ao menos 17,5 mil pessoas foram vítimas desse tipo de fraude em todo o Brasil.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que atua continuamente na investigação de fraudes praticadas no ambiente virtual e que, em 2025, deflagou uma operação que indiciou 47 pessoas envolvidas e identificou 20 vítimas de crimes virtuais. Outras investigações seguem em andamento o estado (veja nota na íntegra abaixo).
À TV Anhanguera, o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO) afirmou que acompanha, por meio do Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional, situações que possam afetar a segurança do Judiciário. Sobre os golpes usando dados processuais públicos, destacou que colabora com a Polícia Civil para investigar os casos e reforçar medidas de segurança, e também promove campanhas edicativas para orientar sobre como a população pode se proteger.
Uma audiência pública será realizada pela OAB o dia 29 de janeiro, a partir das 16 horas, com o objetivo de debater e buscar soluções para enfrentar os crimes envolvendo falsos advogados. A instituição informou que o evento será realizado em plataformas digitais. Um link será divulgado pela OAB-TO para que todos os setores da sociedade possam acompanhar.
Sede da OAB em Palmas, Tocantins
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
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Ação Civil
Conforme a OAB Tocantins, a ação civil foi protocolada na Seção Judiciária Federal em Palmas e citou que instituições bancárias, empresas de telefonia e de tecnologia. Conforme a ação, a fraude aconteceu porque existe “facilidade de abertura de contas bancárias utilizadas por criminosos, lentidão no bloqueio e devolução de valores via PIX e demora na remoção de perfis falsos nas plataformas digitais”.
A entidade pediu na Justiça Federal a concessão de tutela de urgência para obrigar as empresas citadas a adotar medidas imediatas para prevenir o golpe. Entre elas estão o bloqueio rápido e em cadeia de valores transferidos via PIX, remoção ágil de perfis falsos se passando por advogados, maior rigor na abertura e fiscalização de contas bancárias e linhas telefônicas e a criação de canais prioritários de atendimento entre as empresas e instituições como a OAB.
A ação também pede a “condenação solidária” das empresas para que paguem danos morais coletivos e individuais, diante do “abalo à confiança da sociedade, da advocacia e do sistema de Justiça”.
A ação foi deliberada por meio do Conselho Seccional da instituição, como parte do enfrentamento às fraudes eletrônicas.
Íntegra da nota da SSP
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que a Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC – Palmas), atua continuamente na investigação de fraudes praticadas no ambiente virtual, incluindo o golpe conhecido como golpe falso advogado. A DRCC presta este atendimento na Capital e no interior, as demais Delegacias Circunscricionais atuam nesse tipo de investigação.
Nesse contexto, destaca-se a Operação Espada de Themis, deflagrada no último ano, que resultou no indiciamento de 47 pessoas envolvidas e na identificação de 20 vítimas. Outras investigações estão em andamento, porém, por questões de sigilo e estratégia policial, não podem ser detalhadas neste momento.
A SSP/TO reforça que a principal medida preventiva para evitar cair nesse e em outros golpes aplicados em meio eletrônico é desconfiar de solicitações de transferências bancárias ou pagamentos enviados por aplicativos de conversa. Em qualquer pedido desse tipo, a recomendação é confirmar diretamente com o suposto emissor, seja por chamada telefônica, vídeo ou presencialmente, antes de realizar qualquer transação.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jacaré gigante ganha nome e fama de ‘estimação’ por pescador em ilha no TO


Pescador filma jacaré-açu gigante nadando tranquilo na Ilha do Bananal (TO)
De tanto aparecer no mesmo local, o jacaré gigante filmado nadando tranquilo no rio Javaé foi ‘batizado’ com o nome de Fred. Segundo o pescador esportivo Jeová Lima, o animal é visto na Ilha do Bananal, em Lagoa da Confusão (TO), há pelo menos seis anos.
“Nós chamamos ele de Fred, mas é simbólico, ele não atende pelo nome”, brincou o pescador.
Fred é da espécie jacaré-açu, comumente encontrado no Tocantins e considerado o maior crocodiliano da América do Sul. Entre idas e vindas ao longo dos anos, o animal costuma ser visto próximo à Pousada de Pesca Javaé Camp. “Às vezes ele some, mas aparece novamente”, explicou Jeová.
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Pescador Jeová Lima filmou jacaré gigante na Ilha do Bananal (TO)
Arquivo Pessoal/Jeová Lima
O pescador também comentou que o jacaré não costuma ser alimentado pelas pessoas. “De vez em quando jogamos peixe para ele, mas ele se alimenta mais sozinho mesmo”, disse.
Uma das ‘visitas’ do Fred, foi registrada por Jeová e viralizou nas redes sociais. No vídeo, o jacaré aparece parcialmente submerso e quase imóvel, movimentando apenas a cauda. O comportamento é comum da espécie, que se move de forma silenciosa.
O jacaré ‘de estimação’ tem em média entre 3 e 4 metros, mas pode chegar a até 6 metros e pesar cerca de 400 quilos, segundo a bióloga Michelle Granato Guastalla. De acordo com a especialista, a medição é feita a partir do comprimento craniano, que vai do nariz até os olhos, já que o animal fica a maior parte do tempo imerso na água.
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Fonte: G1 Tocantins

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Técnico do Águia de Marabá continua internado após acidente; irmão diz não vê-lo há mais de 20 anos: ‘Sofrimento’


Veja situação de veículos após acidente entre ônibus de time e caminhão
Ronan Tyezer Rodrigues, técnico do Águia de Marabá que sofreu acidente enquanto voltava da Copinha, continua no hospital. O momento tem sido tenso para a família, que aguarda notícias do estado de saúde de Ronan. O irmão, Juliezer Rodrigues, mora no Canadá e acompanha o caso à distância.
“Sofrimento que a gente tem, que não pode fazer nada. Só ouvir o que os médicos têm para falar, mas infelizmente nessa hora a gente não pode fazer nada. Primeiro Deus, depois os médicos. Só esperar, né? Não pode fazer nada, só rezar, o dia inteiro”, contou ao g1.
O acidente aconteceu no dia 15 de janeiro de 2026, no trecho da rodovia que passa por Santa Rita do Tocantins. O ônibus com os integrantes da equipe sub-20 e da equipe técnica saiu de Guaratinguetá (SP), com direção ao Pará. De acordo com a polícia, o veículo bateu na traseira de um caminhão que estava parado no acostamento.
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Técnico Ronan Tyezer Rodrigues do Águia de Marabá.
Arquivo Pessoal/Cristofer Bino Vieira Sousa
Conforme Juliezer, Ronan está inconsciente e respirando com ajuda de aparelhos. O técnico passa por testes no hospital para avaliar a atividade cerebral. O momento tem sido de muita apreensão, já que Juliezer não vê o irmão há mais de 20 anos, desde que se mudou para o Canadá.
“É muito tenso porque tem 24 anos que eu estou aqui [Canadá], que eu não vejo ele. E, infelizmente, caso aconteça alguma coisa, eu não vou poder nem estar aí [Tocantins]. A situação dele é muito grave. A esperança é a última que morre, né? Vamos esperar até mais tarde. Inclusive, minha mãe veio de Minas Gerais, está aí [no Tocantins]. Meu irmão veio do Marabá, também está aí no hospital. E mais tarde, eles vão fazer esse último exame e vão dar um parecer final, eu acho”, disse.
A Secretaria de Estado da Saúde informou que o paciente Ronan Tyezer Rodrigues permanece internado no Hospital Regional de Gurupi (HRG), em observação e recebendo atendimento adequado à condição clínica.
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Oito dias no hospital
Ronan Tyezer completa oito dias de internação nesta quinta-feira (22). Em nota, divulgada na segunda-feira (19), o clube afirmou que o quadro médico do técnico exige “ainda mais cuidados e atenção a cada dia que passa” e pediu orações e pensamentos positivos a todos os torcedores, amigos e à comunidade esportiva.
O time estava em São Paulo para participar da Copinha 2026, torneio que começou com 128 equipes na primeira fase, entre elas 23 estreantes, divididas em 32 grupos com quatro times. O Águia havia avançado à segunda fase, porém foi eliminado pelo Juventude-RS nos pênaltis.
O time chegou a percorrer quase dois mil quilômetros antes da batida. O preparador físico Hecton Alves, de 33 anos, morreu no local do acidente. Outras pessoas ficaram feridas, segundo a Polícia Rodoviária Federal, mas já receberam alta hospitalar.
Os feridos Ramon Nilton Vieira, de 31 anos, Renye Silva Farias, de 41 anos, e uma criança de 11 anos tiveram alta hospitalar após o acidente na BR-153, no Tocantins.
Preparador físico Águia de Marabá
Reprodução/Instagram e Divulgação/PRF
Investigação
A Secretaria de Segurança Pública informou que deu início às investigações sobre as circunstâncias do acidente e que os envolvidos vão responder ao inquérito em liberdade. O local foi periciado durante a madrugada de sexta-feira (16). A 74ª Delegacia de Polícia de Brejinho de Nazaré vai conduzir a investigação.
Os motoristas dos veículos se apresentaram espontaneamente na 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Porto Nacional, para prestar depoimento. Eles não tiveram os nomes divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
Em depoimento, o motorista que dirigia o caminhão no momento da batida informou que estava parado no acostamento por causa de um defeito no veículo. Conforme a SSP, ele afirmou que realizou a sinalização da pista.
Acidente com atletas do Águia de Marabá aconteceu próximo a Santa Rita do Tocantins
Arte/g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Shopping representa 5% do PIB de Palmas e impulsiona o consumo


Palmas vive um momento de protagonismo no cenário econômico tocantinense. Segundo a Secretaria da Comunicação do Estado, o Tocantins apresentou a maior taxa média de crescimento do PIB do Brasil nos últimos 20 anos, com avanço anual de 4,3%, quase o dobro da média nacional. Em 2025, o estado registrou alta de 7,1% no acumulado de 12 meses, com destaque para o setor de serviços, especialmente comércio e consumo.
Chegada do Papai Noel
Acervo Capim Dourado Shopping
Esse cenário tem reflexo direto no desempenho do varejo da capital, onde o Capim Dourado Shopping segue como principal centro de consumo e convivência. O empreendimento fechou o ano com uma média de 500 mil visitantes por mês, chegando a 540 mil pessoas no período do Natal, e registrou um crescimento de 4% no fluxo de pessoas ao longo de 2025. O volume de vendas no ano se aproxima dos R$ 600 milhões, com ticket médio de R$ 1.200 por cliente, segundo dados da própria administração do shopping. A campanha de Natal sorteou um carro como prêmio principal, impulsionando ainda mais o fluxo e a participação.
Chegada do Papai Noel
Acervo Capim Dourado Shopping
Segundo a administração do shopping, cerca de 20% do público do último mês do ano veio de fora de Palmas, com destaque para cidades como Gurupi, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e municípios do sul do Pará e Maranhão. A presença de marcas nacionais e a oferta de experiências completas têm reforçado a posição do Capim Dourado como destino de compras e lazer para consumidores de toda a região.
Mesmo com o crescimento do e-commerce, os shoppings mantêm força no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor faturou R$ 201,6 bilhões em 2025, com crescimento de 1,6% no ano. Com 159 lojas e 56 quiosques, o Capim Dourado Shopping opera hoje com 98% de ocupação e oferece, além do comércio, uma variedade de serviços como cinema, coworking, praça de alimentação, salões de beleza, bancos e até órgãos públicos, o que o torna um centro de convivência e praticidade.
A agenda de eventos também teve destaque ao longo de 2025. Foram realizados mais de 60 eventos gratuitos no shopping, com atrações culturais, ações promocionais e atividades voltadas ao público infantil e familiar, uma estratégia que fortaleceu o relacionamento com a comunidade e aumentou o tempo de permanência dos visitantes no mall.
Em Palmas, o impacto econômico é visível. O Capim Dourado Shopping fechou 2025 com faturamento aproximado de R$ 600 milhões, representando um crescimento de 11,5% em relação ao ano anterior, quando o empreendimento faturou R$ 538 milhões, valor que equivalia a 5,23% do PIB da capital. Desde sua inauguração, em 2010, o shopping acumula crescimento de 365% nas vendas. Para o superintendente Diego Góes, os resultados confirmam o papel estratégico do empreendimento. “Somos mais do que um centro de compras. O shopping é parte da vida dos palmenses, contribui com a economia, gera emprego, renda e promove conexões culturais e sociais importantes para a cidade”, destaca.
Chegada do Papai Noel
Acervo Capim Dourado Shopping

Fonte: G1 Tocantins

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Produtores se unem para construir estradas e garantir o escoamento da safra no TO


A proximidade de mais uma grande safra no Tocantins reacende um debate antigo no estado: a necessidade de estradas em boas condições para garantir o escoamento da produção agrícola. Com a colheita de soja prevista para começar no final de janeiro e ganhar força entre fevereiro e março, produtores rurais têm se organizado para enfrentar um dos principais desafios do agro tocantinense fora da lavoura: a infraestrutura viária.
A estimativa para a safra 2025/2026 é de aproximadamente 5,75 milhões de toneladas de soja, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume deve contribuir para que a produção total de grãos do estado ultrapasse 9,6 milhões de toneladas, um novo recorde histórico. Para que essa produção chegue aos mercados consumidores e aos portos, o caminho começa nas estradas vicinais e nas rodovias estaduais.
Estradas vicinais são fundamentais para garantir o escoamento da safra e reduzir custos logísticos no agro tocantinense.
Yuri Felipe Sousa
Na região conhecida como Garganta, na divisa entre Tocantins e Bahia, a mobilização dos produtores avançou para um novo patamar. Ao todo, a estrada que marca a divisa entre os dois estados soma cerca de 90 quilômetros. A atuação direta da associação de produtores ocorre no trecho da Garganta, enquanto há também estradas no lado baiano que dão acesso às fazendas. Nesse caso, o asfalto foi executado pelos próprios produtores, em parceria com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), entidade que atua em todo o Oeste da Bahia.
Trechos asfaltados pelos próprios produtores evidenciam a organização do setor produtivo diante dos gargalos históricos de infraestrutura no estado.
Arquivo/APROSOJA TOCANTINS
O produtor rural Martin Dowich explicou que a iniciativa surgiu da necessidade prática de manter a produção circulando. “Essa estrada da divisa Tocantins-Bahia tem aproximadamente 90 quilômetros. A nossa associação atua diretamente na Garganta, mas existem também estradas no lado da Bahia que dão acesso às fazendas. Lá, o asfalto foi feito pelos produtores em parceria com a AIBA”, relatou.
Segundo Dowich, um dos trechos mais estratégicos do corredor logístico foi implantado recentemente pelos próprios produtores. “Os 40 quilômetros que hoje dão sustentação a esse eixo não foram apenas recuperados. Eles foram feitos do zero, com asfalto novo, construído pelos produtores, porque não havia mais condições de depender de estrada de terra em uma região que escoa volumes cada vez maiores de grãos”, afirmou.
Ele destaca que esse trecho já mudou a dinâmica do transporte na região. “A estrada que segue em direção a Mateiros é uma continuidade desses 40 quilômetros já asfaltados. A previsão agora é avançar com mais 13 quilômetros de asfalto novo e realizar a manutenção de outros 40 quilômetros, garantindo condições adequadas de tráfego em todo o corredor”, acrescentou.
Com o avanço das obras, os reflexos já são percebidos no dia a dia de quem transporta produção e insumos. “Hoje sentimos o retorno em conforto, segurança e redução de custos. Por ali passa muito carregamento de soja, milho, algodão e também todos os insumos. E não é só o agro. A estrada melhora o acesso entre cidades e beneficia toda a região”, completou Dowich.
Municípios como Lagoa da Confusão, Cristalândia, Pium, Formoso do Araguaia, Santa Rita do Tocantins e Dueré dependem diretamente das estradas vicinais e das rodovias estaduais para levar a produção até as vias principais. Nessas regiões, qualquer problema na malha viária se traduz em atraso, aumento de custos e risco de perdas.
Grande parte desse fluxo converge para a BR-153, principal corredor logístico do estado, responsável por conectar a produção tocantinense aos mercados do Sul e Sudeste e aos portos do Arco Norte. Além dela, rodovias estaduais cumprem papel estratégico no acesso aos terminais multimodais de Palmeirante, Porto Nacional e Alvorada, onde a carga segue por outros modais até os portos.
Rodovias que conectam as áreas produtivas à BR-153 sustentam a competitividade do agro e a integração com os mercados nacionais.
Yuri Felipe Sousa
A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, avalia que a mobilização dos produtores evidencia a urgência de soluções diante da falta de infraestrutura adequada. “Com uma safra desse tamanho, não dá para pensar só na produção. A estrada também é parte da lavoura. Quando o produtor se organiza para construir ou manter uma estrada, não é por satisfação, mas porque precisa garantir o escoamento da produção diante da ausência do poder público”, afirmou.
Para o setor produtivo, o recado é claro. A competitividade do agro tocantinense passa, necessariamente, pela capacidade de transformar gargalos históricos em soluções coletivas. Com a safra se aproximando, cada quilômetro asfaltado ou mantido representa menos custo, mais segurança e mais desenvolvimento ao longo das rotas que sustentam a economia do estado.
A melhoria das estradas é parte estratégica da lavoura e impacta diretamente a segurança, a logística e o desenvolvimento regional.
Yuri Felipe Sousa

Fonte: G1 Tocantins

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Servidor do Ministério Público é preso em aeroporto de Palmas por suspeita de pedofilia


Servidor do MPTO foi preso pelo GAECO por suspeita de pedofilia
Um servidor do Ministério Público do Tocantins (MP-TO) foi preso por suspeita de pedofilia após investigação feita pelo próprio órgão. O suspeito foi detido no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, quando retornava de uma viagem, conforme apurado pela TV Anhanguera.
Promotores do MP acompanharam a prisão, efetuada na quarta-feira (21). O servidor foi conduzido à própria casa, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. Segundo a TV Anhanguera, os agentes encontraram indícios do crime durante a busca.
O processo segue em sigilo e o nome do suspeito não foi divulgado, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Em nota, o Ministério Público disse que todas as medidas administrativas acerca do servidor estão sendo tomadas (veja íntegra da nota abaixo).
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O homem foi levado à sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), prestou depoimento aos promotores, passou por exames no Instituto Médico Legal de Palmas e, em seguida, foi levado para a Unidade Penal de Palmas.
O suspeito passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida por tempo indeterminado.
Íntegra da nota do MP-TO
A Justiça acatou pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público do Tocantins, após investigação conduzida com o apoio do GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. O processo investigativo transcorre em sigilo. Todas as medidas administrativas também já estão sendo tomadas.
Sede do Ministério Público do Tocantins, em Palmas
MPTO/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre o acidente com ônibus do Águia de Marabá que voltava da Copinha


Veja situação de veículos após acidente entre ônibus de time e caminhão
O ônibus que transportava jogadores e membros da comissão técnica do Águia de Marabá após a participação na Copinha 2026 se envolveu em um grave acidente na BR-153, em Santa Rita do Tocantins, no dia 15 de janeiro. A colisão com um caminhão parado no acostamento resultou na morte do preparador físico Hecton Alves e deixou outras pessoas feridas.
Desde então, as autoridades investigam as circunstâncias da batida. O técnico Ronan Tyezer Rodrigues permanece internado na UTI do Hospital Regional de Gurupi, enquanto outros feridos já tiveram alta.
A seguir, confira o que já foi apurado e o que ainda precisa ser esclarecido.
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Como aconteceu o acidente?
O ônibus retornava de Guaratinguetá (SP) para Marabá (PA) após a eliminação do time na segunda fase da Copinha. Por volta das 19h50, no km 580 da BR-153, ele bateu na traseira de um caminhão boiadeiro que estava parado no acostamento da rodovia. A colisão ocorreu perto de Santa Rita do Tocantins.
O impacto destruiu a parte frontal do ônibus e causou a morte imediata do preparador físico Hecton Alves, que estava de pé no momento da batida conversando com outros membros da delegação.
Situação do ônibus após acidente com o time Águia de Marabá (PA)
Gustavo Sousa/Águia de Marabá
Qual era a situação da viagem antes do acidente?
A equipe havia percorrido cerca de 1.755 km e ainda tinha mais de 700 km pela frente até Marabá. O grupo viajava há mais de 30 horas desde a saída em São Paulo. O ônibus transportava 32 pessoas, entre atletas da categoria sub-20 e integrantes da comissão técnica. Muitos estavam descansando ou conversando no momento da batida.
O caminhão estava sinalizado corretamente?
O motorista do caminhão afirmou em depoimento que tinha estacionado no acostamento por causa de um defeito mecânico e que realizou a sinalização da via. Entretanto, integrantes do clube relataram que o veículo estaria parado na pista sem sinalização visível. Essa divergência é um dos pontos que ainda está sendo investigado pela Polícia Civil e pela perícia realizada no local na madrugada do dia 16.
Qual o estado de saúde dos feridos?
O técnico Ronan Tyezer Rodrigues permanece na UTI do Hospital Regional de Gurupi, onde segue em observação e recebendo cuidados intensivos. Outros integrantes feridos foram identificados como Ramon Nilton Vieira, Renye Silva Farias e uma criança de 11 anos. Eles já receberam alta.
Os demais jogadores não tiveram ferimentos graves e conseguiram retomar a viagem para Marabá no dia seguinte ao acidente.
Quem era a vítima fatal?
Hecton Alves, de 33 anos, era preparador físico do time sub-20 e trabalhava há cerca de dois anos no Águia de Marabá. Ele conversava com colegas no corredor do ônibus quando ocorreu a colisão. Hecton foi enterrado em Conceição do Araguaia (PA), sua cidade de origem.
Nas redes sociais, havia publicado horas antes uma mensagem sobre a eliminação da equipe na Copinha, destacando que o grupo seguiria “de cabeça erguida”.
O que já se sabe sobre a investigação?
A 74ª Delegacia de Polícia de Brejinho de Nazaré conduz o inquérito. Os motoristas do ônibus e do caminhão se apresentaram espontaneamente na 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Porto Nacional, e prestaram depoimento. Ambos responderão ao processo em liberdade. A perícia tenta identificar se havia sinalização adequada e quais fatores contribuíram para a colisão.
O clube retomou suas atividades após o acidente?
Os jogadores e parte da comissão técnica seguiram viagem para Marabá na manhã do dia 16, hospedados temporariamente em Santa Rita do Tocantins. A chegada ao clube ocorreu na madrugada do dia 17.
As atividades esportivas foram ajustadas devido ao luto e ao acompanhamento do estado de saúde do técnico Ronan.
Acidente com atletas do Águia de Marabá aconteceu próximo a Santa Rita do Tocantins
Arte/g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Após devolver R$ 131 milhões, motorista pede recompensa milionária; saiba como a Justiça pode decidir o caso


Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano espera há 1 ano por indenização
O motorista Antônio Pereira do Nascimento entrou na Justiça para pedir uma recompensa equivalente a 10% sobre os R$ 131 milhões depositados por engano em sua conta bancária e devolvidos imediatamente. Segundo a defesa, ele enfrentou problemas emocionais e financeiros depois do episódio e agora busca reconhecimento legal pelo gesto. Na ação, ele pede R$ 13.187.022 pelo direito à recompensa e R$ 150 mil de indenização por danos morais.
O g1 solicitou um posicionamento sobre o caso ao Bradesco, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
De acordo com a advogada Vivian Furukawa, a ação reacende um debate raro no Judiciário: um depósito bancário feito por erro pode ser considerado “coisa perdida”? Se for, a lei prevê recompensa obrigatória.
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A especialista não representa o motorista no processo, mas avalia que o caso pode abrir nova interpretação jurídica. Em entrevista ao g1, ela explicou como funciona a legislação que trata da devolução de bens achados.
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O que diz a lei
Vivian Furukawa explicou que o pedido de Antônio se apoia diretamente nos artigos 1.233 e 1.234 do Código Civil, que tratam da chamada “descoberta de coisa alheia perdida”. A norma prevê que o descobridor receba pelo menos 5% do valor do item devolvido, além de eventual indenização por gastos com conservação e transporte.
A advogada resume os dois pilares da lei:
📌 Dever de devolver — A legislação determina que quem encontra uma “coisa alheia perdida” deve devolvê-la ao dono ou entregá-la à autoridade competente. É uma obrigação legal, não uma escolha.
📌 Direito à recompensa — O artigo 1.234 garante ao descobridor uma recompensa mínima de 5% do valor do bem devolvido, além de indenização por eventuais despesas com conservação ou transporte.
No pedido de Antônio, os 10% reivindicados superam o mínimo previsto, mas seguem o entendimento de que o valor devolvido, ainda que virtual, configuraria um bem perdido.
A advogada analisa que o maior ponto de conflito deve ser a definição jurídica do que, de fato, aconteceu.
“A discussão — e onde o banco deve concentrar a defesa — é se uma transferência bancária errada se encaixa no conceito de ‘coisa perdida’”, explicou.
Conforme a especialista, a jurisprudência costuma diferenciar duas situações:
Achar um bem físico, como uma mala com dinheiro, quando o dono é desconhecido e a pessoa precisa agir ativamente para localizá-lo.
Receber um valor por engano, como um PIX ou TED errado, cujo remetente é rastreável, e onde o banco consegue reverter a operação como uma correção contábil, não como um achado.
Essa diferença pode ser decisiva para o caso do motorista.
“É um caso bem peculiar, que pode criar jurisprudência sobre como o Direito encara o ‘achado’ no ambiente virtual. Se o tribunal entender que o sistema bancário equipara o ‘erro de Pix’ a ‘coisa perdida’, vai dar direito sim ao seu Antonio e abrir margem para demais processos”, comentou.
Homem recebeu quase R$ 132 milhões por engano
Reprodução/TV Anhanguera
O que diz a defesa do motorista
Segundo a defesa do motorista, toda a situação gerou “abalos emocionais e constrangimentos” a Antonio durante a resolução do problema. Além disso, a grande proporção midiática que o caso alcançou levou a “especulações e exposição de sua vida íntima”.
Conforme os advogados do motorista, o caso de Antônio foi analisado e se enquadra no direito à recompensa previsto em lei. A defesa levou a questão ao Judiciário para reconhecer o direito à recompensa no mundo digital, já que a devolução ocorreu de forma voluntária.
O caso aconteceu em junho de 2023. Na época, o motorista devolveu o dinheiro assim que percebeu o engano. Os milhões pertenciam à instituição financeira. Depois que o dinheiro foi devolvido, o saldo da conta de Antônio voltou para R$ 227, valor que ele tinha antes de toda a confusão.
Outro detalhe abordado pelos advogados é que uma cobrança teria sido feita de forma indevida. Após o recebimento do valor, a taxa que ele pagava de R$ 36 passou para R$ 70, depois que foi colocado em uma categoria “VIP”.
“A gente que é honesto no Brasil, a gente paga para ser honesto. Eu fiz foi pagar. Gastei petróleo, andei no meu carro, saí de minha casa, perdi meu dia de serviço. Eu vi que tinham descontado R$ 70 da minha conta, porque me colocaram no ‘VIP’. Aí eu disse para eles: ‘Que vip? Eu não quero vip não. O dinheiro não era meu, eu não vim devolver para vocês? Vocês fizeram foi me botar na tarifa mais cara. Pago uma taxa de R$ 36 vou pagar uma de R$ 70?”, contou o motorista, na época.
‘Nunca vi um dinheiro desse na minha vida’
Antônio é pai de quatro filhos e avô de 14 netos. Quando percebeu que milhões estavam em sua conta, logo entendeu que se tratava de um erro. “Nunca vi um dinheiro desse na minha vida e não consigo nunca na minha vida, só se ganhar na Mega-Sena, e jogar eu não jogo. Então é difícil”, contou na época.
O motorista sempre se dedicou a ganhar a vida honestamente. Questionado sobre a atitude de devolver o dinheiro um ano após o caso, a resposta permaneceu a mesma: tinha que devolver.
“Muita gente falou para eu ter ficado com o dinheiro, mas eu não preciso pegar dinheiro dos outros, não. Eu quero o que é meu. Que eu tenha saúde e minha família toda tenha saúde. A gente trabalha para conseguir o ganha-pão de todo dia. E não preciso pegar nada dos outros”, disse com orgulho.
Em agosto de 2023, ele chegou a participar do quadro ‘Acredite Em Quem Quiser’ do Domingão, programa apresentado por Luciano Hulk. Lá ele contou sobre a história dos milhões que recebeu por engano e ganhou elogios por sua honestidade.
Antônio Pereira ficou milionário por poucas horas
Reprodução/TV Anhanguera
Problemas após a devolução
Apesar de o problema ter se resolvido para o banco responsável pelo erro, Antônio enfrentou diversos problemas mesmo tendo agido com honestidade. Segundo ação inicial movida contra o Bradesco, a defesa do motorista alega que ele sofreu pressão psicológica por parte do gerente da agência para que o dinheiro fosse devolvido, mesmo que isso tenha partido do próprio Antônio.
“[…] Imediatamente, comunicou o Banco do Bradesco sobre o erro, informando que devolveria os valores no dia seguinte devido ao horário de funcionamento das agências. O gerente do Banco Réu iniciou uma pressão psicológica sobre o Autor, insinuando a presença de “pessoas” na porta de sua casa para aguardar a devolução do valor, tratando o Autor como um criminoso”, destacaram os advogados do motorista em trecho do documento que está tramitando na 6ª Vara Cível de Palmas.
A situação, segundo a defesa, gerou ‘abalos emocionais e constrangimentos’ a Antônio durante a resolução do problema. Além disso, a grande proporção midiática que o caso alcançou levou a ‘especulações e exposição de sua vida íntima’, do motorista e da família dele.
Outro ponto levantado pelos advogados que assinam a peça inicial do processo contra o Bradesco é que, como o banco fez a transferência para a conta do motorista em outra instituição, ele teve uma tarifa bancária aumentada automaticamente, sem nenhum aviso prévio.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia incinera 4,6 kg de drogas e ‘farinha de bolo’: ‘Alguém estava sendo enganado’, diz delegado


Polícia Civil de Guaraí queima grande quantidade de drogas
Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil incinerou 4,6 kg de drogas apreendidas em Guaraí, na região norte do Tocantins, nesta quarta-feira (21). Segundo o delegado Joelberth Nunes de Carvalho, que participou da operação, 77 gramas de uma substância apreendida como cocaína seria, na realidade, uma espécie de “farinha de bolo”.
O delegado informou que não foi o presidente do inquérito, mas o laudo definitivo comprovou que não se tratava de droga.
“Aquilo não era droga. Alguém estava sendo enganado na história. O material foi apreendido com um traficante, que acreditava ser cocaína, mas não era”, explicou.
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Além da “farinha”, foram incinerados 252 gramas de maconha, 4,2 kg de cocaína e 78 gramas de crack. Além da Polícia Civil, participaram da operação a Vigilância Sanitária de Guaraí e a Polícia Científica.
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Fonte: G1 Tocantins