Categorias
ENTRETERIMENTO

20 hits em 20 anos: como a história de uma tia inspirou ‘Infiel’, hino de Marília Mendonça


A descoberta de uma traição é uma história comum, mas quando aconteceu com Cristiane Dias, foi diferente. Porque ela contou para a sobrinha dela… alguém capaz de transformar dores cotidianas em hinos que emocionariam multidões. A jovem em questão era Marília Mendonça.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Na época, a jovem Marília já brilhava nos bastidores como uma compositora de caneta afiada, assinando sucessos para diversos artistas.
Ao ouvir a história da tia, ela decidiu escrever exatamente o que gostaria que a parente fizesse e não fez: colocasse o parceiro para fora de casa.
Marília Mendonça cantando antes da fama, em 2011
Reprodução/YouTube de Marília Mendonça
Com versos como “Estou te expulsando do meu coração / Assuma as consequências desta traição”, a letra trouxe um olhar inédito no universo sertanejo: o de uma mulher que, mesmo de coração partido, confronta o traidor e a amante.
A composição ficou na gaveta até 2015, quando Marília recebeu o aval para gravar seu primeiro DVD, no interior de São Paulo. O repertório incluía faixas como “Meu Cupido é Gari” e “Como Faz Com Ela”.
“Infiel” não era nem single de trabalho. Mas foi a história da mulher traída, que mesmo assim não abaixa a cabeça, que chamou a atenção do público.
Marília Mendonça em gravação de ‘Marília Mendonça ao vivo’, seu primeiro DVD
Divulgação
O sucesso não foi por acaso. Composta somente por Marília, a música mostra o que ela sabia fazer de melhor: construir versos quase cinematográficos e um refrão emotivo para ser cantado a plenos pulmões.
No fim, o drama de uma tia transformou a vida de milhares de mulheres — inclusive a da própria sobrinha.
“Infiel” tornou-se a segunda música mais tocada nas rádios brasileiras em 2016 e rendeu a Marília Mendonça o título definitivo de “Rainha da Sofrência”. Foi a canção que abriu caminho para uma das carreiras mais inigualáveis da história da música nacional.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘A Odisseia’ trilha jornada entre épico deslumbrante e exagero hollywoodiano; g1 já viu


Longa e árdua tende a ser a jornada de qualquer um louco o bastante para adaptar o poema clássico “A Odisseia” para os cinemas, num espelho irônico da jornada do protagonista. O cineasta (e sir) Christopher Nolan faz parecer fácil – apesar de alguns escorregões pelo caminho.
Ao estrear no Brasil nesta quinta-feira (16), o filme do diretor de “Oppenheimer” (2023) mistura fotografia deslumbrante e edição de som estremecedora para criar uma experiência cinematográfica épica rara.
Ao longo de quase três horas, “A Odisseia” do britânico transita entre um respeito que beira o dogmático pela obra de Homero e a humanização de uma história sobre homens e deuses – com uma sensibilidade que imprime um pouco de contemporaneidade ao poema escrito há quase 3 mil anos.
Humano como Odisseu, no entanto, Nolan não resiste a alguns de seus impulsos mais primitivos e faz as concessões necessárias para o orçamento de um projeto tão – com o perdão da palavra – homérico.
Agora no g1
Entre elas, a escolha por um elenco estrelado até demais, que impede uma conexão mais profunda com personagens que representam as diferentes facetas do homem por milênios.
Por mais carismático que seja, Matt Damon nunca foi daqueles atores famosos por se perderem nos papéis. Com duas indicações ao Oscar por atuação (e uma vitória pelo roteiro de “O gênio indomável”), o americano de 55 anos é ótimo, mas sempre é, invariavelmente, uma versão de Matt Damon.
O mesmo pode ser dito de alguns de seus companheiros de cena mais notáveis, como Tom Holland (o jovem por trás da máscara da trilogia mais recente do Homem-Aranha) e Anne Hathaway (“O diabo veste Prada”).
Não é que o trio não esteja bem. Longe disso. Mas a presença de rostos tão conhecidos e, de certa forma, hollywoodianos afasta o filme da realidade das acrópoles – por mais que o esforço de filmar em locações reais salte aos olhos ao longo de toda a produção.
A grande exceção é Robert Pattinson (“Batman”), que aproveita a completa falta de complexidade de seu vilão – um covarde ambicioso e invejoso – para produzir uma das interpretações mais deliciosas de sua carreira.
Do terror à beleza
Assim como no poema, o roteiro de Nolan narra a saga do retorno do protagonista (Damon) para casa ao longo de anos, e como ele usa a engenhosidade que deu aos gregos a vitória na guerra de Tróia para superar a fúria dos deuses e de outros seres mitológicos.
No caminho, o britânico escorrega na maior casca de banana da adaptação de clássicos literários com alguns diálogos que soam teatrais ou engessados demais, mas usa seu dom quase inigualável para criação de ambientações tensas e sufocantes para superar tais deslizes.
Seu maior trunfo talvez seja a transformação de momentos retratados à exaustão em outras obras em sequências dignas dos melhores filmes de terror. Os urros de dor do ciclope que prende o herói e seus soldados em uma caverna, por exemplo, devem ecoar por dias nas memórias de qualquer espectador.
Além da edição de som, contribuem para a realização do cineasta os trabalhos sempre espetaculares do diretor de fotografia Hoyte van Hoytema e do compositor Ludwig Göransson – parceiros de longa data do diretor.
À exceção de alguns excessos bobos na direção de arte, com algumas armaduras exageradas que parecem ter saído de um episódio com o maior orçamento de “Power Rangers”, “A Odisseia” chega o mais perto possível de ser tecnicamente perfeito. Uma realização que merece ser apreciada na melhor projeção disponível.
Reflexo de Nolan
Se perde a mão no tamanho da celebridade de seus protagonistas, Nolan traduz a universalidade responsável pelo sucesso do poema original na diversidade do elenco, salpicado de atores de diferentes nacionalidades e etnias.
Com a consciência do tamanho da bobagem que é pedir autenticidade em uma obra de ficção com monstros fictícios como gigantes e espíritos do inferno, o cineasta brinca com possibilidades e expectativas.
No processo, ainda expõe o racismo de quem critica a escalação de uma atriz negra, como Zendaya, para a deusa Atena – uma escolha que não só faz sentido em sua versão, como a humaniza.
“A Odisseia” de Nolan é o reflexo de seu criador. Imperfeito e exagerado, mas em total controle de sua grandiosidade.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Harry Styles no Brasil: veja provável setlist e tudo o que você precisa saber sobre shows


Harry Styles em foto para o disco ‘Kiss All The Time Disco Occasionally’
Divulgação
Harry Styles chega ao Brasil para uma série de shows no Morumbis, em São Paulo, nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho. Ele vem com a turnê “Together Together”, que já teve várias datas esgotadas na Europa, com apresentações elogiadas.
Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Harry Styles em São Paulo.
Qual a fase atual de Harry Styles?
Harry Styles surge mais ‘experimental’ e dançante em disco novo
Harry está promovendo o disco “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”, lançado em março. O álbum é inspirado por um tempo “low profile” que o músico passou pela Europa, frequentando festinhas e shows do ponto de vista da multidão.
Nas músicas, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista. Apesar de ter “disco” no nome, o álbum não segue a modinha disco pop que cansamos de ouvir nos últimos anos. Ele resvala em influências da música disco oitentona, sim, mas as faixas são menos redondinhas que se esperaria.
O conjunto está mais para um dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, com nítida influência de LCD Soundsystem. Alguns destaques são “Aperture” e “Dance No More”, que devem fazer sucesso ao vivo nos shows.
Como devem ser os shows?
O show costuma ter, em média, duas horas de duração e prioriza faixas dançantes. Ao longo do repertório, ele mescla músicas de todos os quatro álbuns com arranjos encorpados e uma ótima banda. Ele toca guitarra, teclado, violão, canta e dança durante o show.
Na seção final, ele inclui uma música surpresa do próprio repertório.
Initial plugin text
O show não tem pista premium, mas a estrutura do palco é dividida em quatro “pits”, isto é, setores separados por longas plataformas que Harry percorre durante o show. Como o cantor também se tornou maratonista, ele não se importa em dar boas corridinhas e passeadas — o que faz com que boa parte da pista consiga vê-lo bem.
Além disso, a julgar pelos shows na Europa, também dá para esperar belos visuais e grandes telões em cima do palco.
Quem é a banda de abertura?
Duo Fcukers será ato de abertura dos shows de Harry Styles
Divulgação
Em todas as quatro noites de Harry no Brasil, o ato de abertura será a dupla Fcukers. O duo novaiorquino tem um repertório eletrônico com pegada indie, divertido e estiloso. Vale conferir o disco “Ö”, lançado em março deste ano.
Qual é o provável setlist do show?
Are You Listening Yet?
Golden
Adore You
Watermelon Sugar
Music for a Sushi Restaurant
Taste Back
Coming Up Roses
Fine Line
Italian Girls
American Girls
Two Ghosts
Keep Driving
Ready, Steady, Go!
Dance No More
Treat People With Kindness
Pop
Season 2 Weight Loss
Carla’s Song
Aperture
Música surpresa
Sign of the Times
As It Was

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Como MCs mais ouvidos do Brasil viraram empresários e revolucionaram o funk


Como funkeiros viraram empresários e assumiram o controle das próprias carreiras
“Pau Pra Toda Obra” e “Cuida do Pet”, duas das três músicas mais ouvidas no Spotify Brasil nesta semana, revelam uma nova tendência no mercado do funk: MCs agora são empresários de si mesmos e passaram a gerir não apenas a própria carreira, mas também a de colegas.
2º lugar do Top 50 do Spotify e acumulando 10 milhões de visualizações no YouTube em uma semana, “Pau Pra Toda Obra” tem como intérpretes MC Jacaré, MC Ryan SP, MC IG e MC Lele JP.
Fora do eixo Rio-SP, Jacaré vem de Goiânia (GO) e é dono da Croco Hits. MC Ryan SP é o responsável pela Bololô Records. E MC IG comanda a Gringos World Produtora, empresa que gerencia sua carreira e a de artistas como Lele JP.
Já “Cuida do Pet” tem como participantes MCs Negão Original, Aaron Modesto, Willian, Iguinho CT, Du’l, com produção de Oldilla e Alladin. A faixa ocupa a 3ª posição no Top 50 do Spotify.
Negão Original é dono da Rauls Produtora, que cuida da carreira de Iguinho CT. Willian e Alladin são agenciados pela Cria Hit, empresa de DJ Loirin. Du’l e Aaron Modesto são da GLife Records, escritório do funkeiro MC GP. Já Oldilla tem sua própria produtora, a Oldilla Records.
“É um novo momento. Os artistas entenderam que, com conhecimento de como funciona a burocracia da indústria da música, era possível ter uma empresa. Dá trabalho? Sim. Muito. Mas a gente vive disso”, explica DJ Loirin.
Funkeiros mais ouvidos do Brasil também são empresários
infográfico/g1
Esse modelo de negócios foi idealizado por MC Kevin (1998-2021) que, por conta da sua morte, não conseguiu implementá-lo na totalidade.
Seguindo os passos do amigo, esses funkeiros mexeram no tabuleiro do gênero, assumiram as rédeas das próprias carreiras e passaram a agenciar colegas com o discurso: “quem melhor que a gente para entender o que um artista precisa?”.
Na prática, o discurso ainda encontra algumas falhas, mas as ações já transformaram o mercado musical que está entre os mais ouvidos do país.
MC IG, MC Lele JP, MC Ryan SP e MC Jacaré, autores de ‘Pau Pra Toda Obra’
Reprodução/YouTube
Como era antes
Desde que se estabeleceu em São Paulo, o mercado do funk foi gerido por empresas de médio porte, responsáveis por cuidar das carreiras, agendar shows, etc. As primeiras foram Máximo e Nois Por Nois, que cuidavam da gestão de nomes como MC Guimê, Rodolfinho, Nego Blue e outros que marcaram época nos anos 2010.
Desde meados dos anos 2010, a GR6 passou a dominar o mercado com a estratégia de agenciar o máximo de artistas possível e, assim, dominar o booking das casas de show especializadas em funk no estado São Paulo – e, consequentemente, em boa parte do país.
Esse modelo deu certo e a empresa comandada por Rodrigo Oliveira se tornou uma referência de gestão de carreira em contraponto às grandes gravadoras.
No entanto, pouco antes da pandemia, MCs como Pedrinho e Kevin, dois dos principais nomes do cast da produtora, passaram a alegar falta de transparência da empresa com relação a repasses relacionados às plataformas digitais.
Kevin, então, foi pioneiro em rescindir com a GR6 e tentar gerenciar 100% da carreira. No fim de 2020, ele criou a Revolução Records, escritório que cuidaria dos seus lançamentos musicais e da sua agenda de shows.
Mesmo com poucos meses de existência, a operação da produtora foi bem tumultuada, com dificuldade de fechar contratos para apresentações e lançamentos musicais com pouca divulgação e estratégia. Em maio de 2021, o funkeiro morreu em um acidente no Rio de Janeiro.
Semente plantada
MC Ryan SP e MC Kevin
Reprodução/Instagram
Mesmo com os problemas, a ideia de Kevin chamou a atenção dos colegas, que viram ali uma oportunidade de cuidar da própria carreira.
No entanto, até 2025, nenhum funkeiro atingiu grande sucesso sendo empresário e MC. Músicos e pessoas que trabalham nos bastidores explicaram ao g1 que a GR6, principal produtora no segmento, oferecia uma estrutura de qualidade, não fazendo sentido sair da empresa até então.
“A GR6 oferece uma estrutura completa para o artista, que muitas vezes só se preocupa em cantar, não pensa em mais nada — contrato, produção de clipe, de show”, explica MC IG.
O primeiro funkeiro a pensar em algo a mais e conseguir um resultado mais sólido foi MC Ryan SP, em outubro de 2025, com “Posso Até Não Te Dar Flores”. Produzida pela Bololô Records, a canção chegou ao topo das paradas de sucesso e transformou o mercado.
O funkeiro virou o exemplo a ser seguido.
Como é agora
Bololô Records, de Ryan, e Gringos, de IG, são as maiores produtoras lideradas por MCs em São Paulo. Elas fornecem estrutura para gravação de videoclipes, distribuição das músicas e um staff para produção dos shows.
Os artistas que decidem assinar contratos com produtoras comandadas por outros funkeiros dizem que a grande vantagem é terem um empresário que conhece suas necessidades no detalhe e passou por dores parecidas.
Entre os pontos levantados como diferenciais estão:
Casting pequeno: produtoras focam num trabalho individualizado, com no máximo uma dezena de artistas;
Contratos mais diluídos: acordos de uma década com divisão igualitária viram contratos com ganhos variáveis e maior controle e conhecimento sobre faturamento;
Mais informalidade: mesmo sob contratos, artistas não enfrentam amarras para, por exemplo, fazer músicas com produtores ou MCs de outros escritórios.
“Quando estou numa reunião, sinto que sou ouvido diferente. Sei que meu empresário passou por algo que já passei, sente a mesma coisa que eu. Os conselhos são diferentes”, conta MC Lele JP.
As produtoras comandadas por MCs ainda enfrentam dois obstáculos. O primeiro é com relação à estrutura formal.
A ideia da informalidade, algumas vezes, esbarra na necessidade de uma burocracia básica para formulação de contratos.
“Às vezes, tem gente que acha que é só entrar em estúdio e subir a música no YouTube. Mas, com certeza, o problema aparece depois na divisão do dinheiro. Tem que ter tudo sob contrato, não dá para ficar só na palavra”, explica DJ Loirin, dono da Cria Hit
Porém, o principal obstáculo apontado pelos artistas/empresários é: construir um bom setor de venda de shows.
Com mais de 15 anos de bagagem, a GR6 domina essa reserva de mercado, conseguindo implementar um modelo que garante sua hegemonia no setor.
Porém, com a mudança de mercado, o escritório comandado por Rodrigo Oliveira flexibilizou contratos com artistas e passou a fechar acordos pontuais com as produtoras de MCs/empresários, cuidando apenas das suas agendas.
É o caso de Lele JP: enquanto toda a parte artística, de produção e distribuição das músicas, gravação de videoclipes, etc, fica sob responsabilidade da Gringos, quem vende seus shows é a GR6.
Essa grande mudança de rumos fez com que o mercado do funk ganhasse ainda mais capilaridade, com mais opções de empresas com organização e uma maior cobrança por profissionalismo por parte dos artistas.
Mesmo após a revolução sugerida por Kevin, muitos MCs seguem com dificuldades de entender até mesmo o que é um fonograma e como funciona a divisão de ganhos da sua música.
Com o passar do tempo, esses artistas vão ficando no passado e uma nova geração vem surgindo com mais conhecimento e um desejo ainda maior de independência.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Sam Neill morreu de pneumonia; causa da morte é divulgada por assessor de ator de ‘Jurassic Park’


Quem era Sam Niell, ator de ‘Jurassic Park’
O ator Sam Neill, conhecido pelo filme “Jurassic Park”, morreu aos 78 anos por causa de uma pneumonia. A causa da morte foi revelada à revista “Entertainment Weekly” por um assessor de longa data do neozelandês, Philip Grenz, nesta quarta-feira (15).
“Já que Sam era um homem muito privado que odiava atenção, sua família vai honrá-lo com uma cerimônia familiar privada em sua fazenda na Nova Zelândia em data ainda a ser determinada”, afirmou Grenz, em nota.
“Gostaria de agradecer aqueles que eram realmente próximos a Sam por considerarem sua privacidade com o respeito que ele merecia e que seus entes queridos precisam e merecerem nesse tempo incrivelmente difícil.”
O assessor também disse que Neill tinha trabalho em quatro filmes no último ano, e que todos serão lançados nos próximos meses, como a comédia romântica “The last resort” e o próximo capítulo da franquia de monstros “Godzilla x Kong: Supernova”.
O ator morreu na última segunda-feira (13).
Ator Sam Neill morre aos 78 anos
Com carreira iniciada nos anos 1970, Sam Neill tinha dezenas de trabalhos no cinema e na TV, incluindo a série “Peaky Blinders” e o filme “O Piano”.
Recentemente, ele havia informado que estava recuperado de um câncer após cinco anos de tratamento. Segundo ele, a remissão foi possível graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.
Initial plugin text
Em 2023, Neill escreveu em seu livro de memórias que estava “possivelmente morrendo” após ser diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três.
Em entrevista exibida no fim de semana pelo Canal 7 da Austrália, o ator contou que conviveu com a doença por cinco anos e que o tratamento com quimioterapia deixou de fazer efeito. “Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal”, afirmou.
Neill passou então por uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o câncer. “Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário”, disse.
CAR-T: entenda como funciona o tratamento
O ator também pediu que governos federais e estaduais da Austrália ampliem o financiamento desse tipo de tratamento para pacientes com a doença no país.
Sam Neill
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Liam Gallagher, do Oasis, critica técnico após eliminação da Inglaterra na Copa do Mundo


Liam Gallagher em show do Oasis em Cardiff
Scott A Garfitt/Invision/AP
Liam Gallagher, do Oasis, foi ao X (antigo Twitter) criticar o técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, após a derrota para a Argentina nesta quarta-feira (15).
A seleção inglesa levou a virada e perdeu a semifinal da Copa do Mundo por 2 a 1.
Nas redes sociais, o cantor de “Wonderwall”, música que embalou os ingleses na competição, reclamou da falta de “sabedoria” dos jogadores e do técnico.
“A Inglaterra não vai ganhar uma Copa do Mundo até conseguirmos pegar a sabedoria das ruas. E isso vale para o treinador. Está tudo muito técnico. Deixem as crianças correrem livres por aí”, escreveu.
Initial plugin text
O cantor, que gosta de interagir nas redes sociais, já xingou um internauta brasileiro de “otário” no X depois que o usuário criticou a escolha de “Wonderwall” como tema da Inglaterra na Copa.
“Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo”, publicou o brasileiro.
Na resposta, Liam xingou o usuário brasileiro de spunk bubble, gíria em inglês para inútil.
“Imagina só que isso não tem porra nenhuma a ver com você, seu inútil.”
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

João Bosco reaviva ‘Perfeição’ com Tiago Iorc em álbum de duetos


João Bosco regrava canção de 2009 com Tiago Iorc no álbum comemorativo dos 80 anos do artista mineiro
Reprodução / Facebook Tiago Iorc
♫ NOTÍCIA
♬ Canção de aura suave com a qual João Bosco abriu o álbum “Não vou pro céu, mas já não vivo no chão” (2009), evocando a leveza da bossa nova no toque do violão de Bosco, “Perfeição” integra o álbum de duetos que festeja os 80 anos completados pelo artista mineiro na última segunda-feira, 13 de julho.
Parceria de João com Francisco Bosco, a canção “Perfeição” ganha releitura que junta o cantor com Tiago Iorc. A faixa integra o EP que apresentará em 31 de julho as seis primeiras faixas do álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”.
Além de Tiago Iorc, o time de convidados do álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos” inclui Bruna Black, Caetano Veloso, Cesar Camargo Mariano, Chico Buarque, Hamilton de Holanda, Ivete Sangalo, Jota.Pê, Mart’nália, Mestrinho e Zeca Pagodinho.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Voz de Elza Soares é enfocada como afiado instrumento político do século XXI no livro ‘Insurreição na garganta’


Elza Soares (1930 – 2022) é retratada em ilustração na capa do livro da jornalista Lígia Moreli
Reprodução / Capa do livro ‘Elza Soares – Insurreição na garganta’
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Elza Soares – Insurreição na garganta
Autor: Lígia Morelli
Cotação: ★ ★ ★ ★
“Cantar é político! Não se canta sem as marcas ou cicatrizes que dizem sobre um corpo, que agem sobre ele. Cada um canta aquilo que consegue carregar: memórias apagadas, lembranças vagas, marcas que de tão profundas se personificam”
♬ O pensamento reproduzido acima é fragmento do texto escrito pela cantora e pesquisadora musical Fabiana Cozza, “A voz-puíta na carne negra de Elza Soares”, para introduzir o livro “Elza Soares – Insurreição na garganta”, escrito pela jornalista Lígia Moreli e publicado via Edições Sesc. O prefácio de Cozza tem tamanha espessura que, mais do que apresentar o livro, valoriza e complementa a tese da autora.
No livro, a voz e o corpo de Elza da Conceição Soares (23 de junho ou 22 de julho de 1930 – 20 de janeiro de 2022) são dissecados como instrumentos políticos na luta contra o racismo e a violência contra a mulher, entre outras pautas identitárias associadas à cantora carioca, sobretudo a partir de 2015, ano que Elza lançou um álbum, “A mulher do fim do mundo”, que a recolocou no topo da música brasileira com músicas de sonoridade e letras impactantes.
O recorte da narrativa do livro “Elza Soares – Insurreição na garganta” é interessante justamente por mostrar a ruptura que esse álbum antológico de 2015 estabeleceu na discografia da cantora, remodelando e consagrando a imagem de Elza com contornos políticos mais nítidos.
Foi quando a artista – até então quase sempre percebida pela mídia como a estereotipada mulata assanhada dos sambalanços da década de 1960 – ressurgiu como a altiva mulher do fim do mundo, renascida das cinzas de um mercado musical já em galopante mutação para a era digital.
É fato que essa mulher transcendental – vinda do Planeta Fome como a então caloura Elza se apresentou em 1953 no programa de Ary Barroso (1903 – 1964) – sempre existiu e já tinha dado explicitamente as caras em discos como “Somos todos iguais” (1985) e sobretudo “Do cóccix até o pescoço” (2002), álbum muito citado ao longo do livro por ter esboçado a revolução que somente seria efetivada 13 anos depois com o disco de 2015 produzido por Guilherme Kastrup sob direção artística de Celso Sim e Romulo Fróes.
Mas é fato também que Elza Soares somente conseguiu assumir plenamente o controle da própria narrativa a partir desse álbum de 2015, surgido numa era em que todos os artistas tinham voz através das redes sociais, sem depender da mídia para poder se expressar para o mundo e sem depender de uma gravadora para fazer e jogar um disco nesse mundo.
É nesse momento novamente áureo que Lígia Morelli capta e analisa a voz de Elza Soares, enfatizando tanto a ótica politizada do repertório do álbum “A mulher do fim do mundo” como o discurso feito pela cantora no palco do Rock in Rio na estreia do show “Planeta fome”, baseado no homônimo álbum de 2019 e apresentado por Elza no festival em 29 de setembro daquele ano de 2019 com diversos convidados.
Ao longo de três capítulos (“Elza à luz do século XXI”, “Vozes e extremidades do fim do mundo” e “Poética da insurreição na garganta”) e uma conclusão (“Uma voz que ainda move a história”, sobre os ecos da bossa negra e do discurso da artista em vozes como a da cantora Luedji Luna), a autora mostra como Elza Soares levantou a voz para dizer o que se calava, hasteando alto bandeiras como a do feminismo negro.
Por mais que o enfoque esteja na luminosa representatividade da cantora a partir de 2015, a narrativa do livro também reverbera vários momentos da trajetória de Elza Soares em que a cantora subverteu expectativas e passou pelas frestas de portas fechadas para sobreviver, cantando para não enlouquecer (como sublinhou o título da biografia escrita pelo jornalista José Louzeiro e editada em 1997) e sempre renascendo como fênix até transcender definitivamente ao sair de cena em janeiro de 2022 para ficar na história como exemplo de resiliência em um mundo que sempre tentou abafar as falas e o cantar político de vozes negras.
Capa do livro ‘Elza Soares – Insurreição na garganta’, de Lígia Moreli
Divulgação / Edições Sesc

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

O passado de Alok em Londres: ‘Eu limpava o chão do bar enquanto o DJ tocava’


DJ Alok nos bastidores da O2 Academy, em Brixton, em Londres
Clément Protin/Divulgação via BBC
Foi com uma sensação agridoce que Alok retornou a Londres, em junho, para abrir sua próxima turnê, Rave the World. Das mesmas calçadas onde agora seus fãs aguardavam a abertura das portas da O2 Academy, casa de shows no lendário bairro de Brixton, o DJ recolhia bitucas de cigarro em 2010, quando se mudou para a capital britânica com o sonho de viver de música.
Ele e o irmão, Bhaskar, tinham começado a tocar juntos e viram algumas faixas terem bom desempenho bem em plataformas de streaming voltadas à música eletrônica. Decidiram mudar-se para Londres, atraídos por um mercado mais aberto ao gênero. Mas os planos não saíram como o esperado, e tudo o que Alok conseguiu para se manter foi um emprego de barback, uma espécie de assistente de barman.
“Vir para cá me dá até alguns gatilhos, sabe? Naquele momento, eu limpava o chão enquanto o DJ tocava, recolhia as bitucas de cigarro da rua enquanto as pessoas ficavam na fila. Muitos brasileiros vêm para cá com um sonho, acabam ralando muito, mas eu não dei conta e voltei para o Brasil”, ele relembrou, em entrevista à BBC News Brasil, antes de subir ao palco.
Esse tipo de trabalho, porém, não lhe era estranho. Foi o mesmo caminho que seus pais, Ekanta e Swarup — que mais tarde se tornariam nomes seminais do psytrance, subgênero psicodélico da música eletrônica, no Brasil — trilharam. A mãe se mudou para Orlando, levando os filhos, para trabalhar como faxineira em uma boate. Foi ali que conheceu o psytrance e decidiu começar a tocar.
“Meu pai foi visitar a gente e acabou curtindo também. Eles começaram a pegar discos de vinil, equipamento de som, levar para o Brasil e tocar para 30 pessoas. Era quase contracultura, porque a música eletrônica não tem matriz brasileira, como samba, pagode, sertanejo e MPB. Como vi esse processo deles, para mim foi natural seguir o meu também”, diz.
Nascido em Goiânia, Alok conta que, até por volta dos 13 anos, era quase nômade. Além da cidade americana conhecida por seus parques temáticos, ele se lembra com detalhes, por exemplo, de quando viveu em Amsterdã, em uma comunidade hippie.
“Meus pais me tiraram da sociedade. Na Holanda, morei em um prédio abandonado que tinha sido um hospital. Depois fui para Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros. Quando fui inserido na sociedade, em Brasília, tive um choque de realidade e comecei a questionar meus próprios valores, como se aquilo estivesse completamente fora do sistema”, lembra o DJ, aos 34 anos.
Alok terá cachê de R$ 850 mil
Reprodução
Talvez a família de Alok estivesse mesmo fora do sistema. Mas hoje ele diz que foi justamente isso que o salvou. Quase dois anos depois de acumular tentativas frustradas de se tornar DJ em Londres, decidiu voltar ao Brasil e pensou em retomar o curso de Relações Internacionais. Mas, então, seus próprios pais reprovaram a ideia.
“Meu pai disse para eu abandonar a faculdade e não desistir de ser DJ. Para mim, era muito complexo continuar vivendo de arte. Eu via meu pai e minha mãe passando muita dificuldade financeira, e não queria aquilo. Mas aí tentei dar mais uma chance, larguei o psytrance, que vinha deles, e foi a melhor coisa que fiz”, diz.
Foi nessa época que o DJ começou a se especializar na chamada house music, uma vertente da música eletrônica mais melódica e dançante, com vocais, algo bem diferente do psytrance de seus pais, marcado por batidas mais rápidas e intensas voltadas à atmosfera hipnótica das raves.
A ideia deu certo. Com trabalhos ainda underground, que iam de remixes de Snoop Dogg a Barão Vermelho, ele começou a alcançar audiências na casa dos milhões. Em 2016, lançou a música que levou sua carreira ao patamar que ocupa hoje: “Hear Me Now”, gravada em parceria com o cantor Zeeba, dono dos vocais da faixa, e o DJ Bruno Martini.
Com quase 1 bilhão de reproduções apenas no Spotify, “Hear Me Now” se tornou não só um marco na carreira do DJ, mas também da indústria musical brasileira. Dez anos depois do lançamento, continua sendo a faixa brasileira mais tocada no Spotify, a plataforma de streaming musical mais popular do mundo.
Alok fala de feat com Jennifer Lopez: ‘Ela fez meu trabalho ser muito fácil’
Depressão e cura com indígenas
O sucesso de “Hear Me Now” não foi suficiente para garantir estabilidade por muito tempo. O problema, afinal, já não era financeiro, mas emocional. Em depressão, Alok decidiu, após assistir a um vídeo de povos indígenas cantando, visitar a aldeia dos Yawanawá, no Acre, a 2,7 mil km de São Paulo, onde vive o DJ.
Após percorrer o país de avião, carro e barco, o DJ conta que recebeu a bênção de um pajé e foi presenteado com um cocar que, embora não use, em respeito à cultura indígena, guarda em casa como lembrança. “Eu fazia música profissional, ocupava o top dez das paradas, e eles faziam música para curar”, diz.
“Aquele momento foi importante para eu quebrar o preconceito de que existe uma cultura mais desenvolvida e de que eles seriam menos desenvolvidos. O que existem são valores e objetivos diferentes. Eu me conectei genuinamente, pela primeira vez, com a natureza.”
Alok recebeu cocar na aldeia Yawanawá, no Acre
Mila Petrillo/Divulgação via BBC
O resultado desse laço foi o projeto “O Futuro É Ancestral”, composto por um disco gravado com diferentes etnias, e uma turnê. Além disso, nasceu uma espécie de biblioteca a partir da gravação de centenas de músicas indígenas para ajudar a preservar essa cultura, a pedido das próprias lideranças com as quais o DJ teve contato.
“Muitas coisas eles não escrevem. Eles transmitem através da música, dos cantos, então quis ajudar a criar este grande catálogo para as novas gerações. Eu mostrei uma gravação para um pajé, e ele chorou. Me disse que cantava aquela música à noite todas as noites à beira do rio para não se esquecer dela”, lembra Alok.
Do palco ao palanque
A conexão com os indígenas levou o artista, que àquela altura já era onipresente nas rádios e na televisão, a fazer suas primeiras manifestações políticas, indo até Brasília e subindo ao palanque contra o marco temporal — a tese de que a demarcação de terras indígenas só pode ocorrer onde estes povos já viviam quando a Constituição de 1988 foi promulgada.
“Os indígenas me disseram: ‘Que legal que você está querendo ajudar a salvar nossa música, nossa cultura, mas tem também que salvar quem canta'”, lembra Alok, que fez parcerias com Organizações das Nações Unidas (ONU) para iniciativas ligadas ao meio ambiente.
O DJ diz ser contra a ideia, que considera cada vez mais difundida, de que a pauta ambiental pertence apenas a um lado do espectro político. Afirma que busca, como artista, amplificar as vozes dos indígenas; e, como pessoa, reduzir o próprio impacto ambiental — para isso, deixou de ter um jato particular e paga empresas que compensam sua pegada de carbono.
“Colocam todo mundo no mesmo bolo, como se a pauta ambiental fosse só de um lado. Isso é uma grande bobeira”, diz.
“Com o negacionismo é difícil conversar. Eu converso, ouço, mas é difícil. O que a gente faz é trazer consciência sobre o assunto, porque, a partir de quando se tem consciência, não é mais um erro, é uma escolha.”
Nova turnê e inteligência artificial
Outro assunto que preocupa Alok é o futuro da nova geração, mote de sua nova turnê, “Rave the World”. Dentro de uma espécie de contêiner de LED com projeções de frases inspiracionais e dançarinos, ele apresenta seu novo set, resgatando sonoridades do início da carreira, inclusive do psytrance.
Conhecido por aparatos tecnológicos superlativos, incluindo canhões de laser que chamam atenção em shows a céu aberto, como o que fez na praia de Copacabana no ano passado, o DJ diz refletir bastante sobre o uso da tecnologia, sem a qual, reconhece, nem sequer seria capaz de exercer sua profissão, mas que, ao mesmo tempo, pode ser perigosa.
Um dos usos que o DJ diz fazer da inteligência artificial (IA) é testar vocais em suas produções, pedindo a um programa que crie vozes inspiradas em determinado cantor ou simplesmente com um timbre feminino ou masculino, antes de convidar um artista para gravar.
“A IA é uma ferramenta maravilhosa e vem para trazer conforto, mas a arte não é só para confortar. É para nos confrontar, fazer refletir”, afirma.
“Temos que ter cuidado para não tirar o ser humano da equação. A IA pode ser uma ferramenta, mas não pode ocupar nosso lugar.”
Alok fez, no Coachella de 2025, apresentação com 50 dançarinos para refletir sobre a humanidade da arte e o uso de inteligência artificial
Valerie Macon/AFP via Getty Images via BBC

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ex-BBB Milena expõe mensagens racistas recebidas nas redes sociais


Ex-BBB Milena expõe mensagens racistas recebidas nas redes sociais
Reprodução/Instagram
A ex-BBB Milena compartilhou nas redes sociais mensagens racistas que recebeu. A vice-campeã do BBB 26 reuniu diversos comentários ofensivos enviados a ela, incluindo ataques feitos na época em que ainda estava confinada no reality show.
Nos stories, Milena publicou prints das mensagens e repudiou o conteúdo. Segundo ela, o caso será encaminhado para análise jurídica. “Racismo é crime e tudo será tratado com o jurídico”, escreveu ao expor os comentários.
A assessoria de imprensa de Milena Moreira foi procurada pelo g1 para confirmar o registro do boletim de ocorrência, mas não retornou até o fechamento desta reportagem.
Leia também: Saiba como denunciar casos de racismo e de injúria racial
Ex-BBB Milena expõe mensagens racistas recebidas nas redes sociais
Reprodução
Ex-BBB Milena expõe mensagens racistas recebidas nas redes sociais
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento