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Tyra Banks processa Netflix e produtores de série sobre ‘America’s Next Top Model’ por difamação


Tyra Banks em depoimento para ‘Reality Check: Inside America’s Next Top Model’
Reprodução/YouTube/Netflix
Tyra Banks entrou com um processo contra a Netflix e contra o produtores da série documental “Reality Check: Inside America’s Next Top Model” por difamação neste sábado (13), segundo a revista “Variety”.
A modelo afirma que seu depoimento de mais de três horas e meia foi cortado para “cerca de 16 minutos” na série em três episódios, “montado para apoiar uma narrativa falsa e difamatória sem relação ao que ela havia realmente expressado”.
Segundo a ação, Banks assumiu responsabilidade por alguns dos problemas do reality show criado e apresentado por ela, mas que essas declarações ficaram de fora do documentário.

Fonte: G1 Entretenimento

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Natanzinho Lima destrói sucesso de Cássia Eller entre as músicas inéditas do álbum ao vivo ‘Na liga em Sampa’


Natanzinho Lima lança no álbum ‘Na liga em Sampa’ as primeiras faixas da gravação ao vivo feita em show no Anhembi, em São Paulo (SP), em 23 de maio
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Música composta por Roberto Frejat com Cazuza (1958 – 1990) e oferecida em 1988 para Angela Ro Ro (1949 – 2025), que a recusou em atitude da qual se arrependeria anos depois, “Malandragem” ganhou esta semana uma das piores regravações desde que a música foi lançada em 1994 na voz de Cássia Eller (1962 – 2001).
Coube a Natanzinho Lima destruir “Malandragem” na última das 14 faixas do álbum ao vivo “Na liga em Sampa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho, com as primeiras gravações captadas no show apresentado pelo artista sergipano em 23 de maio no Anhembi, na cidade de São Paulo (SP), para público alardeado em 30 mil pessoas.
Qual o sentido de incluir “Malandragem” no repertório do álbum ao vivo que registra um momento de apogeu do cantor e compositor Natã Lima Nascimento no universo pop brasileiro? Letra e música destoam do estilo e do repertório do artista, cujo movimento de ascensão foi iniciado em 2024 com mix de arrocha, brega e piseiro.
Vendido para a mídia como “fenômeno do brega”, Natanzinho Lima aproveitou o show hi-tech no Anhembi para gravar músicas inéditas – como “Banho de cachaça”, “Dois cachorros” e “Pesadelo”, incluídas na safra inicial do álbum “Na liga em Sampa” – e fazer feats com Belo (na música “Meia noite e meia”), Panda (em “Buzina”) e Xand Avião (na faixa “Manda eu”).
Os encontros serão lançados posteriormente. Por ora, o foco do álbum audiovisual “Na Liga em Sampa” repousa na faixa “Até quando”.
Capa do álbum ‘Na liga em Sampa’, de Natanzinho Lima
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta marca mais um ‘goal’ no campo internacional ao se apresentar (bem) na abertura da Copa do Mundo de 2026


Anitta com o figurino usado na apresentação feita ao lado dos cantores Rema e Lisa
Iude Richele / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ A participação de Anitta na terceira e última cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 – como integrante do elenco do show apresentado ontem, 12 de junho, no SoFi Stadium em Los Angeles (EUA), nos Estados Unidos, e transmitido em escala planetária pela TV e pela internet – representou um goal da artista brasileira em campo internacional. Mais um.
Há quem minimize a escalada internacional da Girl from Rio pelo preconceito contra uma cantora vinda do historicamente marginalizado universo do funk da periferia carioca.
Contudo, Anitta já vem se firmando nos últimos anos como um nome que simboliza a atual música do Brasil aos olhos gringos, como um dia já aconteceu com a cantora Carmen Miranda (1909 – 1955), com o compositor Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e, no nicho do jazz latino, com o cantor e compositor Ivan Lins.
Para o mercado pop latino, Anitta já é a cara e a voz da música brasileira produzida no século XXI. Bem recebida, a performance de Anitta com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa – integrante do grupo sul-coreano de k-pop Blackpink – no canto da música “Goals” corou a ascensão da artista e foi um ponto alto da trilha internacional desbravada por Anitta na última década.
A apresentação da cantora na cerimônia que abriu a Copa de 2026 nos Estados Unidos mostrou, mais uma vez, que Anitta chegou lá. Não vê somente quem não quer ver. E boa parte do mundo viu o goal da brasileira no estádio de Los Angeles.
Anitta (à direita) se apresenta com o cantor Rema e a rapper Lisa em estádio de Los Angeles (EUA)
Reprodução / X Fifa

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre músicas, marchinhas e vinhetas que marcaram vitórias – e derrotas – do Brasil na Copa


Relembre músicas, marchinhas e vinhetas que marcaram a participação do Brasil em Copas
A história do Brasil nas Copas do Mundo tem como pano de fundo canções que marcaram vitórias e derrotas.
São marchinhas, canções populares e até vinhetas de TV que conquistaram o público. É difícil não associar “Pra Frente Brasil” com a Copa de 70 ou “A Festa”, de Ivete Sangalo, à conquista do pentacampeonato em 2002.
Em 2026, não temos uma aposta de destaque. Nas arquibancadas, os torcedores têm o desafio de encontrar uma música que “embale” o público durante as partidas – algo pouco usual nos jogos da seleção.
Ivete Sangalo segurando a taça da Copa; e Pelé celebrando o tricampeonato em 1970
Reprodução/Instagram e Arquivo/AP
Mas esse não é um problema recente. Mesmo com tantas campanhas históricas e canções que viraram sucesso no imaginário coletivo, o Brasil nunca teve uma música de arquibancada.
O tricampeonato à base de marchinhas
No bicampeonato de 1958 e 1962, uma marchinha foi responsável por embalar a festa dos brasileiros pelas ruas do país: “A Taça do Mundo é Nossa”.
Sucesso até mesmo no Carnaval de 1959, a canção se tornou hino dos dois primeiros títulos da seleção.
Já no tricampeonato, a canção que embalou a seleção comandada por Zagallo foi “Pra Frente Brasil”.
Criada em meio à ditadura militar, então com Emílio Médici como chefe de governo, a canção serviu como uma espécie de hino também do regime.
Com uma letra ufanista, a canção pedia a união, com todos os 90 milhões de brasileiros de mãos dadas.
Chama a atenção que tanto “A Taça do Mundo É Nossa” quanto “Pra Frente Brasil” foram compostas por publicitários.
No primeiro caso, a autoria é de Wagner Maugeri, Lauro Müller, Maugeri Sobrinho e Victor Dagô. Já a música que embalou o tri é de Miguel Gustavo.
As músicas e as vinhetas…
Desde os anos 1970, justamente a primeira Copa do Mundo com transmissão pela TV no Brasil, o país assiste a competição tendo como trilha sonora vinhetas da TV ou músicas tradicionais.
No caso das vinhetas, o grande exemplo fica por conta de 1994, ano do tetracampeonato. Na TV Globo, “Coração Verde e Amarelo” teve como refrão:
Eu sei que vou, vou do jeito que eu sei / De gol em gol, com direito a replay / Eu sei que vou com o coração batendo a mil / É taça na raça, Brasil
Era a segunda Copa do Mundo com uma vinheta marcante, já que em 1990 a canção “Papa Essa Brasil” foi o tema da vez. E foi composta por uma das maiores duplas da música brasileira, Michael Sullivan e Paulo Massadas.
No caso das músicas do mercado tradicional, tivemos um exemplo em 1982, que tinha um detalhe especial. Uma das seleções mais famosas da história tinha na lateral esquerda um sambista, Júnior.
E sambista não apenas por amar o gênero e frequentar rodas de pagode, mas por se arriscar como intérprete. É dele a música “Povo Feliz”, que embalou a trajetória do Brasil na Copa daquele ano – até o “desastre de Sarriá” e a derrota para a Itália. O refrão, em homenagem ao pássaro que acabou virando apelido da Seleção, diz:
Voa, canarinho voa / Mostra pra esse povo que és um rei /Voa, canarinho voa / Mostra na Espanha o que eu já sei.
Talvez o maior sucesso de hit musical que virou trilha sonora de conquista da Copa do Mundo seja “A Festa”, de Ivete Sangalo.
Ela foi o “tema da vitória” do quinto título do Brasil, na competição disputada na Coreia do Sul e no Japão em 2002.
Lançada no ano anterior, a música animou os torcedores durante os jogos disputados na madrugada aqui do Brasil e até no vestiário da Seleção.
E na arquibancada?
Nos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026, o público presente nos estádios assistirá a um fato inédito: mais de 30 representantes de torcidas organizadas viajarão aos EUA para acompanhar a seleção em parceria com o Movimento Verde-Amarelo.
Nas arquibancadas, eles terão o desafio de ter uma música que “embale” todos os torcedores. A grande aposta é “Brasil Ole, Ole, Ole”, que faz referência aos cinco títulos brasileiros e seus representantes em campo.
Hoje tema de campanha publicitária, a música nascida em 2022 não colou na memória do povo brasileiro e, no estádio, ainda não cativou o público como um dia foi a canção: “Eu sou brasileiro / Com muito orgulho, com muito amor”.
Tal movimento de emplacar uma música de arquibancada cresceu após a sequência de sucessos produzidos pelos nossos vizinhos argentinos.
Imagens dos nossos rivais invadindo a praia de Copacabana na Copa de 2014 viralizaram nas redes sociais. Eles cantavam uma música que começava com “Brasil, décime que se siente” e terminava com “Maradona és maior do que Pelé”, zombando dos brasileiros.
Episódios parecidos se repetiram nas competições seguintes: em 2018, na Rússia, e em 2022, no Catar. Por lá, as músicas de arquibancada são adotadas até mesmo pelos atletas. Uma das imagens mais icônicas da Copa de 1986, vencida pela Argentina, é a de Maradona celebrando como um torcedor.
Sem marchinha, música ou uma nova vinheta que tenha conquistado a massa, talvez seja a hora do Brasil ganhar uma música de arquibancada assim como nossos “hermanos”.

Fonte: G1 Entretenimento

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No Dia dos Namorados, Vini Jr. comenta com coração em post de Virginia com buquê


Virginia recebeu comentário de Vini Jr.
Reprodução/Instagram
Virginia Fonseca recebeu um grande buquê de flores nesta sexta-feira (12), Dia dos Namorados. A influenciadora publicou uma foto com o presente nas redes sociais e Vinicius Jr., seu ex-namorado, comentou com um coração.
Na sua conta do Instagram, Virginia publicou quatro fotos com o buquê e marcou a cidade de Nova York, onde ela está para a cobertura da Copa do Mundo.
A ausência de informações sobre quem teria enviado o presente e o comentário do jogador da seleção brasileira chamaram a atenção.
“E a gente fica como com essa curiosidade?! 👀 Flores nos dia dos namorados”, comentou uma seguidora.
“Será que vai ser um ‘alô balde?’🔥”, comentou outra.
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O atleta e a influenciadora tiveram um relacionamento de seis meses que chegou ao fim no dia 15 de maio.
Virginia e Vini assumiram o relacionamento no dia 28 de outubro de 2025, após meses de rumores sobre um romance entre os dois. Entre polêmicas envolvendo prints, presentes caros e declarações de amor públicas, a relação durou cerca de sete meses.
Agora no g1
Ofensas no Maracanã e defesa de Vini Jr.
Virginia Fonseca foi vaiada no Maracanã durante o jogo do Brasil contra o Panamá, no Rio de Janeiro, no dia 30 de maio. Um vídeo registrou a reação da influenciadora, que estava com amigos, enquanto os xingamentos aconteciam.
Virginia estava acompanhada por Duda Freire, Rafa Uccman e Lucas Guedez na arquibancada quando começou a ser vaiada pela torcida: “Ei, Virginia, vai tomar no **”.
Nas redes sociais, a dentista Maria Eduarda Brandão publicou um vídeo da reação da influenciadora enquanto estava sendo hostilizada pelos torcedores. Nas imagens, Virginia fala algo para os amigos, que começam a olhar ao redor, e coloca a mão na frente do rosto.
Em seu perfil oficial, Vini Jr. comentou sobre a noite mágica vivida pelo time dias antes do início da Copa do Mundo 2026, mas pediu que a torcida não ofenda a influenciadora. Segundo ele, o respeito e carinho entre os dois continuam, mesmo que a relação tenha terminado.
“Queria pedir com todo o carinho para não ofenderem a Virginia. Tivemos uma relação muito bonita e gostaria que a apoiassem porque entre a gente está tudo bem. […] Vamos juntos pelo hexa!”, escreveu o craque.
A influenciadora repostou o pronunciamento do ex-namorado e agradeceu ao jogador pelo apoio: “Obrigada 🙌”, escreveu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: festa de abertura nos EUA reúne Anitta, Katy Perry e mais; FOTOS


Anitta durante cerimônia de abertura da Copa do Mundo nos EUA
Reprodução/TV Globo
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos reuniu grandes nomes da música nesta sexta-feira (12). Entre as estrelas estavam a brasileira Anitta.
Essa foi a terceira festa de abertura da competição, que pela primeira vez é disputada em três países: além dos EUA, México e Canada recebem o evento.
Na quinta-feira (11), Shakira foi a grande estrela da cerimônia no México. Nesta sexta-feira mais cedo foi a vez de Alanis Morissette cantar o hino do Canadá.
VEJA FOTOS DO TERCEIRO SHOW DE ABERTURA DA COPA DO MUNDO:
Cerimônia de abertura da Copa 2026 nos EUA
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Michael’ se torna cinebiografia musical com maior bilheteria da história do cinema


Shopping de Salvador faz concurso de sósias de Michael Jackson
Divulgação
“Michael” se tornou a cinebiografia musical com a maior bilheteria de todos os tempos.
O filme que conta parte da história do Rei do Pop superou “Bohemian Rhaspody”, cinebio de Freddie Mercury.
Segundo o site DEADLINE, “Michael” já faturou US$ 911,9 milhões (R$ 4,6 bilhões, na cotação atual) em todo o mundo, superando os US$ 910,9 de “Bohemian Rhaspody”.
O longa dirigido por Antoine Fuqua já havia batido o recorde de cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema.
No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual).
Agora no g1
Amado pelo público, e nem tão amado pela crítica…
“Michael” é um filme que conquistou o público, mas foi alvo de comentários negativos por parte da crítica em todo o mundo.
O site Rotten Tomatoes, que funciona como um agregador de críticas, deu uma classificação de 38% para o longa, número bem distante da avaliação do público, que está com 97% de saldo positivo dos fãs.
“Você não atinge esse número a menos que esteja vendo uma enorme audiência em todos os segmentos demográficos imagináveis. [O público] está claramente se divertindo muito”, afirmou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, distribuidora do filme nos EUA.
Dirigido por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e estrelado por Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson e sobrinho de Michael Jackson, o longa conta a história do Rei do Pop desde a sua infância, iniciando sua carreira artística com os irmãos no grupo Jackson 5, até sua megaturnê “Bad”, em meados dos anos 1980.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sósia de Neymar vai à Copa, engana fãs e provoca correria nos Estados Unidos


Sósia do Neymar provoca correria em shopping nos EUA.
Reprodução/Redes Sociais
Sósias de jogadores viraram moda no Brasil, e um dos mais conhecidos é Eigon Oliver, muito parecido com o camisa 10 da seleção brasileira, Neymar Jr. Nessa Copa do Mundo, Oliver foi aos Estados Unidos para acompanhar os jogos e acabou provocando uma correria em um shopping center.
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Vídeos publicados pelo próprio influenciador mostram dezenas de pessoas se aproximando para tirar fotos e gravar imagens, formando uma aglomeração que chegou a interromper a circulação em um dos corredores do centro comercial.
A movimentação chamou a atenção de frequentadores que estavam em outros pisos do shopping. Muitos se dirigiram às sacadas para tentar entender o que estava acontecendo e registrar a cena.
Em determinado momento, a concentração de pessoas deu lugar a uma correria.O episódio aconteceu na última terça-feira (9) e foi compartilhado no Instagram de Oliver, em que se identifica como “Sósia do Ney”.
As publicações também mostram outros momentos de interação com fãs durante a viagem. Em um dos vídeos, o brasileiro aparece distribuindo autógrafos e chega a assinar a testa de um homem. Em outro, precisa ser acompanhado por seguranças e pessoas de sua equipe para conseguir entrar em um veículo em meio ao assédio do público.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Fã da Bósnia, Adnet se empolga com o jogo e até posta canto em bósnio; veja


Marcelo Adnet é fã da Bósnia e Hezergovina.
Reprodução/X
Toda Copa do Mundo, grande parte do público escolhe ao menos duas seleções para torcer: a do Brasil e uma secundária, para o caso de os brasileiros serem eliminados. Com Marcelo Adnet não é diferente. No entanto, o comediante tem uma escolha pouco convencional: a Bósnia e Herzegovina.
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De volta ao Mundial após 16 anos, a seleção do leste europeu estreia nesta sexta-feira (12) diante da anfitriã Canadá.
A simpatia é tanta, que Adnet tem lotados suas redes sociais com conteúdos sobre o país de pouco mais de 3 milhões de habitantes.
Em uma das publicações, o humorista compartilhou o canto entoado por torcedores bósnios antes da partida.
A frase “Ko ne skače, mrzi Bosnu! Hej, hej, hej!” pode ser traduzida como “Quem não pula odeia a Bósnia! Ei, ei, ei!”.
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Além disso, o comediante também publicou um vídeo explicando por que o hino nacional da Bósnia e Herzegovina não possui letra oficial.
O país adota, desde 1999, uma melodia instrumental conhecida como Intermeco, mas nunca conseguiu aprovar um texto para acompanhá-la. O motivo está nas divisões políticas e étnicas que marcam a história recente da nação, formada principalmente por bósnios, sérvios e croatas.
Após o fim da Guerra da Bósnia, nos anos 1990, diferentes propostas de letra chegaram a ser apresentadas ao Parlamento, mas nenhuma obteve apoio suficiente entre os representantes dos três grupos. Como resultado, a Bósnia e Herzegovina se tornou um dos poucos países do mundo cujo hino nacional é executado sem letra oficial, inclusive em eventos esportivos internacionais.
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Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Carlinhos Brown, DJ Bruno Martini e Marcelo Falcão tentam gol no campo musical com ‘Eu me chamo Brasil’


Marcelo Falcão (à esquerda), DJ Bruno Martini e Carlinhos Brown (à direita) na capa do single ‘Eu me chamo Brasil’
Leo Gussi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com a bola já rolando nos gramados de Canadá, Estados Unidos e México, vários artistas brasileiros entraram em campo com o sonho de emplacar a música campeã da Copa do Mundo de 2026. Uma das jogadas do time musical brasileiro reúne os cantores Carlinhos Brown e Marcelo Falcão com o DJ Bruno Martini.
De olho no lance, o trio lançou o single “Eu me chamo Brasil” nesta sexta-feira, 12 de junho, véspera do primeiro jogo da seleção brasileira no campeonato mundial. Com a ambição de gerar um hino popular, Brown, Falcão e Martini mandam para a área um mix de pop brasileiro com pop latino em gravação embasada com percussão afro-brasileira e timbres eletrônicos.
A música inédita tem autoria creditada aos três artistas. O single “Eu me chamo Brasil” chega acompanhado por clipe que encadeia takes de várias partes do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento