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Dona de bar e outras três pessoas são presas por suspeita de dar bebida alcoólica para adolescente de 15 anos


Prisões aconteceram em Paranã. Caso foi registrado durante a Operação Caminhos Seguros, que tem o objetivo de coibir crimes contra crianças a adolescentes. Suspeitos foram levados para a delegacia de Paranã
Divulgação/Polícia Civil
Quatro pessoas foram presas, suspeitas de oferecer bebida alcoólica a uma adolescente de 15 anos. O caso foi registrado no município de Paranã, no sul do estado. Entre os suspeitos estão três pessoas que acompanhavam a menor e a dona do bar onde o grupo consumia as bebidas.
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As prisões ocorreram na noite de sexta-feira (3), durante a Operação Caminhos Seguros, realizada pela 99ª Delegacia de Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Militar e o Conselho Tutelar. A ação tem como objetivo combater a violência contra crianças e adolescentes.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles.
De acordo com a Polícia Civil, as equipes estiveram em diversos estabelecimentos durante a noite, como bares, postos de combustíveis, lojas de conveniência e restaurantes, para averiguar e orientar a população sobre as ações. Em um dos bares, localizado na Praça das Mangueiras, a equipe flagrou uma adolescente consumindo bebida alcoólica com três adultos: um homem de 19 anos, outro de 24 e uma mulher, também com 24 anos.
A adolescente confirmou aos policiais a idade e que que estava ingerindo bebida alcoólica. A equipe precisou questionar a dona do bar sobre a situação e ela disse que não tinha percebido que a adolescente estava consumindo álcool.
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Diante do flagrante, os policiais levaram os três acompanhantes da adolescente e a dona do bar para a delegacia. Eles prestaram depoimento e foram autuados pelo crime de fornecer bebida alcoólica para crianças e adolescente.
Apesar do flagrante, os quatro pagaram fiança estabelecida pela autoridade policial e vão responder ao processo em liberdade.
Conforme a Polícia Civil, a operação que levou à autuação dos suspeitos em Paranã é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com as forças de segurança pública estaduais e municipais.Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição -TO de sábado, 3 de maio de 2025


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Mulher morre após 21 dias internada e polícia investiga filha por suspeita de envenenamento


Corpo de Cleudimar Sousa Bezerra passou por exames necroscópicos após família registrar boletim de ocorrência. Caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia Civil de Axixá do Tocantins. Cleudimar Sousa Bezerra morreu após passar 21 dias internada
Arquivo Pessoal
A lavradora Cleudimar Sousa Bezerra, de 48 anos, morreu após passar 21 dias internada no Hospital Regional de Agustinópolis, no extremo norte do Tocantins. A suspeita da família é que a mulher tenha sido envenenada pela filha mais nova, uma adolescente de 13 anos. O caso é investigado pela Polícia Civil.
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Cleudimar deu entrada no hospital no dia 13 de abril, em estado crítico. Ela passou vários dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e morreu na noite de quinta-feira (1º). No atestado de óbito, a causa da morte foi registrada como sepse respiratória e síndrome do desconforto respiratório, ou seja, uma inflamação excessiva do corpo devido a uma infecção que evoluiu para acúmulo de líquido nos pulmões.
A família registrou um boletim de ocorrência e solicitou o exame de necropsia para investigar a suspeita de envenenamento. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o corpo foi levado pelo Núcleo de Medicina Legal de Araguatins e os exame necroscópicos foram realizados em Araguaína na sexta-feira (2).
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Cleudimar está sendo velada neste sábado (3) na cidade de São Bento do Tocantins, onde morava. A prefeitura do município publicou uma nota lamentando a morte dela.
O caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia Civil de Axixá do Tocantins.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem invade hospital com faca após quebrar porta de vidro, diz polícia


Suspeito foi preso dentro do Hospital Municipal de Sítio Novo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública o homem aparentava estar em surto. Viaturas da Polícia Civil do Tocantins
Reprodução/SSP-TO
Um homem de 26 anos foi preso após invadir o Hospital Municipal de Sítio Novo com uma faca. O suspeito teria conseguido entrar no local quebrando uma das portas de vidro da unidade de saúde.
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Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o homem tinha ferimentos auto infligidos, aparentava estar em surto e falava coisas desconexas. Ele foi detido pela Polícia Militar e por conta das lesões, recebeu atendimento no Hospital Municipal de Araguatins.
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Após receber alta o suspeito foi apresentado na 3ª Central da Polícia Civil e autuado por dano qualificado na quinta-feira (1º). Conforme a SSP, o homem está preso na Cadeia Pública local e permanece à disposição da Justiça.
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Fonte: G1 Tocantins

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Indígenas cobram soluções para a falta de transporte, medicamentos e exames para moradores de aldeias no norte do Tocantins


Moradores de 66 aldeias enfrentam dificuldades devido à falta de atendimento médico. Segundo lideranças locais, oito pessoas morreram sem diagnóstico nos últimos seis meses. Lideranças indígenas do povo Apinajé denunciam situação precária do atendimento de saúde
A falta de assistência de saúde e mortes registradas dentro de aldeias da etnia Apinajé, em Tocantinópolis, no norte do estado, levou moradores a denunciarem a situação. O que mais atrapalha os indígenas a conseguirem ter acesso aos hospitais da região é a falta de transporte.
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Kunityk Apinajé tem 92 anos e precisa fazer manutenção na bolsa de colostomia que está entupida, mas não consegue transporte. O idoso fala pouco português, mas sabe que a situação que enfrenta não é normal. “Eu quero pedir pra autoridade, remédio pra nós, remédio”, comentou.
O idoso perdeu a esposa há seis meses e a família nunca recebeu informações sobre a causa da morte dela.
O povo apinajé possui 66 aldeias no extremo norte do Tocantins. Todas têm problemas da falta de acesso aos sistemas de saúde. Segundo as lideranças, só nos últimos seis meses oito pessoas morreram sem diagnósticos.
A Secretaria de Estado da Saúde informou, em nota, que apura as queixas relatadas e que tem compromisso com um atendimento humanizado e de qualidade a todos os usuários do SUS, incluindo os povos indígenas. O Ministério da Saúde informou que equipes multidisciplinares do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) fazem o acompanhamento de saúde e de assistência primária nas sessenta e seis aldeias da etnia Apinajé (veja nota na íntegra no fim da reportagem).
Em outra aldeia, Jocasta Xerente tem 36 anos e está grávida de cinco meses. Até o momento ela não conseguiu fazer os exames de pré-natal, necessários para a gestação.
“Tá faltando exame e ultrassom, até agora que eu não fiz ainda eu tô esperando”, contou a gestante.
Além das mulheres grávidas, alguns recém-nascidos também não passaram por exames básicos. Marcos tem apenas um mês e perdeu a mãe após o parto. A avó materna cuida do menino que ainda está sem o teste do pezinho.
“Eu fico preocupada porque ele é pequenininho ainda, por isso que eu fico preocupada quando ficar doente”, comentou a avó Juraci Almeida Apinajé.
Na Aldeia Patizal há um posto de saúde, mas a prateleira de remédios está vazia. Os medicamentos de uso continuo também estão em falta. O aparelho de medir pressão está sem pilha. A balança não funciona e a maca não pode ser usada de tão velha. A estrutura do postinho está com rachaduras, segundo cacique Jesuíno Apinajé
“Tá caindo coisa assim da beirada, né, nós ficamos com medo de ficar debaixo e cair em cima de nós (sic)”, comentou.
Indígena de 92 anos que mora em aldeia de Tocantinópolis precisa de atendimento médico
Reprodução/TV Globo
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O caos na saúde indígena da região chegou ao conhecimento das Defensorias Públicas da União e do Estado do Tocantins. A situação ficou evidente durante mutirão de atendimentos realizados pelos órgãos, conforme explicou a defensora estadual Letícia Amorim.
“Muitas pessoas que nós ouvimos, elas nos relataram essa ausência de realização de exames pela rede pública. O que pode ocasionar, certamente um óbito se aquela equipe médica não tiver conhecimento de problemas preexistentes”, reforçou Letícia.
Uma reunião entre as defensorias e representantes dos municípios, do estado e do governo federal está marcada para a próxima semana, com o objetivo de discutir soluções para a saúde indígena no estado.
“Nós estamos pedindo socorro porque nós não temos mais a quem a recorrer. Então nós já enviamos vários documentos às autoridades competentes, mas infelizmente não tem resposta”, afirmou a conselheira de Saúde Indígena Marlucia Apinajé.
Defensorias do Tocantins e da União investigam situação caótica no sistema de saúde em aldeias indígenas do estado
Reprodução/TV Globo
Íntegra da nota da SES
A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) informa que o Sistema Único de Saúde (SUS), possui o Subsistema de Atenção à Saúde Indigena (SasiSUS), dentro do Ministério da Saúde (MS), um componente coordenado e executado pela Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), a qual coordena os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), os quais são responsáveis pela população indígena dentro de seus territórios e devem trabalhar de forma articulada com o município onde se localiza a aldeia.
A SES-TO esclarece que, no caso das transferências de pacientes, a responsabilidade inicial (da aldeia à unidade básica ou ao hospital estadual)  é do DSEI em parceria com a rede municipal de saúde, cabendo ao Estado o translado entre suas unidades. 
A Pasta destaca que a dispensação de bolsas de colostomia aos pacientes assistidos pela rede estadual segue regular e desde o início de 2023 foram entregues mais de 41 mil unidades pela Superintendência da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (SRCPCD), a pacientes devidamente regulados. Além disso, o dispositivo é colocado na assistência hospitalar, sem demanda reprimida para ambos os casos.
A SES-TO pontua que a coleta para o teste do pezinho  é realizada em âmbito municipal, salvo os exames a bebês que nascem nas maternidades de alto risco. Da mesma forma, o pré-natal é feito pelas unidades básicas de saúde, com exceção das gestantes de alto risco que são acompanhadas pelas maternidades de alta complexidade na rede estadual.
Por fim, a Secretaria enfatiza que toda população tocantinense usuária do SUS, tem acolhimento em suas unidades que são portas abertas para garantir o tratamento necessário, em tempo oportuno, garantindo a continuidade do atendimento, conforme os fluxos estabelecidos.
Íntegra da nota do Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), informa que as equipes de saúde do DSEI Tocantins encaminharam esses pacientes até a unidade hospitalar do município para continuidade do atendimento. As equipes multidisciplinares do DSEI , composta por médicos, enfermeiros, odontólogos, entre outros profissionais, fazem o acompanhamento de saúde e assistência primária nas 66 aldeias da etnia apinajé.
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Fonte: G1 Tocantins

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Transporte coletivo de Palmas terá novos cartões de recarga e usuários já podem solicitar troca


Emissão do novos cartões começou nesta sexta-feira (2) na sede da Agência de Transporte Coletivo de Palmas (ATCP). Na próxima semana, poderá ser emitido no Resolve Palmas da Avenida JK e em Taquaralto. Cartão de recarga do novo sistema de ônibus de Palmas
Divulgação/ATCP
Com as mudanças que vão ocorrer no transporte coletivo de Palmas, incluindo a nova frota que começa a circular no dia 7 de maio, os usuários terão que trocar os cartões de recarga. A emissão começou nesta sexta-feira (2), na sede da Agência de Transporte Coletivo de Palmas (ATCP), na Avenida Teotônio Segurado.
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De acordo com a ATCP, o atendimento para troca dos cartões funciona das 8h às 18h. A partir da próxima segunda-feira (5) o serviço também poderá ser solicitado nas unidades do Resolve Palmas da Avenida JK e em Taquaralto.
Para a emissão do novo cartão, é necessário apresentar um documento de identificação e um comprovante de endereço. Para estudantes, a ATCP orientou que também deve ser apresentada uma cópia da declaração de matrícula da escola.
A agência explicou também que as empresas que fornecem vale-transporte aos funcionários foram notificadas e orientadas a realizar o cadastro no novo sistema de forma on-line.
Quando aos créditos disponíveis, os usuários não precisam se preocupar, pois o valor será transferido automaticamente para os novos cartões, informou a ATCP.
Até o dia 11 de maio, o transporte coletivo será gratuito para a população palmense. Esse período de gratuidade é para as pessoas se adaptarem ao novo sistema. A partir do dia 12 de maio, a tarifa de R$ 4,85 começará a ser cobrada, e o cartão antigo não será aceito no novo sistema, segundo informou a prefeitura.
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Nova frota
Palmas terá uma frota de 154 ônibus zero-quilômetro, sendo 14 destinados à reserva para substituição e manutenção, e dez vans equipadas com rampa de acesso, Wi-Fi, câmeras de segurança e tomadas para carregamento de celulares.
A empresa Sancetur Santa Cecília Turismo LTDA será responsável pelo serviço após contratação emergencial no valor de R$ 196,2 milhões, com validade de um ano.
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Fonte: G1 Tocantins

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Denúncia de estupros e ‘ambiente angustiante’: o que se sabe sobre ação da Polícia Civil que resgatou três irmãs em casa


Caso foi registrado em Nova Olinda, no fim de abril. Padrasto, tio e mãe são suspeitos pelos crimes contra as crianças. Suspeitos foram presos no dia 1º de maio, em Nova Olinda
Reprodução/Polícia Civil
Três crianças foram resgatadas de uma casa após denúncias de que estavam sendo vítimas de estupro de vulnerável. O caso foi registrado no feriado do dia 1º de maio em Nova Olinda, no norte do estado, e os principais suspeitos pelos abusos são o padrasto, um tio e a própria mãe, que não protegeu as filhas, segundo apontou investigação.
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Diante das informações repassadas pela Polícia Civil, o g1 reuniu detalhes sobre o que se sabe até o momento com relação ao caso. Confira:
Qual a idade das vítimas?
Como era a casa da família?
Como a polícia soube do caso?
Como foi o dia do resgate?
Exames confirmaram os estupros?
Para onde as crianças foram levadas?
O que aconteceu com os suspeitos?
Quais os próximos passos da investigação?
Qual a idade das vítimas?
As crianças têm 6, 7 e 10 anos de idade. Elas moravam em uma casa localizada na zona rural de Nova Olinda. Na casa também estavam a mãe das meninas, de 25 anos, o padrasto, de 40 e o irmão do padrasto, que também foi preso e tem 37 anos.
Os presos não tiveram os nomes divulgados e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
Como era a casa da família?
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De acordo com a Polícia Civil, a casa em que as meninas foram encontradas estava em péssimas condições e parecia um ‘cativeiro’. Os abusos supostamente eram praticados em um dos quartos da casa. O cômodo apresentava tecidos e brinquedos espalhados pelo chão, além de um colchão e travesseiros encardidos.
“A gente conheceu a casa em que elas estavam e a gente não pode nem chamar aquilo de casa, parecia mais um cativeiro. O cômodo em que as crianças ficavam era extremamente sujo e pequeno. Enfim, era um ambiente inóspito”, lamentou o delegado Fellipe Crivelaro, responsável pela investigação.
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Como a polícia soube do caso?
Denúncias de que as crianças sofriam abusos sexuais foram feitas ao Conselho Tutelar de Nova Olinda. No fim do mês de abril, a Polícia Civil foi informada e passou a investigar a situação da família.
“Havia uma residência na zona rural da cidade em que três meninas estariam sendo vítimas de violência sexual praticadas supostamente pelo padrasto, pelo irmão do padrasto e com a conivência da mãe. Diante da gravidade dos fatos foram tomadas as providências”, explicou Crivelaro.
Como foi o dia do resgate?
Resgate das crianças aconteceu nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (1º)
Divulgação/PCTO
Na manhã de quinta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, equipes da 33ª Delegacia de Polícia de Nova Olinda, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos (DRR – Araguaína), deram andamento à operação de resgate das crianças.
As meninas foram retiradas da casa e os policiais cumpriram três mandados de prisão preventiva contra os suspeitos. Eles vão responder por estupro de vulnerável.
Exames confirmaram os estupros?
Sim. Segundo a Polícia Civil, as crianças passaram por exames periciais e todas as três tiveram resultado positivo para conjunção carnal. Inclusive, o delegado explicou que uma das meninas estava tão ferida nas partes íntimas que dificultou a realização do exame no Instituto Médico Legal.
Para onde as crianças foram levadas?
As meninas foram encaminhadas pela equipe policial até um abrigo em Araguaína, norte do estado. O alívio foi tão grande que assim que chegaram ao local, até passaram a brincar.
“No momento em que chegaram na casa elas ficaram muito felizes, começaram a brincar e deu para perceber que elas queriam mesmo era fugir daquele ambiente muito angustiante”, afirmou Crivelaro.
O que aconteceu com os suspeitos?
Após o cumprimento dos mandados de prisão, mãe, padrasto e tio foram levados para a 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Araguaína. Depois dos procedimentos na delegacia, os dois homens foram encaminhados para a Unidade Prisional de Araguaína e a mulher para a Unidade Penal Feminina de Ananás, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.
Quais os próximos passos da investigação?
O caso segue em investigação e os suspeitos passaram por interrogatório. O Tribunal de Justiça foi questionado sobre audiência de custódia dos suspeitos, mas afirmou que o caso está sob sigilo. As crianças também vão precisar ser ouvidas por meio de escuta especializada.
Tanto o padrasto e o tio quanto a mãe vão responder pelo crime de estupro de vulnerável. No caso da mãe, ela também vai responder pelo mesmo crime, pelo fato de não ter impedido os abusos na condição de garantidora das crianças, informou a Polícia Civil.
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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição -TO de sexta-feira, 2 de maio de 2025


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Motorista que sofreu mal súbito enquanto dirigia aguardava por procedimento de troca de válvulas do coração, diz polícia


Geremias Silva de Oliveira trabalhava como motorista de aplicativo. Ele perdeu o controle do veículo e subiu em uma rotatória na Avenida NS-4 com a LO-03 no momento que passou mal. Homem morreu após passar mal e subir em rotatória no centro de Palmas
Reproduçaõ/TV Anhanguera
O motorista Geremias Silva de Oliveira, que morreu após ter um mal súbito enquanto dirigia no centro de Palmas, aguardava por um procedimento de troca de válvulas do coração. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, conforme registro do boletim de ocorrência pela morte dele.
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O caso aconteceu no início da tarde desta sexta-feira (2). Geremias perdeu o controle do veículo, subiu em uma rotatória na Avenida NS-4 com a LO-03 e bateu em uma árvore no momento que passou mal.
Além de estar esperando pelo procedimento cardíaco, a polícia informou que ele fazia uso diário de medicamentos e, mesmo não apresentando sintomas, sofreu o mal súbito enquanto trabalhava como motorista de aplicativo.
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e os Bombeiros tentaram reanimá-lo, mas o homem acabou morrendo. A perícia foi chamada para analisar o local do acidente.
O corpo de Geremias seguiu para o Instituto Médico Legal (IML) para passar por exames e confirmar a causa da morte.
O caso foi registrado na 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Palmas, mas será enviado para ser investigado pela 1ª Delegacia de Polícia.
Motorista de aplicativo morre após passar mal enquanto dirigia em Palmas
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Indígena desaparece enquanto tomava banho e corpo é encontrado no rio Javaés


Indígena desapareceu enquanto tomava banho no rio. Corpo foi encontrado a aproximadamente seis quilômetros de distância do local onde a vítima foi vista pela última vez, segundo a PM. Aldeia Txuiri na Ilha do Bananal, sudoeste do estado
Elisangela Farias/G1
O corpo de um homem indígena de 36 anos foi encontrado no rio Javaés, em Formoso do Araguaia, região sudoeste do Tocantins. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava tomando banho quando desapareceu na noite de quinta-feira (1º). Ele foi encontrado na manhã desta sexta-feira (2).
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O caso aconteceu na região do Porto do Piauí, na aldeia Txuiri, em Formoso do Araguaia. A vítima foi identificada como Simeão Javae. Segundo a Funai, o enterro vai acontecer na aldeia Canoana
A PM informou que o homem entrou na água após ingerir bebida alcoólica durante o dia e desapareceu no local até por volta das 18h40 de quinta-feira (1°).
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Crianças resgatadas por suspeita de violência sexual demonstraram alívio: ‘Deu para perceber que elas queriam fugir daquele ambiente’, diz delegado
Quando os militares chegaram ao Porto, nesta sexta-feira (2), foram informados pelo cacique da aldeia que o corpo havia sido encontrado a seis quilômetros de distância do ponto onde a vítima foi vista pela última vez. A perícia e o Instituto Médico Legal foram chamados.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins a equipe do IML de Gurupi esteve no local, mas informou que a família não autorizou o recolhimento do corpo. “Diante da recusa, o corpo permanece sob os cuidados da comunidade indígena, conforme decisão local”.
Os bombeiros também foram chamados. O g1 solicitou informações sobre o caso ao Corpo de Bombeiros, mas não teve resposta até a publicação da reportagem.
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