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Corpo de Oliver Tree chega aos EUA após morte em acidente de helicóptero


Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu em acidente aéreo no Rio
O corpo de Oliver Tree chegou na Califórnia, nos Estados Unidos, após a morte dele em um acidente de helicópteros no Rio de Janeiro. A informação foi publicada pela família do músico nas redes sociais.
O músico foi uma das seis vítimas fatais da colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, neste domingo (14).
“Oliver agora está de volta à Califórnia, onde finalmente pode descansar. Seu legado continuará vivo por meio de sua fundação/doação chamada “Dr. Oliver Tree’s Extremely Epic Grant For Baby Geniuses” (Bolsa Extremamente Épica do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios), que será lançada em breve. Este é um projeto que Oliver havia planejado antes de falecer, conforme descrito em seu testamento. Garantiremos que seu desejo se concretize para que mais alegria, amor e arte possam ser espalhados pelo mundo; esse era seu último desejo”, escreveu a família.
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Em entrevista concedida menos de dois meses antes de sua morte, o músico revelou que tomou a decisão de não deixar sua fortuna para familiares.
Todo o patrimônio acumulado ao longo da carreira será transferido para uma instituição filantrópica idealizada por ele, como confirmou a família no post deste domingo.
Quem era Oliver Tree
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
Oliver Tree
Instagram/Reprodução
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Entre 2019 e 2020, Tree namorou a cantora Melanie Martinez, que se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo no ano de 2023.
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Clive Davis, produtor que lançou Whitney Houston e Bruce Springsteen, morre aos 94 anos

Clive Davis, um dos executivos mais influentes da indústria musical, morreu nesta segunda-feira, aos 94 anos, em sua casa, em Nova York. A informação foi divulgada pela imprensa norte-americana.
A morte foi confirmada por sua representante, Aliza Rabinoff. Segundo ela, Davis morreu em decorrência de problemas de saúde relacionados à idade, cercado por familiares e pessoas próximas.
Com uma carreira de sete décadas, Davis ajudou a lançar e consolidar artistas como Whitney Houston, Bruce Springsteen, Aretha Franklin, Janis Joplin, Carlos Santana, Alicia Keys e Carrie Underwood.
O executivo assumiu a presidência da Columbia Records em 1967 e, mais tarde, fundou as gravadoras Arista Records e J Records. Ele também ficou conhecido pela tradicional festa realizada na véspera do Grammy, promovida anualmente desde 1975.
Em comunicado, a família afirmou que Davis “moldou a trilha sonora de inúmeras vidas” e deixou uma marca duradoura na cultura e na história da música.
Nascido no Brooklyn, em Nova York, em 1932, Davis estudou Direito em Harvard antes de iniciar sua trajetória na indústria fonográfica. Ele permaneceu ativo no mercado musical até os últimos anos de vida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Churrasco, pagode e rotina longe dos holofotes: os dias de folga da Seleção nos EUA


Como é o dia de folga de um jogador da Seleção Brasileira: família reunida e descanso
Enquanto a Seleção Brasileira segue a preparação para os próximos desafios da Copa do Mundo, os momentos de folga têm servido para algo tão importante quanto os treinamentos: o reencontro com a família.
Após a estreia no Mundial e a sequência de compromissos da equipe, os jogadores ganharam um dia livre para aproveitar a companhia de parentes que viajaram aos Estados Unidos para acompanhar a competição. Em Nova Jersey, estado que abriga a delegação brasileira durante a Copa, familiares dos atletas alugaram casas nas proximidades para ficarem mais perto dos jogadores.
A programação foi simples, mas especial. Entre almoços em família, brincadeiras com os filhos e momentos de descanso, alguns atletas aproveitaram para matar a saudade de casa. Houve espaço até para churrasco e música. Veja no vídeo acima.
[Marquinhos curte com família durante folga dos jogos
Reprodução/TV Globo
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro. A ideia é criar um ambiente acolhedor para que o jogador se sinta amparado durante toda a competição.
“A gente fez um belo de um churrasco, colocamos um pagodinho, ele brincando com as crianças”, contou.
Marquinhos com a família
Reprodução/TV Globo
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Além dos momentos de lazer, a família também exerce um papel importante nos períodos de maior pressão.
“Ele vem para cá e daí a partir do momento que ele fiz em casa, ele é 100% das crianças. Eles não deixam ele em paz, a gente almoça junto, faz alguma coisa que ele gosta de comer”, conta Ana Lídia, esposa de Bruno Guimarães.
Bruno Guimarães e os filhos
Reprodução Fantástico
Após a estreia contra o Marrocos, Ana Lídia ajudou o volante a lidar com o nervosismo da primeira partida e com a expectativa dos brasileiros pela conquista do hexacampeonato.
“Nós brasileiros, a gente quer muito o hexa, então é uma pressão gigantesca”, pondera Ana.
Bruno Guimarães e a esposa Ana Lídia com os filhos do casal
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciam gravidez do primeiro filho: ‘Nosso amor floresceu’


Sabrina Sato e Nicolas Prattes no The Town 2025
Tomzé Fonseca/AgNews
Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciaram que estão à espera do primeiro filho juntos.
A novidade foi compartilhada na manhã desta segunda-feira (22), através de uma publicação conjunta nos perfis oficiais do casal nas redes sociais.
Em um vídeo que celebra a união e o novo momento da família, os dois dividiram a notícia com os fãs e amigos.
“O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo 🤍🙏”, escreveram na legenda.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Hermeto Pascoal, que faria 90 anos, resiste na memória nacional como símbolo da música livre e inclassificável


Músico e compositor alagoano, Hermeto Pascoal (1936 – 2025) faria 90 anos hoje, segunda-feira, 22 de junho
Divulgação
♫ MEMÓRIA
♬ Periga resultar inútil qualquer tributo prestado a Hermeto Pascoal (22 de junho de 1936 – 13 de setembro de 2025), excepcional multi-instrumentista, arranjador e compositor alagoano que faria 90 anos hoje, segunda-feira, 22. É que Hermeto simbolizou a música em permanente estado de criação.
O Bruxo exercitava a magia da criação musical em cena, ao vivo, sem seguir roteiros pré-estabelecidos. Hermeto nunca sabia o que ia tocar quando era chamado ao palco. Porque, para ele, a música surgia na pauta instantânea do aqui e agora.
O artista extraía sons e fazia música com qualquer objeto que estivesse ao alcance. Poderia ser uma chaleira ou uma bacia, como muitas vezes foi. Ou mesmo um porco cujo ronco soava como música aos olhos desse músico singular. É que a visão aguçada e sensorial do albino Hermeto o fez enxergar que tudo podia ser música. Até porque a música estava na natureza, no sopro dos ventos, no correr dos rios, nos mistérios das matas.
Nunca houve alguém como Hermeto Pascoal no universo musical. E tampouco haverá. Porque Hermeto fazia uma música livre como a imaginação que o guiou ao longo de 89 anos de vida pautada pela criação instantânea, incessante.
Derrubando fronteiras com a liberdade da criação, Hermeto partiu dos gêneros nordestinos genericamente rotulados como forró – início natural para quem nasceu no sertão alagoano e pôs os pés (e as mãos) na profissão com o toque da sanfona, integrando grupos nordestinos – até chegar ao jazz, música dos músicos.
Contido, no caminho, Hermeto transcendeu gêneros e movimentos como um gênio indomável que sabia que a linguagem da música era universal e que, tal como o Bruxo, também desconhecia limites. Hermeto Pascoal nunca se deixou aprisionar pelas cifras das pautas musicais. Ou pela prévia combinação dos ensaios. Ou pelo padrão. Hermeto criava ao vivo o som que, na mente livre do artista, já nascia universal.
Ainda assim, cabe ressaltar que o som de Hermeto não nasceu universal. Ele se tornou universal. O ponto de mutação foi a participação do músico em 1967 no Quarteto Novo, também integrado pelo percussionista Airto Moreira, o guitarrista Heraldo do Monte e o violonista Theo de Barros.
A partir de então, Hermeto Pascoal se transformou no… Hermeto Pascoal que passou para a posteridade e que resiste na memória nacional. Esse artista está perpetuado em álbuns como “Hermeto” (1970), “A música livre de Hermeto Pascoal” (1973), “Slaves mass” (1977) e “Cérebro magnético” (1980).
E, no título do mencionado disco de 1973, reside o único adjetivo que parecer caber na música livre de Hermeto Pascoal, o músico que jamais se deixou amarrar por conceitos, escalas e combinações.
Hermeto Pascoal (1936 – 2025) extraía música da natureza e via numa chaleira uma usina de sons
Mônica Imbuzeiro / Reprodução da capa do livro ‘Quebra-tudo! – A arte livre de Hermeto Pascoal’

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Olha a aura… é mentira!’: Dancinhas de TikTok e remixes de funk invadem quadrilhas escolares


‘Trends’ de Tik Tok e remixes de brega funk invadem festas juninas escolares.
Redes sociais
🌽O período junino nas escolas brasileiras representa, para muitas crianças e adolescentes, o primeiro contato com as tradições do São João.
É impossível não lembrar daquela clássica cena ajoelhado na quadra da escola, com o chapeúzinho de palha na mão, esperando a introdução de “Clima de Rodeio” (2002) começar: 🎵 “A magia está no ar…”.

Nos últimos anos, porém, as coisas têm mudado bastante. Vídeos que circulam aos montes pelas redes sociais mostram alunos “adaptando” o jeito de dançar nas festas de norte a sul do país.
Ainda trajando os clássicos vestidinhos de chita e camisas xadrez, os estudantes têm incorporado às apresentações os novos passinhos do momento: como o do Jamal, do brega funk, e os movimentos da trend “6’7” (six-seven).
Tudo isso embalado por versões de forrós masterizados em formato de remix.
🪗 Na sola do six, na palma do seven…
Essa mudança, claro, divide opiniões, mas encontra respaldo entre os pais de alguns alunos.
Em Itumbiara, no sul de Goiás, a apresentação do 5º ano da estudante Sophia Pacheco Duarte Silva, de 10 anos, misturou o phonk “Brasil com S” (2026) com uma versão de forró de “Sou Brasileiro” da Banda Bicho do Mato (2014) e, claro, ele, sempre ele: o hit “6’7”.
A mãe chegou a brincar com o “choque” ao publicar um vídeo nas redes sociais com a legenda “Os pais indo na quadrilha dos filhos em 2026🤡 “, mas garantiu que aprovou a abordagem da escola.
“É a dança do momento deles. A gente tem que se adaptar porque, querendo ou não, com o passar dos anos as coisas vão mudando. É só não deixar a tradição completamente de lado”, afirmou Joice Cristina Pacheco Silva, de 28 anos, ao g1.
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Mas Joice não é a única. A brincadeira sobre a “surpresa” dos pais ao assistirem às novas apresentações escolares que incorporam essas trends da internet acabou virando… trend.
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👨‍🎓Dancinhas viram desafio para pedagogos
Se por um lado essa mistura de ritmos ganha espaço, por outro, há também quem defenda a manutenção da tradição.
Em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, a escolha pedagógica de uma instituição de ensino cristã seguiu a cartilha clássica.
De acordo com a coordenadora Rafaela Charamba, a escola optou por manter a estrutura “original” da festa, mesmo após o pedido dos estudantes de incluir os passinhos do Jamal na coreografia.
O remix da apresentação contou com clássicos como “Riacho do Navio” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), “No Lume da Fogueira” (Dominguinhos), “Foi Deus Quem Fez Você” (eternizada na voz de Amelinha) e “Balão Dourado” (eternizada na voz de Amelinha).
“A inovação é importante, sim, claro. Mas ela pode ser incluída dentro da escola de outras formas, e não de uma maneira que quebre tradições que são passadas de geração em geração.”
Em outro colégio particular de Pernambuco, a escolha de seguir pelo ritmo tradicional também se repetiu.
Lá, a coreografia foi desenhada como um mergulho no sertão, homenageando a obra de Luiz Gonzaga e debatendo a importância da água.
“Nunca é só a festividade, mas a relação que ela tem com o conteúdo pedagógico. Abordando esse tema, a gente traz as histórias por trás das músicas: as alegrias e as dores do povo sertanejo. Escutamos as demandas dos alunos, sim, mas sem fugir da nossa história”, pontua a diretora Paula Leão.

🎤O lado dos artistas
Para o cantor e compositor Almério, que transita entre o forró, o xote e a MPB, o movimento não representa uma ameaça aos ritmos tradicionais.
Natural de Altinho, no agreste de Pernambuco, o artista enxerga a fusão com otimismo.
“É importante deixar os mais novos passearem pela tradição porque tudo muda o tempo todo. O que tiver substância e verdade, vai ficar”, avalia o músico, que defende o cuidado e o respeito no acompanhamento dessas transições.
Almério no São João de Caruaru
Lafaete Vaz / g1
Almério aponta ainda que, impulsionados por novas vertentes (como o piseiro), os gêneros tradicionais vivem, na verdade, um momento de expansão.
“O forró como um todo, com ou sem essas novas ferramentas, tem ganhado mais força e espaço tanto no Brasil quanto internacionalmente. O envolvimento dos jovens nessas trends é a prova disso”, completa o cantor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estreantes no Rock in Rio, duo português Calema anuncia feat com Lauana Prado


Calema lota Rock in Rio Lisboa
Divulgação
Formando o duo português Calema desde 2008, Fradique Mendes Ferreira, de 39 anos, e António Mendes Ferreira, de 34, vão estrear no Rock in Rio, em setembro. Os irmãos abrem o Palco Sunset no dia 6 de setembro.
Neste domingo (20), eles mostraram que abrir um palco não é uma preocupação. Calema foi a primeira atração do Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa e fez um show para um Parque Tejo completamente lotado.
O duo, que faz um som pop contemporâneo (e que remete um pouco o som de Luan Santana), teve a companhia de cerca de 100 mil pessoas que compareceram ao festival. Eles esperam que o mesmo aconteça durante passagem pela versão brasileira do evento.
“O público brasileiro, pela experiência que nós temos desde pequeninos, nos DVDs que nós assistimos, é um público que tem uma energia também muito boa”, afirmou Fradique, em entrevista ao g1.
Duo português Calema: Fradique Mendes Ferreira e António Mendes Ferreira
Reprodução/Instagram
“Acho que vai ser uma coisa parecida com aqui. Como nós nunca fizemos um show no Brasil, eu acho que vai ter também um público que gosta de música, de dança, enfim. Então, estamos ansiosos para que esse momento aconteça”, completou.
Uma das faixas apresentadas no show foi “Leva Tudo”, feat que o Calema tem com o brasileiro Dilsinho. A música foi lançada em 2025. E o duo já tem outra parceria luso-brasileira gravada.
“Estivemos recentemente com a Lauana Prado, gravamos uma música com ela. Ela é uma artista incrível”, revelou António.
Ele ainda contou com o duo também planeja uma parceria com Pedro Sampaio.
“E o objetivo é esse: fazermos mais colaborações com artistas brasileiros, artistas da lusofonia, fazemos com que a música cantada em português chegue a todo lado.”
Antes de estourarem em Portugal, Calema participou da versão francesa do “The Voice”, mas não chegou a passar da fase de audição às cegas. Hoje, eles integram o time de mentores do The Voice Portugal.
Para quem planeja conhecer um pouco mais do som do Calema, os irmãos apontam a música “Te amo” como uma boa forma de contar sua história. E ainda deixaram uma mensagem aos brasileiros.
“Nós conhecemos o Brasil muito antes de estar no Brasil. Então, nós vivíamos o Brasil antes mesmo de provar qualquer comida lá no Brasil. Fomos lá no ano passado pela primeira vez e desde lá nunca mais paramos de ir. Então, nos deem só esse tempinho para ouvir um pouco da nossa história. Vai ser um dia histórico”, afirmou Fradique.
“Estamos ansiosos para poder cantar para os brasileiros, partilharmos a nossa história e nossa música”, completou António.
Calema lota Rock in Rio Lisboa
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Kevinho passa mal durante show em Portugal por conta do calor: ‘Não devo ter me hidratado o suficiente’


Keinho passa mal durante show em Portugal
Reprodução/Instagram
O cantor Kevinho passou mal neste sábado (20) durante um show em Portugal. Segundo o artista, estava muito calor na cidade de Mértola, onde aconteceu a apresentação, e ele não se hidratou direito.
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Nas redes sociais, o cantor relatou o ocorrido e tranquilizou os fãs. Kevinho chegou a iniciar a apresentação, mas passou mal no meio.
“Acho que eu não devo ter me hidratado direito”, disse.
“Na quarta ou quinta música, eu senti um aperto no peito, do lado direito, que não parava. Mas até então eu achei que era gases”, contou.
“Quando tava no bloco final do show, faltava, acho, 20 minutos para acabar, eu comecei a sentir falta de ar. Puxava o ar e o ar não vinha. E o meu show tem muito efeito, tem CO2, tem fogos e junto o calor que tava também…”, disse.
Kevinho canta ‘Olha A Explosão’
Além do aperto no peito e da falta de ar, Kevinho afirmou que sua visão estava turva. Ao sentir que ia vomitar, o cantor deixou o palco. Mais tarde, foi atendido pelo Corpo dos Bombeiros.
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“Eu tava querendo voltar para o palco, mas os bombeiros falaram ‘você tá pálido’, falaram que eu tava com a boca branca, tava gelado”, disse.
Os bombeiros, então, informaram ao cantor que o melhor era ir até um hospital. Já na ambulância, Kevinho passou mal mais uma vez.
“Eu comecei a sentir um negócio que eu nunca tinha sentido. Minha mão começou a ficar muito gelada, começou a formigar. Eu achei que eu tava tendo um infarto”, relatou.
No hospital, o cantor passou por uma série de exames que, segundo ele, não apresentaram alterações significantes.
“Então o que eu tive foi realmente uma desidratação severa”, contou. “Meu corpo ficou fadigado de um jeito por conta do calor, por conta do jet lag, tipo a gente chegou faz dois dias, não tá acostumado com o fuso, com o calor aqui nessas regiões”.
Kevinho afirmou que foi medicado no hospital e já está melhor.
Apesar do susto, o cantor disse que os outros shows seguem normalmente pelo país.

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem morre após cair da arquibancada em show da banda Goose no Madison Square Garden


Homem morre após cair da arquibancada em show do Goose, no Madison Square Garden
AP Foto/Brittainy Newman, Archivo
Um homem de 51 anos, cuja identidade não foi revelada, morreu após cair de uma das arquibancadas mais altas do Madison Square Garden, em Nova York, durante o show da banda Goose na noite deste sábado (20).
Segundo a NBC News, a polícia local foi acionada por volta das 22h e encontrou a vítima inconsciente, com ferimentos graves provocados pela queda. Ele foi socorrido e levado a um hospital da região, mas não resistiu.
Pelas redes sociais, os músicos se pronunciaram na manhã deste domingo. “Estamos profundamente entristecidos e de coração partido ao descobrir o evento trágico da noite deste show”, publicou a banda, que também agradeceu o apoio das equipes de emergência e dos funcionários do Madison Square Garden.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mestre Ambrósio tem contribuição à cena pernambucana posta em foco no documentário ‘Quando a gente vira um’


Imagem do documentário ‘Quando a gente vira um – Mestre Ambrósio’, atração da 18º edição do festival In-Edit Brasil
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ Grupo pernambucano que surgiu em 1992 e atuou até 2004 na efervescente cena alternativa do Recife (PE), Mestre Ambrósio gravitou em torno do universo musical do movimento Manguebeat, mas sem ficar intrinsecamente associado a ele, como as bandas Mundo Livre S/A e Nação Zumbi. Reativado em 2022, após hiato de 18 anos, o grupo tem a contribuição dimensionada e posta em foco no documentário “Quando a gente vira um – Mestre Ambrósio”, atração da 18ª edição do festival In-Edit Brasil.
Estreado na noite de ontem, 20 de junho, o filme de Cláudia Dias Perez e Shinji Shiozaki tem sessões programadas para os dias 22 e 28 de junho dentro da programação do festival de documentários musicais em cartaz em São Paulo (SP).
Para contar a história do grupo que projetou o cantor e músico Siba como vocalista e tocador de rabeca e guitarra, a narrativa do filme parte do Recife (PE) dos anos 1990 para contextualizar, através de inéditas imagens de arquivo e de entrevistas também inéditas com os integrantes do grupo, o surgimento do Mestre Ambrósio.
O grupo se formou no momento em que Siba, Eder “O” Rocha (percussão), Helder Vasconcelos (fole de oito baixos, percussão e vocal), Mauricio Bade (percussão e vocal), Mazinho Lima (baixo e vocal) e Sérgio Cassiano (percussão e vocal) se alimentaram da cultura musical da Zona da Mata Norte de Pernambuco com a adoção de gêneros como maracatu rural e cavalo marinho como as matérias-primas do repertório autoral do Mestre Ambrósio.
A intenção dos dois diretores – também roteiristas do documentário – foi mostrar como o grupo contribuiu para que o Brasil percebesse a força vivaz da cultura popular de Pernambuco, em especial a das zonas rurais do estado.
Com depoimentos de nomes como Lenine e Marina Person, além de registros de números do show apresentado pelo grupo na volta à cena após o hiato de 18 anos, o documentário “Quando a gente vira um – Mestre Ambrósio” tem 126 minutos de duração, tempo em que os diretores procuram explicar a relevância dessa banda que sintetizou as músicas rural e urbana do estado de Pernambucano, conectando o movimento Armorial à geração Manguebeat.
Imagem promocional do documentário ‘Quando a gente vira um – Mestre Ambrósio’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento