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Filhas de Henrique e Juliano cantam em show e surpreendem fãs: ‘Parece uma dupla feminina’


Filhas de Henrique e Juliano emocionam fãs cantando com a dupla durante apresentação
Os filhos da dupla sertaneja Henrique e Juliano roubaram a cena e emocionaram os fãs durante um show da turnê “Manifesto Musical”, em São Paulo. Sentadas no colo dos pais, as crianças Helena, Maria Antônia e Maria Clara cantaram junto com os cantores o sucesso “Novo Eu”. (Veja vídeo acima).
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O momento, que ganhou repercussão nas redes sociais, foi registrado no último sábado (1º). As imagens mostram Helena no colo de Henrique, enquanto Maria Antônia e Maria Clara dividiam o espaço com Juliano. Miguel, filho de Henrique, também estava presente, mas deixou o palco antes de a canção começar.
A interação carinhosa das crianças logo chamou a atenção dos fãs. Henrique brincou com o parceiro Juliano sobre a presença das filhas: “E, apesar de terem quatro crianças aqui, tem uma dupla feminina, parece, né?”
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‘É um Trio Parada Dura mesmo’, brincou Juliano após filha perder a timidez e cantar em apresentação
Reprodução/Redes sociais
Durante a apresentação, a participação da filha mais nova de Juliano surpreendeu o próprio pai. Ao perceber que a pequena estava acompanhando, Juliano comentou com Henrique: “Pelo jeito, vai virar trio, mano. Primeira vez que essa aqui cantou […] É um Trio Parada Dura mesmo, viu!”, completou Henrique.
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Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins tem o maior déficit de PMs ao comparar o efetivo existente com o número determinado em lei


Apenas 34,9% das vagas da PM estão ocupadas no TO
Antônio Gonçalves/Governo do Tocantins
O Tocantins possui o maior déficit proporcional de policiais militares do Brasil, segundo os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em 2026. A 2ª edição do estudo “Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil” mostra que, quando comparado o número de agentes na ativa com o que é determinado pela legislação estadual, a PM-TO tem o menor efetivo do país.
De acordo com o levantamento, a legislação estadual do Tocantins prevê um contingente de 9 mil policiais militares, mas o estado conta atualmente com apenas 3.145 agentes em exercício. Isso significa que apenas 34,9% das vagas criadas por lei estão efetivamente ocupadas.
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A defasagem no Tocantins supera a de outros estados que também enfrentam dificuldades para completar seus quadros da Polícia Militar. No ranking do menor efetivo proporcional — relação entre o que a lei determina e o que existe de fato —, o Tocantins lidera com a pior porcentagem.
O estudo destaca que o baixo efetivo no Tocantins é um reflexo direto do que determina a própria legislação estadual, apontando uma distância crítica entre o planejamento previsto em lei e a realidade operacional.
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Menores efetivos do Brasil
Em números absolutos, o Tocantins também figura na lista dos menores contingentes policiais do país. Com 3.145 policiais militares na ativa, o estado está entre os três menores efetivos totais, ao lado do Acre (2.375) e de Roraima (2.490).
Segundo o FBSP, a taxa de policiais militares no Tocantins é de 2 agentes para cada 1.000 habitantes. Os dados revelam que, apesar de registrar o maior déficit em relação ao efetivo previsto nas legislações estaduais do país, o índice tocantinense supera a média nacional da PM nos estados, que é de 1,9 policial por 1.000 habitantes.
O número de agentes nas ruas em relação ao tamanho da população é superior ao de outros 10 estados, com uma taxa de cobertura maior até que a de São Paulo (1,8) e a do Paraná (1,4), por exemplo. Ainda conforme o estudo, isso indica que a baixa densidade populacional do Tocantins ajuda a compensar o baixo preenchimento das vagas previstas em lei.
No entanto, o estudo ressalta que a busca pelo “efetivo ideal” não deve considerar apenas a proporção de habitantes, mas também o planejamento institucional. Conforme o FBSP, fatores como geografia, turnos, logística e estrutura de apoio são indissociáveis e variam de acordo com as características de cada estado.
O g1 entrou em contato com o Governo do Tocantins para solicitar um posicionamento sobre o déficit no efetivo da Polícia Militar, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Comparação entre o efetivo atual das PMs e a previsão definida em lei
Arte/g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra menino de três anos se recusando a ir para casa do pai antes de morrer: ‘Ele me bate’


Menino encontrado morto é velado em Palmas; polícia investiga o caso
Um vídeo gravado no fim de semana mostra o momento em que o menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, recusa ir a casa do pai. A criança foi encontrada morta nesta segunda-feira (3) e a Polícia Civil suspeita que ela pode ter sido agredida pelo próprio pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa.
Um inquérito policial foi aberto para apurar a possível participação do pai na morte do menino. O laudo inicial aponta que a criança morreu por uma possível hemorragia interna.
No vídeo, a que a TV Anhanguera e o g1 tiveram acesso, o menino chora ao responder por que não quer ir para a casa do pai.
“Mãe: Por que você não gosta de ir no seu pai?
Filho: Porque ele me bate”
Os pais do menino não moravam juntos e viviam disputas judiciais. Advogados da mãe informaram à TV Anhanguera que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. A mãe movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão.
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Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
O caso foi registrado depois que o pai procurou a polícia para comunicar o óbito do filho, afirmando que o menino tinha se afogado na piscina. A defesa de Igor informou que o advogado retirou a criança da água, prestou os primeiros socorros e depois a colocou para descansar. O pai percebeu que o filho não apresentava sinais vitais na manhã desta segunda-feira (3).
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Segundo o médico legista e diretor do Instituto Médico Legal de Palmas (IML), Eduardo Godinho, não há sinais de afogamento, mas a criança apresentava marcas de agressões pela face e na parte interna do intestino.
“No exame preliminar, a causa da morte, aparentemente, foi por laceração intestinal e sangue. Ele teve hemorragia interna e externa, o que levou à causa da morte”, explicou o diretor, em entrevista à TV Anhanguera.
A defesa diz que Igor Gustavo foi ouvido, liberado pela autoridade policial e segue à disposição das investigações.
Segundo o delegado Eduardo Menezes, equipes já estão realizando as investigações para entender se há envolvimento do pai na morte do menino Gustavo. “Há indícios claros de que a versão inicialmente declarada pelo pai não vai se sustentar. Para afirmar que há um homicídio e quem foi o autor desse homicídio, a gente precisa aprofundar as investigações”.
O corpo de Gustavo está sendo velado nesta terça-feira (4), em uma igreja na quadra 208 Sul, em Palmas.
Advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa procurou a 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil para comunicar a morte
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Moradores terão que deixar chácaras em área da Usina de Lajeado; Justiça dá prazo de 15 dias


Chacareiros terão de deixar área entre Palmas e Lajeado
Uma determinação da Justiça Federal prevê a desocupação de 50 chácaras às margens do lago da Usina de Lajeado, em Palmas. O pedido de reintegração de posse foi feito pela Investco, concessionária responsável pela implantação e operação da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. As famílias têm prazo de 15 dias para deixar o local e poderão ser retiradas à força, se necessário. A decisão foi assinada na última semana pela juíza federal Caroline Baccedo. (Assista vídeo acima).
Conforme a decisão judicial, à qual a TV Anhanguera teve acesso, além de desocupar a área, os moradores deverão demolir todas as construções e retirar as benfeitorias existentes no local. A disputa entre os proprietários das chácaras e a Investco se arrasta desde 2014, na região dos quilômetros 36 e 37.
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Os moradores foram notificados em março para deixar a área. A medida foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. Na decisão que determinou o cumprimento do mandado, a juíza Caroline Baccedo estabeleceu o dia 13 de agosto para o corte do fornecimento de energia elétrica e o dia 18 de agosto para a desocupação forçada, com apoio da Polícia Militar e da Polícia Federal.
Em nota, a Investco informou à reportagem que tem a obrigação legal de proteger a área da Usina de Lajeado. A empresa afirmou que cumprirá a decisão da Justiça Federal e colaborará com as autoridades no cumprimento da ordem de desocupação. (Veja íntegra abaixo).
Moradores de área da Usina de Lajeado têm 15 dias para deixar o local
Reprodução/TV Anhanguera
Em entrevista à TV Anhanguera, a moradora Tânia Lira, que comprou uma chácara durante a pandemia de Covid-19 no local, contou que passou a sofrer de insônia desde que soube da decisão.
“É o espaço onde a gente reúne a família em todo final de semana. Meus filhos estão aqui, meus netos. Eu tenho uma sobrinha autista que fica aqui porque é onde ela se sente melhor, mais tranquila”, desabafou.
O chacareiro Aloísio Mota contou que adquiriu uma área no início deste ano. Com a decisão, ele suspendeu as obras da pousada da família, onde pretendia passar a aposentadoria.
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“Não é possível aceitar isso de maneira passiva. Eu vou lutar de todas as formas para que a gente possa ter êxito nessa empreitada, porque era o meu último projeto de vida”, explicou.
Já a moradora Nice Antunes afirmou à TV Anhanguera que a área não foi invadida e que o imóvel foi adquirido de forma regular.
“É aqui que nós queremos viver. É aqui que nós queremos passar os nossos últimos dias de vida”, disse a moradora.
Nota na íntegra da Investico
A Investco esclarece que, como responsável pela gestão e proteção das áreas vinculadas à concessão federal da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), atua no cumprimento das obrigações legais e contratuais de proteção do patrimônio sob sua responsabilidade.
A empresa reforça que respeita as decisões do Poder Judiciário e seguirá colaborando com as autoridades competentes para o cumprimento da ordem judicial. A companhia reitera que todas as medidas serão adotadas em estrita conformidade com as determinações da Justiça Federal e com os procedimentos estabelecidos pelos órgãos competentes.
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Fonte: G1 Tocantins

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Imagens de drone mostram a beleza dos rios que cortam a maior ilha fluvial de água doce do mundo


Video mostra Ilha do Bananal
As curvas desenhadas pela natureza ganharam destaque em imagens aéreas registradas pelo brigadista Cleber Javaé no interior da Ilha do Bananal, localizada entre Tocantins e Mato Grosso. Imagens revelam paisagens preservadas, onde rios e lagoas serpentam por extensas áreas de vegetação nativa e formam cenários que ajudam a explicar por que a região está entre os mais importantes patrimônios ambientais do país.
As imagens mostram os desenhos formados pelo Lagoão do Imotxi e acompanham o percurso do Rio Jaburu, que corta a mata em curvas sinuosas. Do alto, o contraste entre as águas e a vegetação destaca a grandiosidade da ilha, que é considerada a maior ilha fluvial de água doce do mundo (assista o vídeo acima).
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A Ilha do Bananal ocupa uma área aproximada de 20 mil quilômetros quadrados e está situada no oeste do Tocantins. Os rios Araguaia e Javaé cercam o território, que reúne uma rica biodiversidade e uma das mais importantes áreas de transição entre o Cerrado e a Floresta Amazônica.
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Imagens mostram visão aérea do Lagoão do Imotxi (à esq.) e do Rio Jaburu, na Ilha do Bananal
Arquivo Pessoal/Cleber Javaé
O acesso à Ilha do Bananal pode ser feito pela TO-181 ou pela BR-242. Durante todo o ano, especialmente no período de seca, o destino recebe turistas em busca de experiências junto à natureza.
A paisagem abriga campos alagáveis conhecidos como varjões, matas ciliares, áreas de cerrado e vegetação típicas de bancos de areia.
A diversidade ambiental também favorece a presença de aves, jacarés, ariranhas, veados e até onças, atraindo visitantes interessados em ecoturismo, observação da fauna e pesca esportiva.
Além das riquezas naturais, a Ilha do Bananal guarda um patrimônio cultural reconhecido nacionalmente. O lugar abriga povos indígenas, entre eles os Karajá e Javaé, que mantêm tradições ancestrais, como a Festa do Hetohoky.
A ocupação indígena na região permanece como uma das marcas mais importantes da ilha. As bonecas Ritxòkò, produzidas por mulheres Karajá, receberam o título de patrimônio cultural do Brasil.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Muita violência’, diz diretor do IML sobre morte de criança de 3 anos em Palmas


Menino encontrado morto é velado em Palmas; polícia investiga o caso
O menino Gustavo Veloso Feitosa, de três anos, sofreu “muita violência”, segundo o médico legista e diretor do Instituto Médico Legal de Palmas (IML), Eduardo Godinho. A análise preliminar aponta que a criança morreu após sofrer laceração intestinal e uma hemorragia interna.
“No exame preliminar, a causa da morte, aparentemente, foi por laceração intestinal e sangue. Ele teve hemorragia interna e externa, o que levou a causa morte”, explicou o diretor, em entrevista à TV Anhanguera.
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A criança foi encontrada em uma casa na região norte de Palmas nesta segunda-feira (3), depois que o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, pai do menino, procurou a Polícia Civil, afirmando que o filho supostamente teria começado a se afogar na piscina.
Gustavo Veloso Feitosa e o pai Igor Gustavo Veloso de Sousa
Reprodução/TV Anhanguera
Ele foi ouvido e liberado após entregar as chaves do imóvel à polícia. Os pais do menino não eram casados e a mãe foi vítima de ameaças. O delegado Eduardo Menezes, da Delegacia de Homicídios, afirmou que aguarda a conclusão dos laudos, mas informou que o pai da criança é investigado.
“Foi constatado alguns indícios de violência no corpo, e a DHPP foi acionada, e agora a gente está investigando para determinar se houve essa agressão [por parte] do pai ou se ali se deu, na verdade, um homicídio. Então, a gente vai aguardar inicialmente a confecção dos laudos. O laudo cadavérico traz muitas informações importantes para definir se há um acidente ou um homicídio”, comentou.
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A defesa de Igor Gustavo afirma que ele estava com a criança na piscina em uma aparente situação de afogamento. Conforme a versão apresentada, ele retirou o menino da água, prestou os primeiros socorros, e a criança voltou a reagir após expelir a água ingerida. A defesa afirma que, diante da melhora aparente, o pai deu banho no filho e o colocou para descansar.
Ainda segundo o relato, na manhã de segunda-feira (3), Igor Gustavo percebeu que a criança não respondia e não apresentava sinais vitais. A defesa afirma que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia.
Morte sem precedentes
O diretor do IML afirmou à TV Anhanguera que a criança tinha marcas de agressões pelo corpo. “Muita violência, sinais de violência pela face, intestinal, internamente, isso não é comum nos dias de hoje.”
Por outro lado, afirmou que não havia sinais de afogamento. “Até agora pelo laudo, pelo primeiro exame, não tem indício nenhum de afogamento. Ali foi realmente outro tipo de trauma que levou a causa morte”, afirmou.
Godinho afirmou que nunca tinha visto um caso como este.
“Na verdade, eu nunca, nesses 18 anos aí de legista, eu nunca tinha visto um caso como esse aqui no nosso estado. Realmente é uma situação muito difícil, não só para nós aqui, como para toda a família da mãe, de quem estava com a criança, como para a população tocantinense. Isso aí não é uma coisa natural não, não é uma coisa normal de se ver aqui no estado do Tocantins”, disse.
Entenda
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o pai da criança procurou a 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil durante a tarde de segunda-feira (3) para comunicar a morte. Familiares e testemunhas começaram a prestar depoimentos na noite de segunda-feira.
Peritos realizaram exames no local e no corpo da criança para determinar a causa da morte e o horário em que ela ocorreu. O caso segue sob investigação da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins disse que acompanha o caso e aguarda as investigações pelas autoridades competentes para o devido esclarecimento dos fatos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Família espera há dois meses por identificação de pé encontrado após morte de jovem em rodovia


Policial militar é indiciado por homicídio culposo de estudante em Palmas
A estudante de nutrição, Jhenyfer Camilly Alves dos Santos, de 22 anos, morreu após um grave acidente de trânsito na BR-010, em Palmas. Ela teve o pé amputado após ser atingida por um carro. A família aguarda há dois meses o resultado do exame que deve confirmar se um pé humano encontrado dias depois pertence à ela.
O acidente ocorreu na manhã do dia 17 de maio, enquanto Jhenyfer e o marido, Sergiomar de Freitas Lima, seguiam de motocicleta para visitar parentes em Aparecida do Rio Negro, na região central do estado. Ela chegou a ser socorrida, mas morreu após dar entrada no hospital. O marido sofreu fraturas graves, foi internado e recebeu alta.
O pé humano foi encontrado dias depois, a cerca de 5 quilômetros do local do acidente. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) chegou a informar, em junho, que o pé pertencia à jovem, mas em julho, voltou atrás e informou que a identificação do membro ainda dependia da conclusão de análises técnicas pela Polícia Científica.
A mãe de Jhenyfer, Maria Aparecida dos Santos, relata dias de angústia enquanto aguarda o resultado do laudo que deve indicar se o membro pertence à estudante.
“Ainda não recebemos o resultado do exame. Isso é muito ruim, porque queremos enterrar o pé da nossa filha. Estamos esperando”, conta.
O g1 questionou a espera e solicitou atualizações sobre as análises para a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSPTO), nesta terça-feira (4), mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Jhenyfer Camilly Alves dos Santos morreu em acidente no TO
Arquivo Pessoal Adenilton Soares
Motociclista responde por homicídio culposo
O motorista que atingiu a motocicleta em que a estudante estava, foi identificado como Nerivaldo Mendes, um policial militar de 39 anos. Ele foi indiciado pela morte de Jhenyfer pelos crimes de homicídio culposo na direção de veículo automotor e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.
Segundo a Polícia Civil, ele permaneceu no local após o acidente, prestou socorro às vítimas e realizou o teste do bafômetro, que teve resultado negativo para consumo de álcool. A defesa do militar informou que irá se manifestar apenas nos autos do processo.
Em junho, a Polícia Militar do Tocantins informou que o militar estava de folga e dirigia veículo particular. Segundo a corporação, ele permaneceu no local, prestou socorro e fez teste de alcoolemia, com resultado negativo.
Quem era Jhenifer
Jhenyfer Camilly Alves dos Santos era estudante de nutrição prestes a conquistar o diploma. Ela trabalhava como vendedora em uma loja de departamentos e era descrita como uma jovem “cheia de vida” e que sonhava em se formar para ajudar os pais.
O cunhado da vítima, Sandro Lima, afirma que a jovem deixou lembranças marcadas pelo carisma e simpatia. “Era uma menina alegre. Estava sempre sorrindo”.
A mãe conta que a filha tinha o costume de fazer chamadas de vídeo para conversar com os irmãos. Jhenyfer estudava em Palmas e a família mora em Aparecida do Rio Negro.
“O dia a dia tem sido muito triste, não só para mim, mas também para os irmãozinhos dela. Todos os dias ela fazia chamada de vídeo e eles sentem falta”, relata.
Jhenyfer Camilly Alves dos Santos, de 22 anos, ao lado da mãe
Divulgação/Maria Aparecida dos Santos
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Fonte: G1 Tocantins

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Concurso de Araguaína tem até 542 candidatos por vaga; veja os cargos mais disputados


Cidade de Araguaína
Divulgação/Prefeitura de Araguaína
O concurso público da Prefeitura de Araguaína registrou 38.350 inscritos para disputar as 1.533 vagas ofertadas, entre imediatas e cadastro reserva. O cargo de procurador municipal é o mais disputado, apresentando uma concorrência de 542 candidatos por uma única vaga.
Com salários que podem ultrapassar R$ 16 mil, o concurso abrange oportunidades para todos os níveis de escolaridade em diversos órgãos municipais, incluindo educação, saúde, procuradoria e agência de trânsito.
Do total de inscritos, 1.793 candidatos conseguiram isenção da taxa de inscrição.
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Cargos com maior concorrência
A concorrência é alta, especialmente em cargos específicos, considerando apenas as vagas imediatas previstas nos editais. Veja os mais concorridos:
Assistente administrativo (IMPAR): aproximadamente 347 candidatos por vaga.
Agente de transporte e trânsito: cerca de 160 candidatos por vaga.
Enfermeiro: aproximadamente 35 candidatos por vaga.
Técnico em enfermagem: cerca de 29 candidatos por vaga.
Assistente técnico administrativo: aproximadamene 22 candidatos por vaga.
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Recorde de inscritos
Em números absolutos de inscritos, o cargo de assistente técnico administrativo lidera a procura, com um total de 10.143 candidatos. Na sequência, aparecem o cargo de professor, com 5.490 inscrições, e enfermeiro, com 3.399.
Nos editais específicos, o cargo de Agente de Transporte e Trânsito contabilizou 1.438 inscritos. Na seleção do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Araguaína (Impar) registrou 1.736 candidatos para Assistente Administrativo e 779 inscritos para Analista Administrativo.
Cronograma das provas
Os candidatos devem ficar atentos às datas importantes:
14 de agosto: Divulgação dos locais de prova no site do IDIB.
22 de agosto: Aplicação das provas para os cargos da Procuradoria e IMPAR.
23 de agosto: Aplicação das provas para o Quadro Geral, Educação e ASTT.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia identifica indícios de violência na morte de menino de 3 anos em Palmas, diz delegado


Polícia Civil investiga suspeita de agressão após morte de menino de 3 anos em Palmas
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte de um menino de 3 anos, em Palmas. Segundo o delegado Eduardo Menezes, existe a suspeita de que a criança pode ter sido agredida pelo próprio pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa.
“Foi constatado alguns indícios de violência no corpo, e a DHPP foi acionada, e agora a gente está investigando para determinar se houve essa agressão [por parte] do pai ou se ali se deu, na verdade, um homicídio. Então, a gente vai aguardar inicialmente a confecção dos laudos. O laudo cadavérico traz muitas informações importantes para definir se há um acidente ou um homicídio”, comentou.
A morte foi constatada na segunda-feira (3). Segundo a defesa de Igor Gustavo, ele estava com o filho na área de lazer da residência no domingo (2), quando percebeu que a criança estava na piscina em uma aparente situação de afogamento.
Conforme a versão apresentada, ele retirou o menino da água, prestou os primeiros socorros, e a criança voltou a reagir após expelir a água ingerida. A defesa afirma que, diante da melhora aparente, o pai deu banho no filho e o colocou para descansar.
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Ainda segundo o relato, na manhã de segunda-feira (3), Igor Gustavo percebeu que a criança não respondia e não apresentava sinais vitais. A defesa afirma que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia.
A defesa diz que Igor Gustavo foi ouvido, liberado pela autoridade policial e segue à disposição das investigações.
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Advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa procurou a 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil para comunicar a morte
Reprodução/TV Anhanguera
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o pai da criança procurou a 1ª Central de Atendimento da Polícia Civil durante a tarde de segunda-feira (3) para comunicar a morte. Familiares e testemunhas começaram a prestar depoimentos na noite de segunda-feira.
Peritos realizaram exames no local e no corpo da criança para determinar a causa da morte e o horário em que ela ocorreu. O caso segue sob investigação da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins disse que acompanha o caso e aguarda as investigações pelas autoridades competentes para o devido esclarecimento dos fatos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem invade casa de idosa, oferece muda de cannabis e ateia fogo em objetos após recusa, diz polícia


Polícia Militar do Tocantins em Araguaína
Ascom 2º BPM/Divulgação
Um homem de 26 anos foi preso suspeito de atear fogo em objetos da casa de uma idosa no Setor Costa Esmeralda, em Araguaína. O suspeito havia invadido a residência da vítima e chegou a oferecer uma muda de planta semelhante à Cannabis sativa. Após a idosa, de 73 anos, negar a oferta, o homem ateou fogo em caixas de cerâmica com papelão, um rodo e em uma bicicleta.
O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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O caso foi registrado nesta segunda-feira (3). Segundo a Polícia Militar, o fogo ganhou grandes proporções e quase alcançou a estrutura do imóvel. As chamas foram contidas antes que se alastrassem, com o auxílio de familiares da vítima.
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Os militares fizeram buscas na região e encontraram o suspeito em um imóvel próximo ao local do crime. Conforme a PM, ele apresentava sinais de alteração psicomotora.
Durante a abordagem, o suspeito ainda teria desobedecido à ordem dos policiais e precisou ser contido. No imóvel, os militares também apreenderam a muda da planta análoga à cannabis sativa. O material e o suspeito foram encaminhados para a Central de Atendimento da Polícia Civil.
O g1 solicitou informações à Secretaria de Segurança Pública e ao Corpo de Bombeiros, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins