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Investigação aponta que marido é suspeito de torturar e matar mulher a tiros na frente do filho de 8 anos


Feminicídio aconteceu em Nova Olinda
Divulgação/PC-TO
Um homem de 50 anos foi indiciado como principal suspeito pelo feminicídio da companheira, de 60 anos, em Nova Olinda. A vítima passou uma noite sendo torturada e foi assassinada ao amanhecer. O crime aconteceu na presença do filho do casal, de 8 anos.
Os nomes da vítima e do indiciado não foram divulgados para preservar a identidade da criança, que foi testemunha no processo. O g1 não conseguiu contato com a defesa do homem, que está foragido e foi indiciado por feminicídio triplamente majorado.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o crime aconteceu no dia dia 31 de agosto de 2024, em uma comunidade rural, e o homem foi indiciado pelo crime. A 14ª Delegacia de Polícia de Nova Olinda identificou durante as investigações, por meio do testemunho da criança, que o pai amarrou as mãos e os pés da vítima, de forma que ela ficasse em pé.
A mulher ficou nessa posição, amarrada no portal da sala da casa onde estavam, durante toda a madrugada. O menino contou também que entre 4h e 5h, o homem desamarrou a mãe. Ela estava sentada quando foi atingida por um tiro que atingiu a mão, o rosto e cabeça.
Além do tiro, o homem ainda esfaqueou a companheira. O laudo pericial identificou perfurações na cabeça, face, pescoço, tórax e mão direita. Segundo a Polícia Civil, os ferimentos na mão podem significar que a vítima tentou se defender.
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A investigação também descobriu que logo após a morte da mulher, o indiciado foi visto ‘dançando na rua e alegando que a esposa queria matá-lo’. Depois disso, o homem fugiu do local e é considerado foragido, com mandado de prisão em aberto, segundo o delegado Fellipe Crivelaro.
“Foi um crime de extrema violência, que chocou toda a comunidade. A vítima foi submetida a sessões de tortura, tudo isso na frente do filho do casal. A Polícia Civil não medirá esforços para localizar e prender o autor, que já se encontra com mandado de prisão em aberto”, disse o delegado.
A polícia acredita que o homem está escondido no interior do Maranhão e está em busca de informações e pede a população repasse detalhes que possam revelar o paradeiro do suspeito. A denúncia é sigilosa e pode ser feita pelo 197.
Os crimes que o homem responde possuem agravantes que incluem o fato de ter sido cometido contra a mãe de uma criança, na presença de um descendente, e com extrema crueldade, caracterizada pela tortura, informou a autoridade.
A criança que testemunhou a morte da mãe está está sob cuidados de familiares e recebe acompanhamento psicológico por meio do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), segundo a polícia.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aeroporto de Araguaína terá voos comerciais a partir de outubro, diz prefeitura


Pista do Aeroporto de Araguaína
Marcos Filho Sandes/Secom Araguaína
A partir de outubro, o aeroporto de Araguaína irá passar a operar voos comerciais. As rotas vão ser feitas três vezes por semana pela Gol Linhas Aéreas e vão incluir paradas em Palmas e Brasília (DF), segundo informou a Prefeitura de Araguaína.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (6) e, segundo o município, os voos serão operados às terças-feiras, quintas-feiras e aos sábados.
Questionada, a empresa informou que haverá a operação, mas as frequências, horários e outros detalhes serão divulgados pela Gol posteriormente.
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A prefeitura informou a gestão promoveu diversos investimentos voltados à ampliação e modernização do aeroporto, que passou a ter estrutura para receber aeronaves de grande porte.
“Foram anos de investimentos, seguindo rigorosamente as exigências do Governo Federal, lidando com muitos desafios, mas nunca pensamos em desistir. Há anos que nossa cidade não só precisa, mas merece ser incluída nas rotas aéreas. Estamos com a sensação de dever cumprido”, destacou o prefeito Wagner Rodrigues (União Brasil).
Voos de longa distância não são operados a partir do aeroporto de Araguaína desde abril de 2024. Por isso, segundo a prefeitura, os passageiros precisavam ir para Palmas, Imperatriz (MA) ou Marabá (PA). Com a retomada dos voos, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura, Meio Ambiente e Turismo de Araguaína, acredita que o movimento de passageiros vai garantir o fluxo que as companhias aéreas na cidade.
“Vamos mobilizar instituições, entidades, classes profissionais e todos os interessados para que embarquem e desembarquem em Araguaína. A diferença no preço da passagem geralmente para outros locais é o mesmo valor do combustível de um deslocamento para outra cidade, uma hospedagem e outros custos adicionais. Então, é preciso acreditar e apoiar essa nova rota que atende a Araguaína e região”, disse o subsecretário Helter Dantas.
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A prefeitura destacou que após as obras de modernização, o aeroporto da cidade tem um novo sistema drenagem de pista, limpeza da área de segurança com a remoção e poda de árvores, nivelamentos das cabeceiras de pista e proteção vegetal lateral com o plantio de gramas.
Também foram investidos recursos em setores técnicos, como a instalação do Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão (PAPI) e da Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTAO, todos já validados pelo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) e pelo Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), informou a gestão.
A estrutura também recebeu um Caminhão de Combate a Incêndio (CCI Ap2) da Secretaria de Aviação Civil da Presidência por intermédio da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) e Agência Estadual de Trânsito (Agetrans) e focou ainda na Seção de Serviço de Resgate, Salvamento e Combate a Incêndio (SESCI), com treinamento de pessoal para combater incêndios em unidades aeroportuárias.
Com as melhorias, o aeroporto de Araguaína tem a capacidade de receber voos de aviões a jato, com capacidade para mais de 100 passageiros.
No período de obras, famílias que moravam na área do aeroporto foram realocadas em outras áreas, mediante indenização. As mudanças foram feitas para ampliar a pista, com o intuito de receber aeronaves de maior porte.
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Fonte: G1 Tocantins

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Romeiros caminham pelas estradas do Tocantins em devoção ao Senhor do Bonfim; veja dicas de segurança no trânsito


Caminhada de fé: romeiros partem de Gurupi rumo à Natividade
Fiéis levados pela devoção e esperança caminham quilômetros para agradecer e pagar promessas durante a romaria do Senhor do Bonfim. Nesse período, milhares de católicos saem pelas rodovias, e por isso, são realizadas ações que buscam garantir a segurança dos romeiros.
A dona de casa, Neide Alves, participa pela quinta vez da romaria. Desde que teve depressão, ela fez uma promessa que cumpre através da peregrinação. Neide afirma que a fé é o segredo para conseguir cumprir a caminhada.
“Minha motivação foi uma depressão que eu tive. Eu fiz uma promessa há 18 anos, e dentro do quinto ano eu estou indo pagar sempre essa promessa, e mais, levando algumas amigas e amigos no meu coração. O sengredo é ter fé no caração, amor e fé no Senhor do Bonfim, porque tudo ele cura, Ele liberta e Ele é amor”.
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Algumas pessoas já não participam mais da caminhada, mas fazem questão de estar presente na missa de envio dos romeiros. Como é o caso de da aposentada Maria de Fátima Morais Dias que não consegue mais fazer o trajeto a pé, mas mostra sua devoção ao organizar a saída de fiéis da cidade de Gurupi para Natividade. “Através desse compromisso vem a fé, e com fé é que a gente chega lá”, disse ela.
Fiéis durante a romaria em direção ao povoado Senhor do Bonfim, no Tocantins
Thiago Sá/Governo do Tocantins
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São quatro caravanas, que saem de Gurupi para Natividade. Os peregrinos vão preparados com lanternas, roupas quentes, coletes de sinalização e sempre em fila indiana pelo acostamento da rodovia. E se o sono bater, é só apitar.
“Porque a caminhada é muito longa, a gente vai fazer 32 km agora a noite. Então na estrada quando a gente quer dar o sono a gente [som de apito]. Quem dormir a gente acorda com o apito”, contou a romeira Graça Gomes.
Orientações aos romeiros
Romaria do Nosso Senhor do Bonfim em Tabocão
Mazim Aguiar/Governo do Tocantins
Segundo o Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran), durante os dias 6 e 17 de agosto, quando os fiés estiverem participando da Romaria, ações de orienatção, segurança viária e apoio tráfego estarão sendo realizadas nas rodovias que dão acesso às cidades de Natividade, Tabocão e Araguacema.
Durante o evento é comum a presença de grupos que seguem a pé, de bicicletas ou com animais e exige atenção redobrada por parte dos condutores. Para os romeiros o Detran recomenda:
Caminhe sempre no sentido contrário ao dos veículos, em fila indiana;
Utilize roupas claras e faixas refletivas, especialmente no período noturno;
Priorize caminhar durante o dia e em trechos com boa visibilidade;
Hidrate-se, descanse e respeite os limites do corpo.
Já para os motoristas que passam pelas rodovias, o órgãos alerta para os cuidados com os pedestres, principalmente a noite. Segundo o estado, o ideal é que o condutor:
Reduza a velocidade ao se aproximar de grupos de romeiros;
Respeite a sinalização e evite manobras bruscas ou ultrapassagens em locais proibidos;
Mantenha os faróis acesos, mesmo durante o dia, para melhorar a visibilidade;
Evite dirigir sob cansaço ou efeito de substâncias que possam comprometer a atenção.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ex-prefeito e prefeitura são condenados por danos ambientais flagrados em lixão a céu aberto


Lixão a céu aberto às margens da TO-181, em Araguaçu
Divulgação/MPTO
A Prefeitura de Araguaçu e o ex-prefeito Joaquim Pereira Nunes foram condenados por crime de poluição, após investigações apontarem que um lixão a céu aberto mantido na cidade teria causando danos ambientais. Segundo a Justiça, o município terá 12 meses para construir um aterro sanitário licenciado com coleta. A decisão ainda cabe recurso.
A defesa de Joaquim informou que não houve a prática ilícita por parte do ex-gestor e entrou com recurso de apelação. “A acusação foi embasada em relatórios de fiscalização pretéritos, elaborados antes mesmo do início do mandato do ex-prefeito, o que, por si só, evidencia a ausência de responsabilidade direta pelos fatos narrados” (veja a nota completa abaixo).
A Prefeitura de Araguaçu afirmou que recorreu da decisão e que o problema do lixão é histórico e de responsabilidade de várias administrações ao longo dos anos. Também informou que tem limitação financeira para a “construção imediata de aterro sanitário, situação enfrentada por diversos municípios de pequeno porte em todo o país” (veja a nota completa abaixo).
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Lixão a céu aberto às margens da TO-181, em Araguaçu
Divulgação/MPTO
A sentença foi assinada pelo juiz Fabiano Gonçalves Marques, 1ª Escrivania Criminal de Araguaçu, no dia 3 de junho de 2025. Segundo o documento, desde meados de 1998 até 2021 os réus teriam mantido o lixão a céu aberto, que fica às margens da TO-181.
Segundo a decisão, as provas materiais sobre o impacto do lixão ao meio ambiente foram demonstradas por meio de um parecer técnico do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), relatório de inspeção, laudos de vistoria e relatório do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caoma) do Ministério Público.
Lixão a céu aberto às margens da TO-181, em Araguaçu
Divulgação/MPTO
Conforme o documento, provas coletadas demonstraram que o lixão:
Gera grande volume de chorume e contamina o lençol freático;
Expele gases tóxicos e fumaça de queimas ilegais realizadas por catadores, afetando diretamente a saúde pública e a fauna;
Apresenta grande quantidade de pneus com água acumulada, favorecendo a proliferação do Aedes aegypti e outros vetores;
Mortandade de animais, degradação paisagística e redução da biodiversidade;
Além de ser o local onde são depositados resíduos domiciliares, hospitalares e entulhos de construção sem qualquer segregação ou tratamento.
O ex-prefeito foi condenado a dois anos e seis meses de prisão. Segundo o juiz, como o crime foi cometido sem violência e a pena é inferior a quatro anos, por isso, será substituída pela prestação de serviço à comunidade e pagamento de R$ 100 mil, que deverá ser destinado à entidade pública ou privada com atuação na área ambiental.
Já a Prefeitura de Araguaçu foi condenada a destinar R$ 500 mil ao Fundo Municipal de Meio Ambiente, obrigada a desativar o lixão em um prazo de 12 meses, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, e construir um aterro sanitário licenciado com coleta, tratamento de chorume e controle ambiental.
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Veja as íntegras das notas da Prefeitura de Araguaçu e do ex-prefeito
Nota da defesa de Joaquim Pereira Nunes
O Sr. Joaquim Pereira Nunes, ex prefeito do Município de Aragauçu-TO, vem a público esclarecer que a sentença proferida nos autos da ação penal que trata da gestão de resíduos sólidos no Município de Araguaçu/TO encontra-se suspensa, em razão da interposição de recurso de apelação, que atualmente aguarda julgamento pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins.
É importante frisar que a decisão ainda não é definitiva e que confia-se plenamente na reversão da condenação em instância superior, diante da fragilidade das provas apresentadas na ação penal. A acusação foi embasada em relatórios de fiscalização pretéritos, elaborados antes mesmo do início do mandato do ex-prefeito, o que, por si só, evidencia a ausência de responsabilidade direta pelos fatos narrados.
A defesa também destaca que não houve demonstração de dolo por parte do ex-gestor, tampouco comprovação dos elementos essenciais à configuração do tipo penal, como certeza de autoria, certeza de materialidade e nexo de causalidade, mesmo porque a gestão do Sr. Quinca Nunes foi pautada pela inegociável atendimento aos princípios constitucionais que regem a administração pública.
O ex-prefeito Joaquim Pereira Nunes reafirma sua confiança na Justiça e aguarda com serenidade o julgamento do recurso, acreditando que os fatos serão devidamente esclarecidos e que a verdade prevalecerá.
Rogério Bezerra Lopes
OAB/TO 4193B
Nota da Prefeitura de Araguaçu
Município de Araguaçu recorre de decisão judicial sobre gestão de resíduos sólidos. O Município esclarece que respeita as decisões judiciais, mas discorda dos fundamentos da sentença, razão pela qual interpôs recurso de apelação ao Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Entre os principais pontos que serão discutidos no recurso, destacam-se:
A inexistência de dolo ou intenção de causar dano ambiental, já que o problema é histórico e de responsabilidade de várias administrações ao longo dos anos;
A limitação financeira do Município para construção imediata de aterro sanitário, situação enfrentada por diversos municípios de pequeno porte em todo o país;
A inadequação da responsabilização penal da pessoa jurídica municipal, pois o ente público não pode ser equiparado a empresas privadas no âmbito do Direito Penal, sendo a responsabilização cabível principalmente na esfera administrativa e civil.
A Prefeitura de Araguaçu reafirma seu compromisso com a preservação ambiental e informa que já vem buscando, junto aos órgãos estaduais e federais, alternativas técnicas e recursos para implantação definitiva de um aterro sanitário que atenda às exigências legais e ambientais.
Enquanto o recurso tramita, o Município continuará envidando esforços para reduzir impactos ambientais, melhorar a coleta e a destinação dos resíduos sólidos, garantindo saúde pública e qualidade de vida à população.
Prefeitura Municipal de Araguaçu
Assessoria de Comunicação – 2025
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição-TO de quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Reveja os vídeos do telejornal.

Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Bom Dia Tocantins de quarta-feira, 6 de agosto de 2025


Assista aos vídeos com as notícias da nossa região.

Fonte: G1 Tocantins

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Idoso mostra sequelas um ano após ser atropelado na faixa de pedestres por motociclista que praticava ‘grau’


Autoridades vão fiscalizar avenidas de Palmas para coibir manobras de ‘grau’
Após ser atropelado enquanto atravessava na faixa de pedestres, João Nogueira perdeu a visão de um olho, passou por três cirurgias e perdeu 80% da mobilidade. O idoso de 68 anos foi atingido por um motociclista em alta velocidade na quadra 404 Norte, em Palmas, há um ano.
“Hoje não faço mais nada. Até para ir no supermercado eu dependo da minha mulher porque fiquei com trauma de atravessar uma avenida, não tenho coragem”, desabafou o idoso que segue fazendo tratamento medicamentoso e fisioterapia.
Registros recorrentes de imprudência de motociclistas fizeram com que moradores acionassem a Polícia Militar (PM) para tentar coibir a prática de manobras perigosas, conhecidas como ‘grau’, nas ruas da região.
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Vídeos gravados por moradores e comerciantes mostram pessoas empinando motos. “Não acontece só à noite, acontece durante o dia. Tem pais com medo de levar seus filhos pra uma creche”, disse Kleyser Fayne, presidente da associação de moradores.
Segundo Thiago Monteiro, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar de Palmas, uma força-tarefa integrada vai atuar na região norte para combater esse tipo de crime.
“Além do trabalho preventivo por meio de abordagens e conscientização dessas pessoas que estão colocando outras vidas em risco, nós nos comprometemos com a associação [de moradores] a entender os principais horários e trabalhar juntamente com as demais forças de segurança. Estaremos atuando de maneira específica para conseguir abordar esses criminosos e fazer com que eles sejam responsabilizados pelos seus crimes”, afirmou o comandante.
João Nogueira, de 68 anos, ficou com sequelas após ser atropelado por motociclista
Reprodução/TV Anhanguera
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A Secretaria de Mobilidade Urbana de Palmas afirma que vai fazer um estudo para definir medidas de monitoramento no local e inibir o crime de trânsito. “Nós vamos fazer uma análise técnica para verificar a possibilidade e necessidade de aumentar o número de câmeras. Sendo necessário, com certeza a gente vai providenciar”, garantiu o secretário Francisco Seixas.
Empinar motocicleta é infração gravíssima, segundo o Código de Trânsito Brasileiro. A penalidade prevista é multa de R$ 293,47 e suspensão do direito de dirigir por um período de dois a oito meses.
O delegado Túlio Mota ressaltou que a comunidade pode ajudar a polícia a identificar os infratores registrando um boletim de ocorrência, que pode ser feito de forma anônima.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é preso em flagrante suspeito de encontrar cartão bancário e fazer compras


O suspeito deve responder pelo crime de furto qualificado mediante fraude.
SSP/ Divulgação
Um homem foi preso pela Polícia Civil após utilizar um cartão bancário que havia encontrado para fazer diversas compras. O caso aconteceu em Dianópolis, região sudeste do estado.
O suspeito deve responder pelo crime de furto qualificado mediante fraude. O nome dele não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu o contato da defesa.
As investigações da 14ª Central de Atendimento foram concluídas nesta terça-feira (5). De acordo com a polícia, o suspeito fez compras com o cartão furtado em estabelecimentos comerciais da cidade.
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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a vítima percebeu que tinha perdido o cartão bancário quando recebeu uma notificação de compra, no valor de R$ 90, feita em uma loja local. Ainda segundo a polícia, durante as investigações, os policiais viram que o suspeito estava há dias utilizando o cartão.
Ao todo, R$ 837,76 foram gastos em compras indevidas. Após receber a notificação, a vítima bloqueou o cartão furtado e o suspeito ainda tentou utilizá-lo novamente, mas foi impedido por funcionários de um estabelecimento.
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A filha da vítima chegou ao local, identificou o homem que estava saindo da loja e acionou a polícia. Segundo a polícia, ele confessou o crime e foi levado para o sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
“A materialidade e autoria foram confirmadas, havendo homologação da prisão em flagrante em razão de o autuado ter sido capturado logo após a prática criminosa”, disse o delegado Welson Rocha.
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Fonte: G1 Tocantins

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Trabalhador morre após levar choque e cair de uma altura de 10 metros enquanto fazia serviço em empresa


Trabalhador morre ao sofrer choque elétrico em empresa de Araguatins
Um homem morreu após ser atingido por um choque elétrico enquanto trabalhava em uma empresa de Araguatins, no Bico do Papagaio. Após a descarga, ele caiu de uma altura de aproximadamente 10 metros, segundo o Corpo de Bombeiros.
O acidente aconteceu na tarde de terça-feira (5). A vítima, Natanael Damasceno Costa, foi encontrada sem sinais vitais, segundo os Bombeiros. Foram feitas manobras de reanimação cardiopulmonar com uso do desfibrilador, mas não houve reversão no quadro.
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Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, Natanael tinha queimaduras nos dedos e no braço esquerdo, e hemorragia craniana compatível com a queda.
Funcionários relataram que a vítima realizava manutenção na rede elétrica, quando ocorreu uma descarga que o atingiu e fez com que caísse da escada onde estava. Conforme os bombeiros, o trabalhador não estava usando equipamentos de proteção individual (EPIs) no momento do acidente.
O g1 entrou em contato com a empresa Gazin, onde aconteceu o acidente, e aguarda resposta. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi questionada sobre o caso, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.
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Uma mulher grávida que presenciou o acidente passou mal e apresentou sinais de choque emocional. Ela foi levada para o hospital para monitoramento e suporte psicológico.
O corpo de Natanael foi encaminhado para o Instituto Médico Legal e o caso deve ser investigado pela Polícia Civil.
Corpo de Bombeiros do Tocantins
Luiz Henrique Machado/Governo do Tocantins
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Fonte: G1 Tocantins

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Três vítimas da queda da ponte seguem desaparecidas sete meses após tragédia entre TO e MA: ‘É angustiante’, diz irmã


Irmã de vítima desaparecida na queda de ponte fala da angústia de não encontrar irmão
Mais de sete meses se passaram desde a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226. Das 18 pessoas que atravessavam a estrutura no momento do colapso, três ainda não foram encontradas. A falta de respostas é motivo de angústia para as famílias, que não conseguem ‘encerrar o ciclo’.
“A gente precisa fechar esse ciclo que a gente não fechou. A gente está nesta expectativa, nessa espera que é angustiante, que demora demais. A gente não sabe onde buscar, a quem recorrer. É muito difícil para a família”, disse Maristelia Alves Santos em entrevista à TV Anhanguera, ela é professora e irmã de um dos desaparecidos.
O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024 e o que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro deste ano. Carretas, caminhonetes e carros de passeio ainda estão no fundo do Rio Tocantins, assim como mais de 1,3 mil galões de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas que eram transportados quando o vão central desabou.
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Dentre os 17 desaparecidos iniciais, foram confirmadas 14 mortes e três pessoas seguem desaparecidas, segundo a Marinha do Brasil. As vítimas que ainda não foram localizadas são Salmon Alves Santos, de 65 anos, Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.
Alessandra do Socorro Ribeiro, de 40 anos, que também morreu no acidente, era esposa de Salmon e avó de Felipe. O corpo dela foi o último a ser encontrado pelas equipes de resgate.
No momento em que a ponte desabou, o casal e a criança, que moravam em Palmas, seguiam para o Maranhão, para passar o Natal com a família de Alessandra.
A professora Maristelia Alves Santos, irmã de Salmon, contou que depois de tantos meses, ainda não é possível ter um atestado de óbito das vítimas, que oficialmente são consideradas desaparecidas.
Nos dias que se passaram após a tragédia, a família viveu momentos de angústia durante as buscas pelas vítimas do acidente, sempre na expectativa do encontro dos corpos. Maristelia ajudou a reconhecer o corpo de Alessandra pelas roupas que ela usava, mas após mais de sete meses, Salmon e Felipe ainda não foram localizados.
“Sempre naquela expectativa e infelizmente a gente não teve como fazer um velório para meu irmão. E até hoje a gente não tem a certidão de óbito dele. Ele está como desaparecido, não como morto. O que a família quer hoje, pelo menos, é a certidão de óbito. Porque enterrar a gente não tem mais essa esperança”, lamentou.
Alessandra do Socorro Ribeiro e Salmon Alves Santos morreram na queda da ponte JK
Divulgação/ Redes Sociais
Processo demorado
A família ainda pode ter que esperar mais para conseguir encerrar o ciclo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a declaração de morte presumida pode ser fornecida em casos de desaparecimento sem localização de corpo, como aconteceu com Salmon, Felipe e Gessimar. Mas somente por via judicial.
Por isso, a família precisa formalizar um requerimento e o Poder Judiciário vai analisar a documentação para deliberar sobre a emissão da certidão de óbito (veja nota na íntegra no fim da reportagem).
O Corpo de Bombeiros, que integrou as equipes de buscas, informou que os trabalhos duraram 42 dias ininterruptos e que o encerramento oficial aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte. Mas segue mobilizando as comunidades locais para informar o Corpo de Bombeiros, por meio do telefone de emergência 193, em caso de novos detalhes (veja nota na íntegra no fim da reportagem).
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Último encontro
A última vez que Maristelia e a família viram Salmon foi na manhã do dia 21 de dezembro, um dia antes da ponte desabar. Ele participou de uma novena e se despediu de todos, depois, ele e Alessandra seguiriam viagem.
No domingo, 22 de dezembro, a professora disse que após o almoço, começou a ver as notícias sobre a queda da ponte JK. A família viu a caminhonete de Salmon passando em uma das imagens de pessoas que filmaram a situação da ponte.
“O momento em que nós identificamos a caminhonete foi um baque, um susto muito grande para nossa família toda. Tinha uma Starlink no carro e nós conseguimos identificar por isso, porque ele estava conversando com a gente o tempo todo, com as minhas irmãs, passando mensagem. Ela [Alessandra] passava para o filho também. Era o tempo todo comunicando”, explicou, contando que o desespero tomou conta da família nesse momento.
Maristelia também contou que o irmão trabalhou por anos em setores que atuavam justamente na construção de pontes, na parte administrativa. Mas, atualmente, ele estava aposentado.
“Ele passou a vida toda construindo pontes e veio essa fatalidade, morrer justamente em um acidente onde a ponte caiu. Foi terrível para nós recebermos essa notícia. Ele estava aposentado, muito feliz, tinha comprado uma chácara junto com meu sobrinho, e eles estavam indo todo final de semana e quando não ia para lá, ia para minha chácara. Estava muito perto da família dele”, lamentou a irmã.
Quando completar um ano do acidente que marcou a família, será celebrada uma missa e, segundo Maristela, contará com a presença dos parentes de Alessandra. “A gente vai receber a família para não perder esse vínculo, porque eles perderam uma irmã e nós perdemos um irmão. E a gente está junto para superar essa dor”, afirmou.
Veículos e galões no rio
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Marinha do Brasil
Dentre os veículos que seguem submersos no Rio Tocantins há carretas que carregavam galões com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.
Conforme laudo da Polícia Federal, que analisou as circunstâncias do colapso da ponte, havia 1,3 mil galões no fundo do rio. Até a conclusão do documento, em maio de 2025, somente 29 haviam sido retirados. A previsão para retirada de todo o material seria setembro de 2025.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que até esta quarta-feira (30), a Marinha do Brasil conduziu a validação dos protocolos de segurança para analisar as condições do local para a retomada dos trabalhos.
Também ainda será realizado um mapeamento da área e um estudo técnico para poder ser feita a retirada dos veículos (veja nota na íntegra no fim da reportagem).
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que também atua para garantir que o meio ambiente não seja prejudicado pelos materiais que estão na água, informou que está sendo ‘elaborado um relatório sobre o assunto após a visita de equipe ao local para vistorias’.
Íntegra da nota da SSP
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que a declaração de morte presumida é medida judicial cabível em casos de desaparecimento sem localização de corpo, especialmente quando o desaparecimento ocorre em situação de risco à vida, conforme previsto no Código Civil.
Quando não há risco de vida relacionado ao desaparecimento, a declaração só pode ser solicitada após dois anos da decretação de ausência judicial com curador nomeado. Nos casos em que há presunção de morte em razão de risco grave, como acidentes ou tragédias, o pedido pode ser feito imediatamente.
O requerimento deve ser formalizado por via legal, cabendo ao Poder Judiciário a análise e eventual declaração, conforme os critérios legais estabelecidos. Além disso, cabe ao juiz analisar os documentos e deliberar sobre a declaração, nos termos da legislação. Após o trânsito em julgado da sentença, a certidão de óbito poderá ser emitida pelo cartório competente.
Íntegra da nota do DNIT
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa que, nesta terça-feira (29) e quarta-feira (30), a Marinha do Brasil está conduzindo a validação dos protocolos de segurança, em razão da complexidade do ambiente e dos riscos envolvidos na operação.
Após essa etapa, será realizado o mapeamento completo da área e um estudo técnico detalhado para a remoção dos veículos, levando em consideração as características específicas de cada unidade, a profundidade em que se encontram e a presença de escombros.
O DNIT reforça que todas as ações estão sendo executadas com o rigor técnico e a responsabilidade que a situação exige, priorizando a segurança das equipes e a eficiência das operações.
Íntegra da nota dos Bombeiros
Em resposta à solicitação de informações, destacamos que, conforme previsão constitucional e legislação infraconstitucional, o Corpo de Bombeiros Militar tem entre suas atribuições a atuação em ações de defesa civil, prevenção e combate a incêndios, buscas, salvamento e resgate, além do apoio a outras atividades de segurança pública. Diante do colapso e da queda da ponte sobre o Rio Tocantins, na divisa entre os estados do Tocantins e Maranhão, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), ocorrido na tarde de 22 de dezembro de 2024, o CBMTO integrou a operação de busca e resgate em conjunto com diversos órgãos, incluindo o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão e a Marinha do Brasil, esta última responsável pelo comando da operação.
No referido desastre, das 18 vítimas registradas, além daquela resgatada por populares no momento do incidente, 14 (quatorze) das 17 (dezessete) restantes foram localizadas e tiveram seus corpos recuperados. Entretanto, apesar dos esforços intensivos, que incluíram buscas subaquáticas e de superfície, três vítimas não foram encontradas. Mesmo após o encerramento oficial das buscas subaquáticas, equipes do CBMTO permaneceram no local realizando buscas de superfície até o dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte.
Dessa forma, o CBMTO esteve mobilizado na operação por um total de 42 dias ininterruptos. Além disso, antes da desmobilização das equipes, informamos às comunidades locais que qualquer nova informação relevante deveria ser comunicada ao Corpo de Bombeiros por meio do telefone de emergência 193. Diante do exposto, ressaltamos que eventuais solicitações adicionais sobre a operação podem ser encaminhadas diretamente à Marinha do Brasil, por meio do respectivo Distrito Naval responsável pela área.
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Fonte: G1 Tocantins