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Aprovados no concurso da Educação podem pedir redistribuição para outros municípios do TO; veja como


Aprovados no concurso da Educação poderão se habilitar para trabalhar em outras cidades
Um edital foi aberto pelo governo do Tocantins para redistribuir candidatos aprovados e não nomeados no concurso da Educação. A medida busca preencher 468 vagas abertas em municípios do estado.
O concurso foi realizado em 2023 e ofereceu vagas por município, permitindo que o candidato escolhesse onde queria atuar. No entanto, algumas cidades não tiveram aprovados suficientes, enquanto outras registraram excedente. Com isso, há vagas abertas e candidatos aprovados ainda sem nomeação.
Podem participar os candidatos aprovados e não nomeados no concurso, inclusive os inscritos para outras regiões. A regra vale para quem ainda não foi nomeado, exceto os reclassificados.
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A participação é opcional e depende de manifestação do candidato dentro do prazo. Quem não participar continua na lista de aprovados do Edital nº 01/2023, sem prejuízo.
A medida pretende fortalecer a educação pública em todo o estado, com base no mérito e na ampliação do atendimento.
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Sede da Secretaria de Educação do Estado do Tocantins, em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
Prazo e inscrição
O prazo para manifestação de interesse vai das 16h do dia 15 de abril até as 16h do dia 14 de maio de 2026. As inscrições devem ser feitas apenas pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), organizadora do concurso.
Na inscrição, o candidato pode escolher até três localidades, em ordem de preferência. A escolha é definitiva e não pode ser alterada depois do envio.
Segundo o secretário de Estado da Educação, Fábio Vaz, o edital ajuda a atender regiões com falta de profissionais.
“Esse edital amplia as oportunidades para os candidatos aprovados e, ao mesmo tempo, permite que a rede estadual seja atendida de forma mais eficiente, chegando a localidades que ainda necessitam de profissionais”.
Regras importantes
Ao aderir ao reaproveitamento, o candidato aceita que, se for nomeado, perde a vaga escolhida originalmente no concurso.
Quem for nomeado e não tomar posse será considerado desistente.
A classificação seguirá a nota do concurso de 2023 e os critérios de desempate do edital original.
Critério de classificação
A distribuição das vagas vai considerar a ordem de preferência indicada pelo candidato. Para cada município, serão criadas três listas: primeira, segunda e terceira opção.
A convocação seguirá essa ordem. Primeiro, serão chamados os candidatos da primeira opção, conforme a nota. Se ainda houver vagas, serão convocados os da segunda opção. Depois, os da terceira.
O edital será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta terça-feira (31) e traz a lista de vagas disponíveis em vários municípios. O resultado preliminar será divulgado no site da FGV.
Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patricio Reis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Policiais são agredidos com faca e tijolada durante operação em Araguaína


Carro da Polícia Militar Araguaína
PM/Divulgação
Policiais militares do 2º Batalhão foram agredidos durante uma operação de rotina em um local conhecido como ponto de comercialização de drogas em Araguaína, no norte do Tocantins. Um dos militares foi ferido com um golpe de faca e outro chegou a perder a consciência após ser atingido com uma tijolada na cabeça.
A ocorrência foi registrada por volta das 16h30, desta terça-feira (31), em uma casa no Setor Oeste. Segundo a PM, o local é conhecido por ser um ponto de venda de drogas.
Os nomes dos militares não foram informados, mas segundo a PM, tiveram lesões leves, receberam atendimento médico e foram liberados.
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Resistência e ataque com faca
De acordo com o relatório da Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento quando decidiu abordar um imóvel. Durante a ação, um homem de 27 anos reagiu de forma violenta utilizando uma arma branca.
Ao tentar se defender de um golpe de faca, um dos policiais sofreu uma perfuração na mão. O agressor foi contido e algemado pela equipe.
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No decorrer da abordagem, a situação se agravou quando um segundo indivíduo, que ainda não foi identificado, passou a arremessar tijolos contra os militares. Um dos policiais foi atingido na cabeça, o que causou uma perda momentânea de consciência.
Após o ataque, o suspeito fugiu do local em uma motocicleta e segue foragido.
O policial ferido foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital Regional de Araguaína. Os demais militares também receberam atendimento médico devido às lesões leves.
O suspeito detido foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e depois levado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil, onde foi autuado pelos crimes de lesão corporal, tráfico de drogas, resistência e tentativa de homicídio.
Dentro do imóvel, as autoridades localizaram e apreenderam porções de maconha, cocaína, crack, além de uma faca e dinheiro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Comandante-geral da PM e Secretário de Ações Governamentais são exonerados


Márcio Antônio Barbosa de Mendonça e Lázaro Botelho Martins
Reprodução/Governo do Tocantins/redes sociais
Foram exonerados, a pedido, o Comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, e o Secretário Extraordinário de Ações Governamentais, da Secretaria Executiva da Governadoria, Lázaro Botelho Martins.
As exonerações ocorrem antes da data-limite para que chefes do executivo, que vão concorrer nas eleições, deixem os cargos públicos. Segundo o Calendário Eleitoral, o prazo encerra no dia 4 de abril.
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As informações foram publicadas no Diário Oficial do Tocantins do dia 31 de março. Agora, Claudio Thomaz Coleho de Souza passa a ocupar o Comando da PM. O militar exercia a função de Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar.
No Diário Oficial, o governador Wanderley Barbosa (Republicanos) nomeou Dosautomista Honorato de Melo para ocupar o cargo de Chefe do Estado Maior. Jaime Porfírio de Souza foi nomeado subchefe do Estado-Maior.
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Fonte: G1 Tocantins

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Universidade Federal do Tocantins abre concurso público com salários de até R$ 5,2 mil


UFT abre concurso público com salários de até R$ 5,2 mil
A Universidade Federal do Tocantins (UFT) abriu concurso público para o preenchimento de 16 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva, com oportunidades para nível médio, técnico e superior. Os salários chegam a até R$ 5,2 mil.
As inscrições começam nesta quarta-feira (2) e seguem até o dia 4 de maio, exclusivamente pelo site da UFT. A taxa de inscrição é de R$ 150 para cargos de nível médio e técnico e de R$ 180 para cargos de nível superior.
Candidatos inscritos no CadÚnico e os doadores de medula óssea têm o prazo de 02 a 06 de abril para solicitar a isenção da taxa de inscrição.
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O concurso é destinado ao quadro de pessoal Técnico-Administrativo em Educação (TAE) e terá vagas distribuídas entre os câmpus de Palmas, Gurupi, Miracema do Tocantins e Porto Nacional.
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Campus da UFT em Palmas
Poliana Macedo/UFT
Cargos e vagas
Para nível médio e técnico, o concurso oferece vagas para os cargos de Assistente em Administração, Técnico em Tecnologia da Informação, Técnico em Enfermagem, Técnico em Agropecuária e Técnico de Laboratório na área de Comunicação Social. Todos têm jornada de 40 horas semanais e salário de R$ 3.181,39.
➡️ Clique aqui e veja o edital completo.
Já para nível superior, há oportunidades para Administrador, Auditor, Pedagogo e Técnico em Assuntos Educacionais, com jornada de 40 horas e salário de R$ 5.215,39.
O edital também prevê vagas para médicos, com jornada de 20 horas semanais, nas seguintes especialidades: Clínica Médica, Medicina da Família e Comunidade, Medicina do Trabalho e Psiquiatria. O salário para esses cargos é de R$ 4.976,27.
Além das vagas imediatas, são ofertadas 63 vagas para cadastro de reserva. Também há reserva para pessoas com deficiência e pessoas negras, conforme a legislação vigente.
Provas
A seleção será feita por prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, composta por 50 questões de múltipla escolha. As provas estão marcadas para o dia 7 de junho, em Palmas.
Os candidatos aos cargos de nível médio e técnico farão a prova no período da manhã, enquanto os concorrentes aos cargos de nível superior farão o exame no período da tarde.
O conteúdo das provas inclui Língua Portuguesa, Atualidades, Noções de Informática, Legislação Aplicada ao Serviço Público e Conhecimentos Específicos, conforme o cargo escolhido.
Resultado e validade
O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado no dia 30 de junho, com homologação em 2 de julho. O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.
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Fonte: G1 Tocantins

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Conheça carreiras ofertadas no concurso da Polícia Civil do TO, com salários de até R$ 21,9 mil


Edital deve ser publicado nesta semana
Reprodução/Freepik
O Governo do Tocantins anunciou a autorização de um novo concurso público para a Polícia Civil do Estado. O certame, cujo edital deve ser publicado ainda nesta semana, oferecerá 452 vagas distribuídas entre três cargos estratégicos, com salários de até R$ 21.901,70.
Em publicação feita pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), foi informado que o edital abrangerá cargos como delegado de polícia, perito oficial e oficial investigador — conheça a seguir mais detalhes das funções oferecidas.
O último concurso da corporação foi realizado em 2014. O novo certame tem como objetivo recompor o efetivo e ampliar a capacidade de investigação no Tocantins, conforme informado pelo governo.
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Conheça os cargos
Delegado de Polícia – salário previsto: R$ 21.901,70. 🔎O delegado de polícia é a autoridade responsável por conduzir investigações criminais na Polícia Civil. Compete a ele instaurar e presidir inquéritos policiais, coordenar equipes e tomar decisões durante a apuração de crimes.
Além disso, o delegado atua diretamente na formalização de medidas legais, como pedidos de prisão preventiva, buscas e apreensões, e outras representações encaminhadas ao Poder Judiciário. O cargo exige formação em Direito.
Perito Oficial – salário previsto: R$ 17.694,68. 🔎O perito oficial é o profissional responsável por produzir provas técnicas e científicas que auxiliam nas investigações criminais. Ele atua na análise de vestígios deixados em locais de crime, como impressões digitais, materiais biológicos, substâncias químicas e evidências digitais, contribuindo para esclarecer como os fatos ocorreram.
O trabalho inclui a elaboração de laudos periciais, utilizados pela polícia e pelo Poder Judiciário. Para exercer a função, é necessário ter formação superior em áreas específicas, como engenharia, biologia, química ou tecnologia da informação.
Oficial Investigador de Polícia – R$ 7.917,97: 🔎O oficial investigador de polícia atua diretamente no trabalho de campo das investigações. Entre as atribuições estão o cumprimento de diligências, coleta de informações, localização de suspeitos, além de apoio em operações policiais.
Esse profissional também pode realizar atividades como vigilância, campanas e levantamento de dados. O cargo exige preparo técnico e físico, já que envolve atividades operacionais e situações de risco, sendo peça fundamental na execução das investigações em conjunto com delegados e peritos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins adere medida federal para subsidiar diesel e conter alta dos preços


Governo do Tocantins adere ao programa federal emergencial
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O Governo do Tocantins aderiu ao programa federal emergencial para conter a alta do preço do diesel. O anúncio foi feito pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), nesta terça-feira (31). A medida prevê um subsídio de até R$ 1,20 por litro do combustível importado, válido até o fim de maio, com o custo dividido entre a União e os estados.
A iniciativa tem como objetivo minimizar os efeitos da alta dos preços internacionais do combustível, pressionados pelas recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Diesel: 20 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços
A iniciativa funciona como um “desconto compartilhado” (subsídio), ou seja, o governo paga parte do valor para que o combustível chegue mais barato ao consumidor. Na prática, o abatimento de R$ 1,20 será custeado da seguinte forma:
R$ 0,60 pagos pela União (Governo Federal);
R$ 0,60 pagos pelo Governo do Tocantins.
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O secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva, afirmou que a adesão à medida federal tem como foco o equilíbrio econômico e a proteção dos setores estratégicos. “Essa iniciativa garante mais estabilidade para a economia do Tocantins e ajuda a proteger produtores e consumidores”, destacou.
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Entenda a proposta
O governo federal planeja conceder uma ajuda financeira (subvenção) às empresas que importam diesel. O benefício vale até o fim de maio e divide o custo de R$ 1,20 por litro igualmente entre a União e os estados.
O acordo terá duração de dois meses. Nesse período, os estados devem deixar de arrecadar cerca de R$ 1,5 bilhão, sendo o pagamento realizado por meio de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Com esse modelo, os governos estaduais não precisam zerar o ICMS. A proposta anterior previa a redução direta do imposto, mas o novo formato foi considerado mais viável.
A iniciativa se soma a outras ações já adotadas pelo governo federal, como a isenção de PIS/Cofins e a subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União. O Tocantins se une a um grupo de 19 estados que já confirmaram participação nesse esforço fiscal conjunto.
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Fonte: G1 Tocantins

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Área disputada por Goiás e Tocantins é vistoriada por equipe da PGE


Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO
Uma equipe da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) realizou uma vistoria na área de divisa entre Goiás e Tocantins que é alvo de disputa judicial no Supremo Tribunal Federal (STF). A visita ocorreu na última sexta-feira (27) e teve como objetivo atualizar informações técnicas, verificar a ocupação do território e ouvir moradores da região do Quilombo Kalunga dos Morros, em Cavalcante, no nordeste goiano.
A área em disputa tem cerca de 12,9 mil hectares e inclui o Complexo do Prata, um dos principais atrativos turísticos da Chapada dos Veadeiros. Como mostrou o g1, o território passou a ser alvo de uma disputa mais intensa nos últimos anos, após a instalação de estruturas e a ampliação da presença do estado do Tocantins na região.
Segundo o Governo de Goiás, a ocupação seria irregular e decorrente de um erro cartográfico identificado em um mapa do Exército produzido em 1977, que teria alterado a referência natural utilizada para definir a divisa entre os estados.
Vistoria e ação no STF
A comitiva foi liderada pelo procurador-geral do Estado, Rafael Arruda, e contou com a participação de técnicos do Instituto Mauro Borges (IMB). Durante a visita, o grupo percorreu pontos estratégicos da divisa, analisando marcos territoriais, elementos cartográficos, cursos d’água e possíveis alterações de ocupação que possam interferir na delimitação entre Goiás e Tocantins.
Além do levantamento técnico, representantes do governo estadual dialogaram com moradores e lideranças locais, que relataram dúvidas e insegurança sobre a definição do território e a continuidade de serviços públicos na região.
As informações coletadas serão consolidadas em um relatório técnico que deve subsidiar a atuação de Goiás na Ação Cível Originária (ACO) 3734, em tramitação no STF.
“A ação representa o restabelecimento da verdade geográfica e jurídica sobre o território”, afirmou o procurador-geral Rafael Arruda.
O Supremo Tribunal Federal marcou para o dia 6 de abril uma audiência de conciliação entre Goiás e Tocantins. A expectativa é que o encontro ajude a definir os próximos encaminhamentos do processo e avance na delimitação oficial da divisa.
Durante a visita, o prefeito de Cavalcante, Vilmar Kalunga, também acompanhou a comitiva e apresentou os impactos da disputa para o município, especialmente em relação à perda de registros populacionais e dificuldades na execução de políticas públicas.
Equipe da PGE-GO, técnicos e representantes locais durante vistoria na área em disputa entre Goiás e Tocantins, na região da Comunidade Kalunga dos Morros, em Cavalcante
Divulgação/PGE – GO
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Erro cartográfico e avanço da disputa
De acordo com a ação movida pelo Governo de Goiás, a origem do conflito está em um erro na Carta Topográfica “São José”, elaborada pela Diretoria de Serviço Geográfico do Exército Brasileiro em 1977.
Segundo a PGE, o documento teria confundido o Rio da Prata com o Córrego Ouro Fino, deslocando a linha divisória para dentro de uma área que historicamente pertence a Goiás. Como o Tocantins foi criado apenas em 1988, a divergência passou a ter efeitos práticos apenas anos depois, com a ocupação administrativa da região.
Nos últimos anos, moradores e lideranças locais passaram a relatar maior presença do estado do Tocantins na área, com oferta de serviços públicos, promessas de infraestrutura e instalação de estruturas como um portal turístico no Complexo do Prata.
Esse movimento intensificou a disputa territorial e ampliou a sensação de indefinição entre as comunidades locais, que passaram a conviver com ações simultâneas dos dois estados em uma mesma região.
Infográfico – Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO por divisa após erro em mapa dos anos 70
arte/g1
Impactos para moradores e município
A indefinição territorial tem impactos diretos na rotina dos moradores da Comunidade Kalunga dos Morros, que convivem com dúvidas sobre qual estado é responsável pela oferta de serviços essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e regularização de documentos.
Relatos colhidos durante a vistoria apontam que parte da população mantém vínculos históricos com Goiás, enquanto outros moradores passaram a acessar serviços oferecidos por Tocantins, o que reforça a divisão de pertencimento já observada anteriormente.
Para o município de Cavalcante, a disputa também gera prejuízos administrativos. Segundo o prefeito Vilmar Kalunga, a indefinição contribuiu para a perda de contabilização de moradores no último Censo do IBGE, o que impacta diretamente nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Além disso, a falta de definição sobre a divisa dificulta a execução de obras e a ampliação de serviços públicos, já que há incerteza sobre a responsabilidade institucional na área.
Enquanto a disputa segue no campo jurídico, moradores continuam vivendo em um território onde a divisa muda no papel, mas não no cotidiano, mantendo rotinas, vínculos e identidades construídas ao longo de décadas.
Representantes da PGE-GO conversam com moradores da Comunidade Kalunga dos Morros durante vistoria na área em disputa entre Goiás e Tocantins, em Cavalcante
Divulgação/PGE – GO
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Fonte: G1 Tocantins

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Desaparecimento de mecânico agrícola em área de mata completa 18 dias


Veja momentos antes do desparecimento de mecânico em fazenda
O mecânico de máquinas agrícolas Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, está desaparecido há 18 dias após sumir na zona rural de Cariri do Tocantins, na região sul do estado. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que a 85ª Delegacia de Polícia segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
Morador de Talismã (TO), Adenir foi visto descendo em direção a um córrego próximo à sede da Fazenda Luana, onde prestava serviço, antes de desaparecer na mata. Desde então, não houve confirmação de seu paradeiro.
As buscas oficiais mobilizaram uma força-tarefa por oito dias, com atuação do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Ambiental e Patrulha Rural. As equipes utilizaram drones, cães farejadores e buscas a pé e a cavalo.
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No entanto, as autoridades suspenderam a operação no dia 21 de março, devido às condições climáticas desfavoráveis e à ausência de novos indícios. Segundo a SSP/TO, todas as providências cabíveis estão sendo adotadas para a elucidação dos fatos.
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Mecânico de máquinas está desaparecido
Arquivo Pessoal
Mesmo com a suspensão da operação estatal, familiares, amigos e moradores da região continuam as buscas por conta própria, em grupos menores. A família acredita que Adenir possa estar desorientado e evitando contato com grupos grandes.
Ao desaparecer, o mecânico deixou na fazenda todos os seus pertences, incluindo ferramentas de trabalho, roupas e a motocicleta. Segundo a família, os itens permanecem no local da mesma forma que foram deixados no dia do sumiço.
Outra evidência que corrobora a crença dos familiares é que durante as buscas, no dia 18 de março, a Defesa Civil informou que Adenir foi avistado por um drone. Um trator chegou a ser usado para roçar o pasto na região onde ele apareceu nas imagens, mas as equipes não conseguiram alcançá-lo naquele momento.
Segundo o agente da Defesa Civil João Carlos Lopes, que participou das buscas, Adenir é brigadista e pode sobreviver na mata por até 30 dias. “Ele consegue aguentar até 30 dias. As buscas só devem ser retomadas em caso de um fato novo”, afirmou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Policial denuncia colega por abuso sexual em alojamento de quartel da PM no TO; defesa diz que réu é sonâmbulo


Militar denuncia abuso sexual dentro de quartel da Polícia Militar de Gurupi
Uma policial militar denunciou que foi abusada por um colega de farda dentro do alojamento da corporação em Gurupi, no sul do estado. O caso se arrasta na Justiça do Tocantins há cinco anos. A defesa do militar investigado alega que tudo aconteceu durante um episódio de sonambulismo (veja a nota abaixo).
Na época, a vítima fazia parte da equipe da Força Tática. Em entrevista à TV Anhanguera, ela relatou que estava em um plantão de 24 horas e, por volta de meia-noite, a equipe foi ao alojamento para repousar.
“Passou um tempo, e eu acordei com um colega deitado ao meu lado, na cama, alisando a região da minha virilha. Eu iluminei o rosto dele com o celular e o repreendi. Foi quando ele falou: ‘uai’ e voltou pra cama dele. Depois disso, eu não consegui mais dormir. Fiquei em choque. Não acreditei que aquilo tinha acontecido.”
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O abuso aconteceu em outubro de 2022. O investigado é o cabo Bruno Xavier, que foi denunciado pela promotoria militar e é réu desde fevereiro de 2025, conforme decisão do juiz José Ribamar. O g1 questionou o Tribunal de Justiça sobre o andamento do processo, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Em nota, a Polícia Militar do Tocantins informou que instaurou um procedimento administrativo e um inquérito policial militar, que opinou pelo indiciamento do investigado. A corporação afirmou que não compactua com violência ou assédio e destacou a criação, em 2024, da Comissão de Implementação e Políticas em Atenção à Mulher (CIPAM) e da Ouvidoria da Mulher como mecanismos de proteção interna (veja nota completa abaixo).
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Quartel da Polícia Militar em Gurupi, no sul do estado
Reprodução/TV Anhanguera
Comentários machistas e pedido de transferência
Após o ocorrido, a policial procurou o comandante da Força Tática para relatar o abuso, mas afirmou que foi desestimulada a prosseguir com a denúncia. Segundo a vítima, o comandante sugeriu que ela conversasse diretamente com o agressor para “saber o que tinha acontecido”.
“Isso me deixou mais constrangida ainda. Fui lá, questionei ele, e ele alegou para mim que era sonâmbulo. Eu voltei no comandante da Força Tática novamente, informei para ele o que o rapaz tinha me passado. Foi o momento que ele me perguntou se eu queria passar a situação para frente, né? Mas ele já foi falando: ‘Mas você sabe que não vai dar em nada, né?’.”
Segundo a vítima, a situação se agravou com comentários machistas, dentro do batalhão, de que mulher não deveria trabalhar na Força Tática. Isso levou a policial a pedir transferência da cidade por não suportar o ambiente de trabalho.
Ela descreveu que antes da transferência foi feita uma reunião com a equipe, onde se sentiu desamparada:
“O comandante lá do batalhão falou que era para eu pensar com calma, que não queria que eu saísse de lá, que no outro dia ia ter uma reunião com os integrantes do grupo e eu poderia explanar a história. Só que eu senti que eles não queriam dar prosseguimento. Enfim, no outro dia teve essa reunião. O comandante do batalhão repreendeu o rapaz, o rapaz me pediu desculpas. Eu não conseguia nem parar de chorar. Estava totalmente desestruturada nesse dia.”
Defesa alega sonambulismo
A defesa do militar alegou que o ato não foi intencional, mas decorrente de uma condição médica. De acordo com o advogado Indiano Soares, o cliente é sonâmbulo.
“Ele estava dormindo, ele tem um problema de sonambulismo detectado em laudos médicos, constatado desde quando ele era jovem, tá? Então, ele não tentou esboçar qualquer ato sexual. Pelo contrário, ele apenas deitou ao lado dela e, quando percebeu, ela percebeu, fez o contato, ele já voltou para a cama dele dormindo. Isso foi comprovado na sindicância, no processo administrativo disciplinar na PM, devidamente comprovada a ausência de conduta, porque ele estava dormindo. Os laudos médicos afastaram a conduta dele. Ele não tinha conduta, ele estava dormindo.”
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que, diante dos fatos mencionados, todos os procedimentos legais e administrativos cabíveis foram instaurados à época, com observância à legislação vigente e ao devido processo legal.
No que se refere ao caso ocorrido no município de Gurupi, no ano de 2022, foi instaurado procedimento administrativo no âmbito da Corporação, seguido da abertura de Inquérito Policial Militar (IPM), posteriormente encaminhado à Justiça Militar.
Paralelamente, houve atuação do Ministério Público, e o caso encontra-se atualmente em tramitação no Poder Judiciário, com audiências em andamento. Ressalta-se que os autos tratam da apuração de conduta de natureza libidinosa, cabendo exclusivamente à autoridade judiciária competente a análise e deliberação sobre os fatos.
A Polícia Militar do Tocantins esclarece que, desde o conhecimento dos fatos, foram adotadas as medidas cabíveis no âmbito de suas competências legais, inclusive com o devido acompanhamento institucional.
Em relação ao segundo caso mencionado, a Corporação informa que também foi instaurado Inquérito Policial Militar, devidamente concluído e encaminhado à Justiça Militar, cabendo ao Poder Judiciário deliberar sobre as providências legais pertinentes, inclusive eventual remessa ao Ministério Público.
Importante ressaltar que, nos procedimentos instaurados, a autoridade responsável pelos Inquéritos Policiais Militares opinou pelo indiciamento dos investigados, com base em análise técnico-jurídica consistente, respeitando integralmente o devido processo legal.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que possui protocolos internos rigorosos e mecanismos permanentes de controle e responsabilização, voltados à apuração imediata de qualquer conduta incompatível com os valores institucionais.
Como medida estruturante e permanente de prevenção e fortalecimento institucional, a Corporação implantou, no ano de 2024, a Comissão de Implementação de Políticas em Atenção à Mulher (CIPAM), consolidando um avanço significativo na proteção, acolhimento e garantia de direitos das mulheres no âmbito da Polícia Militar.
A CIPAM atua de forma ativa na promoção de campanhas educativas, no recebimento e encaminhamento de denúncias, bem como na articulação com instituições públicas e privadas, ampliando a rede de proteção e enfrentamento a situações de violência e assédio.
A Corporação dispõe ainda da Ouvidoria da Mulher, canal institucional seguro e acessível, destinado ao recebimento de denúncias relacionadas à violência de gênero, assédio ou situações de vulnerabilidade, assegurando o devido encaminhamento e acompanhamento dos casos.
A Polícia Militar do Tocantins reitera, de forma categórica, que não compactua com qualquer prática de violência, assédio ou discriminação, adotando postura firme na apuração rigorosa dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, sempre nos termos da lei.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem é assassinado a facadas em bar no Tocantins após discussão


Jovem morre após ser esfaqueado e suspeito é preso
Um jovem de 23 anos morreu após ser esfaqueado em um bar em Palmeirante, região centro-norte do Tocantins. Conforme apurado pela TV Anhanguera, o suspeito do crime foi preso em casa. O crime foi registrado na manhã desta terça-feira (31), após uma discussão entre os dois.
A vítima foi identificada como Idelmar Azevedo das Neves. Segundo apuração da TV, ele e o suspeito, de 20 anos, tinham um desentendimento anterior e acabaram se encontrando em um bar na cidade.
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Idelmar Azevedo nas Neves morreu após ser esfaqueado em bar
Reprodução/TV Anhanguera
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Durante a confusão, Idelmar foi esfaqueado e morreu no local. O suspeito também teve lesões e foi levado para o hospital depois de ser preso. Ele deve passar por atendimento na unidade de saúde antes de ser encaminhado para a delegacia.
O g1 solicitou informações à Polícia Militar e à Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins