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Documentário da TV Globo, ‘Terceirão’ vence Prêmio Gabo com histórias sobre jovens no fim do ensino médio

Filme documental mostra a vida de 4 jovens que enfrentam o Enem
“Terceirão – Um ano, quatro vidas”, documentário da TV Globo, venceu nesta sexta-feira (24) o Prêmio Gabo 2026 na categoria Imagem. A premiação, promovida pela Fundação Gabo, é considerada a mais importante do jornalismo em espanhol e português.
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Com direção de Eliane Scardovelli e Caio Cavechini, o filme registra, ao longo de um ano letivo, a rotina de quatro adolescentes de diferentes regiões e contextos sociais do Brasil em um período de decisões sobre o futuro, pressão pelos vestibulares, desafios de saúde mental, desigualdade e conflitos familiares.
Os protagonistas são:
Luiza, da periferia de São Paulo, bolsista em uma escola de elite, que sonha em cursar Direito e enfrenta a descoberta de um tumor cerebral às vésperas do vestibular;
Manoela, de Belo Horizonte, aprovada em Medicina, que reflete sobre os limites da competitividade;
Micael, do interior do Ceará, que concilia estudos e trabalho para ajudar a família enquanto decide se seguirá para o ensino superior;
Bianca, do Capão Redondo (SP), que deseja ser psicóloga e vive uma delicada reaproximação com a mãe.
Ao anunciar os vencedores, a Fundação Gabo destacou que o filme acompanha “durante um ano quatro estudantes brasileiros do último ano do ensino médio em sua transição para a vida adulta”.
Quando o documentário foi lançado, em outubro de 2025, Scardovelli contou que buscou privilegiar a observação do cotidiano dos jovens.
“As conversas espontâneas nos revelam mais sobre esses adolescentes do que as próprias entrevistas. Por meio do trabalho de observação e escuta, conseguimos testemunhar transformações, momentos de alegria e de tristeza. Foi um grande privilégio ter tido a confiança desses quatro jovens. A gente mergulhou na vida deles por um ano.”
Cavechini ressaltou que a equipe imaginava registrar apenas a tensão do Enem, mas encontrou histórias muito mais amplas.
“O Terceirão é um ano de mudança, talvez das mais difíceis que a gente passa na vida. Logo de cara a gente já sabia que iria viver a tensão do Enem, comum a cinco milhões de brasileiros. Mas a gente não imaginava que iria viver tantas outras coisas.”
Brasil conquista três dos cinco prêmios
O Brasil foi o país mais premiado desta edição do Prêmio Gabo, com três das cinco categorias.
Além de “Terceirão – Um ano, quatro vidas”, foram reconhecidos:
Cobertura: “A política da bala”, do portal Metrópoles, sobre o aumento da letalidade da Polícia Militar de São Paulo;
Fotografia: “Como sobrevivem as democracias”, de Gabriela Biló, publicada pela Folha de S.Paulo.
Os prêmios de Texto e Áudio ficaram com produções de El Salvador e Espanha, respectivamente.
Ao todo, a 14ª edição do Prêmio Gabo recebeu 1.915 trabalhos, avaliados por um júri internacional formado por 66 jornalistas, escritores, fotógrafos e produtores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta atinge raro ponto de coesão na narrativa espiritual de ‘Equilibrium II’, álbum que saúda os tambores do Brasil


Anitta encadeia com precisão as 17 músicas de ‘Equilibrium II’, álbum em que nada soa fora do lugar
André Nicolau / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Equilibrium II
Artista: Anitta
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Com “Equilibrium II”, Anitta atinge o ponto de coesão que buscara no primeiro volume lançado em abril. Posto no mundo na noite de quinta-feira, 23 de julho, o álbum alinha 17 faixas que se encadeiam com precisão em gravações produzidas com mistura azeitada de sons orgânicos e eletrônicos.
Caso raro no mercado fonográfico em que a sequência de um projeto soa mais bem acabada do que a parte inicial, o álbum “Equilibrium II” abre e fecha com funks, como a lembrar a origem da menina carioca de Honório Gurgel que já irrompeu poderosa em 2013 no universo do tamborzão. Só que, entre um funk e outro, a artista celebra os tambores do Brasil, abarcando os tambores do samba e os tambores dos terreiros que ecoam da Bahia ancestral para todo o país.
“Você já sabe quem chegou / Só pelo toque do tambor”, alerta Anitta em versos de “Você já sabe”, mix de funk e maculelê que abre “Equilibrium II” com produção do trio Los Brasileros. “Nada na mata me mata”, joga com as palavras a cantora em “Oke”, funk que fecha o álbum, pondo a floresta na pista com o rap indígena do grupo sul mato-grossense Brô MC’s e da MC pauista Katú Mirim.
Pelo discurso altivo dessas duas faixas, fica evidente que Anitta soa coerente em “Equilibrium II” com a trajetória da funkeira que contribuiu decisivamente para dar voz ativa às mulheres nos bailes. Só que a funkeira se espiritualizou ao longo de 13 anos de exposição midiática e buscou na fé, sobretudo na crença das religiões de matriz afro-brasileira, uma força e uma energia positiva que irradiam ao longo de “Equilibrium II”.
Com narrativa bem estruturada, o álbum reflete os passos de Anitta nessa caminhada pessoal em busca de paz e saúde mental. O que explica uma faixa em feitio de oração como “Contemplação”, que soa quase como um mantra, inclusive por juntar a cantora com o grupo Ofá, formado por integrantes da comunidade do Terreiro do Gantois, polo de ancestralidade e resistência de Salvador (BA).
É da Bahia que vem o ijexá, gênero que dita o ritmo de três faixas alocadas em sequência no álbum (a propósito, a disposição das faixas é perfeita e valoriza a narrativa de “Equilibrium II”).
Todos os três ijexás foram embalados com alta carga de espiritualidade. “Sem pressa” junta Anitta com MC Tha em tema que prega um ritmo mais calmo de vida. Introduzido com sample de “Plantadeira”, tema de Minuska Lima, “Deus mãe” marca o reencontro de Anitta com King Saints – rapper que também participa de Equilibrium I” – para louvar a energia feminina que gera a vida.
E vem então “Ogum me rodeia”, faixa que seduzirá o universo da MPB por trazer a voz sobrenatural de Maria Bethânia em conexão que soa tão inesperada quanto harmoniosa. A intérprete recita versos (“Sua vitória é minha casa / Nela, meu corpo não conhece ferida”) que saúdam a força de Ogum e reforçam a soberania da artista, já vista como entidade pelo magnetismo que emana no palco. O canto em si do ijexá é dividido por Anitta com Letícia Fialho.
Antes da tríade de ijexás, Anitta se espraia nos lençóis do reggae, emanando boas vibrações com Alexandre Carlo na vibe praiana de “Abre caminho” e incursionando pelo universo do lovers rock em “Tudo isso”, reggae que traz Alice Caymmi no time de compositores.
Ainda dentro das fronteiras musicais da Jamaica, mas em outra praia, “Equilibrium II” evoca toques de ragga e dancehall na cadência de “Sal grosso”, funk turbinado com o rap de Kbrum.
Em outra latitude, Anitta cai no forró em duas faixas alocadas lado a lado na sequência do álbum. A cantora xaxa com Alceu Valença na base house de “Não me cutuca”, músicas de versos arretados como “É sempre bom lembrar que não é bom mexer com a maluca / Que eu tô quieta no meu canto, então não me cutuca”.
Também aliciante, “Eu não sou santa” amacia o canto de Anitta em faixa com a voz e a sanfona de Mestrinho. “Eu não sou santa, mas sei que a santa me adora”, canta Anitta, marota.
Em disco regido pelos tambores, o samba marca natural presença. “Feitiço” é um samba de caboclo com toque pop que junta Anitta com Mart’nália, a sambista mais pop do Brasil.
Também na linha do samba pop, “Ponta do pé” mira um salão de gafieira enquanto “Respira” – faixa que tem em “Equilibrium II” a função exercida por “Pinterest” em “Equilibrium I” – evolui com certa latinidade em clima de bossa nova, atmosfera perceptível, em menor proporção, em “Divino sexual”, música menos imponente no conjunto das 17 faixas, mas ainda assim bem encaixada na narrativa do álbum. Porque sexo é vida. E gera vida.
Evocando Carmen Miranda (1909 – 1955), Anitta cita a marchinha “Taí” (Joubert de Carvalho, 1930) em “Pra você gostar de mim”, sambossa de ares melancólicos, em movimento sagaz porque, encobertos pelo manto de alegria foliã, os versos da marchinha “Taí” propagavam sofrência aguda.
Completando o repertório de “Equilibrium II”, Anitta entra no tom feliz da canção “Azul” em versão em espanhol que tangencia o formato de tradução literal da letra de Djavan apresentada ao Brasil na voz cristalina de Gal Costa (1945 – 2022). “Azul” se afina no tom positivista do álbum.
Enfim, em essência musicalmente parecido com o formato do primeiro volume, o álbum “Equilibrium II” cresce em relação ao antecessor pela coesão da narrativa. Mesmo que haja uma ou outra música menos sedutora no conjunto da obra, nada soa fora de lugar em “Equilibrium II”.
Capa do álbum ‘Equilibrium II’, de Anitta
André Nicolau / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Influenciador grava Noel Gallagher sem saber durante voo: ‘Se fosse a Britney, eu teria percebido’


Em vlog de voo, influenciador grava Noel Gallagher, do Oasis, sem querer
O influenciador e comissário de bordo Rubens Cezila, conhecido como Flyzila, filmou, sem saber, o músico Noel Gallagher, da banda Oasis, em um vídeo que documentava uma viagem de avião entre Nova York e Londres.
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Noel aparece na gravação por alguns minutos em um assento próximo ao do influenciador na classe .
O vídeo foi publicado nesta quinta-feira (23), e páginas de fãs da banda compartilharam trechos em que o músico aparece.
“Concentrado na gravação, o Flyzila nem percebeu 😂😂😂😂”, afirmou a conta OasisNews.
Diante da repercussão, Rubens foi às redes sociais relatar o ocorrido de forma bem-humorada. Segundo ele, não reconheceu o músico e chegou a ficar irritado com ele.
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“[Sobre o] vídeo do Noel, eu estava de saco cheio já, porque eu estava vendo alguém atrás de mim”, contou. “Eu gravando e vendo alguém atrás de mim. E eu não gosto de ficar filmando as pessoas”.
“No caso, ele era famoso. Por mim, não me importava não, mas teve uma hora que eu fiquei pensando: ‘meu Deus, não vai sentar, não?'”, disse.
Em um momento, Rubens chega até a colocar um QR-code de publicidade em cima do rosto de Noel.
“E aí apareceu o QR Code na cara do senhorzinho, o editor também não conhecia”, afirmou.
Por fim, Rubens afirmou que conhecia o músico, mas que não o reconheceu porque ele estava de óculos.
“Porque eu já vi o rosto dele, mas sem óculos. E as músicas eu também conheço”, contou. “Se fosse a Britney Spears eu teria percebido”.
Noel Gallagher aparece em vídeo gravado por influenciador durante voo entre Nova York e Londres
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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Leila Pinheiro cai no samba do álbum solo de Tina Werneck, ‘Cheguei tinindo’


Tina Werneck (à esquerda) lança o primeiro álbum solo em 5 de agosto, ‘Cheguei tinindo’, com Leila Pinheiro no samba-jazz ‘O amor vai chegar’
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♫ NOTÍCIA
♬ Primeiro álbum solo da cantora, compositora e instrumentista Tina Werneck, “Cheguei tinindo” aterrissa nos aplicativos de áudio em 5 de agosto quase como uma coletânea de singles. É que, das 12 músicas autorais do álbum, sete já foram lançadas em singles desde o fim de 2020.
Das cinco faixas inéditas, o samba-jazz “O amor vai chegar” é a música com mais cacife para atrair seguidores da MPB pela presença da cantora Leila Pinheiro, convidada da gravação que encerra o álbum na cadência dos sopros do músico Carlos Malta. É de verso da letra desse samba que Tina extraiu o título do álbum “Cheguei tinindo”.
Os temas instrumentais “Egípcio” e “Zambizo” e as canções “Água” e “Coisa feita” – gravada com a participação de Muiza Adnet – são as outras quatro faixas inéditas do álbum “Cheguei tinindo”, gravado com produção musical de Guilherme Gê.
Antes de se lançar como cantora em 2019, Tina Werneck atuou como instrumentista, inclusive no balé, no teatro e no cinema. A artista começou a tocar violão aos 12 anos e, na sequência, estudou violão clássico e canto coral.
Aos 21 anos Tina iniciou-se na viola de arco, instrumentou com o qual atuou no universo da música e das artes cênicas ao longo dos últimos trinta anos.
Nesse tempo, a instrumentista tocou como violista solista por dez anos no Quarteto Alevare – especializado na música do compositor argentino Astor Piazzolla (1921 – 1992) – e, como integrante do quarteto, lançou os álbuns “Piazzolla por mãos brasileiras” (2007) e “Piazzolla segundo Alevare” (2010).
Hoje com 57 anos, a artista aguarda o lançamento do álbum solo “Cheguei tinindo” com a intenção de consolidar a ainda recente carreira de cantora e compositora. Com exceção da música “Eu deixo” (2022), parceria da artista com Germana Guilherme, todas as demais 11 composições do álbum “Cheguei tinindo” têm música e letra de Tina Werneck.

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso D4vd: mensagens mostram que adolescente fez aborto um ano antes de ser morta


Foto do cantor D4vd exibida durante coletiva de imprensa em Los Angeles
Frederic J. Brown/AFP
Mensagens de texto entre o cantor D4vd e Celeste Rivas Hernandez, reveladas nesta sexta-feira (24), indicam que ela engravidou e fez um aborto um ano antes de ser assassinada pelo artista.
Na troca de mensagens no início de janeiro de 2024, D4vd , cujo nome verdadeiro é David Burke, pede desculpas por “fazê-la passar por isso”.
“Tudo bem”, ela disse em uma mensagem de texto, “nenhum de nós tem condições de cuidar do bebê. É melhor assim, não é?”
Ele se desculpa novamente antes de perguntar se é dele, e ela responde: “Claro que é seu.”
O depoimento ocorreu durante uma audiência preliminar na qual um juiz decidirá se D4vd deve ser levado a julgamento pelo assassinato da Hernández.
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Os promotores buscam provar que Burke começou a abusar sexualmente de Rivas Hernandez quando ela tinha 13 anos e ele 18, e a esfaqueou até a morte quando ela ameaçou revelar o longo histórico sexual entre eles e arruinar sua carreira.
A mãe da adolescente registrou o desaparecimento da filha em 2024. De acordo com os promotores, Burke teria cometido o crime depois que a jovem ameaçou revelar publicamente o relacionamento, considerado ilegal pelas autoridades.
O corpo da adolescente foi encontrado dentro do Tesla do artista em setembro do ano passado, poucos dias antes de ela completar 15 anos.
O cantor se declarou inocente das acusações de homicídio, abuso sexual continuado de menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos humanos. Se condenado, poderá receber pena de prisão perpétua ou até mesmo a pena de morte.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Integrante do grupo Os Travessos é internado em clínica por problemas com alcoolismo


Chorão, integrante do grupo ‘Os Travessos’
Reprodução/Instagram
Chorão, integrante do grupo “Os Travessos”, foi internado em uma clínica particular para tratamento contra o alcoolismo. Segundo uma nota divulgada pela banda nesta quinta-feira (23), o percussionista não conseguia mais cumprir seus compromissos profissionais.
Membro do grupo desde sua criação, Chorão afirmou no dia 29 de junho que não estava participando dos shows por problemas pessoais e que também tinha sido ofendido por um membro da equipe.
Em um outro vídeo, o percussionista afirmou que estava impedido de se apresentar por decisão da banda.
Na nota divulgada pelo Os Travessos, o grupo afirma que o problema do artista é relacionado ao alcoolismo, que “nunca soltou a mão” de Chorão e que o afastamento do grupo foi uma decisão do próprio artista, não da banda.
“A nossa história com o Chorão não começou ontem. São 30 anos de amizade, de caminhada e de desafios superados juntos na música. Por termos essa consciência e esse amor, o grupo Os Travessos e o escritório Dias Shows nunca soltaram a mão dele. Ao longo dos anos, financiamos tratamentos e clínicas de reabilitação (que foram interrompidos por decisão dele) e mudamos a rotina dos nossos camarins, retirando bebidas para evitar gatilhos — o que frequentemente gerava conflitos por conta das crises de abstinência que ele enfrentava”, diz um trecho do comunicado.
Nas redes sociais, o percussionista divulgou uma vaquinha virtual para arcar com os custos da reabilitação.
Segundo o artista, além das dificuldades do tratamento, ele também passa por problemas financeiros por estar longe dos palcos.
“Com muita humildade, decidi abrir esta vaquinha para pedir a ajuda de quem puder contribuir. Estou em tratamento contra o alcoolismo, um desafio que tenho enfrentado com muita determinação e vontade de reconstruir a minha vida”, diz a descrição da vaquinha virtual.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Paramount concorda em adiar fechamento da compra da Warner Bros. Discovery até decisão judicial nos EUA


Paramount faz proposta para comprar Warner
Eric Gaillard/Reuters e Reprodução
A Paramount concordou em não concluir a aquisição da Warner Bros. Discovery até que um tribunal americano decida sobre o processo movido por estados dos Estados Unidos contra a operação ou até 1º de junho de 2027, segundo um documento apresentado à Justiça.
O acordo evita que a fusão bilionária avance antes da análise de possíveis impactos concorrenciais levantados pelas autoridades. A decisão foi tomada pela pela juíza americana Araceli Martínez-Olguín de Oakland, na Califórnia.
A medida atende a uma ação movida por uma coalizão de 12 estados americanos, liderada pela Califórnia, que alega que a fusão pode reduzir a concorrência e prejudicar os consumidores.
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Os estados argumentam que a união das duas empresas criaria um grupo de mídia com poder suficiente para elevar os preços de filmes e programas de TV, além de enfraquecer a concorrência no setor.
Segundo a ação, se a compra for concluída antes da decisão final da Justiça, a Paramount poderá iniciar demissões e compartilhar informações estratégicas com a Warner Bros. Discovery. Caso a fusão seja posteriormente considerada ilegal, essas mudanças poderão ser difíceis de reverter.
Agora no g1
O processo judicial pode atrasar os planos da Paramount de ampliar sua presença no mercado de entretenimento e competir de forma mais direta com gigantes do streaming, como Netflix e Disney.
A Paramount, por sua vez, afirma que a ação dos estados interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos EUA.
A empresa também afirma que um atraso na conclusão do negócio prejudicaria os trabalhadores do setor de entretenimento, que já enfrentam dificuldades há vários anos.
“Estamos confiantes de que as provas demonstrarão que os argumentos antitruste dos procuradores-gerais estaduais não têm fundamento, pois os mercados que eles alegam existir e suas alegações de efeitos anticoncorrenciais não encontram respaldo na realidade dos mercados atuais”, afirmou um porta-voz da Paramount à agência Reuters.
Fusão enfrenta obstáculos regulatórios
Desde que foi anunciada, em fevereiro, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount enfrenta uma série de obstáculos regulatórios e judiciais.
Embora o Departamento de Justiça dos EUA tenha aprovado a operação, autoridades de outros países passaram a analisar os possíveis impactos da fusão sobre a concorrência.
A Comissão Europeia adiou sua decisão para avaliar as concessões propostas pela Paramount, enquanto o Reino Unido afirmou que pode intervir na operação por preocupações relacionadas à concorrência, ao streaming e ao setor de mídia.
Nos EUA, procuradores-gerais de estados como Califórnia, Nova York e Oregon iniciaram uma ofensiva para tentar barrar a fusão. Eles alegam que a união das empresas pode reduzir a concorrência nos mercados de cinema e TV por assinatura, concentrar poder no setor e resultar em perda de empregos.
Além da resistência das autoridades, o acordo também enfrenta críticas de atores, roteiristas, donos de cinemas e outros profissionais da indústria do entretenimento, que temem cortes de postos de trabalho e uma redução no número de filmes produzidos e distribuídos.
A decisão desta segunda-feira (20), que suspende temporariamente a conclusão da compra, representa o revés mais recente para a operação bilionária.
Entenda a fusão
A compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount é considerada uma das maiores transações da história da indústria do entretenimento.
Se concluída, a operação criará um grupo com cerca de 200 milhões de assinantes de streaming e um catálogo que reúne marcas como HBO, CNN, DC Comics, Harry Potter, Game of Thrones, CBS, Paramount Pictures e Nickelodeon.
O impacto do negócio vai além do valor bilionário. Enquanto a Warner reúne algumas das marcas mais valiosas do setor, a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.
Diferentemente da proposta apresentada pela Netflix durante a disputa pela Warner, a oferta da Paramount inclui todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV por assinatura.
Se a operação for aprovada, a família Ellison — que controla a Paramount — também passará a comandar algumas das principais marcas do jornalismo americano, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.
Veja os números da junção entre Warner e Paramount
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Influencer vende ilustrações como autorais por R$ 149, é criticada e admite uso de IA: ‘Fiz merda’


Karen Bachini lançou o Mail Club em junho; semanas depois, admitiu ter usado IA nas ilustrações.
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A influenciadora Karen Bachini está no centro de uma nova polêmica na internet após vender, como autorais, ilustrações produzidas com auxílio de inteligência artificial.
Tudo começou após ela anunciar, em junho, um clube de assinatura mensal de papelaria como uma experiência de scrapbooking e produtos físicos para seus fãs.
Por R$ 149, a blogueira prometia enviar para a casa dos assinantes pacotes com itens personalizados, incluindo ilustrações feitas por ela. “Eu amo arte, eu vivo arte. Eu sou artista desde que eu me entendo por gente”, disse em postagem que anunciava o lançamento.
Depois que os primeiros compradores começaram a publicar vídeos mostrando o conteúdo recebido, artistas e outros criadores de conteúdo passaram a questionar a autoria dos desenhos.
Eles apontaram diferenças de estilo entre as ilustrações e afirmaram que parte delas apresentava características comuns de imagens geradas por IA.
Produtos do Mail Club incluíam papéis ilustrados, cartões, marcadores de página e outros itens de papelaria.
Redes sociais
Após críticas nas redes, influenciadora reconheceu o uso de IA na finalização das artes.
Redes sociais
‘Fiz merda’
Após semanas de especulações em torno da autoria dos desenhos, Karen passou um período afastada das redes sociais. Na última quinta-feira (23), porém, ela voltou a publicar um vídeo em que admitiu ter usado inteligência artificial.
“Eu fiz merda. Quando eu faço merda, eu assumo os meus B.O. Eu usei IA, sim, para finalizar os meus desenhos que vocês estão marcando ali. Não foi legal. Não foi bonito. Foi uma coisa muito feia. Isso não tem desculpa. Peço perdão a todas as pessoas.”
Karin Bachini em tutorial de maquiagem no YouTube
Reprodução/YouTube
Karen não informou na postagem, contudo, se pretende manter o projeto nos mesmos moldes nem se haverá algum tipo de reembolso para clientes insatisfeitos.
Até a publicação desta reportagem, o site continuava no ar com inscrições abertas para novas assinaturas.
Quem é Karen Bachini
A influenciadora Karen Bachini, de 38 anos, é youtuber e desde 2009 produz conteúdo de beleza em seu canal e compartilha seu dia a dia nas redes sociais.
Só no YouTube, são mais de 2,84 milhões de inscritos até o momento. No Instagram, soma cerca de 1,3 milhão de seguidores.
Seus tutoriais de maquiagem chegam a ter quase 200 mil visualizações. Os mais antigos, ao lado de Gabbie Fadel, ultrapassam a marca de 2 milhões de visualizações.
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Karen Bachini admitiu ter usado inteligência artificial para finalizar parte das ilustrações vendidas no Mail Club.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Chuck Russell, diretor de ‘O Máskara’, morre aos 73 anos, diz site


Chuck Russell, diretor de “O Máskara” (1994), morreu aos 73 anos.
Reprodução/Redes sociais
O diretor Chuck Russell, conhecido por comandar sucessos como “O Máskara” (1994) e “O Escorpião Rei” (2002), morreu aos 73 anos. A informação foi confirmada pela família do cineasta ao site TMZ.
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Segundo os familiares, Russell morreu de forma inesperada na quarta-feira (23), em sua casa na região de San Diego, na Califórnia.
Ainda de acordo com o TMZ, o corpo de bombeiros da região foi acionado na tarde de quarta-feira após um chamado para uma emergência médica envolvendo um homem inconsciente na residência do diretor.
Veja os vídeos em alta do g1
Agora no g1
A causa da morte não foi divulgada.
Chuck construiu uma carreira em Hollywood como diretor, roteirista e produtor e se consolidou principalmente no gênero de ação e terror.
A estreia de Russell na direção aconteceu em 1987, com “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos”. No ano seguinte, ele escreveu e dirigiu o filme de terror cult “A Bolha Assassina” (“The Blob”), que se tornou uma de suas obras mais conhecidas no início da carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jão é o autor de 13 das 14 músicas inéditas do quinto álbum de estúdio do cantor, ‘Memórias póstumas’


Jão lança o quinto álbum de estúdio, ‘Memórias póstumas’, às 21h de domingo, 26 de julho
Hugo Comte / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Memórias póstumas” é o título do quinto álbum de estúdio de Jão. Com lançamento programado para as 21h de domingo, 26 de julho, o álbum foi antecedido por ações de marketing – como a veiculação de um teaser em intervalo da novela “Quem ama cuida” (TV Globo) – para promover a volta do cantor e compositor à cena após hiato que o deixou recluso ao fim da turnê do álbum anterior “Super” (2023).
Sem singles lançados previamente, o álbum “Memórias póstumas” reúne Jão com habituais colaboradores, como Pedro Tófani, parceiro do artista em oito das 14 músicas inéditas que compõem o repertorio essencialmente autoral do disco gravado sob a direção do próprio Jão.
As oito músicas da parceria de Jão e Tófani são “Catedral”, “O amor”, “Aurora”, “Por você”, “Literatura”, “Eu sempre volto”, “Tudo me lembra” e “Coincidências”. Sozinho, Jão assina as músicas “Jabuticabeira”, “O arquiteto”, “Curioso”, “Passeios noturnos” e a faixa-título “Memórias póstumas”. Já Pedro Tófani é o autor solitário de “João”, única música sem a assinatura de Jão.
O cantor assina a produção musical das 14 faixas do álbum “Memórias póstumas”, mas divide os créditos com Zebu em nove faixas. Gabriel Duarte, Janluska e Mazzola também integram o time de produtores do álbum mixado por Guigo Berguer, João Milliet e Jão. Já a masterização ficou a cargo de Fili Filizzola.

Fonte: G1 Entretenimento