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Ex-BBB Milena registra BO após receber mensagens racistas: ‘Silêncio nunca mudou a história’


Ex-BBB Milena expõe mensagens racistas recebidas nas redes sociais
Reprodução/Instagram
A ex-BBB Milena registrou um boletim de ocorrência após sofrer uma série de ataques racistas nas redes sociais.
Na quarta-feira (15), a vice-campeã do BBB 26 compartilhou na sua conta do Instagram diversos comentários ofensivos enviados a ela, incluindo ataques feitos na época em que ainda estava confinada no reality show.
A assessoria de imprensa de Milena informou que ela prestou queixa em uma delegacia de São Paulo.
”Muita gente diz que denunciar não adianta. Talvez, em muitos casos, a Justiça não chegue na velocidade ou da forma que a gente espera. Mas o silêncio nunca mudou a história. Cada boletim de ocorrência é um registro de que o racismo existiu. Cada denúncia diz ao Estado que isso continua acontecendo. Cada pessoa que decide não se calar abre caminho para que outra encontre coragem”, diz a ex-BBB.
Milena conquistou o segundo lugar do “Big Brother Brasil 26”. Com 17,29% da média dos votos, a recreadora mineira superou Juliano Floss (6,77%) na votação popular, ficando atrás apenas da campeã Ana Paula Renault, que venceu com 75,94%.
Como vice-campeã, Milena levou para casa um apartamento e o prêmio de R$ 150 mil, além de todos os prêmios acumulados durante as dinâmicas da temporada.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: Cidade do Rock terá 5 mil m² de LED e estrutura para receber 100 mil pessoas por dia


Cidade do Rock
Raoni Alves/g1 Rio
Faltando 49 dias para o início do Rock in Rio 2026, a organização apresentou nesta quarta-feira (16) os números da estrutura da Cidade do Rock, que está sendo montada na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.
O espaço terá 385 mil metros quadrados, 5 mil metros quadrados de painéis de LED, 1.314 banheiros e capacidade para receber mais de 100 mil pessoas por dia durante o festival.
A expectativa é de que a edição deste ano reúna mais de 1,3 mil artistas em 190 shows, sendo 45 atrações internacionais, entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro.
Segundo a organização, a montagem da Cidade do Rock utiliza 120 quilômetros de cabos elétricos, 65,8 toneladas de infraestrutura, 90 mil metros quadrados de grama sintética e 168 bebedouros espalhados pelo espaço.
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Durante a apresentação à imprensa, a diretora de marketing do Rock In Rio, Ana Deccache, comparou a operação a uma cidade temporária.
“Considerando que a gente recebe 100 mil fãs por dia e 30 mil pessoas trabalhando, são 130 mil pessoas passando diariamente por essa cidade. Estamos falando de uma estrutura maior do que a população da maioria dos municípios brasileiros”, afirmou.
De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentado pela organização, o Rock in Rio 2026 deve movimentar R$ 3,3 bilhões na economia do Rio de Janeiro e gerar cerca de 34 mil postos de trabalho.
Palco Mundo maior e mais tecnologia
O principal palco do festival também ganhou novos números nesta edição. O Palco Mundo terá 107 metros de largura, 2.400 metros quadrados de painéis de LED, 200 amplificadores e 24 metros de boca de cena.
Segundo a organização, apenas o Palco Mundo concentrará praticamente a mesma quantidade de LED que toda a Cidade do Rock possuía na edição anterior.
Já o Palco Sunset terá 93 metros de largura, 27,5 metros de altura e 24 metros de boca de cena.
Outras estruturas também tiveram detalhes divulgados:
New Dance Order: 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de LED;
Espaço Favela: 75 metros de largura, 12 metros de altura e cenografia com 60 casas;
Supernova: 30 metros de largura, 12 metros de altura e cenografia formada por 60 engrenagens;
Global Village: área de 6 mil m² inspirada em cidades de diferentes continentes.
Sustentabilidade
A organização também destacou as ações de sustentabilidade da edição de 2026.
O festival mantém o compromisso de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas na Cidade do Rock, em parceria com a empresa Axia Emergia.
Segundo a organização, o Rock in Rio mantém desde 2013 a certificação internacional ISO 20121, voltada para gestão sustentável de eventos, e afirma buscar novas práticas ambientais a cada edição.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de Kris Jenner, matriarca da Kardashians, morre aos 91 anos


Mary Jo Campbell, mãe de Kris Jenner, morreu nesta quinta-feira (16).
Reprodução/Instagram
Mary Jo Campbell, mãe de Kris Jenner e avó das irmãs Kardashian-Jenner, morreu aos 91 anos. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela empresária, que prestou uma homenagem à mãe em uma publicação no Instagram.
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“Hoje, nos despedimos da minha linda mamãe, MJ. Não existem palavras que possam expressar o que ela significou para mim ou a dor de ter que dizer adeus”, escreveu Kris.
A causa da morte não foi divulgada.
Na homenagem, a matriarca da família Kardashian descreveu a mãe como “o coração da família” e afirmou que foi com ela que aprendeu valores como o amor pela família, a gentileza, a resiliência e a fé.
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Kris também agradeceu pelos ensinamentos e pelo apoio recebido ao longo da vida. “Se fiz alguma coisa certa neste mundo, foi porque passei a minha vida tentando viver de uma forma que deixasse você orgulhosa”, afirmou.
Ao encerrar a mensagem, a empresária disse que seu coração está “partido em um milhão de pedaços” e agradeceu à mãe pela infância e pela vida que teve. “Eu vou te amar para sempre, mamãe. Obrigada por ter nos dado tudo”, escreveu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta revela a capa da sequência do álbum ‘Equilibrium’


Capa do álbum ‘Equilibrium II’, de Anitta
Divulgação
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♬ Como sempre faz a cada lançamento de álbum, Anitta solta informações paulatinamente nas redes sociais da artista para movimentar os seguidores e a mídia. No momento, as ações de marketing da cantora estão focadas no iminente lançamento do álbum “Equilibrium II”.
Um dia após ter anunciado que o álbum será lançado às 21h de 23 de julho, Anitta revela a capa de “Equilibrium II”. Uma capa que dialoga explicitamente como a foto estampada na capa do álbum antecessor lançado em 16 de abril.
Enfatizando a conexão natural entre os dois discos, ambos com repertórios compostos com alta carga de espiritualidade, a foto de André Nicolau na capa de “Equilibrium II” alude diretamente à imagem do primeiro álbum.
Capa do álbum ‘Equilibrium’, de Anitta
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Colomy lança segundo álbum com os toques de Guilherme Arantes, Peter Buck e Barrett Martin entre nove faixas


O trio Colomy lança em 30 de julho o segundo álbum, ‘Pra quem andou perdido’, produzido por Duda Lima
Carol Siqueira / Divulgação
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♬ Em cena desde 2021, o trio Colomy lança em 30 de julho o segundo álbum, “Pra quem andou perdido”, com foco na música-título, oitava das nove faixas do repertório autoral composto entre 2023 e 2024 pelos integrantes do grupo paulista formado na cidade de Jaú (SP) por Sebastião Reis (voz, violão e guitarras) – filho de Nando Reis – com os gaúchos Eduardo Schuler (bateria) e Pedro Lipa (voz, violão e guitarras), ambos egressos da banda Doris Encrenqueira.
Sucessor do álbum “Jaú” (2023), lançado há três anos, “Pra quem andou perdido” traz as participações do baterista Barrett Martin, de Guilherme Arantes (como músico, não como cantor) e do guitarrista Peter Buck, projetado na banda norte-americana R.E.M (oficialmente extinta em 2011, ainda que tenha tocado ocasionalmente em eventos realizados entre 2024 e 2025).
Martin toca na música “Causas naturais”, apresentada em 24 de abril como primeiro single do álbum “Pra quem andou perdido”. Arantes toca teclados e piano na ainda inédita faixa “Se ainda existe amor”. Já Buck toca a guitarra de 12 cordas ouvida em “Rádio”, música lançada em 26 de junho como o segundo single do álbum.
Entre as faixas ainda inéditas do álbum “Pra quem andou perdido”, há as músicas “Carona singular”, “Nunca se esqueça de amar”, “Tchau”, “Eu tive que matar você” e “Tudo vale o ingresso”, além da já citada “Se ainda existe amor” e da composição que dá nome ao disco gravado com produção musical de Duda Lima, o Dudinha.
Com músicas que versam sobre finais de ciclos e recomeços, “Pra quem andou perdido” é o primeiro álbum do contrato recentemente assinado pelo trio Colomy com a gravadora Universal Music.
Em cena desde 2021, o trio Colomy é formado por Eduardo Schuler, Pedro Lipa e Sebastião Reis
Carol Siqueira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sexo, estratégia e poder’: como as mulheres moldam ‘A Odisseia’, o clássico de Homero dirigido por Christopher Nolan nos cinemas


Embora o protagonista seja um homem, A Odisseia é uma história em que as mulheres ocupam papel central
CRÉDITO, ALAMY  via BBC
A Odisseia, poema épico atribuído a Homero, conta a história do guerreiro grego Odisseu (Ulisses, na tradição romana), que tenta voltar ao reino de Ítaca depois de anos lutando na Guerra de Troia.
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Mas sua perigosa viagem de volta dura uma década e é marcada por provas exaustivas e inúmeros perigos. A Odisseia chega aos cinemas neste mês em uma adaptação dirigida por Christopher Nolan (de Interestelar e Oppenheimer), com Matt Damon no papel principal, entre outros atores. No Brasil, o filme estreia na quinta-feira (16/07).
Embora o protagonista seja um homem, A Odisseia é uma história em que as mulheres ocupam papel central. A tentativa de voltar para casa e recuperar o reino depende das estratégias, dos conselhos e das seduções das deusas, ninfas e mortais que encontra pelo caminho.
Agenda SP: Filme “A Odisseia” é o grande destaque desta semana
Mais do que uma história de heroísmo, A Odisseia fala de sexo, estratégia e poder, temas que continuam atuais.
O poema começa in medias res (“no meio dos acontecimentos”), com Odisseu chorando na ilha de Ogígia, onde vive há sete anos ao lado da ninfa Calipso. Depois de se destacar nos campos de batalha de Troia, ele aparece derrotado e incapaz de seguir viagem, impressão reforçada pelo fato de que é preciso uma assembleia dos deuses para garantir a sua libertação da ilha.
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Odisseu e a ninfa Calipso: no início do poema, os dois vivem juntos há sete anos
ALAMY via BBC
Mas Odisseu não está preso apenas a Calipso. Também parece preso a si mesmo. Um leitor atual talvez enxergasse em sua inércia sinais de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Isso, no entanto, não diminui o poder de sedução da ninfa. O próprio Odisseu admite que Penélope, sua esposa, não se compara à beleza de Calipso, afinal Penélope é apenas uma mortal.
Durante a longa ausência do marido, Penélope, contudo, esteve longe da imagem de esposa passiva. Com coragem e astúcia, resistiu às investidas dos 108 pretendentes que ocuparam o palácio na esperança de se casar com ela e se tornar o novo rei de Ítaca.
O estratagema de Penélope de tecer uma mortalha para o sogro, Laertes, e desfazer o trabalho todas as noites é um dos episódios mais marcantes do poema. Em certo sentido, ela é um alvo em constante movimento: seu sucesso em manter os pretendentes afastados terá impacto direto sobre a capacidade de Odisseu de recuperar o trono.
É significativo que a principal aliada de Odisseu entre as divindades seja uma deusa. Atena, a deusa da sabedoria e da estratégia, o ajuda desde a Guerra de Troia e lidera os esforços para levá-lo de volta para casa.
Mais tarde, quando ele chega exausto e vulnerável à terra dos feácios, um povo de navegadores, é Atena quem organiza seu resgate. Ela esconde a aparência abatida dele e faz com que pareça divina, digna da hospitalidade daquele povo, que lhe oferece abrigo e o leva de volta à Ítaca.
O canto hipnotizante das sereias atraía os homens para a morte
Getty Images via BBC
Isso ajuda Odisseu a conquistar a confiança dos feácios, um povo de navegadores, que lhe oferece abrigo, tesouros e uma viagem segura de volta a Ítaca.
Não por acaso, na maioria das vezes em que aparece diante de Odisseu e de seu filho, Telêmaco, Atena assume a aparência de um homem. Em diferentes momentos, ela se apresenta, por exemplo, como Mentes, um rei aliado de Ítaca, e como um arauto dos feácios. Atena sabe muito bem que, entre os mortais, o poder está nas mãos dos homens, mas mostra que são as mulheres que, muitas vezes, mudam o rumo dos acontecimentos.
Basta observar as personagens que Odisseu encontra ao longo da viagem. Depois de chegar à terra dos feácios, ele relata aos anfitriões as aventuras que viveu até então, dos lotófagos (comedores de lótus) aos ciclopes. Entre essas histórias, os encontros com figuras femininas míticas costumam ser os mais inquietantes justamente porque, à primeira vista, elas parecem inofensivas.
Aparências sedutoras
Odisseu conta aos anfitriões que desejava ouvir o canto das sereias, que viviam em uma ilha isolada e cercada por rochedos perigosos no mar ocidental. Na tradição posterior e na arte grega, as sereias passaram a ser representadas como mulheres com corpo de ave ou como sereias de cauda de peixe. Em seu relato, Odisseu destaca sobretudo o canto de doçura irresistível, capaz de seduzir os homens e levá-los à morte.
Em A Odisseia, de Homero, a feiticeira Circe esconde seus poderes mágicos
Alamy via BBC
Diante das sereias havia um campo coberto pelos ossos dos muitos homens que, no passado, haviam parado para ouvir seu canto. Odisseu decide correr o risco: ordena que seus companheiros o amarrem ao mastro do navio para que não pudesse se lançar ao mar em busca daquela melodia hipnotizante. Por mais belo que fosse, o canto das sereias levava à morte.
Circe era outra beleza perigosa. Poucos a consideravam uma ameaça ao conhecê-la, mas, assim como as sereias, sua aparência dócil escondia poderes mágicos. Homero a retrata como uma feiticeira, capaz de usar ervas e poções para transformar os companheiros de Odisseu em porcos.
Como acontece com muitas das criaturas extraordinárias que Odisseu encontra em sua jornada, Circe tanto atrapalha quanto ajuda Odisseu. Embora faça dele seu amante, também torna possível sua descida ao mundo dos mortos, onde ele encontra o profeta Tirésias, que lhe oferece conselhos para a viagem de volta à Ítaca.
A mensagem que atravessa o poema é que monstros femininos e ninfas sedutoras não podem simplesmente ser ignorados. Para vencer, Odisseu precisa, até certo ponto, ceder a elas, mas sem ir longe demais. As figuras que encontra ao longo do caminho colocam repetidamente à prova sua determinação e sua capacidade de agir com moderação, uma virtude altamente valorizada pelos antigos gregos.
É justamente a vulnerabilidade de Odisseu que faz dele um herói tão humano
Getty Images via BBC
Os leitores que olham essas aventuras com ceticismo e suspeitam que elas sejam pura invenção, histórias criadas por Odisseu para conquistar a confiança dos feácios e convencê-los a levá-lo de volta a Ítaca, talvez sejam justamente os mais propensos a aceitar essa interpretação alegórica. Nesse caso, Odisseu talvez não estivesse enfrentando monstros reais, mas seus próprios demônios interiores, muitos deles muito mais traiçoeiros do que aparentavam.
A fluidez dos relatos de Odisseu, como sua grandiosidade, riqueza de detalhes e capacidade de desafiar os limites da credibilidade, é parte essencial do fascínio do poema. É também o que faz dele um herói singular. Como escreve Emily Wilson em sua tradução, ele é “um homem complexo [ou complicado]”. Astuto e multifacetado, Odisseu é mestre no engano e muda de identidade e de versão dos fatos conforme lhe convém.
Inteligente, criativo e cheio de falhas, Odisseu é, no fim das contas, o herói mais humano da Grécia Antiga. Sua vulnerabilidade às seduções das mulheres, e de mundos magníficos como o dos feácios, é ao mesmo tempo, sua maior força e sua maior fraqueza. Não é por acaso que a sua história ainda desperta o interesse dos leitores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Machado marcou o telejornalismo brasileiro com a cobertura de eventos históricos mundiais; relembre


Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Referência no telejornalismo brasileiro, Renato acompanhou alguns dos principais eventos da história recente. Relembre algumas de suas coberturas mais marcantes:
Guerra das Malvinas e conflitos na América Central
Em 1982, ele participou da cobertura da Guerra das Malvinas. Experiente em assuntos internacionais, fluente em inglês e francês, o jornalista participou da cobertura trabalhando do Rio de Janeiro e da Argentina.
Entrevista exclusiva do jornalista Renato Machado ao Memória Globo sobre a cobertura do Jornal da Globo na Guerra das Malvinas.
Renato Machado também foi enviado a diversos países para reportagens especiais. Em 1983, viajou à América Central para uma série de matérias do “Globo Repórter”, em meio aos conflitos que marcavam a região. “Viajamos sem planejamento, a pauta foi se desenvolvendo na hora. Uma das nossas paradas era Manágua, capital da Nicarágua”, recordou ao Memória Globo. Durante essa viagem, ele conseguiu uma entrevista exclusiva com o então guerrilheiro, e depois presidente da Nicarágua, Daniel Ortega.
Em 1985, ele foi à Normandia acompanhar as comemorações em homenagem aos 40 anos do Dia D. Renato Machado gravou junto a casamatas alemãs e viu os cemitérios de ex-combatentes com “cruzes brancas a perder de vista”.
Renato Machado durante cobertura da Guerra das Malvinas
Acervo TV Globo
Acidente em Chernobyl e queda de Alfredo Stroessner
Um ano depois, ele cobriu de Upsala, na Suécia, os desdobramentos do acidente na usina nuclear de Chernobyl. “Fomos à margem de uma grande lagoa gravar uma passagem e só ali eu me dei conta de que estava correndo perigo”. No mesmo ano, ele foi enviado a Paris para cobrir atentados terroristas realizados por membros do Hezbollah, grupo fundamentalista islâmico.
Depois do período como correspondente internacional, Renato Machado voltou ao Brasil e participou de coberturas importantes, como a queda do general Alfredo Stroessner, no Paraguai (1989). Em 1990, Renato deu um furo de reportagem, quando estava em Tel-Aviv para cobrir um concerto de música clássica, e, inesperadamente, Saddam Hussein bombardeou a cidade.
Acompanhou o impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992, e a comoção nacional pela morte do piloto Ayrton Senna, em 1994.
O jornalista Renato Machado
Acervo/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta anuncia data da edição do álbum ‘Equilibrium 2’ em meio a especulações sobre conexão com Maria Bethânia


Anitta revela que o álbum ‘Equilibrium parte II’ será lançado às 21h da próxima quinta-feira, 23 de julho
Reprodução / Teaser X Anitta
♫ NOTÍCIA
♬ Falta uma semana para os seguidores de Anitta ouvirem o álbum “Equilibrium Parte II”. A artista já anunciou que a sequência do oitavo álbum de estúdio da discografia será lançado às 21h da próxima quinta-feira, 23 de julho. O anúncio foi feito em meio a especulações de um feat da cantora com Maria Bethânia.
É que o jornalista e produtor musical Nelson Motta revelou em rede social que a apresentação do show “Equilibrium” na cidade de Niterói (RJ) – agendada para 22 de agosto no Museu de Arte Contemporânea de Niterói – terá participações de um “grande artista nordestino” e de uma cantora vista como uma “entidade da MPB”.
Desde então, os públicos de Anitta e Maria Bethânia alimentam a tese de que a tal “entidade da MPB” seria a intérprete baiana. Cabe ressaltar que o álbum “Equilibrium” tem repertório composto com alta carga de espiritualidade, traço recorrente na discografia de Bethânia.
Com ou sem Maria Bethânia na apresentação de Niterói (RJ), o fato é que Anitta estreia a “Equilibrium tour” em 1º de agosto em Porto Alegre (RS). Por ora, serão somente cinco apresentações do show, cujo roteiro estará calcado nos repertórios das duas partes do álbum “Equilibrium”.
Além da capital do Rio Grande do Sul, a turnê transita por São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e Salvador (BA) ao longo dos cinco sábados do mês de agosto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Machado morre aos 83 anos no Rio; veja FOTOS da carreira


Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.
Um dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, Renato Machado teve uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo.
Além de comandar o Bom Dia Brasil, apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Entre 1996 e 2010, foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, período em que ajudou a reformular o telejornal.
Veja FOTOS da carreira do jornalista:
Renato Machado na redação do jornalismo da TV Globo
Acervo TV Globo
Renato Machado no estúdio do Bom Dia Brasil
Reprodução/ Memória Globo
Relembre a trajetória de Renato Machado
Renato Machado
TV Globo
O jornalista Renato Machado
Acervo/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Machado boicotou exame de diplomacia para contar a história do mundo de perto


Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Um dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, Renato construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo, onde também apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Filho de militar e formado em Direito, ele chegou a passar no concurso do Itamaraty, mas boicotou o exame de vista para seguir sua verdadeira vocação: ver o mundo de perto e relatar a história.
Antes de estrear nas redações, experimentou a vida artística como ator e dublador, até ingressar no serviço brasileiro da rádio BBC, em Londres, no fim da década de 1960, e posteriormente atuar por 14 anos como repórter e editor internacional no Jornal do Brasil.
Sua trajetória na TV Globo começou em 1982, a convite do então diretor Armando Nogueira. Rapidamente adaptado à dinâmica da televisão, Renato estreou na cobertura da Guerra das Malvinas.
Renato Machado no estúdio do Bom Dia Brasil
Reprodução/ Memória Globo
Pouco depois, em 1983, viajou pela América Central para produzir reportagens especiais para o Globo Repórter, onde enfrentou cenários perigosos de conflitos civis e conseguiu uma entrevista exclusiva com o então líder guerrilheiro e futuro presidente nicaraguense, Daniel Ortega.
Ainda em 1983, o jornalista assumiu o posto de correspondente no escritório de Londres, que foi sua base por seis anos de intensa produção.
Desse período, destacam-se coberturas históricas e de alto risco, como o desastre nuclear de Chernobyl, em 1986 — acompanhado a partir da Suécia devido às restrições de entrada na Ucrânia —, e os atentados terroristas em Paris no mesmo ano, ocasião em que chegou a ser detido pela polícia francesa ao filmar nos arredores de um presídio.
“Para ser telejornalista, é necessário um acúmulo de conhecimento. É saber curiosidades sobre grua, tráfego de câmera, enquadramento, cores, texto, edição. É uma troca. Um universo de aprendizado que, a cada dia, você vê que você erra”, disse ao “Memória Globo”.
Ele também registrou de perto as comemorações dos 40 anos do Dia D e a ascensão de Ayrton Senna na Fórmula 1.
De volta ao Brasil em 1988 como repórter especial, protagonizou momentos extremos, incluindo um voo supersônico a bordo de um caça Mirage da Força Aérea Brasileira. Após uma breve e bem-sucedida passagem pela TV Manchete em 1990 — onde cobriu a Guerra do Golfo direto do Oriente Médio —, Renato retornou à Globo no ano seguinte.
Na emissora, participou ativamente de coberturas cruciais para a história do país, como o processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor e a trágica morte de Ayrton Senna.
Em 1996, Renato Machado assumiu a bancada e a edição-chefe do Bom Dia Brasil, onde permaneceu por 15 anos e liderou uma grande reformulação editorial. Sob seu comando, o telejornal matinal ganhou um formato mais dinâmico, informal e focado no comentário ao vivo, aproximando a notícia do telespectador.
Ao lado de parceiras de bancada como Leilane Neubarth e Renata Vasconcellos, ele consolidou a identidade do programa e ancorou transmissões marcantes, como a cobertura das enchentes históricas que pararam o Rio de Janeiro em 2010.
Renato Machado e Leilane Neurbath no cenário do Bom Dia Brasil
Acervo TV Globo
O jornalista regressou a Londres em 2011 para uma nova temporada como correspondente, cobrindo crises europeias e ataques terroristas, além de produzir crônicas e séries especiais sobre comportamento e cultura.
Em 2016, transferiu-se de volta ao Rio de Janeiro como repórter especial do Globo Repórter — trabalho que lhe rendeu uma indicação ao Emmy Internacional pelo documentário “A Arte como Passaporte”.
Apaixonado por vinhos e gastronomia, Renato encerrou seu ciclo na emissora em novembro de 2021, deixando um legado inestimável de carisma, precisão e elegância na televisão brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento