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PM condenado pela morte de advogado tem pena aumentada para 36 anos de prisão


Danillo Sandes foi executado em 2017
Arquivo pessoal
O policial militar do Pará João Oliveira Santos Júnior, condenado por matar advogado araguainense Danillo Sandes Pereira, teve a pena aumentada para 36 anos de prisão. Anteriormente, o policial havia sido condenado a 32 anos e 10 meses, além da perda do cargo público. A mudança ocorreu após a Justiça aceitar o pedido de revisão de cálculo feito pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO).
O g1 solicitou um posicionamento para a defesa de João Oliveira, mas não teve resposta até a publicação da reportagem.
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A relatora do processo foi a desembargadora Angela Issa Haonat, que assinou a decisão no dia 13 de agosto de 2025. O MP pediu o aumento da pena devido à gravidade da culpabilidade, enquanto a defesa do policial entrou com apelação solicitando a verificação de nulidades no julgamento feito pelo Tribunal do Júri.
Na decisão, a desembargadora aceita o pedido do Ministério Público e adiciona mais três anos à pena do policial. “A culpabilidade do réu foi corretamente valorada negativamente, sendo razoável a adoção de fração superior a 1/6, diante da premeditação e da condição funcional do réu como policial militar, atuando em grupo de extermínio mediante paga”, afirmou.
Já os pedidos feitos pela defesa do condenado foram rejeitados.
Morte em disputa por herança
O assassinato aconteceu em julho de 2017, motivado por uma disputa envolvendo uma herança de R$ 7 milhões. Segundo as investigações, Danillo representava o farmacêutico Robson Barbosa da Costa no processo de divisão da herança e não quis ajudá-lo a esconder parte do dinheiro dos outros herdeiros.
O descontentamento de Robson ocorreu durante o acerto dos honorários advocatícios. Danillo entrou com ação judicial cobrando a dívida e obteve decisão que obrigou o farmacêutico a vender um caminhão para quitar a dívida. A partir daí, Robson teria passado a arquitetar a morte de Danillo.
O crime também teve participação de Rony Macedo Alves Paiva, apontado como intermediário, do ex-PM Wanderson Silva da Sousa, e do PM João Oliveira Santos Júnior.
Danillo teria sido atraído para fazer um inventário no valor de R$ 800 mil, além de imóveis e gado na região de Filadélfia. No dia 25 de julho de 201, o advogado marcou um encontro com os militares, entrou no veículo deles para ir até Filadélfia e levou dois tiros na nuca durante o percurso. O corpo foi escondido em um matagal.
Procurada nesta terça-feira (19), a defesa de Wanderson Silva disse que não tem nada a declarar. O g1 pediu posicionamento dos demais condenados, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Julgamento do policial militar
João Oliveira foi condenado por homicídio em dezembro de 2024, com pena a ser cumprida em regime fechado. Ele atuava como policial militar no Pará e foi apontado no processo como executor de Danillo. O julgamento aconteceu em Araguaína.
De acordo com o Ministério Público Estadual (MPTO), os jurados acolheram as teses de que João cometeu o crime de homicídio triplamente qualificado, com as qualificadoras de ter sido mediante paga, por motivo torpe e com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, combinado aos crimes de associação criminosa e ocultação de cadáver. Também foi atribuído o crime de formação de grupo de extermínio, que levou ao aumento da pena.
O policial também foi condenado a perder o cargo de policial militar no Pará. Ele está preso desde 21 de setembro de 2017, segundo o MPTO.
Outros três foram condenados
Acusado de matar advogado de Araguaína é condenado a 39 anos de prisão
Robson Barbosa da Costa foi condenado a mais de 39 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado mediante paga, com dissimulação, por motivo torpe e com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. O julgamento aconteceu em setembro de 2024. Segundo a decisão, a pena deve ser cumprida em regime fechado.
Inicialmente, Rony Macedo Alves Paiva foi condenado a 25 anos, dois meses e 14 dias de prisão e Wanderson Silva de Sousa a 26 anos, cinco meses e 14 dias de prisão. As decisões saíram em setembro de 2022.
Em junho de 2023, a Justiça aumentou a pena dos dois para 32 anos e 22 dias de prisão após o Ministério Público recorrer.
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Fonte: G1 Tocantins

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Médico é condenado a devolver salários que recebeu sem trabalhar enquanto estava em Miami (EUA)


Hospital Geral de Palmas
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
O médico Neymar Cabral de Lima foi condenado a devolver aos cofres públicos os salários que recebeu sem trabalhar enquanto estava em Miami, nos Estados Unidos, entre 2012 e 2013. O prejuízo calculado pelo Ministério Público Estadual foi de R$ 275.296,16.
Além do médico, a 2ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas também condenou, por improbidade administrativa, um diretor técnico do Hospital Geral de Palmas (HGP) e a então secretária de saúde por atestarem a frequência do médico sem que ele estivesse trabalhando. Cabe recurso da decisão.
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Foram condenados:
Neymar Cabral de Lima (médico): condenado a fazer o ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público por cinco anos, além de pagar uma multa com os demais réus.
Vanda Maria Gonçalves Paiva (secretária de saúde na época): Perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público por cinco anos, e pagamento de multa solidária com os demais réus.
Atil José de Souza (diretor técnico na época): Perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público por cinco anos, e pagamento de multa solidária com os demais réus.
A defesa de Vanda Maria disse que respeita a decisão, mas vai recorrer da sentença. “Quem tem responsabilidade de fiscalizar trabalho de servidor não é secretária”, comentou o advogado Juvenal Klayber Coelho.
A defesa de Neymar Cabral, realizada pelo advogado Thiago Perez, informou que as viagens antecederam seu pedido de licença não remunerada e mudança para os EUA. Disse que nos momentos em que tinha algum plantão, durante sua viagem, o cliente foi substituído por um colega e, quando regressava, realizava os plantões do colega que o substituiu. Afirmou ainda que o cliente foi inocentado em outra ação que envolve as mesmas partes e fatos, e acredita que esta sentença será reformada em recurso.
O g1 pediu posicionamento da defesa de Atil José de Souza, assim como da Secretaria de Estado da Saúde também foi procurada, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
Entenda a condenação
O caso aconteceu entre os anos de 2012 e 2013.
De acordo com a ação movida pelo MPTO, a ex-secretária de saúde do estado, Vanda Maria Gonçalves Paiva, e o ex-diretor técnico do HGP, Atil José de Souza, assinaram as folhas de ponto do médico no período em que ele morava em Miami, na Flórida.
No processo, a promotoria argumentou que era ilógico que um servidor público com carga horária semanal de 40 horas estivesse ausente do Brasil em diversas ocasiões, por longos períodos, e ainda assim conseguisse cumprir efetivamente sua jornada de trabalho.
Ainda segundo o processo, Vanda Maria foi acusada de ter removido Neymar Cabral do HGP para seu gabinete em 16 de novembro de 2012 e de ter assinado a folha de frequência dele de 16 de novembro de 2012 a 26 de janeiro de 2013, mesmo tendo ciência de que ele não estava cumprindo sua carga horária.
Atil José de Souza foi acusado de ter assinado a folha de frequência do médico de julho de 2012 a 15 de novembro de 2012, sabendo que ele não estava cumprindo a carga horária, permitindo também seu enriquecimento ilícito.
“Dessa forma, além de Neymar que se beneficiou de salários sem a contraprestação laboral, seus chefes imediatos que atestaram indevidamente sua frequência, também praticaram atos de improbidade administrativa”, diz a decisão do juiz Roniclay Alves de Morais.
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A sentença determina que o médico devolva integralmente o valor das remunerações recebidas no período, com juros e correção monetária. Os três também deverão pagar uma multa civil, de forma solidária, e arcar com as custas e despesas processuais.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição – TO de terça-feira, 19 de agosto de 2025

Reveja os vídeos do telejornal.

Fonte: G1 Tocantins

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Fã de 75 anos viraliza ao gravar vídeo com outdoor de Henrique & Juliano e ganha convite para show da dupla: ‘Era um sonho’


Dona Izaltina Ramos assistiu o show da dupla em cima do palco
Aos 75 anos, dona Izaltina Ramos de Souza virou assunto nas redes sociais após realizar o sonho de conhecer a dupla sertaneja Henrique & Juliano. A idosa viralizou depois que as filhas gravaram um vídeo dela falando do amor pelos cantores, e recebeu um convite especial para ir ao show deles em Palmas, no Tocantins.
“Era um sonho, que através dos outros pude realizar. Eu estava lá dentro [no palco] e não estava acreditando que estava lá, porque não tenho condições de pagar um ingresso”, contou Izaltina.
O show Henrique & Juliano ‘Em Casa’ ocorreu na noite do último sábado, dia 16 de agosto, e além da dupla, houve apresentações de outros artistas do sertanejo e da música eletrônica. O evento se estendeu até a manhã do domingo (17), no estacionamento do estádio Nilton Santos.
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A filha da idosa, Glezia Iany Ramos dos Anjos Santos, contou ao g1, que a mãe conseguiu participar do show após ela e uma sobrinha publicarem um vídeo onde a idosa brinca na frente de um outdoor, afirmando que veio de Porto Nacional para Palmas apenas para ver Henrique e Juliano.
“Foi quando começamos a postar vídeos dela escutando o Henrique e Juliano, até meu sobrinho chegou a falar: ‘vó, não vai nem fazer comida, só ver o Henrique e Juliano’, e ela respondia que ia somente ouvir eles. E no outro dia, minha irmã a trouxe para Palmas para fazer alguns exames, porque ela já passou por dois procedimentos no coração e precisava verificar se estava tudo certo”.
A publicação foi compartilhada em diversas páginas e viralizou.
“O intuito do vídeo não era fazer com que ela fosse ao show, mas que eles [Henrique e Juliano] pudessem ver e gravar alguma mensagem para ela [Izaltina], porque apenas de tirar uma foto ao lado do banner deles minha mãe tinha ficado feliz, os olhas dela brilhavam”, disse a filha.
Idosa de 75 anos ganha convite para show de Henrique e Juliano
Glezia Iany Ramos/Arquivo Pessoal
Convite surpresa para o ‘Em Casa’
De acordo com Glezia Iany, após o vídeo viralizar, uma das produtoras responsável pelo show de Henrique & Juliano fez o convite para que a dona Izaltina Ramos conhecesse os ídolos de perto.
“Não tinha condições para pagar um ingresso e ela ficar ali no meio da multidão, devido à idade e ao histórico de saúde, então quando recebemos esse convite da produtora ficamos felizes. Minha mãe ficou em um local onde dava para sentar, perto dos artistas e com acesso a todos os camarins”, explicou Glezia.
Ao g1, dona Izaltina Ramos também contou a emoção de poder realizar o sonho de ir a um show pela primeira vez e conhecer os ídolos sertanejos.
“Foi muito bom, muito bom mesmo. Tirei uma foto com o Juliano, ele veio até mim, disse estar me reconhecendo e perguntou se queria tirar uma foto. Ele foi muito atencioso, já o Henrique não deu para falar com ele. Falei com o Grelo também e ele ficou muito tempo conversando comigo”, lembrou Izaltina.
Além de conhecer os cantores Henrique e Juliano, e as esposas da dupla, dona Izaltina também falou com a influenciadora Virginia Fonseca, que curtiu o show da dupla, após embarcar no jatinho em Goiânia e pousar na capital tocantinense.
Idosa viralizou após tirar foto ao lado do outdoor dos ídolos
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Professora, mãe solo e fã
Izaltina Ramos é natural de Ipueiras, região central do estado, mas mora em Porto Nacional. Mãe de dez filhos e professora de geografia, ele também está concluindo mais um curso na cidade onde mora.
A fã da música sertaneja, conta ainda que entrou na universidade para a primeira graduação aos 51 anos. “Tive dez filhos, hoje apenas seis deles que são vivos, dois homens e quatro mulheres, e por ser mãe solo não era fácil para mim na época poder estudar. Aí, quando terminei de criar eles, entrei em geografia aos meus 51 anos”.
Ainda segunda Izaltina, foi a primeira vez que conseguiu participar de um show. “Não imaginava depois de tanto tempo conseguir. Até hoje não acredito que fui e vi eles de perto [Henrique & Juliano], foi muito bom!”
Izaltina Ramos também conheceu o cantor Grelo e a influenciadora Virginia Fonseca
Glezia Iany Ramos dos Anjos Santos/ Arquivo Pessoal
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Bom Dia Tocantins de terça-feira, 19 de agosto de 2025


Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da região.

Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEO: Kombi escolar pega fogo enquanto transportava alunos da zona rural


Vídeo mostra kombi pegado fogo enquanto transportava alunos da zona rural
Uma kombi que fazia o transporte escolar pegou fogo no momento em que levava alunos de volta para casa, na zona rural de Formoso do Araguaia, no sul do Tocantins. O fogo começou quando o veículo fazia a rota do assentamento Gameleira, a 42 km do centro de Formoso, no início da noite de segunda-feira (18). O transporte é destinado a alunos com idade entre seis e 16 anos.
A Secretaria Municipal de Educação afirmou, em nota, que não houve feridos e que o veículo havia passado por vistoria regular do Detran. As causas do acidente serão devidamente investigadas pelas autoridades competentes (veja nota completa abaixo).
Conforme apurado pela TV Anhanguera, com os pais dos alunos, pelo menos 15 crianças estavam no veículo. As testemunhas confirmaram que não houve feridos por conta do incêndio, mas uma criança sofreu escoriações no rosto durante a correria para sair do veículo.
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Um vídeo gravado após os ocupantes saírem da kombi mostra o que sobrou da estrutura. Pneus ficaram carbonizados, bancos ainda em chamas e materiais escolares dos alunos queimados e espalhados pelo chão.
Conforme a Semus, a kombi será substituída pela empresa responsável para que a prestação do serviço de transporte escolar não sofra interrupção.
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Kombi escolar pegou fogo na zona rural de Formoso do Araguaia
Reprodução/ Instagram Formoso Alerta
Íntegra da nota do município
A Secretaria Municipal de Educação de Formoso do Araguaia vem a público lamentar o incidente ocorrido no final da tarde de ontem, quando um veículo pertencente à frota terceirizada do transporte escolar sofreu um incêndio durante o trajeto.
Felizmente, não houve feridos e todos os estudantes e o condutor foram retirados do veículo em segurança.
Esclarecemos que o automóvel em questão havia passado por vistoria regular do DETRAN Tocantins, sendo considerado apto para o transporte escolar. Ressaltamos que a segurança dos alunos é prioridade absoluta desta gestão.
As causas do acidente serão devidamente investigadas pelas autoridades competentes. Enquanto isso, o veículo será imediatamente substituído pela empresa responsável, de forma que a prestação do serviço de transporte escolar não sofra qualquer interrupção.
Reiteramos nosso compromisso com a segurança, a transparência e a qualidade da educação em nosso município.
Kombi escolar pega fogo durante retorno de alunos da zona rural de Formoso de Araguaia
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe se desespera ao ver filho engasgado e PM de folga salva criança com manobra de Heimlich em supermercado; VÍDEO


Policial de folga salva criança engasgada em frente a supermercado
Um policial militar de folga salvou a vida de um menino que se engasgou em um supermercado. A mãe entrou em desespero ao ver que a criança não conseguia respirar e pediu ajuda. Rapidamente, o militar aplicou a manobra de Heimlich e desobstruiu as vias aéreas da criança.
O caso aconteceu em Paraíso do Tocantins, na região central do estado, no sábado (16). O coronel PM Márcio Antônio Barbosa, comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins elogiou a conduta do policial. “Esta é a essência do que significa ser um policial militar: estar pronto para servir e proteger a qualquer momento, dentro ou fora do horário de serviço”, afirmou.
A manobra de Heimlich é uma técnica de compressão abdominal para desobstruir as vias aéreas. Ela é utilizada em casos de emergência por asfixia provocada por um pedaço de comida ou algo que fique preso nas vias respiratórias, impedindo a respiração.
Policial militar de folga salvou criança engasgada fazendo a manobra de Heimlich
Divulgação/PMTO
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Veja como fazer a manobra de Heimlich
➡️ No caso de adultos, posicione-se por trás da pessoa e enlace a vítima com os braços ao redor do abdome.
➡️ Em crianças maiores de dois anos, ajoelhe-se primeiro, caso ela esteja consciente, e repita o mesmo processo de enlace por trás.
Uma das mãos deve permanecer fechada sobre a chamada “boca do estômago” ou região epigástrica. A outra mão comprime a primeira, ao mesmo tempo em que empurra a “boca do estômago” para dentro e para cima, como se quisesse levantar a vítima do chão.
Devem ser feitos movimentos de compressão para dentro e para cima (como uma letra “J”), até que a vítima elimine o corpo estranho.
🚨 Faça até 3 tentativas. Se a pessoa não responder ou não conseguir respirar depois disso, ela pode estar evoluindo para um quadro de parada cardiorrespiratória. Peça ajuda! Precisa acionar o 190 por telefone e tentar uma reanimação cardiopulmonar.
➡️ No caso de recém-nascido, deve-se colocá-lo de bruços, deitado em cima do antebraço do adulto; a cabeça deve estar virada para baixo. Segure a boca até ficar meio aberta e faça cinco compressões firmes entre as escápulas (no meio das costas). Dê batidas vigorosas nas costas para conseguir empurrar o corpo estranho.
💡 Dica: se a pessoa estiver falando, tossindo ou chorando, não faça a manobra, porque a vítima ainda consegue respirar.
🚨 O Ministério da Saúde lembra que esses procedimentos são válidos somente se a criança ou o adulto engasgado estiverem conscientes.
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Fonte: G1 Tocantins

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Anciã indígena Karajá que estampou cédula de 1 mil cruzeiros morre aos 100 anos no Tocantins


Anciã Djidjuke Karajá, da aldeia Hãwalo, morreu no dia 11 de agosto de 2025
Divulgação/Dsei Araguaia/ Reprodução redes sociais
Morreu aos 100 anos a anciã Djidjuke Karajá, da aldeia Hãwalo, em Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal. Ela ficou conhecida por ser uma das mulheres indígenas que estampou uma edição limitada de notas de 1.000 cruzeiros, impressas em 1990. Na época da homenagem, a anciã posou na cédula ao lado de Koixaru Karajá.
A anciã indígena morreu no dia 11 de agosto e a causa da morte não foi informada. Uma parente de Djidjuke, que preferiu não se identificar, contou que na época do nascimento dela, em 1925, a família fez um ritual que a tornou pajé ainda criança.
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“Ela não se tornou pajé adulta. Já nasceu, já veio pajé, desde pequenininha. Então era muito raro na época dela, uma mulher ser pajé porque na nossa cultura, mulheres são mais pra dentro de casa. Era bem forte antigamente, agora que a gente está se soltando mais. Então, ela foi uma das bem raras de ser pajé desde criança”, explicou.
A vida da anciã foi dedicada a cuidar das pessoas que a procuravam para tratamentos. Desde nova, aprendeu sobre raízes e, segundo a parente, recebia muita gente em sua casa para os tratamentos. A própria Djidjuke buscava no mato as ervas necessárias.
“Além de curar, ela também, não sei se foi obrigada, teve que aprender tudo, tudo que uma mulher ainda tinha que fazer. Ela sabia desde cerâmica, artesanato, os adornos de uso principal nos rituais. E cerâmica também, ela fazia para o uso dela também, os pratos de barro, panelas de barro, e as Ritxoko, que é bem conhecida agora, que são as bonecas pra vender. Então, foi uma mulher bem sábia mesmo”, comentou.
Com relação à participação na homenagem aos povos tradicionais nos anos 1990, a parente explicou que a pintura que Djidjuke usava no rosto no momento em que estampou as cédulas de 1.000 cruzeiros era a preferida dela e quando as pessoas viam a pintura, “já sabiam, ah, é a Djidjuke”.
“Ela era essa pessoa sorridente, alegre e bem conservada, reservada. E aí, com 100 anos e sete meses, bem já idosa, ela partiu, deixando o seu legado para os netos. Muita gente aprendeu a fazer ervas com ela e com certeza as cerâmicas também, os adornos”, afirmou.
Anciã Djidjuke Karajá era pajé desde criança, segundo a família
Arquivo pessoal
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Homenagens
Órgãos que atuam em defesa dos povos tradicionais lamentaram a perda para o povo Karajá. Conforme a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a anciã é um símbolo de orgulho para seu povo.
“[…] Deixa como legado sua forte liderança no cuidado com o povo Karajá, atuando principalmente como guardiã dos saberes da medicina tradicional”, diz trecho da nota de pesar da Funai.
O Distrito Sanitário Especial Indígena Araguaia – DSEI Araguaia informou, por meio das redes sociais, que com seus conhecimentos, Djidjuke Karajá ajudou inúmeras pessoas da comunidade.
“Neste momento de dor, expressamos nossas sinceras condolências à família enlutada, aos amigos e a todos do povo Karajá, unindo-nos em solidariedade e respeito à memória desta importante liderança e guardiã de saberes tradicionais. Que sua história, sabedoria e legado permaneçam vivos na memória de seu povo e inspirem as futuras gerações”, destacou nota assinada por Labé Kàlàriki Karajá, coordenador do DSEI Araguaia.
Nota de pesar do Dsei Araguaia sobre a morte da anciã Karajá
Divulgação/Dsei Araguaia
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda por que motociclista foi liberado após ser filmado assediando mulheres e confessar crimes para polícia


Motociclista é flagrado assediando mulheres em rua de Palmas
O motociclista filmado assediando mulheres em uma rua de Palmas está respondendo pelo crime em liberdade. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem confessou na delegacia ter praticado a importunação “em situações anteriores”. Ele foi detido na sexta-feira (15), após nova denúncia, e mesmo assim foi liberado porque não houve situação de flagrante.
Jander Araújo Rodrigues, advogado especialista em direito penal, afirma que no caso do crime de importunação sexual não é possível caracterizar flagrante sem uma vítima identificada.
“Quando o motociclista foi preso, em tese, ele havia acabado de assediar outra mulher, que poderia caracterizar flagrante. Porém, a polícia não conseguiu encontrar essa vítima para confirmar que o crime realmente aconteceu. Sem a vítima, não há como provar que o crime realmente ocorreu naquele momento. E sem essa prova, não há flagrante”, informou.
O caso do motociclista chegou à polícia, na sexta-feira (15), após denúncia de um morador do Jardim Aureny IV. A testemunha contou que um caso de importunação sexual tinha ocorrido em uma rua do bairro.
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Também relatou à Polícia Militar que o suspeito tinha assediado outras vítimas em dias anteriores, e algumas das ações foram flagradas por câmeras de segurança. Um vídeo gravado no dia 13 de agosto, no setor Bertaville, mostra o suspeito assediando uma mulher (veja acima).
Ainda na sexta-feira (15), um homem com as mesmas características foi detido pela Polícia Militar e levado para a delegacia. O nome dele não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com sua defesa até a última atualização desta reportagem.
Jander ressalta ainda que as provas, como vídeos, confissão, depoimentos, serão analisadas e utilizadas no processo. Além disso, no decorrer das investigações e do processo, o advogado explica em que circunstância o suspeito ainda pode ser preso. “Se necessário, o juiz pode decretar prisão preventiva, caso seja demonstrado que o acusado representa perigo para a sociedade ou para a investigação”.
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Funcionário é preso após ferir colega de trabalho com canivete durante briga
Em nota, a SSP afirmou que o suspeito foi ouvido pelo delegado e “confessou ter praticado a importunação em situações anteriores”. Apesar disso, a vítima do dia 15 de agosto não foi encontrada para confirmar o crime.
“A suposta vítima do ocorrido na última sexta-feira (15) ainda não foi identificada e nem localizada. Por este motivo, não foi caracterizado flagrante e o homem foi liberado para responder em liberdade, e o caso segue em investigação pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM)”, informou a SSP.
Motociclista é flagrado por câmera de segurança ao assediar mulher em rua de Palmas
Sou de Palmas/Reprodução/TV Anhanguera
Vítimas precisam denunciar
A advogada Maria Valdericia Morais também destaca que a falta do flagrante não significa ausência de responsabilização e afirma que é essencial o registro do caso na delegacia, por parte das vítimas.
“É essencial registrar a ocorrência imediatamente e apresentar todas as provas possíveis — como vídeos, fotos e testemunhas. Informações detalhadas sobre o local, horário, características do agressor e veículo auxiliam na apuração. Caso o crime esteja em andamento, a recomendação é acionar a polícia pelo 190, o que aumenta as chances de prisão em flagrante”, comentou.
O crime de importunação sexual foi incluído no Código Penal Brasileiro em 2018. O texto pune quem praticar contra alguém, sem a sua anuência, ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro. A pena prevista é de um a cinco anos de prisão.
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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição – TO de segunda-feira, 18 de agosto de 2025


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