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Endrick e Ancelotti: veja 10 memes que resumem a piada preferida dos brasileiros na Copa


Endrick e Ancelotti protagonizam meme preferido dos brasileiros nesta Copa do Mundo
Reprodução/REUTERS/Paul Childs
O técnico Carlo Ancelotti e o jogador Endrick se tornaram o meme preferido dos brasileiros nesta Copa do Mundo.
Depois de dois jogos em que o atacante não foi escalado no time titular da seleção brasileira, a torcida começou a brincar que o técnico não seria muito fã do jogador.
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Relutância de Ancelotti em escalar Endrick é ‘sensação viral’ da Copa na internet, diz New York Times
Agora no g1
O meme tomou conta das redes sociais nas últimas semanas e chegou até em perfis de outros países. Veja, abaixo, dez memes que resumem a piada preferida dos brasileiros na Copa:
Muralha da China
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Preparando a refeição
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Se molhar o pé…
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Ou se cair da ponte…
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Ancelotti Michael Jackson
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“Se tocar a corda, vai ter que colocar Endrick titular”
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Rihanna na seleção?
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Se o copo cair…
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“Endrick: Quero minha pizza sem cebola”
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Ancelotti guitarrista
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Fonte: G1 Entretenimento

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Bernardo Lobo grava no Rio o show em que canta músicas do avô e do pai, Edu Lobo, que participa do registro ao vivo


Bernardo Lobo faz o registro audiovisual do show ‘Lobo por Lobo’ na terça-feira, 30 de junho, em apresentação no Rio de Janeiro (RJ)
Arthur Rangel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Bernardo Lobo se escora na dinastia no show que fará na próxima terça-feira, 30 de junho, no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ).
Neto de Fernando Lobo (1915 – 1996) – compositor falecido há 30 anos – e filho de Edu Lobo, um dos maiores nomes da MPB que irrompeu na era dos festivais dos anos 1960, o cantor, compositor e músico carioca dá voz a músicas do avô e sobretudo do pai no show “Lobo por Lobo”, atração do projeto “Terças no Ipanema”.
O show será registrado em áudio e vídeo pela gravadora Biscoito Fino para gerar álbum e conteúdo audiovisual em data ainda incerta. Detalhe: Edu Lobo participará da gravação ao vivo do show “Lobo por Lobo”, assim como Zé Renato.
Com o toque do Café Trio, grupo formado pelos músicos Lucas Fê (bateria), Luiz Mauro Filho (piano) e Nico Bueno (baixo), Bernardo Lobo (voz e violão) cantará músicas como “Reza” (Edu Lobo e Ruy Guerra, 1964), “Arrastão” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965), “Ponteio” (Edu Lobo e José Carlos Capinan, 1967), “Lero-lero” (Edu Lobo e Cacaso, 1978), “Ciranda da bailarina” (Edu Lobo e Chico Buarque, 1983) e “Choro bandido” (Edu Lobo e Chico Buarque, 1985) – selecionadas dentre o cancioneiro de Edu Lobo.
Do cancioneiro autoral do avô Fernando Lobo, Bena Lobo selecionou “Chuvas de verão” (1949) e “Zum zum” (parceria com Paulo Soledade lançada em 1951 na voz da cantora Dalva de Oliveira).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Yes Sir, I Can Boogie’: como música disco virou hino não oficial da seleção da Escócia


Torcida da Escócia anima a Copa e vive cada momento do torneio
Jornal Hoje
A música disco “Yes Sir, I Can Boogie”, da dupla espanhola Baccara, se tornou uma espécie de “hino” inesperado da seleção escocesa, que joga nesta quarta (24) contra o Brasil na Copa do Mundo.
Muito disso se deu graças ao zagueiro Andrew Considine, muito querido pela torcida. O jogador da Escócia apareceu em um vídeo bem-humorado, em sua despedida de solteiro, vestido de drag queen e dançando ao som da música de 1977… o que virou uma brincadeira interna entre a seleção escocesa.
Em 2020, a música virou símbolo de superação durante a Eurocopa. Um vídeo dos jogadores cantando a música a plenos pulmões em um vestiário na Sérvia viralizou e ajudou a popularizar seu uso como cântico de torcida durante os jogos da Escócia.
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O sucesso das imagens chegou até Maria Mendiola, metade da dupla Baccara, que fez questão de agradecer abertamente aos jogadores escoceses.
“Isso me animou de uma forma que vocês não imaginam. Serei sempre grata à seleção da Escócia e, especialmente, a Andy Considine por me deixarem tão feliz depois de 43 anos. Vi todas as matérias e todo mundo estava me ligando. Fiquei muito feliz. Agradeci à seleção da Escócia e conversei com o Andy pelo Instagram. Ele disse coisas muito gentis”, falou à BBC Escócia.
Música segue com a seleção da Escócia
Com o início dos jogos da Eurocopa, a torcida escocesa “adotou” o tema, cantando em peso durante os jogos. A música acabou virando um hino de união e alegria que segue até hoje, embalando a jornada da Escócia durante a Copa do Mundo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Supergirl’, carisma de Milly Alcock voa alto acima de aventura repetitiva e vilão genérico; g1 já viu


‘Supergirl’, carisma de Milly Alcock voa alto acima de aventura repetitiva
Dá para dizer que a australiana Milly Alcock é o grande sol que dá os poderes para “Supergirl”, novo filme da DC, sobre a heroína prima do Superman.
Mas uma aventura repetitiva – que sofre para lidar com o nível meio absurdo dos poderes da protagonista – e um vilão genérico com capangas sem graça são a grande kryptonita do filme que estreia nesta quinta-feira (25) nos cinemas brasileiros.
O triste é que a obra começa muito bem. Com foco na atuação de Milly, conhecida por seu trabalho em “A Casa do Dragão”, a abertura da trama mostra uma Supergirl em luto pela perda de seu planeta natal, mas extremamente carismática.
A australiana de 26 anos nunca deixa que o desinteresse aparente da protagonista se transforme em uma apatia de verdade. Em suas mãos, dá sempre para ver a heroína por trás do trauma.
Baseado numa minissérie em quadrinhos premiada e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, o roteiro escrito pela atriz – e filha de pai brasileiro – Ana Nogueira conta uma história bem parecida.
Milly Alcock em cena de ‘Supergirl’
Divulgação
Nela, a heroína tenta superar o trauma enquanto ajuda uma garota em busca de vingança pela morte dos pais.
A premissa pode ser básica, mas já serviu para boas aventuras por aí. Um clássico é um clássico por um motivo.
Quando o super é demais
O maior problema de “Supergirl” é mesmo algo comum aos heróis da DC nos gibis. Com personagens tão poderosos, fica difícil criar desafios de verdade para eles.
Dava para apresentar um vilão tão poderoso quanto para equilibrar as coisas? Dava. Mas o filme prefere criar uma sucessão de desculpas para tirar a força da protagonista e deixá-la mais ou menos no mesmo nível do antagonista.
No início até funciona. Ela está de propósito num lugar onde não tem poderes, afinal. Mas lá pela terceira explicação furada não dá para acreditar que essa é a única solução.
Milly Alcock e Matthias Schoenaerts em cena de ‘Supergirl’
Parisa Taghizadeh/Warner Bros. Pictures
Não ajuda também que o vilão ganhe uma versão ainda mais genérica que a dos quadrinhos – todo de preto e cheio de piercings na cara e sem qualquer tipo de motivação, é difícil de diferenciá-lo até de seus próprios capangas.
E sim, o visual lembra demais os mercenários espaciais da trilogia “Guardiões da Galáxia”, dirigida pelo copresidente do estúdio da DC, James Gunn.
É triste, mas “Supergirl” não serve direito nem para a introdução de um dos anti-heróis mais interessantes da editora.
Antigo Aquaman dos filmes, Jason Momoa nasceu mesmo para interpretar o caçador de recompensas Lobo – mas o Maioral ganha praticamente uma versão para baixinhos no filme.
Cercada de tantos problemas, Milly Alcock voa alto sobre o resto. Uma pena que “Supergirl” não a acompanhe.
Jason Momoa em cena de ‘Supergirl’
Divulgação

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruna Biancardi diz que Neymar já pensa em outro filho para 2027: ‘Um menininho’


Neymar e Bruna Biancardi anunciam gravidez
Reprodução/YouTube
Bruna Biancardi revelou que Neymar já pensa em aumentar a família mais uma vez.
Grávida da terceira filha do casal, a influenciadora contou que o jogador deseja tentar ter um menino em 2027.
A declaração foi feita durante participação no videocast “Elas que Jogam”, apresentado pela influenciadora Karla Cimed.
A entrevista foi gravada quando Bruna já estava grávida.
Durante a conversa, ela falou sobre a sequência de gestações nos últimos anos.
“Essa gravidez de agora foi planejada. A Mavie vai fazer três anos, a segunda filha vai fazer um ano. Só me vejo grávida. Volto para o meu peso e já engravido de novo”, brincou.
Segundo Bruna, o plano inicial do casal era “encerrar” a família após o nascimento da terceira filha. Neymar, porém, já teria mudado de ideia:
“A gente ia parar no terceiro, mas ele já me avisou que não. ‘Já vamos pensar, porque eu quero um menininho’. Ano que vem vamos tentar um menino”, contou.
Quem são os filhos de Neymar
Bruna Biancardi está grávida da terceira filha de Neymar.
Reprodução/YouTube
O jogador brasileiro é pai de quatro crianças:
Davi Lucca, de 14 anos
Mavie, de 2 anos e 8 meses,
Helena, de 1 ano e 11 meses
Mel, de 11 meses.
Agora, Neymar aguarda o nascimento de mais uma filha, fruto do relacionamento com Bruna Biancardi.
A bebê, que ainda não teve o nome divulgado, será a terceira filha do casal e a quinta do atleta.
Em vídeo divulgado no YouTube da influenciadora, o casal aparece fazendo uma brincadeira para revelar o sexo do bebê.
“É muita menina. Eu vou endoidar.”, disse Neymar.
“Eu vou montar uma banda e, a partir de hoje, vai ser Spice Girls. Vai ser as K-Pop. Eu estou avisando. Ano que vem, dezembro, menino”, completou o jogador.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme ‘Nem tudo é paz e amor’ joga luz sobre as dores e delícias dos filhos da contracultura musical dos anos 1970


Imagem do filme ‘Nem tudo é paz e amor’, de Betão Aguiar
Reprodução
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Nem tudo é paz e amor
Direção: Betão Aguiar
Roteiro: Betão Aguiar e Marco Korodi
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♪ Atração da 18ª edição do festival de documentários In-Edit Brasil, em cartaz em São Paulo (SP), “Nem tudo é paz e amor” tem roteiro estruturado com entrevistas inéditas com filhos de grandes nomes da música brasileira – Baby do Brasil, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Itamar Assumpção (1949 – 2003), Moraes Moreira (1946 – 2020) e Rita Lee (1947 – 2023), entre outros – mas passa longe de ser filme sobre os privilégios dos nepobabies, termo que identifica os filhos de artistas famosos que encontram portas abertas pelo parentesco.
Filme dirigido por Betão Aguiar, cineasta que também é compositor e baixista da banda de Arnaldo Antunes, “Nem tudo é paz e amor” escancara as dores e as delícias dos filhos da contracultura musical brasileira dos anos 1960 e 1970.
Partindo do universo particular do próprio Betão Aguiar, filho de Paulinho Boca de Cantor e da produtora Marília Aguiar, a discussão soa de início um pouco difusa, mas ganha musculatura ao longo dos 88 minutos do documentário feito pelo diretor a partir de ideia da amiga Jasmin Pinho, falecida em 2020.
Entre imagens de arquivo do grupo Novos Baianos, coletivo que personificou a ideia de contracultura e liberdade em tempos de repressão, “Nem tudo é paz e amor” alinha sucessivos depoimentos de filhos de artistas que tentaram pôr em prática a ideologia hippie na criação dos filhos ou que, ao menos, tentaram criar esses filhos fora dos dogmas e padrões sociais vigentes.
Moreno Veloso é um dos entrevistados do documentário dirigido por Betão Aguiar a partir de ideia original de Jasmin Pinho
Bruno Graziano / Divulgação
As sucessivas falas de Anelis Assumpção, Beto Lee, Ciça Moraes, Moreno Veloso, Nara Gil e Sarah Sheeva – entre outros filhos – acabam por revelar um orgulho dos pais que se mistura com confissões de desconforto em cotidiano sem rotina.
Se temas como sexo e drogas eram abordados sem culpas nas casas dos filhos de artistas de almas libertárias (“Nada era tabu na mesa de jantar”, resume Beto Lee, filho de Rita e Roberto de Carvalho), a sensação de insegurança ou inadequação em um ambiente permissivo, geralmente festivo e sem limites rígidos também se mostravam recorrentes. “Meus pais achavam muito estranho eu ser heterossexual”, lembra Moreno Veloso, em fala tão inusitada que resulta lúdica.
É curioso como a ausência de um sofá na sala de estar – símbolo do conforto das famílias pequeno burguesas – é apontada com certo incômodo por alguns depoentes no filme.
As falas de Sarah Sheeva são especialmente relevantes porque a filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes revela como a simples escolha de um nome exótico pelos pais – Riroca, trocado oficialmente na adolescência por Sarah Sheeva – gerou bullying e transtorno psicológico que conduziram Sarah ao divã.
Contudo, o saldo parece ter sido sempre positivo entre perdas e ganhos. À medida que avança a narrativa curiosa e linear de “Nem tudo é paz e amor”, documentário que ainda tem sessões programadas para 25 e 28 de junho no festival In-Edit Brasil antes da entrada em circuito comercial no segundo semestre, o filme de Betão Aguiar mostra que a harmonia acabou prevalecendo entre pais e filhos quando estes se tornaram adultos e refletiram sobre as dores, mas também sobre as delícias, de terem crescido em um círculo familiar sem tanto cerceamento da liberdade.

Fonte: G1 Entretenimento

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Milan, filho de Shakira, enumera campeões da Copa do Mundo e deixa a Espanha de fora


Milan, filho de Shakira, enumera campeões da Copa do Mundo e deixa a Espanha de fora
Milan mostrou que tem uma memória impressionante, mas um detalhe curioso não passou despercebido. O filho da cantora Shakira com o ex-jogador Gerard Piqué apareceu em um vídeo citando os campeões da Copa do Mundo desde 1930.
Apesar da precisão ao longo da lista, o menino pulou justamente o ano de 2010, quando a Espanha, seleção defendida por seu pai, conquistou o título mundial na África do Sul.
Shakira e o ex-jogador espanhol se conheceram em 2010 e confirmaram o relacionamento em 2011. Após 12 anos de relacionamento, eles se separaram em junho de 2022. Segundo tabloides internacionais, a cantora teria descoberto uma traição do ex-jogador do Barcelona.
Milan, filho de Shakira, enumera campeões da Copa do Mundo e deixa a Espanha de fora
Reprodução/Instagram
Vale lembrar que Shakira tem uma relação marcante com a história das Copas do Mundo. Em 2006, ela embalou o torneio da Alemanha com “Hips Don’t Lie”, que acabou associada à competição.
Já em 2010, na África do Sul , justamente o ano “esquecido” por Milan, a cantora lançou o hit “Waka Waka (This Time for Africa)”, hino oficial da FIFA e um dos maiores sucessos de sua carreira. Quatro anos depois, no Brasil, voltou ao clima do Mundial com “La La La (Brazil 2014)”. Nesse ano, Shakira lançou “Dai Dai”, como uma das músicas oficiais do torneio.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘GTA 6’ será vendido por US$ 80 nos EUA, anuncia empresa responsável pelo jogo


Assista ao novo trailer de ‘GTA 6’
A Take-Two Interactive anunciou nesta quarta-feira (24) que “GTA 6” (Grand Theft Auto VI) será comercializado pelo valor de US$ 79,99 nos Estados Unidos.
A empresa também confirmou a data de lançamento anteriormente divulgada: 19 de novembro.
O preço supera o padrão de US$ 69,99 adotado nos últimos anos para os principais lançamentos do mercado, incluindo jogos como “Ghost of Yōtei”, da Sony, e “The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom”, da Nintendo.
A edição especial “Ultimate Edition” custará US$ 99,99 e incluirá veículos, armas e itens cosméticos exclusivos ligados à história dos protagonistas Jason e Lucia.
Apesar do aumento no preço, analistas não acreditam que a estratégia afetará a procura pelo jogo.
“Diante da expectativa criada em torno de ‘GTA VI’, US$ 80 é praticamente irrelevante”, afirmou Joost van Dreunen, professor da Stern School of Business, da Universidade de Nova York (NYU), à agência Reuters.
Os preços para o mercado brasileiro, porém, ainda não foram divulgados.
Data da pré-venda divulgada
A Rockstar Games já havia divulgado, na última quinta (18), que a pré-venda de “Grand Theft Auto VI” (GTA 6) começará no dia 25 de junho. A produtora também revelou a arte oficial do jogo (veja abaixo).
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Capa e data de lançamento
Originalmente anunciado para o segundo semestre de 2025, o lançamento de “GTA 6” será no dia 19 de novembro de 2026. O jogo será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X e S.
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“Jason e Lucia sempre souberam que as probabilidades estavam contra eles. Mas quando um golpe fácil dá errado, eles se veem no lado mais sombrio do lugar mais ensolarado da América, no meio de uma conspiração criminosa que se estende por todo o estado de Leônida — forçados a depender um do outro mais do que nunca se quiserem sair vivos dessa”, diz a sinopse.
Capa oficial de Grand Theft Auto VI
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Como a música viral do Brasil na Copa foi feita inteiramente com IA: ‘Tem que me colocar no Guinness’


Como a música viral do Brasil na Copa foi feita inteiramente com IA
⚽Enquanto artistas graúdos do mercado investiram pesado para tentar emplacar um hit brasileiro na Copa do Mundo de 2026, o principal sucesso musical do torneio, até agora, nasceu de forma independente.
E com um baita empurrão da tecnologia.
Produzida por um DJ de Uberlândia (MG) com ferramentas de inteligência artificial, “Brasil com S” ultrapassou a marca de 1 bilhão de reproduções, somando números das plataformas de streaming e o uso do áudio nas mais diferentes trends da internet.
A fórmula é até simples. Sobre uma base de phonk (subgênero do hip-hop que domina os virais da internet), a letra se resume a listar os nomes dos jogadores da seleção brasileira.
🎵 Vini Jr. (Vini Jr.!)
Raphinha (Raphinha!)
Alísson (Alísson…)

O resultado é um refrão fácil de decorar e capaz de atravessar barreiras de idioma.
💃Até a filha de Neymar dançou
Lançada em 19 de março, a música ganhou força à medida que a Copa se aproximava.
Rapidamente, passou a embalar vídeos de dancinhas, imitações das comemorações dos jogadores e conteúdos de “arrume-se comigo para ver o jogo do Brasil”.
O sucesso acabou chegando em públicos bem diferentes.
De um grupo de idosos em um asilo de Campinas a Mavie, filha de Neymar, que apareceu dançando ao som da faixa em um vídeo publicado nas redes (veja abaixo 👇).
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🤖 O produtor que recorreu à IA
Por trás do sucesso está Guilherme Maia, publicitário de 31 anos, conhecido artisticamente como DJ M4IA.
Até pouco tempo atrás, ele dividia o tempo entre o trabalho em uma agência de marketing e a produção musical.
Com pouco menos de 40 mil seguidores no Instagram e cerca de 4 mil inscritos no YouTube, ele estava bem longe de ser um nome conhecido do grande público.
Guilherme Augusto Cesar Ribeiro Maia, publicitário de 31 anos conhecido artisticamente como DJ M4IA.
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Para construir “Brasil com S”, recorreu a ferramentas como o Gemini para estruturar a letra e encontrar uma forma de encaixar os nomes de todos os convocados certinho na métrica da música.
“Peguei o começo de uma música, o meio de outra e o final de outra. A IA às vezes errava o ritmo. Tive que refazer umas 15 vezes até chegar no resultado que eu queria”, contou o produtor ao g1.
DJ M4IA cria hit da Copa com IA e bate 1 bilhão de reproduções.
Divulgação
Segundo Maia, a principal inspiração para a faixa veio de outro fenômeno do phonk brasileiro que ganhou projeção internacional recentemente: “Passo Bem Solto”.
A música tem diferentes versões espalhadas pela internet. A mais popular delas é uma edição em ritmo desacelerado (“slowed”), que se aproxima dos 300 milhões de visualizações apenas no YouTube.
“Ela não sai dos conteúdos virais do TikTok, Instagram e YouTube há mais de um ano. Olhei e falei: o caminho é esse”, relembra.
🌍 Músicas da Copa em vários idiomas
O DJ e produtor já começa a colher os frutos do sucesso. Ele assinou contrato com a gravadora holandesa “Spinnin’ Records”, uma das maiores do mercado de música eletrônica.
Como parte dos novos projetos, desenvolveu um álbum com 17 músicas inspiradas em seleções participantes da Copa, entre elas as de Argentina, Espanha e Inglaterra.
Todas produzidas com IA e com o intuito de viralizar nas redes sociais.
“Eu até brinco que tinham que me colocar no Guinness. Estourei música da Copa em vários países diferentes. Se juntar todos os fonogramas, eu falo tranquilamente que é a maior obra de IA de todos os tempos”, diz.
O álbum “World Cup 2026”, assinado por M4IA, foi inteiramente produzido com apoio de ferramentas de inteligência artificial.
Spotify
🎙️ Sucesso trouxe questionamentos
A fama, claro, também veio acompanhada de críticas.
Nas redes sociais, parte do público questiona se obras produzidas com IA podem ser consideradas criações artísticas.
Maia acha que sim. Para ele, o papel do produtor está em direcionar, combinar e corrigir as etapas do processo.
“Nunca é só a tecnologia, né? Tem sempre uma pessoa por trás, uma intencionalidade”, afirma.
Guilherme Maia, conhecido artisticamente como DJ M4IA.
Divulgação
No caso de “Brasil com S”, coube à IA estruturar a letra, encaixar os nomes dos jogadores no ritmo da faixa, gerar as vozes e reorganizar as camadas sonoras que formam a versão final.
O videoclipe oficial também foi produzido a partir de prompts em ferramentas de geração de vídeo.
Nada mais simbólico. A música de uma Copa costuma refletir o espírito do seu tempo…. e, em 2026, a inteligência artificial está em toda parte.
Parte do clipe de “Brasil com S”, feito com Inteligência Artificial.
YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo: as 10 últimas canções oficiais, na ordem (da pior à melhor)

Copa do Mundo: as 10 últimas canções oficiais, na ordem (da pior à melhor)
Há décadas, toda edição da Copa do Mundo acompanha uma canção oficial lançada pela FIFA, com artistas de vários países. O repertório é eclético: já tivemos ópera, afrobeats, reggae, gospel, samba, e por aí vai.
Qual é a fórmula dos hits de Copa do Mundo?
Em algumas, a FIFA acertou em cheio e ganhou hinos atemporais do futebol; em outras, chegou em uma faixa que quase ninguém ouviu ou que mal se lembra. Abaixo, veja as 10 últimas músicas oficiais das Copas do Mundo, da pior para a melhor:
10. Live It Up – Nicky Jam, Will Smith e Era Istrefi (2018, Rússia)
“Live It Up” definitivamente não é das melhores. É uma música pop meio sem alma, até animada, mas no segundo seguinte…. você já esqueceu. O rap de Will Smith, então, é absolutamente aleatório. E o que tem a ver com a Rússia? Pois é. Nada.
9. Hayya Hayya (Better Together) – Trinidad Cardona, Davido e Aisha (2022, Catar)
A música da Copa do Catar tem uma base de reggae e até dá vontade de dar uma dançadinha. Os trechos de pegada árabe, com percussão ágil, dedilhados rápidos e coro “hayya hayya ha” são o ponto alto.
Mas não tem muita cara de música da Copa: não é nem entusiasmada o suficiente, nem tem aquele clima de “superação”. E também não marcou.
8. The Time of Our Lives – Il Divo e Toni Braxton (2006, Alemanha)
“The Time of Our Lives” é uma das poucas da lista que é, na verdade, uma balada. Emotiva e potente, a faixa conta com belos vocais operísticos dos cantores do grupo Il Divo, além da voz marcante de Toni Braxton. É bonita, mas pouca gente lembra, e também não tem muito a cara da Alemanha.
7. Boom – Anastacia (2002, Coreia do Sul/Japão)
“Boom” tem todo o jeitão de 2002, com um arranjo pop-rock e clipe naquela estética que hoje chamamos de Y2K. É uma das poucas faixas da lista que soa como uma música pop de verdade, não uma encomenda da FIFA.
O vozeirão de Anastacia é impressionante, ainda que escalar uma cantora americana para a Copa na Coreia e no Japão seja uma escolha estranha. Mas a música é boa… e para a gente, ainda tem gostinho de penta.
6. Dai Dai – Shakira, Burna Boy (2026, Canadá, Estados Unidos e México)
Em ano de Copa no território americano, a FIFA apostou no afrobeats “Dai Dai” (com a colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy) como música oficial da Copa.
A música reaproveita um pouco a fórmula de “Waka Waka”, afinal, não se mexe em time que está ganhando. Apesar da falta de ideias originais, é uma boa música, que tem potencial radiofônico, vem crescendo nas paradas… e fica na cabeça.
5. We Are One (Ole Ola) – Pitbull, Claudia Leitte, Jennifer Lopez (2014, Brasil)
Convenhamos, “We Are One” já começou na cara do gol graças à base de samba e à percussão do Olodum. Outra parte, que mescla violões e batidas eletrônicas, tem uma pegada eurodance que deixa a música meio Frankenstein, mas até que funcionou.
Assinada pelo americano Pitbull (o “Mr. Worldwide”), a faixa tem traços de Brasil na instrumentação e na convidada Claudia Leitte. O que incomoda um pouco aqui é que, pós-“Waka Waka”, as faixas começaram a soar nitidamente encomendadas pra virar hit. Pelo menos é uma música bem honesta.
4. Gianna Nannini & Edoardo Bennato – Un’Estate Italiana (1990, Itália)
“Un’Estate Italiana” já faz o que muitas canções oficiais sequer tentaram: coloca o ouvinte no lugar da Copa. Essa é uma música italiana, em idioma, nome e artistas, pra não deixar dúvidas.
Além de ser um pop rock com jeitão de épico, tem o mérito de soar como uma autêntica música pop que você ouviria nas rádios AM.
3. Gloryland – Daryl Hall e Sounds of Blackness (1994, Estados Unidos)
Basta ouvir o coro que abre “Gloryland” para saber que é uma música feita para soar épica. Com jeitão de canção gospel americana, a faixa faz o futebol parecer um esporte divino.
Os belíssimos vocais de Daryl Hall (Hall & Oates) e do grupo Sounds of Blackness, o arranjo típico de balada do início dos anos 90 e o charme de um bom saxofone ajudam um bocado. No quesito hino, a música acerta em cheio.
2. Waka Waka – Shakira (2010, África do Sul)
“Waka Waka” teve sua cota de polêmicas: acusações de plágio, problemas por escalarem uma cantora colombiana para uma música sobre a África do Sul e por aí vai. Mas nada disso impediu a música de se tornar um hino da história de todas as Copas do Mundo, e uma das maiores da grandiosa carreira de Shakira.
Tanto que, até hoje, a FIFA não conseguiu nada igual… e, na dúvida, neste ano, tentou algo bem parecido.
1. La Copa de la Vida (The Cup of Life) – Ricky Martin (1998, França)
Antes de protestar, calma. “Waka Waka” é, sem dúvidas, o maior hit das Copas do Mundo — mas a música só existe porque “The Cup of Life” veio antes.
O sucesso de Ricky Martin, grandioso, suingado e ancorado no samba, definiu o parâmetro do que era um hit de Copa. A música alavancou a carreira do porto-riquenho e é considerada um divisor de águas para que a indústria (e o público) reconhecessem o potencial global de artistas latinos.
Além de tudo, é genuinamente uma ótima música: chiclete, contagiante e com sabor de vitória.

Fonte: G1 Entretenimento