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Garota de programa teria extorquido cerca de R$ 20 mil de clientes para não expor encontros


Cumprimento de mandado de busca na casa de suspeita de extorsão
Divulgação/Polícia Civil
Uma jovem de 20 anos é suspeita de extorquir cerca de R$ 20 mil de pelo menos duas pessoas em Palmas. Segundo a polícia, ela é apontada como garota de programa e ameaçava divulgar informações sobre a contratação do serviço para as famílias e conhecidos das vítimas.
O nome dela não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com sua defesa.
Conforme a Justiça, em um inquérito aberto em outubro de 2025, a jovem é investigada por receber R$ 12 mil de uma pessoa.
Outro caso foi registrado entre setembro e outubro de 2025 e segue o mesmo modus operandi. O crime teria ocorrido em ambiente virtual, onde os dois envolvidos marcaram um encontro. A polícia identificou que nesta segunda ocorrência, a jovem alegou estar grávida e afirmou que iria divulgar as informações para a família e no ambiente de trabalho da vítima.
Inicialmente, a vítima enviou um Pix de R$ 3,5 mil para a conta bancária de uma terceira pessoa. A polícia investiga a ligação dessa terceira pessoa com a suspeita. Posteriormente, a jovem continuou com as ameaças e exigiu R$ 4 mil que seriam usados para um suposto aborto.
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Durante as investigações, também foi identificado que a jovem entrava em contato com a vítima para fazer as ameaças por meio de vários números de telefone.
Cumprimento de mandado
Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na quarta-feira (3), em uma casa na região sul de Palmas. Foram recolhidos dois celulares para análise policial. Segundo a polícia, a mulher foi intimada a prestar esclarecimentos sobre o caso em investigação.
A Justiça não deferiu a prisão preventiva da suspeita, mas ela foi proibida de manter qualquer tipo de contato, seja por meio de terceiros ou de forma virtual, ou indo até o local de trabalho da vítima.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vítima de Palmas perde R$ 250 mil após cair em golpe virtual na compra de imóvel, diz polícia


Morador de Palmas perde R$ 250 mil após cair em golpe, diz polícia
Uma operação policial realizada nesta quinta-feira (4) cumpriu mandados de busca e apreensão contra um grupo de Mato Grosso suspeito de aplicar golpes virtuais. Uma das vítimas é moradora de Palmas e perdeu cerca de R$ 250 mil por meio de fraude eletrônica.
De acordo com a Polícia Civil do Tocantins, pelo menos 13 pessoas, todas do estado vizinho, teriam envolvimento com o golpe que fez uma vítima na capital. A delegada Luciana Midlej, responsável pela investigação, informou que o que chamou a atenção dos investigadores foi o grande volume de dinheiro movimentado em contas bancárias dos alvos.
O golpe, segundo a delegada, ocorria da seguinte forma: as vítimas eram induzidas a comprar imóveis pela internet, como lotes ou terrenos, pois acreditavam que seriam bons negócios. Os suspeitos se passavam por proprietários de áreas que estavam à venda. Assim, as vítimas caíam no golpe e, pela movimentação financeira, a polícia acredita que o grupo fez uma grande quantidade de vítimas.
“O que chamou muita atenção da equipe da DRCC foram as movimentações financeiras de alguns alvos, nas quais constatamos grande volume de dinheiro de entrada e saída, em um único mês. Em algumas contas, em torno de R$ 500 mil foram movimentados por pessoas que não possuem renda compatível”, explicou a delegada.
Cumprimento de mandados de busca e apreensão em Cuiabá
Divulgação/Polícia Civil
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Filho diz que empresário morto a tiros era religioso e dedicado ao trabalho e à família: ‘Lutava pelos sonhos dele’
Na operação Terra Prometida foram apreendidos celulares, e suspeitos prestaram depoimento. Nesta etapa, a polícia vai analisar o conteúdo dos aparelhos e apurar se há mais pessoas envolvidas na aplicação do golpe cibernético.
Equipes da Divisão Especializada na Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), que atuaram na operação Terra Prometida, contaram com o apoio de divisões de Inteligência Policial, Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária e Crimes Rurais e Abigeato, além de policiais civis do Mato Grosso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Filho diz que empresário morto a tiros era religioso e dedicado ao trabalho e à família: ‘Lutava pelos sonhos dele’


Empresário Silvano Bilio foi morto no dia 29 de novembro
Divulgação/Arquivo pessoal
Um homem de família simples e que conseguiu empreender com muito trabalho e dedicação. Segundo a família, assim foi a vida do empresário Silvano Bilio da Silva, de 47 anos, assassinado a tiros em Darcinópolis, no norte do Tocantins. Ele era dono de uma loja de materiais de construção e o crime chocou parentes e moradores da cidade.
O homicídio aconteceu no sábado, dia 29 de novembro deste ano, na rua Santa Tereza. A Polícia Militar (PM) informou que os atiradores chegaram ao local em um carro, atiraram em Silvano e fugiram. Dois homens foram presos na BR-153, próximo ao acesso ao município de Riachinho, momentos após o crime.
Passados cinco dias do assassinato, um dos filhos do empresário conversou com o g1 para falar sobre a perda. Segundo João Witor Bilio Flores, de 22 anos, seminarista e estudante de Teologia em Brasília (DF),o pai era natural de Nova Olinda e trabalhou na roça com o avô desde muito pequeno. Aprendeu o ofício da marcenaria com o qual trabalhou por anos. Há cerca de sete anos vendeu a marcenaria que montou para comprar a loja de materiais para construção.
“Então desde 2018 a gente tava aqui, eu ficava um pouco mais de longe, que estava estudando no seminário, mas aqui na loja trabalhava meu pai, minha mãe e meus dois irmãos mais novos. Fazia os pedidos, atendia, tinha muitos e muitos amigos, clientes nossos que sempre compravam aqui na loja. A gente fornecia para outras cidades vizinhas, então o dia a dia do meu pai sempre era aqui na loja”, contou o seminarista.
No sábado pela manhã, pouco antes de Silvano ser assassinado, ele conversou por telefone com João Witor. Neste mesmo dia, o jovem entrou em férias nas atividades e já havia comprado a passagem para voltar ao Tocantins e ficar com a família.
“Eu ia pegar o ônibus de Brasília para Araguaína à noite. Eu ia assistir o jogo lá, conversei com meu pai sobre o jogo do Flamengo, afinal que a gente ia assistir. E depois eu ia chegar aqui no domingo à noite [em Darcinópolis]”, explicou.
O jovem também contou o que o pai fez um dia antes de ser abordado por atiradores: “Na sexta-feira, meu pai ficou aqui na loja, trabalhou o dia todo. À noite, meu pai foi para Araguaína participar de uma reunião do acampamento da igreja, era um acampamento de casais. Minha mãe falou que eles, voltaram conversando, sorrindo, falando dos planos para as nossas férias”, explicou.
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A família é muito ligada à Igreja Católica e além do trabalho, o pai era dedicado aos serviços da paróquia que frequentava. “Meu pai até costumava brincar que lá em casa já estava virando a casa dos padres, porque sempre que algum padre que estava passando aqui por Dacinópolis, ia lá para casa, jantava, fazia algum lanche”, relembrou o seminarista.
Para o filho, Silvano era um exemplo a ser seguido.
“Eu falei na missa de corpo presente que se eu pudesse definir meu pai em uma palavra seria lutador, porque meu pai ele era muito sonhador e lutava pelos sonhos dele”, lamentou João Witor.
Sobre a investigação, a família afirma que ainda não tem nenhuma informação sobre a motivação do homicídio. Mas o filho disse que o pai não devia nada “financeiramente ou moralmente”.
“Todo mundo aqui na cidade gosta do meu pai, a missa de corpo presente estava lotada, tinha gente até fora da igreja. Então a certeza que a gente tem é que meu pai não devia nada, absolutamente nada”, ressaltou.
Silvano disse que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) infomou que o crime segue sendo investigado pela 31ª Delegacia de Darcinópolis, mas que não há informações que possam ser repassadas. A pasta destacou que o inquérito segue curso normal e dentro do prazo previsto em lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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Energisa Tocantins investe em energia solar e eficiência


O Brasil sediou a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), aqui na região Norte do país, em Belém. O encontro reuniu líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil que discutiram ações para combater as mudanças do clima.
A Energisa também esteve presente na COP30 com o compromisso de contribuir para a descarbonização do Brasil, com atenção especial à Amazônia Legal. Nosso propósito foi mostrar como o ecossistema de soluções do Grupo pode acelerar a transformação energética de forma sustentável, inclusiva e conectada às necessidades locais, unindo inovação, fontes renováveis e desenvolvimento regional.
Painel de controle do Sistema Individual de Geração com Fonte de Energia Intermitente (SIGFI), primeira usina virtual do país implantada pela Energisa Tocantins.
Acervo Grupo Energisa
A sustentabilidade não é um pilar isolado no Grupo Energisa: está integrada à estratégia, por meio da chamada Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta as decisões da companhia: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação.
No Tocantins, a Energisa implantou a primeira usina virtual do país – o Sistema Individual de Geração com Fonte de Energia Intermitente (SIGFI), com investimento de R$ 53.4 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável.
Painéis solares do programa Luz para Todos geram energia limpa para residências fora da área de cobertura da distribuidora, evitando emissões de gases de efeito estufa.
Acervo Grupo Energisa
O SIGFI é uma solução do programa Luz para Todos que fornece energia elétrica a residências fora da área de cobertura da distribuidora, utilizando geração solar fotovoltaica. Como não há necessidade de construir redes de distribuição, evita-se a emissão de gases de efeito estufa (GEE), já que não é preciso suprimir vegetação para a implantação dessas redes.
Além disso, a atuação ambiental se fortalece com o Projeto Nossa Energia, que já investiu aproximadamente R$12 milhões nos últimos seis anos para ampliar a conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas. A iniciativa inclui ações práticas, como a substituição gratuita de lâmpadas, geladeiras e ventiladores para famílias de baixa renda, incentivando o consumo consciente e disseminando o cuidado com o meio ambiente em todo o estado.
Com essas ações, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade, a inclusão social e a construção de um futuro mais eficiente para todos.
“As ações sustentáveis que desenvolvemos no Tocantins refletem o nosso compromisso com um futuro energético mais limpo e inclusivo. Cada projeto, seja de geração solar em comunidades isoladas ou de eficiência energética em instituições sociais, reforça nosso propósito de transformar positivamente a vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento sustentável do estado.”, reforça o diretor técnico da Energisa Tocantins, Alberto Cunha.
Estrutura de geração solar fotovoltaica em comunidade isolada do Tocantins, parte do compromisso da Energisa com a sustentabilidade e inclusão social no estado.
Acervo Grupo Energisa
Tudo isso, porque acreditamos que o futuro da energia será construído por meio de uma matriz diversa e complementar, que combina diferentes tecnologias e fontes renováveis. Por isso, apostamos na multipotencialidade como diferencial estratégico para ampliar o acesso à energia limpa, apoiar comunidades em áreas remotas e impulsionar um futuro energético mais justo, acessível e sustentável para todos.

Fonte: G1 Tocantins

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Terceiro envolvido na morte de pastores em assentamento é preso suspeito de prestar apoio logístico no crime


Casal de pastores foi assassinado em Pium, no Tocantins
Reprodução/Youtube/Dorvalino e Francilene
Um homem de 51 anos foi preso nesta quinta-feira (4) suspeito de participar do assassinato dos pastores Francilene de Sousa Reis e Silva e Dorvalino das Dores da Silva, dando apoio logístico ao crime. A suspeita de ser mandante, ex-nora dos pastores, e o executor, namorado dela, também estão presos.
O crime aconteceu em junho de 2025, em Pium. Os nomes dos três suspeitos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles.
O terceiro suspeito foi localizado em Luzimangues, distrito de Porto Nacional. As investigações apontaram que ele conhecia a região onde os pastores foram assassinados e teria levado a moto usada pelo executor até o local do crime. O veículo foi encontrado na casa do suspeito durante o cumprimento de mandado de prisão.
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Segundo a polícia, o suspeito conhecia os outros dois investigados, pois teve um relacionamento amoroso com uma parente da mandante. Também foi apurado que ele recebeu um pagamento pelos serviços prestados. O valor não foi informado pela polícia.
“Ele [homem de 51 anos] conhecia as rotas rurais, auxiliou na locomoção do executor e contribuiu diretamente para a prática dos homicídios. Com a confirmação de sua participação, representamos pela prisão e pela busca e apreensão, medidas fundamentais para o avanço da investigação”, explicou a delegada Jeannie Daier de Andrade.
Após a prisão, o homem foi levado para a Unidade Penal de Paraíso do Tocantins, onde deve ficar à disposição da Justiça.
Relembre o caso
Casa onde aconteceram os assassinatos, em assentamento de Pium
Matheus Dias/TV Anhanguera
Francilene de Sousa Reis e Silva e Dorvalino das Dores da Silva foram assassinados na noite do dia 17 de junho de 2025, no Assentamento Pericatu. Segundo a polícia, o suspeito teria estacionado o veículo a aproximadamente 30 metros de distância e corrido até a casa do casal. Em seguida, foram ouvidos disparos de arma de fogo. Depois, o suspeito correu de volta para a moto e fugiu.
Testemunhas teriam visto um homem deixando o local em uma moto. Os corpos foram encontrados pelo filho do casal. Os investigados pela morte dos pastores são a ex-nora do casal e o namorado dela, que seria o executor do crime.
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A ex-nora foi presa no dia 26 de junho de 2025, em Joinville (SC). Três meses depois, no dia 26 de setembro de 2025, o suspeito de executar o casal foi preso em uma operação conjunta entre as polícias do Tocantins e de Santa Catarina. Veja abaixo o vídeo da prisão dele.
O crime teria sido motivado porque a ex-nora não aceitava o fim do relacionamento com o filho dos pastores. Ela ainda teria feito ameaças ao ex-marido sob a justificativa de que ela estaria sentindo muita dor com o fim da relação. Em uma das ameaças, a ex-nora chegou a se passar po um policial identificado como “Sargento Ferreira”.
Após a relação da mulher com o filho dos pastores terminar, ela encontrou um novo namorado, que é o suspeito de executar as vítimas. Os dois viajaram de Santa Catarina para o Tocantins, para que o homem pudesse conhecer Pium.
Durante a viagem, os dois visitaram o assentamento onde o crime aconteceu. Tempos depois, a ex-nora voltou para Santa Catarina e o homem ficou no Tocantins, período em que teria cometido o assassinato. Os suspeitos se reencontraram em Goiás e continuaram a viagem até Joinville.
Suspeito de executar casal de pastores no Tocantins é preso em Santa Catarina
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Fonte: G1 Tocantins

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Alertas de tempestade combrem todo Tocantins nos próximos dias; veja previsão


Chuvas deixaram ruas alagadas em Palmas
Matheus Dias/TV Anhanguera
Algumas cidades do Tocantins amanheceram debaixo de chuvas nesta quinta-feira (5) e a previsão é de que o clima permaneça assim nos próximos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o estado está sob alertas para tempestades, com previsão de chuvas intensas e ventos que podem chegar a 100 km/h.
São dois avisos ativos: o primeiro com grau de severidade laranja, que significa “perigo”, cobre quase todo o estado e prevê um volume de chuva diário que pode chegar até 100 milímetros em um dia. O segundo, de nível amarelo, cobre o Bico do Papagaio.
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O aviso laranja inclui ventos que variam 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Já o aviso amarelo prevê até 50 milímetros de chuva e ventos intensos de 40-60 km/h. Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Chuva é registrada nesta manhã em Palmas
Previsão do fim de semana
Palmas: A cidade amanheceu sob chuvas na manhã desta quinta-feira com chuvas registradas na região Sul e na região Norte. A previsão para a capital é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura máxima é de 28 ºC e a mínima pode chegar a 23 ºC. Para o fim de semana, a previsão é de continuidade das chuvas até domingo (7).
Araguaína: O município, no norte do estado, também amanheceu com chuvas, por volta de 8h desta quinta-feira (4). Pancadas de chuva e trovoadas isoladas estão previstas até o fim desta semana. A temperatura máxima pode chegar a 31 ºC, enquanto a mínima deve chegar a 24 ºC.
Gurupi: Os moradores da cidade vão encarar muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas nos próximos dias. Até o fim de semana, a temperatura máxima é de 31 ºC e a mínima varia entre 22 e 24 graus. A umidade vai ficar entre 60 e 70% para os gurupienses até o fim da semana.
Dicas de segurança
O instituto alerta que em caso de rajadas de vento é recomendado não se abrigar debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas, e também não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
Se possível, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Alerta de chuvas intensas cobre quae todo Tocantins
Reprodução/Inmet

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Reinaldo Carvalho é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Vilma Nascimento.

Fonte: G1 Tocantins

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Marido que confessou matar mulher e enterrar corpo em mata tem histórico de violência doméstica contra a vítima, diz SSP


Homem é preso suspeito de matar esposa e enterrar em região de mata, em Gurupi
Maysa Rodrigues Fernandes Cardoso, de 35 anos, tinha histórico de sofrer violência doméstica antes de ser morta, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). O homem, de 41 anos, confessou o crime e disse que ficou 24 horas com o corpo dentro de casa antes de enterrá-lo em uma área de mata, em Gurupi, no sul do estado.
O corpo só foi encontrado após a filha do casal, de 18 anos, chamar a Polícia Militar (PM) por desconfiar do sumiço da mãe e da história contada pelo pai. Maysa foi localizada pelos Bombeiros na quarta-feira (3) em frente à casa onde morava com o marido, próximo ao córrego Mutuca.
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O homem foi preso e autuado em flagrante por feminicídio e ocultação de cadáver. Depois, foi levado para a Unidade Prisional de Gurupi. O caso é investigado pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Gurupi).
Segundo a SSP, o o “investigado já possui antecedentes por violência doméstica contra a vítima”. Ele não teve o nome divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Complexo de delegacias de Gurupi, no sul do Tocantins
Reprodução/ Google Street View
Marido confessou crime
Conforme o relato da filha do casal à Polícia Militar, o pai alegou que a esposa teria morrido por overdose de álcool. Enquanto os policiais acompanhavam a jovem até a casa da família para verificar a ocorrência, ela reconheceu o carro do pai e pediu que os policiais o abordassem.
Segundo a PM, ele estava nervoso e manteve a versão inicial da overdose e da remoção do corpo por uma funerária, sem velório ou sepultamento.
Diante das inconsistências, os policiais acompanharam o homem e a filha até a casa. No local, o ele confessou que matou a esposa há cerca de 20 dias, após uma briga.
Ele relatou que manteve o corpo por 24 horas dentro da residência e informou o local onde enterrou a vítima. O suspeito também disse que os três filhos menores do casal viram o corpo antes do sepultamento.
Os Bombeiros localizaram o corpo no local indicado e a remoção foi feita pelo Instituto Médico Legal (IML), com acompanhamento da perícia. O Conselho Tutelar foi chamado para cuidar das crianças, que ficaram sob responsabilidade de uma testemunha até a chegada de um familiar.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é preso suspeito de matar esposa e enterrar em mata após ficar com corpo por 24 horas


Viatura do IML do Tocantins
Divulgação/SSPTO
Um homem de 41 anos foi preso em Gurupi, no sul do Tocantins, suspeito de matar a esposa e enterrar o corpo em uma área de mata, depois de mantê-lo dentro de casa por 24 horas. A vítima foi identificada como Maysa Rodrigues Fernandes Cardoso, 35 anos.
A prisão aconteceu nesta quarta-feira (3), após a filha do casal, de 18 anos, chamar a Polícia Militar (PM) por desconfiar do sumiço da mãe e da história contada pelo pai.
Conforme o relato, o homem alegou que a esposa teria morrido por overdose de álcool e o copro foi removido por uma funerária, sem velório ou sepultamento.
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No caminho para a casa da família, a jovem reconheceu o carro do pai e pediu que os policiais abordassem o suspeito. Segundo a PM, ele estava nervoso e manteve a versão inicial.
Diante das inconsistências, os policiais acompanharam o homem e a filha até a casa. No local, o ele confessou que matou a esposa há cerca de 20 dias, após uma briga.
Ele relatou que manteve o corpo por 24 horas dentro da residência e depois enterrou em uma área de mata em frente à casa, próximo ao córrego Mutuca. O suspeito também disse que os três filhos menores do casal viram o corpo antes do sepultamento.
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Os Bombeiros localizaram o corpo no local indicado e a remoção foi feita pelo Instituto Médico Legal (IML), com acompanhamento da perícia.
O Conselho Tutelar foi chamado para cuidar das crianças, que ficaram sob responsabilidade de uma testemunha até a chegada de um familiar.
O homem foi levado à 12ª Central de Atendimento da Polícia Civil e autuado em flagrante por feminicídio e ocultação de cadáver.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de motorista após briga em fila de distribuidora


Homem morre após ser esfaqueado em Porto Nacional
Reprodução
Talles Carvalho de Souza, de 34 anos, foi condenado pelo assassinato do motorista Mario Luiz Martins Cerqueira, de 33 anos. A vítima foi morta com golpes de canivete após uma discussão na fila de uma distribuidora em Porto Nacional, na região central do estado.
O crime aconteceu em abril de 2022 no setor Novo Planalto e foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento. Nas imagens, é possível ver que o autor e a vítima tiveram uma discussão e, momentos depois de serem afastados por pessoas que estavam no comércio, Mario é atingido por golpes de faca no peito.
O g1 pediu posicionamento para a defesa do réu, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Durante o julgamento, nesta terça-feira (2), o Tribunal do Júri manteve a qualificadora de motivo fútil, reconhecendo que houve desproporção entre a razão do crime e a gravidade do ato, que resultou na morte da vítima.
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O juiz Alessandro Hofmann Teixeira Mendes fixou a pena em 12 anos de prisão.
Com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que permite a execução imediata das condenações do Tribunal do Júri, o magistrado negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e determinou que ele seja preso para cumprir a pena na unidade penal de Porto Nacional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Criança que processou prefeitura foi constrangida na sala de aula por falta de materiais escolares, diz DPE


Município de Dianópolis, região sudeste do estado
Prefeitura de Dianópolis/Divulgação
Uma criança de oito anos, estudante de uma escola de Dianópolis, no sudeste do estado, passou por situações de constrangimento causadas por uma professora, por falta de materiais escolares. Como reparação, a Justiça condenou a prefeitura a pagar danos morais no valor de R$ 10 mil. A decisão cabe recurso.
O caso tramita na Vara de Família, Sucessões, Infância e Juventude, Juizado Especial Cível, da Fazenda Pública e Cartas Precatórias Cíveis e Criminais de Dianópolis. A família da criança foi assistida pela Defensoria Pública do Estado (DPE-TO), que informou que a situação vivida ao longo do ano letivo de 2024 gerou abalos emocionais à vítima.
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De acordo com a DPE, pela falta do material escolar, a professora chamou a atenção da criança em público, situação que levou alguns colegas a criarem apelidos depreciativos.
A prefeitura foi procurada pelo g1 para se manifestar sobre a condenação, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.
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Pelo constrangimento, a menina precisou começar a tomar antidepressivos e ser acompanhada pelo Serviço de Atendimento à Criança em Situação de Violência do Tocantins.
“O ambiente escolar, que deveria ser um local de acolhimento e desenvolvimento, transformou-se em palco de sofrimento (…), configurando uma falha na prestação do serviço público educacional”, diz trecho da decisão que condenou o município, segundo informou a DPE.
Segundo a Defensoria, a Justiça entendeu que as ações da professora geraram dano moral em decorrência do abalo emocional da criança. Isso levou à condenação do Município.
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Fonte: G1 Tocantins