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Pagode dos anos 90 é redimensionado em série documental como movimento transformador do samba e da sociedade


Cantor revelado como vocalista do grupo Negritude Junior, Netinho de Paula dá ótimos depoimentos na série disponível no Globoplay
Reprodução / Vídeo
♫ CRÍTICA DE SÉRIE DOCUMENTAL
Título: Anos 90 – A explosão do pagode
Direção: Emílio Domingos e Rafael Boucinha
Roteiro: Raul Perez
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “Quando o pagode começou a fazer muito sucesso nos anos 90, isso me ajudou a me entender como preto, a ter mais orgulho de ser preto. O pagode dos anos 90 vai muito além da música. É um movimento transformador da sociedade”, analisa Thiaguinho em depoimento ouvido quase ao fim do terceiro e último episódio da série documental “Anos 90 – A explosão do pagode”, já disponível na íntegra no Globoplay após ser exibida pela TV Globo nas três últimas quartas-feiras.
A fala de Thiaguinho, cantor projetado nacionalmente em 2003 como vocalista do grupo Exaltasamba, dá o tom reflexivo do documentário dirigido por Emílio Domingos e Rafael Boucinha. A série examina e redimensiona o pagode da década de 1990 como um movimento que transformou o samba e, como diz Thiaguinho, a própria sociedade.
Os protagonistas do gênero debatem a própria trajetória à luz da perspectiva do tempo. Ainda no terceiro episódio, “O show tem que continuar”, Netinho de Paula – entrevistado que se destaca pelas falas capazes de sintetizar fatos e momentos – se emociona ao ver uma apresentação do Negritude Junior, grupo que o revelou nos anos 1990, no programa “Domingão do Faustão” (TV Globo), e reflete sobre a própria trajetória com viés crítico.
“Que tempo bom! Como foi rápido… A minha saída do Negritude Junior para seguir carreira solo não era para ter acontecido. Era para a gente ter continuado juntos até hoje. Mas eles acharam que eu estava muito maior do que o grupo e fui convidado a me retirar”, lembra Netinho, ressaltando que todo o trabalho do Negritude Junior também passa pela questão identitária, inclusive pelo fato de o grupo ter absorvido códigos da black music norte-americana.
Chrigor admite na série que sofreu quando saiu do Exaltasamba em 2002 e foi substituído por Thiaguinho
Reprodução / Vídeo
De alta qualidade, os depoimentos valorizam o documentário e são a principal matéria-prima da série, cujo roteiro – assinado por Raul Perez – entremeia as falas dos cantores com imagens de arquivo (geralmente takes de aparições dos grupos em programas de auditório e de um ou outro show desses grupos em início de carreira) e com números musicais em que um artista revisita o repertório de outro.
Os depoimentos soam sinceros. Chrigor, por exemplo, assume que sentiu o baque quando saiu do Exaltasamba em 2002 e foi substituído por Thiaguinho, tendo transformado o ciúme inicial do colega em amizade. “Eu era um cara cheio de sucesso (de repente) sem sucesso algum. Para a minha vida, foi bom porque eu aprendi a viver, mas sofri. O sucesso não tem compromisso com ninguém”, reflete Chrigor.
O documentário se agiganta por colocar em pauta temas sociais que vieram juntamente com a explosão do pagode. Como ressaltam vários entrevistados, os grupos eram formados majoritariamente por jovens pretos egressos das periferias, geralmente da cidade de São Paulo (SP), epicentro do pagode, ainda que o grupo Só pra Contrariar seja mineiro de Uberlândia (MG). A explosão do pagode possibilitou a mobilidade social desses jovens e das respectivas famílias.
A supremacia masculina no início do movimento também entra em pauta. Se somente a cantora Eliana de Lima quebrava essa hegemonia nos anos 1990, Ludmilla atualmente arrasta multidões para os shows do projeto de pagode “Numanice”. A entrevista de Ludmilla contribui para entender as transformações do gênero ao longo de trinta e seis anos, tomando-se como ponto de partida o sucesso do pioneiro grupo Raça Negra em 1990.
Thiaguinho revela que a explosão do pagode nos anos 1990 o ajudou se entender como um homem negro
Reprodução / Vídeo
A propósito, a ausência de Luiz Carlos entre os entrevistados é sentida, mas não a ponto de tirar pontos da série documental. É que o Raça Negra preparou o terreno para a formação do movimento, cuja gênese é o mote do roteiro do primeiro episódio, “Da quebrada pro mundo”.
É quando, no episódio inicial, o Fundo de Quintal – grupo que revolucionou o modo de tocar samba na segunda metade dos anos 1970, mas que perdeu impulso no mercado justamente com a explosão do pagode da década de 1990 – é paradoxalmente apontado como a principal referência inicial para as estrelas do pagode 90. “O pagode anos 90 é a juventude dizendo: ‘agora vamos fazer o samba do nosso jeito’ ”, sintetiza Netinho de Paula.
E aqueles jovens fizeram, com a ajuda de nomes como Pelé Problema e Luizão (da equipe Chic Show), entre outros produtores e empresários que abriram as primeiras portas para os grupos que buscavam um lugar no mercado no rastro da explosão do Raça Negra.
A conexão do pagode 90 com o movimento black dos bailes paulistanos é um ponto de luz que se ilumina com o documentário de Emílio Domingos e Rafael Boucinha. Se a luz própria de Belo é enfatizada por vários depoentes, a força de Thiaguinho com “Tardezinha” – a roda de samba que acabou em arenas e estádios tamanho o gigantismo alcançado pelo projeto – também é ressaltada ao longo da série.
Ludmilla é retratada na série como uma artista que quebrou a hegemonia masculina do pagode com o projeto ‘Numanice’
Reprodução / Vídeo
Tema do segundo episódio, “O estouro”, a explosão propriamente dita do pagode é contada neste episódio em que fica nítida a ascensão social dos protagonistas do gênero. Com o dinheiro, vieram a ostentação e as rivalidades, lembradas por Netinho e Salgadinho (cantor projetado no grupo Katinguelê), entre outros entrevistados. Foi quando o sucesso e a riqueza fizeram por vezes a vida ser vivida em piloto automático, como recorda Wilson Prateado, produtor fundamental do pagode.
Só que o sucesso midiático passou – até voltar com força nos anos 2020, com o pagode 90 já com status de cult em movimento que gerou turnê milionárias como a que promoveu o reencontro de Belo com o Soweto em 2024 – e a série tem o mérito de cativar o espectador com reflexões sobre um momento que marcou época na história do samba e da sociedade.
Imperdível, a série “Anos 90 – A explosão do pagode” se nutre da nostalgia desse “tempo bom”, como qualifica Netinho, mas com foco na realidade, sem atravessar o samba ao refletir sobre a era iniciada com o didididiê do Raça Negra.
O carisma especial de Belo é ressaltado por vários entrevistados da série ‘Anos 90 – A explosão do pagode’, disponível no Globoplay
Reprodução / Vídeo

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles abre turnê no Brasil com show de artista no ápice do controle de pontos fortes e fracos


Harry Styles canta em show em São Paulo, em 2026
Cesar Soto/g1
No primeiro dos quatro shows que realiza em São Paulo em julho, Harry Styles entregou nesta sexta-feira (17) uma apresentação madura, groovada e dançante – e provou estar no ápice de um artista no controle de seus pontos fortes e, acima de tudo, fracos.
O quarto disco de estúdio do britânico ex-One Direction, “Kiss all the time. Disco, occasionally”, pode não ter sido o mais celebrado de sua carreira. Mas, como se provou no estádio do Morumbis para dezenas de milhares de fãs, ele sabe muito bem como tirar o máximo de suas músicas, que dominaram o repertório da noite.
Inspirado por um tempo “low profile” que o músico passou pela Europa, frequentando festinhas e shows do ponto de vista da multidão, o álbum apresenta uma cantoria sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, raramente como a protagonista.
Com versões mais groovadas, cruas e, principalmente, poderosas – graças à ótima banda de apoio – de canções como “Are you listening yet?” e “Season 2 weight loss”, Harry abre mão de distorções e dá espaço à própria voz.
Agora no g1
No processo, se conecta ainda mais com uma plateia que grita e canta durante as quase duas horas de espetáculo.
A grande exceção é “Fine Line”, do disco de mesmo nome. Balada mais lenta com interpretação muito próxima à do estúdio, seria momento ideal em qualquer outro show para uma queda de energia do público. Ao invés disso, um silêncio quase religioso toma o estádio, com todos os fãs em um coro meio sussurrado. Coisa linda.
Depois de uma melhorada “American girls”, que ganha muito com o acompanhamento dos fãs e com a oportunidade – meio óbvia, é verdade – de meter um “brazillian” em cima de um dos versos do refrão, ele sofre para entender o nome de uma aniversariante na plateia.
Puxa então um “parabéns a você” para “Vanessa? Lanessa? Lanissa? Lalessa” e diverte a galera, que tentava avisar que provavelmente se trata de uma “Larissa”. Com certeza, a moça não vai reclamar desse inevitável novo apelido.
Discoteca e emoção
O cantor de 32 anos acerta também na ideia de concentrar mais shows em menos lugares na turnê “Together, together”, o que permite uma estrutura mais elaborada.
As passarelas que estendem o palco por quase toda a área da pista ajudam que todo mundo em algum momento veja Harry bem de perto – e ele faz ótimo proveito da ideia.
Com a banda deslocada ali para a meiúca, o britânico transforma o Morumbis numa discoteca na sequência de “Ready, steady, go!” e “Dance no more”. A segunda, com direito à única coreografia mais elaborada do cantor e suas dançarinas.
Sem deixar a energia se dissipar, emenda “Treat people with kindness” em um dos pontos altos da apresentação.
Depois da pausa rápida para o bis, leva grande parte das fãs aos prantos com uma versão emotiva de “Matilda” acompanhada de um grupo de cordas, no momento do show dedicado a músicas que não fazem parte do setlist fixo.
É até covardia que a canção seja seguida por “Sign of the times”, sucesso do disco de estreia mais tocada pelo artista em sua carreira solo. Com direito a fogos de artifício no final, é um dos momentos mais marcantes da noite.
Para se despedir e garantir um retorno para casa com energia, após duas canções mais sentimentais, “As it was” bota todo mundo para dançar novamente. Um final certeiro para uma noite com poucos defeitos.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Xamã anuncia o quinto álbum com feat com Ludmilla em ‘Moça’


Capa do single ‘Moça’, de Xamã com Ludmilla
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O quinto álbum de Xamã já desponta no horizonte. O sucessor de “Fragmentado” (2025) é anunciado pelo cantor e compositor carioca com a edição de “Moça”, single inédito que junta novamente Xamã com Ludmilla e que está em rotação desde a noite de ontem, 16 de julho.
Contudo, a rigor, o primeiro single do quinto álbum do artista foi “Tá de parabéns” (2026), faixa lançada em 12 março com feat de Xamã com o rapper L7nnon.
Cinco anos após o single com o R&B “Gato siamês” (2021), Xamã e Ludmilla está reunidos em composição gravada com produção musical de Marcio Arantes. “Moça” é música nascida a partir do beat e do instrumental criado por Arantes sobre base de afrobeat com andamento acelerado e elementos de amapiano e house music.
Além da produção musical do single, Marcio Arantes assina programação, teclados, vocais, violão, assobio e glockenspiel no fonograma.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco apresenta a capa do álbum em que faz feats com Cesar Camargo Mariano, Mart’nália e Zeca Pagodinho


Capa do álbum ‘Amigos novos e antigos – Parte I’, de João Bosco
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ João Bosco revela a capa da parte I do álbum “Amigos novos e antigos”, projeto fonográfico de duetos com o qual o artista festeja os 80 anos completados na última segunda-feira, 13 de julho. Na foto da capa, Bosco posa à frente de parede na qual estão pendurados objetos e quadros com referências da vida e obra do cantor, compositor e violonista mineiro.
Alguns quadros trazem fotos dos cinco convidados – Cesar Camargo Mariano, Hamilton de Holanda, Mart’nália, Tiago Iorc e Zeca Pagodinho – dessa primeira parte do álbum, programada para ser lançada em 31 de julho.
Com o pianista e tecladista Cesar Camargo Mariano, Bosco revisita “Casa de marimbondo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975). Com o bandolinista Hamilton de Holanda,. o encontro é no samba “Nação” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1982). Com Mart’nália, Bosco canta o buliçoso samba “Kid Cavaquinho” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974). Com Tiago Iorc, o dueto acontece na canção “Perfeição” (João Bosco e Francisco Bosco, 2009). Por fim, com Zeca Pagodinho, Bosco repõe na panela “Siri recheado e o cacete” (João Bosco e Aldir Blanc, 1980).
Detalhe: uma das seis faixas de “Amigos novos e antigos – Parte I” é cantada somente por João Bosco. O solo é na música “Boca de sapo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), gravada por Bosco em feat com a cantora Clementina de Jesus (1901 – 1987) – o que justifica a foto do artista com Clementina no mosaico de imagens da capa do álbum “Amigos novos e antigos”.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Paiva termina namoro Soso Careca após ela e Malévola fazerem as pazes e perdoarem pancadaria em cinema


Entenda a briga envolvendo Malévola Alves, Soso Careca e MC Paiva
Redes sociais
O namoro entre o funkeiro MC Paiva e a influenciadora Sophia Florence, conhecida como Soso Careca, chegou ao fim após uma live da influenciadora com Malévola Alves, com quem o casal havia se envolvido em uma polêmica meses antes.
O término foi anunciado por Paiva nas redes sociais nesta sexta-feira (17).
Segundo o cantor, o que motivou o fim da relação foi a aproximação de Sophia com Malévola após uma briga que envolveu os três no início deste ano. Entenda:
Relembre o caso
A relação entre os três nomes já havia sido marcada por uma troca de acusações no início de abril.
A confusão começou após Malévola Alves realizar um procedimento de luzes com o cabeleireiro Robson Souza e criticar o atendimento recebido.
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A defesa do profissional ganhou apoio de outras influenciadoras, entre elas Camila Loures e Mari Menezes e a própria Soso Careca, que se manifestou contra a postura de Malévola e afirmou que “não se pode atribuir preço ao trabalho alheio”.
MC Paiva, que na época namorava Sophia, também entrou na discussão e trocou mensagens com Malévola. A influenciadora publicou prints da conversa e acusou o cantor de transfobia.
MC Paiva e Malévola: briga por cabelo de R$ 6 mil termina em pancadaria em cinema e acusações de transfobia
Redes sociais
A situação terminou em uma briga generalizada em um cinema de um shopping na Zona Leste de São Paulo.
Vídeos publicados nas redes sociais mostraram uma confusão entre os grupos, que precisou da intervenção de seguranças.
MC Paiva e influencer Malévola Alves brigam em shopping de SP após acusação de transfobia
Redes sociais
Influencer trans Malévola Alves e funkeiro MC Paiva brigam em shopping de SP
Sobre o término
Meses depois da confusão, Sophia e Malévola apareceram juntas em uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
A aproximação desagradou MC Paiva, que afirmou ter ficado magoado com a situação.
“Não gostei, não achei da hora o que aconteceu hoje. Não gosto de ser o último a saber, ainda mais de uma situação chata que aconteceu, de uma covardia que eu e a Sofia sofremos. Entrei em uma briga que não era minha e entraria de novo para defender a mulher que eu amo”, disse.
O cantor afirmou ainda que ficou surpreso ao ver Sophia em uma live com Malévola após a repercussão da briga:
“Saí do show e vi ela na live com essa pessoa dando risadinha uma para outra depois de todos esses B.O”, afirmou.
Soso se pronuncia durante intercâmbio nos EUA
Em um vídeo publicado durante uma viagem aos Estados Unidos, Sophia confirmou que o término aconteceu porque ela decidiu se resolver com Malévola.
“Ele terminou comigo por causa da live que fiz com a Malévola, me resolvendo com ela. Ele ficou muito magoado comigo porque eu me resolvi com alguém que ele teve briga”, afirmou.
A influenciadora disse ainda que não teve tempo de conversar com o cantor antes da decisão:
“Ele me bloqueou de tudo, apagou as fotos e não me deu tempo de me explicar. Ele tem total direito de estar magoado, eu ainda amo ele, só estou triste por estar passando por isso sozinha em outro país.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Sedenta de vida e de sonho, Juliana Linhares reina como grande artista do Brasil no show ‘Até cansar o cansaço’


Juliana Linhares estreia o show ‘Até cansar o cansaço’ na cidade do Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Até cansar o cansaço
Artista: Juliana Linhares
Data e local: 16 de julho de 2026 no Teatro Claro Mais Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “É a rainha da música do Brasil!”. Proferida após Juliana Linhares cantar “A palo seco” (Belchior, 1973) em número inebriante finalizado com ecos e reverbs que enfatizaram os versos “Eu quero é que esse canto torto / Feito faca, corte a carne de vocês”, a sentença da espectadora anônima ecoou por toda a plateia do Teatro Claro Mais Rio na noite de ontem, quinta-feira, 16 de julho.
Era a estreia nacional do show “Até cansar o cansaço”, calcado no repertório do homônimo álbum lançado pela artista em 8 de maio. O teatro estava hiperlotado – com cadeiras extras e com alguns espectadores em pé nos corredores laterais – e o sentimento de encantamento pareceu ser somente um em toda a plateia.
Menos de três meses após se confirmar grande ao lançar aquele que pode ser considerado o melhor álbum brasileiro de 2026, com repertório que capta o estado de ansiedade e exaustão da humanidade no suor da lira incessante da hi-tech era digital, Juliana Linhares apresenta show da mesma estatura, alavancado pela forte presença cênica da artista.
Juliana Linhares em diferentes momentos e climas da estreia do show ‘Até cansar o cansaço’ no Teatro Claro Mais Rio
Rodrigo Goffredo / Montagem g1
Sim, “Até cansar o cansaço” é show que entroniza essa cantora, compositora e atriz potiguar como uma das maiores artistas do Brasil. O show se revelou ainda mais coeso do que o já incandescente espetáculo anterior da artista, “Nordeste ficção” (2021), irrompido há cinco anos na mesma cidade do Rio de Janeiro (RJ) em que “Até cansar o cansaço” chegou à cena.
Do primeiro ao último dos 18 números do roteiro, Juliana Linhares magnetizou o espectador, apresentando as onze músicas do álbum “Até cansar o cansaço”, revivendo três músicas do álbum anterior “Nordeste ficção” (2021) – a densa canção “Armadilha” (Caio Riscado e Juliana Linhares, 2021), “Bombinha” (Carlos Posada, 2021) e o xote “Balanceiro” (Juliana Linhares, Khrystal, Moyseis Marques e Sami Tarik, 2021) – e surpreendendo ao dar voz a uma composição menos ouvida do cancioneiro de Alceu Valença, “Tesoura do desejo” (1991), música à qual a intérprete imprimiu intensa teatralidade no movimento de número que extrapolou o palco, tendo sido desenvolvido ao lado da plateia no corredor central do teatro.
“Tesoura do desejo” foi um dos pontos mais altos de um show de sotaque nordestino e energia eventualmente roqueira, orquestrado sob direção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, guitarrista da banda formada por Julia Rodrigues (bateria), Lucas Videla (percussão), Paloma Ronai (sanfona) e Nathanne Rodrigues (baixo).
Juliana Linhares usa um único figurino (de Jailon Fernandes) que muda ao longo do show ‘Até cansar o cansaço’
Rodrigo Goffredo / Montagem g1
Com um único figurino mutante criado por Jailon Fernandes, Juliana Linhares evoluiu magnética pelo palco, criando climas diversos em números que alternaram canções mais animadas com músicas mais espessas. Sem deixar de delinear a própria assinatura e sem jogar para a galera, Juliana Linhares vem se impondo como natural sucessora de Elba Ramalho – outra cantora e atriz de presença eletrizante em cena – na dinastia musical nordestina.
Parte do repertório de Juliana evolui na cadência de gêneros como xote, baião e frevo. E que repertório de alta qualidade! Se a compositora mostrou evolução no álbum “Até cansar o cansaço” em relação à já excelente produção autoral do primeiro álbum solo “Nordeste ficção”, a cantora também se revelou hábil ao pescar pérolas no baú nordestino como “O rabo do jumento” (Elino Julião, 1967), música de pegada popular que produziu imediata empatia com a plateia em número inicialmente feito a capella.
Sem falar que Juliana Linhares dá voz a maravilhas contemporâneas como “Emaranhada” (2024), obra-prima do cancioneiro do compositor Juliano Holanda que deslumbrou o público, e como “Conseguiram, parabéns”, música tristemente atual de Manduka (1952 – 2004) apresentada postumamente por Ilessi e Diogo Silli em 2020 em songbook do compositor fluminense.
Aliada ao canto cortante feito faca da artista, a elástica máscara facial de Juliana agigantou a intérprete em cena, como ficou evidenciado já no primeiro número, “Até cansar o cansaço” (Juliana Linhares e Jeff Lyrio, 2026), música cantada com travesseiro como adereço cênico e com olhares que potencializaram o sentido de cada verso.
Ora esfuziante como no baião “Vida virada” (Juliana Linhares, Josyara e Elisio Freitas, 2026) – cantado com a artista deitada no palco, de costas para a plateia, com as pernas para cima e a cabeça virada – e como no xote “Tanto buliço” (Juliana Linhares e Khrystal Saraiva, 2026), ora mais delicado como na balada “Tempos temporais” (Juliana Linhares e Juliano Holanda, 2026), ouvida em número introspectivo de voz, violão e sanfona, o canto de Juliana Linhares foi luz e sedução em cena, evidenciando requinte perceptível nos detalhes.
Entendedores entenderam que o caco “Bandido!” inserido ao fim do canto de “Mistério do óbvio” (Luiz Gabriel Lopes, 2026) foi alusão ao fato de Ney Matogrosso ter gravado esse forró contemporâneo com a artista no álbum “Até cansar o cansaço”.
Juliana Linhares canta músicas de Alceu Valença e da banda Pietá, ‘Tesoura do desejo’ e ‘Chama da criança’, no roteiro do show ‘Até cansar o cansaço’
Rodrigo Goffredo / Montagem g1
Texto da própria Juliana Linhares dito pela artista no meio do show sinalizou que o sonho, a fé e a vida vivida são as matérias-primas de “Até cansar o cansaço”. “Tenho sede de vida”, apontou a artista no texto.
“Nessa solidão desenfreada / Sigo me apoiando em quem tem fé / E acredito em forças encantadas / Chama da criança que ainda é”, sublinhou a cantora em “Chama da criança” (Juliana Linhares e Demarca, 2024), música do último álbum da banda que a revelou, Pietá, “Nasci do Brasil”. A música se afinou com o conceito do show em número introduzido por citações das músicas “Salve as folhas” (Gerônimo e Ildásio Tavares, 1989), “Vapor barato” (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971) e “A mulher do fim do mundo” (Romulo Fróes e Alice Coutinho, 2015).
E foi assim, sedenta de vida e de sonho, que a artista cantou até o fim, soberana, e seguiu com “sentimentos transbordantes” até o arremate do show com “Futuro (Novos erros) + Oração pro sonho” (2026), parceria da artista com Carlos Posada também alocada no fecho do álbum que gerou esse espetáculo que, sim, entroniza Juliana Linhares como uma rainha da música do Brasil do século XXI.
Juliana Linhares canta 17 músicas ao longo dos 18 números do roteiro do show ‘Até cansar o cansaço’
Rodrigo Goffredo
♪ Eis o roteiro seguido por Juliana Linhares em 16 de julho de 2026 na estreia nacional do show “Até cansar o cansaço” no Teatro Claro Mais Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. “Até cansar o cansaço” (Juliana Linhares e Jeff Lyrio, 2026)
2. “Depois do breu” (Juliana Linhares e Rafael Barbosa, 2026)
3. “Tanto buliço” (Juliana Linhares e Khrystal Saraiva, 2026)
4. “Armadilha” (Caio Riscado e Juliana Linhares, 2021)
5. “Tempos temporais” (Juliana Linhares e Juliano Holanda, 2026)
6. “Mistério do óbvio” (Luiz Gabriel Lopes, 2026)
7. “O rabo do jumento” (Elino Julião, 1967)
8. “Conseguiram, parabéns” (Manduka, 2020)
9. “Emaranhada” (Juliana Linhares, 2024)
10. “Vida virada” (Juliana Linhares, Josyara e Elisio Freitas, 2026)
♬ Texto de Juliana Linhares
11. “Chama da criança” (Juliana Linhares e Demarca, 2024)
12. “Bombinha” (Carlos Posada, 2021)
13. “A palo seco” (Belchior, 1973)
14. “Tesoura do desejo” (Alceu Valença, 1991)
15. “Balanceiro” (Juliana Linhares, Khrystal, Moyseis Marques e Sami Tarik, 2021)
16. “Futuro (Novos erros) + Oração pro sonho” (Juliana Linhares e Carlos Posada, 2026_
Bis:
17. “Tareco e mariola” (Petrúcio Amorim, 1995)
18. “Depois do breu” (Juliana Linhares e Rafael Barbosa, 2026) – reprise
Juliana Linhares canta a música ‘Tempos temporais’ em número introspectivo que evidencia o toque da sanfona de Paloma Ronai
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Brenda Fricker, de ‘Esqueceram de Mim 2’, morre aos 81 anos


Brenda Fricker no filme “Meu Pé Esquerdo” (1989)
Divulgação
A atriz irlandesa Brenda Fricker morreu aos 81 anos. Vencedora do Oscar por seu papel no filme “Meu Pé Esquerdo” (1989), ela também teve participações marcantes na série “Casualty” e em “Esqueceram de Mim 2″.
A informação foi confirmada pelo agente da atriz, Phil Belfield, para a BBC News. “Nunca veremos alguém como ela novamente, e o mundo é um lugar menor sem a sua presença”, disse. Ele acrescentou: “Foi uma honra conhecê-la, amá-la e trabalhar com ela. Ela sempre terá um lugar no meu coração e no coração de tantos fãs de cinema e televisão ao redor do mundo.”
Fricker ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 1990 por interpretar a mãe do personagem de Daniel Day-Lewis em “Meu Pé Esquerdo”.
Brenda Fricker em “Esqueceram de Mim”
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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De Harry Styles a Dua Lipa: por que os artistas não querem mais se esconder em hotéis


Harry Styles
Reprodução
Harry Styles desembarcou no Brasil na última semana para uma série de shows em São Paulo. No meio tempo, tem feito de tudo um pouco: correu no Parque Ibirapuera, foi ao cinema na Rua Augusta e até passeou na Liberdade.
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Para um artista tão famoso em escala internacional, pode ser ousado sair na rua normalmente, sobretudo no Brasil. Harry sabe bem disso: em 2014, ele veio com o One Direction e teve o hotel cercado por uma multidão de fãs, forçando a equipe a reforçar a segurança e interditar a região.
Mas isso não o intimida mais e, assim como Dua Lipa e Shawn Mendes, ele é mais um dos vários artistas que não abrem mão de passear como uma pessoa comum, mesmo lotando shows no dia seguinte.
De certa forma, é um movimento que tem crescido nos últimos anos e ensinado bastante aos fãs e aos próprios artistas. Será que estamos encontrando uma relação mais saudável entre público e famosos? Entenda:
O cantor britânico Harry Styles toma coco em corrida no Parque do Ibirapuera, em SP, e faz compras no bairro da Liberdade, no Centro.
Reprodução/Redes Sociais
Precisa limitar a vida?
Desde a pandemia, o mercado de shows mudou muito e vários artistas passaram a considerar mais atentamente a sua própria saúde, tanto física quanto mental. Afinal, pular de hotel para hotel em uma rotina extenuante, em diferentes fusos horários e idiomas, pode pesar no corpo e na mente.
O cenário pós-pandemia também causou mudanças de formato nas turnês. Para economizar custos de transporte e logística, hoje, vários artistas costumam fazer várias datas em um lugar só. Isso permite que eles tenham tempo livre para conhecer os lugares por onde passam.
“Qual o ponto de ter essa experiência maravilhosa de viajar e não conhecer essas belas cidades, tentar entender um pouco da cultura e o que as pessoas gostam de fazer quando saem pela cidade? (…) Essas coisas me animam, deixam a experiência mais rica e tornam o show melhor, porque sinto que tenho mais conexão e compreensão do povo para quem estou me apresentando”, explicou Dua Lipa à TV Globo.
Dua Lipa no Maracanã
Divulgação
Por um lado, dependendo do quão famoso é o artista, sair do hotel envolve um esquema de segurança, sair meio disfarçado e por aí vai. Mas por outro, vale a pena abrir mão de uma vida minimamente normal para evitar ser assediado?
Para alguém como Harry Styles, que ficou conhecido como membro de uma das maiores boybands do mundo, foi preciso colocar isso na balança.
“Durante meus primeiros dias no One Direction, passávamos tanto tempo em hotéis e locais de shows que há países que visitei que eu realmente não vivenciei. Então, quando viajo agora, o importante é me comprometer a sair e explorar o mundo, seja correndo ou caminhando. Você vivencia os lugares de uma maneira completamente diferente”, contou à revista “Runner’s Weekly”.
Uma nova relação entre fãs e artistas
Por muito tempo, convencionou-se que a fama incluía tolerar assédio ao sair na rua e, por isso, celebridades começaram a se retrair.
Mas nos últimos anos, essa se tornou uma discussão frequente na mídia internacional. Graças aos pronunciamentos de nomes como a cantora Chappell Roan, muita gente passou a questionar se um fã pode tudo e se não é preciso respeitar mais a privacidade de um ídolo.
“As estrelas pop estão chamando a atenção de fãs ‘bizarros’. Já era hora”, apontou o Business Insider em matéria de 2025.
Escola Chappell Roan de etiqueta: como cantora ensina fãs e mídia a respeitar seus limites
Claro, não é todo astro que tem a possibilidade de andar normalmente na rua, seja por motivos de segurança ou simplesmente porque ver a Beyoncé na rua poderia parar São Paulo. Mas alguns artistas podem se dar ao luxo de aparecer e, por isso, vêm tentando “normalizar” a visão do público sobre eles.
Afinal, as celebridades que mais se escondem são as que mais causam comoção quando são vistas.
Dua Lipa e Shawn Mendes curtem samba em SP
Nomes como Harry Styles e Dua Lipa estão aí para provar: quando as celebridades passeiam sem muito alarde, o próprio público começa a se acostumar com a presença delas — principalmente ao vê-las se comportando como pessoas comuns. Estão aí correndo, indo ao cinema, curtindo com a equipe e por aí vai.
Isso faz com que as pessoas percebam que é invasivo assediar famosos em momentos de lazer, assim como seria invasivo fazê-lo com um completo desconhecido.
Claro, nada disso faz com que alguém do tamanho de Harry Styles não seja parado para tirar uma foto. Mas aos poucos, vê-lo passear por aí ajuda o público a enxergá-lo como um ser humano; em contrapartida, os ídolos deixam de ter medo dos fãs e ficam mais dispostos a interagir.
No fim das contas, é bom para todo mundo: respeitar o espaço do ídolo no meio da rua é o que garante que ele continue querendo voltar (e passear) por aqui mais vezes.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Wonderwall’ vira música mais ouvida do mundo após eliminação da Inglaterra na Copa


Os irmãos Liam e Neol Gallagher, do Oasis
Divulgação/Disney
Música que embalou a trajetória da Inglaterra na Copa do Mundo de 2026, “Wonderwall”, do Oasis, se tornou a música mais ouvida no mundo, segundo a plataforma de streaming Spotify.
A canção, lançada em 1995 no álbum “(What’s the Story) Morning Glory?” virou motivo de união entre jogadores e torcedores após a partida contra a Croácia, na primeira fase da competição.
Após a vitória por 4 a 2, o DJ do estádio começou a tocar a canção da banda inglesa e os jogadores foram até a torcida para uma cantoria unida.
Mesmo com a derrota por 2 a 1 para Argentina nesta quarta-feira (15), na fase semifinal da competição, a canção chegou ao topo do streaming.
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“Foi um dos meus momentos favoritos usando a camisa da Inglaterra em um grande torneio. Eu sei que foi apenas o primeiro jogo e não podemos nos deixar levar, mas a conexão emocional que tivemos com os torcedores… Nós sabemos o quanto isso significa para eles. Nós estamos conectados com eles, mas, naquele momento, cantando ‘Wonderwall’ no estádio…. Todo mundo sabia que era um momento muito especial”, disse Harry Kane em entrevista após a partida.
O momento, então, virou um ritual após os jogos da Inglaterra na Copa.
Torcedores do Manchester City, os irmãos Liam e Noel Gallagher têm uma relação próxima com o futebol.
Liam, inclusive, xingou um usuário brasileiro do X (antigo Twitter) que criticou o uso de “Wonderwall” pelos ingleses.
“Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo”, escreveu o brasileiro.
Na resposta, Liam xingou o usuário brasileiro de spunkbubble, gíria em inglês para inútil. “Imagina só que isso não tem porra nenhuma a ver com você, seu inútil”.
Liam Gallagher xinga brasileiro nas redes sociais
Joshua Halling/Divulgação e Reprodução/X

Fonte: G1 Entretenimento

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Taça da Copa do Mundo chegará ao estádio da final em um baú personalizado da Louis Vuitton; FOTOS


Taça da Copa do Mundo 2026 será levada dentro de baú da Louis Vuitton.
REUTERS/Amy Tennery
Antes de ser entregue ao campeão da Copa do Mundo 2026, o troféu mais cobiçado do futebol será levado ao palco da final em um baú exclusivo criado pela Louis Vuitton. A grife francesa de luxo repete a parceria com a Fifa e assina o transporte da taça que ficará entre Argentina e Espanha.
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O baú exibe um V dourado, que simboliza “Vitória” — e “Vuitton” — na parte frontal, com o reconhecível padrão monograma da marca e protetores de canto em latão banhado a ouro.
O interior é forrado com couro bege e traz um emblema comemorativo da parceria entre a Louis Vuitton e a Fifa.
Esta é a quinta vez consecutiva em que a empresa francesa projeta um baú para o troféu, seguindo os que foram utilizados nos torneios de 2010, 2014, 2018 e 2022.
“Há mais de uma década, a Louis Vuitton e a Fifa compartilham um compromisso inabalável com a excelência, unidas por uma crença comum no poder do esporte de inspirar e unir as pessoas”, afirmou Pietro Beccari, CEO e presidente da Louis Vuitton, em um comunicado.
Taça da Copa do Mundo 2026 será levada dentro de baú da Louis Vuitton.
REUTERS/Amy Tennery
As grifes de luxo há muito tempo marcam presença no esporte profissional. A Tiffany & Co. produz o prêmio concedido ao campeão do Super Bowl — hoje em dia conhecido como Troféu Vince Lombardi — desde a primeira edição, em 1967.
A Louis Vuitton também confecciona baús de luxo sob medida para troféus para os principais circuitos de corrida, por meio de um contrato de 10 anos com a Fórmula 1.
Mas há apenas um troféu para o evento global do futebol que ocorre a cada quatro anos — o prêmio que normalmente fica no Museu da Fifa, em Zurique —, o que torna a oportunidade de projetar sua mala sob medida uma honra especial.
Taça da Copa do Mundo 2026 será levada dentro de baú da Louis Vuitton.
REUTERS/Amy Tennery

Fonte: G1 Entretenimento