Categorias
ENTRETERIMENTO

Lenine apresenta o show ‘Eita’ no Rio de Janeiro com coesão, som perfeito e três parceiros fundamentais na plateia


Lenine apresenta o show ‘Eita’ na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO
♬ Com as presenças na plateia lotada de Bráulio Tavares, Dudu Falcão e Lula Queiroga, três parceiros fundamentais na construção da obra autoral pavimentada desde os anos 1980, Lenine estreou o show “Eita” na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 20 de junho, após passagens da turnê por Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Salvador (BA).
Na apresentação paulistana de 30 de maio, o show já se mostrou vigoroso, expandindo a teia de afetos do álbum “Eita” (2025) na medida em que reforçava a marca autoral desse artista pernambucano que migrou para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1977, em busca de oportunidades profissionais em mercado então concentrado no eixo Rio-São Paulo, sem jamais cortar os laços afetivos e musicais com a terra natal.
Contudo, no palco da casa Vivo Rio, o show “Eita” se revelou ainda mais azeitado e coeso, fluindo bem ao longo do roteiro que totalizou 31 músicas e que foi idêntico às três apresentações anteriores do show.
E cabe ressaltar que “Eita” chegou ao Rio com um som absolutamente perfeito do ponto de vista técnico, o que deveria ser regra em apresentação de qualquer artista, mas, na realidade, é algo que nem sempre se observa em cena.
Tudo soou no devido lugar na apresentação vista por Fernanda Abreu, o pianista Luiz Otávio e Pedro Luís, entre outros admiradores da música de Lenine. Essa perfeição certamente decorre do fato de o diretor musical do show, o baixista Bruno Giorgi, ser engenheiro de som.
À excelência do som, somou-se a plenitude artística deste momento de Lenine, que ressurgiu no álbum “Eita” como a personificação de um Leão do Norte ainda indomado, fiel ao universo particular da obra que ganhou relevo e projeção nacional ao longo da década de 1990.
Lenine canta baladas como ‘Paciência’ (1999) em bloco de voz e violão do roteiro do show ‘Eita’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Alok conta como resolveu dilema sobre feat com Jennifer Lopez


Alok conta como resolveu dilema sobre feat com Jennifer Lopez
g1
Na próxima sexta-feira (26), Alok lança um feat com Jennifer Lopez na música “Everything’s Fine”. Pouco antes de sua apresentação no Rock in Rio Lisboa, já na madrugada de domingo (21), o artista falou sobre a parceria com a cantora ao g1.
“Depois da pandemia, 95% das minhas parcerias são online, até por causa da demanda da agenda”, afirmou Alok ao ser questionado se chegou a encontrar a cantora para a gravação.
“Mas foi muito legal trabalhar com ela, ela fez o meu trabalho ser muito fácil. Não é à toa que ela tá onde está por tanto tempo, porque ela é uma profissional que entrega muito. Ela é super dedicada.”
O DJ brasileiro ainda falou sobre a solução para uma divergência sobre qual versão seria a favorita para o lançamento.
“A gente tem agora um dilema. Estamos com duas versões. Ela prefere uma e eu prefiro outra. E a gente vai lançar as duas. Uma é AM, que é a que ela prefere, e a outra é PM, que eu prefiro. A PM é um pouco mais eletrônica. Mas o legal é que nas duas versões, ambos os artistas conseguiram imprimir bem a sua identidade.”
“Festival Alok?”
Durante a entrevista, Alok também falou sobre as duas apresentações que fará no Rock in Rio, em setembro.
O DJ se apresenta no Palco Mundo, em 11 de setembro. E, no dia seguinte, retorna para uma apresentação em família no Dance Order.
Alok explicou que a apresentação no palco principal será focada na turnê “Keep Art Human”. “É um show que a gente lançou no Coachella e a gente vem readaptando ele e vai vir com uma versão nova para o Rock in Rio. É um show que abrange um público muito maior do que o segmento eletrônico e que a gente consegue colocar no Palco Mundo tranquilamente.”
Já o show do palco eletrônico será o “Rave the World”.
“Vou dividir o palco com a minha família. Ali é um resgate muito para a minha essência do eletrônico. É onde eu me nutro, nas raízes. Ali é para um público mais eletrônico, mais nichado mesmo.”
“Então é muito a proposta que eu tenho feito no mercado internacional. E são apresentações completamente distintas em dois dias diferentes, mas acho que esse é o maneiro, porque é respeitando cada lugar que eu tô ali. No Palco Mundo é uma vertente e no Palco Eletrônico seria outra”, explica.
Retorno ao Rock in Rio Lisboa
Rock in Rio Lisboa 2026
Divulgação
Alok voltou ao Rock in Rio Lisboa depois de 10 anos. Apesar de fazer shows anualmente em Portugal, ele disse ter sentido saudades de se apresentar na capital portuguesa. O DJ fechou a primeira noite de apresentações do festival.
“É uma gratidão enorme estar de volta aqui no Rock in Rio, só que dessa vez, com um projeto que é o meu projeto internacional, que é o ‘Rave the World’, que é um projeto que é mais segmentado para o nicho eletrônico.”
Apesar da presença frequente no país, o artista disse nunca ter feito um remix com música portuguesa.
“Inclusive é bem interessante. Toda vez que eu toco em Portugal, é um público muito conectado com a cena eletrônica global. É um público muito internacional. Eu nem toco meus remixes de português brasileiro, por exemplo, no show, porque eu estou dividindo o line-up com grandes expoentes da música eletrônica”, afirma.
“Então é interessante, porque por mais que eu esteja vindo para Portugal, que tem uma língua que é uma língua que se iguala a nossa, eu não costumo tocar nenhuma música que tenha nem português do Brasil.”
“Mas isso é porque eu acho que eu fui colocado um pouco na prateleira do eletrônico internacional.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Pedro Sampaio faz show catártico com ‘Cavalinho’, Melody e balé contagiante no Rock in Rio Lisboa


Pedro Sampaio distribuiu leques para o público do Rock In Rio Lisboa.
Marília Neves/g1
Pedro Sampaio voltou ao Rock in Rio Lisboa com uma apresentação catártica, que contou com a participação de Melody, um balé contagiante a a empolgação do público da primeira até a última música.
O cantor e DJ foi a segunda atração do Palco Mundo do edição portuguesa do festival, neste sábado (20).
Pedro distribuiu 10 mil leques para o público para que, além de aliviar o forte calor, o espetáculo do palco se estendesse para o gramado. Mas nem precisava (se não fosse pelo fator calor). Já que a plateia entrou com Pedro na apresentação da primeira até a última faixa. Ou seja, de Pocpoc a Cavalinho. Incluindo as dezenas de gritos de “Pe-dro-Sam-Pa-i-o” a cada vez que ele pedia para chamar seu nome.
Em 2024, Pedro se apresentou no festival no palco secundário. Mas a público superou as expectativas e dominou o espaço. Neste ano, o cantor chegou como uma das estrelas principais. E agradeceu: “Obrigada por me colocarem no Palco Mundo. Prometo que vou dar meu máximo aqui hoje”.
Público no Rock In Rio Lisboa
Divulgação/Rock In Rio
Pedro fez um passeio por seus hits e de remix de estrelas nacionais e internacionais. Difícil citar um ponto alto do show, já que o cantor não deixou o público esfriar. E nem diminuiu o ritmo para que seu balé muito bem ensaiado também contagiasse público – e se tornasse referência para muitos que tentavam seguir com coreografias já conhecidas, como a de Feiticeira.
“Vocês estão vendo uma pessoa realizando um sonho”, disse o artista ao final da apresentação. Pela empolgação do público português mesmo após o encerramento da apresentação de uma hora, ele também realizou o sonho de muitos fãs.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Álbum de 1982 em que Angela Ro Ro foi amparada por Antonio Adolfo e João Donato é reeditado em LP após 44 anos


Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘Simples carinho’ (1982), de Angela Ro Ro (1949 – 2025)
Frederico Mendes
♫ ANÁLISE
♬ Álbum reeditado no formato original de LP neste mês de junho, com vinil translúcido de cor verde em tom similar da foto de ar tropical exposta na capa do disco, “Simples carinho” está longe de ser o melhor álbum de Angela Ro Ro (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025) sob o prisma autoral.
A cantora, compositora e pianista carioca passava por turbulências na vida pessoal que se refletiram na produção autoral e estava praticamente sem músicas novas quando foi convocada a entrar em estúdio para honrar o contrato com a gravadora Philips, na qual debutara em 1979 com um dos melhores álbuns de estreia da música brasileira em todos os tempos.
Quarto álbum de Ro Ro, “Simples carinho” foi salvo artisticamente pela insistência de Antonio Adolfo – pianista e compositor carioca que fez a produção musical e os arranjos do disco lançado em 1982 pela Polydor, selo mais popular da gravadora Philips – e pela generosidade de João Donato (1934 – 2023).
O compositor acreano forneceu o belo bolero “Simples carinho”, feito com letra do poeta Abel Silva. “Simples carinho” não somente deu nome ao álbum, como também foi o sucesso radiofônico do LP, salvando a pátria comercial deste disco em que Angela Ro Ro regravou o tango “Cambalache” (Enrique Santos Discépolo, 1934) e o samba-canção “Demais” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959).
Grande achado do repertório, “Demais” foi música que pareceu ter sido composta para a cantora por conta da letra que traduziu a intensidade da alma desassossegada de Ro Ro, mas que, a rigor, foi lançada por Sylvia Telles (1935 – 1966) e amplificada por Maysa (1936 – 1977) a partir de gravação feita em 1964.
Na safra autoral do álbum, menos imponente no conjunto da obra fonográfica de Angela Ro Ro, a artista apresentou parceria com Antonio Adolfo (o blues “Se você voltar”) e assinou sozinha as músicas “Camisa de força”, “Mestre luz” e “Bandeyra”, esta em homenagem ao parceiro poeta Sérgio Bandeyra, falecido em 1981 aos 33 anos.
Com Bandeyra, Ro Ro compôs “Querem nos matar”, destaque entre as seis músicas autorais apresentadas pela cantora e compositora ao longo de 12 faixas do álbum “Simples carinho”, ora de volta ao catálogo em LP para quem aprecia o som e a arte do vinil.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Momo se deixa levar pela rítmica afro-brasileira em ‘Tum tum tum’, oitavo álbum em 20 anos de obra fonográfica


Momo lança o oitavo álbum, ‘Tum tum tum’, produzido pelo artista em Londres
Sophia Poole / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Tum tum tum
Artista: Momo
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Para Momo, nome artístico do cantor e compositor Marcelo Frota, a saída foi aeroporto. Vinte anos após o primeiro álbum, “A estética do rabisco” (2006), o artista de origem mineira chega ao oitavo álbum, “Tum tum tum”, já radicado em Londres, Inglaterra, para onde Momo migrou após residir em Portugal durante alguns anos.
Como o título onomatopaico já sinaliza, “Tum tum tum” é álbum calcado na rítmica, em especial nas levadas afro-brasileiras de gêneros musicais como o samba e o ijexá. A ênfase no ritmo já fica evidenciada na primeira das oito faixas do álbum, “Egum eô”, parceria de Momo com Wado outro militante da cena indie que vem construindo discografia artesanal, às margens do mercado.
“Eu sempre transitei livremente por caminhos estéticos diferentes. Desde o começo da minha carreira, nos meus primeiros discos, o folk psicodélico já ditava o tom das minhas canções. Ao longo dos últimos anos e trabalhos, fui introjetando o samba e ritmos mais brasileiros à minha identidade. O ‘Tum tum tum’ funciona como um apanhado e uma síntese madura de todos os estilos que acumulei na bagagem”, situa Momo, resumindo o percurso que o conduziu ao álbum gravado e mixado em Londres (entre setembro e novembro de 2025), masterizado em Nova York (EUA) em janeiro deste ano de 2026 e editado ontem, 19 de junho, pelo selo indie alemão Agogo Records, inclusive no formato físico de LP com arte assinada por Raissa Pardini e Conor Lumsden.
O ritmo também é senhor na batida do congá mencionada na letra de “Vermelho e rosa”, outra parceria de Momo com Wado. A opção estética se afina com o percurso geográfico desse talentoso artista cuja música atualmente é mais absorvida e consumida pelo público do mercado europeu.
O clima levemente psicodélico de “Dream of samba”, música memorialista composta em inglês por Momo em parceria com Luiz Bruno, confirma o público a que se destina preferencialmente o álbum “Tum tum tum”.
Sintomaticamente, Marcos Valle – um dos expoentes da bossa brasileira de alcance planetário – figura como convidado (tocando piano elétrico) e parceiro de Momo em “Morena”, envolvente samba também assinado por Marcelo Camelo, produtor do quinto álbum do artista, “Voá” (2017), arquitetado quando Momo vivia em Lisboa.
Pelo caráter melódico mais rarefeito, “Tum tum tum” é álbum situado em porto distante de “Serenade of a sailor” (2011), a marítima obra-prima de beleza inebriante apresentada por Momo há 15 anos, ainda que exale certo frescor nos arranjos (criados coletivamente pelo artista com o baterista francês Thomas Broda e o percussionista Jim Le Mesurier) e apresente repertório de bom nível.
Música valorizada pelo arranjo encorpado com órgãos e sopros, “Dente d’ouro” – parceria tríplice de Momo com Marcelo Camelo e Wado – é a joia de mais alto quilate da safra autoral de “Tum tum tum”. Mais uma parceria de Momo com Wado, “Tudo que se tem” evolui na cadência estilizada do ijexá em sintonia com a letra que menciona o afoxé entre versos poéticos como “No dançar da primavera / No desenho nas suas costas / Sob o linho mora o rio / Do teu corpo de rosa”.
“Tudo que se tem” é outro ponto alto de álbum que traz a cantora Nina Miranda – vocalista da banda inglesa Smoke City – no dueto bilíngue, em português e inglês, de “Canto de aldeia” (Momo, Wado e Nina Miranda).
No arremate de “Tum tum tum”, o sambossa-canção “Tranquilo” – composto por Momo com Thiago Camelo quando ainda morava em Lisboa – evolui em clima zen, com percussão suave e o sopro cool de um saxofone, em faixa mais melódica que destoa do tom deste bom álbum em que Momo se deixa levar pelo ritmo.
Capa do álbum ‘Tum tum tum’, de Momo
Arte de Raissa Pardini e Conor Lumsden

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Dua Lipa divulga fotos de casamento com Callum Turner na Itália


Cena de festa de pré-casamento da cantora Dua Lipa e do ator Callum Turner (ao centro, de mãos dadas) em Palermo, na Itália, em 5 de junho de 2026
Igor Petryx/Reuters
A cantora Dua Lipa divulgou fotos da cerimônia de casamento com o ator Callum Turner em suas redes sociais neste sábado (20).
O casamento foi celebrado em uma grande festa de dois dias na cidade de Palermo e na vizinha Bagheria, na costa noroeste da Sicília, na Itália, no início de junho.
“Sr. e sra.”, escreveu a cantora na publicação.
Initial plugin text
Até então, só fotos da primeira noite de celebrações do casamento haviam sido divulgadas pelas agências de notícia. Nas imagens, apareciam entre os convidados a estilista Donatella Versace e a também cantora Charli xcx.
A lista oficial de convidados segue sob sigilo, mas segundo boatos, o casamento teve uma lista de 300 convidados repleta de estrelas.
O vestido do principal evento do casamento foi feito pela alta-costura da grife francesa Chanel. A peça foi desenhada pelo diretor criativo da marca, Matthieu Blazy.
Initial plugin text
A estrela pop, de 30 anos, e o ator, de 36, realizaram cerimônia do casamento civil em Londres, no dia 31 de maio.
Dua Lipa, intérprete de sucessos como “Levitating” e “One Kiss”, ganhadora de vários Grammy, e Callum Turner, do filme “Animais Fantásticos”, passaram alguns dias em Palermo durante o verão no hemisfério norte passado, segundo a conta no Instagram de Dua.
O casal passeou pelas estreitas ruas históricas da cidade, degustou massa com mariscos, e se divertiu em um barco.
Qualificada como “o recanto mais romântico da Sicília” pela revista Condé Nast Traveler, a vila costuma ser usada em casamentos, eventos especiais e como cenário de produções de cinema e televisão.
Dua Lipa e Callum Turner se casam em Londres.
Redes sociais
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Campeão’: em clima de Copa do Mundo, coletivo de Ronaldinho Gaúcho lança álbum musical com 16 faixas inéditas


Tropa do Bruxo, coletivo de Ronaldinho Gaúcho, lança álbum musical “Campeão”
Divulgação
Um projeto que mistura batida, sonho e futebol para falar de algo maior: continuar. Assim chega “Campeão”, novo álbum da Tropa do Bruxo, coletivo idealizado por Ronaldinho Gaúcho.
Com 16 faixas inéditas e participações da cena urbana nacional, o trabalho, laçado nesta sexta-feira (19), propõe uma inversão simples, mas potente: ser campeão antes mesmo de vencer.
📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
A Tropa do Bruxo, criada em parceria com o Wusta Studio, atua há cinco anos como um espaço de convergência entre diferentes expressões culturais. Ao redor da figura de Ronaldinho, o coletivo construiu uma identidade própria ao aproximar música, futebol e cotidiano das periferias em uma mesma conversa.
“A Tropa do Bruxo representa união, conexão, sonho e realização”, resume o ex-jogador, que é o principal rosto e inspiração do projeto.
Ronaldinho Gaúcho será o embaixador da Globo na Copa do Mundo
Essa fusão de universos é justamente o que, na avaliação de quem acompanha o movimento de perto, torna a iniciativa única.
“A Tropa do Bruxo é a manifestação cultural que une a música e o futebol mais autêntica do mundo. Desde o princípio encontraram um caminho muito interessante de trazer a essência do Futebol Arte e do Rolê Aleatório do Ronaldinho para o universo da música periférica brasileira. É o tipo de projeto que só o Brasil pode proporcionar”, afirma Ian Bueno, Head da Symphonic Distribution Brasil.
Além do troféu
Apesar das referências diretas ao futebol, visíveis em títulos como “Camisa 10”, “Melhor do Mundo”, “Trás a Taça”, “Nota 10” e “Gol de Placa”, o álbum não se limita ao imaginário das conquistas esportivas.
Nas entrelinhas, “Campeão” fala sobre insistir quando tudo parece empurrar para o caminho oposto e sobre transformar quedas em aprendizado.
Como define o próprio manifesto do projeto:
“Campeão não é um álbum sobre vencer. É um álbum sobre existir como vencedor antes da vitória chegar”.
Vozes da rua e histórias reais
O disco costura diferentes vivências por meio das participações. Nomes como MC Tuto, MC Rodrigo do CN, MC Jacaré, MC Lele JP, MC Cebezinho, MC Rick, Boladin 211, MC Luuky, MC WS da Leste, MC Joãozinho VT, MC Kadu, MC Leozinho ZS, Hariel e RVPHA ajudam a construir uma narrativa coletiva.
Segundo Ronaldinho, o contato com os artistas é um dos pontos mais marcantes dessa construção: “Sentir o calor e a vontade de quem quer vencer, de quem busca não desistir e ir até o fim atrás de realizar o sonho”.
Musicalmente, “Campeão” aposta em uma base pulsante, marcada pelo funk, com influências do pop contemporâneo. As músicas trazem refrões diretos e letras que dialogam com ambição, amizade e transformação social.
As músicas abordam tanto o universo do futebol quanto temas como desafios diários e busca por oportunidades. Canções como “Vida Me Levar”, “Cansei de Viver na Rua” e “Papo de Mudar de Vida” reforçam esse olhar mais direto para a realidade.
O próprio Ronaldinho também entra em cena em “Sem Sono no Jogo”, reforçando a ideia de disciplina, foco e mentalidade.
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

James Burrows, diretor de ‘Friends’ e ‘Cheers’, morre aos 85 anos

O diretor James Burrows, que trabalhou na série “Friends” e foi co-criador de “Cheers”, morreu nesta sexta-feira (19) aos 85 anos.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Gilberto Gil perpetua turnê ‘Tempo rei’ em álbum ao vivo com quatro volumes


Gilberto Gil lança o primeiro volume do álbum ao vivo ‘Tempo rei’ na próxima sexta-feira, 26 de junho, dia do 84º aniversário do artista
Pridia / Divulgação Produção Gilberto Gil
♫ NOTÍCIA
♬ De 15 de março de 2025 a 28 de março de 2026, Gilberto Gil percorreu arenas e estádios do Brasil com o retrospectivo show “Tempo rei” em turnê alardeada como a última grande excursão do artista. Captado ao longo dessa turnê, o show “Tempo rei” será perpetuado em álbum ao vivo audiovisual apresentado em quatro volumes.
O primeiro volume chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 26 de junho, dia do 84º aniversário de nascimento do cantor, compositor e violonista baiano.
Editado pela Gege Produções, o álbum “Tempo rei – Ao vivo (Vol. 1)” apresenta oito músicas do roteiro quase inteiramente autoral do show com os respectivos registros audiovisuais das abordagens dessas músicas, dirigidos por Rafael Dragaud e editados por Joana Swan. O foco da divulgação residirá sobre a música “Palco”, escolhida para abrir o roteiro da turnê e os trabalhos promocionais do álbum.
O quarto e último volume do álbum “Tempo rei – Ao vivo” tem lançamento previsto para novembro, quando também chegará ao mercado uma caixa com edições dos quatro discos em LP.
♪ Eis as oito músicas do primeiro volume do álbum “Tempo rei – Ao vivo” com as respectivas cidades em que o número foi gravado:
1. “Palco” (Gilberto Gil, 1980) – ao vivo em São Paulo (SP)
2. “Banda um” (Gilberto Gil, 1982) – ao vivo em Fortaleza (CE)
3. “Tempo rei” (Gilberto Gil, 1984) – com citação vocal de “Aqui e agora” (Gilberto Gil, 1977) – ao vivo em Belo Horizonte (MG)
4. “Eu só quero um xodó” (Dominguinhos e Anastácia, 1973) – ao vivo em Belo Horizonte (MG)
5. “Eu vim da Bahia” (Gilberto Gil, 1965) – com citação vocal de “Meu divino São José” (tema de domínio público) – ao vivo em Belo Horizonte (MG)
6. “Procissão” (Gilberto Gil e Edy Star, 1965) – ao vivo no Rio de Janeiro (RJ)
7. “Domingo no parque” (Gilberto Gil, 1967) – ao vivo em Belém (PA)
8. “Cálice” (Gilberto Gil e Chico Buarque, 1973) – com citação instrumental de “Bat macumba (Gilberto Gil e Caetano Veloso, 1968) – ao vivo em Belo Horizonte (MG)
Capa do álbum ‘Tempo rei – Ao vivo (Vol. 1)’, de Gilberto Gil
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ferrugem e Péricles acionam ‘Parque de diversões’ no primeiro álbum extraído da gravação ao vivo da turnê ‘As vozes’


Ferrugem (à esquerda) e Péricles lançam álbum ao vivo com 19 das 38 músicas do roteiro do show ‘As vozes’
Dani Valverde / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Samba de arquitetura trivial, composto por Cleitinho Persona e Elizeu Henrique, “Parque de diversões” é uma das três músicas inéditas apresentadas por Ferrugem e Péricles no primeiro álbum extraído da gravação do show “As vozes”.
As outras duas novidades do repertório são “Falta de amor” (Bombozinho, Marcio FS e Milthinho) e “Um segundo a mais” (outro pagode da dupla Cleitinho Henrique e Elizeu Henrique).
Em rotação desde as 21h de ontem, 18 de junho, o álbum audiovisual “As vozes – Ao vivo em São Paulo – Vol. 1” reúne 19 das 38 músicas captadas na gravação feita em 25 e 26 de abril na passagem da turnê de Ferrugem e Péricles pela cidade de São Paulo (SP).
Além de músicas da discografia dos dois cantores, juntos pela primeira vez em uma turnê, o repertório inclui abordagens de hits alheios como “Mel na boca” (David Corrêa, 1986) e “Tá escrito” (Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini, 2009), sambas lançados pelo cantor Almir Guineto (1946 – 2017) e pelo Grupo Revelação, respectivamente.
O álbum “As vozes – Ao vivo em São Paulo – Vol. 1” tem produção musical assinada por Izaias Marcelo e Lincoln de Lima.
Capa do álbum ‘As vozes – Ao vivo em São Paulo – Vol. 1’, de Ferrugem e Péricles
Dani Valverde / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento