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Mestres do fogo: as queimadas que salvam vidas no Cerrado


Quilombolas fazem queima prescrita na Área de Proteção Ambiental do Jalapão
BBC
Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas na Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins, no Jalapão.
Mas, ao contrário do que se poderia supor, os brigadistas não tentam conter o fogo – foram eles que o provocaram.
“Este aqui é um fogo bom, manso, brando”, diz o brigadista Deusimar Cardoso, de 46 anos.
As chamas avançam lentamente e, logo depois que passam, pode-se pisar nas cinzas sem queimar os pés.
Estamos no início de maio, e a cena faz parte de uma queima conduzida pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade), o órgão do governo responsável pela proteção de parques federais.
“Quando for umas nove da noite, este fogo vai morrer sozinho com o sereno”, diz Cardoso.
Naquele dia, o grupo executava uma política que está revolucionando a forma de prevenir incêndios no Brasil e é tema do documentário “Mestres do fogo: as queimadas salvam vidas no Cerrado”, publicado no canal da BBC News Brasil no YouTube.
A prática consiste em realizar queimadas de baixa intensidade para evitar grandes incêndios no auge da seca, quando o fogo é bem mais destrutivo.
A estratégia busca limitar a quantidade disponível de capim seco, material bastante inflamável presente no Cerrado.
Queimando-se a vegetação dessa forma, diz Cardoso, garante-se que os animais escapem e que a área não seja consumida por um incêndio pelos próximos dois anos.
Isso porque, nesse período, o capim queimado estará em regeneração, ainda verde, e não pegará fogo. Assim, a queima criará nessa área uma espécie de aceiro – uma barreira anti-incêndio.
Depois do segundo ano, o capim voltará a ficar seco e terá de ser queimado outra vez.
Jalapão abriga maior área protegida de Cerrado no Brasil
BBC
Também chamadas de queimas prescritas, as ações costumam ser realizadas no início da estação seca, quando as condições permitem controlar o fogo sem que ele se alastre além do planejado.
Presente na equipe, o biólogo Marco Borges, servidor do ICMBio e chefe daquela estação ecológica há 11 anos, diz que são queimados pequenos trechos de cada vez para que se forme um “mosaico com diferentes idades de queimas”.
“Aqui tem espaço para todo tipo de vida: espécies que gostam de fogo com mais frequência ficam numa região que tem mais fogo, e as que preferem menos frequência, em outra”, explica.
A estratégia começou a ser aplicada na estação ecológica em 2014. Desde então, Borges diz que os incêndios ali, que antes consumiam até 100 mil hectares em um único evento, hoje raramente alcançam 3 mil hectares.
Conflitos com quilombolas
O morador quilombola Manoel Ramos de Jesus critica órgãos ambientais por terem proibido queimadas no Jalapão
Felix Lima/BBC
Mas o mesmo ICMBio que hoje difunde as queimas controladas adotava uma política de “fogo zero” no Jalapão não muito tempo atrás.
“Foi a pior época que teve”, lembra Manoel Ramos de Jesus, de 61 anos e membro da comunidade quilombola do Rio Novo.
Por quase dois séculos, diz Jesus, descendentes de pessoas que fugiram da escravidão viveram isoladas no Jalapão, criando o gado solto na vegetação nativa do Cerrado e usando o fogo para renovar as pastagens naturais.
Até que, a partir de 2001, foram criadas unidades de conservação na região. Hoje elas totalizam 3 milhões de hectares – área pouco maior que a de Alagoas – e constituem a maior área protegida de Cerrado do Brasil.
Jesus diz que o estabelecimento das reservas sobre os territórios das comunidades impactou os modos de vida locais, já que os órgãos ambientais proibiram as queimas e a criação de gado.
“Eles tinham que chegar aqui, sentar com a gente e perguntar, mas eles não fizeram isso”, diz Jesus.
“Eles chegaram e disseram ‘não vai ter fogo mais, de maneira nenhuma'”, afirma.
Jesus diz que muitas famílias resolveram ir embora com seus rebanhos, e as que ficaram tentaram convencer os agentes ambientais de que a estratégia era perigosa. Argumentam que, sem o fogo, o capim seco se acumularia, ampliando o risco de incêndios.
“Foram quatro anos sem o Jalapão queimar”, diz Jesus. “Aí, quando queimou, não deram conta de apagar.”
O primeiro grande incêndio, segundo ele, ocorreu em 2004. Começou no lixão de uma cidade vizinha e rapidamente alcançou as áreas protegidas, provocando grande destruição.
O morador Deusimar Cardoso diz ter visto vários animais que morreram incinerados naquele incêndio.
“Qual bicho vai conseguir correr 100 quilômetros para escapar de um fogo desses?”, questiona.
Mesmo assim, as queimas quilombolas continuaram proibidas – e outros grandes incêndios atingiram o Jalapão nos anos seguintes.
Na comunidade quilombola Rio Novo, o morador Tadeu Ribeiro Alves diz que uma vizinha morreu em 2014 após passar vários dias combatendo um incêndio que se aproximava das casas. Ele diz acreditar que ela se intoxicou com a fumaça, embora a causa da morte jamais tenha sido divulgada.
Outro incêndio quase destruiu a casa de Alves. “Se não fosse um filho meu estar em cima [do telhado] com a água e não deixar faltar, tinha queimado”, conta.
Hoje, são feitas queimas prescritas periódicas em volta da comunidade, e os incêndios deixaram de alcançar as residências.
“Sem esse fogo [preventivo] não tem como viver aqui, fica muito perigoso”, ele diz.
A experiência australiana
Mas foi só depois de uma expedição de servidores brasileiros à Austrália em 2014 que a postura anti-fogo dos órgãos ambientais começou a ser revista.
Por duas semanas, agentes ambientais do ICMBio e do Naturatins (órgão ambiental tocantinense) que atuavam no Jalapão viram como comunidades aborígenes realizavam queimadas para prevenir incêndios com a autorização do governo australiano. Lá, a estratégia vinha dando excelentes resultados.
Em relatório sobre a expedição, a analista ambiental do ICMBio Ana Carolina Sena Barradas escreveu que aquela viagem “abriu-me os olhos para a necessidade emergente de valorização e resgate dos costumes e saberes tradicionais” dos quilombolas do Jalapão.
“Ali houve uma mudança de chave”, lembra Marco Borges, do ICMBio.
Ele diz que, até então, o órgão se inspirava nas diretrizes ambientais dos Estados Unidos e de vários países europeus, onde o fogo na natureza é visto como algo a ser evitado a todo custo.
“Quando começamos a abrir nossa mente para o manejo do fogo na Austrália e na África, que têm uma vegetação e um clima mais parecidos com os nossos, tudo mudou”, ele diz.
O Jalapão se tornou então a primeira região do Brasil a implementar o chamado Manejo Integrado do Fogo (MIF), uma estratégia em que órgãos ambientais e comunidades locais passam a usar o fogo de forma planejada e coordenada para evitar incêndios e manter atividades tradicionais.
No caso dos quilombolas do Jalapão, as queimas também são feitas para abrir roças e renovar as pastagens naturais para o gado, atividade que hoje é autorizada em pequena escala. Os bois são criados soltos, em meio à vegetação nativa.
Para os quilombolas, aliás, o gado também colabora com a prevenção aos incêndios ao ajudar a manter o capim baixo. “Eles são nossos aliados contra o fogo ruim”, diz Deusimar Cardoso, referindo-se aos incêndios.
Diante dos resultados positivos no Jalapão, as queimas prescritas e controladas já vêm sendo aplicada em vários outros parques do Cerrado, Pampa, Pantanal e em áreas campestres da Amazônia.
Ainda não há dados abrangentes sobre o impacto da política, mas, segundo o coordenador de Manejo Integrado do Fogo do ICMBio, João Paulo Morita, houve de forma geral uma “redução na severidade e na ocorrência de grandes incêndios” nos locais onde foi implantada.
Conforme a técnica passou a ser difundida, o ICMBio começou a diferenciar em seus registros os tipos de fogo que atingem áreas protegidas.
Agora, o registro de um grande número de fogos no Cerrado no início da estação seca não é mais necessariamente motivo para alarme: se eles foram intencionais, causados por queimas controladas ou prescritas, podem ser positivos e ajudar a evitar incêndios.
Segundo a legislação, queimas controladas consistem no uso planejado do fogo para “fins agrossilvipastoris”, como a renovação de pastagens ou abertura de roças.
Queimas prescritas, por sua vez, consistem no uso do fogo para “fins de conservação, pesquisa ou manejo”, como a prevenção de incêndios.
Já em florestas úmidas, como as que predominam na Amazônia e na Mata Atlântica, queimas não são indicadas, pois o fogo é bem mais destrutivo nesses ambientes.
Milênios de fogo
Ao promoverem queimas controladas no Cerrado, os órgãos ambientais também reconheceram que o fogo faz parte da dinâmica natural do bioma desde muito antes da presença humana, diz Borges, do ICMBio.
Causado naturalmente por raios, os incêndios mais antigos registrados no bioma remontam a milhões de anos. Com a chegada dos humanos à região, há pelo menos 12 mil anos, o fogo se tornou ainda mais frequente. Afinal, povos indígenas brasileiros usam queimadas desde tempos imemoriais para atividades como a caça e a abertura de roças.
Borges, do ICMBio, diz que, por causa dessa longa convivência com o elemento, as espécies do Cerrado são adaptadas ao fogo ou até mesmo precisam dele em seus ciclos de vida.
Muitas árvores do Cerrado, por exemplo, têm cascas grossas que as protegem das chamas, e várias possuem sementes que só germinam quando sua dormência é quebrada pelo fogo, afirma ele.
Da mesma forma, Borges afirma que os animais do bioma “têm seus esconderijos, rotas de fuga e estratégias” para lidar com o fogo.
Ele conta que a ema, por exemplo, costuma botar os ovos em áreas que queimaram no ano anterior e, assim, dificilmente voltarão a queimar antes do nascimento dos filhotes.
Também afirma que muitos mamíferos gostam de visitar áreas recém-queimadas para lamber o sal presente nas cinzas. “As espécies que não gostam do fogo já desapareceram daqui faz tempo”, diz.
Mas diante da necessidade de conter emissões de gases que aquecem o planeta, faz alguma diferença se uma área é atingida por uma queimada ou por um incêndio?
Segundo Borges, sim: “uma queima prescrita tem menos emissões de gases [que um incêndio], porque o fogo é menos quente e a queima é menos completa, com menor mortalidade de plantas e bichos”, diz.
Além disso, ele afirma que as queimas prescritas provocam emissões menos concentradas que um incêndio. “Não fica aquele ambiente enfumaçado, empoeirado”, ele afirma.
Lei nacional
As queimas prescritas foram regulamentadas pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, sancionada em 2024.
A legislação busca reduzir a ocorrência de incêndios no país e reconhece o fogo “como parte integrante de sistemas ecológicos, econômicos e socioculturais”.
A lei ainda valoriza as queimas tradicionais realizadas por comunidades indígenas e quilombolas, e prevê a possibilidade de que proprietários rurais realizem queimas controladas com a anuência de órgãos ambientais.
Em ambientes sensíveis ao fogo, no entanto, como em florestas úmidas, a lei preconiza a substituição das queimadas por outras técnicas “sempre que possível”.
Já o uso do fogo para substituir a vegetação nativa é proibido sob qualquer circunstância – inclusive no Cerrado.
Fogo ‘terapêutico’
Para Marco Borges, do ICMBio, a nova política abre o caminho para que se crie uma “cultura de convivência com o fogo”.
Ele diz que a criminalização do fogo por tantos anos fez com que perdêssemos a capacidade de “diferenciar um fogo bom de um fogo ruim”.
“Assim como nos distanciamos da natureza, fomos nos distanciando do fogo”, afirma.
Hoje o próprio agente ambiental realiza queimas prescritas no Jalapão – experiência que ele descreve como “bem prazerosa”.
Num entardecer de maio, ele usava um isqueiro para atear fogo na beira de uma estrada na Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins.
A última queimada naquela área havia ocorrido dois anos antes, e o capim já estava seco outra vez, representando um risco para um eventual incêndio no auge da seca.
Logo essências vegetais liberadas pela queima se espalharam pelo ar fresco. No horizonte, as chamas vermelho-alaranjadas se fundiam com as cores do pôr do sol.
“A gente consegue até desestressar”, ele diz, observando as labaredas ao longe.
“Chega a ser terapêutico.”
Mapa por Caroline Souza, da Equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil
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Fonte: G1 Tocantins

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Da baixa altitude à queda: o que se sabe sobre o avião que caiu em uma fazenda do Tocantins e deixou dois mortos


Morador filma avião voando baixo antes de cair em Fátima (TO)
Um grave acidente aéreo aconteceu no sábado (1º) e resultou na morte de duas pessoas. A aeronave de pequeno porte caiu na zona rural do município de Fátima, região central do estado, por volta das 19h. O piloto morreu no local e o outro ocupante chegou a ser socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu.
Veja o que se sabe sobre esse acidente até esta segunda-feira (3):
Onde aconteceu o acidente?
O acidente aéreo ocorreu na zona rural do município de Fátima. A aeronave de pequeno porte caiu na área de uma fazenda. O chamado para a ocorrência aconteceu pouco antes das 19h. Após a queda do avião, o local foi isolado pela Polícia Militar (PM) para que fossem realizados os trabalhos de perícia técnica.
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Quantas pessoas estavam no avião?
Situação que ficou a aeronave que caiu em Fátima
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
Havia duas pessoas a bordo da aeronave de pequeno porte no momento da queda. As vítimas fatais foram o piloto, Diomedio Aires da Silva Filho, e o passageiro, José Rosário Carneiro de Oliveira.
O piloto, de 56 anos, morreu no local do acidente. O passageiro, de 52 anos, foi socorrido inicialmente e levado para o Hospital de Referência de Porto Nacional, sendo depois transferido para o Hospital Geral de Palmas (HGP). Ele acabou morrendo no domingo (2).
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Quem era o piloto?
Piloto Diomedio Filho morreu após queda de avião em Fátima (TO)
Divulgação/Aeroclube de Porto Nacional
Além de ser piloto, Diomedio também possuía formação como engenheiro civil. Ele tinha registro regular junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave acidentada estava registrada em seu nome.
O Aeroclube de Porto Nacional emitiu uma nota lamentando o falecimento, mencionando que Diomedio deixou um “legado de amizade, companheirismo e amor pela aviação”.
Vídeo antes da queda
Moradores do município de Fátima (TO) filmaram a aeronave momentos antes do acidente, mostrando-a sobrevoando a cidade e perdendo altitude rapidamente.
Imagens feitas por um morador mostram o avião voando baixo, passando próximo aos fios da rede elétrica. Em seguida, a aeronave é vista atrás de um reservatório de água, direcionando-se para a zona rural onde ocorreu a queda.
Quais as características do avião?
A aeronave é classificada como de pequeno porte. O modelo específico do avião que caiu é o Conquest 180. Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o modelo possui capacidade para transportar um peso máximo de até 750 kg.
Após o impacto com o solo, a Polícia Militar (PM) constatou que a parte frontal e as asas do avião ficaram destruídas. Também foi registrado o derramamento de combustível no local do acidente.
Quais as causas do acidente?
As causas do acidente aéreo ainda não foram definidas. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), foi acionado para conduzir a investigação técnica sobre a queda do avião.
O CENIPA informou que uma equipe credenciada esteve no local para coletar informações para a investigação do acidente. Foram aplicadas técnicas específicas pertinentes à verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação. O caso será registrado em breve no painel do SIPAER.
Antes do impacto, moradores reportaram à Polícia Militar sobre a baixa altitude do avião. Além disso, houve o relato de um barulho intenso do motor da aeronave pouco antes de cair na fazenda.
Vídeo mostra avião perdendo altitude antes de cair
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
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Fonte: G1 Tocantins

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Motociclista morre após acidente com caminhonete em cruzamento


Vítima de acidente em Paraíso do Tocantins tem 39 anos
Divulgação/Portal Onlines de Paraíso
Sérgio Rodrigues Costa, de 39 anos, morreu após bater a moto que pilotava contra uma caminhonete. O acidente aconteceu neste domingo (2), em Paraíso do Tocantins, na região central do estado.
A Polícia Militar informou que os veículos colidiram no cruzamento da Rua 26 com a Rua 11, no Setor Novo Jardim Paulista, no início da tarde. O motorista da caminhonete tem 42 anos e não se feriu.
Testemunhas disseram aos policiais que Sérgio havia saído de um estabelecimento comercial próximo para buscar um capacete, quando sofreu o acidente.
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A perícia foi chamada para analisar as circunstâncias do acidente. O motorista da caminhonete foi levado à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
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A Secretaria de Segurança Pública (SSP) explicou que o corpo de Sérgio foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Paraíso do Tocantins para a realização dos exames periciais, e ser liberado para a família realizar o velório e o enterro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Adolescente de 15 anos é arremessado e morre após acidente entre moto e carro; VÍDEO


Veja momento em que moto bate em carro, em Lagoa da Confusão (Crédito: Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa)
Um grave acidente envolvendo uma moto e um carro de passeio matou Rickelmy Pata Lima, de 15 anos, em Lagoa da Confusão, no sudoeste do estado. A motorista do veículo ficou ferida precisou ser levada para o hospital. Uma câmera de monitoramento registrou a batida.
O acidente aconteceu na noite de sexta-feira (31). De acordo com a Polícia Militar (PM), os veículos bateram em um cruzamento da cidade. A motorista contou que trafegava no sentido leste/oeste e não percebeu que a moto conduzida pelo adolescente, que estava no sentido norte/sul, o que resultou na colisão.
As imagens mostram o adolescente sendo arremessado da moto, como a cena é forte este trecho foi retirado do vídeo. Rickelmy morreu ainda no local. A perícia foi acionada e uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) de Paraíso do Tocantins removeu o corpo do adolescente.
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Como a motorista precisou de atendimento médico, ela não prestou depoimento, mas foi orientada a procurar uma delegacia para dar os devidos esclarecimentos sobre o acidente.
Os veículos estavam com a documentação em dia, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e foram liberados para os parentes.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso é acompanhado pela 58ª Delegacia de Polícia de Lagoa da Confusão.
Acidente vitimou adolescente de 15 anos em Lagoa da Confusão
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
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Fonte: G1 Tocantins

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Morre no hospital segunda vítima de queda de avião em fazenda no Tocantins


Situação que ficou a aeronave que caiu em Fátima
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
Morreu neste domingo (2) o passageiro do avião que caiu em uma fazenda localizada em Fátima, região central do Tocantins. Ele foi identificado como José Rosário Carneiro de Oliveira, de 52 anos.
A queda aconteceu na tarde de sábado (1º). O piloto Diomedio Aires da Silva Filho, de 56 anos, morreu no local. Momentos antes, moradores filmaram a aeronave sobrevoando a cidade e perdendo altitude em alta velocidade.
Segundo a Polícia Militar (PM), José Rosário foi socorrido e levado para o hospital de Porto Nacional em estado grave. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), ele foi transferido para o Hospital Geral de Palmas no mesmo dia, mas acabou falecendo após receber todos os cuidados da equipe médica.
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Em um vídeo gravado por um morador, é possível ver o avião sobrevoando próximo aos fios da rede elétrica. Em seguida, a aeronave passa atrás de um reservatório de água, indo em direção à zona rural. Segundo a PM, algumas pessoas também escutaram um barulho intenso do motor pouco antes do acidente.
Após a queda, uma equipe de saúde do município esteve no local para prestar os primeiros socorros. José foi levado para o hospital e o piloto morreu no local. Diomedio possuía registro regular na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Conforme o Registro Aeronautico Brasileiro (RAB), o avião que caiu estava registrado no nome do piloto. A aeronave modelo Conquest 180 tem capacidade de transportar até 750 kg.
O Aeroclube de Porto Nacional lamentou a morte, destacando que o piloto deixou um “legado de amizade, companheirismo e amor pela aviação”.
Imagens feitas na região mostraram que o impacto com o solo deixou a parte frontal e as asas da aeronave destruídas. Conforme a PM, também houve derramamento de combustível.
O local onde o avião caiu foi isolado para a realização dos trabalhos de perícia. Além do Instituto Médico Legal, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), foi acionado para os procedimentos legais e técnicos referentes ao acidente aéreo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Semana começa com alerta de chuva amarelo que cobre quase todo o Tocantins


Alerta amarelo encobre o Tocantins
Divulgação/Inmet
Um aviso de cor amarela que alerta para a possibilidade de chuvas intensas cobre quase todo o estado no início da primeira semande novembro. Apenas uma pequena parte da região leste do estado e o Bico do Papagaio não estão dentro da previsão de chuva.
O alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) começou a valer às 10h deste domingo (2) e segue até a manhã de segunda-feira (3). Conforme a previsão, deve cair entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h.
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O risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas é baixo, segundo o Inmet. Entretanto, a população deve seguir cuidados comuns durante tempestades e não se abrigar debaixo de árvores ou mesmo estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
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Em Palmas, a temperatura vai variar entre 33ºC e 23ºC, com previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No norte, em Araguaína, o tempo pode ficar entre 34°C e 24°C, também com possibilidade de tempestades.
Em Gurupi, na região sul, a temperatura vai variar entre 35°C e 24°C, comchances de pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Além de ser piloto de avião, Diomedio Aires da Silva Filho também tinha formação como engenheiro civil. Ele morreu aos 56 anos, após cair com a aeronave em uma fazenda na zona rural de Fátima, região central do Tocantins. Um homem de 52 anos foi levado para o hospital em estado grave.
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O local onde o avião caiu foi isolado para a realização dos trabalhos de perícia. Além do Instituto Médico Legal, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), foi acionado para os procedimentos legais e técnicos referentes ao acidente aéreo.
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Veja como foi a Super Maratona com revisão para o Enem 2025


Veja como foi a Super Maratona com revisão para o Enem 2025 Professores revisaram assuntos que são exigidos na prova, além de compartilharem dicas e estratégias. O evento em parceria da PUC-GO com a TV Anhanguera aconteceu nos dias 1ª e 2 de novembro.. Além do conteúdo, os inscritos ainda contaram com interações e shows de Miguel e Matheus, Alex, Tasso e banda e Chacal.. No primeiro dia, estudantes acompanharam aulas de ciências humanas e linguagem.. Ciências da natureza e matemática foi o conteúdo das aulas do segundo dia.

Fonte: G1 Tocantins

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Três pessoas morrem após acidente entre moto e caminhonete em cruzamento de Araguaína; VÍDEO


Vídeo mostra batida entre moto e caminhonete que matou três pessoas em Araguaína
Três pessoas morreram após o acidente entre uma caminhonete e uma moto, em Araguaína, região norte do estado. A Polícia Civil está apurando as circunstâncias do acidente. Um vídeo registrou o momento em que a moto atinge a lateral e chega a levantar as duas rodas do veículo. (Assista acima)
Os mortos foram identificados como:
Odilon Saraiva de Brito, de 82 anos (motorista da caminhonete);
Diego Alves Belarmino, de 20 anos (ocupante da motocicleta);
Mateus Dias de Oliveira, de 17 anos (ocupante da motocicleta).
O acidente aconteceu na esquina da Rua das Malvas com a Rua Hortelã, no Setor Camargo, na noite de sábado (1º). Conforme apurado pela Polícia Militar, testemunhas disseram ter visto a motocicleta em alta velocidade.
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Acidente aconteceu em curzamento, em Araguaína
Divulgação/PMTO
Segundo relatado, os motociclistas bateram na lateral da caminhonete quando o idoso cruzava a via. Com o impacto da batida, Odilon, Mateus e Diego acabaram morrendo no local.
O passageiro da caminhonete, de 70 anos, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Regional de Araguaína.
A Polícia Técnico-Científica realizou a perícia no local e os corpos foram levados pelo Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado pela 28ª Delegacia de Polícia Civil de Araguaína.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra avião perdendo altitude antes de cair em fazenda no Tocantins e deixar um morto e um ferido


Morador filma avião voando baixo antes de cair em Fátima (TO)
Momentos antes da queda do avião que deixou um homem morto e outro ferido, moradores de Fátima, no Tocantins, filmaram a aeronave sobrevoando a cidade e perdendo altitude em alta velocidade. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o piloto Diomedio Aires da Silva Filho, de 52 anos, morreu.
Segundo a Polícia Militar (PM), algumas pessoas também escutaram um barulho intenso do motor pouco antes da queda, na tarde de sábado (1º). A aeronave de pequeno porte caiu na área de uma fazenda.
Em um vídeo gravado por um morador, é possível ver o avião sobrevoando próximo aos fios da rede elétrica. Em seguida, a aeronave passa atrás de um reservatório de água, indo em direção à zona rural.
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Vídeo mostra avião perdendo altitude antes de cair
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
Após a queda, uma equipe de saúde do município esteve no local para prestar os primeiros socorros. O homem ferido foi socorrido e levado para o Hospital de Referência de Porto Nacional. O outro ocupante não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Imagens feitas na região mostraram que o impacto com o solo deixou a parte frontal e as asas da aeronave destruídas. Conforme a PM, também houve derramamento de combustível.
O local onde o avião caiu foi isolado para a realização dos trabalhos de perícia. Além do Instituto Médico Legal, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), foi acionado para os procedimentos legais e técnicos referentes ao acidente aéreo.
Situação que ficou a aeronave que caiu em Fátima
Bruno Soares/Portal Eu Amo Lagoa
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Fonte: G1 Tocantins