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Tom Holland diz que foi ignorado por Haaland depois de um convite para jantar


O ator Tom Holland e o jogador norueguês Haaland.
Reprodução
Tom Holland revelou que convidou Erling Haaland para jantar por mensagem direta no Instagram, mas nunca recebeu resposta do atacante do Manchester City. A história foi contada pelo ator durante uma participação no programa “The Tonight Show” e, dias depois, o jogador explicou que ignorou o convite porque não sabia quem era o remetente.
Torcedor declarado do Tottenham, Holland contou que encontrou Haaland em áreas de acesso restrito durante o Grande Prêmio de Fórmula 1 de Mônaco. Apesar da oportunidade, disse que não teve coragem de abordar o jogador pessoalmente e decidiu enviar uma mensagem depois.
“Pensei: ‘vou mandar uma mensagem e convidá-lo para jantar’. E não recebi absolutamente nada. Nem um ‘estou ocupado’, nem qualquer resposta”, afirmou o ator, aos risos. Segundo ele, a situação foi “uma experiência de humildade que todo ator precisa viver”.
A explicação para o “vácuo” veio do próprio Haaland. Em entrevista ao programa norueguês “A Laget”, o atacante disse que não reconheceu o perfil de Holland e preferiu não responder.
“Eu não assisto a muitos filmes, então realmente não sei quem muitas pessoas são”, afirmou. O jogador explicou que imaginou se tratar de uma mensagem enviada por um perfil desconhecido.
Mesmo sem conseguir marcar o jantar, Holland disse que continua admirando o camisa 9 do Manchester City, a quem chamou de “incrível” e “uma lenda”.
Questionado se ainda aceitaria encontrar Haaland, o ator aproveitou para brincar com a derrota da Noruega para a Inglaterra por 2 a 0 nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.
“Depois do outro dia, acho que ele não aceitaria”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dupla de ‘Não mexe nas minhas gavetas’ superou decepções no futebol e nos palcos antes de dominar as rádios em 2026


Conheça a história de Danilo e Davi e do hit “Não mexe nas minhas gavetas”
O primeiro semestre de 2026 das rádios no Brasil foi dominado pelo sertanejo, repetindo o resultado dos últimos anos. Mas, desta vez, o destaque veio com um bordão que saiu das ruas e virou inspiração para um refrão embalado pela sanfona e uma paradinha envolvente.
Com a faixa “Não Mexe nas Minhas Gavetas”, a dupla Danilo & Davi conquistou o topo das paradas e se consolidou como a música mais tocada nas rádios do país nos primeiros seis meses do ano, segundo dados da Crowley.
Para quem nunca ouviu o ditado, a expressão “não mexe nas minhas gavetas” é usada como uma espécie de alerta irônico para afastar os olhares e até atitudes de alguém que dá em cima dos pares de outras pessoas.
Quem vê o sucesso da dupla talvez não imagine sua trajetória, que passou por renúncias, desafios e até passagens pelos campos de futebol.
Em entrevista ao g1, a dupla, que completa seis anos de estrada e é apadrinhada por Marcos e Belutti, falou sobre os bastidores de seus hits, as trajetórias individuais marcadas por desilusões e superações, e a virada definitiva de carreira após a união dos dois com a aposta de um padrinho musical.
Danilo: do controle da TV como microfone aos hits de Marília Mendonça
Danilo e Davi
Cadu Fernandes/Divulgação
Natural de Paracatu (MG), Danilo, de 31 anos, deu os primeiros passos na música aos 9 anos, brincando com o controle da TV como microfone e participando de um festival escolar com “Fada”, de Victor & Leo. “Peguei o segundo lugar não sei como, eu cantava muito ruim”, brinca.
O desejo de levar a carreira a sério só despertou aos 15 anos, quando se mudou para Crixás (GO), tendo como sua maior referência o cantor Luan Santana. Com o apoio da mãe, ele decidiu arriscar tudo e se mudou para Brasília em busca do sonho da carreira solo.
Danilo dividia uma kitnet de cerca de 30 m² com um amigo, e dormia na sala enquanto estudava “modão” no violão e dava suas primeiras canetadas na composição.
Após um encontro com o compositor Gabriel Agra, ele entendeu que as letras poderiam ser a sua porta de entrada para os palcos. Foi ali que decidiu fazer uma pausa em seu lado cantor, que não estava rendendo frutos, e se mudou para Goiânia para se dedicar às composições.
Danilo – ou Gustavo Gomes Pereira, seu nome de batismo – se deu bem no caminho da composição e, hoje, assina mais de 600 músicas, segundo o site do Ecad. Entre elas, estão grandes hits como “10%” (Maiara & Maraisa), “Eu Sei de Cor” (Marília Mendonça), “Medida Certa” (Jorge & Mateus) e “Dois Enganados” (Murilo Huff e Marília Mendonça).
Apesar do sucesso financeiro e o reconhecimento no mercado da composição, o verdadeiro sonho de Danilo continuava sendo os palcos. Em 2018, ele tentou gravar um DVD solo, mas o projeto não deu em nada. Desiludido e com as oportunidades congeladas pela chegada da pandemia em 2020, o artista desabou.
“Fiz uma oração muito forte, chorando em prantos no banho. Falei para Deus que estava fazendo a coisa mais difícil da minha vida, que era desistir. Largar aquele sonho foi muito difícil”, relembra.
Danilo e Davi
Cadu Fernandes/Divulgação
Cerca de dois meses depois, Danilo conheceu Marcos (da dupla Marcos & Belutti) durante uma sessão de composição. Ao vê-lo gravar a voz guia de uma música no celular, Marcos perguntou sobre sua carreira. Danilo contou sua trajetória para o sertanejo, que rebateu dizendo que ele não era artista solo e que tinha uma dupla para apresentar para ele.
O cantor topou e conheceu Davi. Uma semana depois, Wander Oliveira, da WorkShow, o convidou para ser o segunda voz de Netto, na dupla com Henrique, após a morte trágica do parceiro em um acidente de carro.
Apesar de muitos considerarem ser a grande chance na carreira de Danilo, o cantor recusou a proposta para seguir com Davi. “Seis anos depois, tenho a certeza de que respeitar aquele processo foi a melhor decisão da minha vida”, conclui.
Davi: Do trauma no futebol ao apadrinhamento do tio famoso
Se hoje Davi comemora a escolha do parceiro e o primeiro lugar nas rádios, sua adolescência foi desenhada longe dos palcos. Nascido em Santo André (SP), o cantor de 28 anos cresceu em um berço musical — com direito a uma tia-avó caloura do Chacrinha e um tio entre os maiores nomes da música sertaneja, o Marcos, dupla de Belutti. Ainda assim, ele acabou se encantando mais pelo esporte na adolescência.
Aos 13 anos, Allan Marcelo De Souza Celestino (nome de batismo de Davi) passou em um teste para o Velo Clube e foi morar no alojamento do time. A experiência, segundo ele, foi traumatizante. Após meses de treinamento, Davi foi desligado do time. “Foi minha primeira decepção.”
De volta a Santo André, Davi sentiu o desejo de cantar falar mais alto ao ver o coral dos adolescentes na Igreja Batista. Mas os primeiros passos não foram como ele sonhava. Convidado por sua prima Larissa (filha de Marcos) para cantar no coral de outra igreja, ele tomou um choque de realidade.
“Eu não tinha experiência em coral. O professor ficou sem paciência nenhuma comigo e gritou na frente de todo mundo porque eu não tinha tanta técnica. Voltei para a casa triste, dizendo que a música não era para mim.”
Danilo e Davi
Cadu Fernandes/Divulgação
Davi persistiu e virou o solista principal dos adolescentes. Até que começou a sentir que, enquanto cantava na igreja, pensava muito em si. “Senti que ali já não era mais adoração. Decidi que iria para a música sertaneja e, quando estivesse na igreja, seria apenas para adorar a Deus, sem me importar com o que pensam da minha voz ou como eu estava me portando”.
Ao pedir apoio ao seu tio, ouviu que precisava “pegar experiência na noite por uns dois anos”. Quando finalmente entrou em estúdio para gravar com Marcos, o resultado foi frustrante: “Foi um fiasco. Cantei tudo errado e senti que tinha decepcionado ele. Pensei em desistir, mas ouvi de novo aquela voz: ‘tenta mais uma vez'”.
Entre barzinhos e botecos, Davi chegava a fazer 22 shows por mês com cachês de R$ 200. Mas com a chegada da pandemia, tudo parou. Uma nova conversa com Marcos levou ao encontro de Danilo e Davi.
Finalmente, o encontro: conexão instantânea
Com as histórias unidas, a conexão entre a dupla foi instantânea. E apesar de já ter uma condição financeira estável com as composições, Danilo fez questão de começar do zero e viver a realidade da estrada com Davi.
“Quando aceitei a dupla, tive que regredir bastante em questão de qualidade de vida, porque eu tinha a minha renda com as composições. Mas quis passar a mesma coisa que o Davi iria passar. Quando a gente começou, nossos shows eram de R$ 8 mil, R$ 10 mil. A gente entrava na van e viajava 30 horas de Goiânia até o Rio Grande do Sul para tocar para 30 pessoas. O segredo do sucesso é viver o processo e esperar o tempo”, destaca Danilo.
Hoje, a realidade é bem diferente. Questionados se a sequência de hits no topo das paradas ajudou a acrescentar “zeros à direita” no cachê da dupla, eles não escondem a felicidade da virada financeira.
“Deu uma melhoradinha boa, graças a Deus”, brinca Davi. “Antes a gente comprava roupa só em lugares duvidosos, agora estamos comprando Zara”, diverte-se Danilo.
O nascimento de um hit: ‘Música do Povão’
Danilo e Davi
Cadu Fernandes/Divulgação
“Não Mexe nas Minhas Gavetas” nasceu em um campings de composição da dupla, feito sob medida para o último DVD, “Aliança”.
Danilo explica que a faixa surgiu da busca por um bordão popular.
“Eu gosto muito de compor sobre bordões. ‘Não mexe nas minhas gavetas’ é aquele ditado para quando alguém tá mexendo nas suas coisas, na sua ficante, na sua namorada”, conta Danilo.
O refrão chiclete, contudo, ficou guardado no bolso por um ano e quatro meses. “A gente segurou ela tanto tempo porque ainda não tinha quando iríamos gravar um novo projeto. E quando começamos e camping, foi o momento em que ‘Apaga Apaga Apaga’ começou a tracionar”, conta Danilo, citando outro hit da dupla.
A música foi destaque no Top 10 do Spotify ao longo de quase todo o ano de 2025. Inicialmente, “Apaga Apaga Apaga” era uma encomenda para a dupla Diego e Victor Hugo. Mas ao colocar a voz, a dupla decidiu ficar com ela.
“Eles estavam esperando a música, mas não chegou. A gente cortou o caminho”, brinca Danilo.
O Laboratório dos ‘Campings’ e as críticas do mercado
Responsáveis por assinar cerca de 90% do próprio repertório, Danilo & Davi defendem os campings de composição — reuniões imersivas com vários compositores —, um formato que costuma receber críticas de sertanejos mais tradicionais.
Em recente entrevista, por exemplo, Chitãozinho, dupla de Xororó, falou sobre esse processo de composição.
“Eu acho que a música sertaneja hoje está muito mecanizada. Ela está muito feita em série. Os caras se juntam em estúdios, nos campings, num lugar, e meia dúzia de pessoas fica fazendo música. E dali saem alguns sucessos. “Mas eu não acredito que a música que faz sucesso imediato, vá ficar”, analisou o sertanejo.
A dupla discorda das críticas ao processo de composição. Para Davi, os campings foram vitais, não só para a produção de seus hits, mas também para encontrar a identidade da dupla, que passou por um período de incertezas.
“A gente viveu num laboratório até mais ou menos 2023, quando a gente não sabia o que gravar, qual era a cara do Danilo e Davi. E foi justamente dentro desses campings que a gente conseguiu desenvolver as características da dupla”, relembra.
Danilo também defende a composição em grupo. “A maioria dos artistas não participa dos campings. Eles vão só para ouvir as músicas e chegam lá e falam, não é isso que eu queria. Se você não participar, se não tiver ali botando a mão na massa, você não vai saber o que é bom para você.”
Danilo e Davi encerra o Festival do Coco em Mâncio Lima neste domingo (14)
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como funciona o ‘Instagram chinês’, que atraiu usuários do TikTok e fez turismo explodir


RedNote
Anna KURTH / AFP
O Xiaohongshu, aplicativo de estilo de vida mais popular da China, se prepara para abrir capital ainda este ano. Conhecido como “Instagram chinês”, ele permite que usuários publiquem fotos, vídeos e transmissões ao vivo.
O serviço é chamado no Ocidente de RedNote, tem um visual parecido com o da rede social americana Pinterest e chamou atenção depois de receber usuários do TikTok nos EUA, em meio à expectativa do bloqueio do aplicativo no país.
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Agora, o Xiaohongshu também mostra seu impacto no turismo na China, onde os trajetos domésticos atingem níveis recordes. Viajantes usam o aplicativo para descobrir novos destinos e planejar roteiros em locais fotogênicos.
Um lago no bairro histórico de Shichahai, em Pequim, é um dos vários pontos “daka”, isto é, que são considerados parada obrigatória na cidade, e que atraem cada vez mais pessoas por conta do Xiaohongshu.
JN na China: ao vivo da Grande Muralha, em Pequim, série especial conta a história do sistema político do país
Por lá, há uma concorrência acirrada entre fotógrafos que fazem retratos de mulheres vestidas com trajes tradicionais. As imagens têm um destino: o Xiaohongshu.
Em uma segunda-feira recente, a fotógrafa Li Geng, de 18 anos, oferecia seus serviços aos turistas que passavam pelo local. Ela cobrava 10 yuans (cerca de R$ 7,60) por retrato.
A poucos metros dali, outros fotógrafos davam instruções a jovens com roupas elegantes, que faziam o sinal de vitória com os dedos e arqueavam as costas diante das câmeras.
Li contou à AFP que a disputa por clientes é intensa, já que muitos concorrentes têm forte presença nas redes sociais. Um deles tem 45 mil seguidores no Xiaohongshu e cobra preços mais baixos.
Inspiração para viagens
A China registrou um recorde de 6,5 bilhões de viagens domésticas em 2025, de acordo com a agência Xinhua. O resultado representou um aumento de 16% em relação a 2024.
No período, a base de usuários do Xiaohongshu também cresceu, passando de 300 milhões, em 2024, para 350 milhões de usuários ativos mensais, em 2025, segundo a plataforma de análise de dados Qiangua.
A rede social impulsionou negócios pouco conhecidos e levou multidões a destinos fora dos roteiros tradicionais, como Zibo, uma tranquila cidade industrial da província de Shandong, depois que seus espetinhos de churrasco baratos e marinados viralizaram.
Vídeos recomendados e loja on-line do RedNote
Reprodução
A turista Mina Chen, que visitava Shichahai com a irmã, planejou toda a viagem a Pequim com base nas recomendações de outros usuários. “Hoje, ele é indispensável para mim”, disse a estudante de 20 anos à AFP.
O Xiaohongshu é hoje o primeiro lugar onde “muitos viajantes jovens” buscam inspiração, disse Ming Yii Lai, consultora sênior de estratégia da Daxue Consulting.
Mas o turismo estimulado pelo Xiaohongshu também trouxe problemas, como o excesso de visitantes em locais que viralizaram e a dependência excessiva de empresas em relação ao tráfego gerado pela plataforma, explicou Lai.
Publicações patrocinadas por restaurantes e destinos turísticos também geraram críticas quando as recomendações não corresponderam às expectativas dos visitantes.
‘Refugiados’ do TikTok
O aplicativo ganhou atenção internacional em 2025 quando o plano do governo americano de proibir o TikTok levou usuários dos Estados Unidos, apelidados de “refugiados”, a migrar para o RedNote, versão ocidental do Xiaohongshu.
Nas últimas semanas, o “Instagram chinês” voltou às manchetes por seu preparativo para apresentar de forma confidencial uma oferta pública inicial de ações na Bolsa de Hong Kong, segundo veículos como o Wall Street Journal.
A AFP entrou em contato com a empresa para comentar a informação.
As mulheres jovens de cidades ricas da China são a principal base de usuários do Xiaohongshu, de acordo com a Qiangua. Mas a rede social também está atraindo falantes de chinês em países como Malásia e Singapura.
O aposentado singapurense Ernest Phua usou o aplicativo para planejar viagens a Cantão e Yunnan, buscando em mandarim “estratégias de viagem” e recomendações.
“Se queremos saber como é realmente a vida na China” e descobrir o que os moradores gostam de fazer, comer e visitar, “o Xiaohongshu tem muito conteúdo”, afirmou.
Meng Jiaxuan, de 20 anos, vestida com um traje tradicional em Shichahai, contou que até as poses de sua sessão de fotos foram pesquisadas no aplicativo. “Não importa o que seja, eu simplesmente procuro no Xiaohongshu”, disse.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Xande de Pilares avaliza álbum em que Ian Coury e Igor Souza propõem ‘novos caminhos’ para o choro e o samba


Ian Coury (à esquerda) e Igor Souza (à direita) regravam o samba ‘Tá escrito’ em feat com Xande de Pilares
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A foto acima flagra Xande de Pilares (ao centro) no estúdio entre o bandolinista Ian Coury (à esquerda) e o violonista Igor Souza. Na ocasião, Xande pôs voz na única faixa cantada do primeiro álbum em dupla dos jovens instrumentistas, “Novos caminhos”.
O feat acontece na regravação do samba “Tá escrito” (Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini, 2009), um dos maiores sucessos do cantor e compositor projetado como vocalista do Grupo Revelação. Feita com a adesão do percussionista Pretinho da Serrinha, a regravação de “Tá escrito” será lançada em single na quinta-feira, 16 de julho, como primeira amostra do álbum “Novos caminhos”.
Programado para ser apresentado em 28 de agosto, em edição da gravadora Biscoito Fino, o álbum “Novos caminhos” é essencialmente instrumental e contabiliza oito faixas, sendo sete temas autorais e o sucesso do Revelação.
Dos sete temas autorais, “ Baião cansado” é a única composição da lavra de Igor Souza. As outras seis músicas são de autoria de Ian Coury. Entre elas, há “Choro sincopático”, “Gala” e “Mexidinho”.
Afinados na paixão pela música brasileira, os dois músicos propõem outros olhares para gêneros nacionais como choro e samba no álbum “Novos caminhos” através do diálogo entre o bandolim de 10 cordas e o violão de sete cordas.
Nascido em Brasília (DF) e graduado pela Berklee College of Music, Ian Coury é bandolinista, compositor, arranjador, educador e produtor musical, já tendo dividido o palco com artistas do naipe do saxofonista cubano Paquito D’Rivera, da cantora e violonista Rosa Passos e do bandolinista Hamilton de Holanda.
Já Igor Souza tem 25 anos e é violonista (de sete cordas), arranjador, produtor musical e professor, sendo Mestre em Ensino de Práticas Musicais pela UNIRIO e doutorando em Música, além de ter colaborado em trabalhos com Caetano Veloso e Esperanza Spalding.

Fonte: G1 Entretenimento

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Namorada de Lamine Yamal celebra classificação da Espanha pra final da Copa: ‘Nos vemos em NY’


Lamine Yamal e namorada Inés García (esq.) celebrando classificação da Espanha
Reuters e Reprodução/Instagram
A influenciadora Inés García, namorada do jogador espanhol Lamine Yamal, celebrou a classificação da Espanha para final da Copa do Mundo.
A seleção espanhola venceu a França nesta terça-feira (14) por 2 a 0 e vai disputar a chance de vencer seu segundo título da competição.
No stories do Instagram, García celebrou a vitória do namorado. “Nos vemos em Nova York!”, escreveu.
A final da Copa do Mundo será disputada no domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, região metropolitana de Nova York.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Penélope Cruz comemora vitória da Espanha sobre a França e ida à final da Copa: ‘Felicidades!’


Penélope Cruz comemora ida da Espanha à final da Copa do Mundo de 2026
Reprodução
Penélope Cruz comemorou a vitória da seleção da Espanha na Copa do Mundo 2026 nesta sexta-feira (10). “Vamos, Espanha! Felicidades!”, escreveu a atriz espanhola no Instagram (veja acima).
A partida terminou com vitória da Espanha por 2 a 0, com gols de de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro.
A Argentina e a Inglaterra se enfrentarão na quarta-feira (14) para decidir quem segue para a final da Copa do Mundo.
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Este texto está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daveigh Chase, atriz de ‘O Chamado’ que morreu aos 35 anos, deixou patrimônio de R$ 2 milhões


Daveigh Chase, voz de ‘Lilo & Stitch’ e atriz de ‘O Chamado’ morta aos 35 anos
Getty Images
A atriz Daveigh Chase, que morreu aos 35 anos de Aids, deixou um patrimônio de US$ 400 mil (R$ 2 milhões, na cotação atual).
Segundo o jornal “Los Angeles Times”, a mãe da atriz, Cathy Chase, entrou com um pedido para se tornar administradora do espólio da filha, que faleceu sem deixar testamento.
Os documentos com relação ao inventário de Daveigh foram protocolados na Justiça de Los Angeles no último dia 8 de julho.
A família da atriz afirmou em entrevistas à imprensa norte-americana que ela passou seus últimos dias vivendo em situação de rua.
Daveigh Chase, atriz de ‘O Chamado’ e dubladora de ‘Lilo & Stitch’, morre aos 35 anos
Chase, que fez a Samara em “O Chamado” e dublou Lilo em “Lilo & Stitch”, morreu no dia 16 de junho, aos 35 anos.
Segundo relatório do instituto de exames médicos de Los Angeles, a atriz faleceu em decorrência de Aids e do abuso de substâncias.
De acordo com a rede de televisão norte-americana “NBC”, o documento aponta ainda que o “uso crônico de múltiplas substâncias” também contribuiu para a morte da atriz.
Viver com o HIV é diferente de ter Aids. HIV é a sigla em inglês para vírus da imunodeficiência humana. Ele ataca principalmente células do sistema de defesa chamadas CD4 e nos torna mais vulneráveis a outros vírus, bactérias e ao câncer.
Aids é a síndrome da imunodeficiência adquirida, um conjunto de sinais e sintomas relacionados à falência do sistema de defesa, caracterizada por uma série de infecções oportunistas e câncer.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Claudia Savaget, cantora de voz grave e álbuns refinados, morre aos 78 anos


Claudia Savaget (1948 – 2026) – vista em ilustração da capa do álbum ‘Caminhando’ (2004) – deixa cinco álbuns ao morrer aos 78 anos
Ilustração de Mello Menezes / 2004
♫ OBITUÁRIO
♬ A voz grave de Claudia Savaget evocava o registro noturno da antecessora Nora Ney (1922 – 2003) e por vezes lembrava até o timbre de outra grande cantora, Nana Caymmi (1931 – 2025), como na gravação da tristonha modinha “Até pensei” (Chico Buarque, 1968) registrada no derradeiro álbum de Savaget, “Caminhando”, lançado em 2004 com capa que expunha a artista em ilustração de Mello Menezes.
Contudo, evocações à parte, Claudia Savaget Fiani (1º de julho de 1948 – 13 de julho de 2026) imprimiu a própria assinatura vocal e o próprio timbre no universo da MPB.
Nascida em Petropólis (RJ), cidade onde iniciou carreira cantando na boate Clube 85, a cantora fluminense Claudia Savaget morreu às 17h de ontem, segunda-feira, 13 de julho, de doença não revelada pelo marido da artista, o violonista Luiz Otávio Braga, no comunicado publicado nas redes sociais.
Claudia Savaget sai de cena aos 78 anos e deixa cinco refinados álbuns – lançados ao longo de 30 anos em período que foi de 1974 a 2004 – em discografia pautada pela elegância do canto grave e pela classe na escolha do repertório.
O bom gosto do repertório da cantora ficou evidente logo no primeiro álbum, “Impacto”, lançado de forma independente em 1974 com arte gráfica que sugeria na capa o título “ImPacto” e uma tracklist que incluía músicas de Chico Buarque, Edu Lobo e Torquato Neto (1944 – 1972).
O segundo, “Samambaias”, foi editado em 1978 com mais músicas de Chico Buarque (compositor recorrente na discografia da intérprete), uma canção de Dorival Caymmi (1914 – 2008) e faixa-título assinada por Maurício Tapajós (1943 – 1995) e Hermínio Bello de Carvalho. Detalhe: a gravação da canção “Maninha” (Chico Buarque, 1977) foi feita por Claudia em homenagem à irmã, presa durante a ditadura.
Na sequência do álbum “Samambaias”, a cantora lançou no ano seguinte “Mordida ou beijo” (1979), álbum com título extraído da letra de “Sofrer” (1978), parceria então recente de Paulinho da Viola com José Carlos Capinan.
No quarto álbum, batizado com o nome da artista e lançado em 1985, Claudia Savaget deu voz a mais uma canção de Chico Buarque (“Eu te amo”, parceria com Antonio Carlos Jobim, de 1980) e registrou música de Cartola (1908 – 1980), “O que é feito de você” (1977).
Consta que Cartola adorava a voz de Claudia e fazia elogios públicos à cantora na década de 1970. Só que o tempo passou e, a partir dos anos 1980, o mercado da música passou a não gostar muito de cantoras de MPB com voz e personalidade próprias. Desencantada com a indústria, Claudia Savaget praticamente se retirou de cena até ensaiar uma volta com o já supracitado álbum “Caminhando”, editado em 2004 já na era do CD.
Esses cinco coerentes álbuns são o legado (para poucos e bons) do canto noturno de Claudia Savaget.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vizinhas? Virginia compra apartamento no ‘prédio do Neymar’ meses após atrito com Bruna Biancardi; relembre


Virgínia e Bruna Biancardi
Reprodução / Instagram
A influenciadora Virginia Fonseca comprou um apartamento no edifício conhecido como “prédio do Neymar”, em Itapema, no litoral de Santa Catarina.
O edifício é popularmente conhecido assim porque a empresa do jogador é proprietária do terreno e sócia da construtora responsável pela obra. A empresa responsável pelo edifício confirmou a compra de Virginia, que terá seu imóvel localizado no andar de cima ao do jogador.
Previsto para ficar pronto em dezembro de 2028, o Edify One, de 140 metros de altura e 41 apartamentos, fica na frente da Meia Praia, a mais famosa da cidade.
Ainda não há confirmação de Virginia vai realmente morar no apartamento ou se fez a compra para investimento. Mas caso escolha a moradia, a influencer pode ser vizinha de Bruna Biancardi, mulher de Neymar, com quem teve um atrito meses atrás.
Bruna teria ficado brava com Virginia, por fazer ligações de madrugada para Neymar. A mulher do jogador, então, enviou uma mensagem para a influencer questionando “o que uma mulher casada está ligando para um homem casado às 2h?”. Na época, Virginia ainda era casada com Zé Felipe, de quem se separou em maio de 2025.
Neymar Jr, Bruna Biancardi e as filhas do casal marcaram presença em evento de inauguração do Hard Rock Cafe em Praia Grande, SP
Diego Sanches/NR Sports
Virginia teria pedido desculpas para Bruna e, durante uma entrevista, chegou a dizer que sua atitude havia sido “sem noção”. Virgnia explicou que a ligação era para falar sobre o leilão beneficente de Neymar, no qual acabou não comparecendo em junho de 2025.
“Eu sempre tive esse costume de falar ou mandar mensagem de madrugada, mas reconheço que é um erro, porque tem gente que realmente não gosta. Dessa vez aprendi e pedi desculpa mesmo”, explicou Virginia em entrevista.
Após a fala de Virginia, Bruna rebateu em um comentário nas redes sociais, dando sua versão da história.
“Só para encerrar esse assunto, pois, pelo visto, ela está gostando do tema, né? Os meus problemas eu não resolvo na internet, muito menos em entrevistas – ainda mais para esse tipo de ‘jornalismo’. Não foi uma situação isolada. Ela já demonstrou não ter postura e educação comigo, dentro da minha casa, inclusive – bem diferente da pessoa que ela mostra ser na internet. Ela sabe que não foi assim.”
Virginia e Neymar terão apartamentos vizinhos em prédio em Itapema
Montagem/Reprodução/Redes sociais/Edify One/Divulgação/REUTERS/Jeenah Moon
Conheça o ‘prédio do Neymar’, que está sendo construído em Itapema, SC

Fonte: G1 Entretenimento

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Adriana Calcanhotto debate a poesia na criação da canção em encontro no Rio


Adriana Calcanhotto é a convidada da edição deste mês de julho do Clube de Leitura CCBB
Reprodução / Facebook Adriana Calcanhotto
♫ NOTÍCIA
♬ “… Porque meu coração dispara / Quando tem o seu cheiro / Dentro de um livro / Na cinza das horas”. Nem todos os seguidores de Adriana Calcanhotto identificam nesses versos da canção “Vambora” – um dos maiores sucessos da artista – a alusão ao título do primeiro livro de poesias de Manuel Bandeira (1886 – 1968), “A cinza das horas”, publicado em 1917.
Já “Motivos reais banais”, música apresentada no show “Olhos de onda” (2014), foi composta por Calcanhotto a partir de fragmentos de um poema de Waly Salomão (1943 – 2003), de quem a artista também é parceira em músicas como “A fábrica do poema” (1994) e “Programa” (2002), esta feita também com a adesão de outro poeta, Antonio Cicero (1945 – 2024), com quem Calcanhotto compôs “Inverno” (1994).
Enfim, Adriana Calcanhoto construiu cancioneiro repleto de referências à poesia e à literatura, umas mais explícitas, outras mais sutis – caso da alusão aos “olhos de ressaca” de Capitu, personagem do livro “Dom Casmurro” (Machado de Assis, 1899), no título da canção “Olhos de onda” (2014).
Por isso mesmo, Adriana Calcanhotto está plenamente qualificada para participar da edição de julho do Clube de leitura CCBB 2026 no encontro intitulado “A poesia e a cena” e programado para as 17h30 de amanhã, 15 de julho, no CCBB do Rio de Janeiro. Em conversa mediada pelos poetas Suzana Vargas (curadora do evento) e Ramon Nunes Mello, Calcanhotto vai debater a influência da bagagem literária na criação musical.
“Vai ser uma conversa sobre os livros que me formaram, os que li mais de uma vez, os que me acompanham como leitora e como autora e como isso aparece no ‘Saga lusa’, quando vi o quanto a literatura salva”, conta Adriana, referindo-se ao livro de 2008 que marcou a estreia da artista na literatura e no qual narra os imprevistos de turnê portuguesa atravessada por surto psicótico da cantora.
Cabe lembrar que, além de referenciar a poesia nas canções e ter se tornado escritora, Adriana Calcanhotto também tem contribuído nos últimos anos para propagar a poesia no ofício de curadora e organizadora de textos poéticos, como os reunidos pela artista na “Antologia incompleta da poesia contemporânea brasileira” (2016), livro publicado há dez anos.
Adriana Calcanhotto é parceira de poetas como Antonio Cicero (1945 – 2024) e Waly Salomão (1943 – 2003)
Reprodução / Facebook Adriana Calcanhotto

Fonte: G1 Entretenimento