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‘Clonagem de carisma’: perfis de IA copiam trejeitos e cenários de influencers para lucrar na internet


Influenciadores denunciam perfis de IA que ‘clonam’ vídeos para lucrar na internet
Criadores de conteúdo têm denunciado uma nova modalidade de uso indevido de suas identidades na internet.
Perfis criados por Inteligência Artificial (IA) estão utilizando seus vídeos como comandos (os famosos prompts) para replicar movimentos, trejeitos e até mesmo os móveis de suas casas.
Tudo isso sem autorização e com propósito comercial.
Funciona assim: esses “avatares de IA” lucram com a venda de produtos em ferramentas de comércio online integradas às redes, como o TikTok Shop, comercializando roupas, calçados, relógios… até “chicletes energéticos”.
Na grande maioria dos casos relatados até agora, os criadores dos perfis de IA não clonam o rosto exato dos influenciadores digitais.
Em vez disso, utilizam vídeos deles que já existem e estão públicos nas redes para capturar os movimentos, os trejeitos corporais e, principalmente, a intimidade dos criadores com a câmera.
‘Usaram a minha casa’
O influenciador digital Lucas Simões Lima, conhecido nas redes como Lusca (tem 2,5 milhões de seguidores no Tik Tok criando conteúdo sobre estilo de vida e humor), foi um dos que identificou a fraude.
Ele começou a notar semelhanças entre os vídeos postados originalmente por ele e as publicações de um perfil batizado como “Lucas Barroso”.
“Comecei achando estranhas as semelhanças com os meus movimentos e os meus traços. Depois vi que era o cenário do meu apartamento que estava sendo usado ali”, relata Lucas, em entrevista ao g1.
Do lado esquerdo, o influenciador Luscas. Do lado de direito, Lucas Barroso, um avatar feito por Inteligência Artificial.
Redes sociais
O “clone digital”, àquela altura, já fazia sucesso. Acumulava cerca de 330 mil curtidas no TikTok e publicava, em grande medida, vídeos provando e vendendo itens variados.
Interagia com os seguidores como uma pessoa real: respondia a dúvidas do público detalhando supostas medidas corporais, como seu peso e altura.
O realismo da tecnologia era tão sofisticado que, nos comentários das publicações, muitos usuários nem se davam conta de que se tratava de um robô e chegavam a demonstrar interesse romântico na figura digital. “Você vem junto?”, brincava um dos seguidores.
Outro detalhe que expõe a falcatrua digital por trás da página é que o “rosto” do avatar era trocado com certa frequência. Em publicações mais antigas, era possível notar que o personagem utilizava uma “fisionomia” completamente diferente da atual para anunciar os mesmos produtos.
Roupas, calçados, bolsas, relógios… alguns dos produtos vendidos por “Lucas Barroso”, influenciador criado por IA, no Tik Tok.
Redes sociais
A prática de criar um avatar de IA que se passa por uma pessoa real para comercializar produtos, contudo, é explicitamente proibida pelas diretrizes do TikTok (mais abaixo, veja o que é permitido ou não dentro do aplicativo).
Até a última terça-feira (9), o influenciador de inteligência artificial somava 46 produtos listados na aba do TikTok Shop. A plataforma não informava, no entanto, quantos desses itens chegaram a ser comercializados.
O perfil seguiu ativo até a quarta-feira (10).
Experiência ‘Black Mirror’
Lima conta que descobriu o perfil do seu “clone de IA” por acaso enquanto navegava pelo TikTok e, inicialmente, sequer percebeu que se tratava de Inteligência Artificial.
“Depois que fiz um vídeo expondo o que estava acontecendo recebi comentários de seguidores que já tinham visto os anúncios dele e acharam que era eu vendendo. Fui pesquisar sobre leis e ainda não existem tantas, é algo muito novo até para os meus advogados”, desabafa o criador de conteúdo, que classificou a experiência como “muito Black Mirror”.
O influenciador tentou denunciar a conta pelos mecanismos da própria plataforma, sinalizando que o perfil estaria se passando por ele, mas nenhuma medida foi tomada até o “sumiço” da conta.
Caso não é isolado
A exposição de Lima encorajou outros criadores de conteúdo a relatarem situações idênticas.
A influenciadora Júlia Barni (3 milhões de seguidores no Instagram e 10 milhões no TikTok com vídeos voltados para a dança) revelou que também teve conteúdos seus sendo utilizados nesse mercado paralelo.
Segundo ela, aplicativos de IA usaram vídeos em que ela aparece dançando a coreografia da música “Rasputin” para aplicar uma camada de tecnologia por cima de seu corpo e, a partir disso, gerar “autopromoção” nas redes de forma indevida.
Júlia Alcoforado, outra criadora de conteúdo (atua no nicho fitness e acumula 238 mil seguidores no Instagram) revelou que também virou alvo da “clonagem” por IA e chamou a atenção para a existência de um mercado que ensina a prática:
“Eu tô vivendo a mesma coisa por aqui e não sei o que fazer! E o pior de tudo é que tem curso ensinando as pessoas a fazerem isso: pegar vídeo de criadores de conteúdo e colocar IA em cima pra vender produto”, desabafou em um comentário no Instagram.
Procurada pelo g1, Júlia Barni informou que está avaliando o episódio junto a seus advogados para definir as providências jurídicas que serão tomadas.
Já Júlia Alcoforado afirmou que não se sente confortável para se manifestar sobre o caso no momento, citando receio quanto a possíveis repercussões negativas nas redes sociais.
Cursos ensinam a criar avatares com fotos de terceiros
O mercado dos ‘clones’: cursos ensinam a criar avatares com fotos de terceiros por R$ 97
Redes sociais
A facilidade com que esses perfis são criados é impulsionada por um mercado digital em expansão: o de cursos online que ensinam como gerar “clones digitais” para monetização rápida.
Em uma dessas plataformas, comercializado pelo valor de R$ 97, o material promocional promete transformar a inteligência artificial em uma fonte de renda extra.
No perfil de divulgação do curso no Instagram, o responsável pelas aulas demonstra o passo a passo da técnica utilizando fotos de pessoas comuns retiradas do Pinterest — rede que se define oficialmente como uma plataforma de descoberta visual e mecanismo de busca online.
Na prática, o banco de dados de imagens cotidianas e reais dessa rede social acaba servindo para um outro propósito: ser matéria-prima para a geração de avatares de inteligência artificial.
Cursos ensinam como criar influenciadores de IA utilizando fotos e vídeos de terceiros.
Redes sociais
A ilusão do lucro fácil
TikTok Shop: rede social lança loja virtual no Brasil para concorrer com Amazon e Magalu
Divulgação/TikTok
A explosão dessas ferramentas de IA, atreladas às novas formas de comércio eletrônico integradas às redes sociais, criou mesmo foi uma verdadeira corrida por dinheiro na internet.
A busca por monetização encontrou na Inteligência Artificial o atalho perfeito. É o que explica a advogada especialista em direito digital Aracy Viana, em entrevista ao g1:
“As pessoas querem ganhar dinheiro nas redes sociais a todo custo agora. A IA acelerou isso ainda mais a partir do momento que você pode criar um ‘bonequinho’ baseado nas características de influenciadores que já vendem, que já fazem publicidade, que já têm essa desenvoltura com o público”, analisou.
O que diz a lei?
Como os criadores dessas ferramentas costumam batizar os perfis com outros nomes e os rostos dos avatares sofrem “distorções”, muitos acreditam estar protegidos por não usarem a imagem idêntica da vítima… mas não estão.
Viana explica que, embora o Brasil ainda não possua uma legislação específica e robusta para a regulamentação de conteúdos gerados por Inteligência Artificial, o ordenamento jurídico resguarda a personalidade do indivíduo.
Isso significa que: a voz, o jeito de andar, os trejeitos corporais e até os elementos físicos que compõem o cenário particular de alguém (como os móveis de um apartamento) são protegidos pelos chamados Direitos de Personalidade, previstos no Código Civil.
Comprei de um ‘influenciador de IA’… e agora?
Moça com vestido brando teve a foto manipulada por IA por influencer. Imagem dela aparece dançando em vídeo entre duas mulheres com roupas curtas
Reprodução/Redes sociais
A escalada desses casos acende também um debate sobre as regras das plataformas e os direitos dos consumidores que compram por meio dessas abas de comércio eletrônico.
Atualmente, o TikTok não proíbe a criação de avatares de inteligência artificial voltados para o comércio, nem veta a venda de produtos com imagens geradas por IA.
A plataforma informou ao g1, contudo, que há regras rígidas para que esses perfis operem:
📢 o uso da tecnologia deve ser claramente sinalizado,
👤 as imagens não podem alterar a aparência real do produto e o criador não pode se passar por outra pessoa.
A regra jurídica que se aplica a esses “robôs vendedores”, portanto, é a mesma dos influenciadores reais.
Caso o consumidor adquira um objeto anunciado por esses perfis e o item apresente qualidade duvidosa ou não seja entregue, a responsabilidade legal recai sobre a própria plataforma.
O Tik Tok afirmou também que sua equipe jurídica já está investigando o caso específico do influenciador Lucas Simões Lima.
Fui clonado: o que fazer?
Para criadores de conteúdo ou pessoas comuns que identificarem seus cenários, corpos ou imagens sendo replicados por ferramentas de IA sem autorização, a orientação jurídica se divide em três passos imediatos:
🛡️Acionar a plataforma: Utilizar os canais de denúncia do próprio aplicativo para reportar o uso indevido de imagem e a infração de propriedade intelectual.
🛡️Registrar provas digitais: Utilizar ferramentas de auditoria das redes que geram códigos de segurança (como blockchains), capazes de preservar os dados da página falsa por até 5 anos para fins judiciais.
🛡️Boletim de Ocorrência: Registrar o caso na Polícia Civil. O documento cria um marco temporal oficial que protege a vítima caso o perfil fake aplique calotes financeiros usando o seu nome ou o cenário da sua casa.

Fonte: G1 Entretenimento

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À frente de Ludmilla, Thiaguinho e mais: quem é Julliany Souza, artista gospel mais ouvida do país


A cantora Julliany Souza, da música ‘Ah Jesus’
Divulgação
Para artistas do mundo gospel, o conceito de viralizar nas redes sociais com uma música não é comum. Mesmo sem os números de um hit secular, Julliany Souza conseguiu esse feito com “Ah, Jesus”, canção que está no top 50 do Spotify e colocou a artista entre as mais ouvidas do país na última semana, à frente de nomes como Thiaguinho, Ludmilla, Luísa Sonza na plataforma de streaming.
O sucesso de Julliany costuma estar presente, para além de vídeos cristãos, em conteúdos motivacionais de temas variados, que mostram imagens de mazelas sociais ou superação individual.
Parte da explicação para o sucesso está na letra que, mesmo com o foco cristão, tem mensagem universal de perdão. Sabe aquela coisa de “Jesus deu a outra face”?
“A outra face eu não dei / Só o meu ego escutei / Até amei os meus amigos /Mas meus inimigos odiei”, diz um trecho da canção.
Ao g1, a cantora explica que ainda se assusta com a repercussão e os números do seu trabalho. Porém, ela já acreditava no potencial de “furar bolhas”.
“A mensagem abordada por essa música toca em uma necessidade real do ser humano nos seus relacionamentos interpessoais: a importância de procurar amar mais o próximo. Por isso, ela acabou se encaixando em muitos temas atuais.”
“Tenho acompanhado algumas coisas, mas, para resumir, ela foi muito além da minha voz, do alcance das minhas redes sociais ou do meu próprio segmento. Só consigo entender isso como um propósito de Deus para o Brasil.”
Um dos compositores de “Ah Jesus” é Leo Brandão, marido de Julliany. Ela conta que seu lar é muito musical. Até seus filhos de 10 meses de idade, os gêmeos José e Maria, estão passando por uma espécie de introdução a arte.
A cantora Julliany Souza, da música ‘Ah Jesus’
Divulgação
A cantora explica que, ao ser apresentada à composição, chorou bastante pela força da mensagem.
Com relação aos números alcançados em menos de um mês de lançamento, ela conta que acaba ficando alheia a esse processo pois essa dinâmica fica distante do universo gospel.
“Sem nenhuma demagogia, não sou uma pessoa ligada aos números. Obviamente, fico muito feliz em ver o alcance de tudo isso. Confesso que o temor no meu coração aumenta, assim como a responsabilidade. É uma responsabilidade muito grande.”
“Entendo que não é sobre mim, mas sobre a mensagem que está sendo transmitida. Eu só consigo me alegrar em Deus e sentir o peso de falar para uma geração que acaba olhando para mim e buscando aprender mais de Cristo.”
Agora no g1
Julliany Souza: da Casa Worship para vida de influencer
Aos 28 anos, Julliany é um dos grandes nomes do gospel, tendo em 2025 concorrido ao Grammy Latino na categoria de melhor álbum cristão com “A Maior Hora”. O vencedor foi “Memóri4s (Ao Vivo)”, de Eli Soares.
Nascida numa filha de músicos, ela começou na música ainda na infância, em Goiânia – sua cidade natal. Entre 2018 e 2022, ela integrou o grupo Casa Worship, sendo uma das vocalistas
Em 2021, em meio à pandemia de COVID-19, ela experimentou um sucesso parecido com “Ah, Jesus”. Com um “empurrãozinho” da influenciadora Maíra Cardi, a canção “A Casa É Sua” foi um sucesso no YouTube e no Instagram.
“Vimos o quanto as pessoas estão sedentas por palavras de esperança, de amor. Vimos o quanto as pessoas estão vazias disso. E a gente acredita que de uma certa forma isso tem impulsionado nosso trabalho”, disse Julliany ao g1 à época, relembrando o sucesso durante a pandemia.
O Casa Worship era um grupo de músicas de adoração, com composições que falam bastante de Deus, mas com mensagens que, mesmo que de forma lateral, são universais.
Os integrantes também tinham um comportamento que dialogava com o público jovem, seja no linguajar digital, na maneira de se vestir e até no som. A banda tinha um som inspirado no Coldplay.
Muito mais próxima do pop do que do rock da banda liderada por Chris Martin, Julliany manteve na sua carreira solo os outros elementos de diálogo com a juventude. E ainda adicionou um outro fator que gera identificação para além do mundo gospel: a relação dela com as redes.
Julliany é uma espécie de influenciadora digital. Em seu Instagram com mais de 2 milhões de seguidores ela compartilha seu dia a dia, principalmente como mãe.
“Tento usar as ferramentas digitais para mostrar que a vida não é perfeita, mas que é possível se achegar a Deus de maneira prática no dia a dia. Fico muito feliz com esse alcance e percebo que, mostrando essa vida real, as pessoas se identificam mais com as canções.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Papatinho dá mais um passo na escalada internacional com faixa na trilha de ‘Todo mundo em pânico 6’


Papatinho assina com a cantora Ruby o single com a música ‘Bad to the bone’, faixa da trilha sonora da franquia norte-americana
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Papatinho vem alardeando a participação na trilha sonora do filme “Todo mundo em pânico 6”, comédia que entrou em circuito em 4 de junho. De fato, na trillha da franquia, o DJ e produtor musical carioca assina a faixa “Bad to the bone” com a cantora mineira Ruby.
Calcada na mistura de trap com música eletrônica, a produção musical da faixa foi feita por Papatinho com Ajaxx, DJ e produtor paranaense associado ao rap. Contudo, somente o nome de Papatinho figura ao lado de Ruby, como artista principal, na capa do single lançado na sexta-feira, 12 de junho, em prova da ascensão do artista carioca no universo pop internacional.
A presença de Papatinho na trilha sonora do filme “Todo mundo em pânico 6” é promovida na sequência do envolvimento do produtor com o ainda inédito álbum idealizado e (parcialmente) gravado pelo grupo Black Eyes Peas com inspiração no Brasil, precisamente no Carnaval. Algumas faixas já foram efetivamente gravadas com a colaboração de Papatinho na produção, mas o lançamento do álbum – inicialmente previsto para 2027 – ainda é incerto.
Esse envolvimento de Papatinho com o grupo de will.i.am nem surpreende quem sabe que, em 2024, o artista carioca produziu faixa “Outside” para a rapper Sexyy Red com beats de funk e integrou a trilha sonora do filme “Bad boys 4 – Até o fim”, produzindo a faixa “Flores pa ti” conta com vocais de Luísa Sonza e Becky G.
Já em 2025 Papatinho produziu três beats exclusivos para a trilha sonora oficial de “Baila, Vini”, documentário sobre o jogador Vinícius Júnior.
Com a presença crescente do funk brasileiro no pop global, Papatinho tem trilhado caminho ascendente no exterior, dando pelo menos um passo por ano para se firmar além das fronteiras do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Todo dia um 7×1’: veja os memes da goleada da Alemanha sobre Curaçao


Copa do Mundo FIFA 2026 – Grupo E – Alemanha x Curaçao – Estádio de Houston, Houston, Texas, EUA – 14 de junho de 2026.
Reuters
A vitória da Alemanha por 7 a 1 sobre Curaçao neste domingo (14), pela Copa do Mundo de 2026, repercutiu nas redes sociais e fez ressurgirem memes sobre o histórico 7 a 1 aplicado pelos alemães sobre o Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Veja abaixo.
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LEIA TAMBÉM: Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Veja data e horário, e onde assistir ao 2º jogo do grupo
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem era Lucas Frota? Produtor e DJ brasileiro está entre vítimas de acidente aéreo no Rio


O DJ e produtor brasileiro Lucas Frota
Reprodução/Instagram
O DJ e produtor Lucas Frota está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Nascido no Rio de Janeiro, Lucas começou a tocar aos 12 anos e morava nos Estados Unidos há quase uma década. Ele estava radicado entre as cidades de Miami e Los Angeles.
Ele tem diversos trabalhos com selos especializados em música eletrônica, além de ter se apresentado em casas noturnas da pelos EUA e Europa.
Veja mapa com o local da queda de helicópteros no Rio de Janeiro
Seu projeto mais recente foi a gravação de um DJ set no Cristo Redentor, produzido em dezembro de 2025.
Nas redes sociais, o DJ e produtor acumula 40 mil seguidores e diz ser residente do coletivo Around The Corner, em Miami.
No dia 11 de abril, Lucas postou uma série de fotos em estúdio com o cantor e comediante Oliver Tree, que também está entre os mortos do acidente aéreo deste domingo.
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O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Gringo no Brasil’: O último post de Oliver Tree antes do acidente


Gringo no Brasil: veja último post de Oliver Tree antes de acidente
O cantor norte-americano Oliver Tree compartilhou nas redes sociais imagens de sua passagem pelo Brasil poucas horas antes do acidente de helicóptero que provocou sua morte neste domingo (14). Em uma publicação feita no Instagram, o artista mostrou registros da viagem pelo país e celebrou a experiência com os fãs.
No post, publicado um dia antes do acidente, Oliver aparece em diferentes momentos da estadia no Brasil, incluindo cenas em áreas urbanas e interações com o público. A publicação rapidamente recebeu milhares de curtidas e comentários de fãs brasileiros, que lamentaram a morte do cantor após a notícia do acidente.
Conhecido por sucessos como a canção Life Goes On e por seu estilo irreverente, Oliver Tree acumulava milhões de seguidores nas redes sociais e havia lançado recentemente seu quarto álbum de estúdio.
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
A morte do artista repercutiu internacionalmente e gerou uma onda de homenagens nas redes. Até o momento, as autoridades ainda apuram as circunstâncias do acidente envolvendo o helicóptero.
Sobre o cantor e comediante:
O cantor e comediante musical norte-americano Oliver Tree, de 32 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.
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Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quem era Gaspi? Youtuber argentino que morreru em acidente de helicóptero no Rio tinha quase 3 milhões de inscritos


Youtuber argentino Gaspi, que morreu neste domingo em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro.
Reprodução/Instagram
O yutuber argentino Gaspar Prim Díaz, conhecido como Gaspi, de 23 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Gaspi foi um criador de conteúdo argentino nascido em 28 de dezembro de 2002, em Buenos Aires. Ficou conhecido por seu humor irreverente e provocador, com vídeos de abordagens espontâneas a desconhecidos nas ruas de Buenos Aires, marcados pela saudação característica “buenass” e por sua voz grave.
Começou a publicar no YouTube por volta de 2018, ainda adolescente, e construiu uma base de mais de 2,8 milhões de inscritos no canal, mesmo com poucos vídeos públicos. Boa parte do conteúdo foi removido pela própria plataforma devido às polêmicas que gerou. No Instagram, ele também acumula mais de 2,8 milhões de seguidores
No auge de sua popularidade, desapareceu sem aviso prévio das redes. Voltou somente em 2024 com um vídeo intimista chamado “La vuelta de Gaspi”, no qual falou sobre saúde mental e sua relação com a criação de conteúdo. O vídeo superou 4 milhões de visualizações em menos de uma semana.
Em 2025, Gaspi ganhou ainda mais visibilidade internacional ao participar da “La Velada del Año V”, evento de boxe entre criadores de conteúdo organizado pelo streamer espanhol Ibai Llanos, no Estádio La Cartuja, em Sevilha
Além de Gaspi, o cantor e produtor Oliver Tree também estava a bordo do helicóptero e não sobreviveu.
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Youtuber argentino Gaspi, que morreu neste domingo em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro.
Reprodução/Instagram
O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu no Rio tinha 11 milhões de ouvintes e colaborou com David Guetta


Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
O cantor e comediante musical norte-americano Oliver Tree, de 32 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.
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Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
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O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
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Natureza espiritual de Mateus Aleluia é o foco de ‘Pontos de força’, sensorial documentário que estreia em São Paulo


Mateus Aleluia é o eixo central da narrativa do documentário ‘Pontos de força’, dirigido e roteirizado por Vânia Lima
Reprodução / Filme ‘Pontos de força’
♫ CRÍTICA DE DOCUMENÁRIO MUSICAL
Título: Pontos de força
Direção e roteiro: Vânia Lima
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “O tempo é soberano”, enfatiza Mateus Aleluia no início e no fim da narrativa intencionalmente pausada de “Pontos de força”, filme que estreia no próximo sábado, 20 de junho, na 18ª edição do In-Edit Brasil, festival de documentários musicais que estará em cartaz em São Paulo (SP) de 17 a 28 de junho.
É no tempo contemplativo do cantor, compositor e músico baiano que se desenvolve “Pontos de força”, documentário dirigido e roteirizado por Vânia Lima.
A natureza de Mateus Aleluia é o foco deste filme regido pela espiritualidade e que se afina, pelo teor sensorial da narrativa, com outro documentário sobre o artista, “Aleluia – O canto infinito do Tincoã” (2020), dirigido por Tenille Bezerra e apresentado há seis anos no mesmo festival In-Edit Brasil.
Entre números musicais captados ao ar livre em cenários naturais de Cachoeira (BA) e depoimentos de guias turísticos, historiadores e quilombolas ativistas residentes na cidade baiana, “Pontos de força” conecta pessoas com a mesma crença espiritual de que tudo principia na natureza e que, sem folha, não há vida e tampouco há cura real dos males físicos e espirituais provocados pela civilização industrial.
Pela própria natureza e formação cultural, essas pessoas alimentam a alta carga de ancestralidade de Cachoeira (BA). terra natal de Aleluia, cidade do Recôncavo Baiano de atmosfera e geografia afro-barrocas. As falas de líderes religiosos da região contribuem para que o filme de Vânia Lima abra portal que conduz o espectador a um universo imerso na espiritualidade e no orgulho da ancestralidade afro-brasileira. É comovente a cena em que uma professora pede que as crianças repitam em coro o brado “Somos negros. Somos quilombolas”.
Entre takes filmados em terreiros e em matas de Cachoeira (BA), cidade referencial na formação cultural povo brasileiro, “Pontos de força” se revela filme de natureza zen.
Mesmo sem contextualizar a obra de Mateus Aleluia no universo musical brasileiro, até porque parece ter inexistido a preocupação de salpicar informações da biografia do artista ao longo dos 78 minutos do roteiro, “Pontos de força” se ilumina pela alma de Mateus Aleluia, espécie de baobá, guardião das tradições ancestrais do povo afro-brasileiro.
O filme da produtora Tem Dendê é para quem tem fé na espiritualidade e na crença de que uma energia divina se impõe sobre todas as coisas.
Mateus Aleluia em imagem promocional do documentário ‘Pontos de força’
Vinicius Xavier / Divulgação
♪ É tempo de Mateus Aleluia! A estreia do filme “Pontos de força” antecede o lançamento do livro “Afrobarroco” em evento agendado para 8 de julho na Biblioteca Central dos Barris, em Salvador (BA).
Organizado por Tenille Bezerra, diretora do supracitado documentário “Aleluia – O canto infinito do Tincoã”, o livro “Afrobarroco” costura textos, memórias e fundamentos do homônimo projeto desenvolvido por Mateus Aleluia desde os anos 2000 através de palestras musicais, encontros pedagógicos e atividades idealizadas com o objetivo de formação cultural de plateias.
Pensamentos sobre educação, oralidade, religiosidade, convivência cultural e identidade brasileira formam o suprassumo do livro “Afrobarroco”.
Quase toda a tiragem inicial do livro terá distribuição gratuita e dirigida a escolas, bibliotecas, projetos de educação e centros comunitários e culturais. Contudo, haverá a venda pontual de alguns exemplares na Livraria Terra Libris, situada no Cine Glauber Rocha, no centro histórico de Salvador (BA).

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucy Alves divide ‘Banquete de signos’ na praia com Elba Ramalho em álbum ao vivo que traz três hits de Amelinha


Lucy Alves perpetua show captado em 14 janeiro em praia de João Pessoa (PB), cidade natal da artista
Kaio Cads / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Música de Zé Ramalho lançada em 1980 por Elba Ramalho, em gravação inebriante apresentada no segundo álbum da cantora paraibana, “Banquete de signos” ganha a voz de Lucy Alves em feat com a própria Elba.
O encontro de Lucy com Elba ocupa três das 27 faixas do álbum audiovisual “Ao vivo em João Pessoa”, gravado por Lucy Alves debaixo de chuva em show apresentado em 14 de janeiro na Praia do Tambaú, em João Pessoa (PB), cidade natal dessa cantora, compositora e multi-instrumentista paraibana.
Além de “Banquete de signos”, Lucy e Elba unem vozes no canto da toada “De volta pro aconchego” – parceria de Dominguinhos (1941 – 2013) e Nando Cordel lançada na voz de Elba em 1985 – e “Saudade do sertão”, música inédita de Lucy com Moreira Filho.
Lucy Alves toca piano na gravação ao vivo feita debaixo de chuva
Kaio Cads / Divulgação
Além de “Saudade do sertão”, a trinca de novidades do repertório do álbum “Ao vivo em João Pessoa” é formada pelas músicas “Rodopiei” e “Sertanejo”, esta cantada por Lucy com Poetiza, nome artístico da cantora pernambucana Iza Mara.
Encerrada com medley que encadeia três sucessos da cantora Amelinha (“Romance da lua lua”, “Gemedeira” e “Frevo mulher”), a gravação do show inclui feats de Lucy Alves com Dorgival Dantas (em “Coração vagabundo”, parceria da artista com Moreira Filho), Joyce Alane (na balada soul “Na rua, na chuva, na fazenda”, primeiro sucesso do cantor Hyldon) e Xande de Pilares, com quem a cantora caiu nos sambas “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) e “Coração radiante” (Xande de Pilares, Helinho do Salgueiro e Mauro Júnior, 2002), sucesso do Grupo Revelação.
Instrumentista polivalente, Lucy Alves tocou sanfona, piano e guitarra ao longo do show eternizado no álbum “Ao vivo em João Pessoa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho.
Capa do álbum ‘Ao vivo em João Pessoa’, de Lucy Alves
Kaio Cads / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento