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Dwayne Johnson salva a viagem em ‘Moana’, live action que nada acrescenta a animação; g1 já viu


Assista ao teaser de ‘Moana’
A Moana que chegou aos cinemas nesta quarta-feira (8) é, essencialmente, a mesma princesa sem príncipe que conquistou o público na animação lançada em 2016.
A aposta da Disney em transformar o sucesso de bilheteria em live-action menos de dez anos depois da estreia da animação parecia, à primeira vista, até ousada.
Na prática, porém, o estúdio acaba entregando uma experiência bastante conhecida: reproduz cena por cena do longa original, sem acrescentar quase nada à história.
Para os fãs da animação, é verdade, essa fidelidade pode não ser um problema, mas um alívio.
Afinal, adaptações em live-action costumam ser julgadas basicamente pelo equilíbrio entre oferecer algo novo que justifique comprar outro ingresso para a mesma história e preservar o material original.
Coração da história continua o mesmo
Se o live-action pouco acrescenta, ao menos preserva aquilo que sempre foi o maior trunfo de “Moana”: sua história.
Na ilha de Motunui, onde seu pai é o grande líder, Moana cresceu sabendo que um dia deveria assumir essa posição, sem precisar casar com príncipe algum.
O problema é que uma maldição começa a ameaçar as ilhas vizinhas e chega até seu próprio povo, prejudicando a pesca e o plantio. Cabe então a ela, incumbida dessa sina de líder, atravessar o oceano em busca de uma solução.
Catherine Lagaʻaia assume o papel de Moana, a jovem aventureira determinada que conduz a história.
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Mas o que é interessante de ver em “Moana” nunca foi esse desfecho, e sim o caminho percorrido pela personagem. Os monstros e as belezas dessa louca aventura.
O filme é uma jornada lindíssima de uma jovem tentando entender quem é, quem nasceu para ser.
Dwanne Johnson rouba a cena
Nessa busca, a relação entre ela e Maui continua sendo um dos pontos altos do filme.
O semideus interpretado pelo gigante — em todos os sentidos — Dwayne Johnson transforma-se em mentor, companheiro de viagem e peça fundamental na jornada de heroína da protagonista.
Egoísta e bondoso, ele mistura traços ora de herói, ora de vilão.
No início, chega a prender Moana e tenta se livrar dela diversas vezes. Depois, dá o braço a torcer com os argumentos da menina. A relação vai evoluindo de tal maneira que a armadura do semideus racha: por trás, o público descobre uma criança que só precisava ser amada (não somos todos para sempre esta criança?)
Dwayne Johnson retorna como o astuto semideus Maui, personagem que ajudou a consagrá-lo na animação, e também assina a produção do longa.
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Se, na animação, Johnson já imprimia seu carisma ao personagem apenas com a voz, no live-action ele finalmente tem a oportunidade de encarná-lo por completo.
O ator nada de braçada em todos os momentos em que aparece, tornando Maui menos chatão (principalmente nas primeiras cenas em que aparece) e mais espirituoso. Carismático mesmo.
O resultado é um personagem com um timing cômico afiadinho e até espaço para fazer piadocas de tom mais adulto.
Uma Moana insossa
Já Catherine Laga’aia tem uma missão difícil: interpretar uma personagem que, na animação, conquistou o público pelo carisma e por uma personalidade bem forte.
A atriz preserva a essência destemida de Moana, mas entrega uma versão bem menos magnética do que a original.
Catherine Lagaʻaia dá vida à determinada aventureira Moana.
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Laga’aia também assume as canções na versão em inglês, só que diferente da atuação insossa, dando conta do recado. Fãs da animação, durmam tranquilos: as músicas continuam brilhando.
Beleza que o CGI não alcança
O mesmo não dá para dizer daquelas paisagens belíssimas da animação. Visualmente, o live-action decepciona e muito.
A tentativa de recriar as praias e montanhas exuberantes da Polinésia acaba prejudicada pelo excesso de efeitos digitais.
O oceano, personagem fundamental da história, perde parte do encanto em algumas interações que soam artificiais demais.
Cena de ‘Moana 2’
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Moana ao lado de Pua, seu o porquinho.
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Abaixo o patriarcado!
Uma das pouquíssimas mudanças de rota que o live-action faz é o ajuste para tentar seguir dialogando com debates atuais sobre feminismo e representatividade — temas que, vale lembrar, já eram super presentes na obra de 2016.
Na animação, o pai de Moana fala sobre o destino da filha seguindo a tradição de “seu pai e seu avô”.
Já na nova versão, o filme inclui uma ancestral mulher entre os antigos líderes da ilha, sugerindo que Moana não seria necessariamente a primeira mulher a comandar o povoado.
Moana e sua avó, Tala
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Há ainda um outro aceno discreto e bem-humorado vindo de Maui. Ao se apresentar como herói, ele faz questão de corrigir a própria fala para dizer que é o herói “de mulheres e homens, sem discriminação”.
São alterações bem sucintas, que não mudam os rumos da história e podem até passar despercebidas, mas atualizam detalhes do discurso para um público de 2026.
Nada de novo sob o sol
Moana, live-action da animação de 2016, estreia nesta quinta-feira (9)
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No fim, é só isso mesmo. O live-action de “Moana” é uma reprodução em carne e osso (e muita tela verde) de uma história que já era forte por si só, mas nada além.
A aventura continua emocionante. As músicas permanecem inesquecíveis. Moana segue sendo uma protagonista necessária para a construção da identidade de meninas e meninos. Check, check e check.
Aí fica a pergunta: se já estava tudo certo e não havia nada a acrescentar, precisava mesmo?
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rolling Stones soam revigorados em ‘Foreign Tongues’, disco com grandes feats e menção a Musk


Capa de ‘Foreign Tongues’, novo disco dos Rolling Stones
Divulgação
Título: “Foreign Tongues”
Artista: Rolling Stones
Nota: 7,5/10
Seguir se divertindo e criando com as mesmas pessoas, depois de décadas, pode soar uma tarefa hercúlea. Em “Foreign Tongues”, disco lançado nesta sexta (10), os Rolling Stones fazem parecer fácil.
Segundo disco do grupo nesta década, “Foreign Tongues” conversa muito com o álbum anterior, “Hackney Diamonds” (2023). Na prática, os dois formam uma “duplinha”, já que várias músicas foram gravadas nas mesmas sessões e têm o mesmo produtor (o americano Andrew Watt).
Neste álbum, também está “Hit Me in the Head,” com a última gravação do baterista Charlie Watts, morto em 2021.
Assim como o anterior, “Foreign Tongues” marca uma ótima fase da banda. Neste disco, os Stones soam como eles mesmos, inspirados e enérgicos: do blues rock meio “sujo”, às faixas mais delicadas, versões de sucessos do blues e do jazz… e até uma alfinetada no “magnata insano Sr. Musk” (“Mr. Charm”).
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Para tanto, o grupo, agora um trio, conta com grande elenco. Há participações de Paul McCartney (no baixo), Robert Smith, do The Cure, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) e até Bruno Mars (o último toca uma campana em “Never Wanna Lose You”). Quem recebeu o convite, compareceu ao estúdio.
Rolling Stones em foto promocional do disco ‘Foreign Tongues’
Divulgação/Mark Seliger
Esse festão se traduz nas músicas, e “Foreign Tongues” é mais encorpado que seu antecessor. Logo na faixa de abertura, a ótima “Rough and Twisted”, eles se deleitam entre o piano suingado, guitarras soltas e uma mixagem que te coloca dentro do bar. Outras, como “In The Stars” e a disco “Jealous Lover”, são perfeitas para o rádio.
Estilosos como sempre, os músicos aparecem em ótima forma e (na maior parte do tempo) sem pretensões de mudar o mundo — apenas se divertir.
Mas mesmo sob o tom hedonista das letras, há espaço para um pouquinho de política: “Acordo enjoado e farto de todos esses autocratas / Sabe, eles parecem estar se multiplicando como um bando de ratos imundos, com seus mísseis em desfile”, entoa Jagger em “Covered in You”.
Aos 82 anos, Mick não está só com o quadril em dia, como a voz segue impressionantemente bem. O vocalista vai do falsete de “Jealous Lover” aos gritos e grunhidos em “Never Wanna Lose You”. As guitarras de Keith e Ronnie também estão em pleno vapor, conversando entre si ou cada uma seguindo um caminho.
Rolling Stones em foto promocional do disco ‘Foreign Tongues’
Divulgação/Kevin Mazur
Menos acertada é a versão de “You Know I’m No Good”, de Amy Winehouse. A letra de Amy combina com a voz rasgada de Mick (“você sabe que eu não presto”, canta ele), mas a versão não tem a melancolia que deixava a música tão cortante.
Ainda assim, “Foreign Tongues” é consistente e prova que os caras estão revigorados. Dá para sentir isso em canções como a vivaz “Never Wanna Lose You” e a delicada “Back In Your Life”. Na última, quando Mick diz “vamos, Ronnie [Wood]”, parece que você está ouvindo amigos em uma jam session.
O disco fecha com uma versão crua de “Beautiful Delilah”, de Chuck Berry, lembrando aqueles jovens britânicos que ouviam blues americano na adolescência. Nada mais Rolling Stones: estes homens, na faixa de oitenta anos, seguem encontrando no rock and roll sua fonte de juventude.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucas Lucco traz Nirvana, Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Limp Bizkit para o universo do piseiro no álbum ‘Deu rock’


Lucas Lucco lança o álbum ‘Deu rock’ na sexta-feira, 10 de julho, com 12 standards do rock internacional em clima de piseiro
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♫ NOTÍCIA
♬ Cantor projetado no universo sertanejo, Lucas Lucco anda inventando moda. O artista lança o álbum “Deu rock” na próxima sexta-feira, 10 de julho, com gravações no universo do piseiro de 12 standards de bandas de rock internacional. Entre as bandas da seleção de Lucco, há Nirvana (“Smells like teen spirit”), Linkin Park (“In the end”), Limp Bizkit (“Behind blue eyes”), Red Hot Chili Peppers (“Californication”) e Coldplay (“The scientist / Yellow”).
Lucco canta as músicas com as letras originais em inglês, mas com a pegada brasileira dessa vertente do forró. Quem fez a transposição do universo do rock para o mundo do piseiro foi Marcelo Menor, o DJ Menor, responsável pelos arranjos e a produção musical do álbum “Deu rock”.
A gravação do álbum “Deu rock” foi feita na casa de Lucas Lucco em Uberlândia (MG), Minas Gerais, no embalo da repercussão da abordagem de música da banda 3 Doors Down, “Here without you”, no projeto anterior de Lucco, “Na resenha – Ao vivo vol. 2”.
No lançamento, o foco do álbum “Deu rock” recai sobre a releitura de “My sacrifice”, sucesso da banda norte-americana Creed.
Capa do álbum ‘Deu rock’, de Lucas Lucco
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Panda na liderança, o sertanejo volta ao topo do streaming em lista que destaca o funk paulista do DJ Japa NK


Panda é o líder da relação das 50 músicas mais ouvidas no Brasil no primeiro semestre de 2026
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♫ NOTÍCIA
♬ Após ter perdido a liderança do streaming em 2025 para o pagode, precisamente para o grupo Menos É Mais, o sertanejo volta ao topo da lista das 50 músicas mais ouvidas nas plataformas de áudio e vídeo no primeiro semestre de 2026, mas o funk é recorrente no ranking, retrato da preferência musical nacional.
De acordo com a relação divulgada pela Pró-Música Brasil Produtores Fonográficos Associados, instituição que reúne as principais gravadoras e produtoras de música do Brasil, o cantor sertanejo Panda encabeça a lista com a gravação ao vivo da composição “Eu te seguro”.
Na sequência, em segundo lugar, vem o brega-funk pop “Jetski”, de Pedro Sampaio com Melody e MC Meno K, seguido pelo funk “Posso até não dar flores”, faixa que agrega vários DJs e MCs, com destaque para o DJ Japa NK, nome artístico do paulista Adenilton Sapucaia dos Santos. DJ e produtor de funk, Japa NK é nome recorrente na lista das 50 mais da Pró-Música.
Das 50 músicas mais tocadas no país, 48 são brasileiras, o que representa 96% do total de músicas ouvidas em plataformas de áudio e vídeo.
♪ Eis a relação das 50 músicas mais ouvidas no Brasil no primeiro semestre de 2026:
1. “Eu te seguro” (ao vivo) – Panda
2. “Jetski” – Pedro Sampaio, MC Meno K, Melody
3. “Posso até não te dar flores” (Feat. DJ Davi Dogdog) – DJ Japa NK, MC Meno K, MC Ryan Sp, MC Jacaré
4. “P do pecado” (ao vivo) – Grupo Menos É Mais, Simone Mendes
5. “Diário de um cafajeste” (Feat. Mc Tuto, Mc Negão Original) – Dj Oreia, Mc Lele Jp, Mc Meno K, Mc Ryan Sp
6. “Relíquia do 2T (Feat. MC Dkziin, MC Fr Da Norte)” – DJ Gu, Mc Vine7, Mc Tuto, Mc Joãozinho Vt
7. “Eu me apaixonei” – Vitinho Imperador
8. “Amo minha favela” – MC Meno K, DJ Japa NK
9. “Pela última vez” (ao vivo) – Grupo Menos É Mais, Nattan
10. “Tubarões (ao vivo)” – Diego & Victor Hugo
11. “Me postou no daily, festa do Big G” – Mc GP, Mc Lele JP, DJ Davi Dogdog, DJ Andrabeat
12. “Set do Japa NK 2.0 (Feat. Mc Luuky, Mc Jacaré, Mc Rodrigo Do CN, Mc Gh Do 7, Mc Lele JP, Mc Jvila)” – DJ Japa NK, MC Ryan SP, Mc Meno K, MC IG
13. “Sequência feiticeira (Feat. Mc Nito)” – Pedro Sampaio, Mc Gw, Mc Jhey, Mc Rodrigo do CN
14. “Carnívoro” – Mc Jacaré, Mc Negão Original, Mc Lele JP, DJ Japa NK
15. “Deixa eu” (ao vivo) – Murilo Huff
16. “Gauchinha” (Feat. Mc Luuky) – DJ Japa Nk, Mc Meno K, MC Ryan SP, Mc Brinquedo
17. “Apaga apaga apaga” (ao vivo) – Danilo & Davi
18. “Última saudade” (ao vivo) – Henrique & Juliano
19. “Baqueado” (ao vivo) – Panda, Ícaro & Gilmar
20. “Coração partido (Corazón partío)” (ao vivo) – Grupo Menos É Mais
21. “Vai tomando pock pock” (Feat. Mc Meno K & DJ Gordinho Da Vf) – Mc Lele JP, Mc Leozinho Zs, MC GH Original, Mc Menor Zl
22. “Ignora” (ao vivo) – Felipe & Rodrigo
23. “Swim” – BTS (Bangtan Boys)
24. “Famoso ímã / O poderoso chatão” – Mc Lele Jp, Mc Poze Do Rodo, Mc Leozinho Zs, Dj Gordinho Da Vf
25. “Bebe, beija e trai” (ao vivo) – Mayke & Rodrigo, Panda
26. “Quem É Esse? (ao vivo)” – Julliany Souza
27. “Calcinha de Renda (Ao Vivo)” – Panda, Gusttavo Lima
28. “Saudade do Carai” – Mari Fernandez, Grelo, Natanzinho Lima
29. “Ilusão de Ótica (Ao Vivo)” – Matheus & Kauan, Ana Castela
30. “Desliza (Ólhinho No Corpinho)” – Léo Santana, Melody
31. “Seja Ex (ao vivo)” – Henrique & Juliano
32. “Peão Todo Tatuado” – Jeninho, Mariana Fagundes
33. “Bebe e Vem Me Procurar / Quem Ama Sente Saudade (Ao Vivo)” – Turma Do Pagode, Grupo Menos É Mais
34. “Saudade de Quem Eu Sou (ao vivo)” – Henrique & Juliano
35. “Ama um Maloqueiro” – Rafa & Junior, Hugo & Guilherme, Dj Ari Sl
36. “Pega a Maldade Da Bandida” – Dj Luan Gomes, Mc Ws Da Leste, Delleon, Tropa Da W&S
37. “Saudade Estranha (Ao Vivo)” – Murilo Huff
38. “Toma Gostosona” – Mc Lele Jp, Dj Guh Mix
39. “Talvez Você Precise de mim” – Veigh, Supernova Ent
40. “Não Mexe Nas Minhas Gavetas (Ao vivo)” – Danilo & Davi
41. “The Fate Of Ophelia” – Taylor Swift
42. “Cheiro De Culpado (Ao Vivo)” – Júnior & Cézar
43. “Famosinha” – DJ Caio Vieira, Mc Meno K, Mc Rodrigo Do Cn
44. “P.I.T.T.Y. (Parecendo Uma Cafetina)” – NandaTsunami, Stick, Bvga Beatz, Torelli
45. “Dois Enganados (Feat. Marília Mendonça)” – Murilo Huff
46. “Sonho de Amor (Ao Vivo)” – Natanzinho Lima
47. “Gostosin” – Anitta, Felipe Amorim, Hitmaker
48. “Vagabundo” – Gusttavo Lima, Luis Fonsi
49. “Cadeira cativa” (ao vivo) – Zé Neto & Cristiano
50. “12 Horas / Pra Você Acreditar” (ao vivo) – Panda, Humberto & Ronaldo, Ícaro & Gilmar

Fonte: G1 Entretenimento

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Léo Foguete canta com Panda no álbum ‘Além do tempo’ entre hits de Cássia Eller, Ivete Sangalo e Vanessa Rangel


Léo Foguete lança o álbum ‘Além do tempo’ às 21h de 23 de julho
Fernando Schlaepfer / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor pernambucano que disparou no mercado musical no início do ano passado, emplacando três gravações entre as 50 músicas mais ouvidas do primeiro semestre de 2025, Léo Foguete lança o álbum “Além do tempo” em 23 de julho.
Entre músicas inéditas como “Apenas tu” (gravada com Mariana Fagundes) e “Fênix”, Foguete dá voz a sucessos das cantoras Cássia Eller (1962 – 2021), Ivete Sangalo e Vanessa Rangel.
Do repertório de Cássia Eller, o cantor revive “Palavras ao vento”, parceria de Marisa Monte com Moraes Moreira (1947 – 2020) lançada por Cássia no álbum “Com você… Meu mundo ficaria completo” (1999) em gravação amplificada em 2015 como tema de abertura da novela “Além do tempo”, ora reprisada na faixa vespertina da programação da TV Globo.
De Ivete, Foguete escolheu “Deixo” (Sérgio Passos e Jorge Papapa, 2007). Por fim, de Vanessa Rangel, a escolha, óbvia, do cantor recaiu sobre “Palpite” (1997), primeiro e único sucesso da cantora e compositora, propagado na trilha sonora da novela “Por amor” (1997 / 1998).
No álbum “Além do tempo”, Léo Foguete também regrava sucesso da dupla Juan Marcus & Vinicius, “Alguns defeitos” (Élcio Di Carvalho, Juan Marcus, Natanael Silva e Vinicius, 2019), em feat com Panda.
Capa do álbum ‘Além do tempo’, de Léo Foguete
Fernando Schlaepfer / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber se junta a Madonna, Shakira e BTS em show do intervalo da final da Copa do Mundo


Justin Bieber em foto de divulgação do álbum ‘Swag’
Divulgação
Justin Bieber, Madonna, Shakira e BTS serão as principais atrações do show do intervalo da final da Copa do Mundo.
A informação foi confirmada pela Fifa nesta quarta-feira (8).
Toda a curadoria da apresentação ficou por conta de Chris Martin, vocalista do Coldplay, que também fará uma participação no evento com o rapper Burna Boy, o maestro venezuelano Gustavo Dudamel e o coral infantil de Nova York PS 22.
A final da Copa do Mundo de 2026 acontecerá no dia 19 de julho, às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA).
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores


Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra gera repercussão por reação dos jogadores
O cantor Ed Sheeran visitou a delegação da Inglaterra no hotel Meadowbrook, onde os jogadores estão concentrados nos Estados Unidos, e realizou uma apresentação privada para o elenco. Trechos do show foram publicados nas redes sociais da seleção inglesa, mas o que mais repercutiu entre os torcedores foi a reação aparentemente apática dos jogadores.
O músico participa do sétimo episódio do programa Extra Time, exibido no aplicativo oficial da seleção inglesa. Nas imagens, Sheeran aparece interpretando “Castle on the Hill” à beira da piscina do hotel. A Inglaterra está se preparando para enfrentar a Noruega para quartas de final da Copa do Mundo, no sábado (11).
Apesar da presença de um dos artistas mais populares do Reino Unido, vários atletas foram vistos assistindo à apresentação sem demonstrar grande entusiasmo, o que gerou comentários e brincadeiras nas redes sociais.
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/Instagram
Veja os comentários sobre a postura dos jogadores durante a apresentação:
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
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Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy 2026: Rob Reiner recebe indicação póstuma por papel em ‘The Bear’


Rob Reiner é indicado postumamente por papel em ‘The Bear’
Reprodução
O cineasta e ator Rob Reiner, morto em 2025, foi indicado postumamente ao Emmy por sua participação na quarta temporada da série “The Bear”. As indicações foram divulgadas nesta quarta (8).
Reiner foi indicado na categoria de melhor ator convidado em série de comédia. Esta é a primeira indicação do cineasta por um trabalho de atuação desde 1978, ano em que levou o prêmio de melhor ator coadjuvante pelo clássico “All in the Family”.
Depois disso, ele ficou conhecido como diretor de clássicos do cinema, como “Isto é Spinal Tap” (1984), “Conta Comigo” (1986), “A Princesa Prometida” (1987), “Harry e Sally – Feitos um para o Outro” (1989) e “Louca Obsessão” (1990).
Relembre o caso
Investigação conclui que filho do cineasta Rob Reiner matou os pais
Rob Reiner e sua esposa Michele Singer foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no dia 14 de dezembro de 2025. A polícia de Los Angeles concluiu, mais tarde, que Nick Reiner matou seus pais. Aos 32 anos, ele era o filho do meio do casal.
O réu responde por duas acusações de homicídio com agravantes e se declarou inocente. Caso seja condenado, a sentença pode variar entre pena de morte e prisão perpétua sem possibilidade de condicional.
Segundo a imprensa americana, há relatos de que Nick foi diagnosticado com esquizofrenia e estava em tratamento psiquiátrico na época do assassinato de seus pais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy 2026: Veja lista de indicados


Estatuetas do Emmy
Chris Pizzello/Invision/AP, Arquivo
O Emmy 2026, principal premiação da televisão americana, anuncia seus indicados nesta quarta-feira (8).
Os programas e séries precisam ser exibidos entre 1ª de junho de 2025 e 31 de maio de 2026 para poderem concorrer a esta edição.
A cerimônia acontece em 14 de setembro, em Los Angeles, com apresentação da atriz Mariska Hargitay, de “Law & Order: Special Victims Unit”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Antonio Adolfo carrega jazz, suingue e brasilidade no refinado cesto autoral do álbum ‘Balaios’


Antonio Adolfo lança em 17 de julho o álbum ‘Balaios’, com gravações inéditas de nove temas autorais lançados entre 1965 e 2018
Alexandre Moreira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Balaios
Artista: Antonio Adolfo
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Aos 79 anos, o pianista e compositor carioca Antonio Adolfo tem mantido a média de um álbum por ano, geralmente lançando discos conceituais.
Embalado pela excelente receptividade do álbum anterior “Carnaval – The songs were so beautiful” (2025), no qual redesenhou as harmonias de sambas, marchas e frevos de espírito folião, Adolfo apresenta em 17 de julho “Balaios”, álbum mais variado em que revisita nove temas do cancioneiro autoral que compõe desde a década de 1960. São temas lançados entre 1965 e 2018.
O título “Balaios” se refere aos cestos construídos de forma artesanal – com fibras naturais como cipó e palha – e carregados na cabeça pelo povo brasileiro com alimentos e diversas mercadorias.
Sob prisma filosófico, os cestos carregam ancestralidade e resiliência – e é nesse sentido que Adolfo acomoda em “Balaios” o suingue e a alma do jazz entre sambas, baiões, valsas, baladas e sambas-funk. O jazz é o filtro pelo qual o compositor passa a obra autoral carregada de brasilidade ao longo das nove faixas do álbum.
Em “Balaios”, Antonio Adolfo (piano, arranjos e direção musical) é o líder de noneto formado pelo instrumentista com os músicos André Dantas (percussão), Danilo Sinna (sax alto), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Jorge Helder (baixo), Lula Galvão (violão e guitarra), Marcelo Martins (sax tenor e flauta), Rafael Barata (bateria e percussão) e Rafael Rocha (trombone).
Afinado e entrosado, até porque os músicos já são recorrentes na discografia de Antonio Adolfo, o grupo já mostra a que veio em “3D blues” (1965), tema que abre o álbum “Balaios” com vibrante mix de swing e samba-jazz com toque de baião.
Cinco das nove músicas reunidas por Antonio Adolfo em “Balaios” são assinadas somente pelo compositor. Contudo, ainda que “Balaios” seja disco inteiramente instrumental, as outras quatro trazem também a assinatura de Tibério Gaspar (11 de setembro de 1943 – 15 de fevereiro de 2017), fundamental parceiro letrista de Adolfo, sobretudo no período que foi de 1967 a 1970.
É o caso de “Claudia”, tema da trilha sonora do filme “Ascensão e queda de um paquera” (1970), reapresentado no álbum “Balaios” com refinada leveza em gravação que evidencia a forte influência da bossa nova na música de Adolfo, com direito ao toque da guitarra do músico californiano Thomas Rotella. É também o caso de “Vision / Visão” (1968), música apresentada em gravações quase simultâneas dos cantores Agostinho dos Santos (1932 – 1973) e Taiguara (1945 – 1996).
Tema da lavra solitária de Adolfo, “San Expedito / Santo Expedito” (1995) traz o sopro sobressalente do sax tenor de Marcelo Martins em gravação que reitera a fusão de jazz e suingue brasileiro que pauta o álbum “Balaios”.
Música que carrega o nome do álbum no título, “Sambalaio” (1989) mixa samba e samba-funk em gravação embalada por sopros e percussão dentro do escaninho amplo do jazz latino.
Esse rótulo também abrange a releitura de “Até que venha o amor” (1980) – reapresentada com o titulo em inglês “Love will come” porque o álbum “Balaios” também mira o público e o mercado norte-americanos, habitualmente mais receptivos ao som de Antonio Adolfo – em gravação em que o pianista ambienta as quadrilhas nordestinas na atmosfera do jazz.
Última parceria de Adolfo com Tibério Gaspar, a valsa-jazz “Meu canto / My chant” (2018) põe “Balaios” em tom momentaneamente mais sereno em registro feito com a adesão do saxofonista Leo Gandelman.
Parceria de Adolfo com o mesmo Tibério Gaspar que se tornou finalista do II Festival Internacional da Canção (FIC) em 1967, “Caminhada” virou “Journey to the interior” em gravação que reitera a habilidade de Antonio Adolfo para estilizar o baião com as harmonias do jazz.
Com título onomatopaico criado para evocar o som do baixo e da bateria no samba-funk, o tema “Zah toom toom” (1978) encerra o álbum com o groove do gênero carioca em gravação caracterizada por Adolfo como pop samba-jazz. E tudo isso – o samba, o jazz, o swing, o suingue, o baião, o samba-funk – é acomodado com naturalidade pelo pianista no cesto de “Balaios”, título coerente com a caminhada de Antônio Adolfo em quase 80 anos de vida regida pela música.
Capa do álbum ‘Balaios’, de Antonio Adolfo
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Fonte: G1 Entretenimento