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Governador em exercício do Tocantins diz que encontrou escutas em secretarias e gastos milionários: ‘Vamos diminuir’


Novo governo de Laurez e afastamento de Wanderlei completam um mês; entenda
O governador em exercício, Laurez Moreira (PSD), tem anunciado cortes de despesas do Estado desde que assumiu o governo após o afastamento de Wanderlei Barbosa (Republicanos). A primeira medida foi suspender o contrato de uma empresa de táxi aéreo. Segundo Laurez, conforme levantamento feito pela Secretaria de Planejamento, o estado deve ter um déficit de R$ 380 milhões.
Laurez já foi vereador, prefeito, deputado estadual e federal e, desde 2023, vice-governador do estado. Durante o mandato nesse cargo ele só assumiu o governo no primeiro ano de gestão, já que depois disso Wanderlei Barbosa conseguiu a aprovação de uma emenda à constituição estadual para poder permanecer no cargo mesmo durante viagens, o que impediu que Laurez o substituísse.
Em entrevista à TV Anhanguera, o governador em exercício também comentou sobre as escutas encontradas em secretarias, despesas milionárias com shows.
Laurez Moreira, governador em exercício do Tocantins
Bruno Maia/Governo do Tocantins
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200 milhões em shows
Ao identificar um déficit milionário nas despesas do Estado, o governador em exercício passou a cortar despesas. Segundo Laurez, os gastos feitos pela gestão anterior teriam ultrapassado os valores que estavam previstos.
“Uma coisa que me assustou muito, o custeio da máquina pública. Uma boa gestão deve levar em conta não gastar mais do que 20% do custeio. E o que eu percebi, é que o custeio aqui era totalmente sem controle. O Estado estava gastando em torno de 30% a 32%, o que é um absurdo”, disse.
O primeiro corte foi relacionado ao táxi aéreo contratado pelo estado, que estaria custando R$ 20 milhões por ano. Também houve redução no uso de veículos usados pelas secretarias e cortes de aluguéis. Conforme Laurez, um levantamento apontou que a gestão anterior também teria gastado R$ 200 milhões apenas com shows.
“Eu acho que chega próximo aí de R$ 200 milhões, então é um absurdo. Não vamos permitir isso. A gente tem que botar um padrão, nós vamos diminuir, não vamos cortar 100%. A gente percebe que as pessoas gostam e a gente também não pode ir contra a vontade das pessoas. Agora, sem exagero, com respeito ao dinheiro público, nada justifica você chegar na cidadezinha bem pequena, ter cinco shows de nível nacional no mesmo dia, às vezes até sem público”, explicou.
Em nota, Wanderlei afirmou que os valores divulgados estão superestimados pela gestão interina e que esses recursos são de emendas parlamentares impositivas. Esses recursos teriam sido usados durante temporada de praia e feiras agropecuárias, que geraram receitas de mais de R$ 1 bilhão em 2025.
Escutas nas secretarias
Durante entrevista à TV Anhanguera, Laurez afirmou que foram encontradas escutas em secretarias estaduais e dentro de veículos. Para ele, os aparelhos estão relacionados à gestão anterior.
“Eu não tenho dúvida disso, são pessoas que têm alguma culpa no cartório e é evidente que estão querendo saber o que estão apurando. Escuta dentro de veículos, dentro de secretarias, essas coisas todas. Tem que olhar, verificar, que são coisas difíceis de descobrir quem fez, mas a gente está tentando descobrir”, explicou.
A gestão de Wanderlei Barbosa disse que não tem nada a dizer sobre as supostas escutas ilegais e que não foi apresentada nenhuma prova de que elas existem. O governador afastado ainda afirmou que nenhum membro da gestão de Wanderlei foi acusado de ser responsável pelas escutas.
Afastamento e mudanças na gestão do Estado
Laurez Moreira se torna Governador em exercício após afastamento de Wanderlei Barbosa
Wanderlei Barbosa foi afastado no dia 3 de setembro de 2025. A decisão foi do ministro Mauro Campbell, do STJ, mas depois foi referendada pela Corte Especial do órgão. Ele é suspeito de desvios de recursos públicos realizados em 2020 e 2021, momento em que foi declarado estado de emergência em saúde pública por conta da pandemia de Covid-19.
A Polícia Federal investiga crimes de frustração ao caráter competitivo de licitação, peculato, corrupção passiva, lavagem de capitais e formação de organização criminosa.
No mesmo dia do afastamento de Wanderlei, o governador em exercício, Laurez Moreira, exonerou todos os secretários do primeiro escalão. Depois disso, Laurez passou a nomear os novos secretários, mas acabou reconduzindo alguns nomes de volta aos cargos. As nomeações seguiram durante todo o mês de setembro.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição – TO de sexta-feira, 3 de outubro de 2025


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Fonte: G1 Tocantins

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Decisão revoga medidas cautelares determinadas para soltura do ex- governador Carlesse, suspeito de planejar fuga para o exterior


Ex-governador Mauro Carlesse deixa prisão no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Tocantins
Reprodução/TV Anhanguera
As medidas cautelares impostas para a soltura do ex-governador Mauro Carlesse (Agir), no início do ano, foram revogadas por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão é do ministro Mauro Campbell e se estende a Claudinei Quaresemin, ex-secretário de estado e sobrinho de Carlesse.
O político foi preso preventivamente no dia 15 de dezembro de 2024, na zona rural de São Valério. Carlesse é investigado por suposto envolvimento em um esquema de corrupção e é suspeito de arquitetar um plano de fuga junto com o sobrinho. Eles já teriam providenciado documentos e residência no Uruguai e Itália.
A defesa de Mauro Carlesse afirmou que a prisão do ex-governador Mauro Carlesse foi injusta e sem provas, o que levou à atual decisão do STJ, que “reconheceu que a medida era nula desde a origem, porque se baseava em elementos considerados irregulares e inválidos” (veja nota na íntegra abaixo). A defesa de Claudinei Quaresemin não foi localizada pela reportagem.
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Conforme a nova decisão, desta sexta-feira (3), o ministro acolheu pedido da defesa de Carlesse e Quaresemin, revogando as seguintes medidas cautelares diversas da prisão deles:
Comparecimento bimestral em juízo;
Proibição de manter contato com quaisquer dos investigados e com as testemunhas arroladas na peça acusatória;
Proibição de se ausentar da comarca;
Proibição do exercício de cargo ou função pública no Estado do Tocantins e respectivos municípios;
Proibição de se ausentar do país, com comunicação à polícia de fronteira e entrega do passaporte em até 48 horas.
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Conforme citado na decisão que a TV Anhanguera teve acesso, a defesa dos políticos alegou por meio dos embargos de declaração que a tramitação da denúncia impediu a defesa de se manifestar previamente ao ato de recebimento e que eles “jamais manifestou o propósito de se evadir do território nacional”, entre outros pontos.
Na mesma linha de defesa, Carlesse alegou ainda que a medida cautelar de proibição de deixar a comarca em que reside está o impedindo de exercer seu direito constitucional ao trabalho.
O ministro acolheu os pedidos levando em consideração que os elementos que embasaram as prisões, colhidos na busca e apreensão criminal autorizada pela Justiça Federal, tornaram-se sem validade para justificar os pedidos de prisão preventiva.
Quaresemin também chegou a fazer o pedido de anulação do recebimento da denúncia, ponto que foi indeferido pelo ministro Campbell “por considerar que a anulação do compartilhamento dos elementos de convicção colhidos no pedido de busca e apreensão criminal […] é irrelevante para a ação penal em andamento”.
Relembre a prisão de Carlesse
Identidade uruguaia e passaporte italiano de Carlesse fundamentaram pedido de prisão
Reprodução
Carlesse ficou preso por mais de dois meses no Quartel do Comando Geral de Palmas e a Justiça Estadual negou diversos pedidos da defesa para liberdade do político. Em entrevista à TV Anhanguera, ele afirmou ter passaporte e cidadania italiana para viagens de férias e que a identidade uruguaia que conseguiu está relacionada a transações comerciais.
Na decisão que autorizou a prisão, a justiça destacou diálogos e indícios que comprovam um possível risco de fuga para o exterior de Carlesse para o Uruguai ou Itália. O plano supostamente estava sendo arquitetado junto com o sobrinho.
O ex-secretário teria providenciado documento de identidade e autorização para residência fixa no Uruguai para ele e o tio. Um vilarejo na Itália também seria uma das opções de fuga de Carlesse e Quaresemin. O sobrinho teria viabilizado o aluguel de uma casa no país europeu com o nome de uma intermediária. O valor foi de 1,5 mil euros de aluguel no imóvel, segundo o MP.
No dia 18 de fevereiro de 2025, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu liminar para liberdade ao ex-governador, mas determinou as medidas cautelares revogadas nesta sexta-feira.
Ex-governador investigado
Carlesse é alvo de pelo menos cinco investigações e responde a ações penais. Ele esteve no cargo de Governador do Tocantins entre os anos de 2018 e 2021. Ele foi afastado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) durante as investigações das operações Hygea e Éris, que apuram supostos pagamentos de propina no plano de saúde dos servidores públicos e aparelhamento da Polícia Civil.
O político renunciou ao cargo em 2021 para evitar um processo de impeachment. Depois disto, as investigações, que estavam no âmbito federal, foram enviadas para a Justiça estadual. A estimativa dos investigadores é de que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos como propina para membros do executivo só em relação ao plano de saúde dos servidores públicos.
Em 2024, Carlesse foi alvo de outra operação da Polícia Federal, que investiga possíveis crimes de fraude à licitação que teriam ocorrido em 2018 em contratos relacionados à extinta Secretaria de Infraestrutura, Cidades e Habitação do Estado do Tocantins. Foi nessa última operação que foram encontradas conversas e indícios de um suposto plano de fuga para o exterior. Carlesse nega que queria fugir do país.
Contra Carlesse constam as acusações de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, falsidade ideológica, obstrução de investigações, organização criminosa e peculato.
Íntegra da nota da defesa do Carlesse
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) em decisão proferida pelo Ministro Mauro Campbell Marques em 03 de outubro de 2025, declarou a nulidade da prisão preventiva decretada em seu desfavor em 15/12/2024, com o consequente desentranhamento do que lhe serviu de suposto fundamento
Com isso, confirmou o que sempre foi dito: a prisão do ex-governador Mauro Carlesse foi injusta e sem provas.
Foram 67 dias de privação de liberdade (de 15 de dezembro de 2024 a 20 de fevereiro de 2025), até que agora o próprio STJ reconheceu que a medida era nula desde a origem, porque se baseava em elementos considerados irregulares e inválidos.
A decisão confirma que Carlesse foi vítima de uma perseguição política, submetido a um processo sem sustentação jurídica. Até hoje, não foi apresentada nenhuma prova concreta que justificasse a prisão — apenas acusações frágeis e sem respaldo legal.
Com o reconhecimento da nulidade, fica evidente que a prisão nunca deveria ter acontecido. Mais do que reparar uma injustiça, a decisão reafirma que ninguém pode ser privado de sua liberdade sem provas legítimas e sem respeito ao devido processo legal.
Saiba detalhes da decisão que soltou ex-governador Mauro Carlesse da prisão
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeitura é condenada a indenizar servidora temporária demitida após nascimento da filha


Ex-servidora de Ponte Alta deverá ser indenizada após ser dispensada durante gravidez
Uma decisão judicial condenou o município de Ponte Alta do Tocantins, na região do Jalapão, a pagar indenização a uma servidora contratada temporariamente que foi desligada do cargo enquanto estava em licença-maternidade. O processo é por danos materiais e morais e a sentença saiu na quinta-feira (2).
De acordo com o processo, a ex-servidora de 41 anos era contratada como auxiliar de serviços gerais. Ela começou a trabalhar no cargo do município em fevereiro de 2020. Em janeiro de 2021, logo após ter um bebê, a mulher foi informada sobre o desligamento do cargo.
O g1 pediu posicionamento para o município, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. A decisão cabe recurso.
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A funcionária entrou na Justiça e alegou que houve ilegalidade na demissão, pois tinha direito à estabilidade temporária no emprego, por conta da gestação.
A decisão é do juiz William Trigilio, da Comarca de Ponte Alta do Tocantins. Ele destacou que a então servidora tinha direito à licença-maternidade e à estabilidade provisória conforme prevê a Constituição, e isso independe do tipo de contrato de trabalho.
O ato da prefeitura “violou seu direito constitucional”, entendeu o juiz. Entretanto, como o período de estabilidade terminou, ela não poderia ser reintegrada ao quadro de servidores. Diante disso, o magistrado converteu esse direito em uma indenização substitutiva. A prefeitura ainda terá que pagar salários e demais verbas correspondentes ao período de estabilidade, além das contribuições previdenciárias.
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Suspeita de crime cibernético é investigada após disparo de mensagens com arquivo malicioso
Como a mulher foi demitida em um momento de vulnerabilidade, o que “causou abalo psicológico e violou a dignidade da trabalhadora”, a prefeitura terá que responder por dano moral, com uma indenização de R$ 5 mil.
A prefeitura também terá que arcar com os honorários advocatícios, fixados em 10% sobre o valor total da condenação.
O único ponto negado pelo juiz no processo é o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Isso ocorreu porque o contrato de trabalho firmado com a ex-servidora era em regime estatutário do município e não pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Prefeitura de Ponte Alta do Tocantins
Reprodução/Google Street View
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Fonte: G1 Tocantins

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Suspeita de crime cibernético é investigada após disparo de mensagens com arquivo malicioso


Criminosos tentam aplicar golpes por meio do envio de arquivos zipados; confira
O disparo em massa de mensagens contendo um arquivo suspeito virou caso de polícia após trabalhadores e empresários suspeitarem de um golpe virtual. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação para identificar a origem dos disparos está em andamento.
A Divisão Especializada de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) informou que na quinta-feira (2) registrou sete ocorrências relacionadas ao possível golpe. Em todos os casos, funcionários de empresas relataram ter recebido mensagens de supostos fornecedores ou clientes com arquivos em formato .zip.
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🚨 Diante dos casos, a Polícia Civil alerta a população para não abrir arquivos com o formato suspeito.
Suspeita de golpe
Conforme a SSP, no momento em que funcionários abriram os arquivos, as contas de WhatsApp que estavam conectadas no computador foram hackeadas. Em seguida, passaram a replicar as mensagens com o arquivo zipado aos contatos da empresa.
A própria plataforma, ao identificar a atividade suspeita, suspendeu as contas. Segundo especialistas em segurança digital, golpistas podem tentar acessar dados importantes de uma pessoa por meio de arquivos maliciosos.
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Associação Comercial e Industrial de Paraíso alerta comerciantes sobre suposto golpe
Reprodução/TV Anhanguera
Comerciantes eram alvo
O caso deixou a Associação Comercial e Industrial de Paraíso do Tocantins em alerta. Conforme Sérgio Floresta, diretor de marketing da associação, logo que a situação foi descoberta, os comerciantes da cidade foram avisados.
“Nós fizemos uma mobilização para comunicar aos associados, através das redes sociais. Foi uma ação rápida, porque a gente viu o quanto foi rápido a ação dos criminosos. Por meio de um script de computador, eles invadiram de forma instantânea após baixarem o arquivo”, declarou.
Moradores de outras cidades também relataram o recebimento do arquivo suspeito. De acordo com a SSP, até o momento, não há registros de prejuízos financeiros em nenhum dos casos investigados.
Fernanda Dias é proprietária de uma floricultura em Palmas e quase foi vítima. Ela conta que só não clicou no arquivo porque desconfiou que havia algo errado com a mensagem.
“Como tenho acesso ao WhatsApp da loja, olhei e achei estranho e imediatamente excluí. Temos um grupo com outros empreendedores e eles estavam comentando que não era para clicar porque era golpe”, contou.
A gerente administrativa Tamara Sousa não teve a mesma sorte. Ela clicou no arquivo e, em questão de segundos, o aplicativo de mensagens que estava conectado no computador foi invadido. “Meu computador começou a travar, aí depois já passou a mandar mensagens automáticas para os clientes com o arquivo”, disse.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição – TO de sexta-feira, 3 de outubro de 2025


Reveja os vídeos do telejornal.

Fonte: G1 Tocantins

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Ex-pastor é preso após ser condenado por crimes sexuais contra adolescentes de igreja


Entrada da cidade de Monte do Carmo, no interior do Tocantins
Reprodução/Google Street View
Um homem de 41 anos foi preso após ser condenado por crimes sexuais contra adolescentes em Monte do Carmo, na região central do estado. Segundo a Polícia Civil, o condenado era pastor na época dos crimes e as vítimas eram adolescentes que frequentavam a igreja dele.
O mandado de prisão definitiva foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Porto Nacional e cumprido na manhã desta sexta-feira (3). O nome do condenado não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Conforme a polícia, os crimes aconteceram entre os anos de 2015 e 2018. Investigações apontaram que o pastor se aproveitava da confiança de sua posição na igreja para atrair as vítimas.
O líder religioso usava “campanhas de oração” e acampamentos realizados na fazenda de familiares e em sua residência para ter acesso aos adolescentes.
O condenado foi preso e encaminhado para a Unidade Prisional de Porto Nacional, onde ficará à disposição da Justiça.
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VÍDEOS: Bom Dia Tocantins de sexta-feira, 3 de outubro de 2025


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Homem morde funcionário de loja ao ser flagrado tentando furtar pneus, diz PM


Viatura da Polícia Militar do Tocantins
Divulgação/PM
Um homem de 36 anos foi preso suspeito por tentar furtar seis pneus de uma loja na quadra 403 Sul em Palmas. Segundo a Polícia Militar, ele chegou a morder um funcionário após ser impedido de sair do estabelecimento.
O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não teve contato com a defesa dele.
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Conforme a PM, o gerente da loja contou que um homem havia tentado sair do estabelecimento carregando os pneus. O suspeito foi impedido pelos funcionários e levado para a sala de Recursos Humanos, onde ficou detido até a chegada da polícia.
O caso foi registrado na quarta-feira (1º). Segundo os militares, o homem mordeu um funcionário no momento em que era contido e teria feito ameaças de morte às pessoas que estavam no local.
A PM informou que homem foi preso e levado à 1ª Central de Flagrantes, onde foi autuado por tentativa de furto e lesão corporal.
O g1 solicitou mais informações sobre o caso à Secretaria de Segurança Pública, mas não teve resposta até a publicação da reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Idoso de 71 anos desce do carro para verificar acidente e morre atropelado por caminhão, diz PRF


Viatura da PRF do Tocantins
PRF/ Divulgação
Um idoso de 71 anos morreu após ser atropelado por um caminhão em Aparecida do Rio Negro, região central do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele teria descido do próprio carro após ser atingido na traseira por outro veículo, e acabou sendo atropelado.
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O acidente aconteceu em um trecho da BR-010, por volta das 18h50 desta quinta-feira (2). A vítima foi identificada como João Vargas da Cunha, conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
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De acordo com a PRF, João Vagas teria se envolvido em um acidente com outro carro. Ele desceu para verificar os danos e foi atropelado.
O idoso não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal de Palmas (IML), onde passou por exames de necropsia e aguarda a liberação para os familiares.
O caso será investigado pela 78ª Delegacia de Polícia de Aparecida do Rio Negro.
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Fonte: G1 Tocantins