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Prazo para pagamento do IPTU de Porto Nacional com desconto que pode chegar a 35% é prorrogado até maio


Decreto mudou data de vencimento do imposto para maio. Para pagamento parcelado, contribuinte terá desconto de 25%. Ponto de atendimento do Porto Rápido
Prefeitura de Porto Nacional/Divulgação
A Prefeitura de Porto Nacional prorrogou o prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) 2025. Até o dia 14 de maio o contribuinte terá desconto de até 35%.
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O decreto n° 489, que determina a mudança na data foi publicado no Diário Oficial do município, na terça-feira (8). Conforme o documento, o ‘incentivo fiscal municipal tem impulsionado o contribuinte portuense a se manter adimplente com os tributos municipais’, e dá opções de pagamento dos tributos com desconto.
Além do desconto de 35% para quitação até maio, quem optar por parcelar o imposto vai ter direito a mais 25% de abatimento.
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Para emitir os boletos, os contribuintes podem pedir presencialmente no Porto Rápido, que fica na Av. Presidente Kennedy, e na Subprefeitura de Luzimangues. Também é possível pegar pela internet, nos sites oficiais sites oficiais da prefeitura.
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Fonte: G1 Tocantins

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Em primeiro depoimento, suspeito de feminicídio disse que namorada começou agressões: ‘Fui para cima acalmar ela’


Vídeo mostra depoimento de Gilman Rodrigues da Silva no dia em que se apresentou à polícia. Ele foi indiciado pelo feminicídio de Delvânia Campelo da Silva. Em depoimento à Polícia Civil, Gilman contou como foi briga com Delvânia
O vídeo do depoimento de Gilman Rodrigues da Silva, de 47 anos, indiciado pela morte de Delvânia Campelo da Silva, de 50 anos, mostra quando ele conta sua versão e afirma que ela teria começado a briga no dia das agressões. A vítima passou mais de 20 dias internada no Hospital Geral de Palmas (HGP) e morreu na tarde de sexta-feira (11).
“Ela veio para cima. Acredito que ela tenha bebido alguma coisa porque ela estava fora do normal. Quando ela pegou e começou a me atacar dessa forma, eu consegui pegar esse cabo desse vassourão e fui para cima para acalmar ela”, disse o suspeito à polícia. Veja no vídeo acima.
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O crime aconteceu no dia 22 de março deste ano. A vítima sofreu diversos ferimentos e pediu socorro em um grupo de aplicativo de mensagens, mas os áudios teriam sido apagados pelo próprio investigado.
A defesa dele informou que a família manifesta ‘profundo pesar pelo falecimento’ de Delvânia e afirma que aguarda a conclusão das investigações para que todos os fatos sejam ‘devidamente aclarados’ (veja a íntegra da nota no fim da reportagem).
O vídeo, ao qual a TV Anhanguera teve acesso, mostra o depoimento prestado na primeira vez que Gilman se apresentou à Polícia Civil, no dia 25 de março, três dias depois do crime. Ele foi ouvido pelo delegado por cerca de 30 minutos e liberado em seguida, pois, nesse dia, não havia um mandado contra ele nem situação de flagrante.
No depoimento, Gilman afirma que houve uma discussão entre os dois e ele disse que sairia da casa, mas não encontrou a chave do carro porque a vítima teria escondido.
“Foi ficando uma situação fora do controle. Eu peguei e falei: ‘desse jeito que tá eu não vou ficar aqui, vou ter que sair daqui, vou lá no quarto pegar a chave do carro para eu sair e deixar ela lá’, eu não sabia o que ia acontecer mais”, disse ao delegado, ressaltando que chegou a pedir que Delvânia entregasse a chave, mas ela disse que escondeu e que ele não sairia.
Ainda no relato, o indiciado afirma que queria deixar o local após Delvânia postar em um grupo de Whatsapp que ele estava a agredindo, mas o próprio Gilman apagou o pedido de socorro, e afima que, neste momento, as agressões ainda não haviam acontecido. Em seguida, ela pegou uma vassoura e passou a agredi-lo, mas ele conseguiu tomar o objeto.
“Ela pegou esse vassourão e começou a me atacar [dizendo] que ia acabar comigo […] Começou a bater em meu braço, ainda tem mancha aqui. E ela veio para cima. Acredito que ela tenha bebido alguma coisa porque ela estava fora do normal. Quando ela pegou e começou a me atacar dessa forma, eu consegui pegar esse cabo desse vassourão e fui para cima para acalmar ela”, completou.
Gilman é suspeito de desferir diversos golpes contra a namorada, principalmente na cabeça. Mas afirmou ao delegado que não se lembra quantos foram.
Depois que a vítima desmaiou, ele disse que saiu da casa e deixou Delvânia ferida. Ela só foi socorrida, segundo a investigação da Polícia Civil, depois que um caseiro a viu e chamou a Polícia Militar (PM).
Ela foi levada para um hospital local, mas como estava em estado grave, foi transferida no domingo, dia 23 de março, para o Hospital Geral de Palmas, onde ficou até o dia da morte.
Depois do depoimento prestado na Delegacia de Paraíso do Tocantins, Gilman foi liberado por não estar mais em situação de flagrante. Mas a Polícia Civil pediu a prisão preventiva, que foi deferida pela Justiça e cumprida assim que ele se apresentou para prestar novo depoimento, no dia 3 de abril. Da delegacia ele foi para a Unidade Penal local.
Delvânia e Gilman namoravam desde o segundo semestre de 2024
Reprodução/ Redes sociais
Doação dos órgãos
Neste sábado (12), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) afirmou que a família de Delvânia autorizou a doação dos órgãos dela.
A SES informou que após a autorização da família para captação de múltiplos órgãos, a Central Estadual de Transplantes passou fazer os exames necessários para a efetivação da doação. O trabalho é feito com o auxílio de equipes do Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Por causa dos procedimentos no hospital, a família ainda não informou qual a data ou local para velório e enterro.
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Agressões e pedido de socorro pelo Whatsapp: o que se sabe sobre suspeito preso por tentativa de feminicídio contra namorada
Relembre o caso
Durante a investigação do caso, pessoas que eram ligadas ao casal informaram à Polícia Civil que o namoro de Delvânia e Gilman começou no segundo semestre de 2024. Foi relatado que eles tinham muitos conflitos causados por ciúmes e que a violência era recorrente.
No dia do crime eles teriam discutido, momento em que as agressões começaram. Ela recebeu diversos golpes na cabeça. Depois Gilman fugiu da chácara e não voltou à Caseara. Familiares de Palmas teriam o abrigado após a fuga, segundo a polícia.
O delegado José Lucas Melo, responsável pela investigação, afirma que no primeiro depoimento, ele teria tentado desqualificar a vítima informando que agiu em legítima defesa. Mas diante da força empregada nas agressões contra Delvânia, essa versão não teria consistência.
“Se ele alega que estava sendo agredido, é um comportamento que é contraditório ao de mandar mensagem no Whatsapp afirmando que a situação está tranquila, acalmando as pessoas que recebem essas imagens e retardando que alguém compareça no local”, reafirmou o delegado.
Delvânia chegou a mandar mensagem pedindo ajuda em um aplicativo, mas o indiciado enviou mensagens logo em seguida dizendo que ‘não estava acontecendo nada’.
Entretanto, diante da gravidade dos ferimentos causados em Delvânia, a polícia o chamou para novo depoimento e a Justiça deferiu o pedido de prisão preventiva, cumprido no dia 3 de abril.
Conforme a polícia, o procedimento que até então apurava uma tentativa de feminicídio, foi convertido em feminicídio consumado.
Família autoriza doação de órgão de mulher que morreu após agressão em chácara
Íntegra da defesa de Gilman
A família e a defesa técnica de Gilman Rodrigues da silva manifestam profundo pesar pelo falecimento da sra. Delvânia Campelo da Silva.
A defesa aguardará a conclusão das investigações policiais, onde espera que todos os fatos relacionados, inclusive de dias anteriores ao dia 22 de março e detalhadamente a sequência de eventos daquela data, sejam colacionados ao inquérito.
A defesa afirma ainda que os fatos todos serão devidamente aclarados e ainda, todos, independentemente da acusacao, tem direito de defesa e que essa garantia deve ser preservada.
Marcos Candal Advogado
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sábado, 12 de abril de 2025


Veja todos os vídeos do telejornal. Veja todos os vídeos do telejornal.

Fonte: G1 Tocantins

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Secretaria de Saúde do Tocantins deve organizar concurso após nova lei abrir quase 5 mil novas vagas; entenda


Governo publicou alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do Quadro da Saúde. Além das novas vagas, a Saúde também abriu três novos cargos. Médicos no Hospital Geral de Palmas
Ellyne Czuryto/SES/Divulgação
O quadro da Saúde Estadual terá quase cinco mil servidores a mais após alteração feita no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) que aumentu o número de vagas e criou de três novos cargos. Com a mudança, o Governo informou poderá dar andamento na organização de um concurso para a área.
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As mudanças foram publicadas na Lei nº 4.652, que altera a Lei nº 2.670, de 19 de dezembro de 2012 e que dispõe sobre o quadro de servidores da Saúde. O documento está no Diário Oficial do Estado de sexta-feira (11).
Clique aqui e confira o Diário Oficial.
O g1 questionou o Governo sobre qual será o impacto financeiro aos cofres públicos com a criações das novas vagas, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Atualmente, segundo o Governo do Estado, o quadro da Saúde conta com 10.229 vagas em 31 cargos. A partir da alteração na lei, a Saúde terá 15.219 servidores, sendo 4.990 vagas a mais e três novos cargos de médico com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), enfermeiro obstetra e perfusionista.
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Segundo o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), as alterações são fundamentadas em estudos técnicos realizados pelas equipes da Saúde e da Administração e assim será possível prosseguir com a realização do concurso do quadro da Saúde.
“Para os cargos de médicos com RQE, as jornadas de trabalho poderão ser de vinte, quarenta ou sessenta horas semanais, com vencimentos pagos proporcionalmente à carga de trabalho. A quantidade e especialidades serão especificadas no edital do concurso, conforme as necessidades da rede pública de saúde”, explicou o secretário de estado da Saúde, Carlos Felinto.
Com a definição da quantidade de novas vagas e cargos, a comissão organizadora do concurso vai ratificar o quantitativo de vagas que serão ofertadas no certame para poder contratar a banca responsável e lançar o edital, segundo informou o secretário de Estado da Administração Paulo César Benfica.
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Fonte: G1 Tocantins

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Família autoriza doação de órgãos de mulher que morreu mais de 20 dias após ser agredida em chácara


Delvânia Campelo da Silva, de 50 anos, passou 21 dias internada no HGP e não resistiu aos ferimentos. Gilman Rodrigues da Silva, que era namorado dela, foi indicado pelo crime de feminicídio. Mulher agredida em chácara morre após ficar mais de 20 dias internada
Após a confirmação da morte de Delvânia Campelo da Silva, de 50 anos, a família da vítima das agressões que ocorreram em uma chácara na zona rural de Caseara, autorizou a doação de órgãos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou que o procedimento está sendo preparado.
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Gilman Rodrigues da Silva, de 47 anos, era namorado de Delvânia e foi indiciado pela Polícia Civil por feminicídio na sexta-feira (11). O crime aconteceu no dia 22 de março deste ano. A vítima sofreu diversos ferimentos e pediu socorro em um grupo de aplicativo de mensagens, mas os áudios teriam sido apagados pelo suspeito.
Ele está preso desde o dia 3 de abril após cumprimento de mandado de prisão pelo crime que antes era tratado como tentativa de feminicídio, já que a vítima ainda estava internada. Agora convertido para feminicídio consumado.
A defesa dele informou que a família manifesta ‘profundo pesar pelo falecimento’ de Delvânia e afirma que aguarda a conclusão das investigações para que todos os fatos sejam ‘devidamente aclarados’ (veja a íntegra da nota no fim da reportagem).
A SES informou que após a autorização da família para captação de múltiplos órgãos, a Central Estadual de Transplantes passou fazer os exames necessários para a efetivação da doação. O trabalho é feito com o auxílio de equipes do Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Delvânia morreu na tarde de sexta-feira. Ela estava internada no Hospital Geral de Palmas desde o dia 23 de março. Ela chegou a ser socorrida em Caseara, mas como seu caso era grave, precisou ser transferida para a capital.
Por causa dos procedimentos no hospital, a família ainda não informou qual a data ou local para velório e enterro.
Delvânia Campelo tinha 50 anos
Arquivo Pessoal
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Mulher agredida em chácara que pediu socorro pelo whatsapp morre após mais de 20 dias internada
Agressões e pedido de socorro pelo Whatsapp: o que se sabe sobre suspeito preso por tentativa de feminicídio contra namorada
Investigação sobre as agressões
Durante a investigação do caso, pessoas que eram ligadas ao casal informaram à Polícia Civil que o namoro de Delvânia e Gilman começou no segundo semestre de 2024. Foi relatado que eles tinham muitos conflitos causados por ciúmes e que a violência era recorrente.
No dia do crime eles teriam discutido, momento em que as agressões começaram. Ela recebeu diversos golpes na cabeça. Depois Gilman fugiu da chácara e não voltou à Caseara. Familiares de Palmas teriam o abrigado após a fuga, segundo a polícia.
Delvânia chegou a mandar mensagem pedindo ajuda em um aplicativo, mas o indiciado enviou mensagens logo em seguida dizendo que ‘não estava acontecendo nada’.
Na terça-feira, de 25 de março, Gilman se apresentou na delegacia de Paraíso com um advogado. Em depoimento, alegou que ela deu início às agressões com uma arma branca e que ele agiu em legítima defesa. Nesse momento ele não foi preso por não estar mais em situação de flagrante.
Entretanto, diante da gravidade dos ferimentos causados em Delvânia, a polícia o chamou para novo depoimento e a Justiça deferiu o pedido de prisão preventiva, cumprido no dia 3 de abril.
Conforme a polícia, o procedimento que até então apurava uma tentativa de feminicídio, foi convertido em feminicídio consumado.
Delvânia e Gilman namoravam desde o segundo semestre de 2024
Reprodução/ Redes sociais
Íntegra da defesa de Gilman
A família e a defesa tecnica de gilman rodrigues da silva manifestam profundo pesar pelo falecimento da sra. Delvânia Campelo da Silva.
A defesa aguardará a conclusão das investigações policiais, onde espera que todos os fatos relacionados, inclusive de dias anteriores ao dia 22 de março e detalhadamente a sequência de eventos daquela data, sejam colacionados ao inquérito.
A defesa afirma ainda que os fatos todos serão devidamente aclarados e ainda, todos, independentemente da acusacao, tem direito de defesa e que essa garantia deve ser preservada.
Marcos Candal Advogado
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Ex-dono de oficina de carros de luxo suspeito de aplicar golpe em clientes no Tocantins e desaparecer é preso em Sergipe


De acordo com a Polícia Civil, João Rafael Benis, de 41 anos, teria se apossado de carros e peças de veículos que eram entregues para reparos. Ele foi localizado em Aracaju e preso com ajuda da polícia local. João Rafael Benis é investigado por estelionato e outros crimes
Divulgação/Polícia Civil
O ex-dono de uma oficina mecânica de Palmas investigado por desaparecer com o dinheiro de clientes e não entregar os veículos foi preso neste sábado (12). João Rafael Benis, de 41 anos, estava em Aracaju (SE) quando foi localizado em ação conjunta entre os estados do Tocantins e de Sergipe.
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O caso foi levado à polícia no início de março deste ano, quando pessoas que deixaram veículos, principalmente de luxo, na oficina e quando retornaram para saber dos bens, descobriram que o suspeito havia vendido a oficina para outra pessoa.
A defesa de João Rafael informou que está juntando a procuração nos autos do mandado de prisão para participar da audiência de custódia, no entanto, lá não será possível requerer relaxamento ou revogação da prisão em razão do mandado ter sido expedido pelo juízo tocantinense. Para o pedido de liberdade, a defesa deve pedir que os autos sejam remetidos ao Tocantins, informou.
De acordo com a Polícia Civil, João Rafael estava sendo investigado pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e furto praticados em Palmas e região. Desde o início da investigação, a polícia já identificou pelo menos 14 vítimas e todas registraram boletim de ocorrência contra o homem.
O delegado-chefe Rossílio Sousa Correia, da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA – Palmas), informou que foi apurado que João Rafael atraía os clientes se apresentando como dono de oficina e se apropriava indevidamente dos veículos que recebia para fazer reparos.
Em um dos casos, o investigado pegou um veículo de luxo de um dos clientes no dia 2 de março deste ano e depois desapareceu da capital.
“Ele enganou dezenas de clientes, proprietários de veículos e posteriormente aplicou um golpe, apropriando de algum desses veículos e peças de veículos causando significativo prejuízo às vítimas, fugindo da capital e se instalando no estado de Sergipe, oportunidade em que foi preso”, explicou o delegado Rossílio.
Diante das denúncias, a Polícia Civil do Tocantins representou na Justiça pela prisão preventiva do suspeito, que foi deverida e cumprida neste sábado por meio de informações compartilhadas com a Delegacia de Turismo da cidade de Aracaju, para onde João Rafael fugiu.
Após o cumprimento do mandado de prisão, ele foi levado para uma unidade policial local e deverá se recambiado ao Tocantins nos próximos dias.
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Quando os clientes começaram a denunciar a oficina, a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP) informou que o investigado teria adiado o serviço por meses e em determinado momento deixou de responder às tentativas de contato dos proprietários.
Os clientes suspeitam que caíram em um golpe e quando procuraram a oficina, descobriram que o local havia sido vendido.
Um dos clientes é empresário Franco Nero Barbosa do Carmo, que contou à TV Anhanguera na época que tinha dois veículos na oficina que ainda não haviam recebido conserto.
“Ele tinha pegado o meu dinheiro para arrumar os veículos e estava sempre me enrolando e sempre querendo mais dinheiro. Tenho dois veículos aqui e nenhum está funcionando até agora. Ele só pegou o dinheiro para comprar as peças e nada mais fez”, reclamou.
O novo dono da oficina também afirmou ser vítima do antigo proprietário do local. “Eu queria montar meu próprio negócio, minha oficina, e eu gostei do ponto, vim aqui, foi indicado por um representante que falou vai lá e negocia com ele. Ele [João Rafael] falou ‘estou precisando ir embora para São Paulo que não aguento o calor de Palmas’. Aí quando vi a Polícia aqui. Ele nunca deu o nome para ninguém e foi apura os dados dele […]. Tirou mais de 20 carros de clientes daqui de dentro. Eu falei ‘vou avisar os clientes’. Aí não tinha como, aqui não tem ordem de serviço aberta”, disse Gilmar Donizetti Fernandes.
Os casos foram registrados na 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Palmas no dia 4 de março como estelionato e furto e serão investigados pela 3ª Delegacia de Polícia da Capital. Conforme a Polícia Militar também informou na época, João Rafael tem uma extensa ficha criminal.
Veículos estão em oficina sem conserto, em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição -TO de sábado, 12 de abril de 2025


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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem é assassinado a tiros durante a madrugada em Gurupi e suspeito é preso após tentar fugir pulando telhado de casa


Vítima foi identificada como Madson Gabriel Dias Araújo Nascimento. O crime é investigado pela Polícia Civil. Homicídio aconteceu no Setor Vila Independência, em Gurupi
@gurupimemes/ Divulgação
Um homem de 21 anos foi assassinado a tiros em Gurupi, região sul do estado. O homicídio aconteceu no Setor Vila Independência, na madrugada deste sábado (12) e o suspeito foi preso momentos depois do crime pela Polícia Militar. 
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A vítima é Madson Gabriel Dias Araújo Nascimento, segundo a Secretaria da Segurança Pública.  Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para a Unidade de Pronto Atendimento, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo a PM, após o crime os policiais iniciaram as buscas pelo atirador. Durante o patrulhamento, um homem com as características descritas pelas testemuntas tentou fuigir entrando em casas e chegou a pular o telhado de uma delas. Porém, ele foi preso durante um cerco policial. 
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No momento da prisão, foi apreendido um revólver calibre .32 com seis munições deflagradas. O suspeito foi levado para 12ª Central de Atendimento da Polícia Civil (CAPC), onde foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio. 
O corpo de Madson Gabriel foi levado para o Núcleo de Medicina Legal da cidade, onde deve passar por exames e em seguida liberado aos familiares.
Jovem é assassinado a tiros em distribuidora de bebidas em Gurupi
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Nova lei transforma cargos de agente e escrivão em oficial investigador da Polícia Civil do Tocantins


Lei nº 4.653 está publicada no Diário Oficial do Estado. O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) e sancionado pelo governador. Imagem ilustrativa da Polícia Civil do Tocantins
Luiz de Castro/Governo do Tocantins
O governador do Tocantins Wanderlei Barbosa (Republicanos) sancionou uma nova lei que transforma os cargos de agente de polícia e de escrivão em oficial investigador da Polícia Civil do Tocantins. As modificações, instituídas pela Lei nº 4.653, foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (11).
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O projeto de lei foi aprovado na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) em 25 de março de 2025 e, entre as mudanças, prevê que os servidores passem a ter nomenclatura de seus cargos para oficia investigador de polícia.
Conforme o documento, os atuais ocupantes dos cargos extintos serão mantidos nas respectivas classes e referências. Os servidores aposentados também terão nomenclatura de seus cargos renomeados.
A publicação no Diário Oficial está a partir da página 3 e traz também a tabela de salários da categoria que, dependendo da classe, podem chegar a R$ 21 mil. Veja aqui a publicação.
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De acordo com o governador, o objetivo da nova lei é unificar os cargos já extintos com a Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil.
“Com essa unificação, nós atendemos um anseio da categoria, alinhando a lei estadual com a Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil e, ao mesmo tempo, promovemos a valorização desses servidores”, destacou Wanderlei Barbosa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher agredida em chácara que pediu socorro pelo whatsapp morre após mais de 20 dias internada


Delvânia Campelo da Silva estava internada em estado grave no Hospital Geral de Palmas desde o dia 22 de março. Segundo a Polícia Civil, nesta sexta-feira (11), o namorado da vítima, Gilman Rodrigues da Silva, foi indicado pelo crime de feminicídio. Delvânia Campelo da Silva estava internada em estado grave no Hospital Geral de Palmas
Reprodução/ Redes sociais
Delvânia Campelo da Silva, de 50 anos, que foi agredida em uma chácara na zona rural de Caseara, morreu após ficar mais 20 dias internada no Hospital Geral de Palmas (HGP). Segundo as investigações da Polícia Civil, Delvânia chegou a pedir socorro por um grupo de aplicativo de mensagens. O namorado dela, identificado como Gilman Rodrigues da Silva, de 47 anos, é o principal suspeito do crime.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que Delvânia Campelo morreu na tarde desta sexta-feira (11), no HGP, onde estava internada em estado grave. O crime aconteceu no dia 22 de março deste ano.
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Segundo a Polícia Civil, Delvânia foi agredida com diversos golpes de arma branca na cabeça e na nuca. No dia do crime, a vítima chegou a pedir socorro em grupo, onde havia presença de diversas pessoas da cidade. Ela foi encontrada por um caseiro que chamou a Polícia Militar.
Gilman Rodrigues foi preso no dia 3 de abril, em Paraíso do Tocantins, após ser chamado para prestar depoimento à polícia sobre o caso na delegacia.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que nesta sexta-feira o inquérito instaurado contra ele foi concluído e ele foi indiciado por feminicídio. Gilman Rodrigues está preso na Unidade Penal de Paraíso do Tocantins, onde aguarda a disposição do Poder Judiciário.
No dia da prisão, o advogado de defesa de Gilman informou que vai se manifestar no processo. O g1 entrou em contato com a defesa e aguarda um novo posicionamento.
Delvânia e Gilman namoravam desde o segundo semestre de 2024
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A Polícia Civil apurou que Delvânia e Gilman namoravam desde o segundo semestre de 2024 e o relacionamento era marcado por diversos episódios de violência doméstica, conforme relato de pessoas próximas ao casal.
No dia do crime, segundo a polícia, Gilman teria agredido com diversos golpes com arma branca, principalmente na nuca, segundo a polícia. Ela foi socorrida em um hospital da cidade, mas precisou ser transferida para Palmas, onde a ocorrência sobre o crime foi registrada, a princípio.
O delegado José Lucas informou que, a partir do momento que fugiu da propriedade, Gilman foi para Palmas e não retornou mais a Caseara, sendo acolhido por parentes na capital.
No primeiro depoimento, ele teria tentado desqualificar a vítima, informando que agiu em legítima defesa. Mas, diante da força empregada nas agressões contra Delvânia, essa versão não teria consistência.
A Polícia Civil também descobriu que ele chegou a mandar mensagens em um grupo de Whatsapp informando que ‘não estava acontecendo nada’ após a vítima pedir socorro.
“Se ele alega que estava sendo agredido, é um comportamento que é contraditório ao de mandar mensagem no Whatsapp afirmando que a situação está tranquila, acalmando as pessoas que recebem essas imagens e retardando que alguém compareça no local”, reafirmou o delegado.
Para dar mais explicações sobre o caso, Gilman foi intimado a prestar novo depoimento. Mas, como a Polícia Civil já havia representado pela prisão preventiva, deferida pela Justiça, a ordem foi cumprida assim que ele se apresentou na delegacia de Paraíso do Tocantins.
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Fonte: G1 Tocantins